UnDF publica novo edital para concessão de auxílios estudantis
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) lançou um novo edital para concessão de auxílios a estudantes regularmente matriculados na instituição. A publicação, voltada para alunos em condição de vulnerabilidade socioeconômica, contempla auxílios destinados à permanência, à saúde mental, ao transporte, à creche e, pela primeira vez, à cultura. Para concorrer às 545 vagas disponibilizadas, interessadas e interessados devem se inscrever por meio do site da UnDF (universidade.df.gov.br) no período de 28 de julho a 26 de agosto. Os auxílios terão duração de até 12 (doze) meses. Os alunos da UnDF, beneficiários de quaisquer auxílios estudantis concedidos por editais anteriores, devem ficar atentos, pois não há renovação automática dos benefícios. É necessário, portanto, que todos os contemplados por editais anteriores participem da nova seleção e concorram novamente às vagas disponibilizadas — desta vez, conforme as regras do edital nº 17 de 2026. Para conhecer os requisitos necessários à concessão dos auxílios estudantis e a documentação exigida no ato de inscrição, alunas e alunos devem acessar e acompanhar as publicações no site da universidade. É a primeira vez que o auxílio destinará recursos para possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas | Foto: Divulgação/UnDF A Diretoria de Assistência Estudantil e Humanização da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário da UnDF é quem coordena a concessão dos auxílios. Tal concessão integra a Política de Assistência Estudantil (PAE) da Universidade do Distrito Federal. Criada pela Resolução nº 2/2023, a PAE é constituída por programas, projetos e ações orientados para a democratização do acesso à educação, a redução das desigualdades sociais e a facilitação da permanência dos estudantes na educação superior pública distrital. De 2023 a 2025, a UnDF destinou mais de R$ 6,7 milhões à Política de Assistência Estudantil. Sobre os auxílios estudantis O auxílio-permanência é destinado à moradia, à alimentação e aos gastos básicos dos estudantes e tem como propósito principal evitar a evasão estudantil. O valor mensal a ser repassado é de R$ 690. Para este auxílio são disponibilizadas 350 vagas. O auxílio-saúde mental visa contribuir para o custeio de tratamento neurológico, psicológico ou psiquiátrico e para a aquisição de medicamentos necessários ao tratamento. O auxílio será concedido no valor de R$ 470 mensais, tendo sido liberadas 60 vagas para este benefício. O auxílio-transporte consiste no repasse financeiro mensal ao estudante para custeio parcial da despesa com transporte entre a residência dele no Entorno do Distrito Federal e o campus universitário em que estuda. Para este auxílio, que terá o valor de R$ 420, são oferecidas 70 vagas. O auxílio-creche é voltado a estudantes que sejam responsáveis legais e residam com criança menor de 4 (quatro) anos que ainda não tenha sido contemplada com vaga na rede pública de ensino (creche ou pré-escola) do DF ou da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). O auxílio mensal, no valor de R$ 505, incluirá os períodos relativos às férias e aos recessos legais. Há 15 vagas para esse auxílio. O novo auxílio-cultura contempla recursos financeiros destinados a possibilitar o acesso e a participação de estudantes em atividades culturais, artísticas e formativas, tais como eventos culturais, aquisição de produtos e experiências culturais. Há 50 vagas para esse auxílio, cujo valor mensal será de R$ 150. *Com informações da UnDF
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Com investimento de mais de R$ 10 milhões, GDF organiza a reforma do Cine Itapuã, no Gama
Fechado desde 2005 por problemas estruturais, o Cine Itapuã, no Gama, passa por uma ampla obra de reforma para devolver à população um dos mais tradicionais espaços culturais da região. Inaugurado em 1961, o cinema terá uma nova estrutura, acessibilidade, equipamentos audiovisuais modernos e ampliação da capacidade de público para 500 pessoas. Serviços começaram pela infraestrutura, adequando as instalações a normas de acessibilidade | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Com investimento total de aproximadamente R$ 10,5 milhões, a obra está na fase de infraestrutura, com atualização das instalações e adequação às normas de acessibilidade. “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia” Rosa Carla de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do DF Rosa Carla Monteiro de Oliveira, presidente do Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), lembra que o processo de retomada ganhou força a partir de 2023, após avaliações técnicas e readequações dos projetos. A proposta, explica, é transformar o espaço em um centro de convivência e produção cultural para o Gama e outras regiões do DF. “A população vai encontrar uma sala de cinema absolutamente equipada, com o melhor que se possa imaginar hoje dentro da tecnologia”, afirma. “Vai ter uma ampliação para 500 lugares, em vez de 400, e será um espaço de convivência onde várias leituras culturais vão poder se apresentar. Também haverá acessos que não existiam antes, como rampas e adaptações previstas na legislação atual.” Memória afetiva O professor Rodrigo Reis comemora os trabalhos: “Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história” Além da modernização tecnológica, o projeto busca preservar o valor simbólico do espaço para a comunidade. Morador do Gama há décadas, o professor Rodrigo Reis, de 45 anos, lembra que assistiu no Cine Itapuã ao primeiro filme da vida, ainda na adolescência: Filadélfia, de 1993. Para o professor, a reabertura permitirá que novas gerações construam suas próprias memórias no local. [LEIA_TAMBEM]“O Cine Itapuã vai além de um cinema”, enfatiza. “Ele traz recordações, faz a gente voltar um pouco no tempo. Aqui eu assisti ao meu primeiro filme, vi grandes atores, como Antonio Banderas e Tom Hanks, tenho muitas lembranças boas. A reinauguração vai além da expectativa de simples produções cinematográficas, porque traz de volta uma parte da nossa história. E isso também amplia o acesso à cultura, porque escolas, institutos e a população vão poder aproveitar esse espaço novamente.” A expectativa pela reabertura também é compartilhada pela comunidade local. A administradora regional do Gama, Thábata Almeida, ressalta que a obra representa a recuperação de um patrimônio que marcou gerações de moradores. “São mais de 20 anos de espera por essa obra”, contabiliza. “Há muitas crianças e gerações que não conhecem o Cine Itapuã, apenas ouviram histórias sobre ele. Eu mesma tenho lembranças da infância aqui. Muitos casais se encontraram neste espaço, muitos casamentos começaram aqui. É uma memória afetiva do gamense e será muito celebrado o dia da reabertura.”
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Porta-voz da Embaixada dos EUA visita CIL 01 e dialoga sobre temas gerais com estudantes
Na semana passada, alunos do Centro Interescolar de Línguas 01 de Brasília (CIL 01) tiveram uma experiência que aproximou a sala de aula do cenário internacional. Em duas sessões de conversa conduzidas inteiramente em inglês, os estudantes dialogaram sobre diplomacia, cultura e relações internacionais com o porta-voz da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no Brasil, Luke Ortega. A conversa do diplomata com os alunos do CIL 01 se desenvolveu de maneira que todos participaram, com perguntas e sugestões | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo” Iêdes Braga, secretária de Educação A atividade mostrou, na prática, como o aprendizado de idiomas desenvolvido pela rede pública do Distrito Federal amplia oportunidades e prepara os estudantes para diferentes contextos acadêmicos e profissionais. Durante o encontro, os alunos fizeram perguntas, expressaram opiniões e utilizaram o idioma estudado no ambiente escolar em uma conversa real com um representante internacional. “Os centros interescolares de línguas são um patrimônio da educação pública do Distrito Federal”, enfatizou a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga. “Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo.” O encontro foi organizado pelo Núcleo de Língua Estrangeira (Nele) do CIL 01 e integra uma série de ações que aproximam os alunos da rede pública de ensino de falantes nativos e representantes de missões diplomáticas. Luke Ortega já havia participado de uma atividade semelhante no CIL de Sobradinho e aceitou o convite para repetir a experiência na unidade da Asa Sul. [LEIA_TAMBEM]Os temas passaram por política externa, tecnologia, meio ambiente e a rotina de um diplomata. A coordenadora do Núcleo de Língua Estrangeira do CIL 01, Rafaela Xavier de Araújo, acompanhou o desenvolvimento das atividades e elogiou a evolução dos discentes durante encontros com interlocutores reais. Segundo ela, no início das conversas, a timidez costuma aparecer, mas rapidamente dá lugar à curiosidade e à participação. Os alunos passam a perguntar sobre cultura, diplomacia, música e experiências internacionais, percebendo que o idioma aprendido em sala de aula também pode ser utilizado em situações concretas. A Secretaria de Educação conta com 17 unidades do CIL, que oferecem aos estudantes da rede pública o ensino gratuito de inglês, espanhol, francês, japonês e alemão, no contraturno das aulas regulares. *Com informações da Secretaria de Educação
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Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)
A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão. Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria” Mandí Cintra, artista plástica Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa. Aquarelas inéditas Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF. [LEIA_TAMBEM]Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.” O encerramento da mostra ocorre neste domingo, a partir das 16h, na Casa Aerada Varjão (Q. 1, Conjunto B, Casa 6). Aberta ao público, a programação inclui um momento com a artista sobre os bastidores do processo criativo das obras e uma partilha coletiva sobre as sensações despertadas pela exposição. Em seguida, o público poderá assistir a um pocket show com canções autorais de Mandí Cintra, acompanhada por Anco Marcos, além de uma apresentação do percussionista Lucas Ramalho, artista residente do Varjão.
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Estudantes da rede pública assistem a concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro
Assistir de perto a um concerto de orquestra sinfônica era um desejo antigo da estudante Fernanda Vitória Oliveira, de 14 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 de Sobradinho. Nesta quinta-feira (18), ela conseguiu realizá-lo ao participar de um concerto didático que reuniu 490 estudantes da rede pública em uma ação promovida pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A apresentação foi conduzida pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Cláudio Cohen, no Eixo Cultural Ibero-Americano. Fernanda Oliveira, aluna do CEF 1 de Sobradinho: “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas” | Foto: Mary Leal/SEEDF “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação” Ilane Nogueira, professora Apaixonada por música, Fernanda conta que sempre teve curiosidade de assistir a uma orquestra. A adolescente toca violão e gosta de conhecer novos instrumentos. Durante a visita, ficou impressionada com a variedade de sons e com a possibilidade de aprender mais sobre o universo musical. “Foi uma experiência muito especial, porque conheci instrumentos que nunca tinha visto de perto e aprendi coisas novas”, relatou. “Minha expectativa era grande e foi ainda melhor do que imaginava”. Os concertos didáticos são apresentados ao longo do ano e contemplam estudantes de diferentes etapas da educação básica da rede pública. A participação das escolas ocorre por agendamento prévio junto à Secretaria de Educação, pelo e-mail Ilane.paravidine@se.df.gov.br. [LEIA_TAMBEM]“As escolas interessadas podem entrar em contato com a Secretaria de Educação para verificar a disponibilidade de vagas e realizar o agendamento”, indicou a articuladora do projeto, a professora Ilane Nogueira. “Nosso objetivo é ampliar o acesso dos estudantes aos espaços culturais e proporcionar experiências que contribuam para a sua formação.” Música como aprendizado À frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, o maestro Cláudio Cohen ressaltou que os concertos didáticos são uma oportunidade para os alunos conhecerem de perto o universo da música clássica. “Os concertos vão além de uma apresentação musical”, enfatizou. “Queremos que os estudantes conheçam os instrumentos, entendam como a orquestra funciona e descubram um novo universo por meio da música. A reação dos alunos é sempre muito positiva, porque a música ao vivo proporciona uma experiência única e cria uma conexão especial com a arte e a cultura”. *Com informações da Secretaria de Educação
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Festival del Mundo Hispano movimenta o CIL do Riacho Fundo II
O Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Riacho Fundo II promoveu uma imersão na cultura hispânica, no início deste mês, com o Festival del Mundo Hispano. O evento pedagógico incluiu uma programação com musicais, danças típicas, oficinas temáticas, exposições, palestras com representações diplomáticas e diversas atividades desenvolvidas por estudantes e professores, além de praça de alimentação com comidas típicas. A aluna Alícia Alves participou de uma das oficinas do festival: “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais” | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Participaram do festival o assessor técnico do Escritório de Educação da Embaixada da Espanha, Pablo Tenés Brenot, e o encarregado de Assuntos Políticos, Imprensa e Meios de Comunicação da Embaixada do México, Raúl Mendonza Gallo. Eles palestraram sobre costumes, cultura, política, economia, esportes, turismo e outras curiosidades dos respectivos países de origem. [LEIA_TAMBEM]Uma das atrações do festival foi a apresentação de salsa cubana com o dançarino Melquiades Hernández, graduado pela Escuela de Espetáculo Musical de Cuba. Também se destacaram as oficinas “Pan de muerto para los vivos”, “Fileteado porteño”, “El mundo mágico de los alebrijes”, “Aprende jergas a través de películas”, “Buenos Aires a través de tus ojos” e “Danza bachata: cultura, ritmo y expresión”. Alícia Gonçalves Moreira Alves, de 16 anos, participou da oficina “Pan de muerto para los vivos” e contou que sua opção pelo idioma tem raízes na infância, quando ela assistia a novelas e ouvia músicas de origem hispânica. “Eu gostei bastante, porque juntou vários costumes”, disse a jovem, que quer cursar uma faculdade na Espanha. “A gente vai se inteirando da cultura de outros países, e isso alimenta a curiosidade de buscar outras informações para aprender mais”. Socialização Alícia avaliou a socialização proporcionada pelo festival como benefício do estudo no centro de línguas. “Quando comecei a estudar espanhol, não falava com ninguém porque era muito tímida, mas, aos poucos, fui perdendo a timidez, conversando com professores, e hoje consigo conversar com todo mundo; então, o CIL me ajudou muito”, lembrou. “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar” Hilandra de Souza, vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II Para a vice-diretora do CIL do Riacho Fundo II, Hiandra Pereira de Souza, a adesão dos alunos às atividades foi além das expectativas. “O número de inscritos em algumas oficinas superou o de vagas oferecidas, e foi necessário fazer remanejamento para outras”, relatou. “Fazer um evento assim serve para mostrar a cultura dos países que falam aquele idioma que eles estão aprendendo e para eles verem que é possível acessar”, reforçou. “Hoje estão comendo o pan de los muertos aqui; pode ser que um dia estejam comendo no México. E o conhecimento pode motivar cada um a buscar, a correr atrás.” *Com informações da Secretaria de Educação
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Candangão Junino 2026 de Samambaia reúne principais quadrilhas do DF e Entorno
A temporada dos festejos juninos já começou no Distrito Federal. Entre esta sexta-feira (12) e domingo (14), Samambaia recebe a 1ª Classificatória do Candangão Junino 2026, considerada uma das maiores competições de quadrilhas juninas da capital. O evento será realizado no estacionamento da Castelo Forte e reunirá grupos tradicionais do DF e Entorno. Quadrilhas regionais vão animar este fim de semana em Samambaia, pelo Candangão Junino | Foto: Divulgação/Adm. Regional de Samambaia Promovido pela Federação de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (Fequaju/DFE), o circuito, que tem apoio da Administração Regional de Samambaia, integra o Termo de Fomento nº 992770/2026, firmado com o Ministério da Cultura, e tem como objetivo fortalecer, preservar e difundir as tradições juninas da região. [LEIA_TAMBEM]Durante os três dias de programação, o público poderá acompanhar apresentações marcadas por figurinos elaborados, coreografias, enredos temáticos e muita animação. Entre as quadrilhas participantes estão Sanfona Lascada, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Segue o Fogo, Aquarela Nordestina, Elite do Cerrado, Arcanjos do Cerrado, Flor de Mamulengo, Bambolear, Vira e Mexe, Oxente Vixe, Filhos do Sertão, Papa Chico e Fuzuê. A expectativa da organização é reunir milhares de pessoas neste fim de semana. “Estamos falando de um movimento cultural que mobiliza milhares de pessoas durante todo o ano, gera emprego, renda e mantém viva uma tradição que passa de geração para geração”, reforça o presidente da Fequaju/DFE, Robson Vilela. “O Candangão Junino é a vitrine do trabalho desenvolvido pelas quadrilhas do Distrito Federal e uma oportunidade para que a população conheça e valorize ainda mais a nossa cultura popular”. ►1ª Classificatória do Candangão Junino 2026 • Local: estacionamento da Castelo Forte – Samambaia. Entrada gratuita. Programação ⇒ Sexta-feira 20h: Papa Chico 20h45: Filhos do Sertão 21h30: Num Só Piscar 22h15: Flor de Mamulengo 23h: Aconxego 23h45: Estrela de Fogo 0h30: Fuzuê ⇒ Sábado 21h: Bambolear 21h45: Vira e Mexe 22h30: Oxente Vixe 23h15: Raiz de Mandacaru ⇒ Domingo 18h: Triscou Queimou 18h45: Pula Fogueira 19h30: Sabugo de Milho 20h15: Segue o Fogo 21h: Sanfona Lascada 21h45: Elite do Cerrado 22h30: Êta Lasquêra 23h15: Aquarela Nordestina 0h: Arcanjos do Cerrado 0h45: Si Bobiá a Gente Pimba. *Com informações da Administração Regional de Samambaia
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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema
Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo. A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho. [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de 9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação
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EducArte na Praça amplia acesso à cultura com programação gratuita em três regiões do DF
O projeto EducArte na Praça chega à 4ª edição no Distrito Federal com uma programação gratuita voltada a estudantes da rede pública, jovens, adultos e à comunidade em geral. Executada pela Casa de Cultura Telar em parceria com as escolas e bibliotecas públicas do DF, a iniciativa promove atividades que integram literatura, música, oralidade e artes cênicas, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e formar público. Criado a partir de apresentações no Teatro da Praça, em Taguatinga, o projeto passou a ocupar espaços abertos e comunitários. Ao longo das edições, ampliou a atuação para bibliotecas públicas em diferentes regiões administrativas. As atividades contam com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras e audiodescrição em sessões selecionadas, além de transporte gratuito para a rede de ensino. Em 2025, o EducArte na Praça chegou a alcançar diretamente mais de 2 mil estudantes, fora o público espontâneo, segundo a coordenadora do projeto, Cléria Costa. Ela afirma que a proposta surgiu com o objetivo de democratizar o acesso à cultura por meio da literatura, da música e do incentivo à oralidade e à imaginação em territórios populares. “Está bem consolidado com esse objetivo de reforçar o alcance social. Quando incluímos transporte gratuito e acessibilidade, também asseguramos a inclusão. O nome ‘Praça’ remete justamente a essa origem comunitária, marcada pelo encontro, escuta e partilha de saberes”, declara. O palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú faz a peça Catástrofe – O Concerto | Foto: Patricia Lins/Divulgação Destaques A edição de 2026 reúne diferentes linguagens artísticas. Entre os destaques está o espetáculo Catástrofe — O Concerto, que apresenta uma narrativa cômica sobre um músico diante do caos e de suas emoções. Outras atrações marcantes são a Galhada em Tempos de Fissura, que aborda o colapso ambiental e o Antropoceno com artes cênicas e música; e A Baba da Onça Pintada, uma fábula sobre medo, coragem e convivência com o diferente. A programação inclui a Batalha Imaterial, evento de rimas e improviso ligado à cultura urbana. Também estão previstas as apresentações de Poesia Cantada, que transforma poemas da literatura brasileira em canções, e Contos de Encantamentos, voltado à narração de histórias e à tradição oral. No Plano Piloto, a agenda traz ainda a contação Lendas e contos, com participação da Escola Pública Bilíngue Libras-Português de Brasília. Cronograma O projeto estará nas bibliotecas públicas de Sobradinho, Plano Piloto e Brazlândia com atividades entre abril e maio. Confira, a seguir, o cronograma de apresentações: → Sobradinho: Biblioteca Escolar Comunitária Rui Barbosa (Q 4) – 28/4, às 14h30: Batalha Imaterial - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend (com audiodescrição) – 29/4, às 8h30: Catástrofe — O Concerto, com José Regino – 29/4, às 14h30: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 30/4, às 8h30: A Baba da Onça Pintada, com Wellington Abreu (com Libras) → Plano Piloto: Biblioteca Escolar Comunitária Professora Tatiana Eliza Nogueira (108/308 Sul) – 11/5, às 14h30: Lendas e contos (com Libras e participação da escola bilíngue), com Ângela Café e Sérgio Duboc – 12/5, às 8h30; 13/5, às 14h30; e 14/5, às 8h30: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus → Brazlândia: Biblioteca Escolar Comunitária Érico Veríssimo (Setor Sul, Área Especial 3/4 A) – 19/5, às 20h: batalha de rimas - Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend – 20/5, às 20h: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana – 21/5, às 14h30 e 20h: Galhada em Tempos de Fissura, com Alice Stefânia
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Projeto que usa arte para discutir inclusão entra em reta final de apresentações em escolas do Gama
O projeto Vivências da Música no Cognitivo (VMC) Escola Anticapacitista entra na fase final de circulação em instituições públicas do Gama, com apresentações previstas para esta quinta-feira (16), na Escola Classe 18. A iniciativa utiliza o rock, o circo e o grafite como ferramentas para discutir inclusão, combater o capacitismo e ampliar o protagonismo de artistas com deficiência no ambiente escolar. Realizado pelo produtor Wellington Negrão, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto percorreu escolas da região entre março e abril deste ano, com público estimado em mais de mil alunos. A ação também marca os 20 anos de um trabalho iniciado por Sérgio Fonseca e ganha um significado adicional ao se conectar com a memória pessoal da artista Ayla Serena, que transforma o luto pela perda da mãe em expressão artística e celebração da vida. O artista plástico com síndrome de Down Lucio Piantino participou do projeto | Foto: Divulgação O secretário de Cultura e Economia Criativa interino do DF, Fernando Modesto, destaca que projetos como o VMC Escola Anticapacitista reafirmam o compromisso da política cultural do Distrito Federal com a inclusão, a diversidade e o acesso à arte como direito. “Ao ocupar o ambiente escolar e valorizar o protagonismo de artistas com deficiência, a iniciativa contribui para a formação de uma sociedade mais consciente, empática e aberta às diferenças, fortalecendo o papel da cultura como instrumento de transformação social”, ressalta. Além das apresentações musicais, o projeto promove intervenções visuais nas escolas. A grafiteira surda Amanda, conhecida como “Santa Surda”, faz pinturas ao vivo durante as atividades, deixando registros permanentes nas instituições. A circulação também contou com a participação de um artista plástico com síndrome de Down, o renomado Lucio Piantino, durante passagem pela Escola Classe 10 do Gama. O encerramento contará com a participação especial do grupo Baião de 2, formado por alunos e docentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF).
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Expomix Planaltina reúne mais de 130 mil pessoas e impulsiona economia local
A Expomix Planaltina encerrou sua programação consolidando-se como um dos maiores eventos culturais e solidários do Distrito Federal. Durante três dias, a cidade viveu uma verdadeira celebração de música, cultura e impacto social, reunindo mais de 130 mil pessoas e impulsionando a economia local, com geração de renda para ambulantes, comerciantes e diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva. Além do grande sucesso de público, o evento se destacou pelo caráter solidário, com a arrecadação de mais de 85 toneladas de alimentos. As doações serão destinadas às organizações não governamentais ONG do Amor e o Sentido da Vida, que irão distribuir os mantimentos a comunidades em situação de vulnerabilidade nas regiões de Planaltina, Paranoá, Estrutural e Sol Nascente, reforçando o compromisso social da iniciativa. [LEIA_TAMBEM]No palco, a Expomix apresentou uma programação de peso, com grandes nomes da música nacional, como Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandes e Matheus & Kauan, além de valorizar a cena regional com mais de 15 atrações locais, fortalecendo a cultura e dando visibilidade a talentos da cidade. O evento contou com a realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o apoio da Administração Regional de Planaltina, reforçando a importância da parceria entre o poder público e a iniciativa cultural para promover desenvolvimento, entretenimento e transformação social. “A Expomix evidencia como a política cultural pode atuar de forma estruturante, articulando desenvolvimento econômico, valorização dos artistas locais e compromisso social. É uma demonstração de que investir em cultura também é promover inclusão, fortalecer territórios e ampliar o alcance das ações públicas junto à população”, enfatizou o secretário interino da pasta, Fernando Modesto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Ceilândia comemora aniversário nesta sexta-feira (27)
A maior região administrativa do Distrito Federal celebra 55 anos nesta sexta-feira (27) com o tradicional corte do bolo, a partir das 9h, na Praça do Trabalhador, ao lado da administração regional local. A data celebra a cidade reconhecida por sua força cultural, diversidade e protagonismo popular, com forte presença das tradições nordestinas, do hip-hop e das manifestações comunitárias. Cidade é conhecida pela produção cultural e encontros comunitários | Foto: Arquivo/Agência Brasília No sábado (28), as comemorações continuam com o desfile cívico, a partir das 8h, na via M1, reunindo escolas, forças de segurança e a comunidade local. “É um momento simbólico, de encontro das famílias e de valorização da nossa história”, afirma o administrador da cidade, Dilson Resende. “Ver nossas escolas, instituições e a comunidade nas ruas reforça o sentimento de pertencimento e mostra a força da nossa cidade”. Além das celebrações principais, a programação segue até o dia 29 com uma série de atividades culturais, esportivas e shows gratuitos na Praça do Trabalhador, reunindo artistas locais e nacionais. Entre os destaques estão apresentações musicais, eventos de hip-hop, campeonatos esportivos, oficinas culturais e encontros comunitários, reforçando o papel de Ceilândia como um dos grandes centros culturais do Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]Programação oficial ► Sexta-feira (27), a partir das 9h: corte oficial do bolo de aniversário Local: Praça do Trabalhador (ao lado da Administração Regional de Ceilândia) ► Sábado (28), a partir das 8h: desfile cívico-militar Local: Via M1 (em frente à Administração Regional de Ceilândia) As comemorações seguem até o dia 29 deste mês, com shows e atividades gratuitas. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Carnaval do Entorno agita foliões com blocos e shows
O Carnaval no Entorno do Distrito Federal ganha força em 2026, prometendo uma folia que une tradições brasilienses e goianas. Inspirado na programação oficial do DF, que concentra blocos e desfiles em regiões administrativas próximas, como Planaltina, Gama, Brazlândia, São Sebastião e Samambaia, o Entorno torna-se extensão natural da festa. Foliões de Luziânia, Valparaíso e Cidade Ocidental, entre outras cidades do Entorno, têm neste ano uma chance única de curtir o Carnaval sem sair da região metropolitana. A programação oficial da Secretaria de Cultura (Secec-DF) abre espaço em oito regiões administrativas estratégicas, conectando-se diretamente à folia goiana e facilitando o acesso por rodovias próximas. O Carnaval no Entorno vai unir tradições brasilienses e goianas, com inspiração na programação oficial da capital federal | Foto: Divulgação/Secec-DF Cidades como Planaltina, São Sebastião, Gama e Brazlândia têm acesso facilitado para Luziânia e municípios vizinhos pela BR-040 e pela BR-060, enquanto Santa Maria, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga atraem público por acessos rápidos. “O DF Folia 2026 foi pensado para além das fronteiras administrativas do Distrito Federal. Quando investimos em infraestrutura, segurança e descentralização dos blocos, estamos fortalecendo uma lógica metropolitana de acesso à cultura, que acolhe também os foliões do Entorno. O Carnaval é um direito cultural, gera emprego, movimenta a economia local e aproxima territórios que, na prática, já compartilham o mesmo cotidiano”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. [LEIA_TAMBEM]Na mesma linha, o secretário do Entorno do DF, Cristian Viana, reforça a integração dos foliões da região, que desfrutam tanto do Carnaval municipal quanto do distrital: "Os municípios vizinhos são parte da nossa folia. Venham para as RAs do DF curtir blocos seguros e animados — é carnaval metropolitano, com segurança e alegria para todos os nossos brincantes". Em Planaltina (DF), a poucos quilômetros de Planaltina de Goiás, os blocos de rua saem a partir de 14 de fevereiro, com marchinhas e axé animando as ruas centrais. Sobradinho segue o mesmo clima, com programação de 15 a 18 de fevereiro, incluindo shows gratuitos no Ginásio Nilson Ribeiro, atraindo público da saída Norte do DF. A expectativa é de recorde de público, com o GDF investindo em infraestrutura que beneficia também o Entorno, como iluminação LED e banheiros químicos nas vias de acesso. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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DF Folia 2026 começa neste sábado (7) com blocos no Plano Piloto, Varjão, Riacho Fundo II e Cruzeiro
É batuque, é confete, é DF Folia 2026: a programação carnavalesca do Distrito Federal começa neste sábado (7) e segue até 1º de março. A estreia da folia brasiliense será comandada pelos blocos Tá Chic, Tá Bacana, no Riacho Fundo II; Suvaco da Asa, no Plano Piloto; Desodorante do Suvaco, no Cruzeiro Velho; Bloco Marchinhas 60+ Ano 2026, no Setor de Diversões Sul; Bloco do Pretinho, no Varjão; e Bloco Galo Cego, no Setor Bancário Sul. Domingo (8) terá Carnaval Urgente 2026 e Cafuçu do Cerrado 2026, ambos no Plano Piloto. Com investimento de R$ 10 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a festa reunirá, no total, 73 blocos espalhados por diversas regiões administrativas, além de três grandes territórios. Clique aqui para ter acesso à programação completa. Além dos bloquinhos, o DF estará cheio de eventos neste final de semana. As atrações contam com apoio do GDF, por meio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec), de Turismo (Setur) e de Esporte e Lazer (SEL). Confira. Mais folia A escola de samba Capela Imperial comemora 50 anos de história neste sábado (7), às 14h30. A festa ocorre em frente à sede da agremiação, no Setor J Norte, CNJ 01, com entrada gratuita. A escola foi fundada em 1976 e é uma das mais tradicionais do DF. Capela Imperial celebra 50 anos de história | Foto: Pedro Magalhães/Divulgação Sétima arte Se a pedida deste final de semana for um cineminha, o que não falta são opções no Cine Brasília. O equipamento vai exibir 25 filmes que estão na corrida pelo Oscar 2026 até 18 de março. Nesta primeira semana, estão em cartaz: O Agente Secreto, Marty Supreme, Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Valor Sentimental, Pecadores, Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria, A Meia-Irmã Feia, Bugonia, Jurassic World: Recomeço, Zootopia 2 e Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar. Também haverá sessões especiais com o clássico Matrix, cheio de efeitos especiais de tirar o fôlego, Anaconda, em que o ator brasileiro Selton Mello contracena com nomes de Hollywood, entre outros títulos. A programação completa é divulgada no Instagram e no site do Cine Brasília. Os ingressos custam R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira). Nas sessões gratuitas a entrada é feita por ordem de chegada, sem retirada antecipada de ingressos. Espaço Cultural Renato Russo O Dia do Quadrinho Nacional, celebrado em 30 de janeiro, será comemorado no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, neste sábado (7), das 13h às 19h. As atrações incluem feira de quadrinhos e mangás, exposição de quadrinhos raros e troca de quadrinhos e livros da Biblioteca de Arte Ethel de O. Dornas e da Gibiteca TT Catalão, a primeira aberta no país e a terceira maior em número de exemplares. A entrada é gratuita. No mesmo dia, o espaço receberá uma apresentação de stand-up comedy do comediante Jaguar, com diversas participações especiais. A sessão será às 20h, no Teatro de Bolso, com ingresso por R$ 20. Neste fim de semana, o Espaço Cultural Renato Russo receberá, ainda, o espetáculo de dança Raízes em Movimento, que pulsa ancestralidade, memória e presença. A ação é promovida pela Companhia Afro Contemporânea Corpus Entre Mundos, com apresentação na sexta (6), às 20h, e no sábado (7) e domingo (8), às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira). Também haverá aulas gratuitas de dança afrocontemporânea nos três dias, sempre às 14h. Exposição O Memorial dos Povos Indígenas recebe, até 22 de fevereiro, a exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, que apresenta 54 obras de 39 etnias. As peças refletem a importância dos rituais para a vida indígena e como expressam uma cosmovisão em que o humano, o natural e o espiritual estão profundamente entrelaçados. A visitação é gratuita e ocorre de terça a domingo, das 9h às 17h. Exposição Bancos Indígenas do Brasil: Rituais | Foto: Divulgação Fauna e flora O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste fim de semana, das 8h30 às 17h (com entrada permitida até 16h30). De terça a sábado, a entrada custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuita graças ao Lazer Para Todos, instituído por este GDF em março deste ano. Outro espaço que conta com gratuidade aos domingos e feriados é o Zoológico de Brasília. O equipamento funciona normalmente neste fim de semana, das 8h30 às 17h, com venda de ingressos até às 16h. O pagamento é em dinheiro, Pix ou cartão de débito e crédito. Com o Vai de Graça, a população pode acessar estes e outros equipamentos sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no ano passado, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados.
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Projeto 'Descobrindo Brasília e suas Regiões' tem inscrições abertas para visitas guiadas
A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) abriu, nesta quarta-feira, (7) as inscrições para a seleção de projetos sociais das regiões administrativas do DF de pessoas interessadas em participar do projeto Descobrindo Brasília e suas Regiões. A iniciativa é regulamentada pelo Edital de Seleção nº 03/2025 e tem como objetivo aproximar a população dos espaços públicos, históricos, culturais e arquitetônicos da capital federal. Aspectos da arquitetura, da história e da cultura do DF são o foco do projeto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal” Ana Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Ao todo, o projeto vai ofertar 2.275 vagas, distribuídas em 65 edições, com até 35 participantes por edição, beneficiando integrantes de projetos sociais que atendem diferentes faixas etárias: crianças, adolescentes, adultos e idosos. “As visitas guiadas são uma forma de fortalecer o vínculo da população com a cidade e com os espaços públicos”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal, especialmente para quem muitas vezes não tem oportunidade de vivenciar esses locais.” As inscrições estão disponíveis a partir desta quarta e podem ser feitas por meio do Portal da Comunidade, ou presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Seac-DF – Sala 104 do Anexo do Palácio do Buriti — e na Galeria dos Estados. Como participar [LEIA_TAMBEM]Para participar do processo seletivo, os projetos sociais devem estar cadastrados no Portal da Comunidade e desenvolver atividades voltadas às faixas etárias previstas no edital. A seleção ocorrerá por ordem cronológica de inscrição, desde que toda a documentação exigida seja apresentada de forma completa. O projeto promove visitas guiadas a espaços de reconhecida relevância histórica, cultural e arquitetônica do Distrito Federal. A iniciativa contribui para o fortalecimento do sentimento de pertencimento, a valorização do patrimônio público e a integração das comunidades às instituições da capital. O resultado da seleção dos projetos sociais será divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site oficial da Seac-DF. As atividades do projeto estão previstas para começar em fevereiro deste ano. Confira o edital completo. *Com informações da Seac-DF
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Celebra DF 2026 e Nosso Natal 2025 movimentam cultura, público e economia no Distrito Federal
As festas de fim de ano organizadas pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) mobilizaram mais de 1,4 milhão de pessoas, geraram milhares de empregos e devolveram dezenas de milhões de reais aos cofres públicos, reforçando a importância das políticas culturais no Governo do Distrito Federal (GDF). Juntos, Nosso Natal 2025 e Celebra DF 2026 mobilizaram mais de 1,4 milhão de pessoas | Foto: Divulgação/Secec-DF O Nosso Natal 2025, montado entre 8 de dezembro e o dia 4 deste mês, na Esplanada dos Ministérios, superou a marca de 1 milhão de participantes, com atividades gratuitas para todas as idades e atrações que incluíram roda-gigante, pista de patinação e teatro infantil, em um ambiente pensado para acolher famílias e visitantes do DF e do Entorno. Segundo a Secec-DF, o evento gerou retorno financeiro superior a R$ 60 milhões para os cofres públicos, resultado da movimentação econômica, da arrecadação de tributos e do consumo local. Da noite de 31 de dezembro até a madrugada de 2 de janeiro, o Celebra DF 2026 reuniu mais de 400 mil pessoas em celebrações de Réveillon na Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Orixás, com shows gratuitos que atraíram multidões para a virada do ano. A estimativa oficial é de que o festival tenha contribuído com mais de R$ 30 milhões em arrecadação para o Distrito Federal, entre tributos e impactos diretos na cadeia de serviços. [LEIA_TAMBEM]Além do grande público presente, os eventos impulsionaram a geração de trabalho em setores como gastronomia, cultura, logística e serviços, com milhares de vagas diretas e indiretas envolvidas nas operações. Os números apontam para o fortalecimento da economia criativa local e a consolidação de Brasília como palco de grandes eventos públicos que combinam cultura, entretenimento e desenvolvimento socioeconômico. Foram criadas 10 mil vagas diretas de trabalho e outras 15 mil indiretas. “Quando organizamos programações como o Nosso Natal e o Celebra DF, não estamos apenas promovendo entretenimento. Estamos criando oportunidades de trabalho, reforçando o sentimento de pertencimento da nossa população e devolvendo recursos à economia do Distrito Federal, com impactos que vão além das festas”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “É uma forma de cuidar das pessoas — acolhendo famílias, valorizando artistas locais e fortalecendo as cadeias produtivas da cultura, com impacto real na vida de milhares de brasilienses.” Os resultados reforçam a estratégia do GDF de integrar cultura e desenvolvimento econômico nas políticas públicas, com foco na inclusão, no acesso universal e na promoção de atividades que somam lazer, emprego e receita para o orçamento público. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Festival Consciência Negra 2025 movimenta cultura, economia e solidariedade no DF
O Distrito Federal encerrou, no fim de semana passado, uma das maiores edições do festival Consciência Negra já realizadas na capital. Entre os dias 20 e 22 deste mês, mais de 100 mil pessoas passaram pela programação, que uniu cultura, formação, empreendedorismo e solidariedade. O evento gerou 675 empregos diretos e 1.200 indiretos, além de promover o trabalho de 27 artistas, outros cinco selecionados por chamamento público e 19 palestrantes que ajudaram a aprofundar debates sobre identidade, memória e justiça racial. Público pôde desfrutar de três dias de shows, feiras e bate-papos | Foto: Divulgação/Secec-DF Ao longo dos três dias, o público encontrou shows, bate-papo, feiras criativas e apresentações que destacaram a pluralidade da produção artística afro-brasileira. A presença de 27 afroempreendedores reforçou o compromisso do evento com a circulação de renda e o fortalecimento de negócios liderados por pessoas negras no DF. Para muitas dessas iniciativas, participar significou ampliar o alcance de seus produtos, conquistar novos clientes e se conectar com outras redes de trabalho. [LEIA_TAMBEM]A solidariedade também marcou a edição deste ano. Como ingresso, o público doou alimentos não perecíveis, resultando em mais de meia tonelada destinada a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa reforçou o caráter comunitário do evento e aproximou ainda mais a população das ações culturais. “Quando mobilizamos milhares de pessoas para celebrar a história e a força da população negra, promovemos algo que vai além da cultura: construímos pertencimento, afirmamos direitos e abrimos caminhos para quem, muitas vezes, não encontra espaço”, avalia o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “Este evento mostrou que o DF está pronto para avançar com políticas públicas mais inclusivas e transformadoras.” Com ambiente acolhedor, diversidade na programação e impacto direto na economia criativa, o Consciência Negra 2025 deixou um recado claro: a valorização da cultura afro-brasileira é um compromisso contínuo, que segue inspirando políticas, fortalecendo comunidades e lembrando que igualdade se constrói todos os dias. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Centro Cultural Renato Russo sedia encontro de cultura e justiça climática
Nesta sexta-feira (21) e no sábado (22), o Centro Cultural Renato Russo será palco da 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal, encontro promovido pela Rede Cultura Viva DF. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a edição marca o encerramento de um ciclo de mobilização territorial e reforça o diálogo entre arte, política cultural e participação social. Durante os dois dias de programação, o público poderá acompanhar cortejos, apresentações artísticas, mesas de debate, formação de grupos de trabalho, plenárias e rodas formativas. O evento fortalece o compromisso com a Política Nacional Cultura Viva (PNCV), primeira política pública de base comunitária do país, e organiza os encaminhamentos que serão levados para a etapa nacional da Teia, marcada para março de 2026, em Aracruz (ES). O Centro Cultural Renato Russo recebe a 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal, nesta sexta (21) e no sábado (22) | Foto: Divulgação/Secec-DF Celebração, diversidade e debate institucional A programação de sexta-feira será aberta às 8h, com acolhida cultural, coffee break e uma feira de economia solidária, em que Pontos de Cultura do DF irão expor produtos artesanais, ecológicos e gastronômicos. O dia será dedicado às expressões populares e às discussões sobre a institucionalidade da política cultural. Entre as atrações, o público poderá conferir palhaçaria, poesia, bumba meu boi, forró, chorinho, viola, capoeira, frevo, teatro de mamulengo e outras manifestações tradicionais. Representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e da Rede Cultura Viva DF confirmaram presença, reforçando o compromisso coletivo com o fortalecimento da PNCV e com o debate sobre justiça climática. Encontros, diretrizes e futuro da rede "Discutir crise climática e transição energética sem os povos originários, quilombolas e culturas tradicionais é impossível. Somos os territórios vivos que defendem a natureza" Walter Cedro, coordenador da Teia/Fórum dos Pontos de Cultura do DF e representante dos Pontos do DF na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura No sábado, os trabalhos avançam para a organização da rede e para a construção de diretrizes. A mesa “Fortalecimento da Rede Cultura Viva Distrital” abordará temas como gestão de Pontos de Cultura, elaboração de projetos e cooperação entre coletivos. Outra mesa será dedicada à Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), discutindo as conexões com o Cultura Viva e as perspectivas de fomento para os próximos anos. A programação se encerra com a plenária final, quando serão escolhidos os delegados que representarão o Distrito Federal na Teia Nacional de 2026. Preparação para o encontro nacional A realização da 3ª Teia/Fórum, coordenada pela Rede Cultura Viva DF, é uma etapa decisiva na preparação para a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura. A iniciativa se articula diretamente com a Pnab, uma das principais políticas de fomento cultural do país, e reafirma o papel da sociedade civil na elaboração e execução de políticas culturais. O evento conta com apoio do Ministério da Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e da Rede Distrital de Pontos de Cultura, além do suporte estratégico do OMNI – Instituto de Desenvolvimento Social. Vozes do movimento “A Teia é o nosso grande encontro: a celebração das culturas populares e de tudo o que produzimos nos Pontos de Cultura. No Fórum, construímos caminhos e diretrizes para o Estado com a força da sociedade civil. Discutir crise climática e transição energética sem os povos originários, quilombolas e culturas tradicionais é impossível. Somos os territórios vivos que defendem a natureza”, afirma Walter Cedro, coordenador da Teia/Fórum dos Pontos de Cultura do DF e representante dos Pontos do DF na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. Sobre a Rede Cultura Viva DF [LEIA_TAMBEM]A Rede Cultura Viva DF reúne Pontos e Pontões de Cultura reconhecidos pelo Ministério da Cultura e atua na consolidação da Política Nacional Cultura Viva (Lei nº 13.018/2014). Cada Ponto funciona como núcleo de memória, criação e participação social, preservando e potencializando a diversidade cultural presente nos territórios do Distrito Federal. 3ª Teia/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do DF · Tema: Pontos de Cultura pela justiça climática · Data: 21 e 22 de novembro · Local: Centro Cultural Renato Russo – Brasília · Horário: a partir das 8h · Entrada: gratuita · Redes sociais: @redeculturavivadf | @sececdf | @minc *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Em visita à feira na Torre de TV, Celina Leão destaca integração entre DF e Entorno
A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, participou neste sábado (18) da abertura da terceira edição da feira #NoEntornoTem, que celebra a integração entre Brasília e os municípios da Região Metropolitana. Com entrada gratuita, o evento ocorre no estacionamento do Complexo Cultural da Torre de TV (antiga Funarte), segue até domingo (19) e reúne expositores de 13 cidades do Entorno, além de representantes de Alto Paraíso, Corumbá de Goiás e Pirenópolis. O público pode conhecer e adquirir produtos de gastronomia, arte, artesanato e variedades, além de acompanhar atrações musicais e apresentações culturais que valorizam a produção local e o intercâmbio entre Goiás e o Distrito Federal. Celina Leão visitou a abertura da feira #NoEntornoTem, no Complexo Cultural da Torre de TV, neste sábado (18) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A capital da República recebendo todos os prefeitos da região metropolitana e também o governador Caiado é um momento de muita alegria. Estou há muitos anos no Distrito Federal, mas sou goiana também e a gente sabe que precisa dessa integração, de que os serviços públicos também estejam funcionando no estado de Goiás e no Distrito Federal, porque não tem muro entre Goiás e DF. Tem pessoas que trabalham aqui e moram lá, é uma grande integração o que nós estamos fazendo nesse atual governo”, declarou Celina Leão. A iniciativa é promovida em parceria entre o Governo do Distrito Federal e o Governo de Goiás, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento econômico e o turismo regional, valorizando produtores, artistas e empreendedores locais. Presente no evento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, enalteceu a parceria com o DF e descreveu a feira como uma oportunidade de apresentar o melhor da cultura goiana. “É uma forma de mostrar à capital do país, que está dentro de Goiás, e mostrar para o Brasil todo o potencial da gastronomia, do artesanato, do turismo e da cultura goiana, além dos negócios e empreendimentos na região do Entorno”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Vitrine de oportunidades O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destacou a importância da feira para Brasília, que em sua terceira edição se consolida como vitrine de serviços e produtos, movimentando a economia da capital e do Entorno. “É um evento que traz o que as cidades produzem e têm de melhor. A gente passa cidade por cidade vendo a qualidade dos produtos e como a integração econômica está acontecendo entre essas duas regiões que, ao final, é uma soma. Aqui é um fomento da economia para mostrar as potencialidades que têm a nossa cidade e o Entorno, levando os produtos para casa, com novidades incríveis. Eu achei até rapadura com pequi, que é uma coisa fantástica”, relatou. Entre os expositores, a coordenadora de turismo Bruna Paiva, de 37 anos, exaltou a feira como uma oportunidade de promover o trabalho e as belezas de Cocalzinho de Goiás, a pouco mais de 100 km de Brasília. “É muito importante para mostrar o que a gente tem de melhor no município. Estamos expondo, além das nossas belezas naturais, queijos, vinhos, mel e produtos artesanais que temos. E fomenta muito o turismo: por serem cidades muito próximas, as pessoas que estão aqui às vezes querem um refúgio diferente e chegam até nós. A gente sentia que não era parte nem de Brasília e nem de Goiás, e essa união entre os estados é muito importante porque a maioria dos turistas que nos visitam são do DF.”
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Gisèle Santoro, referência da dança na capital federal, morre aos 86 anos
A cultura do Distrito Federal perdeu, nessa quinta-feira (9), uma de suas maiores referências artísticas. Gisèle Loïse Portinho Serzedello Corrêa, conhecida como Gisèle Santoro — bailarina, coreógrafa e professora que marcou a história da dança em Brasília — faleceu aos 86 anos, no Hospital Santa Helena, na Asa Norte. Grande referência da dança no Distrito Federal, Gisèle Santoro faleceu nessa quinta (9), na Asa Norte | Foto: Divulgação/Secec-DF Em junho deste ano, Gisèle foi agraciada com a Medalha do Mérito Distrital da Cultura “Seu Teodoro”, a maior honraria concedida pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). O reconhecimento coroou uma trajetória de mais de seis décadas dedicadas à arte e à formação de gerações de bailarinos. Formada pela Escola de Danças Clássicas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, chegou a Brasília em 1962, a convite da russa Eugenia Feodorova, criadora da Fundação Brasileira de Ballet. Na capital, conheceu o maestro Cláudio Santoro, com quem se casou e construiu uma parceria artística e pessoal que atravessou fronteiras. "Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou" Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Em 1966, o casal foi forçado a deixar o Brasil em razão do regime militar. Exilados, viveram na França e, depois, na Alemanha, onde Gisèle permaneceu por sete anos no Teatro Municipal de Heidelberg, além de fundar uma escola de dança. De volta ao Brasil em 1978, Gisèle participou ativamente da inauguração do Teatro Nacional, colaborando na formação da orquestra, do coro e de outros departamentos da instituição. Também foi fundadora do Seminário Internacional de Dança de Brasília e criadora da Mostra de Dança de Brasília, eventos que consolidaram a capital como um dos polos mais importantes da dança no país. Gisèle contribuiu ainda para o ensino da dança clássica, formando diversas gerações de bailarinas e bailarinos no Centro de Dança do DF. “Tive a honra e o privilégio de reinaugurar o nosso Teatro Nacional ao lado de Dona Gisèle — um momento que levarei comigo para sempre. Foi mais que simbólico: foi um reencontro da arte com sua casa, com a presença de quem tanto lutou para que esse espaço existisse e florescesse. Sem dúvida, Gisèle Santoro foi uma das grandes construtoras da identidade cultural de Brasília. Sua dedicação à dança e à formação de artistas marcou gerações. Brasília perde uma mestra, mas sua obra permanece viva em cada bailarino que formou e inspirou. Sua partida deixa um vazio imenso, mas também uma herança inestimável”, enfatizou o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, ressaltou que “a importância de Gisèle Santoro reside na sua incansável dedicação à cultura. Pianista, bailarina, professora, produtora: doou sua vida à cultura do DF e do Brasil”. O velório da artista será realizado neste sábado (11), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em horário a ser confirmado. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Distrito Federal se destaca na Pnab com execução de recursos para a cultura
Com uma taxa de execução de 98,8% dos recursos recebidos no Ciclo 1 da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), o Distrito Federal se consolida como uma das unidades da Federação mais eficientes na aplicação dos investimentos federais voltados à cultura. Segundo dados da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), dos R$ 36.550.102,14 previstos, foram pagos R$ 36.249.936,87 até o momento, contemplando 203 projetos. Manifestações culturais têm contado com empenho expressivo do DF em investimentos | Foto: Divulgação/Secec-DF O desempenho chama atenção, sobretudo, quando comparado a outros entes federados, muitos dos quais ainda lutam para alcançar o percentual mínimo de execução exigido. O DF não apenas cumpriu, como praticamente esgotou sua capacidade de aplicação dos recursos, revelando uma gestão pública eficiente, articulada e alinhada com os objetivos da Pnab. “Alcançamos quase 100% de aplicação dos recursos porque temos compromisso com os fazedores de cultura e entendemos o papel estratégico desse setor para o desenvolvimento social e econômico do DF”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “Em um momento de reconstrução das políticas públicas no Brasil, o nosso governo mostra que é possível fazer diferente e fazer melhor.” Descentralização [LEIA_TAMBEM]A efetividade se traduz também no alcance social e simbólico dos editais lançados no DF. Ao todo, 203 projetos foram contemplados em chamadas públicas, cobrindo áreas como produções audiovisuais, pontos de cultura e premiações diversas. Os recursos estão sendo distribuídos de forma descentralizada e democrática, irrigando iniciativas em diferentes regiões administrativas e fortalecendo a cadeia produtiva da cultura local. Desta forma, o Distrito Federal se destaca por dois fatores decisivos: a aplicação quase integral dos valores repassados e o impacto estratégico que esses investimentos geram. O resultado é uma política cultural robusta, inclusiva e eficaz, que demonstra o compromisso do DF com o fomento à arte e à diversidade cultural. Em tempos de reconstrução de políticas públicas para o setor, o DF se firma como um exemplo de boa gestão e de como a cultura pode ser tratada com prioridade e competência. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Novas exposições priorizam pessoas cegas ou com baixa visão
O Governo do Distrito Federal (GDF) consolida seu compromisso com a inclusão cultural com duas exposições inovadoras, fomentadas pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), que priorizam a acessibilidade de pessoas cegas ou com baixa visão. As mostras O que nos toca, da artista Bety Alvarenga, e Sensibilità, de Claudia Bertolin, redefinem a experiência artística ao transformar o tato em protagonista e promover a democratização da arte. Em cartaz no JK Shopping a partir deste domingo (27) e no Venâncio Shopping em outubro, a mostra O que nos toca desafia o público a compreender as obras por meio do tato | Foto: Divulgação/Secec-DF O projeto “Sensibilità: uma experiência sensorial e inclusiva”, de Claudia Bertolin, percorre shoppings do DF entre julho e outubro. A exposição exibe obras criadas com a técnica de fusing (fusão de vidro e metal), além de peças produzidas por pessoas com deficiência visual em oficinas realizadas no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Com curadoria de Bisser Nai, a mostra integra audiodescrição via QR Code, descrições em Braile, intérpretes de Libras e mediação tátil. A temporada, no JK Shopping (Taguatinga), vai deste domingo (27) até o dia 7 de setembro, seguindo para o Venâncio Shopping (Plano Piloto) de 1º a 29 de outubro, com visitação sempre das 10h às 22h. Sensibilità incorpora elementos que também tocam a audição, estimulando o diálogo multissensorial | Foto: Rafael Fernandes/Divulgação Já no período de 5 a 15 de agosto, a exposição O que nos toca estará em cartaz na galeria Espelho-d'Água (Câmara Legislativa do DF), convidando o público a sentir arte além da visão. São 15 obras táteis em 3D, elaboradas com a técnica de arte francesa, pela qual Bety Alvarenga recria ícones da arte como Michelangelo, Da Vinci, Frida Kahlo e Tarsila do Amaral em relevos de papel, tecidos e algodão. [LEIA_TAMBEM]A mostra oferece audiodescrição por auriculares, identificação em Braile e mediação especializada. Ambas as iniciativas reforçam o impacto social da arte inclusiva. Enquanto O que nos toca propõe uma imersão empática - desafiando videntes a explorar obras de olhos vendados -, Sensibilità amplia o diálogo multissensorial, incorporando audição. Os projetos, viabilizados pelo FAC, destacam-se não apenas pela acessibilidade, mas pela construção de pontes entre diferentes formas de perceber o mundo. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, essas exposições representam o que há de mais potente na política cultural do DF: arte feita para todos, com sensibilidade, inovação e inclusão. “Ao apoiar projetos dessa natureza, o FAC reafirma nosso compromisso com a acessibilidade e com uma cultura verdadeiramente democrática, que acolhe e transforma”, afirma. Serviço Mostra Sensibilità: uma experiência sensorial e inclusiva → JK Shopping (Taguatinga) de domingo (27) a 7 de setembro, e no Venâncio Shopping (Plano Piloto) de 1º a 29 de outubro. → Visitação: das 10h às 22h Mostra O que nos toca → Galeria Espelho-d'Água (Câmara Legislativa do DF), de 5 a 15 de agosto → Agendamentos para grupos: (61) 98157-4141 ou (61) 98123-0490 (WhatsApp). → Entrada franca e classificação indicativa livre em todas as exposições. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Brasília Design Week 2025 segue com exposições no Museu Nacional da República e no Espaço Oscar Niemeyer
Agência Brasília · (3) 29-06-2025 - BRASÍLIA DESIGN WEEK 2025 SEGUE COM EXPOSIÇÕES NO MUSEU NACIONAL DA REPÚBLICA E NO ESPAÇO OSCAR NIEMEYER A terceira edição da Brasília Design Week foi encerrada oficialmente no último dia 24, mas o convite à imersão no universo criativo continua aberto ao público. Parte da programação permanece em cartaz na capital, com destaque para as exposições em exibição no Museu Nacional da República e no Espaço Oscar Niemeyer. A entrada é gratuita. Mostra no Museu Nacional da República homenageia a arquiteta Janete Costa com uma seleção de projetos e criações que marcaram sua trajetória | Fotos: Luh Fiuza/VGDF No Museu Nacional, a mostra principal da BDW 2025 pode ser visitada até 20 de julho. Com o tema Memória, Design e Futuro, a exposição reúne curadorias inéditas que aproximam tradição e inovação. Entre os destaques estão Horizonte em Risco, com obras de mobiliário, arte e artesanato, e Contornos do Amanhã, que apresenta peças autorais de joalheria e artesanato contemporâneo. Já a mostra Viva Janete! homenageia a arquiteta Janete Costa com uma seleção sensível de projetos e criações que marcaram sua trajetória. No Espaço Oscar Niemeyer, segue até 3 de agosto a exposição Quando o Imaginário e a Fé vão às Ruas, do fotógrafo Bruno Jungmann. As imagens capturam expressões populares que ocupam o espaço urbano, revelando o entrelaçamento entre fé, memória e cultura. Realizada de 17 a 24 de junho, a BDW 2025 promoveu mais de 40 atividades gratuitas pela cidade, entre oficinas, desfiles, circuitos, conversas e palestras. A programação atraiu o público para ateliês, museus, galerias, lojas e embaixadas, reunindo designers de todas as regiões do país e nomes consagrados como Ana Neute, Marcelo Rosenbaum, Guto Requena, Rodrigo Ambrósio, Philipe Fonseca, Yankatu e Victor Leite. Programação da semana oficial da Brasília Design Week 2025 incluiu desfiles, oficinas e palestras Também marcaram presença talentos locais como André Neves, Danilo Vale, Daisy Barros, Fluides Cerâmicas e Mutum, reforçando a diversidade e a potência criativa do Distrito Federal no cenário nacional. A escritora Ilona Criadora, que conduziu a oficina O Poder da Fala, destacou que a BDW 2025 atraiu um público que vai além do universo do design. Para ela, o ambiente da mostra propicia negócios ao mesmo tempo em que educa, o que tornou sua participação ainda mais especial. [LEIA_TAMBEM]“Estamos em um momento em que o digital domina toda a comunicação. Saber gravar um conteúdo, fazer uma live, preparar uma aula ou conduzir uma negociação online é fundamental para o avanço dos negócios e da cultura. Foi o match perfeito”, afirma. A vice-governadora do DF, Celina Leão, também celebrou o sucesso do evento. “Mais que um evento dedicado ao design, a BDW 2025 fomenta a economia da cultura e da criatividade. É um evento que se conecta com a população, que pode ver de perto a produção com DNA genuinamente brasiliense, e que reafirma a relevância da nossa cidade no universo criativo”, ressalta. O evento é uma realização do Desponta Brasil e do Instituto Brasil de Economia Criativa, com correalização da Abimóvel, com apoio da Vice-Governadoria do Distrito Federal e das secretarias de Turismo (Setur-DF), Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF). Serviço Exposição Brasília Design Week 2025 → Museu Nacional da República: até 20 de julho → Espaço Oscar Niemeyer: até 3 de agosto → Entrada gratuita → Horário de funcionamento: terça a domingo, das 9h às 18h. *Com informações da Vice-Governadoria
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Cinema brasiliense ganha força com a Lei Paulo Gustavo e valoriza cultura popular
Junho é mês de festas de são-joão, mas também de celebrar um dos maiores entretenimentos do país: o cinema. A data reforça a importância do setor como expressão cultural e motor da economia criativa. No DF, essa relevância se reflete em ações concretas do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da aplicação da Lei Paulo Gustavo (LPG), norma federal que garante repasses a estados, municípios e para o Distrito Federal. Em 2023, o GDF destinou R$ 33,4 milhões para a realização de 120 projetos locais, que cobrem diversas etapas da cadeia produtiva, da criação de roteiros à finalização e exibição das obras. O edital representou um marco para a cultura brasiliense, especialmente para produtores independentes, coletivos periféricos e artistas iniciantes que, sem esse apoio, dificilmente conseguiriam tirar os projetos do papel. A produção do filme A Maldição do Mamulengo é um dos exemplos de beneficiados pela LPG. Idealizado há mais de dez anos pelo diretor Leonardo Monteiro, conhecido como LeoMon, o projeto nasceu quando ele ainda era estudante de cinema e viu, pela primeira vez, a brincadeira do mamulengo em Brasília. A partir daí, passou a registrar grupos locais e a desenvolver um roteiro que amadureceu ao longo do tempo até o momento em que o fomento tornou o projeto possível. A produção do filme A Maldição do Mamulengo é um dos exemplos beneficiados pela LPG | Foto: Divulgação LeoMon destaca que o acesso a esse tipo de incentivo transforma o cenário para produtores independentes e periféricos no DF, descentraliza os recursos e abre espaço para novas narrativas. Segundo o diretor, o Distrito Federal vai muito além do Plano Piloto, com cidades mais antigas que a própria capital e culturas que dialogam entre si. Ele reforça que o fomento dá visibilidade a essas vivências diversas e que o apoio do governo representa não apenas a viabilização de projetos artísticos, mas também o fortalecimento da economia criativa local, pois envolve muitos profissionais e empresas, da equipe técnica até os fornecedores. O projeto recebeu um recurso inicial de R$ 1,7 milhão, além de rendimentos e uma complementação via Fundo de Apoio à Cultura (FAC), totalizando cerca de R$ 2,1 milhões. As gravações de A Maldição do Mamulengo começaram em novembro de 2024 e seguiram até fevereiro deste ano, passando por Brasília, Goiás e Pernambuco - berço do mamulengo -, para captar os depoimentos e o universo que serviram de inspiração. A pós-produção agora segue com etapas como desenho e mixagem de som e colorização. Segundo o diretor, a previsão é que o filme esteja pronto até o final do ano, quando serão feitos os testes de audiência, antes da circulação em festivais e outros espaços. Mamulengo O mamulengo, também conhecido como teatro de bonecos popular do Nordeste, é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2015. O registro foi feito no Livro de Formas de Expressão do Patrimônio Cultural Brasileiro. No dia 10 deste mês, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal (Condepac-DF) decidiu, por unanimidade, tornar a brincadeira de mamulengo patrimônio cultural imaterial do Distrito Federal. O conselho levou em conta que, fora do Nordeste, Brasília possui o maior número de brincantes do país. Também destacou que o mamulengo no DF se adaptou a diferentes contextos e segue viva em festas, praças e escolas, sustentada pela na prática cotidiana, pela coletividade e pela resistência de quem faz da brincadeira um modo de vida e de expressão.
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Final de semana tem mostra de filmes da América Latina, Expotchê, Feira do Livro, Agitaê e muito mais
De exposições fotográficas no Museu Nacional da República e mostra de filmes da América Latina a shows gratuitos, espetáculo circense e imersão cultural na Expotchê: o final de semana do brasiliense será agitado. A Agência Brasília listou as principais opções de lazer promovidas em equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e com apoio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec) e de Turismo (Setur). Confira! A dupla Wilian e Marlon do festival Agitaê, marcado para este sábado (14), a partir das 18h, no Estacionamento 9 do Parque da Cidade | Foto: Divulgação Experiência gaúcha Ainda dá tempo de conferir a 32ª edição da Expotchê, tradicional evento em celebração à música, dança, gastronomia e tradições do Rio Grande do Sul. Os estandes estarão disponíveis até este domingo (15), no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. A grande novidade deste ano é o Churras Tchê – 1º Festival de Churrasco da Expotchê, trazendo o tradicional churrasco gaúcho. A Setur-DF conta com um espaço na estrutura, onde o visitante pode conhecer delícias brasilienses: cafés, mirtilo, cachaças, vinhos e muito mais. Outras atividades são listadas no Instagram do evento, que tem entrada gratuita na primeira hora de atividade. De segunda a quinta, a Expotchê vai das 16h às 23h, e das 11h às 23h de sexta a domingo. Feira do Livro [LEIA_TAMBEM]Um dos eventos mais aguardados pelos leitores brasilienses anualmente, a Feira do Livro de Brasília termina neste sábado (14). A edição deste ano foi voltada ao meio ambiente e sustentabilidade, conectando literatura, Cerrado e conscientização ambiental. O evento ocorre no Complexo Cultural da República, com sessões de conversa, oficinas educativas, contação de histórias, feira de expositores da economia verde, lançamentos literários com autores e venda de livros. O funcionamento é das 8h às 20h20 de segunda a quinta, das 8h às 22h nas sextas e das 9h às 22h aos sábados. Shows Para aqueles que desejam programações noturnas, que tal se divertir no Agitaê? O evento promovido com apoio do GDF tem entrada gratuita e será neste sábado, a partir das 18h, no Estacionamento 9 do Parque da Cidade. Com o lema “É cultura, é festa, é movimento!”, o Agitaê terá apresentações de Mitiê do Brasil, Wilian e Marlon, Leon Correia, Klebbin, Nego Rainner e DJ Geovana. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Digital Ingressos. Circo Para esta sexta-feira, a opção é o espetáculo O Circo dos Irmãos Saúde, promovido com recursos do FAC-DF. A peça sobre convivência entre irmãos promete arrancar gargalhadas do público, em celebração aos 25 anos de trajetória dos palhaços e artistas de rua Xaubraubrau e Raquaquá. O evento gratuito será na Feira do Park Way, no Núcleo Rural Vargem Bonita, a partir das 19h30. O espetáculo O Circo dos Irmãos Saúde celebra os 25 anos de trajetória dos palhaços e artistas de rua Xaubraubrau e Raquaquá | Foto: Divulgação Sétima arte E que tal um cineminha? Um dos principais equipamentos de cultura do DF, o Cine Brasília receberá a Oitava Mostra de Cinema Latino-Americano e Caribenho, que segue em cartaz até o dia 18 deste mês. Serão exibidos 15 filmes de diversos gêneros e países, com entrada gratuita e sessões para todas as idades. A mostra é uma oportunidade para conhecer a pluralidade das narrativas e dos estilos cinematográficos que compõem o panorama latino-americano e caribenho, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento dos laços entre as nações. A programação está disponível no Instagram do Cine Brasília e do Grupo dos Países da América Latina e do Caribe. Ancestralidade A cultura afro-brasileira e o protagonismo feminino também estarão em destaque neste final de semana, com o festival Yabás Deusas Negras, no Complexo Cultural de Samambaia. Aberto na última segunda-feira (9), o evento vai até domingo, com exposição educativa, oficinas culturais e gastronômicas, sessões de conversa e espetáculos musicais. A proposta conta com recursos do FAC-DF e homenageia as orixás femininas Oxum, Iemanjá, Iansã, Nanã, Obá e Ewá. No sábado, haverá oficinas de temas diversos a partir das 14h e um cortejo com lavagem ritualística às 20h. No domingo, as formações começam às 9h30 e seguem até as 16h, quando ocorrerá um bate-papo sobre as orixás femininas e apresentações artísticas. As atividades são gratuitas e para participar basta retirar o ingresso na plataforma parceira. Para quem deseja conhecer mais sobre o folclore brasileiro, o Museu Nacional da República recebe exposições do 4º Fórum Internacional da Amazônia. Na Galeria 3, a mostra Sairé: Celebração, Louvor e Disputa dos Botos, do paraense Alexandre Baena, traz o rito cultural-religioso e a famosa disputa dos botos tucuxi e cor-de-rosa. A festividade anual é capturada pelas lentes do artista valorizando a cultura e a tradição secular de Alter do Chão e da região oeste do Pará. A mostra Sairé: Celebração, Louvor e Disputa dos Botos, do paraense Alexandre Baena, traz o rito cultural-religioso e a famosa disputa dos botos tucuxi e cor-de-rosa | Foto: Divulgação/Alexandre Baena Os visitantes poderão apreciar também a exposição Mirasawá: O que a tempestade não leva, da artista Moara Tupinambá. Disponível na Galeria 2, a mostra trata da espiritualidade, filosofia, rituais e percepções indígenas. São apresentadas duas séries distintas: uma dedicada às mulheres indígenas e outra que discute a problemática das doenças tropicais e o genocídio dos povos originários, explorando o surgimento de epidemias e o desmatamento descontrolado na região amazônica. O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita. História O Museu Nacional da República também recebe a exposição Que país é este?, que reúne obras do fotógrafo, repórter e cineasta Jorge Bodanzky produzidas durante a ditadura militar brasileira - 1964 a 1985 -, incluindo trechos de sete filmes dirigidos por ele, fotografias e projeções em Super 8, e reportagens audiovisuais feitas para a televisão alemã. Nascido em São Paulo em 1942, Bodanzky é filho de austríacos que imigraram para o Brasil fugindo da perseguição nazista. Em 1964, ingressou na segunda turma da recém-criada Universidade de Brasília (UnB). Dois anos depois, com o cerco da ditadura militar, seguiu para a Alemanha, onde estudou cinema, e retornou ao país natal em 1968. Na mesma época, passou a fotografar para as revistas Manchete e Realidade, entre outras, além de ter estreado como diretor de cinema com o média-metragem Caminhos de Valderez, codirigido com Hermano Penna, e filmado em Brasília. A exposição Que país é este?, do fotógrafo, repórter e cineasta Jorge Bodanzky, está no Museu Nacional da República | Foto: Divulgação/ Jorge Bodanzky Gratuidades O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste final de semana, das 8h30 às 17h. Criado em 1985, o espaço é uma das principais áreas de conservação do Cerrado e promove educação ambiental, pesquisa científica e lazer por meio de trilhas, jardins temáticos e espaços de visitação. De terça a sábado, a entrada custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuita, pelo programa Lazer Para Todos, política pública de ampliação do lazer criada por este GDF em março deste ano. Com o Vai de Graça, a população pode acessar este e outros equipamentos culturais sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no final de fevereiro, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Além disso, o horário de atendimento do metrô foi ampliado para o período das 7h às 21h30 - antes fechava às 19h -, garantindo mais mobilidade aos cidadãos.
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Programa de Qualidade no Trabalho terá semana comemorativa de cinco anos
A Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF), por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida, promove, entre os dias 16 e 18 de junho, a Semana Especial de Qualidade de Vida no Trabalho, em comemoração aos cinco anos do Programa de QVT. A iniciativa reúne uma programação diversificada voltada ao bem-estar físico, mental e emocional dos servidores e empregados públicos do Governo do Distrito Federal (GDF). O evento é realizado em parceria com a Secretaria de Saúde (SES-DF) e com o BRB. As atividades serão no Espaço Qualidade de Vida, no 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti, e incluem momentos de integração, autocuidado e reflexão. Entre as atividades estão o Momento de Paz, conduzido pelo capelão do Corpo de Bombeiros Militar do DF, padre Carlos Rebouças, e o Voz da Casa, com apresentação especial da dupla sertaneja Robson & Thiago, formada por filhos de servidores do GDF. Uma das atrações da Semana Especial de Qualidade de Vida no Trabalho serão sessões de auriculoterapia | Fotos: Divulgação/Seec-DF Os participantes poderão desfrutar também de uma programação diversificada, que inclui sessões de auriculoterapia, práticas terapêuticas como o lian gong – voltado ao alívio de dores musculares e articulares –, meditação, terapia comunitária integrativa e vacinação contra a influenza, entre outras ações voltadas à saúde e à qualidade de vida. A agenda inclui, ainda, o III Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho e a 4ª edição do Selo QualiVida, que reconhece iniciativas de destaque na promoção de ambientes laborais mais saudáveis no serviço público. Um dos momentos mais esperados será a palestra com Os Mentalistas, que trarão reflexões sobre saúde mental e autocuidado no ambiente profissional, reforçando a importância do equilíbrio emocional na rotina dos servidores. O Programa de Qualidade no Trabalho da Seec já serviu como inspiração para projetos em outros órgãos locais e nacionais Criado há cinco anos, o Programa de Qualidade no Trabalho já impactou positivamente diversos órgãos do GDF e se tornou referência para outras esferas governamentais e administrações estaduais em todo o país. O programa faz parte de um conjunto de ações permanentes voltadas à valorização do servidor e à construção de um ambiente institucional mais acolhedor e humanizado. “Nesta Semana Especial de Qualidade de Vida, queremos reforçar a importância de promover um ambiente de trabalho mais saudável. Pensamos em cada detalhe da programação com muito carinho para oferecer momentos de cuidado, integração e reflexão”, destaca o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior. Programação completa 16/6 (segunda-feira) ⇒ Atualização do Cartão de Vacina + Campanha de Vacinação contra Influenza Horário: 9h às 16h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Momento de Paz Condução: Padre Carlos Rebouças, capelão do Corpo de Bombeiros Militar do DF Horário: 10h Local: Canal do YouTube da Secretaria de Economia 17/6 (terça-feira) ⇒ Vacinação contra influenza Horário: 9h às 16h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Voz da Casa Atração: Dupla sertaneja Robson & Thiago Horário: 12h30 Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti 18/6 (quarta-feira) ⇒ III Encontro Anual de Qualidade de Vida no Trabalho e 4ª Edição do Selo QualiVida Destaque: Palestra com Os Mentalistas, sobre saúde mental e autocuidado no trabalho Horário: 8h30 às 12h Local: Auditório do Complexo da Polícia Civil do DF [LEIA_TAMBEM]⇒ Lian gong Horário: 9h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Sessão de auriculoterapia Horário: 9h30 às 12h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Lian gong Horário: 12h às 13h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Terapia Comunitária Integrativa Horário: 13h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Lian gong Horário: 14h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada ⇒ Meditação Horário: 15h Local: Espaço Qualidade de Vida – 16º andar do Anexo do Palácio do Buriti Atendimento: Por ordem de chegada *Com informações da Secretaria de Economia
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Centros de Atenção Psicossocial terão oficinas criativas para os pacientes
Em breve, os 18 centros de Atenção Psicossocial (Caps) espalhados pelo Distrito Federal terão oficinas criativas aos pacientes. Os detalhes para definir a implementação do projeto Libertarte em cada unidade foram debatidos na última sexta-feira (30) por gestores e profissionais selecionados. Evento, na sexta (30/5), debateu a implementação de oficinas criativas em cada Caps | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF À frente da Subsecretaria de Saúde Mental da Secretaria de Saúde (SES-DF), Fernanda Falcomer ressalta a aliança intersetorial na qualificação do serviço ofertado à população. “Esse programa trabalhará o eixo da economia solidária, da geração de renda e da inclusão social dos usuários dos Caps. Nossa intenção é que o projeto seja implementado em toda a rede distrital”, diz. Projeto Parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Brasília e a SES-DF, a iniciativa irá contar com o trabalho de oficineiros dedicados a atividades artísticas e de produção. Esses profissionais serão responsáveis por colocar em prática as oficinas de arte, cultura e geração de renda, além de qualificar e ampliar o que já é realizado nos centros. "Esse programa trabalhará o eixo da economia solidária, da geração de renda e da inclusão social dos usuários dos Caps", afirma Fernanda Falcomer O Libertarte irá contemplar as áreas de artesanato, música, horta, crochê e pintura. As oficinas terão a duração de quatro meses - de junho a outubro -, período no qual um ou mais servidores dos próprios Caps irão se habilitar para manter as atividades em funcionamento após o término da iniciativa. O material para os grupos será fornecido pelo projeto, incentivando a continuidade das atividades de capacitação dos usuários dos Caps. [LEIA_TAMBEM]Inclusão Para o coordenador do Núcleo de Educação Popular, Cuidado e Participação em Saúde (Angicos) da Fiocruz, Osvaldo Bonetti, o projeto Libertarte se insere em um contexto mais amplo de luta antimanicomial e reforma psiquiátrica no País. “Estamos realizando ações de educação popular em saúde, trazendo a dimensão da arte para o cuidado do usuário do Caps, desenvolvendo oficinas de práticas culturais que acolham os pacientes e seus familiares. Os componentes, diretrizes e princípios da educação popular dialogam sobremaneira com os princípios da reforma psiquiátrica", afirma Bonetti. A diretora executiva da Escola de Governo da Fiocruz, Luciana Sepúlveda, reitera a análise: “Existe toda uma linha de trabalho na interface da saúde com a cultura e a arte. Em uma perspectiva civilizatória do momento atual, nunca foi tão necessária a abertura intersetorial e intercultural, em que arte e educação convergem para a promoção da saúde." *Com informações da SES-DF
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Programa Viver 60+ é instituído como política permanente de governo
Governo do Distrito Federal · PROGRAMA VIVER 60+ É INSTITUÍDO COMO POLÍTICA PERMANENTE DE GOVERNO O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, instituiu oficialmente, nesta terça-feira (27), o programa Viver 60+ como política pública permanente de governo. A medida foi formalizada por meio do Decreto nº 47.275, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), e representa um marco na consolidação de ações voltadas à promoção do envelhecimento saudável e à garantia de direitos da pessoa idosa no DF. "Mais do que um programa, o Viver 60+ é um instrumento de cuidado, inclusão e promoção de direitos, que permanecerá beneficiando milhares de pessoas", diz a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Viver 60+ tem como missão oferecer serviços públicos gratuitos e integrados, capazes de proporcionar qualidade de vida, bem-estar físico e emocional, inclusão social, além de prevenção e combate às violências contra a pessoa idosa. A iniciativa é estruturada em três grandes eixos de atuação: Saúde e qualidade de vida, Educação e capacitação e Cultura e lazer. As ações do programa acontecem em diversas regiões administrativas, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social, garantindo que o acolhimento e os serviços especializados cheguem a quem mais precisa. Entre os eixos de atuação do Viver 60+ estão saúde e qualidade de vida das pessoas idosas Entre as atividades oferecidas estão práticas de promoção à saúde física e mental, oficinas educativas sobre direitos, prevenção de violências e desenvolvimento de habilidades e talentos, bem como eventos culturais e de lazer que estimulam a socialização e o fortalecimento de vínculos comunitários. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o decreto prevê a integração do Viver 60+ com outros programas da Sejus-DF, como o Direito Delas, e articulação com a rede socioassistencial do DF, potencializando o alcance e a efetividade das ações. Com a assinatura do decreto, o Viver 60+ passa a ser uma política institucionalizada, assegurando sua continuidade e expansão, independentemente de mudanças de governo. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, idealizadora da ação, a publicação do decreto é uma vitória importante para a população idosa do DF. “Mais do que um programa, o Viver 60+ é um instrumento de cuidado, inclusão e promoção de direitos, que permanecerá beneficiando milhares de pessoas, independentemente de quem esteja no governo. É uma conquista da sociedade e uma demonstração de respeito às gerações que tanto contribuíram para o nosso DF”, afirma a secretária. *Com informações da Sejus-DF
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Mostra Cinema que Educa leva mais de 3 mil estudantes ao Cine Brasília
A Secretaria de Educação (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, promove, no Cine Brasília, a Mostra Cinema que Educa: Um Olhar Integral, levando aproximadamente três mil estudantes do ensino fundamental (anos iniciais) ao tradicional cinema da capital. O evento teve início na terça-feira (20) e segue até esta quinta (22). Iniciativa está alinhada à Base Nacional Comum Curricular, que propõe o desenvolvimento do pensamento reflexivo dos estudantes | Fotos: André Amendoeira/SEEDF O evento, ancorado na lei federal nº 13.083/2015, que instituiu a Semana do Brincar, exibe curtas-metragens premiados pelo 23º Festival de Cinema Infantil de Florianópolis que abordam temas como inclusão, respeito às diferenças e amizade. "Pensamos em realizar uma atividade importante para nossas crianças que atenda a esse momento festivo e, ao mesmo tempo, se transforme em um tema pedagógico para ser desenvolvido em sala de aula", explica Vera Lúcia Ribeiro de Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF. A iniciativa está alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que propõe o desenvolvimento do pensamento reflexivo dos estudantes diante de temáticas contemporâneas, fomentando o respeito às diferenças e promovendo o diálogo intercultural. Nesta quarta (21), segundo dia da mostra, estudantes da Escola Parque 304 Norte, Escola Classe (EC) 01 Itapoã e Escola Classe (EC) Rural Córrego do Atoleiro lotaram as sessões, totalizando cerca de 600 crianças. Entre elas estava Suridasha Azenath, de oito anos, aluna do 2º ano da EC 01 Itapoã. "Eu achei muito, muito, muito legal. Muito bom mesmo!", exclamou Suridasha com entusiasmo. Perguntada se já tinha ido antes ao cinema, ela respondeu: "Nunca! E o que eu achei mais legal hoje foi a parte do filme". Curta-metragem premiado de Brasília O curta-metragem Pioinc, dirigido pelo brasiliense Ricardo Makoto, que venceu o Festival de Cinema Infantil de Florianópolis, foi exibido na mostra Um dos destaques da mostra é o curta-metragem Pioinc, dirigido pelo brasiliense Ricardo Makoto, vencedor no Festival de Cinema Infantil de Florianópolis. A obra conta a história de um passarinho sem uma das asas que é ajudado por um porquinho, com quem desenvolve uma amizade profunda. "O curta fala sobre amizade e compaixão. O passarinho caiu do ninho e é salvo pelo porquinho. Eles vivem vários desafios juntos", conta Makoto. "A mensagem é sobre essa jornada de amizade que surge entre dois bichinhos que são diferentes, mas a amizade é tudo, ela não vê diferença." [LEIA_TAMBEM] O diretor celebra a iniciativa da SEEDF: "Quando as crianças assistem a filmes bons, filmes com conteúdo, filmes que emocionam, filmes com arte, elas aprendem também. O aprendizado é incrível porque é emocional, eles nunca vão esquecer um filme no cinema que os emocione". Formação integral por meio da arte Érica Martins, diretora de Educação em Tempo Integral da Subsecretaria de Educação Integral e Inclusiva (Subin), explica que a ideia surgiu da necessidade de proporcionar às crianças o contato com a arte. "Quando falamos de educação em tempo integral, não se trata só de ampliar espaço ou tempo que esse estudante fica na escola, trata-se da formação integral do estudante. Por meio da arte, conseguimos trabalhar todas as formações humanas do ser humano", afirma. A temática da inclusão foi escolhida propositalmente. "Por que estamos trazendo essa temática no cinema? Porque a arte sensibiliza e, por meio da sensibilização, conseguimos reconhecer essas diferenças entre os estudantes e mostrar que é possível que todos convivam juntos", complementa Érica. Cada sessão da mostra recebe aproximadamente 540 estudantes, com idade entre seis e 11 anos, do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Segundo a diretora, cerca de 25 escolas participarão do evento ao longo dos três dias. *Com informações da SEEDF
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Cine Brasília exibe o clássico 'Hiroshima, Meu Amor', com ingresso único de R$ 5
A Sessão Clássicos do Cine Brasília retorna com a exibição de um dos marcos da história do cinema: Hiroshima, Meu Amor, obra-prima de Alain Resnais lançada em 1959. Dedicada à celebração de grandes títulos da sétima arte, a sessão passa a ocorrer duas vezes no mês, com uma exibição principal e uma reprise no dia seguinte, com ingressos no valor único de R$ 5. A exibição do longa acontece na sexta-feira (23), às 20h30, e contará com reprise no sábado (24), às 18h30. A obra-prima de Alain Resnais, Hiroshima, Meu Amour, é destaque na programação desta semana do Cine Brasília | Fotos: Divulgação Esta semana duas estreias entram para a programação do Cine, trazendo narrativas intensas e protagonistas em confronto com códigos morais, familiares e culturais: Uma Família Normal, thriller dramático sul-coreano dirigido por Hur Jin-ho, e Animale, uma produção franco-árabe assinada por Emma Benestan. As sessões de Animale nesta semana serão abertas pelo curta-metragem Pequenas Insurreições, de William de Oliveira. Os curtas exibidos no cinema são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê que, recentemente, passou por uma atualização. Para obras finalizadas a partir de 2024 o valor passou de R$ 1.000 para R$ 1.300. Já para aquelas concluídas até 2023 o valor, que antes era de R$ 500, foi para R$ 800. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 neste link, onde também está disponível o edital completo. A animação Looney Tunes - O Filme: O Dia Que a Terra Explodiu será exibido na Sessão Família Quatro produções seguem em cartaz no Cine Brasília nesta semana. Um dos destaques é Homem com H, longa dirigido por Esmir Filho e protagonizado por Jesuíta Barbosa, que interpreta Ney Matogrosso em uma narrativa intensa sobre a trajetória do cantor. A produção também será exibida na Sessão Contraturno desta sexta (23), às 10h. Outra produção que continua em exibição é Looney Tunes – O Filme: O Dia Que a Terra Explodiu, animação que resgata o humor clássico dos desenhos animados ao colocar Patolino e Gaguinho. O filme é indicado para todas as idades e será exibido na Sessão Família, no domingo (25), às 16h. Sessão acessível No sábado (24), às 14h, o Cine realiza a segunda Sessão Acessível do mês com a exibição gratuita do filme Capitão Astúcia, longa dirigido por Filipe Gontijo, que mistura aventura, afeto e fantasia - com classificação indicativa de 12 anos. Destinada a pessoas com deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade como Libras e legendas descritivas projetadas na tela, além de audiodescrição no sistema de som da sala. Sessão atípica Na última quarta-feira do mês, no dia 28, Looney Tunes – O Filme: O Dia Que a Terra Explodiu tem exibição dupla dentro da Sessão Atípica, às 10h e às 14h. Destinada a pessoas autistas e neurodivergentes, a iniciativa oferece uma experiência acolhedora, com luzes acesas, som em volume reduzido, temperatura ambiente e liberdade de circulação pela sala, e ingressos com valor único de R$10. A partir do dia 31 de maio, o Cine Brasília passará a promover Sessão Atípica também aos sábados. Exibição especial O Cine Brasília recebe no próximo domingo (25), às 18h, de forma gratuita, a ficção brasileira Desmemórias. Com uma abordagem sensível e poética, o longa acompanha Narcisa, uma mulher que lida com o esquecimento e falhas na memória. Ao tentar resgatar suas lembranças, ela embarca em uma jornada que atravessa realidades reinventadas, onde devaneios e fragmentos de lucidez se misturam. Ingressos e acessibilidade Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília, bem como para a Sessão Contraturno e a Sessão Família, custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando o valor único é de R$ 5. A Sessão Atípica conta com ingressos a R$ 10 e a Sessão Clássicos a R$ 5. A Sessão Acessível e a exibição de Desmemórias são gratuitas. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. Os filmes Homem com H e Virgínia e Adelaide possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; e o filme Looney Tunes no MovieReading. O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - Cinelover, que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações neste link. Programação de 22 a 28 de maio Quinta-feira, 22/5 Cinema fechado Sexta-feira, 23/5 O thriller sul-coreano Uma Família Normal será exibido no Cine Brasília nesta sexta (23), no sábado (24) e na segunda-feira (26) 10h: Sessão Contraturno - Homem com H 14h: Uma Família Normal 16h30: Inventário de Imagens Perdidas 18h20: Pequenas Insurreições (curta-metragem) + Animale 20h30: Sessão Clássicos - Hiroshima Meu Amor Sábado, 24/5 10h: Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 14h: Sessão Acessível - Capitão Astúcia 16h: Uma Família Normal 18h30: Sessão Clássicos - Hiroshima Meu Amor 20h20: Homem com H Domingo, 25/5 10h: Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 13h30: Homem com H 16h: Sessão Família - Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 18h: Desmemórias Segunda-feira, 26/5 14h: Uma Família Normal 16h10: Pequenas Insurreições (curta-metragem) + Animale 18h15: Homem com H 20h40: Virgínia e Adelaide Terça-feira, 27/5 14h30: Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 16h20: Virgínia e Adelaide 18h10: Homem com H 20h40: Pequenas Insurreições (curta-metragem) + Animale [LEIA_TAMBEM] Quarta-feira, 28/5 10h: Sessão Atípica - Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 14h: Sessão Atípica - Looney Tunes - O Filme: O Dia Em Que A Terra Explodiu 15h50: Homem com H 18h20: Pequenas Insurreições (curta-metragem) + Animale 20h30: Inventário de Imagens Perdidas Cine Brasília → Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400. → Informações pelo WhatsApp: 61 99878-2198 (seg a sex - das 14h às 18h) ou contato@cinebrasilia.com → Ingressos à venda na bilheteria ou neste link → Mais informações: site do Cine Brasília ou @cinebrasiliaoficial *Com informações da Secec-DF
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Show de Talentos proporciona inclusão e protagonismo no Caps AD de Ceilândia
Do gospel ao funk, do rap ao rock e, para completar, dança, poesia, artesanato e pintura. Foi assim o Show de Talentos realizado no Centro de Atenção Psicossocial para tratamento de Álcool e outras Drogas (Caps AD) de Ceilândia, nesta quinta-feira (15). Mais que arte e cultura, o evento foi uma busca por expressão e uma continuidade do tratamento. O evento também faz parte da Semana da Luta Antimanicomial. A canção 'Wish You Here' foi escolhida por Eliomar Ribeiro para refletir sobre os efeitos dos vícios | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF "Dançar para mim é poder continuar a minha vida. Agora tenho vida de novo, minha família novamente", contou Maria José Santana, 48, em tratamento no Caps AD de Ceilândia há oito meses. Já Francisco Adriano da Silva, 45, frequenta há 11 anos o Caps Candango, localizado no Setor Comercial Sul, mas fez questão de ir à unidade de Ceilândia. "É uma oportunidade de me integrar à comunidade", disse, depois de levantar o público com uma interpretação animada de "Mama África", de Chico César. [LEIA_TAMBEM]Também houve espaço para obras internacionais. Eliomar Ribeiro, 44, interpretou a canção Wish You Here, do grupo britânico Pink Floyd. Ele também fez questão de explicar a história da música, lançada há 50 anos. "É uma homenagem a um ex-integrante da banda que precisou se afastar da música por conta do abuso de substâncias. O vício priva as pessoas da convivência", explicou. Esse protagonismo dos pacientes era um dos objetivos esperados do evento, segundo a gerente do Centro de Atenção Psicossocial para tratamento de Álcool e outras Drogas de Ceilândia, Suelem Coimbra. "Também procuramos fortalecer os vínculos familiares e comunitários dos nossos pacientes", afirmou. A ação contou com a presença de famílias e dos mais de 50 servidores e residentes da equipe multiprofissional da unidade. Com mais de 400 pacientes em tratamento, o Caps AD de Ceilândia é uma das sete unidades no Distrito Federal especializadas para atendimento a pessoas a partir dos 16 anos que apresentam sofrimento psíquico intenso decorrente do uso de álcool e outras drogas. Também há unidades no Guará, em Santa Maria, Sobradinho, Itapoã, Samambaia e Plano Piloto. Unidades como o Caps AD se destacam por promover um tratamento alternativo ao modelo hospitalar. A proposta é oferecer cuidado humanizado, com liberdade, preservação de vínculos e promoção do respeito ao paciente. *Com informações da SES-DF
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Programação do fim de semana tem opções de teatro, mostra de cinema e shows com artistas locais
O fim de semana começa mais cedo, com o feriado do Dia do Trabalhador. Para quem deseja aproveitar os dias de descanso na cidade, a programação cultural de 1º a 4 de maio está recheada de cultura e diversão. Peça de teatro performativo 'De férias com o fim' será apresentada de 1º a 4 de maio, com entrada gratuita | Foto: Bruno Gustavo A partir desta quinta-feira (1º), a peça de teatro performativo De férias com o fim, será apresentada no espaço Ateliê Eco Arte Balaio do Cerrado, com entrada gratuita. O espetáculo convida o público a refletir sobre a urgência de práticas conscientes que aliem inovação tecnológica à responsabilidade ambiental. Mais informações neste link. No mesmo período também serão exibidos 10 filmes, lançados entre 1963 e 2008, no Cine Brasília, durante a Mostra Especial na Semana do Trabalhador. Os longas serão divididos em sete sessões, com ingressos a partir de R$ 10. A ação é uma parceria entre o Cine Brasília com o streaming brasileiro do cinema mundial Filmicca. A programação completa pode ser acessada pelo site. O filme 'O Joelho de Ártemis' será exibido no Cine Brasília no sábado (3) | Foto: Divulgação Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a segunda edição do projeto Conterrâneos Novos de Guerra terá uma programação multicultural com artistas de peso em apresentações gratuitas e ao ar livre no Museu Nacional da República, nesta quinta-feira (1º). Os destaques são a Orquestra Alada Trovão da Mata (DF) convida Alessandra Leão (PE) e Jorge du Peixe (PE) canta Baião Granfino. Nos dias 2, 3 e 4 de maio, o projeto Circula Cultura chega ao Guará, em comemoração aos 56 anos da cidade. A programação ocorre na Praça da QE 40, no Polo de Modas, com apresentações culturais, shows de artistas locais e feiras de artesanato e brechós — tudo com acesso gratuito. No feriado de 1º de maio e no domingo (4), a entrada será gratuita no Jardim Botânico de Brasília e no Zoológico, por meio do programa Lazer para Todos. O transporte público também será gratuito nesses dias, pelo programa Vai de Graça. Confira as linhas de ônibus que atendem os espaços: Linhas para o Jardim Botânico de Brasília → 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/L2 Sul/Rodoviária do Plano Piloto; → 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Paranoá/Itapoã/Lago Sul (QI 23); → 0.186: São Sebastião/Lago Sul (Ponte das Garças)/Rodoviária do Plano Piloto; → 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Lago Sul (Gilberto Salomão); → 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/Condomínios (Esaf-Big Box); → 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Morro da Cruz/São Francisco/Mangueiral; → 183.7: São Sebastião (Capão Comprido — João Cândido — Itaipu — Condomínio Estrada do Sol); → 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 09 — QI 23)/Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK). Linhas para o Zoológico de Brasília → 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/Faculdade Euroamericana/Samdu Norte → 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.172: Riacho Fundo I (EPNB)/Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo) → 0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo) → 0.809: Recanto das Emas/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 154.2: Guará e Guará II/Rodoviária do Plano Piloto → 336.1: Setor P Sul/Rodoviária do Plano Piloto → 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/W3 Sul – Norte → 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo
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City tour gratuito mostra história e beleza de Brasília a moradores e turistas
Brasília acaba de completar 65 anos e, de presente, moradores e turistas ganharam um city tour cívico gratuito, que resgata a beleza e a história da capital federal. O serviço foi inaugurado no último dia 19 e seria gratuito apenas na primeira semana — em comemoração ao aniversário da cidade. Mas, por determinação do governador Ibaneis Rocha, que esteve na viagem inaugural, o passeio será permanentemente sem custos. Os passeios de ônibus duram cerca de duas horas, passando por marcos históricos, culturais e arquitetônicos da cidade, e são acompanhados por guias profissionais de turismo | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Os ônibus saem do estacionamento norte da Torre de TV, de terça-feira a domingo, em quatro horários: 10h, 12h, 14h e 16h30. Cada tour tem um limite de 36 pessoas. É preciso fazer um agendamento prévio na página da empresa Brasília Receptivo, mas também há possibilidade de encaixe, mediante disponibilidade de vagas. O percurso tem duração média de duas horas. O tour sobe o Eixo Monumental, vai para o Setor Militar Urbano, desce pela Esplanada dos Ministérios e retorna à Torre. No caminho, os passageiros podem contemplar alguns dos principais pontos históricos, culturais e arquitetônicos da capital, como a Catedral, o Congresso Nacional, a Praça do Buriti e a Praça dos Cristais. Todos os ônibus são cadastrados no sistema Cadastur e contam com acessibilidade. As visitas são acompanhadas por guias profissionais de turismo. “Foi superesclarecedor, a gente adorou. O ônibus também foi uma opção bem confortável para passear com a bebê”, diz a historiadora Sarah Lima A iniciativa é fruto de parceria entre a empresa Brasília Receptivo e a Secretaria de Turismo do DF, que investiu R$ 5 milhões para capitanear o acesso livre por meio de um chamamento público. "Já era um desejo meu e do governador Ibaneis Rocha retomar o tour cívico, para que moradores e visitantes pudessem conhecer a história da capital por meio de um passeio em ônibus, com um guia de turismo capacitado, explicando os principais pontos e atrativos da cidade. Brasília é uma cidade com vocação turística, e o nosso trabalho é dar visibilidade a toda a sua história e aos atrativos que tem a oferecer", apontou o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. Eliete de Carvalho, com os filhos Gabriel e Luísa, aprovou o passeio: “É uma ideia muito legal. Foi sensacional” Até a última sexta-feira (25), 283 pessoas haviam feito o passeio. “Tem sido um sucesso total, como esperado. A gente vislumbrava esse sucesso já, porque era um produto que faltava em Brasília, uma cidade tão cívica, tão monumental, um museu a céu aberto”, destacou a diretora-executiva da Brasília Receptivo, Karine Câmara. “Brasília precisava e tem que ter realmente essa função. Nós vamos em todas as capitais do mundo e temos isso. E a gente precisa ter e, de fato, mostrar e mostrar isso principalmente para as nossas crianças. As pessoas precisam crescer com essa cultura e com essa paixão por Brasília e, assim, a gente melhorar a nossa civilidade”, acrescentou. [LEIA_TAMBEM]O passeio vem sendo aprovado, de fato, tanto por quem mora quanto por quem visita o DF. Tales Pedrosa, de 31 anos, por exemplo, vive em Brasília há um ano e decidiu fazer o passeio com a mulher, Sarah Lima, 29, e a filha, que vieram de Recife (PE) para visitá-lo. “Nós somos historiadores, então a gente acha importante, nos lugares que a gente visita, conhecer um pouco da história, entender. Acho que, para a gente entender uma cidade que a gente está morando ou visitando, a gente precisa passear por ela”, ressaltou ele. “Foi superesclarecedor, a gente adorou. O ônibus também foi uma opção bem confortável para passear com a bebê”, emendou ela. Já a assistente administrativo Eliete de Carvalho, 45, mora na capital há mais tempo, mas aproveitou a oportunidade de mostrar a cidade para os filhos, Gabriel e Luísa. “Durante os eventos do aniversário de Brasília, a gente viu a divulgação do city tour, aí eu logo entrei no site e marquei, porque a gente mora aqui há muito tempo, mas meus filhos não conheciam”, contou. “É uma ideia muito legal. Foi sensacional”, arrematou.
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Abertas inscrições para projetos culturais da Lei de Incentivo à Cultura
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (14), a regulamentação que estabelece prazos para a execução do Programa de Incentivo Fiscal à Cultura do Distrito Federal em 2025. Conforme a portaria Secec nº 85, as inscrições poderão ser feitas desta segunda-feira (14) a 30 de setembro deste ano, observados os limites orçamentários destinados ao Programa de Incentivo Fiscal, conforme indicado na portaria Seec nº 905, de 12 de dezembro de 2024. Projetos culturais contam com incentivo total de R$ 14.254.670 do Programa de Incentivo Fiscal à Cultura do DF | Foto: Divulgação/Secec-DF Essa portaria da Secretaria de Economia (Seec-DF) 905 destaca que o montante de recursos que pode ser destinado pelo Programa de Incentivo Fiscal para a realização de projetos culturais, a ser concedido no exercício de 2025, fica limitado ao valor de R$ 14.254.670, sendo R$ 11.125.599 relativos ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) e R$ 3.129.071,00 relativos ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) Os projetos culturais devem ser apresentados com, no mínimo, 60 dias corridos anteriores para o início do período de pré-produção. Também fica estabelecido que o agente cultural não pode captar recursos enquanto não apresentar a prestação de contas de projeto anteriormente incentivado. Como participar A LIC é um dos mecanismos por meio dos quais a Secec-DF apoia a arte em parceria com a iniciativa privada A empresa deve demonstrar interesse no projeto por meio de uma carta de intenção de incentivo, e o agente cultural inscreve sua proposta por meio de formulário de acordo com modelo disponível no site da Secec-DF. A partir daí, o projeto é avaliado em etapas de análise de documentação, técnica e de mérito, até que seja autorizado a captar os recursos e, posteriormente, partir para a execução. O agente cultural deve exercer, necessariamente, pelo menos uma função de relevância no projeto, tanto no aspecto artístico-cultural quanto na direção, produção, coordenação e gestão artística. Fica ainda estabelecido que o agente cultural é responsável por protocolar na Secec-DF uma via do Termo de Compromisso de Incentivo, até cinco dias úteis antes do início da primeira atividade prevista no projeto. Mais informações podem ser solicitadas à Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural (Sufic), pelo e-mail cpif.sufic@cultura.df.gov.br. Lei de Incentivo à Cultura Mais conhecido como Lei de Incentivo à Cultura (LIC), o Programa de Incentivo Fiscal do Distrito Federal é um dos mecanismos de fomento da Secec-DF para apoio à produção e difusão da arte em parceria com a iniciativa privada, por meio da isenção fiscal. Parte dos valores de ICMS ou ISS que seriam arrecadados por atividade de pessoas jurídicas sediadas no DF é revertida em financiamento de projetos culturais previamente aprovados pela Secec-DF. Os principais objetivos do Programa de Incentivo Fiscal do DF são o estímulo à realização de projetos culturais, a diversificação das fontes de financiamento da cultura, o fortalecimento da economia da cultura e a ampliação do investimento de capital privado na área cultural. Tanto pessoas físicas quanto pessoas jurídicas estabelecidas no DF podem apresentar projetos no âmbito do Programa de Incentivo Fiscal, desde que possuam registro válido no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac). *Com informações da Secec-DF
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Inscrições para o Circula Cultura no Varjão encerram-se nesta quarta (9)
O Circula Cultura – Varjão está finalizando as inscrições para artistas locais se apresentarem na cidade. Programado para os dias 25, 26 e 27 deste mês, o evento vai comemorar o aniversário da cidade. O projeto, elaborado pelo Instituto Acolher em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), está percorrendo 18 regiões administrativas sempre celebrando a cultura local durante as festas de aniversário de cada cidade. Serão três dias de festividades com atrações culturais para comemorar o aniversário do Varjão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Agora, é a vez de o Varjão receber a programação que reúne arte, cultura e entretenimento gratuito para toda a comunidade. As inscrições são gratuitas e estarão abertas até quarta-feira (9), para os segmentos de artesanato local, apresentações culturais, apresentações musicais e artistas infantis. O Circula Cultura abre espaço para artistas locais se apresentarem em um evento de grande porte, com estrutura profissional de alta qualidade. O palco contará com sistema de som e iluminação modernos e painéis de LED de alta resolução, proporcionando visibilidade e valorização dos talentos da região. Além de mostrar seu trabalho para o público, os participantes poderão criar portfólio, se destacar no meio artístico e ampliar suas conexões profissionais. O projeto valoriza os talentos locais e promove o acesso à cultura como ferramenta de transformação social, fortalecendo a identidade comunitária de cada região. É a chance para artistas que querem mostrar seu talento em um evento que já se consolidou como importante para a cena cultural do DF. Para se inscrever, basta acessar o formulário disponível na bio do Instagram oficial do evento. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Mostrinha de Cinema Francófono reúne estudantes da rede pública
Para celebrar o mês da Francofonia, a Aliança Francesa recebeu 360 estudantes dos centros interescolares de línguas (CILs) de Planaltina, Santa Maria, Taguatinga, Gama e do CIL 02 de Brasília. As turmas foram assistir à Mostrinha de Cinema Francófono, que ficou em cartaz entre terça (18) e esta quinta-feira (20). A Embaixada da França e a Associação de Professores de Francês do DF providenciaram os ônibus para o transporte dos alunos. A voz do coração (no original, francês, Les choristes) foi um dos filmes exibidos | Foto: Divulgação “Na Mostrinha, eles têm acesso gratuitamente a filmes que, muitas vezes, não estão nos cinemas, alguns inéditos e premiados, para ter contato com a língua francesa, contribuindo para a aprendizagem” Elisa de Corta, gestora de Projetos Culturais da Aliança Francesa A iniciativa é uma parceria de mais de 15 anos entre a Secretaria de Educação (SEEDF), a Embaixada da França e a Aliança Francesa. No evento, são exibidos filmes franceses em sessões gratuitas para os estudantes da SEEDF no auditório da Aliança Francesa, havendo também a possibilidade de as escolas da rede pública receberem os links das obras para projetar nas próprias unidades. Em março, o mês da Francofonia, cidades de mais de 36 países que utilizam o idioma francês se unem em uma grande celebração em torno da riqueza da cultura e da França. “Na Mostrinha, eles têm acesso gratuitamente a filmes que, muitas vezes, não estão nos cinemas, alguns inéditos e premiados, para ter contato com a língua francesa, contribuindo para a aprendizagem”, enfatizou Elisa Rodrigues de Corta, gestora de Projetos Culturais da Aliança Francesa. Nas sessões de cinema oferecidas aos alunos, foram selecionados três filmes de caráter pedagógico: Linda veut du poulet (Frango para Linda!), Les choristes (A voz do coração) e Allons enfants (Vamos, crianças). Enriquecimento Cristiane de Castro Rezende, da equipe técnica da Gerência de Educação Ambiental, Patrimonial, Língua Estrangeira e Arte-Educação da SEEDF, lembrou que esse tipo de atividade enriquece o aprendizado dos alunos. “O objetivo desse programa é desenvolver o francês no Brasil, especialmente em Brasília, dentro dos centros interescolares de línguas que oferecem um serviço gratuito para todos” Maya Klitzke, coordenadora de Projetos de Cooperação Educativa da Secretaria de Educação “Depois eles podem debater como foi o filme, fazer um trabalho sobre a história em sala de aula… então, complementa a aprendizagem deles”, avaliou. “É uma oportunidade de conhecer algumas pessoas da embaixada, que são falantes nativos da língua francesa, de encontrar e trocar experiências com os alunos da Aliança que também estão aprendendo francês.” Representando a Embaixada da França, a coordenadora de Projetos de Cooperação Educativa, Maya Klitzke, também destacou a importância da iniciativa: “O objetivo desse programa é desenvolver o francês no Brasil, especialmente em Brasília, dentro dos centros interescolares de línguas que oferecem um serviço gratuito para todos”. Parceria Além da Mostrinha de Cinema, a cooperação entre a SEEDF e a Aliança Francesa é realizada por meio de convênio. Segundo os termos da parceria, a Aliança oferece bolsas de estudo integrais para 250 alunos da SEEDF a partir do sexto ano do ensino fundamental. O processo de seleção é semestral, por meio de inscrições no site da escola de idiomas. Além dos estudantes da rede pública, também são contemplados 100 professores do órgão, sendo 50 da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) e 50 do Centro Educacional Lago Norte (Cedlan). *Com informações da Secretaria de Educação
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GDF retoma licitação da nova etapa da reforma do Teatro Nacional
Após a suspensão da licitação para as obras de reforma do Teatro Nacional Claudio Santoro, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) acatou todas as justificativas apresentadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), permitindo a retomada do certame. Sanadas as principais questões encaminhadas pelo órgão de fiscalização, as explicações da equipe técnica da companhia foram aceitas, sem necessidade de alterações no edital. Obras serão retomadas, e nova sessão pública de licitação está marcada para o dia 27 deste mês | Foto: Kiko Paz/Novacap R$ 315,6 milhões Estimativa de investimento para reforma e restauro do Teatro Nacional Claudio Santoro A suspensão ocorreu às vésperas da sessão pública de licitação, que estava agendada para 28 de fevereiro. A nova data da sessão pública foi definida para o dia 27 deste mês. Segundo a Diretoria de Planejamento e Projetos da Novacap, os principais questionamentos da Corte estavam relacionados à modalidade da licitação, orçamento e matriz de riscos. A equipe técnica declarou a consistência dos critérios adotados, resultando na manutenção das condições originalmente previstas. Compromisso com a cultura “A decisão do TCDF mostra a solidez do trabalho técnico da Novacap”, avalia o diretor de Planejamento e Projetos da companhia, Carlos Alberto Spies. “Todos os questionamentos foram respondidos e as nossas justificativas aceitas, garantindo que o processo pudesse seguir sem prejuízo à continuidade das obras de restauro do Teatro Nacional.” Com um investimento estimado de R$ 315,6 milhões, a licitação compreende a etapa 2 (foyer da Sala Villa-Lobos, Espaço Cultural Dercy Gonçalves e Sala Alberto Nepomuceno) e a etapa 3 (Sala Villa-Lobos) das obras de reforma e restauro do Teatro Nacional Claudio Santoro. Após um fechamento de quase uma década, o Teatro Nacional retomou as atividades da Sala Martins Pena – uma das prioridades na agenda cultural do Distrito Federal. Com a retomada da licitação, a expectativa é que as obras possam avançar sem novos entraves, devolvendo à população um dos mais importantes espaços culturais da capital. *Com informações da Novacap
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Teatro da Caesb terá peça infantil e comédias em março
Neste mês de março, o Teatro da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), localizado em Águas Claras, apresenta uma programação imperdível, com atrações que agradam a todos os públicos. O espaço receberá grandes espetáculos, como comédias, shows, peças teatrais e opções infantis, proporcionando diversão a todas as idades. A programação deste mês inclui a comédia Para-raio de Maluco, apresentada por Emerson Ceará (9/3), a peça infantil O Mágico de Oz (22/3 e 23/3) e a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo, com o espetáculo Notícias Populares (29/3 e 30/3). O Teatro da Caesb receberá programação diversa, com comédias e espetáculos infantis | Foto: Cristiano Carvalho/Caesb Teatro da Caesb Com capacidade para 416 pessoas, o teatro já foi palco de inúmeras apresentações de renome nacional, consolidando-se como um dos principais centros culturais da capital federal. Há 18 anos, o Espaço Cultural, projetado pelo arquiteto Paulo Zimbres, oferece acessibilidade, conforto térmico, qualidade acústica e visibilidade, adaptando-se a uma variedade de eventos, como palestras, cursos, formaturas, exposições, shows. Além disso, o espaço conta com infraestrutura completa, incluindo foyer, hall, plateia, palco, áreas de apoio, sala de tradução, sala técnica e camarins, incluindo um estacionamento com 130 vagas gratuitas, jardins e um espelho d’água. Planejado para ser versátil e dinâmico, o teatro incentiva a produção artística local, oferecendo workshops e residências criativas. Além de sediar palestras, debates, cursos e prêmios, o espaço é palco para shows, teatro, exposições, danças, oficinas e mostras de artes visuais, promovendo a cultura em sua pluralidade. Espaço Cultural Caesb – Avenida Sibipiruna, Lotes 13/21, Águas Claras; Contato: (61) 3213-7266. Serviço Domingo (9) ⇒ Evento:Para-raio de maluco apresentado por Emerson Ceará: Domingo às 17h, 19h e 21h Ingressos: Inteira R$ 90,00 Meia-entrada R$ 45,00 Ingresso Solidário (1 kg de alimento) R$ 70,00 Sábado (22) ⇒ Evento: O Mágico de Oz: Sábado e domingo (23) às 15h. Ingressos: Inteira R$ 80,00 inteira. Meia–entrada R$ 40,00 meia. Ingresso Solidário (com a doação de 02 kg de alimentos não perecíveis(exceto SAL) R$ 50,00 Crianças a partir de 2 anos são pagantes de meia entrada Sábado (29) ⇒ Evento: Espetáculo Notícias Populares apresentados pelo grupo Os Melhores do Mundo. Sábado às 21h30 e domingo (30) às 20h30. Inteira: R$ 100,00 Meia-entrada: R$ 50,00 Ingresso Solidário: (com a doação de 2 litros de leite) R$ 50,00 *Com informações da Caesb
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Com segurança e respeito, DF Folia 2025 faz história no Carnaval brasiliense
Chegou a quarta-feira de cinzas e, com ela a saudade dos dias de alegria do Carnaval. Durante os quatro dias de folia, foram 45 blocos em 11 regiões administrativas do DF, sem falar nas outras diversas atrações nos Territórios Folia. Além do Plano Piloto, a onda carnavalesca esteve presente em Taguatinga, Ceilândia, Gama, Águas Claras, São Sebastião, Estrutural e Paranoá. Diversão com alegria, respeito e segurança foi a marca deste Carnaval no DF; próximos fins de semana também terão atrações pós-carnavalescas | Foto: Divulgação/Maria de Aquino R$ 320 milhões Estimativa da CNC sobre movimentação financeira em atividades turísticas durante este Carnaval As programações se estendiam da manhã até à noite e foram voltadas para toda a família, incluindo, entre outros destaques, atrações para o público infantil, como Bloco Sustentável do Patubatê, Brincantes do Gama, Pintinho de Brasília, Tesourinha e bloco As Leis de Gaga Kids. Levando em conta apenas os Territórios Folia, os números de público apurados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) sinalizam 150 mil pessoas por dia (Gran Folia) e 25 mil/dia (Setor Carnavalesco Sul). Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a folia tenha movimentado mais de R$ 320 milhões em atividades turísticas. O valor representa um aumento de aproximadamente 1,5% em comparação ao ano passado. Quando o assunto é segurança, também há o que celebrar. O balanço preliminar da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) aponta um cenário positivo: as operações especiais garantiram um evento seguro, registrando redução de ocorrências em comparação ao ano passado. Evento consolidado “A descentralização da folia – com dezenas de blocos desfilando pelas ruas e três territórios carnavalescos espalhados pela cidade – garantiu que a população pudesse celebrar com conforto e segurança, perto de casa” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o DF Folia 2025 consolidou o Carnaval de Brasília como uma festa diversa em todos os aspectos, acessível e bem estruturada. “A descentralização da folia – com dezenas de blocos desfilando pelas ruas e três territórios carnavalescos espalhados pela cidade – garantiu que a população pudesse celebrar com conforto e segurança, perto de casa”, lembrou. O gestor também citou a importância do engajamento maciço das forças de segurança do DF durante as festividades. “Com o apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil, conseguimos proporcionar um carnaval tranquilo para todos. A logística eficiente, aliada à mobilidade facilitada pelo transporte público gratuito e à estrutura preparada para a diversidade do público, fez desta uma das edições mais bem-sucedidas da história do Carnaval brasiliense”. O secretário ainda ressaltou o impulso para a economia do Distrito Federal: “Além de fortalecer a cena artística local, o evento movimentou setores como moda, gastronomia, turismo e produção audiovisual, gerando empregos e renda para milhares de profissionais. Por tudo isso, o investimento em uma programação rica e inclusiva reforçou o papel do DF como um polo de cultura e entretenimento”. Stéffanie Oliveira, presidente do Instituto Rosa dos Ventos – organização da sociedade civil (OSC) que organizou o DF Folia 2025 com a Secec-DF – também elogiou a estrutura da folia no DF: “O brasiliense pôde curtir com conforto, com boas apresentações artísticas e em diversas regiões administrativas. Em resumo, o Carnaval candango deste ano foi plural, diverso, democrático e seguro”. Atendimento psicológico Um dos destaques deste carnaval foi o protocolo Por Todas Elas, criado para garantir atendimento integral e especializado às mulheres vítimas de assédio ou violência em Brasília. Cada unidade do Território Folia contou com uma tenda de acessibilidade, diversidade e sustentabilidade, tendo o apoio de uma psicóloga e uma estagiária que receberam, acolheram e acompanharam pessoas em casos mais sensíveis relacionados à saúde mental. O trabalho foi articulado com demais serviços ofertados nas plataformas, como a segurança, redução de danos ou mesmo serviços de acolhimento a mulheres em situações vulneráveis. Em todos os espaços, a equipe de psicólogos se apresentou e se colocou à disposição para acompanhar casos que necessitassem de escuta qualificada. “Os atendimentos eram, em geral, encaminhados pelo posto médico, espaço de descompressão ou redução de danos e equipe de segurança”, detalhou a coordenadora do grupo de psicólogos, Theresa Raquel Borges de Miranda. “A equipe prestou todo o apoio, desde o acolhimento até o auxílio e acompanhamento para possibilitar segurança às pessoas que se perderam ou que estavam vulneráveis demais para retomar aos seus lares.” E a festa continua Para quem não conseguiu pular o carnaval deste ano na capital, a boa notícia é que a festa ainda não acabou. O DF Folia 2025 tem programação até 16 de março. Confira, abaixo, a programação. Sábado (8) ⇒ Bloco Vamos Fullgil: 15h às 22h, no Estacionamento Eixo Cultural Ibero-Americano, Plano Piloto ⇒ Bloco infantil Carnapati: 10h às 14h, no mesmo local ⇒ Vai com as Profanas: 14h às 22h, na Galeria dos Estados, Plano Piloto Domingo (9) ⇒ CarnaFamília: 16h às 23h, em São Sebastião (Rua 1, Quadra 7, Lote 20, Residencial do Bosque) ⇒ Bloco Carnaval Delas: 15h às 22h, na Praça São Sebastião, Setor Tradicional de Planaltina ⇒ Bloco Manga Botânica: 14h às 22h , no Parque Vivencial Jardim Botânico, Jardim Botânico Dia 15 ⇒ Bloco Praga de Baiano – A Bahia é Aqui!: 10h às 16h, na CLN 205/206 Norte – Estacionamento do Bloco D, Asa Norte ⇒ Ressaca STZ, Não Acaba Nem Quando Termina: 14h às 20h, na Vila Planalto (Avenida Rabelo, entre a Rua Ceará e a rua Maranhão Dia 16 ⇒ CarnaFlash: 16h às 21h, na Praça da Bíblia de Ceilândia (Setor P, QNP 19E) ⇒ Bora Coisar: 16h às 22h, na Galeria dos Estados, Plano Piloto. *Com informações da Secec-DF
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Festival une cultura e economia criativa em apoio a pacientes dos Caps no DF
A Biblioteca Nacional do Distrito Federal foi palco do I Fest Solidário – Festival de Economia Solidária e Criativa da Saúde nesta sexta-feira (21). Promovido pela Secretaria de Saúde (SES-DF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e a Cooperativa EcoSol, o evento abriu espaço para que cerca de 200 pacientes de diversas unidades do Centros de Atenção Psicossocial (Caps) mostrassem seus talentos. O festival reuniu o trabalho de diversos usuários e trouxe atividades culturais e educativas, como apresentações musicais, oficinas de capoeira e desenho, bate-papo sobre economia solidária, massoterapia e uma feira de arte e artesanato. Moisés de Oliveira Queiroz de Souza, 54, foi um dos expositores. Munido de bolsas confeccionadas pelas próprias mãos, ele contou que aprendeu a fazê-las no Caps Álcool e Drogas (AD) de Samambaia, onde é paciente há quatro anos. O festival reuniu o trabalho de diversos usuários e trouxe atividades culturais e educativas, como apresentações musicais, oficinas de capoeira e desenho, rodas de conversa sobre economia solidária, massoterapia e uma feira de arte e artesanato | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “Eu consigo tirar um dinheiro mensal das bolsas e levo meu trabalho para várias outras feiras. Atualmente, sigo longe das drogas e do álcool, e minha família me vê de forma diferente. O centro é como uma casa para mim, onde me enxergam como ser humano”, afirma Moisés. Assim como Moisés, Ana Clara Soares, 24, – há oito meses em tratamento no Caps Samambaia – desenvolveu também a habilidade de fazer bolsas; atualmente, , uma importante fonte de renda. “A oficina ajudou a expandir minha visão sobre o que eu produzia e vendia, já que antes a atividade estava um pouco limitada. Esse processo tem me ajudado a ganhar mais confiança e a conseguir um dinheiro para cuidar do meu filho”, contou. A inclusão produtiva, segundo a subsecretária de Saúde, Fernanda Falcomer, é uma forma de reabilitação psicossocial e de promoção da saúde. “Pessoas com transtornos mentais enfrentam diversas dificuldades para ingressar no mercado de trabalho tradicional, seja por barreiras psicossociais, seja pelo estigma associado ao sofrimento psíquico. Nesse cenário, a economia solidária surge como uma alternativa, oferecendo possibilidades de reabilitação e fortalecimento da autoestima”, avalia. Inclusão e novos caminhos Pacientes de todas as unidades do Caps do DF participaram do evento, levando produtos confeccionados durante oficinas de costura, bolsas, crochê e música. “Não basta apenas medicações e terapias. A lógica da economia solidária contribui para criar relações mais horizontais, de apoio e cuidado”, ressaltou o psicólogo do Caps II do Paranoá, Filipe Braga. Movimentos inclusivos, como o festival, auxiliam, segundo o profissional, a superar os índices de internações psiquiátricas, isolamento e estigmatização. Ele compartilha exemplos de mudanças concretas, como o projeto Maluco Voador, do Caps Paranoá, por meio do qual pacientes geram renda e arte. “Um dos participantes recebeu um prêmio de educação popular; e outro, que nunca tinha viajado para fora de Brasília, teve a oportunidade de se apresentar em Goiânia. Isso muda a vida das pessoas”, conta Braga. “Não podemos enxergar as pessoas apenas pela deficiência ou pelos problemas, mas reconhecer seus potenciais. Muitos desses pacientes superaram longos períodos de internação e uso de medicação. Hoje, estão em um processo de criação de suas próprias narrativas e alcançando novos objetivos.” *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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