Mutirão reúne estudantes em ação de conservação do Cerrado no Parque Distrital Boca da Mata
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a organização sem fins lucrativos Argilando, promove, nesta quinta-feira, 20/8, a partir das 9h, atividade de educação ambiental e conservação com estudantes do Centro de Ensino Médio Paulo Freire, no Parque Distrital Boca da Mata, em Taguatinga/Samambaia. A programação prevê um mutirão de coleta de resíduos sólidos em uma área do Cerrado impactada pelo descarte irregular de materiais. A ação pretende transformar em prática os conhecimentos trabalhados durante as formações realizadas com os estudantes, aproximando a educação ambiental da realidade do território. Durante o mutirão, os participantes terão a oportunidade de conhecer a importância da conservação do Cerrado e contribuir diretamente para a recuperação de uma área afetada pela deposição inadequada de resíduos. Brigadistas também farão parte do encontro | Foto: Divulgação A atividade ganha relevância por ocorrer em uma região do Distrito Federal marcada pela intensa ocupação urbana e por impactos ambientais associados à geração e ao descarte de resíduos. A iniciativa busca estimular nos jovens o sentimento de pertencimento, responsabilidade socioambiental e cuidado com os espaços naturais. Também participam da ação o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o Instituto Federal de Brasília (IFB) – Campus Samambaia, o Instituto Cerrados (IC), o Coletivo Boca da Mata, o Instituto Cafuringa (Icaf) e o projeto Atitude Jovem, uma iniciativa da organização sem fins lucrativos Argilando, em parceria com a HCLTech Foundation. Estarão presentes os brigadistas florestais do Brasília Ambiental lotados no Parque Ecológico Saburo Onoyama, que contribuirão para o desenvolvimento da atividade e para as orientações relacionadas à conservação e à segurança durante o mutirão. Destinação dos resíduos Após a coleta, os resíduos serão encaminhados ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB), sob responsabilidade do SLU, reforçando a importância do manejo correto dos sólidos e dos impactos provocados pelo descarte irregular no meio ambiente. Além da limpeza da área, a atividade permitirá abordar, de maneira prática e lúdica, conteúdos relacionados à conservação do Cerrado, à biodiversidade e à importância dos recursos naturais. A proposta é mostrar aos estudantes que a conservação ambiental está diretamente relacionada ao cotidiano e que pequenas atitudes podem contribuir para a proteção dos ecossistemas e dos recursos naturais. *Com informações do Brasília Ambiental
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Começa a ser implementada lei que reconhece modalidade desportiva da pesca no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) confirmou o início do processo administrativo de recepção e implementação da Lei nº 7.932, sancionada em 24 de julho de 2026, que reconhece modalidade desportiva da pesca no território do Distrito Federal. A norma atribui à pesca esportiva funções que vão além da prática recreativa, associando-a a instrumentos de educação ambiental, desenvolvimento econômico, turismo sustentável e conservação dos recursos pesqueiros. Como órgão responsável pela política pública de pesca e aquicultura no DF, a Sema conduzirá as etapas técnicas e administrativas necessárias à aplicação da lei. Nova legislação que institui a pesca desportiva seguirá critérios técnicos, com observância dos princípios de sustentabilidade e uso responsável dos recursos ambientais | Foto: Divulgação/Sema-DF Etapas previstas Segundo a pasta, o processo de implementação incluirá: análise técnica e jurídica do texto da lei e de seus impactos na política distrital de pesca; avaliação da necessidade de regulamentação complementar, conforme o art. 4º da norma; instituição de grupo técnico de trabalho, se necessário, para elaboração de atos normativos e procedimentos administrativos; integração da nova legislação às ações já conduzidas pela Subsecretaria de Pesca e Aquicultura (Supesq, em consonância com a Lei Distrital nº 7.399/2024 e demais normas ambientais vigentes; articulação com entidades representativas da pesca esportiva, federações, associações e órgãos ambientais; elaboração de programas e ações voltados à pesca esportiva sustentável, incluindo eventos, campeonatos, educação ambiental e a prática do pesque e solte; atualização de instrumentos administrativos e materiais orientativos destinados a pescadores e à sociedade. Contexto A Sema mantém, atualmente, iniciativas ligadas à pesca esportiva no DF, entre elas o Campeonato de Pesca do Distrito Federal, ações de educação ambiental, projetos de monitoramento da ictiofauna e medidas relacionadas à regulamentação da atividade no Lago Paranoá. A secretaria informa que a implementação da nova lei seguirá critérios técnicos, com observância dos princípios de sustentabilidade e uso responsável dos recursos ambientais do Distrito Federal. *Com informações da Sema-DF
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Curso de capacitação enfatiza o papel dos tratadores de animal na educação ambiental
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Tratadores de diferentes setores do Zoológico de Brasília participaram, na terça-feira (21/7), de um curso interno de capacitação voltado para a educação ambiental. A iniciativa teve como objetivo reforçar a importância desses profissionais como agentes fundamentais na sensibilização do público para a conservação da fauna e da biodiversidade. Curso faz parte do programa permanente de capacitação dos servidores do zoo | Foto: Divulgação/FJZB A capacitação foi conduzida pelo supervisor de Educação Ambiental do zoo, José Antônio dos Santos Sousa, e pelo tratador Guilherme Gonçalves dos Reis. Durante o encontro, foram abordadas estratégias de comunicação com os visitantes, a atuação dos tratadores como referência técnica e educativa, além da contribuição do manejo diário dos animais para a construção de experiências de aprendizagem e conscientização ambiental. Embora a principal atribuição dos tratadores esteja relacionada ao cuidado, manejo e bem-estar dos animais, o contato direto deles com o público faz desses profissionais importantes multiplicadores de conhecimento. Ao compartilhar informações sobre hábitos, características e desafios enfrentados pelas espécies, os profissionais contribuem para aproximar a sociedade das ações de conservação desenvolvidas pela instituição. O curso integra o programa permanente de capacitação dos servidores, que promove formações contínuas para o aperfeiçoamento técnico das equipes e o fortalecimento das atividades desenvolvidas nas diferentes áreas da instituição. A iniciativa busca incentivar a troca de experiências entre os profissionais e ampliar a integração entre os setores, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados ao público e no cumprimento da missão de educação ambiental. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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Jardim Botânico de Brasília amplia estrutura para pesquisa, educação ambiental e visitação
O Jardim Botânico de Brasília (JBB) realiza, nesta quinta (25), a Cerimônia de Entregas do Jardim Botânico de Brasília, na Alameda das Nações. O evento celebra a entrega de novos espaços e melhorias que fortalecem as ações de conservação ambiental, pesquisa científica, educação ambiental e uso público da instituição. Estufas geminadas, a serem inauguradas nesta quinta-feira, reforçarão as atividades de cultivo, pesquisa e conservação de espécies | Fotos: Divulgação/Jardim Botânico de Brasília "São espaços que fortalecem nossa missão institucional e melhoram a experiência dos visitantes, dos servidores e da comunidade científica" Allan Freire, diretor-presidente do Jardim Botânico de Brasília Durante a solenidade, serão inaugurados a Trilha da Amizade, as estufas geminadas e os armários deslizantes, além da reinauguração da Biblioteca do Cerrado. Também serão apresentadas outras melhorias realizadas na infraestrutura do Jardim Botânico, ampliando as condições de trabalho, pesquisa, preservação da biodiversidade e atendimento aos visitantes. Para o diretor-presidente do Jardim Botânico de Brasília, Allan Freire, os novos espaços contribuirão para ampliar o alcance das atividades desenvolvidas pela instituição. “Cada uma dessas entregas representa um investimento na conservação da biodiversidade, na pesquisa e no contato da população com o Cerrado. São espaços que fortalecem nossa missão institucional e melhoram a experiência dos visitantes, dos servidores e da comunidade científica”, destaca. Revitalizada, a Biblioteca do Cerrado volta a receber estudantes, pesquisadores e visitantes em ambiente mais moderno e acolhedor [LEIA_TAMBEM]A Trilha da Amizade oferecerá uma nova opção de contato com a natureza e contemplação da paisagem do Cerrado. As Estufas Geminadas reforçarão as atividades de cultivo, pesquisa e conservação das espécies que são retiradas do Laboratório de Reprodução in vitro. Os armários deslizantes do herbário modernizaram o armazenamento da coleção científica, proporcionando maior organização, segurança e agilidade na localização e no manejo dos exemplares botânicos. Já a Biblioteca do Cerrado, revitalizada, volta a receber estudantes, pesquisadores e visitantes em um ambiente mais moderno e acolhedor, dedicado à disseminação do conhecimento sobre a biodiversidade. *Com informações do Jardim Botânico de Brasília
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Coleta seletiva de lixo cresce 70% no Distrito Federal
A coleta seletiva de lixo no Distrito Federal cresceu cerca de 70% entre 2021 e 2025 e passou de 36,3 mil para 61,3 mil toneladas de resíduos recicláveis. Atualmente, mais de 90% da população é atendida pelo serviço. Nos últimos cinco anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 94 milhões em cooperativas e associações de catadores, e a receita com os recicláveis chega a R$ 180 milhões. “O GDF tem atuado de forma permanente e sensível às demandas do SLU [Serviço de Limpeza Urbana], promovendo importantes avanços na limpeza pública e na gestão de resíduos do DF”, ressalta o presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. “Entre as principais iniciativas estão a implantação e ampliação de equipamentos de limpeza urbana, como os papa-entulhos, que já somam 28 unidades entregues à população, além da instalação de mais de 20 mil lixeiras e papeleiras em todo o Distrito Federal, equipamentos que havia mais de uma década não eram substituídos.” A ampliação de contratos de coleta seletiva por parte do GDF tem reflexos econômicos e sociais | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo ele, o GDF também ampliou os contratos de coleta seletiva e triagem de materiais recicláveis, para fortalecer o trabalho das cooperativas de catadores e promover inclusão social, que contribui diretamente para a preservação ambiental. “Além dos serviços rotineiros de coleta convencional, coleta seletiva, varrição, lavagem de áreas públicas e manutenção de pontos de descarte irregular, o SLU tem investido continuamente em ações de educação ambiental e mobilização social”, afirma Luiz Felipe Carvalho. Os dados mostram crescimento contínuo da coleta seletiva nos últimos anos. Em 2021, foram recolhidas cerca de 36,3 mil toneladas de resíduos, com aproveitamento de 98,6%; em 2022, o volume subiu para 42,5 mil toneladas, com índice de 86,4%; em 2023, foram 53,2 mil toneladas coletadas e 74,7% de aproveitamento; já em 2024, o total chegou a 58,8 mil toneladas, com 70,1% de reaproveitamento. Em 2025, o DF registrou o maior volume da série histórica, com 61,3 mil toneladas coletadas seletivamente. Desse total, 35,3 mil toneladas foram comercializadas, o que representa um índice de aproveitamento de 57,6%. O DF tem 15 instalações de recuperação de resíduos, onde atuam cooperativas e associações de catadores Para avaliar a qualidade da gestão de resíduos sólidos em uma cidade, são considerados indicadores relacionados à eficiência operacional, sustentabilidade ambiental e inclusão social. Entre eles estão a cobertura da coleta convencional e seletiva, o percentual da população atendida, o volume de resíduos reciclados e aproveitados, os índices de triagem, a destinação adequada dos rejeitos, a redução do descarte irregular e o reaproveitamento de resíduos orgânicos. Também entram na análise a infraestrutura disponível, como pontos de encontro voluntário (PEVs) e centros de triagem, além da participação da população e da inclusão de cooperativas de catadores. Centros de triagem Atualmente, o Distrito Federal conta com 15 instalações de recuperação de resíduos (IRRs), onde atuam cooperativas e associações de catadores contratadas pelo SLU para a realização da triagem dos resíduos da coleta seletiva. Hoje, a autarquia mantém 53 contratos com essas organizações, sendo 31 voltados para triagem e 22 para execução da coleta seletiva. “Pequenas atitudes no dia a dia fazem grande diferença. A principal contribuição é realizar a separação correta dos resíduos dentro de casa, destinando os materiais recicláveis para a coleta seletiva nos dias e horários corretos" Luiz Felipe Carvalho, presidente do SLU O SLU aponta que o principal desafio da coleta seletiva e da triagem ainda é a separação correta dos resíduos na origem. Em grande parte, o material chega misturado, com alto volume de rejeitos, o que compromete o aproveitamento e reduz a eficiência do processo. Segundo o presidente do SLU, a participação da população é fundamental para o sucesso da gestão de resíduos: “Pequenas atitudes no dia a dia fazem grande diferença. A principal contribuição é realizar a separação correta dos resíduos dentro de casa, destinando os materiais recicláveis para a coleta seletiva nos dias e horários corretos. Utilizar os papa-entulhos para o descarte correto de restos de obras, móveis velhos, podas e galhadas é outra atitude indispensável para manter nossa cidade limpa”. No site do SLU e no aplicativo SLU Coleta DF, estão disponíveis os endereços dos papa-entulhos, além dos dias e horários da coleta seletiva.
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Encontro intersetorial discute educação baseada na natureza
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu e participou, nesta segunda-feira (25), do Encontro Intersetorial sobre Educação Baseada na Natureza (EBN), realizado na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em Brasília. O evento reuniu representantes de órgãos públicos, instituições educacionais e organizações da sociedade civil para fortalecer o diálogo sobre educação socioambiental, sustentabilidade e enfrentamento das mudanças climáticas no ambiente escolar. Encontro discute cooperação entre diferentes setores para fortalecer ações socioambientais nas escolas do Distrito Federal | Fotos: Mary Leal / SEEDF A chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF, Cibele Lima, destacou que o encontro buscou fortalecer a articulação entre diferentes setores para ampliar as ações socioambientais nas escolas do DF. “O encontro visa fortalecer a articulação intersetorial por meio da ampliação da Educação Baseada na Natureza em um espaço participativo de troca de experiências, alinhamento de perspectivas e construção de estratégias integradas, considerando os desafios da crise climática e a necessidade de fortalecimento da educação socioambiental nas instituições educacionais do DF”, afirmou. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF O conceito de Educação Baseada na Natureza está ligado ao direito das crianças de aprender e brincar em contato com ambientes naturais, dentro e fora da escola, com intencionalidade pedagógica. A proposta também dialoga diretamente com os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela necessidade de adaptação dos espaços educacionais. Segundo Cibele, a expectativa é consolidar uma rede colaborativa entre instituições e definir encaminhamentos conjuntos para os próximos anos. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos”, ressaltou. A programação contou com palestras, painéis intersetoriais e grupos de trabalho voltados à construção de estratégias integradas para ampliar ações de Educação Baseada na Natureza no Distrito Federal. Representando a SEEDF, participaram equipes de diferentes subsecretarias, diretorias e coordenações regionais de ensino (CREs), além de profissionais ligados às áreas de educação ambiental, educação integral e formação continuada. Ampliação do debate O encontro integra as ações do projeto Educação Baseada na Natureza, desenvolvido pelo Unicef Brasil em parceria com o Instituto Alana desde 2024. A iniciativa é realizada em quatro territórios do país: Distrito Federal, Salvador, Recife e Rio Grande do Norte. O projeto promove formações, elaboração de materiais pedagógicos e ações voltadas para o letramento climático e à integração entre natureza e currículo escolar. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do projeto Educação Baseada na Natureza no Instituto Alana, Gabriela Arakaki, explicou que a proposta busca ampliar o debate para além do cotidiano escolar, envolvendo também gestores e formuladores de políticas públicas. “As ações foram muito focadas no chão da escola, nos processos formativos com gestores escolares, professores e professoras. Agora, estamos pensando também na incidência desse tema no contexto dos tomadores de decisão no âmbito das políticas públicas”, destacou. O encontro também abordou o Prêmio Entre no Clima, iniciativa ligada ao projeto que reconhece experiências desenvolvidas por escolas nas áreas de mudanças climáticas, gestão de resíduos, eficiência energética e uso consciente da água. As inscrições foram encerradas em maio e 36 projetos finalistas terão suas experiências registradas em um e-book. Desses, 12 escolas serão premiadas em cerimônia marcada para 1º de julho, em Brasília, com reconhecimento nacional e premiação que conta com a instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia solar. *Com informações da SEEDF
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Prevenção contra incêndios florestais é tema de ação educativa
Em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) da Polícia Militar do DF promoveu uma ação educativa nesta sexta-feira (15), entre as 9h e as 13h, no Riacho Fundo II. O foco foi a prevenção contra incêndios florestais e a conscientização da população. Personagem temático Lobo Guará foi destaque nas abordagens, conscientizando sobre a importância da preservação ambiental | Foto: Divulgação/PMDF [LEIA_TAMBEM]A iniciativa faz parte do Plano de Ação de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif). Com apoio do personagem temático Lobo Guará, as equipes abordaram motoristas e estudantes e conversaram sobre os riscos e impactos ambientais provocados durante o período de estiagem, reforçando a importância da preservação ambiental e da prevenção a queimadas. Ao todo, aproximadamente 500 pessoas, entre motoristas e alunos do Centro de Ensino Fundamental Lobo Guará, foram atendidas durante a atividade, fortalecendo a integração entre segurança pública, educação ambiental e cidadania. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal
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Eu Amo Cerrado: plataforma interativa conecta população à biodiversidade do DF
A fauna e a flora do Distrito Federal são destaque na plataforma interativa Eu Amo Cerrado, criada pela Unidade de Educação Ambiental do Instituto Brasília Ambiental em 2019. No site, os visitantes de parques e unidades de conservação do quadradinho podem registrar fotos do que avistaram nos passeios, reforçando a conexão entre a população e a natureza local. Mapeamento da região permite expandir conhecimento sobre a biodiversidade da nossa região | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Ao reunir informações, materiais pedagógicos e experiências interativas, o portal contribui para formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma” Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental “Essa iniciativa convida crianças, jovens e adultos a conhecerem melhor a biodiversidade dos nossos parques e unidades de conservação, despertando um sentimento de pertencimento e responsabilidade pela proteção do Cerrado”, salienta o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Além de possibilitar que os cidadãos compartilhem suas experiências e descobertas, o site oferece dados sobre aves, mamíferos, anfíbios, peixes, árvores e frutos, funcionando como um guia digital gratuito. “Ao reunir informações, materiais pedagógicos e experiências interativas, o portal contribui para formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma”, resume Gutemberg. Educação ambiental [LEIA_TAMBEM]No ano passado, a plataforma foi integrada ao ambiente institucional do Governo do Distrito Federal (GDF), migrando do domínio “.com.br” para “GOV.BR” – reforçando a importância da ferramenta para a educação ambiental. Devido à atualização, o sistema de login e o registro de avistamentos estão temporariamente suspensos para adequações tecnológicas. Outras funcionalidades seguem normalmente. O programa Eu Amo Cerrado é uma campanha permanente, que inclui a plataforma online e publicações ecopedagógicas com versões virtuais e impressas, como revistas, cartazes, fôlderes, jogos, álbuns de figurinhas e fotografias. O material impresso é exposto e distribuído em diversos eventos, mostrando de forma lúdica e artística a vida do Cerrado em todas as suas manifestações. Acesse o material para impressão.
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Projeto incentivado por ONG belga integra programas do DF e promove educação ambiental com arte
Na sexta-feira (10), 35 estudantes do 4º ano do ensino fundamental da Escola Classe Interlagos participaram de uma ação educativa do Instituto Brasília Ambiental, pelo projeto Escolas de Arte do Cerrado – Exposição Bélgica, desenvolvida no âmbito dos programas Eu Amo Cerrado e Parque Educador. A iniciativa é fruto de Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o instituto e as secretarias de Educação (SEEDF) e do Meio Ambiente (Sema-DF). Alunos da EC Interlagos desenvolveram diversas atividades voltadas à valorização do Cerrado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma” Valterson Silva, presidente do Brasília Ambiental A proposta teve como objetivo integrar educação ambiental e expressão artística, promovendo a valorização do bioma Cerrado por meio de experiências práticas e criativas. Durante a programação, os alunos participaram de oficinas que envolveram pintura com tintas naturais, origami com elementos do Cerrado, música, plantio e outras vivências artísticas. “Iniciativas como essa demonstram como a educação ambiental pode ser transformadora quando associada à cultura e à vivência prática”, avaliou o presidente do Brasília Ambiental, Valterson Silva. “Estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma.” Ação integrada A ação contou com o apoio da Aldeia Altiplano, da organização não governamental (ONG) belga Picaflore, da Embaixada da Bélgica e de parceiros do Eu Amo Cerrado. O programa prevê a produção de conteúdos artísticos com potencial de integrar uma exposição na Bélgica, ainda neste ano, ampliando a visibilidade do projeto e das ações desenvolvidas no DF. [LEIA_TAMBEM]“Esse projeto nasceu de um sonho de conscientização ambiental a partir da arte, idealizado pelo agroecólogo belga Luc Vankrunkelsven, que acreditava no poder da sensibilização poética e na observação amorosa, para despertar o cuidado com o meio ambiente”, relatou a consultora ambiental Louise Amand, que trabalha na Picaflore. O Escolas de Arte do Cerrado reforça as diretrizes do programa Parque Educador, que transforma espaços naturais em ambientes de aprendizagem ao ar livre, com atividades planejadas e metodologias que estimulam o vínculo entre estudantes, meio ambiente e comunidade. “A valorização do bioma Cerrado é uma pauta global”, apontou a analista ambiental Mariana Ferreira dos Anjos, do Brasília Ambiental. “Muitas vezes o Brasil é associado apenas à Amazônia, mas o Cerrado também tem uma importância ambiental enorme e precisa ser mais conhecido e valorizado. Essa troca com a Bélgica é uma oportunidade de mostrar essa realidade e sensibilizar mais pessoas sobre a preservação do bioma.” *Com informações do Brasília Ambiental
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Projeto de educação ambiental forma alunos e incentiva descarte correto de resíduos no DF
O aprendizado sobre o destino do lixo ganhou espaço na rotina de alunos da Escola Parque da Natureza e Esporte (EPNE), no Núcleo Bandeirante. Ao longo de 2025, cerca de 1,4 mil estudantes participaram de atividades práticas e pedagógicas voltadas à separação de resíduos e à sustentabilidade. Nesta quinta-feira (19), a escola sediou a cerimônia de encerramento da primeira etapa do projeto Sensibilização Ambiental para Separação de Resíduos. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica). A proposta alia ensino, diagnóstico técnico e práticas ambientais para estimular hábitos sustentáveis desde a infância, com potencial de expansão para outras escolas da rede pública. A ação tem como base experiências observadas no Japão, referência mundial em gestão de resíduos sólidos. O engenheiro ambiental do SLU, Gustavo Menezes, destacou que a iniciativa surgiu após servidores conhecerem, no país asiático, modelos de educação ambiental aplicados diretamente nas escolas. A primeira edição do projeto ocorreu no Centro Educacional Agrourbano Ipê do Riacho Fundo II. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Vimos que o principal trabalho deles era com as crianças nas escolas, então buscamos trazer isso aqui para o Brasil e estamos aplicando pela segunda vez, alcançando cerca de 1,4 mil crianças. Elas vão ser nosso futuro, estão em idade de formação; e, quanto mais cedo construirmos a gestão correta dos resíduos sólidos, melhores serão os resultados. Para a maioria das pessoas, o resíduo some a partir do momento em que colocam ele na rua, mas existe uma infraestrutura por trás que é cara e tem um impacto no meio ambiente. Com esse tipo de educação, a gente pode ajudar a reduzir”, declarou. Rotina escolar Na EPNE, o projeto foi incorporado ao dia a dia dos alunos com atividades como separação correta do lixo, compostagem e instalação de minhocários. Também foi feito o levantamento da quantidade de resíduos gerados pela escola, permitindo que os estudantes compreendessem, na prática, o impacto do consumo. Segundo a vice-diretora da unidade, Fabiane de Castro Kawaguti, a escola já desenvolvia ações ambientais, mas o projeto ampliou o alcance e o engajamento dos alunos. “No começo, eles ficaram assustados ao ver quanto resíduo a gente gera. Eu acho que eles nunca pararam para pensar nisso. Depois, com as ações de implementação, eles ficaram empolgados em aprender como fazer o correto e levaram isso para casa, para mostrar aos pais que eles aprenderam”, relatou. Kawaguti afirmou que a cerimônia marca o encerramento de um ciclo, mas não o fim das ações: “A proposta é manter as práticas no cotidiano escolar e ampliar o alcance para novas turmas”. Entre os estudantes, o resultado foi de entusiasmo com as atividades e com o aprendizado aplicado no dia a dia. O aluno Nicolas Mesquita Carneiro, de 6 anos, ganhou um kit de presente do SLU ao fim do evento e destacou o que mais chamou atenção durante as aulas: “A gente aprendeu sobre colocar o lixo na lixeira certa, desenhou bichinhos e apreciou muito a natureza”. Na EPNE, o projeto foi incorporado ao dia a dia dos alunos com atividades como separação correta do lixo, compostagem e instalação de minhocários Já o estudante Heitor Vieira Silva, 8, ressaltou a importância do conteúdo aprendido para a convivência com o meio ambiente: “Eu gostei muito desse programa. Aprendi que você tem que jogar lixo no lixo, respeitar os animais e a natureza. Aprendi muito.” Cooperação internacional A coordenadora de projetos da agência, Christiane Hatano, enfatizou o papel das crianças como agentes de transformação e lembrou que a parceria com a Jica foi fundamental para a adaptação das estratégias utilizadas no Japão à realidade do Distrito Federal. “O Japão tem esse reconhecimento no manejo de resíduos sólidos, reciclagem e as cidades sempre são mais limpas. Eles viram essas realidades e como as crianças influenciavam até os adultos e puderam trazer essa ideia aqui para o Brasil e aplicar nas escolas. Trabalharam muito com a conscientização e os ‘os três erres’: reduzir, reciclar e reutilizar.” Além das atividades com os alunos, professores também participaram de ações formativas, incluindo visitas técnicas a estruturas do SLU para compreender o funcionamento da gestão de resíduos no DF. Coordenador do projeto pela SEEDF, Leonardo Hatano destacou o potencial de expansão e o sucesso do projeto desde sua primeira edição: “Esse projeto é interessante porque está investindo no futuro. Trabalhar as crianças de séries iniciais é interessante para conseguir mudar a forma de pensar, com essa responsabilidade em relação ao meio ambiente”.
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Jovens participam de ação socioambiental na Estrutural
Equipes do Instituto Brasília Ambiental participaram, na semana passada, de mais uma etapa do Programa de Educação Ambiental (PEA). Fruto de parceria com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e a Engnova Engenharia e Consultoria, a iniciativa tem objetivo de fortalecer a participação comunitária e promover a sensibilização ambiental em diferentes públicos. Entre as atividades, um dos destaques foi o curso de criação e edição de vídeos, com carga horária de 20 horas, voltado aos jovens da Cidade Estrutural. A formação apresentou conhecimentos técnicos de produção audiovisual utilizando o celular. Grupo fez um passeio guiado ao Parque Nacional de Brasília, onde foram desenvolvidas atividades de aprendizado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades” Celina Leão, vice-governadora Durante as aulas, os jovens aprenderam noções de filmagem, elaboração de roteiros e edição de vídeos por meio de aplicativos, desenvolvendo conteúdos que abordam a própria realidade da comunidade. Um dos temas trabalhados foi o gerenciamento de resíduos, considerado um dos principais desafios ambientais da Cidade Estrutural. Licenciamento ambiental Os programas de educação ambiental fazem parte das condicionantes dos processos de licenciamento ambiental, sendo estruturados com a participação da comunidade onde o empreendimento está inserido. As ações são definidas a partir do Diagnóstico Socioambiental Participativo, processo durante o qual moradores apresentam demandas e sugerem iniciativas voltadas à melhoria socioambiental do território. “Os PEAs são fundamentais para aproximar o desenvolvimento urbano da responsabilidade socioambiental”, aponta o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. ”A comunidade é diretamente afetada pelas intervenções e, por isso, é justo que haja investimento em projetos locais. Dessa forma, ampliamos o alcance da educação ambiental e fortalecemos a cultura de preservação no DF.” [LEIA_TAMBEM]Outra atividade do programa foi a entrega de 100 kits esportivos para crianças em situação de vulnerabilidade social, além de uma visita ao Parque Nacional de Brasília, proporcionando momentos de lazer, contato com a natureza e sensibilização ambiental. “Quando a educação ambiental chega às comunidades de forma participativa e criativa, ela transforma realidades”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Essas iniciativas despertam a consciência, criam oportunidades para os jovens e aproximam as pessoas da preservação do meio ambiente.” A educadora ambiental do instituto, Aline Barreto, reforça: “É importante que um Programa de Educação Ambiental tenha a participação da comunidade e também possa fortalecer projetos socioambientais que já existem, mas que necessitam de algum tipo de apoio”. *Com informações do Brasília Ambiental
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Zoo Animado 2026 promove dias de diversão e educação ambiental para a criançada
O Zoológico de Brasília realiza, entre quinta-feira (5) e domingo (8), das 9h às 16h, a segunda edição do Zoo Animado, evento voltado ao público infantil e às famílias que visitam o parque. A programação gratuita será no Teatro de Arena, sendo necessário apenas o pagamento do ingresso de entrada no zoológico. Durante os quatro dias de evento, o público poderá aproveitar uma programação diversificada, que inclui teatro infantil, expositores, brinquedoteca e atividades de educação ambiental. A proposta é unir lazer, cultura e conscientização em um ambiente que estimula o contato com a natureza e o respeito à fauna. A programação do Zoo Animado inclui teatro, exposição, brinquedoteca e atividades educativas | Fotos: Mardônio Vieira/Jardim Zoológico de Brasília “O Zoo Animado é uma oportunidade de aproximar ainda mais as famílias do nosso trabalho de conservação e educação ambiental. Nosso objetivo é transformar cada visita em uma experiência inesquecível de aprendizado e diversão”, destacou o diretor-presidente do zoológico, Wallison Couto. A iniciativa reforça o compromisso do Zoológico de Brasília em ampliar as ações educativas e proporcionar experiências cada vez mais interativas aos visitantes. Para este ano, a instituição se programou para oferecer ainda mais momentos de lazer aliados ao aprendizado, fortalecendo a instituição como um espaço de cultura e conservação ambiental. [LEIA_TAMBEM]Experiência Animal Além da programação especial do Zoo Animado, o público pode conferir a Experiência Animal, atração imersiva disponível no zoológico até maio. A atividade tem encantado visitantes ao proporcionar uma vivência diferenciada, ampliando a conexão entre as pessoas e os animais. A Experiência Animal está disponível das 10h às 16h, de terça a domingo, ao lado do rinoceronte Thor. A programação também é gratuita. *Com informações do Jardim Zoológico de Brasília
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GDF fortalece recuperação ambiental com plantio de mais de 300 mudas em Sobradinho
A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com a Organização da Sociedade Civil Associação SOS Ribeirão Sobradinho, plantou, no último sábado (21), mais de 300 mudas de espécies nativas do Cerrado no Parque Ecológico Canela de Ema, em Sobradinho. A ação contou com a participação da comunidade e integra medidas voltadas à recuperação ambiental da área e à proteção dos recursos hídricos da bacia do Ribeirão Sobradinho. A atividade foi precedida por mutirão de limpeza realizado em 7 de fevereiro, no Jardim do Refúgio, no Canela de Ema, quando foram preparados os berços destinados ao plantio das mudas. A iniciativa envolveu moradores da região nas etapas de preparo e recuperação ambiental da área. Além de sustentabilidade, o plantio de mudas é uma ação que melhora a qualidade de vida da população | Foto: Divulgação/Sema-DF As ações integram o projeto Viveiro Educativo, formalizado por meio do Termo de Fomento MROSC nº 03/2025. O projeto reúne atividades de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e mobilização comunitária voltadas à preservação da bacia do Ribeirão Sobradinho. “O Viveiro Educativo integra educação ambiental e restauração ecológica, fortalecendo o cuidado com as bacias hidrográficas e ampliando a participação da comunidade na proteção do território”, disse o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Luciano Miguel, ressaltou a atuação técnica das equipes envolvidas nas ações. “A integração das áreas técnicas permite avançar na recuperação ambiental e fortalecer as iniciativas de gestão das águas e resíduos sólidos, com foco na sustentabilidade e na participação social”, afirmou. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também comentou a iniciativa: “É um projeto muito importante que reforça a importância de o poder público e a população caminharem juntos na proteção do meio ambiente. É sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida no presente e no futuro.” O Parque Ecológico Canela de Ema se localiza entre Sobradinho II e o Setor de Condomínios. A área abriga lagoa, regiões brejosas e cerrado de altitude, com formações como campos de murundus e buritizais, além de servir de refúgio para espécies da fauna do Cerrado. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas para ampliar o diálogo com a comunidade e incentivar o cuidado contínuo com o território. *Com informações da Sema-DF
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Programa Parque Educador abre 72 vagas para escolas públicas
Por meio de parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental, a Secretaria de Educação (SEEDF) abriu o período de inscrições para o primeiro semestre de 2026 do programa Parque Educador. As inscrições podem ser feitas neste link. Programa terá atividades organizadas por etapas de quatro e dez encontros semanais | Foto: Evelyn Galvão/SEEDF “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral A ação tem 72 vagas, organizadas em modalidades de quatro e dez encontros semestrais, com prazo até 6 de março, e incentiva escolas da rede pública a utilizarem parques e unidades de conservação como ambientes educativos, fortalecendo o eixo de sustentabilidade do Currículo em Movimento. O programa oferece transporte e estrutura para as visitas. À escola cabe a organização do lanche e o acompanhamento dos estudantes por, no mínimo, dois responsáveis. “O Parque Educador transforma parques e unidades de conservação em ambientes educativos, articulando teoria e prática”, resume a chefe do Núcleo de Educação Ambiental da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), Cibele Lima. “Os estudantes vivenciam temas como sustentabilidade, cidadania e preservação ambiental a partir do contato direto com o território e com o Cerrado.” De acordo com a gestora, a ação contribui também para democratizar o acesso ao meio ambiente, fortalecer o currículo escolar e estimular o sentimento de pertencimento e responsabilidade socioambiental entre os alunos da rede pública. Aprender com a natureza [LEIA_TAMBEM]Criado em 2018, o programa já atendeu milhares de alunos em unidades de conservação do DF, como os parques ecológicos de Águas Claras, Sucupira, Saburo Onoyama, Três Meninas e Riacho Fundo. Segundo a professora Ana Carolina Gonçalves, executora do programa pela SEEDF, mais de 23 mil jovens já participaram das atividades, que tornam o aprendizado mais próximo da realidade. “A experiência fora da sala de aula desperta maior interesse dos estudantes e fortalece o protagonismo juvenil”, afirma a docente. Como resultado, escolas participantes já levaram projetos desenvolvidos no programa para o Circuito de Ciências e para a Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente. Para Ana Carolina, o impacto do Parque Educador vai além das visitas aos parques. “O programa fortalece os projetos político-pedagógicos das escolas e contribui para a formação de jovens mais conscientes e atuantes em suas comunidades”, enfatiza. *Com informações da Secretaria de Educação
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Jardim Botânico abre agenda de educação ambiental para visitas orientadas em 2026
O Jardim Botânico de Brasília (JBB) já está com a agenda de visitas orientadas pela educação ambiental aberta para o ano de 2026. A iniciativa é voltada para escolas, instituições públicas e privadas, projetos sociais e demais grupos interessados em vivenciar experiências educativas em contato com o bioma Cerrado. As visitas pedagógicas ocorrem de terça a sexta-feira, nos períodos da manhã e da tarde, e são conduzidas pela equipe de educação ambiental do JBB. A programação tem como objetivo promover a sensibilização ambiental, o conhecimento científico e a valorização do Cerrado por meio de atividades educativas adaptadas ao perfil de cada grupo. As visitas podem ocorrer em duas modalidades. Na visita com atendimento de educador ambiental, os grupos contam com o acompanhamento direto dos profissionais do JBB durante o percurso, com roteiros que abordam temas como flora, fauna, conservação ambiental, água, solo, ecologia e fitofisionomias do Cerrado. Já na visita com acolhimento, a equipe realiza a recepção do grupo, com orientações iniciais sobre o espaço, e a responsabilidade pedagógica fica a cargo da instituição visitante. A programação tem como objetivo promover a sensibilização ambiental, o conhecimento científico e a valorização do Cerrado por meio de atividades educativas adaptadas ao perfil de cada grupo | Foto: Divulgação/JBB Em 2026, o Jardim Botânico de Brasília também disponibiliza o agendamento para as Trilhas 60+, atividade especialmente voltada para o público com mais de 60 anos, que alia educação ambiental, bem-estar e contato com a natureza em um ambiente seguro e acessível. A equipe de educação ambiental destaca que, no segundo semestre, especialmente entre os meses de julho e setembro, a procura por visitas é mais intensa, o que pode levar ao rápido preenchimento das vagas. Por isso, o agendamento das visitas orientadas devem ser realizados com antecedência mínima de 15 dias, por meio do formulário disponível no site oficial do JBB. Vale ressaltar que, devido à execução do Plano de Retirada dos Pinheiros na área de visitação, a área do Piquenique e do Parque Infantil encontra-se interditada por tempo indeterminado. A taxa de visitação é de R$ 5 por pessoa, com isenção para crianças até 12 anos incompletos, idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência, escolas públicas, projetos sociais e instituições filantrópicas. Mais informações e esclarecimento de dúvidas podem ser obtidos junto à equipe de educação ambiental do Jardim Botânico de Brasília. Contato Dúvidas – Educação Ambiental JBB Telefone: (61) 98199-1498 E-mail: educacaoambiental@jbb.df.gov.br Site: www.jardimbotanico.df.gov.br *Com informações do JBB
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Jardim Botânico de Brasília encerra 2025 com recorde de visitação e avanços na conservação do Cerrado
O Jardim Botânico de Brasília (JBB) encerra 2025 reafirmando seus pilares institucionais: manutenção de coleções de plantas, pesquisa, educação ambiental e lazer voltados à conservação do Cerrado. Ao longo do ano, o JBB ampliou sua presença junto à população, alcançando 204.422 visitantes, número impulsionado pelo programa Lazer Para Todos, que garantiu entrada gratuita aos domingos e feriados. A educação ambiental também apresentou resultados expressivos, com a participação de 21.076 pessoas em visitas pedagógicas. Entre as melhorias estruturais, destacam-se a revitalização do Jardim de Contemplação, a inauguração de novos playgrounds e a pavimentação do acesso entre o Centro de Visitantes e o Centro de Excelência do Cerrado, facilitando o deslocamento de visitantes e servidores. O JBB também implantou o Centro de Educação Ambiental do Cerrado, novo espaço voltado ao atendimento pedagógico. Outra ação relevante foi a retirada de espécies exóticas, como pinheiros, do Centro de Visitantes, medida essencial para proteger a vegetação nativa e reduzir riscos de incêndios. O JBB ampliou sua presença junto à população, alcançando 204.422 visitantes em 2025 | Fotos: Divulgação/JBB Ciência e pesquisa A Revista Heringeriana alcançou recordes históricos, passando de 22.311 visualizações em 2024 para 43.129 em 2025, reflexo da qualidade científica e das ações de divulgação do órgão. No período, foram registradas 29 submissões para publicação. O JBB também celebrou marcos importantes com a publicação do regulamento da Revista Heringeriana, além do lançamento do primeiro Guia de Flora: Ervas e Arbustos, que reúne informações sobre 548 espécies registradas no Cerrado do JBB, e do Dicionário Etimológico, obra produzida em parceria com o professor Stephen Harris, da Universidade de Oxford. Outro destaque foi a cartilha Lendas & Saberes do Cerrado, que valoriza a cultura e a memória dos povos originários. A produção de mudas superou novamente as metas, com mais de 50 mil mudas nativas produzidas, fortalecendo ações futuras de reflorestamento no Distrito Federal. A educação ambiental também apresentou resultados expressivos, com a participação de 21.076 pessoas em visitas pedagógicas Prevenção e gestão A infraestrutura interna foi aprimorada com a reforma do prédio da Brigada de Incêndio Florestal, da Superintendência de Conservação e com a implantação de irrigação no Jardim Evolutivo, garantindo a manutenção adequada do espaço. O JBB conquistou ainda o Selo de Acessibilidade e o Prêmio ITA, reconhecimento da Controladoria-Geral do DF pelo compromisso com a transparência pública. [LEIA_TAMBEM]Complementando as ações de conservação, o Jardim Botânico realizou o monitoramento da fauna da Estação Ecológica por meio de câmeras trap, com 408 registros ao longo do ano. No segundo semestre, também foi realizado o monitoramento de borboletas, que contabilizou 234 indivíduos de 13 espécies, contribuindo para a proteção da biodiversidade local. O diretor-presidente do JBB, Allan Freire, destaca: “Cada avanço de 2025 é fruto do trabalho integrado das equipes, comprometidas diariamente com a proteção do Cerrado e com a entrega de serviços de excelência à população”. *Com informações do Jardim Botânico de Brasília (JBB)
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Projetos da área ambiental fecham o ano com com aprovação de R$ 5,4 milhões em recursos
O Instituto Brasília Ambiental promoveu, na tarde desta segunda-feira (15), a última reunião do ano da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf). O encontro resultou na aprovação de recursos no valor de R$ 5.439.214,56. Na pauta, as propostas tratavam, entre outros assuntos, de cercamentos de unidades de conservação, material ecopedagógico para o programa Eu amo o Cerrado e calendário das reuniões ordinárias para 2026. Durante a reunião, foram abordados diversos temas que reforçam o empenho na preservação do meio ambiente | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Foram aprovadas seis reuniões ordinárias para o próximo ano, em 26/2, 16/4, 18/6, 13/8, 15/10 e 10/12, sempre às 14h30, na sala de reuniões do 4º andar da sede do Brasília Ambiental. Foi aprovado também, como segundo item da pauta, o Plano de Diretrizes para Aplicação dos Recursos de Compensação Florestal para o triênio 2026/2028. R$ 1.715.708,39 Total de recursos originários de compensação florestal a serem empregados em ações ambientais A terceira aprovação destinou R$ 1.715.708,39, recursos de compensação florestal, à aquisição e instalação de três torres inteligentes e de sala de controle. O objetivo é ampliar a área de monitoramento da qualidade do ar do Distrito Federal e melhorar a comunicação pública ambiental. As torres serão integradas ao sistema de monitoramento ambiental já existente na autarquia. No quarto item da pauta foram direcionados R$ 260.876,89 à produção de materiais ecopedagógicos do programa Eu Amo o Cerrado, que é uma campanha de sensibilização de educação ambiental criada para divulgar informações sobre a biodiversidade do Cerrado. O programa sensibiliza o olhar das pessoas para as riquezas naturais do bioma. Atualmente é composto por dois projetos: o site e a coleção de publicações ecopedagógicas. A aquisição de uniformes para os servidores do Brasília Ambiental foi a quinta proposta aprovada. “A padronização da identidade visual dos servidores que atuam na fiscalização, nas unidades de conservação e no licenciamento ambiental contribui não apenas para a organização e o reconhecimento das equipes em campo, mas também para a proteção dos próprios servidores durante o exercício de suas atividades”, ressaltou a secretária-executiva em exercício do Brasília Ambiental, Danyella Shayene. “Além disso, o uso do uniforme oficial reforça a presença do Estado nas áreas ambientais, conferindo maior legitimidade, visibilidade e segurança às ações desenvolvidas em prol da proteção ambiental”. Cercamentos [LEIA_TAMBEM]Os itens finais da pauta trataram dos cercamentos dos parques Distrital do Gama e do Ecológico Enseada Norte, que ganharão portões. Ambas as aquisições virão de recursos de compensação ambiental. Para o primeiro foi aprovado um investimento de R$ 2.382.391,02; para o segundo, de R$ 188.281,38. A superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água em exercício, Marcela Versiani, enfatizou que o Parque Distrital do Gama é uma unidade de grande relevância ambiental, é preservado e tem um grande fluxo de fauna. O cercamento visa, entre outras coisas, a evitar que os animais se desloquem até a estrada e se tornem vítimas de atropelamento. Já o Enseada Norte, por não ter cercamento, hoje está exposto a situações indesejadas que destoam do seu objetivo, como depósito irregular de lixo. “Essas situações colocam em risco a proteção ambiental a que se destina o espaço”, lembrou a superintendente. A vice-governadora do DF, Celina Leão, ressaltou a importância do trabalho da Ccaf. “A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal faz a gestão e destinação dos recursos e medidas provenientes de empreendimentos com impactos ambientais significativos; é a instância que garante ao DF um desenvolvimento econômico de forma sustentável e em conformidade com a legislação ambiental”, declarou. *Com informações do Brasília Ambiental
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APA do Lago Paranoá é beneficiada com plantio de mudas
Na manhã desta sexta-feira (28), a Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Associação dos Chacareiros do Núcleo Rural Córrego do Urubu (Anru) e o Instituto Arvoredo, plantou 300 mudas em área rural localizada no Lago Norte, pertencente à Área de Proteção Ambiental (APA) do Lago Paranoá. Estudantes participaram do plantio e depois saborearam lanches com frutos do Cerrado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental As mudas plantadas foram doadas por meio de acordo de cooperação técnica firmado entre o Brasília Ambiental e o Instituto Arvoredo, na execução de ações de integração da sociedade com o meio ambiente, para a conscientização e a preservação do Cerrado. Mais de 200 alunos da Escola Classe Beija-Flor, da Asa Norte, participaram do projeto. Além de ajudarem no plantio, também puderam saborear frutas nativas do Cerrado, como macaúba, jatobá, acerola e manga. Concluído o trabalho, fizeram uma trilha, conduzida pelas professoras, até a área que futuramente abrigará o Parque Ecológico Pedra dos Amigos. [LEIA_TAMBEM]A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, elogiou a iniciativa: “Ações educativas como essa são fundamentais para cuidar do nosso Cerrado, reforçando a importância de poder público e sociedade caminharem juntos para cuidar do meio ambiente e garantir um futuro sustentável para todos”. Ao final da atividade, os estudantes puderam se refrescar com a água do recém- inaugurado filtro natural do Centro Comunitário Córrego do Urubu, que funciona por meio de uma tecnologia sustentável, na qual a captação e a filtragem se dão pela luz solar. A qualidade da água desse filtro foi atestada pelo projeto Jardim de Chuva, do Instituto Oca do Sol, que faz o monitoramento. O estudo revelou que a água está com ph7, de ótima qualidade para a saúde, demonstrando o cuidado que a comunidade local tem com os recursos hídricos de uma região tão rica em nascentes. *Com informações do Brasília Ambiental
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Zoológico de Brasília celebra o Dia das Crianças com programação gratuita para toda a família
O Zoológico de Brasília preparou um fim de semana especial para comemorar o Dia das Crianças, com uma programação gratuita e repleta de diversão, aprendizado e contato com a natureza. As atividades serão nos dias 11 e 12 de outubro e prometem encantar visitantes de todas as idades. Com entrada e atividades totalmente gratuitas, o Zoológico de Brasília convida o público a aproveitar o fim de semana em família, celebrar a infância e fortalecer a conexão com a natureza. Com o objetivo de proporcionar momentos de lazer e educação ambiental para as famílias, o Zoo programou diversas atrações que valorizam a convivência, o cuidado com os animais e o amor pela natureza. Além das atividades recreativas, o público poderá participar de ações de vacinação gratuita, oferecidas em parceria com a Secretaria de Saúde. Shows de mágica são uma das atrações do Zoológico para o Dia das Crianças | Foto: Divulgação/Zoológico de Brasília A programação de sábado será marcada por apresentações teatrais, atividades recreativas para o público infantil e tendas de educação ambiental, onde os visitantes poderão aprender mais sobre o trabalho de conservação realizado pela Fundação Jardim Zoológico de Brasília. [LEIA_TAMBEM]No domingo, a festa continua com brinquedos infláveis, atividades recreativas e apresentações teatrais. As tendas de educação ambiental também estarão disponíveis, reforçando a importância da conservação da fauna e flora do Cerrado. Também haverá uma feira de artesanato, em parceria com a Secretaria de Turismo, reunindo produtos locais e opções de lembranças sustentáveis. Além das atrações, o domingo será marcado pelo lançamento do livro Pequi e o Cerrado Voador, uma obra da AVINC e do Jaguaracambé, que traz a história da loba-guará Pequi, animal que foi resgatado, reabilitado no Zoológico de Brasília e devolvido à natureza. Dia das Crianças Local: Zoológico de Brasília Data: 11 e 12 de outubro Horário: das 8h30h às 16h *Com informações do Jardim Zoológico
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Fórum destaca projetos de educação ambiental em escolas públicas do DF
Em homenagem à Semana do Cerrado — que se encerrou nessa quinta-feira (11), no Dia do Cerrado —, foi realizado o VII Fórum Permanente de Educação Ambiental, na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). O encontro, ocorrido na quarta (10), reuniu professores das coordenações regionais de ensino (CREs) e servidores da Secretaria de Educação (SEEDF) para debater o tema “A justiça climática e a construção de territórios sustentáveis”. O fórum teve como tema 'A justiça climática e a construção de territórios sustentáveis' | Foto: André Amendoeira/SEEDF Professor de biologia e servidor da Gerência de Educação Ambiental, Língua Estrangeira, Memórias e Arte-Educação (Geapla), José Ricardo Neto, 53 anos, relatou que ele e os colegas organizam o fórum anualmente com temáticas diferentes, de modo que os docentes da rede reflitam e se inspirem para elaborar planos de aula e projetos voltados à educação ambiental. [LEIA_TAMBEM]“Trazemos práticas inspiradoras de uma escola para as outras verem e se motivarem a fazer seus próprios projetos. Queremos mostrar para o professor que a proposta dele tem visibilidade”, afirmou. Entre os trabalhos apresentados, a Escola Classe (EC) 02 do Guará e a Escola Classe Paraná, de Planaltina, se destacaram com a criação de uma ecomoeda. Os alunos coletam resíduos sólidos, como garrafas PET e latas de alumínio, que depois são recolhidos por uma cooperativa. O material é pesado e gera um valor pago à rede de ensino. Com o dinheiro arrecadado, os estudantes, junto aos professores, decidem como utilizá-lo — na reforma do ginásio, na organização de uma festa ou em outras ações. Escolas de diferentes regiões do Distrito Federal apresentaram projetos de educação ambiental | Foto: Catharina Braga/SEEDF Relevância Durante a abertura, a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF, Vera Barros, ressaltou a importância do fórum: "Ele não é apenas um espaço de troca de experiência e de saberes, mas também um chamado a um compromisso coletivo com o futuro das comunidades, do nosso país e do nosso planeta". O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, destacou que a maioria dos problemas enfrentados pela instituição poderia ser evitada com mais consciência ambiental da população. “Para nós, parcerias como esta trazem um aprendizado muito grande, pois estamos reconstruindo nossa estratégia nacional de educação ambiental. É justamente por meio do diálogo com quem está na ponta, fazendo educação, que conseguiremos fazer algo mais assertivo”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Escola de Brazlândia comemora a Semana do Cerrado com atividades de conscientização
Criado em 2003 com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do bioma, o Dia Nacional do Cerrado é celebrado nesta quinta (11). A partir dessa temática, ocorre a Semana do Cerrado, com diversas atividades e programações nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Alunos da Escola Parque da Natureza de Brazlândia já estão desenvolvendo atividades comemorativas à Semana do Cerrado | Foto: André Amendoeira/SEEDF A Escola Parque da Natureza de Brazlândia já começou a comemorar a data, com a nona edição do projeto C.O.R (Cerrado: Oxigênio da Rede). Com o tema “Aquilombar o Cerrado: todas as vidas importam”, a iniciativa começou nesta segunda (8) e segue até quinta-feira. O C.O.R começou a ser desenvolvido em 2015. Os alunos poderão escolher entre os módulos “Na cozinha de mãinha”, que trabalhará questões ambientais, culturais e históricas das comunidades quilombolas; “Matérias-vivas do Cerrado”, em que aprenderão sobre tecnologias ancestrais e tradições; “Cerrado: todas as vidas, o mesmo lar”, que explora as relações entre o ser humano e a natureza; e “Soncata”, a turma vai construir e tocar instrumentos musicais fabricados a partir de materiais recicláveis. O diretor da escola, Alan Ribeiro, era professor na época em que o C.O.R foi criado. “Desde quando a escola nasceu, o propósito era trazer Brazlândia como o cinturão verde do DF, porque muitas frutas e hortaliças da capital são produzidas aqui”, lembra. “Como sempre tivemos uma educação ambiental bem forte, o projeto veio da ideia de mostrar a importância do Cerrado para as outras unidades da rede de ensino”. Bioma ameaçado [LEIA_TAMBEM]Segundo maior bioma do Brasil, o Cerrado abrange 12 estados, incluindo o Distrito Federal, 25% do território nacional. Abrigando 5% da diversidade biológica do planeta, com cerca de 30 espécies por metro quadrado, é o bioma mais ameaçado do país, tendo registradas 300 espécies que se encontram em risco de extinção. Com 900 alunos do 1º ao 5º ano, a Escola Parque da Natureza de Brazlândia atende seis instituições de ensino rurais e duas urbanas. De acordo com o diretor, as atividades buscam reforçar, nos alunos, a importância do papel da comunidade no manejo da natureza. “As pessoas da cidade nem sempre valorizam o trabalhador rural, então queremos desmistificar isso e mostrar que o Cerrado, local onde eles estão, é importante”, afirma. Professor de artes visuais da rede de ensino há dez anos, Orlando Pereira dos Santos conta que, mesmo fora da Semana do Cerrado, os educadores abordam o tema. “O carro-chefe é o Cerrado: sensibilizar para ter respeito com a natureza”, aponta. “Fazemos parte do meio ambiente sendo o meio ambiente. É uma troca de saberes aqui. Os alunos nos trazem os conhecimentos das famílias deles, e nós passamos as informações que complementam esse saber de forma que não haja mais desmatamento ou poluição”. *Com informações da Secretaria de Educação
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Zoológico de Brasília lança edital para projeto de experiência imersiva com animais
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) divulgou o Edital de Chamamento Público nº 02/2025, que selecionará uma organização da sociedade civil (OSC) para executar o projeto Experiência Animal – Zoológico de Brasília. A iniciativa busca transformar a visitação em uma vivência imersiva, lúdica e interativa, reforçando o papel do Zoo como espaço de educação ambiental e entretenimento responsável. O valor total destinado à execução do projeto Experiência Animal é de até R$ 4,5 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O projeto tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade por meio da experimentação sensorial e educativa, promovendo a conscientização ecológica entre visitantes de todas as idades. Estão previstas atrações como estações temáticas interativas, painéis sensoriais, simuladores, oficinas com monitores especializados e espaços multimídia voltados à conservação da fauna. O valor global destinado à execução da parceria é de até R$ 4,5 milhões, com vigência inicial de 12 meses. A OSC selecionada deverá garantir acessibilidade universal, práticas sustentáveis e gestão eficiente dos recursos, além de implantar estruturas inovadoras, como containers climatizados, infláveis temáticos e equipamentos de realidade aumentada. [LEIA_TAMBEM]As inscrições estarão abertas por 30 dias a partir da publicação do edital no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). As propostas devem ser enviadas em formato digital para o e-mail atendimento@zoo.df.gov.br. Após a avaliação técnica e documental, a entidade vencedora assinará um termo de colaboração com a FJZB. Com público anual superior a um milhão de visitantes, o Zoológico de Brasília pretende, com o Experiência Animal, consolidar-se como referência nacional em educação ambiental interativa, unindo ciência, lazer e sensibilização ecológica em um só espaço. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB)
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Visitantes do Zoológico de Brasília conhecem a rotina de cuidados dos animais
O Zoológico de Brasília está com inscrições abertas para o Zoo Experiência, visita monitorada que leva o público a áreas restritas e mostra os bastidores dos cuidados aos animais que vivem no local. Durante o percurso, os participantes acompanham a preparação das dietas, observam e participam da alimentação de algumas espécies, conhecem espaços que normalmente não são abertos ao público e entendem o trabalho de manejo realizado diariamente pelos tratadores. Ao todo, são 1.040 vagas por temporada, distribuídas em turmas de 10 a 30 pessoas, com monitoria especializada de biólogos e veterinários que atuam na instituição. A atividade custa R$ 50 por participante e deve ser agendada pelo e-mail atendimento@zoo.df.gov.br. Além do público em geral, o programa garante gratuidade para 10 grupos escolares da rede pública do DF por ano, mediante agendamento que deve ser feito pela escola. As visitas ocorrem às terças e às quintas-feiras, às 9h e às 14h. No Zoo Experiência, turmas de até 30 pessoas visitam o zoológico acompanhadas de biólogos e veterinários | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Já o Zoo Noturno, realizado nos mesmos dias, das 19h às 21h, apresenta os hábitos de espécies de vida noturna, com orientações específicas para manter o silêncio e respeitar o espaço dos animais. O agendamento é obrigatório e as dúvidas podem ser elucidadas pelo WhatsApp (61) 98199-0271, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h. As vagas para o Zoo Noturno deste ano já acabaram. Educação ambiental Segundo o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, Wallison Couto de Oliveira, a iniciativa cumpre papel essencial de educação ambiental. “Esse é o nosso carro-chefe, um programa que existe há mais de 40 anos. Queremos aproximar a população e mostrar o trabalho de bastidores e despertar a consciência ambiental”, afirma. "O aprendizado vai além dos muros da escola. Aqui, os estudantes vivenciam a prática da conservação e entendem por que é fundamental proteger a fauna brasileira" Wallison Couto de Oliveira, diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília Ele destaca que, mais do que meros passeios, o Zoo Experiência e o Zoo Noturno fortalecem a missão do Zoológico de Brasília: acolher animais vítimas do tráfico ou de maus-tratos, investir em educação ambiental e assegurar condições dignas à fauna que vive sob os cuidados da instituição. Para Couto, essa política reforça a função social da instituição: “O aprendizado vai além dos muros da escola. Aqui, os estudantes vivenciam a prática da conservação e entendem por que é fundamental proteger a fauna brasileira”. Experiência que inspira O biólogo David Dantas Martins é um dos guias que conduzem os grupos. Pós-graduado em educação ambiental, ele destaca que o programa é uma oportunidade de derrubar mitos e mostrar como todos os animais têm relevância no equilíbrio da natureza. “Não é todo mundo que tem contato com esses bichos. Alguns desses animais são exóticos, eles não são da nossa fauna. Então, além do público conseguir chegar um pouco mais perto, a gente consegue mostrar o papel da educação, de mostrar que a gente pode e deve coexistir com esses animais. A gente é importante para eles e eles são extremamente importantes para nós também”, ensina. Nina Jannuzzi: "É uma forma de sensibilizar a população, despertar novas gerações e mostrar que cada visitante também pode ser protagonista na defesa da biodiversidade" A veterinária Nina Jannuzzi destaca o impacto pedagógico: “Muitas crianças saem daqui dizendo que querem ser biólogas ou veterinárias. Isso mostra como a experiência desperta vocações e amplia horizontes”. “É uma forma de sensibilizar a população, despertar novas gerações e mostrar que cada visitante também pode ser protagonista na defesa da biodiversidade”, conclui. Participantes destacam aprendizado Anderson Sena de Brito participou do Zoo Experiência e do Zoo Noturno: "É uma vivência que transforma o olhar sobre o zoológico" [LEIA_TAMBEM]O biólogo Anderson Sena de Brito levou as duas filhas adolescentes para participar do passeio. Ele, que já participou tanto do Zoo Experiência quanto do Zoo Noturno, reforça o caráter educativo do projeto. “O passeio desmistifica informações equivocadas e evidencia a seriedade do trabalho realizado com os animais. É uma vivência que transforma o olhar sobre o zoológico”, avalia. A artista plástica Cristina Lúcia Fonseca, que levou as filhas gêmeas de 12 anos, também aprova a iniciativa: “É uma atividade que tira os adolescentes das telas e mostra um mundo vivo, que precisa de cuidado. O que mais me marcou foi ver o bem-estar animal tratado como prioridade aqui”, revela. “Não vejo o zoológico como um museu de quadros, mas sim, como espaço de preservação, principalmente porque eles são seres vivos. E essa visita ajuda a conscientizar os jovens disso”, conclui.
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Estudantes de Ceilândia visitam Museu do SLU
Nesta quarta-feira (3), o Museu do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recebeu 53 estudantes do ensino fundamental I da Escola Classe 26 de Ceilândia para uma verdadeira viagem no tempo. Os alunos conheceram peças curiosas e inusitadas encontradas no lixo desde a década de 1990 e participaram de ação de educação ambiental. A atividade faz parte do projeto Turismo Mais Brasília, iniciativa do Instituto Evolui em parceria com as secretarias de Turismo e de Educação do Distrito Federal. O objetivo é promover experiências culturais e históricas em pontos turísticos da capital, especialmente voltadas para estudantes da rede pública e moradores de regiões periféricas. Objetos antigos despertaram a curiosidade das crianças | Fotos: Divulgação/SLU No Museu da Limpeza Urbana, os estudantes se encantaram com objetos que marcaram gerações: telefones de disco, orelhões com ficha, máquinas de escrever, televisores de tubo, celulares antigos, câmeras fotográficas analógicas, entre muitos outros itens. Cada peça revela um pouco da vida em uma época sem internet e sem as tecnologias modernas. “Pesquiso constantemente pontos turísticos e vi o Museu do SLU nas redes. Essa visita é fundamental para que os alunos valorizem o trabalho da limpeza urbana. Eles ficam encantados com tantas relíquias do passado”, destacou a coordenadora do projeto, Samara Cardoso. A experiência também despertou reflexões importantes sobre o cuidado com o meio ambiente. Aluna do 4º ano, Ludmila Santiago contou que aprendeu muito com a visita: “Gostei das peças antigas e também aprendi que precisamos separar o lixo e não jogar nas ruas”, disse. Os estudantes acompanharam atentos as explicações dos servidores do museu sobre a história dos resíduos sólidos no Distrito Federal. “Aqui temos maquetes do antigo Lixão da Estrutural e do atual Aterro Sanitário de Brasília que nos ajudam a mostrar a evolução no tratamento dos resíduos, que hoje segue técnicas ambientalmente corretas para dar a destinação adequada aos resíduos”, explicou Elizete Baltazar, servidora responsável pela curadoria do museu. *Com informações do SLU
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Meio ambiente: projeto de escola pública do DF é destaque em conferência internacional
Na última semana de agosto, Brasília sediou uma das conferências ambientais mais importantes do mundo: a II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (Cirsol). Em meio aos debates do evento que trouxe vozes de todo o planeta à capital, destacou-se a energia contagiante dos estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) GAN, do Plano Piloto, que demonstraram no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, o poder da educação ambiental na prática. Em um dos estandes mais movimentados, o CEF GAN apresentou o projeto Eco Gan, uma iniciativa que integra diversas disciplinas à educação ambiental. O que começou como um programa de reciclagem orgânica para alimentar as galinhas do galinheiro da escola, hoje tornou-se uma ação ampla de coleta seletiva e economia criativa, cujos materiais são revertidos em benefícios diretos para os alunos por meio de parcerias com cooperativas. Para engajar os estudantes durante o evento, a professora Júlia Schnorr, uma das articuladoras do projeto, preparou uma dinâmica investigativa. Os alunos reuniram tampinhas recicláveis consumidas durante o evento e perguntaram à professora se poderiam guardá-las no residuário | Foto: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Separados em grupos, os alunos receberam perguntas como: “Qual é a diferença de um lixão e de um aterro sanitário?”; “Como funciona a reciclagem de plástico?” e “Qual é a diferença entre resíduo e rejeito?”. A missão era encontrar as respostas nos estandes da conferência, como os do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Secretaria de Meio Ambiente, estimulando a curiosidade e o aprendizado ativo. Pilares Júlia explica que o Eco Gan, agora parte do projeto político-pedagógico (PPP) da escola, se baseia em três pilares fundamentais. “O projeto atua em três frentes: cidadania, economia solidária e meio ambiente. A gente já tinha um galinheiro na escola, responsável por cuidar de todo o resíduo orgânico. Com a implementação do Eco Gan, qualificamos esse processo e demos início à educação ambiental de forma estruturada”, detalha a professora. A primeira etapa envolveu a criação do "Papá da Galinha", um recipiente em que toda a comunidade escolar deposita restos de alimentos. O que antes era um desafio cultural, de misturar todo o lixo, hoje é um hábito consolidado. A professora conta que um estudo de gravimetria (pesagem do lixo) revelou um dado impactante: “Chegamos à constatação de que 52% do lixo da escola, pelo menos naquele dia, era orgânico. Isso mostrou a necessidade de qualificar nosso galinheiro, que dá conta da maior parte desse resíduo", conta. [LEIA_TAMBEM]Reciclagem transformada em melhorias Para os resíduos recicláveis, a solução foi o "residuário", incentivando os alunos a fazerem a separação correta. A iniciativa gera frutos concretos por meio da economia solidária. As tampinhas, por exemplo, são destinadas ao projeto "Pata na Tampa" para castração de animais. “Temos parceria com uma cooperativa de catadores da Asa Norte. As latinhas são nosso carro-chefe. Elas são vendidas, e o dinheiro retorna para os próprios meninos via orçamento participativo”, explica Júlia. No ano passado, a verba foi usada para reformar banheiros e realizar a festa do Dia das Crianças. Este ano, o objetivo é comprar uma mesa de air hockey. “Faltam R$ 129. São crianças, então os desejos atendem à necessidade brincante do ser humano”, indica a professora. A experiência na Cirsol ampliou o horizonte dos jovens participantes, que puderam ver de perto a aplicação dos conceitos aprendidos na escola. “Com o Eco Gan, a gente pode conscientizar mais alunos, professores e também os ajudantes da limpeza. Com a reciclagem, o planeta vai ser um pouco mais saudável, porque a gente já está estragando ele”, declarou Mel de Lima, estudante do CEF GAN do Plano Piloto. *Com informações da Secretaria de Estado de Educação
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DF leva inovações na gestão de resíduos sólidos para conferência internacional
Entre os dias 24 e 29 de agosto, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) marcou presença com diversas contribuições na II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (Cirsol). A autarquia promoveu atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos. Uma das principais iniciativas do SLU foi a instalação de um estande de orientação ambiental no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, uma das sedes da conferência. No local, equipes de servidores apresentaram inovações tecnológicas aplicadas à execução e ao planejamento dos serviços, além de avanços na gestão de resíduos sólidos. O estande de orientação ambiental do SLU, montado no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, atraiu diversos visitantes | Fotos: Divulgação/SLU Professora de biologia do Centro de Ensino Médio da Asa Norte (Cean), Camila Colonna visitou o espaço e conheceu mais sobre as iniciativas da autarquia. "Foi muito interessante, pois pude aprender desde como funciona a coleta de resíduos na minha casa até o transporte deles para o aterro sanitário", destacou. Outra forma de participação do SLU na Cirsol foi por meio da presença de servidores em painéis temáticos. A diretora técnica da autarquia, Andrea Almeida, compôs o painel “Reflexões sobre a coleta seletiva como instrumento de inclusão social e de melhoria da gestão dos resíduos”. Já os servidores Francisco Mendes e Júlio Campos abordaram os temas “Gestão dos resíduos sólidos como aceleradora da Agenda 2030” e “Os desafios da educação ambiental e a conscientização pública”, respectivamente. O diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, reforçou o apoio da autarquia ao evento. “O SLU desempenha um papel fundamental não apenas na gestão de resíduos, mas também na promoção da educação ambiental. Por isso, apoiamos a Conferência, que se destaca pela relevância dos diálogos, pela troca de experiências e pela oportunidade de aprofundar o debate, oferecendo orientação e conscientização à sociedade”, afirmou. Durante a conferência, o SLU realizou atividades de educação ambiental, palestras e ações de orientação sobre a gestão de resíduos sólidos Visitas técnicas Os participantes do congresso também foram convidados a visitar as unidades do SLU, como o Aterro Sanitário de Brasília, a Usina de Compostagem do P Sul e a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). [LEIA_TAMBEM]O secretário do Meio Ambiente do município de Estância (SE), Joubert Denner, participou da atividade e ressaltou a importância dessa troca de experiências. "A visita tem um papel muito importante para que a gente possa conhecer a realidade das soluções que foram implantadas aqui em Brasília e consiga levar algo parecido para o nosso município", explicou. O II Cirsol contou com especialistas nacionais e internacionais para debater o impacto da gestão de resíduos sólidos e do saneamento frente às mudanças climáticas globais. O evento foi uma iniciativa conjunta que reuniu o Governo do Distrito Federal, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Cooperação Internacional para o Meio Ambiente (Icima) e mais de 30 instituições parceiras, nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores fóruns sobre resíduos sólidos da América Latina. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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Programa Lobo Guará promove ação em escola da Fercal
Alunos do ensino fundamental da Escola Classe Boa Vista, da Fercal, participaram, nesta quarta (27), de uma ação de educação ambiental promovida pelo Batalhão de Policiamento Ambiental (BPMA) da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A iniciativa faz parte das atividades do Programa de Educação Ambiental Lobo Guará (Prealg). Entre as atividades promovidas pelo BPMA na escola, os alunos contaram com um estande ambiental | Foto: Divulgação/PMDF [LEIA_TAMBEM]As ações contaram com palestras ministradas pelos sargentos Maendli e Ronie, voltadas a alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. No período matutino, reuniram-se as turmas do 1º ao 3º, enquanto no vespertino foi a vez dos estudantes do 4º e 5º ano. Além das palestras, a comunidade escolar conheceu um estande ambiental, montado especialmente para a ocasião, e pôde interagir com o personagem Policial Lobo Guará, figura que simboliza a importância da preservação do Cerrado e desperta o interesse das crianças para os temas ambientais. Criado em 2003, o Prealg atua com foco na prevenção primária de crimes e infrações ambientais, utilizando a educação ambiental como ferramenta de transformação. Suas ações são gratuitas e desenvolvidas em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria de Educação (SEEDF) e instituições de ensino. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal
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Plenarinha de Samambaia celebra o Cerrado com o tema ‘Natureza e saúde de mãos dadas’
A Coordenação Regional de Ensino de Samambaia promoveu, nesta terça-feira (19), a edição 2025 da Plenarinha, encontro anual que reúne crianças de 3 a 5 anos da rede pública para compartilhar experiências sobre meio ambiente e saúde. Realizado no Centro Olímpico (CO) Rei Pelé, o evento teve como tema “Natureza e saúde de mãos dadas: o Cerrado em cena” e marcou a 13ª edição da iniciativa. Ambiente da Plenarinha foi todo voltado ao meio ambiente do Cerrado | Foto: André Amendoeira/SEEDF Uma novidade desta edição foi a criação da mascote para o evento — o lobo-guará Lobito —, definida por meio de votação entre as instituições. Um painel na entrada do centro olímpico apresenta a personagem a quem chega. “Esse recurso facilita a aproximação delas com o tema, tornando a experiência mais envolvente”, avaliou a chefe da Unidade de Educação Básica (Unieb) da CRE Samambaia, Mariana dos Santos. Trabalhos O tema da Plenarinha em Samambaia também foi escolhido por meio de votação, garantindo a participação de escolas, creches e, sobretudo, das próprias crianças. A temática vencedora, com foco na preservação do Cerrado, ajudou a orientar atividades e projetos pedagógicos nas instituições de educação infantil durante todo o primeiro semestre. Neste ano, foram reunidas 24 creches conveniadas e 20 escolas da rede pública. Segundo a coordenadora de Educação Infantil da Unidade de Educação Básica da CRE Samambaia, Juliana Lucena, a participação contemplou diferentes etapas da educação, desde as crianças do maternal até os alunos do primeiro e segundo período. “As creches costumam trazer os pequenos a partir dos três anos, enquanto as escolas participam com turmas entre quatro e cinco anos; isso garante que todo o público da educação infantil esteja representado”, ressaltou a coordenadora. [LEIA_TAMBEM]O encontro consolidou-se também como espaço aberto à comunidade. Além das crianças e profissionais da educação, participaram familiares dos alunos, que puderam acompanhar de perto os trabalhos realizados ao longo do semestre. “Esperamos mais de mil pessoas entre público e participantes, pois a cada 15 ou 20 minutos chega um ônibus com um novo grupo de estudantes vindo de toda a educação infantil da regional”, explicou Juliana. Durante a Plenarinha, foram expostos desenhos, pinturas e produções elaboradas pelos estudantes ao longo dos últimos meses. As apresentações valorizaram o protagonismo das crianças, evidenciando a importância de dar voz às opiniões e percepções delas sobre o meio ambiente e os cuidados necessários com a saúde e a natureza. Túnel interativo Um dos destaques foi a instalação “Túnel Salve o Cerrado”, que, desde a Plenarinha do ano passado, faz sucesso com o público. A proposta é oferecer uma experiência imersiva na qual os pequenos assumem o papel de guardiões da natureza. Dentro do espaço, eles identificam problemas como lixo, queimadas e desmatamento, recolhendo “cartinhas” que representam esses impactos. No final, depositam os resíduos em uma lixeira e realizam um gesto simbólico de restauração: plantar uma árvore típica do Cerrado. Além do túnel, os estandes interativos possibilitaram que as crianças manipulassem objetos, experimentassem jogos e participassem de práticas ligadas ao cuidado com o meio ambiente. Cada espaço foi pensado para estimular o envolvimento ativo, permitindo que os alunos percebessem a relevância de suas ações no cuidado com a saúde e a preservação da natureza. *Com informações da Secretaria de Educação
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Seminário Cidade e Natureza contou com palestra sobre educação ambiental
Agência Brasília · SEMINÁRIO CIDADE E NATUREZA CONTOU COM PALESTRA SOBRE EDUCAÇÃO AMBIENTAL A educação ambiental nos parques foi tema da participação do Instituto Brasília Ambiental no 1º Seminário Cidade e Natureza: Teoria e Prática na Primeira Infância, na segunda-feira (18). O evento foi promovido pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em conjunto com Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), Secretaria de Educação (SEEDF), Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Governo Federal e diversas instituições parceiras. Na palestra Educação Ambiental nos Parques – Conhecendo o Cerrado, o chefe da Unidade de Educação Ambiental do Instituto Brasília Ambiental, Luiz Felipe Blanco, e a educadora ambiental Mariana Ferreira dos Anjos destacaram a importância das ações educativas nos parques do DF como ferramentas de sensibilização e aproximação das crianças com a natureza. Um exemplo é o Projeto Parque Educador, parceria entre a SEEDF, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Brasília Ambiental. “Garantir que nossas crianças cresçam próximas da natureza é investir em saúde, cidadania e qualidade de vida. O diálogo entre educação, meio ambiente e desenvolvimento infantil é fundamental para construirmos uma cidade mais humana e sustentável” Celina Leão, vice-governadora “Garantir que nossas crianças cresçam próximas da natureza é investir em saúde, cidadania e qualidade de vida. O diálogo entre educação, meio ambiente e desenvolvimento infantil é fundamental para construirmos uma cidade mais humana e sustentável”, destaca a vice-governadora do DF, Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também destacou a contribuição da autarquia: “A educação ambiental é uma ferramenta imprescindível para transformar a relação das futuras gerações com o meio ambiente. Trazer esse debate para a primeira infância reforça o compromisso do Brasília Ambiental em integrar políticas públicas que unam preservação, cidadania e bem-estar”. *Com informações do Brasília Ambiental
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Capital Moto Week 2025 tem ações de educação ambiental e sustentabilidade
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) está no Capital Moto Week 2025, o maior festival de motos e rock da América Latina, com uma programação especial voltada à educação ambiental. Até o dia 1º de agosto, o SLU promoverá diversas atividades, incluindo palestras, plantio de mudas e interações lúdicas com o personagem Garizito e sua turma, visando conscientizar o público sobre a importância do descarte correto de resíduos. Para facilitar o descarte adequado durante o evento, o SLU instalou 50 papa-recicláveis em pontos estratégicos, destinados à coleta de latinhas, garrafas PET, papelão e outros materiais recicláveis. Além disso, a cooperativa de catadores Acobraz estará presente com um galpão de triagem, realizando a separação dos resíduos no local e oferecendo visitas guiadas conduzidas por especialistas do SLU, destacando o trabalho essencial dos catadores na cadeia de reciclagem. Até o dia 1º de agosto, o SLU promoverá diversas atividades, incluindo palestras, plantio de mudas e interações lúdicas | Foto: Divulgação/SLU A programação inclui ainda oficinas de compostagem e reciclagem, apresentações teatrais do SLU e uma exposição do Museu da Limpeza Urbana na Vila do Bem. Dinâmicas interativas com distribuição de materiais educativos também fazem parte das ações planejadas. “O Capital Moto Week é como uma cidade temporária, que chega a reunir até 100 mil pessoas e funciona como um verdadeiro centro urbano. Nossa meta é o lixo zero, com 100% dos resíduos sendo destinados corretamente, demonstrando que, mesmo em grandes aglomerações, é possível adotar práticas ambientalmente responsáveis”, afirmou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. A parceria entre o SLU e o Capital Moto Week representa uma oportunidade para promover a educação ambiental e inspirar atitudes sustentáveis. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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Projeto promove atividades de educação ambiental no Parque Ecológico do Riacho Fundo
Agência Brasília · (4) 28-06-2025 - PROJETO PROMOVE ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PARQUE ECOLÓGICO DO RIACHO FUNDO O Parque Ecológico do Riacho Fundo, no Distrito Federal, foi sede, neste sábado (28), do projeto Reconecta Riacho Fundo, que promoveu atividades de educação ambiental com a participação da comunidade local. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Instituto Brasília Ambiental e o Centro de Educação e Cooperação Socioambiental (Cecsa-DF), que foi lançado em 2023 por um edital do Ministério do Meio Ambiente. Comunidade do Riacho Fundo participou, neste sábado (28), de ações de educação ambiental no Parque Ecológico da região | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a importância do diálogo contínuo e de como ele contribui para iniciativas que tornam o DF um lugar melhor: “O meio ambiente é parte primordial do nosso futuro. Chamar a comunidade para o debate e para a conscientização é a garantia do nosso futuro com qualidade de vida”, afirma. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, colocou o instituto à disposição para iniciativas que visem ao cuidado com o Cerrado. “Temos 82 unidades de conservação e a comunidade é sempre muito bem-vinda em todas elas, para conhecer, para se conectar com a natureza e para preservar juntos também. Precisamos desse apoio e desse carinho da sociedade, agradecemos à Barbara e ao projeto pela oportunidade de estarmos todos em sintonia com o meio ambiente”, afirmou o gestor. Palestra orientou sobre o papel coletivo na conservação ambiental A programação começou com uma palestra da gestora ambiental e consultora Anna Ricarda, que abordou temas relacionados ao meio ambiente, à convivência comunitária e aos impactos da antropização — processo de transformação da natureza pela ação humana. A atividade teve como objetivo estimular a reflexão sobre o uso sustentável dos espaços naturais e o papel coletivo na conservação ambiental. Na sequência, os participantes percorreram uma trilha ecológica conduzida pela técnica em controle ambiental Lorena Costa. Durante a caminhada, os presentes puderam conhecer mais sobre o solo do Cerrado, os sons naturais da vegetação e as espécies encontradas na nascente do córrego Buriti. Trilha ecológica apresentou, aos participantes, características do Cerrado Lorena destacou a importância da conservação da unidade e a necessidade de atenção ao descarte de resíduos. “Os resíduos são muito prejudiciais ao meio ambiente. Estando aqui, podemos ver como o parque está limpo e bem conservado. Cabe a nós continuar a preservação dele e recolher todos os resíduos que porventura trouxermos ao parque”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Os participantes também tiveram uma oficina sobre a separação e a correta classificação de resíduos sólidos, além de conhecer o viveiro de mudas e a agrofloresta existentes no parque. A visita foi guiada pelos agentes de unidade de conservação Jeovane Oliveira e Celso Macedo, que aproveitou o momento com a comunidade para alertar sobre os riscos da estiagem e o impacto das queimadas na vegetação do Cerrado. “Temos aqui uma vegetação muito preciosa que é constantemente ameaçada pelo fogo, fogo criminoso. Então peço a vocês que sempre que forem manusear o fogo tenham muito cuidado e se lembrem de apagá-lo completamente também”, disse Celso. O evento foi encerrado com uma conversa sobre práticas sustentáveis e os desafios ambientais do Distrito Federal. A ação integra o projeto nacional Reconecta, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que tem como objetivo fortalecer a articulação entre centros de educação ambiental de seis estados brasileiros. A proposta busca ampliar a conexão entre territórios, sociedade civil e setores públicos e privados em torno da pauta socioambiental. *Com informações do Brasília Ambiental
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Campeonato de Pesca do Distrito Federal terá três etapas em 2025
Agência Brasília · (24) 19-06-2025 - CAMPEONATO DE PESCA DO DISTRITO FEDERAL TERÁ TRÊS ETAPAS EM 2025 Tendo como focos a pesca esportiva consciente, o incentivo ao turismo e a valorização da cultura náutica, o Campeonato de Pesca do Distrito Federal será realizado em três etapas entre este mês e agosto, sempre na Orla da Concha Acústica, no Lago Paranoá. A competição contará com modalidades distintas (pesca de barranco, embarcada e em caiaque) e promoverá ações de educação ambiental, economia sustentável e uso responsável dos recursos hídricos. As etapas ocorrerão no dia 28 deste mês, em 12/7 e em 16 e 17/8 - esta última acompanhada da Feira de Pesca do DF, com entrada gratuita para o público. Durante o evento, os participantes receberão um kit gratuito com camiseta, viseira, ecobag, squeeze e lanche individual, além de estrutura com café da manhã e, na hora da premiação, coquetel volante. O campeonato integra o programa de governo Viva o Lago e tem apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), por meio da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura do DF (Supesq) e outras instituições. A proposta é unir lazer, esporte e responsabilidade ambiental, com incentivo à prática do “pesque e solte” e respeito às normas de preservação da fauna aquática. A competição contará com modalidades distintas (pesca de barranco, embarcada e em caiaque) e promoverá ações de educação ambiental, economia sustentável e uso responsável dos recursos hídricos | Foto: Divulgação/Sema-DF O evento ocorre em conformidade com a lei distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá. O detalhamento das regras será formalizado por Decreto elaborado por um grupo de trabalho que reúne representantes da Sema, Seagri, Brasília Ambiental, Embrapa, Emater e Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A programação inclui palestras, workshops e atividades educativas que abordarão temas como o impacto da poluição nos ambientes aquáticos, a importância da ictiofauna e as boas práticas no combate à pesca predatória. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o papel estratégico do evento na promoção do desenvolvimento sustentável e na aproximação da população com as políticas ambientais do governo: “Estamos investindo em iniciativas que promovam o uso responsável dos nossos recursos naturais e que tragam benefícios concretos para a população. O Campeonato de Pesca no DF é uma dessas ações: valoriza o meio ambiente, movimenta a economia local e fortalece o sentimento de pertencimento dos cidadãos em relação ao Lago Paranoá e à nossa cidade”. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, o Campeonato de Pesca representa mais do que uma competição: é um instrumento de educação ambiental com forte impacto social e econômico. “O Campeonato de Pesca do Distrito Federal reforça nosso compromisso com o meio ambiente ao promover a prática da pesca esportiva de forma sustentável e consciente. É uma ação que une lazer, educação ambiental e desenvolvimento econômico. A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília”, afirmou o secretário. Além do Campeonato, a Supesq desenvolve uma série de projetos integrados ao programa Viva o Lago, como o aplicativo de pesca (Appesca), a revista eletrônica de pesca da Sema-DF, pesquisas sobre ictiofauna, estoque pesqueiro e camarão, o projeto Águas Limpas, zoneamento de áreas de pesca, o projeto Ancorar e iniciativas de educação para pescadores, escolas e a sociedade em geral. A Feira de Pesca do DF, em agosto, reunirá expositores, especialistas, lojistas e amantes da pesca, promovendo o encontro entre cultura, esporte e sustentabilidade ambiental, além de movimentar setores como hotelaria, comércio e serviços turísticos. Serviço Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2025 Local: Orla da Concha Acústica – Lago Paranoá, Brasília (DF) Datas das etapas: 1ª etapa – (28/6) 2ª etapa – (12/7) 3ª etapa e Feira de Pesca do DF – (16 e 17/8) Horário: das 6h às 19h Inscrições gratuitas, neste link. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)
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Quinhentas crianças participam de programa de educação ambiental na Feira do Livro de Brasília
Cerca de 500 crianças de escolas públicas do Distrito Federal participaram, nesta quinta-feira (12), de uma aula espetáculo promovida pelo programa Adasa na Escola, na tenda geodésica da 38ª Feira do Livro de Brasília. A apresentação abordou de forma lúdica o uso racional da água e o descarte correto dos resíduos sólidos, com contação de histórias, músicas, mascotes e atividades pedagógicas que prenderam a atenção do público infantil. Criado em 2010, o Adasa na Escola é uma iniciativa da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O objetivo é sensibilizar alunos e professores das redes pública e privada sobre o uso consciente da água, a importância da destinação adequada dos resíduos e o papel essencial do Cerrado como berço das águas. A aula-espetáculo desta quinta-feira teve como tema central “Guardiões da água”, incentivando as crianças a se tornarem multiplicadoras de práticas sustentáveis dentro e fora da escola | Foto: Divulgação/Adasa O programa já alcançou mais de 354 mil estudantes em mais de 770 visitas a escolas do DF, consolidando-se como uma das mais importantes ações de educação ambiental voltadas ao público infantojuvenil na capital. A aula-espetáculo desta quinta-feira teve como tema central “Guardiões da água”, incentivando as crianças a se tornarem multiplicadoras de práticas sustentáveis dentro e fora da escola. Ao final da atividade, os estudantes receberam a cartilha dos Guardiões da Água, reforçando as mensagens de educação ambiental hídrica e sanitária. O secretário do Meio Ambiente do DF, Gutenberg Gomes, destacou a importância de ações educativas voltadas para o público infantil como forma de promover mudanças de comportamento desde cedo. “A sensibilização das novas gerações para o uso consciente da água e o cuidado com o meio ambiente é essencial. Programas como o Adasa na Escola formam multiplicadores e ajudam a construir uma cultura de sustentabilidade que se reflete nas famílias e na sociedade”, afirmou. Para o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, a relação da criança com o universo lúdico é capaz de promover a aprendizagem de maneira natural. “Queremos encantar os pequenos e fomentar desde cedo a formação da consciência ambiental e mudanças nos hábitos de consumo”, salientou. *Com informações da Adasa
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Escolas públicas celebram o Dia do Meio Ambiente com iniciativas inovadoras
No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado nesta quinta-feira (5), o Centro de Ensino Médio (CEM) de Taguatinga Norte celebra os 22 anos do projeto Cerrado Vivo – uma das iniciativas da rede pública do Distrito Federal voltadas à educação ambiental, tema presente no currículo da educação básica do DF. A proposta leva estudantes a áreas de preservação, como o Jardim Botânico e a Chapada dos Veadeiros, promovendo o estudo do bioma por meio de aulas teóricas e saídas de campo. Arthur Vilela, Thayanne Aparecida e Elisa Guimarães participam de atividades que estimulam a pesquisa científica, a escrita e o desenvolvimento de portfólio | Fotos: André Amendoeira/SEEDF A professora Eliana Maria da Conceição, coordenadora do projeto, destaca a importância de apresentar o Cerrado aos alunos. Segundo ela, a iniciativa tem caráter interdisciplinar e envolve disciplinas como biologia, história e geografia, além de estimular a escrita e a produção literária. “É interessante porque os estudantes vão adquirindo uma consciência muito grande em relação ao Cerrado. Nas saídas de campo, eles mesmos apresentam os conteúdos estudados previamente. Desenvolvem consciência crítica, argumentação e um interesse genuíno pelo tema”, explica a professora. [LEIA_TAMBEM]“Antes, eu achava que o Cerrado era só um monte de mato seco, mas quando visitei o Jardim Botânico, descobri espécies incríveis, como o chuveirinho e a palmeira-juçara. Me apaixonei pelo bioma”, conta Arthur Vilela Santiago, 18 anos, aluno do 3º ano e integrante do projeto desde 2023. Pesquisa e novas descobertas O Cerrado Vivo exige preparação prévia dos alunos, que são incentivados a fazer pesquisas e elaborar trabalhos aprofundados sobre as características do bioma e os impactos do desmatamento. As atividades são avaliadas pelos professores e compõem um portfólio escrito que reúne a trajetória de mais de duas décadas do projeto. A aluna do 3º ano Elisa Guimarães Freitas, 17 anos, conheceu a iniciação científica por meio do Cerrado Vivo e realizou um estudo para o Sesi Lab. “Hoje estou colhendo os frutos desse projeto. Participo de outros grupos de pesquisa científica que têm me ajudado bastante”, conta a jovem, que também produziu um cordel sobre o tema. Já a estudante Thayanne Aparecida, 17, destacou a relevância da preservação: “O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil. É extremamente importante, afinal abastece as principais bacias hidrográficas do país”. A professora Eliana trabalha os diferentes aspectos do Cerrado com os alunos Sustentabilidade na rede pública Para a diretora de Educação em Tempo Integral Érica Soares, da Secretaria de Educação (SEEDF), a educação ambiental vai além da ecologia ou da reciclagem. “É uma ferramenta transformadora, que promove o pertencimento, o cuidado com o espaço coletivo e a compreensão de que pequenas atitudes geram grandes impactos”, afirma. Além de atender aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os projetos estimulam o pensamento científico, a interdisciplinaridade e a construção de soluções sustentáveis. O aprendizado se torna mais significativo e alinhado à realidade dos alunos, promovendo uma formação mais completa. *Com informações da SEEDF
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Usinas solares em escolas do Recanto das Emas vão economizar R$ 200 mil na conta de luz
A rede pública de ensino do Distrito Federal deu mais um passo decisivo rumo à sustentabilidade, com a implantação de duas novas usinas fotovoltaicas em escolas no Recanto das Emas. As estruturas foram inauguradas nesta quinta-feira (29), no Centro de Ensino Médio (CEM) 111 e no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 801, ampliando o uso de energia limpa e renovável nas escolas da região administrativa. Descerramento da placa de inauguração de uma das usinas fotovoltaicas: sustentabilidade é o objetivo | Foto: Bruno Grossi/SEEDF A instalação reforça o compromisso da Secretaria de Educação (SEEDF) com a sustentabilidade e a responsabilidade fiscal. “É um investimento que também traz para a sala de aula o debate da questão ambiental”, explicou a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, ao destacar o impacto positivo tanto no orçamento público quanto na formação dos estudantes. Segundo Fernanda, os projetos de energia solar podem fortalecer ainda mais o trabalho pedagógico das unidades. “Os alunos realmente entraram na temática e entenderam a importância da energia solar”, afirmou. Segundo ela, há articulações em andamento para que parte da economia gerada possa ser revertida diretamente em investimentos para os projetos pedagógicos das escolas beneficiadas. Com essas inaugurações, somadas à unidade já em operação na Escola Classe 510, o Recanto das Emas passa a contar com três usinas solares em funcionamento, beneficiando diretamente nove escolas públicas. O impacto financeiro estimado em economia na conta de energia elétrica para os cofres públicos do DF ultrapassa os R$ 200 mil ao ano. Economia e eficiência energética No CEM 111, foram instalados 130 módulos fotovoltaicos com capacidade média de geração de 9.468 kWh por mês. Isso representa uma economia mensal de R$ 9.270, totalizando R$ 111.343 por ano. Já no CEF 801, a usina instalada conta com 104 módulos e gera, em média, 8 mil kWh por mês, o que corresponde a uma economia mensal de R$ 7.760 e anual, de R$ 93.120. O investimento total para a implantação das duas novas usinas foi de R$ 440 mil, viabilizado por emendas parlamentares destinadas pelos deputados Rafael Prudente, João Cardoso e Martins Machado, por meio do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). A parceria entre o Legislativo e a SEEDF tem se mostrado essencial para fortalecer a política de sustentabilidade nas escolas. Compromisso com o futuro A implantação das usinas fotovoltaicas no Recanto das Emas representa um avanço significativo para a sustentabilidade e a gestão eficiente dos recursos públicos. A destacou o impacto positivo da iniciativa e o desejo de ampliá-la para toda a rede local, que já conta com três escolas com usinas solares em operação. “A nossa proposta aqui é que todas as nossas escolas sejam sustentáveis, e a gente conta com o apoio tanto da Secretaria de Educação quanto da Câmara Legislativa para alcançar esse objetivo”, relatou a coordenadora regional de ensino do Recanto, Mariana Ayres. “Ficamos muito felizes, pois agora somos um exemplo de energia limpa e renovável”, reforçou o diretor do CEF 801 Cleiton Leite. *Com informações da Secretaria de Educação
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Brasília Ambiental celebra 18 anos com caminhada e confraternização
Agência Brasília · BRASÍLIA AMBIENTAL CELEBRA 18 ANOS COM CAMINHADA E CONFRATERNIZAÇÃO O Instituto Brasília Ambiental celebrou, nesta quarta-feira (28), 18 anos de criação. Em clima de comemoração, servidores, superintendentes e representantes de associações participaram de uma caminhada no Parque Ecológico Olhos d’Água, seguida por uma confraternização com coffee break. Servidores da autarquia participaram de uma confraternização na quarta-feira (27) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A atividade simbolizou não apenas a trajetória da instituição, mas também a dedicação dos profissionais que contribuem, diariamente, para a preservação ambiental do Distrito Federal. Durante o evento, depoimentos destacaram histórias de superação, desafios enfrentados ao longo dos anos e conquistas coletivas. “É um órgão que trabalha cuidando do presente para garantir o futuro das próximas gerações”, comemorou a vice-governadora Celina Leão. "Tudo realizado com muito comprometimento, dedicação e competência para proporcionar que todos tenham acesso aos recursos naturais, de forma sustentável, de modo a beneficiar toda a população.” Desenvolvimento sustentável O presidente da autarquia, Rôney Nemer, também comemorou: “Se alguém tivesse me contado algum dia que eu me emocionaria ao devolver um lobo-guará ao seu habitat e que me emocionaria ao lidar com o meio ambiente, eu não acreditaria. Então, hoje quero agradecer por ter o apoio de todos vocês confiando na minha intuição e me ajudando todos os dias”. Superintendente de Administração Geral do Instituto, Ricardo Roriz pontuou: “Passamos por muitos desafios, mas sobrevivemos e, além disso, nos fortalecemos. Hoje conquistamos o respeito da sociedade e do governo e sentimos muito orgulho da nossa missão, que é cuidar do nosso Cerrado”. Criado em 2007, o Brasília Ambiental tem como missão a promoção do desenvolvimento sustentável, a conservação dos recursos naturais e o fortalecimento das unidades de conservação do DF. Ao completar a maioridade, a autarquia reafirma seu compromisso com o meio ambiente e com as futuras gerações. *Com informações do Brasília Ambiental
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Site Eu Amo Cerrado mudou a extensão para ‘.gov.br’
O site interativo do programa Eu Amo Cerrado, desenvolvido pela Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental, está de endereço novo. Deixou de ser “.com.br” e passou a integrar, oficialmente, a extensão “.gov.br” , tornando-se um site institucional do Governo do Distrito Federal (GDF). Com a nova extensão, site do programa Eu Amo Cerrado passa a ser institucional do GDF | Imagem: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo a educadora ambiental Mariana dos Anjos, o site ficou fora do ar durante um período este ano, porque estava sendo viabilizada esta migração, mas todo o conteúdo já pode ser acessado neste endereço. As atualizações de linguagem e login para uso do sistema e marcação, porém, ainda se encontram em fase de manutenção por atualização em linguagem compatível com servidores do GDF. “Esperamos que em breve possam ser retomadas”, afirma. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou o trabalho dos educadores ambientais do instituto: “A equipe da Educ é muito comprometida. Construiu esse site buscando apoios externos onde foi possível, transformou-o em uma ferramenta referência em educação ambiental e se esforçou até conseguir esse acolhimento do site no âmbito do GDF”. Educação ambiental O programa Eu Amo Cerrado é uma campanha permanente de educação ambiental que divulga informações sobre a biodiversidade do Cerrado, atendendo aos mais variados públicos, despertando a curiosidade e sensibilizando o olhar das pessoas para as riquezas naturais do bioma. O programa é composto por dois projetos: o site interativo e a coleção Eu Amo Cerrado. O site interativo possui farto conteúdo sobre a biodiversidade do bioma, parques e trilhas. Ao acessá-lo, o usuário tem oportunidade de conhecer as espécies mais comuns da fauna e da flora do Cerrado presente nos parques e unidades de conservação do DF, como aves, mamíferos, árvores, frutos, anfíbios, peixes, conforme a coleção das publicações já mapeadas. A coleção, composta por publicações eco pedagógicas, que podem ser acessadas neste link, possui materiais de educação ambiental com versões virtuais e impressas, como revistas, cartazes, fôlderes, jogos, álbuns de figurinhas, fotografias. O material impresso é exposto e distribuído em diversos eventos, mostrando de forma lúdica e artística a vida do Cerrado em todas as suas manifestações. *Com informações do Brasília Ambiental
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Feira do Livro de Brasília vai abordar meio ambiente e sustentabilidade
Governo do Distrito Federal · FEIRA DO LIVRO DE BRASÍLIA VAI ABORDAR MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Entre os dias 30 deste mês e 8 de junho, o Complexo Cultural da República se transforma em um grande território de encontros. É a Feira do Livro de Brasília – Edição Especial: Meio Ambiente e Sustentabilidade. Nesta edição, o evento une literatura, educação ambiental e mobilização cidadã em torno de um propósito comum: valorizar o Cerrado e cultivar um futuro mais justo, consciente e com muita leitura. Tendo como foco a educação ambiental, Feira do Livro apresenta programação diversificada | Foto: Divulgação/Sema-DF Promovida pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) em parceria com a Câmara do Livro do Distrito Federal, a feira tem apoio das secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). O evento faz parte da Semana do Meio Ambiente e propõe uma agenda qualificada de atividades culturais, formativas e sensoriais. A educação e o meio ambiente caminham juntos quando pensamos no futuro do nosso país”, reforça a vice-governadora Celina Leão. “A Feira do Livro de Brasília, nesta edição especial, é uma celebração do conhecimento, da natureza e da cidadania”, comemora o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Levar a literatura para o coração do Cerrado, conectada à educação ambiental, é uma forma poderosa de inspirar novas gerações a cuidar do meio ambiente com consciência e responsabilidade.” Cidade da Leitura O evento é gratuito e tem a expectativa de reunir mais de 40 mil visitantes, com ações voltadas a estudantes, professores, famílias, mediadores de leitura, educadores ambientais, autores e artistas. Entre os destaques, está a criação da Cidade da Leitura e da Sustentabilidade Ambiental, um espaço cenográfico e educativo voltado à convivência intergeracional, à educação ambiental e à fruição artística e literária. Será um dos espaços centrais da feira, reunindo uma intensa programação de oficinas ambientais, contação de histórias e atividades educativas voltadas à valorização do Cerrado e à consciência ecológica. [LEIA_TAMBEM]O programa de visitação escolar beneficiará mais de 6 mil estudantes da rede pública de ensino, com transporte gratuito, kits lanche e mediação de atividades. Ao todo, mais de 172 ônibus escolares serão mobilizados durante os dez dias de evento — uma ação inédita que fortalece o direito à leitura e amplia o acesso à cultura como instrumento de cidadania ambiental. Com estrutura acessível, segura e sustentável, a feira também dará protagonismo à produção local, gerando renda e visibilidade para mais de 30 expositores, editores e autores independentes. A comunicação será multiplataforma, com presença nas redes sociais, conteúdos audiovisuais autorais e mobilização por meio de influenciadores dos universos da literatura, da educação e da sustentabilidade. Feira do Livro de Brasília – Edição Especial: Meio Ambiente e Sustentabilidade → Do dia 30 deste mês a 8 de junho, no Complexo Cultural da República (Esplanada dos Ministérios). Entrada gratuita. *Com informações da Sema-DF
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Capacitação contra incêndios mobiliza comunidade do Jardim Botânico
Com a chegada do período de seca, a prevenção de incêndios florestais torna-se prioridade em regiões próximas a áreas verdes, como o Jardim Botânico. Atento a esse cenário, o Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Movimento Comunitário do Jardim Botânico (MCJB) e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), promoveu nesta quarta-feira (7) um curso gratuito de prevenção de incêndios voltado à comunidade local. Curso reuniu mais de 100 participantes, no Centro de Práticas Sustentáveis de Jardins Mangueiral | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A capacitação ocorreu no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), no Jardins Mangueiral, e reuniu mais de 100 participantes, entre moradores e funcionários de condomínios da região. O objetivo foi preparar a população para atuar de forma preventiva e auxiliar no controle de emergências até a chegada das equipes especializadas. “Queremos mudar a consciência de quem ainda utiliza o fogo para limpeza, que é a causa mais comum”, ressaltou o primeiro sargento Dargon Afonso, do Grupamento de Proteção Ambiental do CBMDF e um dos instrutores do curso. “A ideia é incentivar o uso de composteiras, que produzem adubo e preservam o solo, em vez de recorrer a queimadas que prejudicam a saúde pública.” Educação ambiental A atividade integra o projeto Escola de Sustentabilidade, criado para promover educação ambiental e engajamento comunitário, com foco na preservação do Cerrado. O treinamento, conduzido por bombeiros especializados, ofereceu certificação aos participantes e apresentou técnicas simples e eficazes, como a construção de aceiros — faixas de terra sem vegetação que impedem a propagação do fogo — e a produção de abafadores caseiros. "Educação ambiental faz toda a diferença para a proteção ao meio ambiente”, lembrou a vice-governadora Celina Leão. “Precisamos envolver cada vez mais a população no cuidado com o nosso Cerrado. Iniciativas como essa capacitação ajudam as pessoas a entenderem o impacto de suas ações na natureza.” [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reforçou a necessidade do envolvimento coletivo: “Nosso desejo é que todos abracem o cuidado com o Cerrado. As queimadas que temos visto nos últimos anos colocam em risco não só o meio ambiente, mas também a produção de água, majoritariamente originada nesse bioma. A união da comunidade é essencial para reverter esse quadro”. Multiplicadores Sem um grupamento próprio do Corpo de Bombeiros, a região do Jardim Botânico depende do engajamento dos moradores em ações de prevenção e combate inicial ao fogo. “Sugiro que quem não pôde participar procure os colegas e síndicos dos condomínios para multiplicar as informações sobre prevenção e combate a incêndios”, incentivou o sargento Dragon. Entre os participantes, Davi Dias dos Santos, encarregado de manutenção do Condomínio Jardim Botânico VI, falou sobre a importância do treinamento: “O que mais me impactou foi aprender a agir no momento certo, quando o fogo ainda está controlável, e compreender os riscos de enfrentá-lo. Já passamos por um incêndio no condomínio, e hoje temos até um sistema de irrigação, mas a conscientização continua sendo fundamental”. Além das instruções práticas, o curso também reforçou a legislação ambiental. A lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 — conhecida como Lei de Crimes Ambientais — estabelece sanções penais e administrativas para condutas lesivas ao meio ambiente. “É proibido colocar fogo em entulho ou vegetação”, pontuou o Dargon Afonso. “A legislação prevê fiscalização, multa e até detenção”. *Com informações do Brasília Ambiental
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Projeto Toca Literária do Cerrado tem inscrições abertas para a segunda edição
Estão abertas as inscrições para os interessados em participar de mais uma edição do Toca Literária do Cerrado. Neste ano, o evento ocupará o Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, do dia 17 deste mês a 8 de junho, com oficina de mediação literária, rodas de leitura de histórias, vivências com passeios guiados pelo Cerrado e oficinas de arte. Tudo de graça. Tenda literária: atividades contemplam crianças e também o público adulto | Foto: Gabriella Kardine/Divulgação As inscrições para a oficina de mediação literária devem ser feitas até o dia 15. São 30 vagas, tendo adultos como público-alvo. Já para as demais atividades — voltadas a crianças de 5 a 10 anos —, é possível inscrever-se até a data de início. Para as oficinas de arte (confecção de instrumentos de sucata, gravura da flora, desenho dos bichos do Cerrado, yoga e movimento), também há um limite de 30 vagas, enquanto as rodas de leitura têm capacidade ilimitada. Os formulários para inscrição estão disponíveis nas redes sociais do projeto. O Toca Literária do Cerrado utiliza as artes para promover a educação ambiental. O evento conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e apoio do Brasília Ambiental. Esta é a terceira edição do projeto, sendo a segunda em um parque ecológico. No ano passado, houve a participação de mais de 1,5 mil pessoas no Parque Ecológico do Riacho Fundo. [LEIA_TAMBEM] Para o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ações como essa reforçam na comunidade o sentimento de pertencimento: “Quando nos apropriamos de algo, zelamos e cuidamos. Nossos parques e unidades de conservação não são diferentes. E momentos como esse, proporcionados pelos ensinamentos e experiências do Toca, reforçam a importância do nosso Cerrado e da educação ambiental”. Organizadora do projeto, Cristiane Salles enfatizou: “Com esses eventos climáticos que a gente vivencia no mundo inteiro, as nossas crianças precisam conhecer, saber o que está acontecendo para que tenham mundo para sobreviver. Por isso a gente faz isso com as crianças, e elas saem de lá muito mexidas com as histórias que a gente traz, saem muito sensibilizadas. A gente acredita que a literatura, a arte, sensibiliza o homem a ser uma pessoa melhor. E, através dessa sensibilização a gente puxa a conscientização para que eles aprendam a preservar, a cuidar do planeta”.
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