DF terá espaço especializado para estudantes com TEA e altas habilidades em Samambaia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) dará mais um importante passo na ampliação do atendimento educacional especializado aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação. Nesta sexta-feira (23/10), a medida foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) por meio do Decreto nº 49.608, de 22 de outubro de 2026. O documento estabelece a transferência da carga patrimonial do imóvel localizado em Samambaia, anteriormente vinculado à Secretaria de Saúde (SES-DF), para a Secretaria de Educação (SEEDF). Localizado na QR 301, Conjunto 4, Lote 1, em Samambaia, o espaço passará por uma reforma para receber uma estrutura voltada ao desenvolvimento das potencialidades dos estudantes, com ambientes adequados às diferentes necessidades educacionais. A proposta prevê a implantação de um centro especializado no atendimento a estudantes com TEA e de outro voltado aos estudantes com altas habilidades/superdotação. A iniciativa representa uma importante ampliação da oferta de atendimento educacional especializado na rede pública, fortalecendo as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem. Iniciativa amplia a oferta de atendimento educacional especializado na rede pública e fortalece as políticas de inclusão e valorização das diferentes formas de aprendizagem | Foto: Divulgação Com a transferência do imóvel, a Secretaria de Educação já adota as providências necessárias para a reforma, a implantação e o funcionamento do novo espaço. Desenvolvimento das potencialidades Conforme estabelece o decreto, a nova instituição terá caráter exclusivamente pedagógico, com atividades voltadas à promoção da aprendizagem, ao desenvolvimento das potencialidades e à participação dos estudantes no processo educacional. Entre as ações previstas estão o atendimento educacional especializado, o enriquecimento e o aprofundamento curricular, além de outras práticas pedagógicas compatíveis com as necessidades dos estudantes atendidos. O decreto estabelece ainda que a nova unidade será destinada exclusivamente a atividades educacionais, não abrangendo a prestação de serviços clínicos, terapêuticos ou médico-assistenciais. *Com informações da SEEDF
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Projeto Missão Inclusiva leva programação educativa, cultural, social e tecnológica ao Gama
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Entre 17 e 21 de agosto, o programa Missão Inclusiva leva games, tecnologia e acessibilidade a pessoas com deficiência no Centro de Ensino Especial 1 do Gama. A programação, das 8h às 17h, conta com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia. Durante esse período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas. Programação tem como foco geral ampliar as atividades inclusivas que envolvem tecnologia | Foto: Divulgação Um dos destaques é a palestra “Tecnologia assistiva e inovação: caminhos para uma educação mais inclusiva”, que será dividida em duas sessões: uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada. As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes. Oficinas e arenas A programação terá ainda dez oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, com a plataforma Construct. Com duração de 60 minutos por turma, as atividades terão deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas. Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade. Veja abaixo as especificidades. Arena Just Dance ⇒ Música e movimento estarão no centro da experiência, tendo como foco diversão, interação social e prática de atividades físicas. Arena Corrida ⇒ Cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida. Arena Console ⇒ Jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu ⇒ Consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos. Arena de Realidade Virtual (VR) ⇒ Experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais. A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas adotadas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado. A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. Missão Inclusiva → Data: 17 a 21 de agosto (segunda a sexta-feira) → Endereço: Centro de Ensino Especial 01 do Gama – Setor Central EQ 55/56, Gama → Horário: das 8h às 17h → Entrada: gratuita → Mais informações: www.instagram.com/missao_inclusiva.
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Nova lei institui Política Distrital de Atenção Integral à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicada, no Diário Oficial do Distrito Federal de 24/7, a Lei nº 7.936/2026, que institui a Política Distrital de Atenção Integral à Saúde Bucal da Pessoa com Deficiência. A norma tem como finalidade assegurar atendimento humanizado, acessível, contínuo, interdisciplinar e qualificado às pessoas com deficiência na rede pública e conveniada do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal. O fortalecimento das ações de prevenção e promoção de saúde bucal faz parte dos objetivos da nova lei | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Entre as diretrizes e os objetivos previstos na lei estão a ampliação e a qualificação do acesso aos serviços odontológicos, a eliminação de barreiras nos serviços de saúde, a criação de protocolos específicos de atendimento, a instituição de fluxos prioritários, a integração entre diferentes áreas da saúde, a capacitação permanente dos profissionais e o fortalecimento de ações de prevenção e promoção da saúde bucal. A legislação também prevê medidas voltadas à acessibilidade no atendimento, como a adequação de ambientes, o uso de recursos de comunicação acessível e tecnologias assistivas, além da possibilidade de atendimento domiciliar, quando clinicamente indicado, e da promoção de campanhas educativas sobre saúde bucal da pessoa com deficiência. A Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência (SEPD) informa que a publicação da lei amplia o conjunto de normas voltadas à promoção dos direitos das pessoas com deficiência no Distrito Federal. A Secretaria orienta que cidadãos, familiares e cuidadores acompanhem as informações divulgadas pelos canais oficiais da rede pública de saúde sobre a oferta dos serviços odontológicos destinados a esse público. A Lei nº 7.936/2026 entrou em vigor na data de sua publicação. *Com informações da Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência
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Carreta da Inclusão leva serviços de acessibilidade e tecnologia ao Paranoá e Itapoã
A Carreta da Inclusão chega ao Paranoá e ao Itapoã entre os dias 23 e 26 deste mês (de terça a sexta-feira), levando serviços públicos, tecnologia e atividades voltadas à acessibilidade para pessoas com deficiência (PcD). A estrutura ficará instalada no estacionamento da Administração Regional do Paranoá, com atendimento gratuito das 9h às 16h. Ampliar as políticas públicas e o acesso a recursos que promovem inclusão social é a meta da Carreta da Inclusão | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Bem-Estar, tem o objetivo de aproximar políticas públicas da população e ampliar o acesso a recursos que promovem autonomia e inclusão social. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com estrutura de centro de atendimento móvel, a carreta disponibiliza serviços como a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (CIPcD) e da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), documentos que facilitam o acesso a direitos e benefícios previstos em lei. Serviços Durante o período de atendimento, os moradores também terão acesso a serviços da Defensoria Pública (DPDF), com orientação jurídica gratuita, além do suporte de equipes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do BRB Mobilidade, que vão oferecer informações sobre benefícios sociais e transporte público acessível. Outro destaque da programação é a Arena Gamer Inclusiva, espaço equipado com tecnologias adaptadas que possibilitam a participação de pessoas com diferentes limitações físicas, utilizando o lazer e a inovação como ferramentas de interação e inclusão. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “A tecnologia precisa estar a serviço da população, ajudando a superar barreiras e garantindo que todos tenham acesso às oportunidades que ela oferece.” [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, lembra que a iniciativa fortalece a presença do poder público nas regiões administrativas. “Estamos levando atividades e serviços diretamente às cidades onde residem pessoas com deficiência. Isso é acessibilidade e garantia de direitos”. Criada em julho de 2024, a Carreta da Inclusão surgiu para ampliar o acesso aos serviços públicos voltados às pessoas com deficiência. A iniciativa integra tecnologia, mobilidade e inclusão em uma proposta inovadora e já impactou mais de 16 mil pessoas, com a entrega de milhares de carteiras de identificação para PcDs e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Carreta da Inclusão ⇒ Data: de 23 (terça) a 26 (sexta) deste mês ⇒ Horário: 9h às 16h ⇒ Local: estacionamento da Administração Regional do Paranoá ⇒ Regiões atendidas: Paranoá e Itapoã. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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GDF aproxima pessoas com deficiência de vagas de emprego e qualificação profissional
Conseguir uma oportunidade de trabalho ainda pode ser um desafio para muitas pessoas com deficiência (PcD) em diversos pontos do país. No Distrito Federal, a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) atua junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) com o objetivo de ampliar o acesso ao mercado por meio do cumprimento da Lei de Cotas, nº 8.213 de 1991, do encaminhamento de candidatos para vagas e da promoção de qualificação profissional. Andressa Magalhães, diretora de Inclusão Profissional da SEPD: “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida. Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa conecta empresas parceiras a pessoas cadastradas no banco de empregabilidade da secretaria. Atualmente, cerca de 5 mil candidatos integram o cadastro, que já resultou em mais de 2 mil currículos encaminhados e aproximadamente 270 contratações nos últimos dois anos e sete meses. Segundo a diretora de Inclusão Profissional da SEPD, Andressa Matias Magalhães, o trabalho começa quando as empresas firmam termos de cooperação com a secretaria e disponibilizam suas vagas. A partir daí, é feito um cruzamento entre os perfis cadastrados e as oportunidades oferecidas. “Muitas vezes a pessoa com deficiência chega perdida”, aponta a gestora. “Aqui na secretaria ela tem o direcionamento, um norte para se cadastrar e concorrer às vagas. O final feliz é ela ser aprovada e entrar no mercado de trabalho, isso muda a realidade das pessoas e das famílias”. Histórias reais O trabalho desenvolvido pela secretaria já transformou a rotina de pessoas que conseguiram uma colocação profissional. É o caso da operadora de teleatendimento Marilúcia Rodrigues de Queiroz, de 54 anos, que possui uma deformidade na coluna e foi encaminhada para uma vaga na BRB Serviços após se cadastrar na SEPD. A operadora de teleatendimento Marilúcia de Queiroz encontrou trabalho após fazer cadastro na SEPD: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia” Antes da contratação, Marilúcia buscava constantemente cursos de capacitação para ampliar as chances de ingresso no mercado. Hoje, há um mês no novo emprego, relata mudanças significativas na vida pessoal e profissional: “A mudança foi 100%. Muda a vida financeira, muda o psicológico, porque sem trabalhar você fica em casa com a cabeça vazia. Trabalhando, você vê oportunidades, conversa com as pessoas e vivencia um mundo novo de inclusão”. A vigilante Ivana de Bellis aguarda encaminhamento para uma vaga: “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade” Entre quem busca uma oportunidade está a vigilante Ivana de Bellis, 58, que possui órteses nas pernas. Atualmente desempregada, ela aguarda o encaminhamento para uma vaga profissional. “Nós estamos no mercado de trabalho sim, mas as pessoas não conseguem visualizar a gente, e a secretaria veio com essa facilidade para nós, que me deixa muito feliz, porque é uma qualidade de vida melhor para a gente por meio do emprego”, relata. “Foi muito fácil chegar aqui na estação 112. A gente é muito bem-atendida, além de o processo ser rápido, o que é muito importante para quem busca uma oportunidade”. Capacitação para empresas Além do encaminhamento para vagas, a SEPD atua no incentivo à qualificação profissional, preparando candidatos para atender às demandas das empresas e fortalecendo a inclusão produtiva no Distrito Federal. Como parte desse trabalho, a pasta vai promover, em 10 de julho, o projeto Capacitação Empresarial para Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho. Fruto de parceria com o Coletivo de Advogados com Deficiência do Distrito Federal, a ação contará com palestras de representantes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). [LEIA_TAMBEM]O evento ocorrerá a partir das 9h, no Instituto BRB, na Asa Norte, e será voltado a empresas e profissionais de recursos humanos. A proposta é orientar empregadores sobre acolhimento, acessibilidade e adaptações necessárias para garantir ambientes de trabalho mais inclusivos. De acordo com Andressa Magalhães, a capacitação ajudará a esclarecer dúvidas frequentes sobre o atendimento às pessoas com deficiência e sobre as adaptações necessárias para diferentes perfis de trabalhadores. “Esse evento trará orientações para empresas de como se trata uma pessoa com deficiência, quais as adaptações que precisam ser feitas para recebê-las e mantê-las confortáveis no ambiente de trabalho”, detalha. Cadastro Para concorrer às vagas destinadas a profissionais com deficiência mediadas pela SEPD, é preciso se inscrever no Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPCD). A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) e o Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência gerados por meio do CadPCD são documentos comprobatórios da condição especial para fins de participação nos processos seletivos. Após cadastrado e aprovado, é necessário preencher o formulário disponível na página da SEPD. Todas as informações fornecidas são tratadas com a mais rigorosa confidencialidade e serão utilizadas exclusivamente para fins de seleção e encaminhamento para vagas compatíveis.
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GDF fortalece diálogo com instituições para ampliar ações de inclusão social
O Gabinete da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, reforçou o compromisso com a inclusão social e a inovação nas políticas públicas nesta segunda-feira (15), durante reunião institucional para discutir a ampliação de oportunidades voltadas a pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade. Representantes da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social e do Instituto Olga Kos discutiram formas de ampliar a atuação nas políticas públicas | Foto: Divulgação/Chefia Executiva de Integração e Inovação Social “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população” Edivan Nascimento, assessor de Estratégia de Impacto Social “Colocamos nossa chefia à disposição para dialogar e apoiar ações que gerem impacto positivo para a população do Distrito Federal”, declarou a chefe-executiva de Integração e Inovação Social interina, Luciana Pedrosa de Lima. “O compromisso do Governo do Distrito Federal é com o fortalecimento de políticas públicas voltadas a esse público, e iniciativas que transformam vidas e promovem inclusão, como as apresentadas, merecem todo o apoio e reconhecimento para a construção de uma sociedade mais justa e acessível”, concluiu a gestora. Durante a reunião, a Assessoria Estratégica de Impacto Social também teve papel de destaque. O assessor, Edivan de Sousa Nascimento, apresentou as principais ações, iniciativas e projetos desenvolvidos pelo Gabinete do primeiro-cavalheiro do DF e pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social. “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população”, ressaltou. Acessibilidade [LEIA_TAMBEM]Durante o encontro, foram apresentados projetos desenvolvidos pelo Instituto Olga Kos, que atua nas áreas de esporte, cultura, artes e pesquisa, promovendo inclusão e acessibilidade a pessoas com deficiência e públicos em situação de vulnerabilidade. “Nosso objetivo é ampliar ainda mais esse alcance”, afirmou o diretor-geral do instituto no DF, Gustavo Paulino. “Para isso, contamos com o apoio e a parceria do Governo de Brasília na construção de iniciativas que transformem vidas e fortaleçam a inclusão social”. Ao final do encontro, Luciana Pedrosa reafirmou que a união entre o poder público e a sociedade civil é uma das principais estratégias do Governo de Brasília para ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão social e garantir a efetividade das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e aos grupos em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais acessível, humana e igualitária para todos os cidadãos do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social
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Orgulho nas Quadras transforma Ceilândia em palco de celebração da diversidade
Mais de 200 pessoas ocuparam as quadras e arquibancadas da Praça dos Direitos, na QNN 13 de Ceilândia, na noite desta terça-feira (10), para participar do Orgulho nas Quadras, evento promovido pela Coordenação de Promoção e Defesa dos Direitos LGBT (COORLGBT), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Com dança, boxe, alongamento e torneios de vôlei e futebol, a iniciativa transformou o espaço em uma grande celebração da diversidade, do respeito e da convivência. O estudante Daniel Felipe participou do jogo: “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam” | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Promovida em alusão ao Mês da Visibilidade e do Orgulho LGBTQIA+, a ação reuniu um público de diferentes idades, gêneros, orientações sexuais, raças e pessoas com deficiência (PcDs), reafirmando o esporte como uma ferramenta de inclusão social e fortalecimento da cidadania. “Um evento desse, com toda essa pluralidade, é importante porque mostra que idade, cor e sexualidade não importam”, resumiu o estudante Daniel Felipe, de 18 anos, morador do Setor O. “Somos todos iguais e podemos fazer tudo juntos. É um espaço diverso e sem preconceito.” Elias Siqueira: “Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade” Quem também aprovou a iniciativa foi Elias Siqueira, 17, morador de Ceilândia Norte: “É muito bom ver um espaço onde todo mundo pode participar, independentemente de quem seja. Isso mostra que o esporte é para todos e que a inclusão acontece de verdade.” Diversidade O Orgulho nas Quadras integra uma série de ações desenvolvidas pela COORLGBT para promover inclusão, cidadania e respeito à diversidade por meio do esporte. Nos últimos anos, a coordenação tem ampliado iniciativas que unem prática esportiva, convivência comunitária e acesso a serviços de apoio à população LGBTQIA+. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população” Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania Entre elas está o programa Vozes Contra a Violência, elaborado em parceria com a Academia Newhit, no Guará II. A ação reuniu atividades voltadas para o enfrentamento da violência contra mulheres e pessoas LGBTQIA+, com aulas de defesa pessoal, atendimentos jurídico e psicológico, orientações sobre empregabilidade e práticas integrativas de saúde. A iniciativa alcançou cerca de 100 participantes e reforçou a importância da informação e da preparação para enfrentar situações de violência e discriminação. Outro destaque é o Festival Desportivo Inclusivo, criado como um espaço permanente de liberdade, respeito e valorização da diversidade. A primeira edição, na Praça dos Direitos de Ceilândia, reuniu aproximadamente 500 participantes em modalidades como futebol, futsal e vôlei, além de apresentações culturais e uma ampla oferta de serviços gratuitos de assistência social, jurídica e de saúde. Transformação social [LEIA_TAMBEM]O sucesso da iniciativa motivou a segunda edição, promovida ao longo de quatro dias e encerrada em 1º de março, data em que é celebrado o Dia Mundial da Discriminação Zero. O festival reuniu mais de mil participantes entre atletas e público, com disputas de futebol society, futsal, vôlei de areia, vôlei de quadra e queimada LGBTQIA+. O coordenador da COORLGBT, Eduardo Felype Moraes Fonseca, ressalta que o esporte tem se mostrado uma ferramenta estratégica para aproximar pessoas e combater preconceitos. “O esporte cria oportunidades de convivência, promove o respeito às diferenças e fortalece vínculos comunitários”, afirma. “Quando ocupamos os espaços públicos com diversidade, inclusão e cidadania, mostramos que todos têm o direito de participar, pertencer e ser respeitados”. O secretário interino de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, enfatiza que as ações desenvolvidas pela pasta refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a promoção dos direitos humanos. “Nosso objetivo é construir ambientes cada vez mais acolhedores e acessíveis para toda a população”, resume. “Iniciativas como o Orgulho nas Quadras demonstram que o esporte é um instrumento poderoso de inclusão social, valorização da diversidade e fortalecimento da cidadania”. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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Play Curso II incentiva o protagonismo juvenil com produção de documentário na etapa de encerramento
Fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Cultural Estrela Ela, o projeto Play Curso II chega à fase final promovendo uma experiência prática que incentiva a criatividade, o trabalho em equipe, a comunicação e o desenvolvimento técnico por meio da produção de um documentário de caráter formativo. Oficinas desenvolvidas no projeto tiveram a tecnologia como foco principal | Foto: Divulgação/Secti-DF Durante as atividades do projeto, foram desenvolvidas as oficinas Fotografia digital, Crie com IA: edição de fotos, Design e inteligência artificial, Roteiros audiovisuais com inteligência artificial, Operação de câmera, Edição de vídeo, Inteligência artificial no dia a dia e Desenvolvimento de jogos digitais com Roblox Studio. O intuito do documentário, que será exibido em 30 de julho, é explorar as possibilidades existentes além do ato de jogar videogame, apresentando os games como uma importante expressão cultural, ferramenta de inovação tecnológica, oportunidade de carreira e um dos segmentos mais promissores da economia criativa. [LEIA_TAMBEM]Para o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino, o Play Curso II vai além da capacitação técnica: “O projeto desperta talentos, amplia horizontes e mostra aos jovens que a tecnologia e a economia criativa podem abrir portas para novas oportunidades profissionais e de transformação social. A produção deste documentário representa a aplicação prática de tudo o que foi aprendido, fortalecendo o protagonismo e a confiança desses participantes para construírem seus próprios caminhos”. O projeto contará com a participação de influenciadores ligados ao universo gamer, entre eles, o comunicador e criador de conteúdo Eldo Gomes, que vai participar das gravações do documentário. A iniciativa também tem caráter inclusivo e colaborativo, permitindo que alunos não residentes em Brasília tenham participação ativa na construção do projeto por meio do desenvolvimento remoto de roteiros e processos criativos. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Mães atípicas compartilham desafios e fortalecem diálogo sobre inclusão no Riacho Fundo
A Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), trabalho liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, participou na última sexta-feira (29) do encontro "Maternidade Atípica — Quem Cuida de Quem Cuida?", realizado no auditório da Administração Regional do Riacho Fundo. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências. A programação abordou temas como direitos das pessoas com deficiência, acesso a terapias na rede pública, acolhimento familiar e cuidados com a saúde emocional das mães. Representando o Governo do Distrito Federal, a chefe executiva da Ceiis, Adriana Pinheiro, destacou a importância de ampliar os espaços de escuta e construção conjunta de políticas públicas voltadas às famílias atípicas. "Ouvir essas mães é fundamental para que possamos compreender suas necessidades reais e construir políticas públicas mais humanas, eficientes e acessíveis. O acolhimento começa pela escuta", ressaltou Adriana. Durante o encontro, diversas mães compartilharam suas histórias, experiências e desafios enfrentados na busca por atendimento especializado, inclusão social e garantia de direitos para seus filhos. Os relatos emocionaram os participantes e ressaltaram a necessidade de fortalecer a rede de apoio e ampliar a integração entre os órgãos públicos. O evento reuniu mães atípicas, especialistas, representantes da sociedade civil e do Governo do Distrito Federal em um importante diálogo sobre os desafios enfrentados diariamente pelas famílias que convivem com o autismo e outras deficiências | Foto: Divulgação/Ceiis A participação da Ceiis reforça o compromisso da nova gestão de aproximar o governo da população, criando canais permanentes de diálogo e promovendo ações que contribuam para a melhoria da qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade ou que necessitam de atenção especializada. Sob a liderança do primeiro-cavalheiro Fabrício Faleiro, a Ceiis tem desenvolvido iniciativas voltadas à integração social e ao fortalecimento das políticas públicas, com foco na escuta ativa da população e na articulação entre diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal. O encontro também fortaleceu a construção da campanha permanente de acolhimento e integração social desenvolvida pela chefia, ampliando o diálogo com grupos que historicamente enfrentam desafios relacionados ao acesso a serviços, inclusão e suporte social. "Quando ouvimos as pessoas, conseguimos construir soluções mais próximas da realidade. Esse é o caminho para uma política pública mais humana e transformadora", destacou Adriana Pinheiro. A iniciativa reafirma a importância do trabalho conjunto entre governo, instituições e sociedade civil para promover inclusão, cidadania e mais qualidade de vida para as famílias do Distrito Federal. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis)
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Seminário debate direitos humanos e inclusão na rede pública
Educadores da rede pública de ensino do DF participaram, nesta quinta-feira (28), do IV Seminário de Direitos Humanos e Diversidade: Pluralidade e Inclusão na Educação. Promovido pela Secretaria de Educação (SEEDF), o encontro teve como foco debates sobre inclusão, diversidade e o enfrentamento das violências estruturais no ambiente escolar. Seminário teve como foco o respeito à diversidade e o combate à discriminação em ambiente escolar | Foto: Mary Leal/SEEDF “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso” Iêdes Braga, secretária de Educação interina A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatizou a importância de promover, desde a primeira infância, uma educação baseada no respeito às diferenças e na inclusão. Segundo ela, muitas pessoas cresceram em uma sociedade em que a exclusão era vista como algo comum, e a escola tem papel fundamental na construção de uma nova cultura de convivência e respeito. “Precisamos ensinar às crianças que ser diferente é natural e que ninguém é melhor ou pior por isso”, declarou. “A escola tem um papel essencial na formação de cidadãos mais humanos, respeitosos e conscientes. Essas discussões precisam fazer parte do cotidiano das escolas. Temos orientações, cadernos e protocolos disponíveis para apoiar esse trabalho. É importante que os profissionais conheçam esses instrumentos e levem essa pauta para dentro das salas de aula.” Acolhimento no ambiente escolar A primeira mesa-redonda do seminário teve como tema “Violências estruturais e letramentos urgentes na educação: questões de gênero e diversidade na Secretaria de Educação”. O debate destacou a importância do respeito à diversidade e do combate a todas as formas de discriminação e violência no ambiente escolar. “É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações” Rúbia Estefânia da Silva, professora e pesquisadora Participaram da mesa a professora da rede pública de ensino e pesquisadora Rúbia Stefânia Pinto da Silva, que atua em estudos sobre o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes e políticas públicas educacionais, e o professor Leonardo da Cunha Mesquita Café, pesquisador das áreas de gênero, diversidade sexual e educação. Rúbia Stefânia alertou para situações de violência que fazem parte do cotidiano escolar e enfatizou a importância de a comunidade estar preparada para identificar e acolher os estudantes. A docente chamou a atenção para casos de assédio, compartilhamento de conteúdo íntimo, misoginia online, chantagem digital e sofrimento emocional enfrentado por crianças e adolescentes, especialmente meninas. “Essas violências estão dentro das escolas, e precisamos tratar esse assunto com seriedade”, pontuou. “Muitas vezes, os estudantes sofrem calados, têm vergonha e até deixam de frequentar a escola. É importante que professores, orientadores e toda a equipe escolar saibam o que está acontecendo para acolher esses alunos e ajudar no enfrentamento dessas situações.” [LEIA_TAMBEM]A professora também defendeu o fortalecimento das equipes escolares para lidar com situações de violência e acolher os estudantes de forma adequada: “Precisamos trabalhar o respeito e enfrentar todos os tipos de violência, inclusive a digital, que hoje faz parte da realidade dos estudantes. A escola não pode se calar diante das denúncias. Como servidores públicos, temos o dever de acolher, ouvir e agir”. Reflexões em sala de aula Leonardo Café ressaltou que trabalhar questões de gênero na escola não significa criar conteúdo fora da realidade dos estudantes, mas promover reflexões no dia a dia escolar. Segundo ele, atitudes simples como combater piadas preconceituosas e incentivar atividades mais inclusivas, ajudam na construção de um ambiente mais respeitoso. “Falar sobre gênero na escola é fazer intervenções quando surgem situações de machismo, homofobia ou preconceito”, afirmou. “Não é inventar algo novo, mas transformar esses momentos em oportunidades de aprendizado e respeito. A escola precisa criar espaços mais inclusivos, onde diferentes vozes, corpos e experiências sejam reconhecidos.” *Com informações da Secretaria de Educação
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Pedagogos fortalecem aprendizagem e inspiram estudantes na rede pública do Distrito Federal
Nesta quarta-feira (20), comemora-se o Dia Nacional do Pedagogo, profissional essencial na formação e transformação da vida de crianças, jovens e adultos. Na rede pública de ensino do Distrito Federal, 18.751 profissionais desta área atuam na promoção do desenvolvimento educacional, como professores efetivos, temporários e pedagogos-orientadores educacionais que contribuem diretamente para o fortalecimento da aprendizagem e da gestão pedagógica nas escolas. Andrea Costa e Silva, coordenadora pedagógica da EC 308 Sul, acompanha o interesse pelo curso de pedagogia nos alunos: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz” | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Há 13 anos na Secretaria de Educação (SEEDF), Andrea Costa e Silva é coordenadora pedagógica da Escola Classe (EC) 308 Sul e foi a vencedora do prêmio Docente Empreendedor 2025, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) DF, com o projeto “Integrando a inteligência artificial à prática pedagógica: um novo olhar para a educação”. Projetos desenvolvidos na EC 308 Sul estimulam nos estudantes o prazer pela leitura Na unidade escolar, Andrea coordena o projeto Leitura Prazer, trabalhando com estudantes do 2º e 3º ano do ensino fundamental. “A intenção é que eles gostem de ler, que a leitura não seja aquela coisa condicionada a fazer um teste, um texto; depois de um tempo, eles começaram a trazer os próprios livros”, relata. Em outro projeto da escola, o Sacola Literária, toda sexta-feira os estudantes levam um livro para casa e depois precisam responder a uma fichinha sobre o material selecionado. Já no Leitura Prazer, a pedagoga trabalha normalmente com dois livros: Feiurinha, de Pedro Bandeira, e O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, histórias sobre as quais são exibidos filmes para os estudantes. Mas outros livros da biblioteca também são escolhidos pelos alunos, assim como eles mesmos trazem de casa. Retorno positivo e influência Bela Barbalho e Catarina Mazzola, participaram de projetos de leitura e de tecnologia desenvolvidos na Escola Classe 308 Sul Bela Barbalho e Catarina Mazzola, ambas com dez anos e estudantes do 5º ano, foram alunas de Andrea em 2023 e em 2024 na EC 308 Sul. Bela participou do projeto de leitura, e Catarina, além desse, desenvolveu atividades no projeto de tecnologia. “No livro você consegue imaginar do seu jeito; cada um tem um jeito diferente de imaginar”, afirma Bela. “Esse projeto me engajou mais a ler; antes eu nem gostava muito, agora melhorou bastante minha leitura, eu presto atenção no livro.” 900 mil Número aproximado de alunos matriculados em cursos de pedagogia no Brasil Catarina, por sua vez, identificou-se com um projeto que permite, a partir de um prompt de comando, criar seu próprio personagem virtual: “No de tecnologia, o que eu mais gostei foi quando nós criamos o avatar da gente, um autorretrato. Achei muito legal”. Segundo o levantamento mais recente do número de matrículas no curso de pedagogia, a graduação está entre as dez mais buscadas pelas pessoas que ingressam no nível superior de educação, com cerca de 900 mil alunos matriculados nas faculdades. Esses dados correspondem ao Censo da Educação Superior 2024, divulgado em setembro de 2025 pelo Instituto Anísio Teixeira (Inep), indicando que a carreira está em ascensão. Andrea Costa e Silva se entusiasma: “Você não consegue dizer até onde vai sua influência, mas, quando eu vejo que eles estão escolhendo a mesma profissão que eu, penso que alguma coisa boa eu fiz”. Data comemorativa dos profissionais O dia 20 de maio passou a ser a data de homenagem aos pedagogos após a publicação da Lei nº 13.083/2015. O objetivo é promover a discussão sobre o papel da família e da escola no desenvolvimento das pessoas, principalmente de crianças. A discussão inclui a delimitação das responsabilidades de cada meio e, ao mesmo tempo, cria alternativas para oferecer um ensino de qualidade e humano. [LEIA_TAMBEM]O pedagogo tem sua atuação ligada à educação infantil e fundamental, atuando como gestor de processos educativos de sistemas e de instituições de ensino, editoras e órgãos públicos e privados que produzem e avaliam programas e materiais didáticos para o ensino presencial e ensino a distância. Sua atribuição central é a docência na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, que requer sólidos conhecimentos sobre os fundamentos da educação, sobre o desenvolvimento histórico e as relações com diversas áreas, assim como sobre estratégias para a internalização do conhecimento pedagógico em ambiente escolar. O profissional da pedagogia que atua como orientador educacional desempenha papel estratégico nas unidades escolares ao acompanhar trajetórias estudantis em todas as etapas e modalidades da educação básica, viabilizar o trabalho coletivo, criar e organizar mecanismos de participação em programas e projetos educacionais, fortalecendo o vínculo entre escola e famílias e apoiando ações de inclusão, mediação de conflitos e desenvolvimento socioemocional. *Com informações da Secretaria de Educação
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Esporte inclusivo ganha reforço com entrega de 136 cadeiras de rodas para atletas do basquete
O esporte adaptado no Distrito Federal vem recebendo esforços contínuos para ampliar a inclusão e fortalecer o basquete em cadeira de rodas. Desde 2024, a Secretaria de Esporte e Lazer já entregou 136 cadeiras de rodas esportivas adaptadas para atletas da modalidade. A iniciativa integra uma série de ações que já recebeu mais de R$ 850 mil. Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, a iniciativa reforça uma política contínua de incentivo ao esporte paralímpico. “Hoje, entre as ações que realizamos na Secretaria de Esporte, sempre procuramos ter entre 30% e 40% do atendimento voltado a pessoas com deficiência. A gente tem atendido em várias frentes, tanto com a Bolsa Atleta, o Compete Brasília e esses fomentos, para que isso se potencialize”, afirma. Somente em junho do ano passado, foram repassados R$ 713.966,92 para ampliar o apoio ao basquete em cadeira de rodas e fortalecer a estrutura oferecida aos atletas. Segundo o vice-presidente da Federação de Basquete em Cadeira de Rodas, Marcelo Bezerra, os equipamentos possuem características específicas e são produzidos conforme as necessidades de cada atleta. Para o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, a iniciativa reforça uma política contínua de incentivo ao esporte paralímpico | Foto: Agência Brasil “Cada deficiência exige adaptações específicas. Eu, por exemplo, sou cadeirante paraplégico, então a minha cadeira é mais baixa que a de um atleta amputado. Outro ponto importante é que as cadeiras só podem ser usadas dentro da quadra. Elas ficam no local de treinamento, principalmente pela dificuldade de transporte”, explica. Marcelo Bezerra defende que a continuidade das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) tem contribuído para fortalecer a modalidade. “Os projetos são anuais. A gente entra com o pedido de recurso na Secretaria de Esporte para realizar os campeonatos e comprar equipamentos. O primeiro projeto garantiu 96 cadeiras, em 2024. O segundo viabilizou 40 cadeiras, em 2025. Agora, o terceiro está pedindo mais 12 cadeiras para 2026”, diz. Além da renovação dos equipamentos, os recursos também têm contribuído para ampliar o calendário de competições. “Ano passado, tivemos a Copa Brasília, que trouxe equipes de fora, como as de Goiás e Minas Gerais. Neste ano, teremos oito equipes na competição: quatro de Brasília e quatro de fora. A segunda edição da Copa Brasília será em setembro”, adianta. “Neste ano, a federação vai fazer um diferencial, com o apoio da Secretaria de Esporte: vamos realizar um Campeonato Regional do Centro-Oeste, em dezembro. Será uma edição inédita, reunindo equipes de Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul”, complementa. Estrutura e inclusão O GDF também tem ampliado o acesso ao esporte por meio dos centros olímpicos e paralímpicos (COPs). Renato Junqueira garante que as unidades oferecem atendimento especializado para pessoas com deficiência, com acompanhamento de profissionais e atividades voltadas ao desenvolvimento físico, motor e social. “Há acompanhamento específico de profissionais e monitores que têm a expertise para trabalhar as modalidades com os paraatletas, gerando inclusão. A gente pensa no alto rendimento, mas também pensa nas pessoas com deficiência que estão sendo incluídas por meio dos projetos”, ressalta o secretário. Atualmente, estão abertas 12.426 vagas distribuídas em 12 unidades espalhadas pelo DF, com inscrições disponíveis até 11 de dezembro pelo Sistema de Inscrição dos Centros Olímpicos e Paralímpicos. Distribuição das vagas por unidade Ceilândia (Setor O): 1.793 vagas Estrutural: 1.719 vagas Brazlândia: 1.354 vagas Planaltina: 1.297 vagas Samambaia: 1.265 vagas Ceilândia (P Norte): 853 vagas Recanto das Emas: 853 vagas Gama: 793 vagas Sobradinho: 713 vagas Santa Maria: 702 vagas São Sebastião: 664 vagas Riacho Fundo: 420 vagas
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Educação de Jovens e Adultos chega ao sistema prisional
A educação dentro do sistema prisional do Distrito Federal ganhou um novo formato. A Secretaria de Educação (SEEDF) abriu a oferta da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade a distância, em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), ampliando o acesso ao ensino para pessoas privadas de liberdade. Laboratórios de informática já foram instalados nas sete unidades prisionais do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Seape “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência” Lilian Sena, diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica A iniciativa foi viabilizada com a instalação de laboratórios de informática nas sete unidades prisionais do DF, com financiamento do Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A estrutura permite que as atividades ocorram em ambiente controlado, conciliando segurança e acesso à tecnologia. “A oferta da EJA a Distância no sistema prisional distrital representa um avanço significativo na consolidação da EJA nas prisões e alia segurança à oportunidade de acesso ao conhecimento, que é essencial para a transformação de vidas e diminuição da reincidência”, ressalta a diretora da Educação de Jovens e Adultos da Subsecretaria de Educação Básica, Lilian Sena. O modelo foi construído a partir de um projeto pedagógico elaborado pelo Centro Educacional 01 de Brasília em conjunto com a equipe técnica da administração penitenciária. A proposta amplia o alcance das ações educacionais já existentes e busca garantir continuidade nos estudos dentro das unidades. Tecnologia e acesso [LEIA_TAMBEM]A experiência começou como projeto-piloto no Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Nessa primeira etapa, 11 estudantes passaram a ter acesso à formação básica com apoio de professores e uso de recursos digitais, o que amplia as possibilidades de inclusão educacional e tecnológica. “Além de ampliar a oferta educacional nas prisões, a EJA a distância possibilita uma formação básica de qualidade para os custodiados que não tinham acesso à educação no CPP”, explica a diretora do Centro Educacional 01 de Brasília, Telma Cristiane. “Os 11 estudantes contemplados neste primeiro momento terão acesso à tecnologia, com suporte de professores qualificados. Tenho a certeza de que esse tipo de formação terá um impacto muito positivo na vida desses estudantes ao inseri-los no mundo digital, abrindo possibilidades sociais e profissionais para eles.” A proposta se insere em uma política mais ampla de reintegração social por meio da educação. A avaliação é que o acesso ao ensino e às ferramentas digitais contribui para a construção de novas perspectivas fora do sistema prisional. “Nosso entendimento é que o sistema prisional deve ser, ao mesmo tempo, espaço de responsabilização e de reconstrução de trajetórias. Essa iniciativa reforça o compromisso da secretaria em expandir projetos de estudo, trabalho e inclusão digital em toda a rede prisional do DF”, afirma o diretor de Políticas Penitenciárias da Seape, George Yves. *Com informações da Secretaria de Educação
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UBS de Taguatinga fortalece acolhimento e orientação a famílias de crianças com autismo
Na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga, equipes multiprofissionais (e-Multi) e de Saúde da Família (eSF) vêm transformando a realidade de mães e responsáveis por crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Chamado Tealogando, o grupo, que iniciou as atividades em 2024, se reúne mensalmente para dialogar e compartilhar orientações voltadas ao cuidado integral das famílias. Sueli Gomes levou o neto, Victor, para um encontro no Tealogando: “É muito importante que todas permaneçam para a gente estar unida e chegar aonde a gente quer chegar, que é lidar com o comportamento da criança com autismo” | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Na terça-feira (14), a quinta turma do projeto teve o primeiro encontro. Sueli Gomes, de 62 anos, participou da atividade ao lado do neto, Victor, 11, e falou sobre a expectativa em relação ao acompanhamento: “Aqui no grupo a gente vai poder ficar mais informada, e espero que, com as outras reuniões, a gente possa adquirir experiências para lidar melhor com essa situação. É muito difícil para mim, e eu creio que esteja sendo mais difícil ainda para meu neto”. “A UBS também serve de espaço para promoção, educação e acompanhamento em saúde” Susy Mashuda, fonoaudióloga e facilitadora do grupo Tealogando Sueli conta que a família observou os primeiros sinais do TEA na infância de Victor, em comportamentos incomuns, como ficar se batendo. “Creio que o grupo vai ajudar muito as mãezinhas que estão perdidas e não estão sabendo dar conta”, disse. “É muito importante que todas [as mães] permaneçam para a gente estar unida e chegar aonde a gente quer chegar, que é lidar com o comportamento da criança com autismo”. Espaço de convivência Uma das facilitadoras do grupo, a fonoaudióloga Suzy Mashuda lembra que a iniciativa surgiu a partir da demanda das próprias famílias por mais orientações sobre o transtorno. “A UBS também serve de espaço para promoção, educação e acompanhamento em saúde”, ressalta. “Elencamos vários temas, como comunicação, seletividade alimentar, medicação e fluxo da rede, e reunimos os pais e familiares”. Antes mesmo do início dos encontros coletivos, os profissionais da equipe fazem anamnese — uma entrevista completa, abordando diversos aspectos que ajudam a identificar o perfil da pessoa entrevistada — de cada família, mapeando as principais necessidades e traçando um perfil de cada criança. A proposta é tornar o acompanhamento mais direcionado e efetivo. “O grupo serve como espaço para troca entre as mães, resgatando e fortalecendo essa rede de apoio; o pouco que a gente troca com elas já traz resultados muito significativos”, especifica. Abril Azul [LEIA_TAMBEM]Em 2 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma data dedicada à ampliação do conhecimento sobre o transtorno, ao enfrentamento do preconceito e à promoção da inclusão das pessoas com o TEA na sociedade. Caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, além da presença de padrões de comportamentos repetitivos, o TEA já atinge cerca de 34,5 mil pessoas no Distrito Federal — número equivalente a 1,2% da população local, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2025, a rede de saúde pública do DF registrou 8.237 atendimentos individuais na Atenção Primária à Saúde, além de 134.987 procedimentos relacionados à TEA realizados na atenção especializada e na rede contratada. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Cinema inclusivo leva estudantes ao Cine Brasília em ação pedagógica
Uma manhã diferente, fora da rotina e cheia de descobertas. Foi assim que estudantes do Centro de Ensino Especial (CEE) 01 do Guará viveram a experiência desta quarta-feira (8), no Cine Brasília. Cerca de 40 estudantes participaram de uma sessão adaptada do projeto Cinema Inclusivo e Especial. Para muitos, mais do que assistir a um filme, foi a oportunidade de ocupar um espaço cultural da cidade e vivenciar algo novo. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, que aproxima estudantes da rede pública dos equipamentos culturais do Distrito Federal. A iniciativa é realizada em parceria entre as secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). No período da tarde, estudantes do CEE 01 de Santa Maria também participaram da programação. Estudantes do CEE 01 do Guará assistiram ao filme ‘Cara de um, focinho de outro’, no Cine Brasília | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Atentos ao enredo da animação Cara de um, focinho de outro, os pequenos acompanharam a história que traz valores, como a importância de preservar a natureza, a união, a amizade e o trabalho em equipe. “Eu acho uma experiência bem enriquecedora, muitas vezes eles não têm oportunidade de transitar nesses espaços culturais. Eu achei bacana, principalmente por ter uma adaptação, uma acessibilidade. Isso faz parte do desenvolvimento deles, esse acesso à cultura, arte, experiência de socialização, interação”, afirma a coordenadora pedagógica do CEE 01 do Guará, Bruna Ferraz. Territórios Culturais Illane Nogueira: "Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos" O projeto Territórios Culturais tem como objetivo incentivar a conexão entre as unidades escolares e os patrimônios culturais do DF, transformando esses espaços em extensões do processo educativo e fortalecendo o sentimento de pertencimento. “Nós temos um pré-agendamento, por meio das escolas que se inscreveram para o projeto, selecionamos as escolas de todas as coordenações regionais de ensino e o transporte traz os estudantes. Nós enviamos o material pedagógico dos Territórios Culturais para que os professores possam trabalhar os temas do filme a que os meninos vão assistir. Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos”, descreve a responsável pelo projeto, Ilane Nogueira. Coordenada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, a ação se repete há quatro anos e vem sendo ampliada para atender diferentes perfis de estudantes, sempre com atenção às necessidades de cada grupo. "Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais" Alex Vasconcelos, assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral “Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais. Então, escolhemos o público e vamos adequar a sessão para esse perfil. Hoje, estamos com a sessão à meia-luz, por conta da sensibilidade dos estudantes, som mais baixo, ar-condicionado não muito gelado. Se estamos recebendo deficiente auditivo, por exemplo, a gente busca ter uma janela de libras aberta, se for deficiente visual é necessário a audiodescrição”, destaca o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, Alex Vasconcelos. Conforme a Portaria nº 265, de 16 de agosto de 2016, são princípios básicos da Educação Patrimonial: memória, identidade, preservação, pluralismo, acessibilidade, valorização, formação e a abordagem inter, multi e transdisciplinar. Para participar do projeto, algumas orientações são importantes: realizar o agendamento prévio, verificar a classificação indicativa dos filmes, preparar os estudantes com atividades sobre cinema e patrimônio, além de orientar sobre roupas confortáveis, hidratação e alimentação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEE-DF)
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Detran-DF disciplina a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil
A edição desta quarta (25) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) traz uma publicação do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), a Instrução nº 111, que disciplina, no âmbito da autarquia, a aplicação prática do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Mrosc). A segurança viária é um dos eixos fortalecidos pela parceria do Detran-DF com as organizações da sociedade civil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Saúde De acordo com a instrução, as parcerias firmadas entre a autarquia e as organizações da sociedade civil (OSCs) deverão prever ações que tenham como objetivo contribuir para reduzir as desigualdades sociais, raciais, de gênero e de inclusão da pessoa com deficiência, entre outras. “Ter um normativo que disciplina e instrumentaliza a formalização de parcerias com organizações da sociedade civil, respeitando seu marco regulatório, é uma conquista importante para o Detran-DF no fortalecimento das ações da autarquia em prol da segurança viária no DF”, comemora o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. [LEIA_TAMBEM]Entre as finalidades da celebração de parcerias, o documento aponta a integração do poder público distrital com instituições de ensino e pesquisa e empresas estabelecidas no DF, de modo a proporcionar a troca de conhecimentos, além de apoiar projetos e atividades de iniciativa da comunidade, selecionados mediante chamamento público ou indicadas como destino de recursos de emendas orçamentárias pelo Poder Legislativo. Propostas As propostas de abertura de Procedimento de Manifestação de Interesse Social (PMIS) poderão ser apresentadas pelas OSCs e por cidadãos. Basta encaminhar o material ao protocolo eletrônico do Detran-DF, pelo e-mail protocolo@detran.df.gov.br. Todas as propostas serão objeto de deliberação pelo diretor-geral da autarquia, e a decisão sobre a instauração ou não do PMIS será informada ao proponente via comunicação eletrônica e divulgação na página eletrônica do Detran-DF. A comunicação com as OSCs poderá ocorrer por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), divulgação na página eletrônica do Detran-DF, notificação presencial, telefone oficial, correio eletrônico, aplicativos de mensagens instantâneas, plataforma ou envio de correspondência física destinadas ao endereço eletrônico ou ao endereço físico informados no momento de registro em cadastro, inscrição em chamamento público ou apresentação de requerimento de parceria. Para conhecer as regras e os procedimentos necessários à realização de parcerias com o Detran-DF, acesse a Instrução nº 111/2026 na íntegra. *Com informações do Detran-DF
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Passe Livre Especial garante gratuidade no transporte público para mais de 57 mil pessoas com deficiência no DF
O acesso ao transporte público gratuito para pessoas com deficiência e doenças crônicas segue alcançando milhares de moradores no Distrito Federal. Atualmente, 57.639 beneficiários utilizam o Passe Livre Especial, programa que garante deslocamento sem custo no sistema público da capital. Só em 2025, foram registradas mais de 28 mil solicitações referentes ao benefício | Foto: Divulgação/BRB “O passe livre se torna um verdadeiro ponto de conexão social, permitindo que a pessoa com deficiência circule pela cidade e exerça plenamente sua cidadania” Willian Ferreira da Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência Segundo o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, o Passe Livre Especial representa uma ferramenta concreta de cidadania, que garante o direito de ir e vir com autonomia, dignidade e segurança. “Quando asseguramos a mobilidade, ampliamos também o acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação, trabalho e participação social”, afirma. O gestor lembra que o critério de renda deixou de ser um requisito obrigatório para a concessão do benefício, reforçando que o direito à mobilidade não deve depender da condição financeira. “O passe livre se torna, portanto, um verdadeiro ponto de conexão social, permitindo que a pessoa com deficiência circule pela cidade e exerça plenamente sua cidadania”, reforça. Ao longo de 2025, a demanda pelo benefício se manteve elevada. Foram 28.338 solicitações registradas no período, sendo 8.716 novos pedidos e 19.622 recadastramentos — etapa necessária para a manutenção do acesso. Quem tem direito O Passe Livre Especial é destinado a pessoas com deficiência física, sensorial ou mental e também àquelas diagnosticadas com doenças crônicas, como insuficiência renal e cardíaca, câncer, HIV, anemias congênitas – como a falciforme e a talassemia – e distúrbios de coagulação (hemofilia). O benefício permite a utilização gratuita do transporte público, com limite de até oito acessos diários. Nos casos em que há necessidade de acompanhante, o número pode chegar a 16 acessos por dia. [LEIA_TAMBEM]O uso do cartão é individual e condicionado às regras do programa. Situações como empréstimo a terceiros, venda do benefício ou utilização fora das finalidades previstas podem resultar em suspensão após apuração administrativa. Como solicitar A solicitação pode ser feita de forma digital, por meio do Sistema Passe Livre. O interessado deve preencher o cadastro e anexar documentos como laudo médico emitido por profissional com registro no DF, documento de identificação, CPF e comprovante de residência recente no Distrito Federal. Após a análise, o laudo é avaliado por um médico da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD). Com a aprovação, o cartão é emitido e disponibilizado para retirada em local informado ao beneficiário. Também há opção de atendimento presencial em posto da BRB Mobilidade, localizado na Estação 112 Sul do Metrô. A digitalização do processo reduziu a necessidade de deslocamentos presenciais e ampliou o acesso ao serviço, embora o prazo de emissão continue condicionado à análise documental e médica.
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Após ultrapassar 500 alunos atendidos em três meses, Incubadora Digital terá também um ponto fixo
Criado em dezembro do ano passado, com o intuito de levar capacitação gratuita em tecnologia e empreendedorismo a todas as regiões administrativas, o projeto Incubadora Digital, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), já passou por sete das 35 cidades do Distrito Federal, tendo atendido mais de 500 alunos e emitido cerca de 200 certificados. Agora, a iniciativa anuncia uma novidade: a partir deste mês, ela ganhará um ponto avançado fixo, no Setor Comercial Sul, para quem quer aprofundar os conhecimentos. "A ideia da secretaria, junto com o Governo do Distrito Federal, é liderar um processo de transformação no Setor Comercial Sul, incubando pequenas startups ou alunos que querem abrir seu negócio. No posto avançado, eles vão conseguir se aprofundar em determinadas matérias do empreendedorismo digital e alavancar seus projetos", explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. "Dali vão surgir várias startups, vários negócios diferentes que vão ajudar o comércio local", acrescenta. O novo ponto fixo funcionará em uma área de aproximadamente 650 m², com capacidade para 20 estudantes por turno — serão três — na sala de formação e outras 30 pessoas no auditório. O espaço também contará com área administrativa, estúdio de podcast e refeitório. No local, serão oferecidos atividades e cursos como gestão de inovação e modelagem de negócios digitais; marketing digital e estratégias de venda online; e finanças para startups e empreendedores. Hoje, a Incubadora Digital é formada por duas carretas, com sala de aula e estúdio de podcast, que visitam diferentes regiões administrativas do DF, levando formação gratuita e para pessoas de todas as idades. Entre os cursos oferecidos, estão tecnologia e informática; marketing digital e produção de conteúdo; empreendedorismo e modelo de negócio; e drones e operações digitais. Hoje, a Incubadora Digital é formada por duas carretas, com sala de aula e estúdio de podcast, que visitam diferentes regiões administrativas do DF, levando formação gratuita e para pessoas de todas as idades | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília "A ideia foi justamente trazer para todas as regiões administrativas do DF cursos de capacitação na área de empreendedorismo digital, que foi uma necessidade que a gente identificou. Brasília é uma cidade que cada vez mais tem pequenos empreendedores, pequenas startups nascendo. Então, a gente traz esse projeto como uma forma de capacitar, de auxiliar esses jovens empreendedores, essas pessoas que querem conhecer um pouco da internet, do tráfego pago, de como tudo funciona. E dá essa alavancada", aponta Vitorino. As estruturas móveis já passaram por Planaltina, Arapoanga, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal e, mais recentemente, por Paranoá e Varjão/Lago Norte. Os próximos pontos de parada são Lago Sul/Jardim Botânico/São Sebastião e Riacho Fundo/Candangolândia (9/3 a 3/4); e Vicente Pires e Taguatinga (6/4 a 1º/5). A artista Rose Maria Alves, de 64 anos, foi uma das participantes da carreta no Lago Norte. A moradora de Sobradinho conta que não conseguiu fazer os cursos quando eles passaram por sua cidade, mas fez questão de seguir a estrutura itinerante na parada seguinte. "Hoje o mundo é movido por meio da internet. Então é muito importante aprender e eu encontrei esse espaço aqui, que está sendo bom para mim e para as outras pessoas que estão participando. E é para a vida toda", destaca. Já a advogada e assistente social Cleide Benedito, outra a participar dos cursos no Lago Norte, enfatiza o caráter descentralizado da iniciativa. "Aqui no Lago, nós temos também o Taquari, a Granja do Torto e todo o núcleo rural. Tem muita gente querendo aprender para implementar no seu trabalho. Eu estou amando a aula de tráfego pago, que é importante tanto para quem trabalha com imóveis quanto para quem trabalha com venda de chocolates, por exemplo. Nós já sentamos e conversamos e cada um está tendo uma ideia para melhorar seu negócio. O público de Brasília merece e precisa disso", arremata.
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Iniciativas do GDF para a juventude têm como foco inclusão e capacitação
Programas da Secretaria da Juventude (Sejuve-DF) têm marcado presença no âmbito da agenda voltada à capacitação e ao empoderamento da juventude; especialmente dos estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade. Programa Jovem Candango é uma das principais portas de entrada no mercado de trabalho | Foto: Divulgação/Sejuve-DF São iniciativas que focam educação financeira, inclusão digital, qualificação profissional e articulação com programas de inserção no mercado de trabalho. “A juventude precisa de oportunidades reais”, afirma o titular da Sejuve-DF, André Kubitschek. “Política pública precisa gerar impacto direto na vida das pessoas”. Dentre as ações da secretaria, o gestor destaca o workshop de educação financeira Futuro em Conta, criado com a meta de preparar os jovens para lidar com o dinheiro de forma consciente, abordando temas como planejamento financeiro, consumo responsável, definição de metas e noções básicas de empreendedorismo. Estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade são o foco. “Educação financeira é também uma ferramenta de autonomia, cidadania e transformação social”, enfatiza o secretário. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas” André Kubitschek, secretário da Juventude O programa Pró-Jovem Digital, por sua vez, é considerado estratégico para a inclusão da juventude do DF. Oferece capacitação em tecnologia, marketing digital, produção de conteúdo e abordagem de áreas ligadas à economia digital, preparando os jovens para um mercado cada vez mais conectado e competitivo. Na mesma linha funciona o programa Jovem Candango, uma das principais portas de entrada do jovem no mercado de trabalho, conectando experiência profissional, formação continuada e desenvolvimento pessoal. Formação, oportunidade e protagonismo juvenil são os fundamentos da secretaria, bem como a descentralização dos serviços. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas”, reforça André Kubitschek. Perspectivas [LEIA_TAMBEM]Para este ano, a Sejuve-DF planeja a expansão dos programas já iniciados, além da criação de novas ações voltadas ao primeiro emprego, ao empreendedorismo juvenil, à economia criativa, à formação de lideranças jovens e à educação financeira continuada. Também estão previstas iniciativas nas áreas de saúde emocional, cidadania e inovação social, além do fortalecimento de parcerias com a iniciativa privada, universidades, terceiro setor e parlamentares, por meio da proposição de emendas voltadas às políticas públicas de juventude. “A ideia é transformar essas ações em políticas públicas permanentes, com resultados duradouros”, lembra o secretário. “A Secretaria da Juventude está de portas abertas para ouvir, construir e caminhar junto com os jovens. A juventude de Brasília tem talento, criatividade e força. Nosso papel é abrir caminhos para que esse potencial se transforme em oportunidades reais.” *Com informações da Secretaria da Juventude
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Projeto 'Descobrindo Brasília e suas Regiões' tem inscrições abertas para visitas guiadas
A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) abriu, nesta quarta-feira, (7) as inscrições para a seleção de projetos sociais das regiões administrativas do DF de pessoas interessadas em participar do projeto Descobrindo Brasília e suas Regiões. A iniciativa é regulamentada pelo Edital de Seleção nº 03/2025 e tem como objetivo aproximar a população dos espaços públicos, históricos, culturais e arquitetônicos da capital federal. Aspectos da arquitetura, da história e da cultura do DF são o foco do projeto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal” Ana Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Ao todo, o projeto vai ofertar 2.275 vagas, distribuídas em 65 edições, com até 35 participantes por edição, beneficiando integrantes de projetos sociais que atendem diferentes faixas etárias: crianças, adolescentes, adultos e idosos. “As visitas guiadas são uma forma de fortalecer o vínculo da população com a cidade e com os espaços públicos”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “O Descobrindo Brasília e suas Regiões é um projeto que promove inclusão, pertencimento e acesso à história e à cultura do Distrito Federal, especialmente para quem muitas vezes não tem oportunidade de vivenciar esses locais.” As inscrições estão disponíveis a partir desta quarta e podem ser feitas por meio do Portal da Comunidade, ou presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede da Seac-DF – Sala 104 do Anexo do Palácio do Buriti — e na Galeria dos Estados. Como participar [LEIA_TAMBEM]Para participar do processo seletivo, os projetos sociais devem estar cadastrados no Portal da Comunidade e desenvolver atividades voltadas às faixas etárias previstas no edital. A seleção ocorrerá por ordem cronológica de inscrição, desde que toda a documentação exigida seja apresentada de forma completa. O projeto promove visitas guiadas a espaços de reconhecida relevância histórica, cultural e arquitetônica do Distrito Federal. A iniciativa contribui para o fortalecimento do sentimento de pertencimento, a valorização do patrimônio público e a integração das comunidades às instituições da capital. O resultado da seleção dos projetos sociais será divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site oficial da Seac-DF. As atividades do projeto estão previstas para começar em fevereiro deste ano. Confira o edital completo. *Com informações da Seac-DF
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Pró-Jovem Digital forma mais 600 estudantes
O Distrito Federal segue avançando na promoção da inclusão digital e na geração de oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade. Nesta sexta-feira (12), o secretário da Juventude, André Kubitschek, entregou certificados a novas turmas do Pró-Jovem Digital, programa que já mudou a trajetória de mais de 600 jovens em diversas regiões administrativas. Formandos do programa: formação abrangeu 240 jovens nas últimas turmas | Foto: Divulgação/Sejuv-DF “O Pró-Jovem Digital representa um passo decisivo para que nossos jovens assumam o protagonismo do próprio futuro”, declarou o titular da Secretaria da Juventude (Sejuv-DF). “Não estamos oferecendo apenas um curso, mas um conjunto de ferramentas que transforma talento em oportunidade, conhecimento em renda e sonho em realização.” Somente nas últimas turmas, 240 jovens concluíram a formação em eventos simultâneos promovidos no Plano Piloto e em Sobradinho II. O programa se consolidou como uma das principais iniciativas de qualificação tecnológica do DF, oferecendo lanche, transporte, certificação e participação em sorteios de notebooks gamer como incentivo ao desempenho. Em expansão O Pró-Jovem Digital já passou por Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Águas Claras, Sobradinho II, Plano Piloto, Sol Nascente e Gama. As próximas etapas contemplarão Paranoá, Riacho Fundo II, Estrutural, Samambaia e também a modalidade online, ampliando ainda mais o acesso à formação tecnológica em todo o Distrito Federal. [LEIA_TAMBEM]“O Pró-Jovem Digital é uma ponte entre o potencial da nossa juventude e as oportunidades que o futuro oferece”, enfatiza o secretário. Quando capacitamos um jovem, transformamos não apenas sua vida, mas toda a realidade ao seu redor.” Coordenado pela Sejuv-DF em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF) e a ONG Líderes do Brasil, o projeto oferece 80 horas de formação gratuita em empreendedorismo digital, marketing, redes sociais, edição de vídeo e inteligência artificial, destinado a jovens de 15 a 29 anos. A cada nova edição, o Pró-Jovem Digital reafirma o propósito de transformar vidas por meio da tecnologia, impulsionando empregabilidade, empreendedorismo e autonomia financeira para a juventude do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Juventude
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Projeto Formando Cidadão encerra temporada deste ano
Foram oficialmente encerradas, neste domingo (7), as atividades do ano do projeto Formando Cidadão, da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O evento contou com a presença de atletas e familiares. Jovens atletas e familiares participaram do fechamento desta temporada do projeto | Foto: Divulgação/PMDF A programação teve jogos em diversas categorias, com a participação de escolinhas parceiras de Samambaia, proporcionando momentos de integração, esporte e confraternização. Desenvolvido pelo 11º Batalhão da PMDF, o projeto é reconhecido como uma importante ferramenta de policiamento preventivo e comunitário. Por meio do esporte, promove inclusão social, disciplina e cidadania. Com foco principal na redução dos indicadores de criminalidade na região, o Formando Cidadão tem impactado positivamente a vida de dezenas de crianças e adolescentes, oferecendo oportunidades, valores e esperança para um futuro melhor. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal
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Distrito Federal foi destaque nas Paralimpíadas Escolares 2025
A delegação do Distrito Federal deu um show de talento e determinação nas Paralimpíadas Escolares 2025. Durante os cinco dias de competições, de 24 a 28 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico de São Paulo, o DF reafirmou sua força no esporte paralímpico escolar, conquistando o 6º lugar no ranking nacional e deixando um legado de orgulho. No tênis de mesa, a delegação do Distrito Federal levou duas medalhas de prata e quatro de bronze | Foto: Fernanda Feitoza/SEEDF Entre os destaques, o futebol de sete brilhou com uma campanha consistente até chegar à final contra os donos da casa, São Paulo. Na arquibancada, familiares, colegas e torcedores vibravam a cada lance. Em uma partida equilibrada e emocionante, decidida nos pênaltis, o Distrito Federal garantiu o ouro. [LEIA_TAMBEM]A equipe também conquistou os troféus de melhor goleiro e artilheiro, reconhecimentos que coroaram o esforço diário desses jovens atletas. Além disso, dois jogadores — Yan Lima, 17 anos, e Davi Oliveira, 17 — foram contemplados com a Bolsa Atleta, incentivo nacional que transforma vidas e abre portas para futuros campeões. “O jogo foi difícil para os dois lados, mas estou muito feliz por levar esse troféu para o meu estado”, comemorou Davi Andrade, artilheiro da competição e aluno do Centro de Ensino Médio (CEM) 417 de Santa Maria. O desempenho do DF também se destacou em outras modalidades. No tênis de mesa, com muita técnica, os atletas conquistaram duas medalhas de prata e quatro de bronze, celebradas como verdadeiras vitórias pessoais por eles e suas famílias. No parabadminton, a dedicação e o talento renderam duas medalhas de ouro e quatro de prata, em jogos repletos de energia e emoção. Samuel Falcão (à esquerda) e Kaique Sousa conquistaram medalhas de ouro e de prata no parabadminton A bocha, modalidade que exige precisão e estratégia, também brilhou na competição, garantindo um ouro, uma prata e um bronze. Cada ponto foi intensamente comemorado por quem conhece a dedicação desses jovens atletas. “Eu tenho muito apoio familiar e, por isso, acredito que posso conquistar muitas coisas. Fico muito feliz em estar aqui na competição”, afirmou a estudante Carolina Cammarota, 14 anos. Na natação, foram cinco medalhas de ouro, oito de prata e três de bronze, além de vários atletas que superaram seus próprios recordes pessoais. A cada virada e a cada braçada, o público acompanhou histórias de coragem que inspiram qualquer amante do esporte. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Delegação do DF estreia com medalha no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares
A delegação do Distrito Federal começou com destaque sua participação no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas na capital paulista. Em um dia marcado por superação, técnica e espírito esportivo, os estudantes-atletas do DF conquistaram resultados expressivos e mostraram a força da rede pública. O grande momento veio no tatame, quando o estudante Patrick Araujo, 12 anos, da Escola Classe Paraná (Planaltina), garantiu a medalha de prata no judô, colocando o DF no pódio logo na estreia das competições. “Eu estou muito feliz com a minha medalha”, comemorou Patrick. Patrick Araujo, estudante de Planaltina, conquistou a primeira medalha da delegação do DF no segundo bloco da competição | Foto: Fernanda Feitoza/SEEDF Na natação, os representantes do DF tiveram atuações consistentes e festejaram a melhora de seus tempos, resultado direto de meses de preparação intensa. A evolução das marcas individuais reforça o potencial do grupo para os próximos dias de competição. “Estou bastante satisfeita porque consegui baixar minha marca e estou curtindo muito estar aqui“, declarou a nadadora Júlia Moura, 13 anos. Os atletas da bocha, do tênis de mesa e do parabadminton também estrearam com vitória, dando ao DF um início promissor nas três modalidades. As disputas foram equilibradas, mas os estudantes demonstraram foco e confiança para alcançar as primeiras conquistas. [LEIA_TAMBEM]“Eu fui a primeira atleta do DF a jogar (parabadminton) hoje e comecei vencendo. Estou muito feliz!”, celebrou Evelyn Andrade, 16 anos, estudante do CEM 01 do Riacho Fundo. Seu parceiro de equipe, David Lima, 15 anos, do Centro Olímpico de Samambaia, também estreou com vitória no parabadminton. “Eu joguei contra um atleta do Espírito Santo e consegui vencer“, comentou. No futebol PC (paralisia cerebral), o time do Distrito Federal entrou em quadra mostrando entrosamento, garantindo a vitória expressiva por 5 x 0, logo no primeiro confronto, contra o Pará. As competições seguem até sexta-feira (28), e a delegação do DF está confiante de que irá ampliar o número de medalhas. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Atletas do DF chegam a São Paulo para disputa das Paralimpíadas Escolares 2025
A delegação do Distrito Federal chegou, nesta segunda-feira (17), a São Paulo para participar das Paralimpíadas Escolares 2025. O grupo tem 115 integrantes, entre atletas, técnicos e equipe de apoio, e participou, à noite, da cerimônia oficial de abertura, que marcou o início das competições. Ao todo, 28 paratletas da rede pública de ensino do DF disputam medalhas no primeiro bloco, que vai até sábado (22), em modalidades como atletismo, rúgbi, halterofilismo e tênis em cadeira de rodas. Os estudantes chegaram animados para o evento esportivo, que representa não só uma disputa, mas também integração, diversão e convivência. Na chegada, os paratletas tiveram a oportunidade de conhecer o ex-jogador de futebol Cafu, ídolo nacional e símbolo do esporte brasileiro. Um dos fatores notáveis da competição é a sua estrutura. Todas as 15 modalidades e a cerimônia de abertura ocorrem no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, considerado um dos mais bem-equipados do mundo. A escolha do local permite que os estudantes possam competir no mesmo ambiente usado por atletas de alto rendimento. Estudantes da delegação do DF chegaram a São Paulo nessa segunda (17) para a cerimônia de abertura das Paralimpíadas Escolares 2025 | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF Inspiração Um dos destaques da delegação é o estudante Diogo Souza, de 17 anos, atleta do rúgbi. Nesta edição, ele teve a honra de carregar a tocha paralímpica durante a cerimônia de abertura do evento. Praticante do esporte há nove anos, ele conta que sua paixão pela modalidade está ligada à intensidade das partidas. “Gosto muito de esportes de adrenalina. O que mais me cativou no rúgbi foram as pancadas”, revela o jovem, que atualmente treina três vezes por semana. A participação de Diogo em 2025 tem um significado especial. Sua mãe, Francisca de Souza, relembra os desafios enfrentados após a edição de 2023, quando o estudante foi acometido por uma meningite severa. “Ele veio, mas, quando voltou para casa, adoeceu gravemente. Foi bem difícil. Os médicos nos deixaram inseguros, falavam que ele podia ter sequelas, não lembrar das coisas. Se fosse o caso, ele não poderia mais praticar o esporte também”, conta Francisca. Apesar das incertezas, a determinação do atleta falou mais alto. “Confiamos em Deus. Ele por si só recuperou a mente, lembrou de tudo e pediu para ir treinar. Ele tem paixão por esse esporte”, orgulha-se a mãe. O apoio da família é constante, e o objetivo de Diogo é seguir carreira no paradesporto. Porta-bandeira do DF, Diogo Souza, ao lado de sua mãe, Francisca de Souza, durante a cerimônia de abertura das Paralimpíadas Escolares 2025 Uniforme A delegação do DF recebeu kits completos, com uniformes e equipamentos. O material tem sido elogiado por treinadores, familiares e pelos próprios estudantes, dando uma identidade à delegação e inspirando os competidores na representação do Distrito Federal em uma das mais importantes competições do país. O secretário-executivo da Secretaria de Educação (SEEDF), Isaías Aparecido, que acompanha o grupo, destacou a importância dos uniformes e enviou uma mensagem de incentivo: “Esse uniforme foi pensado com muito carinho. Desejo boa sorte a todos os atletas, que continuem brilhando. Obrigado por representarem tão bem o DF. Que sejam campeões”. [LEIA_TAMBEM]Formação e cidadania As Paralimpíadas Escolares 2025 consolidam-se não apenas como uma competição, mas como um verdadeiro celeiro de transformação social. Em um cenário em que o Brasil ocupa o quinto lugar no quadro geral de medalhas paralímpicas, o evento reafirma o papel fundamental da base escolar na manutenção e no crescimento dessa potência esportiva global. A pista, a quadra e a piscina tornam-se, assim, territórios de força, inspiração e orgulho nacional. A magnitude desta edição reflete o vigor do paradesporto brasileiro: são 2.056 atletas reunidos com o propósito de superar limites. A cerimônia de abertura teve desfile das bandeiras dos estados, juramento do árbitro e presença de autoridades que reforçaram o compromisso governamental com a inclusão. Durante a solenidade, o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), José Antônio Ferreira Freire, enfatizou a indissociabilidade entre o aprendizado em sala de aula e a prática esportiva: “É essa união que assegura o caminho para que vocês conquistem não apenas medalhas, mas uma formação completa: para serem grandes atletas e, acima de tudo, grandes cidadãos”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Brasília vai sediar Olimpíadas Especiais das Apaes em dezembro
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai apoiar a 24ª edição das Olimpíadas Especiais das Apaes 2025, que ocorrerá em Brasília entre 8 e 13 de dezembro. O evento, que tem a expectativa de reunir cerca de 1,8 mil participantes no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, foi tema de reunião entre o governador Ibaneis Rocha e representantes da sede nacional da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) nesta quinta-feira (13), no Palácio do Buriti. O presidente da Apae Brasil, Jarbas Feldner (terceiro a partir da esquerda), elogiou a iniciativa: “É muito importante para que as pessoas saibam quem somos e o que fazemos, porque as atividades esportivas têm uma importância muito grande no processo de habilitação, reabilitação e socialização das pessoas com deficiência” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Durante o encontro, o governador destacou a importância de a capital sediar uma competição voltada à inclusão e ao fortalecimento de políticas públicas para pessoas com deficiência (PcDs). “O Governo do Distrito Federal está apoiando totalmente esse evento, junto à Câmara Legislativa, para que ele corra da melhor maneira possível”, afirmou Ibaneis Rocha. “Nós todos sabemos a importância das Apaes em nível nacional, atendendo milhares de crianças e adolescentes e trazendo alento para as famílias”, prosseguiu o governador. “Vamos divulgar muito, porque eles dependem de doações, e aqui na capital da República a gente espera aumentar as arrecadações para que 2026 seja um ano melhor para essas crianças.” Visibilidade William Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência: “A partir do momento em que a pessoa participa da prática esportiva, a gente garante cidadania e dignidade” O presidente da Apae Brasil, Jarbas Feldner, agradeceu a receptividade do governo e ressaltou o papel do esporte na superação e no desenvolvimento das pessoas com deficiência intelectual e múltipla: “Este ano nós resolvemos trazer [o evento] para a capital exatamente pela estrutura, a oferta e a visibilidade para o movimento. É muito importante para que as pessoas saibam quem somos e o que fazemos, porque as atividades esportivas têm uma importância muito grande no processo de habilitação, reabilitação e socialização das pessoas com deficiência. O governador Ibaneis, juntamente com a sua equipe e os outros setores, está nos apoiando integralmente nesse evento; ele entendeu a importância e a grandiosidade disso para as pessoas com deficiência”. Por sua vez, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, enfatizou a relevância de Brasília receber as Olimpíadas: “A prática de esporte reflete a autonomia da pessoa com deficiência, então recebemos com muita alegria o convite para sediar as olimpíadas aqui. A partir do momento em que a pessoa participa da prática esportiva, a gente garante cidadania e dignidade, então a inclusão da pessoa com deficiência também faz parte da modalidade do esporte”. [LEIA_TAMBEM]Também participaram da reunião o presidente da Apae de Pindamonhangaba (SP), Paulo Vieira, e o diretor financeiro da Apae-DF e coordenador técnico das Apaes, Erivaldo Neto. A última edição das Olimpíadas Especiais das Apaes foi em Aracaju (SE), em 2022, reunindo mais de dois mil participantes de 23 estados e do Distrito Federal. Desde a sua criação, em 1973, o evento busca promover o desenvolvimento integral, o bem-estar e a inserção social das pessoas com deficiência por meio do esporte e da convivência comunitária. Capital da inclusão A capital federal sediará pela segunda vez o evento, que ocorre a cada três anos pela Federação Nacional das Apaes (Fenapaes). Serão disputadas dez modalidades esportivas — cinco individuais (atletismo, natação, tênis de mesa, ginástica rítmica e bocha paralímpica) e cinco coletivas (futsal, basquete, handebol, futebol society e capoeira). Além disso, está prevista a tradicional caminhada das famílias, aberta ao público, para incentivar a convivência e a inclusão social.
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Projeto escolar estimula vivência e respeito à diversidade nas aulas de educação física
A Escola Parque 303/304 Norte promoveu, na última semana, o projeto “Diversidade na Educação Física: vivenciando as dificuldades das pessoas com deficiência e sua inclusão nas práticas esportivas”. A ação celebrou o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado no domingo (21), e busca transformar o olhar dos estudantes sobre acessibilidade e inclusão. Iniciativa apresenta aos estudantes vivências reais sobre os desafios da acessibilidade e a importância da inclusão por meio do esporte | Fotos: Mary Leal/SEEDF O projeto é conduzido pela professora e especialista em Psicomotricidade Relacional, Luciane Vaneli. A docente explica que as ações envolvem alunos com e sem deficiência em atividades que vão além do esporte tradicional. Eles participam de situações que simulam a rotina de pessoas com deficiência física, auditiva e visual, promovendo empatia e respeito dentro e fora da sala de aula. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência “Se eu encontrar uma pessoa com deficiência visual, vou primeiro perguntar se ela precisa de ajuda. E, se ela disser que precisa, eu ajudo.” A fala é de Bento Conti, 11 anos, que participou de uma atividade vendado, com os colegas da sala. Já Davi Lopes, 10, participou do futebol de cinco e falou sobre a experiência de guiar-se pelo som da bola, ressaltando a importância da cooperação e da gentileza na partida. “No futebol com venda, a gente se guia pelo barulho da bola e precisa se ajudar o tempo todo. É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual se sente no dia a dia.” Luciane Vaneli explica que a iniciativa tem como objetivo mostrar que a atividade física pode e deve ser acessível a todos. “É fundamental que todos participem de forma colaborativa, aprendendo uns com os outros, o que promove o desenvolvimento social e emocional”, destacou a docente. Os estudantes Bento Conti (esquerda) e Davi Lopes (direita) participaram das atividades. "É uma experiência que mostra como uma pessoa com deficiência visual sente no dia a dia", comentou Davi Combate à invisibilização Este ano, as atividades ganharam caráter interdisciplinar, envolvendo as áreas de educação física, artes, teatro e musicalização. Antes das práticas, os estudantes tiveram aulas teóricas sobre inclusão, artistas com deficiência e combate ao capacitismo, aprendendo que respeitar a autonomia e oferecer ajuda apenas quando solicitada são atitudes fundamentais. Nas aulas de musicalização, os alunos foram convidados a explorar os sentidos além da visão, audição e tato ao tocar instrumentos. “Quando apresentamos artistas com deficiência visual, como Hermeto Pascoal, muitos ficaram impressionados porque não o conheciam. Isso combate a invisibilização e desperta empatia, que só se desenvolve com a experiência real”, explicou o professor Felipe Sobral. O futebol de cinco pessoas — no qual os participantes são vendados e precisam se guiar pelo som da bola — foi uma das atrações mais disputadas pelas crianças Gentileza gera gentileza Na parte prática, cerca de 50 alunos por turma, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, participaram de modalidades como futebol de cinco, vôlei sentado e uma pista de obstáculos acessível. As atividades mostraram as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência e a importância da cooperação. Felipe Sobral ressalta a relevância do desenvolvimento da empatia em relação ao próximo durante a segunda infância. “No início, muitas crianças do projeto sentem medo por estarem temporariamente sem um dos sentidos ou numa situação de mobilidade reduzida, mas com o apoio dos demais colegas adquirem mais confiança em participar”, contou o professor. [LEIA_TAMBEM]A estudante Isabella Vasconcelos, 11 anos, participou do circuito usando cadeira de rodas e guiando colegas vendados. “Foi difícil passar pelas cordas e bambolês. As pessoas que usam cadeira de rodas enfrentam buracos e rampas ruins todos os dias. Coloquei-me no lugar delas e percebi como o apoio faz diferença”, contou. O projeto Diversidade na Educação Física também aborda o combate ao capacitismo nas falas e atitudes dos estudantes, promovendo o respeito às pessoas com deficiência. Os alunos aprendem ainda sobre a importância de não ocupar espaços destinados a pessoas com mobilidade reduzida, como vagas e assentos preferenciais. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Carreta da Inclusão leva tecnologia, lazer e cidadania às comunidades do DF
A Carreta da Inclusão está de volta e vai percorrer diversas regiões administrativas do Distrito Federal, levando inovação, acessibilidade e cidadania à população. Realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), a iniciativa oferece uma experiência imersiva e inclusiva, mostrando como a tecnologia pode derrubar barreiras e ampliar oportunidades. Entre as atividades, estão experiências digitais e espaços de jogos com tecnologia assistiva, que proporcionam lazer, interação e diversão para todos os públicos. Além da vivência tecnológica, a Carreta disponibiliza atendimentos voltados à cidadania, em parceria com a SEPD. Entre os serviços oferecidos estão a entrega das carteiras de identificação da pessoa com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA), cadastro da pessoa com deficiência, orientações sociais e jurídicas, suporte para quem busca oportunidades profissionais, auxílio no acesso a benefícios como o passe livre e atendimentos em Libras. A Carreta da Inclusão chega a São Sebastião nesta terça (30) e fica na cidade até quinta (2/10) | Fotos: Divulgação/SEPD-DF Inclusão em movimento Com mais de 11 mil atendimentos realizados, a Carreta da Inclusão se consolida como um projeto que une inovação tecnológica e atenção humanizada, fortalecendo autonomia, participação cidadã e inclusão no mercado de trabalho. [LEIA_TAMBEM]“A Carreta da Inclusão representa nosso compromisso em levar para as comunidades projetos que transformam vidas. Quando unimos tecnologia e acessibilidade, não estamos apenas oferecendo serviços, mas construindo pontes para um futuro mais justo e inclusivo”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. O secretário da Pessoa com Deficiência, William Ferreira da Cunha, reforça: “O Governo do Distrito Federal reafirma seu compromisso com a construção de uma sociedade mais acessível, justa e igualitária, em que tecnologia e cidadania caminham juntas”. A iniciativa oferece experiências digitais e espaços de jogos com tecnologia assistiva, além de atendimentos voltados à cidadania Carreta da Inclusão • São Sebastião – 30/9, 1º/10 e 2/10 • Sobradinho – 14/10, 15/10 e 16/10 • Brazlândia – 4/11, 5/11 e 6/11 *Com informações da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF)
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Especialistas debatem inclusão, diversidade e saúde integral na UnDF
Promover um ambiente universitário que consolide uma cultura acadêmica baseada no respeito, na diversidade e na humanização. Esse e outros desafios presentes no ensino superior serão discutidos durante a 2ª Semana da Inclusão, Diversidade e Saúde Mental numa perspectiva interseccional, entre segunda (22) e sexta-feira (26), no Campus Norte da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). O evento é gratuito e aberto à população. A programação contará com a presença de especialistas no painel de discussão Inclusão, Diversidade e Saúde Mental numa perspectiva interseccional, além de ter o lançamento do projeto de extensão Saúde em Foco: Reflexões e Ações, que oferecerá oficinas e atividades práticas voltadas à promoção da saúde integral, também na perspectiva interseccional. Abordagem crítica “A visão crítica nos capacita a questionar as estruturas e normas que perpetuam a exclusão, como também os processos de medicalização de questões sociais" Raquel de Alcântara, gerente de Assistência e Humanização Estudantil da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário da UnDF Refletir sobre inclusão, diversidade e saúde mental a partir de uma perspectiva crítica e interseccional é fundamental para ir além das soluções superficiais e combater as raízes dos problemas. “A visão crítica nos capacita a questionar as estruturas e normas que perpetuam a exclusão, como também os processos de medicalização de questões sociais. Simultaneamente, a lente interseccional reconhece que as identidades das pessoas se sobrepõem (como gênero, raça ou deficiência), gerando experiências únicas e combinadas de discriminação e vulnerabilidade, que são mais complexas do que a soma de suas partes”, explica Raquel de Alcântara, gerente de Assistência e Humanização Estudantil da Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário da UnDF. Raquel lembra que a semana tem como meta fortalecer uma abordagem crítica, coletiva e sistêmica, entendendo a universidade como um todo. “Isso significa engajar todas as esferas da comunidade — estudantes, professores e demais servidores — na promoção de um espaço que assegure a acessibilidade e a permanência dos estudantes, integrando a diversidade em sua essência”, conclui. Acolhimento estudantil Cerca de 200 alunos da UnDF são atendidos em projetos da instituições voltados ao acolhimento da comunidade | Foto: Divulgação/UnDF [LEIA_TAMBEM]A GAHE desempenha um papel central e estratégico no suporte à trajetória acadêmica dos estudantes da UnDF, é um ponto de apoio e referência, oferecendo acolhimento, escuta, orientação e encaminhamento, conforme as situações que impactam a vida dos estudantes. Isso, com o objetivo de contribuir para que todos que necessitam tenham condições de desenvolver melhor seu potencial acadêmico e humano dentro da instituição. O público assistido atualmente pela gerência, seja por meio dos projetos, seja do apoio individualizado, se aproxima de 200 estudantes, sendo eles com necessidades educacionais específicas; ou com transtornos psicológicos/psiquiátricos; ou em condições temporárias decorrentes de questões pedagógicas ou de saúde; além dos que enfrentam dificuldades de adaptação à vida universitária; ou que lidam com barreiras de inclusão relacionadas a questões étnico-raciais, gênero, idade, localização geográfica ou vulnerabilidade socioeconômica. *Com informações da UnDF
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GDF vai investir R$ 8,8 milhões em brinquedos acessíveis para democratizar espaços de lazer
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) homologou, no último mês, a licitação para a aquisição de mais de 350 brinquedos acessíveis que vão ampliar a inclusão nos parquinhos infantis espalhados pelo Distrito Federal. O investimento de R$ 8,8 milhões vai garantir equipamentos adaptados, como o adapta-balanço em nível e o adapta-carrossel, voltados para crianças cadeirantes, com recomendações específicas de idade e peso. A iniciativa nasceu de um diálogo entre os engenheiros Pedro Isaac e Ramon Castro, do Departamento de Equipamentos Públicos, com a comunidade de diversas cidades do Distrito Federal. Conforme explica a equipe, a demanda surgiu durante as manutenções, quando as famílias perguntavam sobre brinquedos acessíveis. Foi então que a questão foi debatida internamente com o objetivo de contemplar todas as crianças, independentemente de sua condição. Demanda surgiu durante as manutenções, quando as famílias perguntavam sobre brinquedos acessíveis | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O processo licitatório, já concluído, foi homologado em agosto e marca a fase inicial de execução do projeto. A empresa fornecedora dos brinquedos é a OWL Toys Brinquedos, vencedora do pregão eletrônico da Novacap. A compra dos equipamentos ocorre nos próximos dias, seguida do início à instalação. A ideia é transformar os parquinhos em espaços verdadeiramente democráticos de lazer. A destinação dos equipamentos vai obedecer às demandas mapeadas e priorizadas pelas administrações regionais. Atualmente, o DF conta com 973 parquinhos instalados, cuja manutenção é feita de forma contínua pela companhia por meio da Diretoria das Cidades da companhia. O mapeamento dos locais que receberão os novos brinquedos será realizado em conjunto com as administrações regionais, que indicam a necessidade de cada comunidade. Além do investimento em inclusão, a Novacap também reforça o compromisso com a manutenção e segurança dos equipamentos públicos. “Temos equipes em campo diariamente para garantir o bom funcionamento dos parquinhos. Pedimos ainda que a comunidade nos ajude na preservação, e em nos comunicar casos de vandalismo ou necessidade de reparo”, acrescentou o diretor das Cidades, Raimundo Silva. Com a iniciativa, a companhia espera criar ambientes de lazer mais seguros, inclusivos e acolhedores. “A Novacap tem o compromisso permanente de promover inclusão e qualidade de vida para a população do Distrito Federal. Essa iniciativa de aquisição de brinquedos acessíveis é um passo importante para garantir que todas as crianças tenham direito ao lazer, em segurança, e em equipamentos de uso coletivo. Nosso objetivo é democratizar os espaços públicos e reforçar o caráter social da companhia”, afirmou o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Cursos do Detran-DF passam a contar com a presença de intérprete de Libras
Há uma novidade nas aulas do curso de Reciclagem de Condutor Infrator ministradas entre os dias 1º e 10 deste mês pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran): a presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais). O objetivo é assegurar que o cursista surdo possa acompanhar todas as atividades em sua primeira língua. Inicialmente, o recurso está sendo oferecido de acordo com a demanda dos alunos; meta é ampliar a inclusão | Foto: Divulgação/Detran-DF “Esta é uma iniciativa que reforça a responsabilidade da autarquia em fortalecer as políticas públicas inclusivas no trânsito, garantindo que todos os usuários tenham acesso igualitário à informação, formação e orientações necessárias para a condução segura de veículos”, ressalta o diretor-geral do Detran, Marcu Bellini. [LEIA_TAMBEM]Para participar de uma turma com a presença de intérprete, o candidato precisa informar a sua necessidade especial e o domínio de Libras no momento da inscrição, na Escola Pública de Trânsito (EPT). Inicialmente, a medida está sendo oferecida de acordo com a demanda de alunos e a disponibilidade de profissional nas turmas dos cursos de Reciclagem de Condutor Infrator e de Atualização para Renovação da Carteira Nacional de Habilitação. De acordo com a Diretoria de Educação de Trânsito (Direduc), a medida integra um conjunto de ações para tornar os serviços cada vez mais humanizados, acessíveis e democráticos, ampliando a participação das pessoas surdas na construção de um trânsito mais consciente e seguro para todos. *Com informações do Detran-DF
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Sessão especial de cinema promove inclusão para estudantes com deficiência no DF
Aos 14 anos, Lurdes Khamilly Quinteiro já havia ido ao cinema, porém tinha dificuldades para compreender os filmes. A estudante surda do 9º ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 07 de Ceilândia reclamava de “legendas muito rápidas” e sentia falta de intérpretes de Libras. No entanto, nesta quinta-feira (4), ela assistiu a um filme com total acessibilidade durante a sessão especial de Chico Bento e a goiabeira maraviósa, promovida pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) em parceria com a Agência Nacional do Cinema (Ancine), no escopo do projeto Cinema Brasileiro de Todos para Todos. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, acompanhou a sessão de cinema e enfatizou a importância da acessibilidade: “Nós temos que caminhar para isso, e a sociedade precisa ajudar” | Fotos: Mary Leal/SEEDF Em outubro, haverá quatro sessões inclusivas no Cine Brasília, com expectativa de atender 2,4 mil estudantes dos centros de ensino especial A experiência de Lurdes reflete a realidade de muitos estudantes com deficiência que, pela primeira vez, puderam assistir a um filme com total acessibilidade no CineSystem do CasaPark. “Tem muitos surdos, e estou gostando”, disse, por meio do intérprete Ramon Mota, durante a sessão especial. A sessão das 10h reuniu alunos do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito do Plano Piloto e do CEF 07 de Ceilândia. Para Vera Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, o evento representa muito mais do que uma sessão de cinema. “A importância é você poder dar visibilidade à acessibilidade; o que garante a inclusão é acessibilidade”, enfatizou. “Nós teremos uma extensão desse projeto agora em outubro no Cine Brasília, com quatro sessões para atender em torno de 2.400 estudantes dos centros de ensino especial”. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, também acompanhou a sessão e lembrou que a acessibilidade não é uma concessão, mas um direito. “Nós temos que caminhar para isso, e a sociedade precisa ajudar”, declarou. Tecnologia a serviço da inclusão Em uma das salas, o filme foi exibido com descrição em Libras projetada diretamente na tela Durante a sessão, foram testadas diferentes tecnologias assistivas. Uma sala contou com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, enquanto outra exibiu o filme com a projeção de Libras diretamente na tela, uma novidade que não é comum nos cinemas convencionais. [LEIA_TAMBEM]Leandro de Sousa Mendes, secretário de Regulação da Ancine, explica que a agência trabalha desde 2023 para melhorar o cumprimento da lei que obriga a acessibilidade nas salas de cinema. “Hoje temos cinco aplicativos em todos os cinemas, então é possível que todo deficiente auditivo e visual consiga ver um filme com acessibilidade”, explicou. O objetivo da ação desta quinta também foi coletar a impressão dos estudantes para aprimorar as políticas de acessibilidade e estudar a viabilidade de tornar obrigatórias algumas sessões especiais para esse público. Mudança na vida dos estudantes “Sem a parceria da secretaria, não seria possível trazer essas crianças para ter essa experiência” Alex Braga Muniz, diretor-presidente da Ancine Para Lurdes, que não frequentava o cinema devido à falta de acessibilidade, a experiência abre novas possibilidades. Questionada se frequentaria mais cinemas, caso esse sistema fosse implementado em todas as salas, ela prontamente respondeu: “Claro, com certeza”. A secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Ana Paula Feminella, ressaltou a importância de proporcionar essas experiências desde o ensino fundamental: “É a vivência da cidadã e do cidadão conseguindo acessar a cultura nacional. Este é o começo de uma parceria importante do governo federal com a Secretaria de Educação”. O diretor-presidente da Ancine, Alex Braga Muniz, reforçou que o projeto Cinema de Todos para Todos só é possível com o apoio da Secretaria de Educação. “Sem a parceria da secretaria, não seria possível trazer essas crianças para ter essa experiência”, afirmou. “É o primeiro passo de uma caminhada que leva à efetiva inclusão de pessoas com deficiência nas salas de cinema”. *Com informações da Secretaria de Educação
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Estudantes estrangeiros aprendem português nos centros interescolares de línguas
A barreira da linguística não é mais obstáculo para centenas de estudantes migrantes que vivem no Distrito Federal. A Secretaria de Educação do DF (SEEDF) instituiu, em janeiro deste ano, a Política de Acolhimento a Migrantes Internacionais Falantes de Outras Línguas, intitulada Bem-vindos ao Distrito Federal e regulamentada pela Portaria nº 94/2025. A iniciativa assegura o acesso à educação a migrantes, refugiados, apátridas e emigrantes retornados, independentemente da situação imigratória ou documental, com prioridade para o ensino de Português como Língua de Acolhimento (PLAc). As primeiras turmas funcionam em seis centros interescolares de línguas (CILs) — Guará, Asa Norte, Ceilândia, Samambaia, Taguatinga e São Sebastião — e atendem estudantes a partir do 6º ano do ensino fundamental. Já as crianças menores seguem recebendo apoio nas próprias escolas, com incentivo à criação de ambientes multilíngues e inclusivos. Professor Pedro Reis e o aluno colombiano Carlos Athuro Gomez Gomez | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A diretora do CIL do Guará, Taiana Santana, destaca o avanço que a transformação do projeto em política pública representa. “Nós já tivemos formaturas deles falando em português, eventos em que eles trouxeram comidas típicas, e os nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer culturas diferentes. É grandioso. Hoje temos 160 alunos, além dos mais de 300 que já passaram pelo curso”. A implementação da política também incluiu cursos de formação continuada para professores e a produção de materiais específicos, como o Caderno Pedagógico Migrantes e o videocast Migrantes Internacionais: a língua como acolhimento, disponíveis no YouTube da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) e no site da secretaria. Outro destaque é o documentário CILG – Bem-vindos ao DF – Migrantes Internacionais, que apresenta a experiência no CIL do Guará. “Nós já tivemos formaturas deles falando em português, eventos em que eles trouxeram comidas típicas, e os nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer culturas diferentes. É grandioso. Hoje temos 160 alunos, além dos mais de 300 que já passaram pelo curso” Taiana Santana, diretora do CIL do Guará Para viabilizar a implementação, foi realizada uma formação continuada no primeiro semestre de 2025, por meio de uma parceria entre a Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) e a Eape. O curso foi destinado a professores de línguas, que já estão atuando nas turmas iniciais do PLAc. A Diretoria de Educação em Direitos Humanos e Diversidade (DDHD), vinculada à Subin, coordena as ações e garante a matrícula de estudantes migrantes mesmo sem documentação, além de oferecer orientações práticas às escolas por meio da Circular nº 27/2024. A vice-diretora do CIL do Guará, Priscila Mesquita, complementa que o curso é reconhecido pela Polícia Federal, o que auxilia no processo de legalização da permanência de migrantes no país. “Isso muda o destino deles aqui: integração, oportunidades de trabalho, socialização e felicidade. É uma troca muito rica”. Muito além do idioma O Português como Língua de Acolhimento é voltado para o ensino do idioma e da cultura brasileira. O curso funciona em formato híbrido, com aulas semanais. Aulas online permitem a participação de quem trabalha, mas também há encontros presenciais para atendimento individualizado, sobretudo para iniciantes ou falantes de línguas tipologicamente diferentes do português, como o árabe. A coordenadora do curso no CIL do Guará, Danielle Paz, destaca que o PLAc vai além do aprendizado da língua, proporcionando trocas culturais e um olhar humanizado para individualidade e tradição de cada estudante. “A gente atende migrantes internacionais, alguns em situação de refúgio de guerras, que dependem do aprendizado do idioma para viabilizar a vida aqui. Eles vêm com essa motivação de estabelecer uma vida nova, ter novas esperanças. Nós recebemos esses alunos cuidando do ensino e de encaminhamentos que eles precisam”, afirma. Danielle ressalta que ao início do curso é feita uma avaliação chamada needs analysis, para identificar e adaptar as necessidades de cada aluno. É o caso de alunas muçulmanas, que precisam estar em um ambiente separado dos homens, ou outros estudantes que têm um espaço separado para fazer as orações que a tradição exige durante o dia. “Fazemos questão de não anular a cultura deles, porque eles têm que se sentir valorizados como povo, ter espaço de fala e oportunidade de mostrar os costumes e a identidade deles”, diz Danielle. [LEIA_TAMBEM]O professor Pedro Reis, que atuou nas primeiras turmas, lembra dos desafios iniciais do curso, que enfrentou a necessidade de letramento digital para viabilizar as aulas online durante o período pandêmico. “Eu nunca tinha trabalhado com um público tão diverso. Era gente do Haiti, Congo, Vietnã, Holanda, tudo junto no nível iniciante. É muito interessante ter essa experiência, porque ao mesmo tempo que ensinamos elementos de cultura brasileira, aprendemos muito sobre a cultura deles”. Ele reforça a importância do Centro de Línguas do DF e o curso como uma política pública, apontando que a tendência do Brasil de receber cada vez mais migrantes: “Temos uma política de migração relativamente fácil em relação a outros países, isso é um atrativo para as pessoas. Mas muitas vezes elas chegam aqui e a primeira barreira é a linguística. Ter acesso a uma escola de idiomas muda o destino delas, a integração com a comunidade, as oportunidades de trabalho. Com a nova portaria, vamos aumentar o acesso, melhorar a qualidade e ficar mais próximo das comunidades, o que resulta em uma probabilidade muito maior de permanência no curso.” Vozes de quem aprende A bangladesa Humaira Ferdousi, 48, está no Brasil há dois anos. Ela veio com o marido, que é diplomata do país do sul da Ásia. Para Humara, que tem como língua original o bengali (também chamado de bangla), a comunicação era difícil até na hora de usar a moeda brasileira. Ela conta que tudo mudou quando conheceu o CIL: “Quando cheguei, não entendia nada de português. Era difícil até comprar as coisas básicas. Agora eu entendo melhor, posso perguntar, comprar. Fui muito bem-recebida nesse curso; os professores e colegas são muito amigáveis e respeitosos”, observa. A bangladesa Humaira ferdousi, 48, está no Brasil há dois anos e é uma das alunas do projeto O colombiano Carlos Athuro Gomez Gomez, de 71 anos, mora há dois anos no Brasil. O aposentado já morou na Espanha, residiu dez anos no Canadá e conheceu diversos países, mas o Brasil é dono de um lugar especial no coração - palco da história de amor que o trouxe até o país, com uma carioca que conheceu em suas viagens. Carlos diz que na verdade é apaixonado pela cultura brasileira e, com muita bagagem para compartilhar, se diz feliz por ter encontrado um lugar de tantas trocas. “Vim ao Brasil por uma mulher, nos casamos e já nos divorciamos, mas não vou partir”, conta. “Estou muito feliz em viver aqui e por ter encontrado um lugar como o CIL, que se preocupa com as pessoas e com o aprendizado maior que só o idioma. Isso é muito importante, porque precisamos aprender português para agir, trabalhar, se integrar na comunidade. As pessoas aqui são muito gentis, o brasileiro, de forma geral, é muito gentil.”
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Portaria amplia locais para cumprimento de medidas socioeducativas no DF
A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Administração Regional de Arniqueira oficializaram, por meio de portaria publicada nesta sexta-feira (29) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), uma cooperação para viabilizar o cumprimento da medida socioeducativa de Prestação de Serviço à Comunidade (PSC) por adolescentes e jovens acompanhados pela Gerência de Atendimento em Meio Aberto de Taguatinga (Geamatg). Tarefas a serem desenvolvidas pelos jovens são de caráter educativo e de reflexão | Foto: Arquivo/Agência Brasília Com a portaria, os socioeducandos poderão desenvolver atividades de interesse coletivo nos espaços indicados pela Administração Regional de Arniqueira. Essas tarefas terão caráter educativo e reflexivo, sempre adequadas à condição e à capacidade do adolescente, não remuneradas e limitadas a até oito horas semanais, sem interferir no período escolar. [LEIA_TAMBEM]O acordo prevê que tanto a Geamatag quanto a administração da cidade acompanharão de perto a execução das atividades, avaliando a participação dos jovens e encaminhando relatórios à Justiça. A Sejus-DF ficará responsável pela seleção e encaminhamento dos adolescentes, além de capacitar servidores envolvidos na execução da medida. Já a Administração orientará os socioeducandos sobre as tarefas, controlará a frequência e enviará relatórios de desempenho à secretaria. De acordo com a portaria, a parceria terá vigência de 60 meses e não envolve repasse de recursos financeiros entre os órgãos. As despesas necessárias serão bancadas pelas respectivas pastas. A medida reforça a importância da rede de apoio institucional para garantir a efetividade das medidas socioeducativas, oferecendo aos adolescentes não apenas a possibilidade de reparar o dano causado, mas também a oportunidade de vivenciar experiências que estimulem a cidadania e a reintegração. Confira a portaria. *Com informações da Sejus
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Energia Cidadã leva inclusão e serviços essenciais à Vila do Boa neste sábado (30)
A Vila do Boa, em São Sebastião, recebe neste sábado (30), das 10h às 14h, mais uma edição do projeto Energia Cidadã, iniciativa da Neoenergia em parceria com o programa Energia Legal, do Governo do Distrito Federal (GDF). Iniciativa tem como foco a regularização do fornecimento de energia elétrica, processo que já contemplou mais de 4 mil famílias no DF | Foto: Divulgação/Neoenergia A ação comemora a regularização do fornecimento de energia para mil famílias da região apenas no primeiro semestre deste ano. Até agora, a Neoenergia já regularizou a situação de mais de 4 mil famílias em mais de dez áreas do Distrito Federal. Com investimento de R$ 55 milhões, a meta é contemplar 32 mil clientes até dezembro. Nos últimos três anos, mais de 37 mil famílias — cerca de 140 mil pessoas — foram beneficiadas, e nos próximos cinco anos o objetivo é atender outras 40 mil famílias, impactando mais de 160 mil pessoas, com investimento estimado em R$ 150 milhões. “A energia elétrica regular é mais do que um serviço — é um direito” Gustavo Álvares, diretor-superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Todo o processo de regularização fundiária no DF segue critérios rigorosos de validação técnica e legal. Antes de qualquer formalização, é feita uma análise detalhada do local, com a participação de diferentes órgãos e entidades responsáveis — incluindo o GDF — para garantir a viabilidade da regularização e o respeito à legislação vigente. Serviços oferecidos [LEIA_TAMBEM]“A energia elétrica regular é mais do que um serviço — é um direito”, ressalta Gustavo Álvares, diretor-superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Brasília. “Com o Energia Cidadã, levamos dignidade, segurança e oportunidades para milhares de famílias que antes viviam na informalidade. A Vila do Boa é um exemplo claro de como a inclusão energética transforma realidades.” Com uma ampla oferta de serviços à clientela, a ação de sábado estará localizada na Rua São Lucas, no estacionamento próximo ao campo sintético da Vila do Boa. A população terá acesso à van 100% elétrica de atendimento, que disponibiliza parcelamento de débitos, solicitações de reparos, trocas de titularidade e ligações novas, além da Unidade Móvel Educativa (UME), com experiências interativas sobre geração de energia fotovoltaica e eólica, uso consciente da eletricidade e preservação ambiental. Também serão promovidas atividades do projeto Vale Luz, com jogos sobre descarte correto de resíduos sólidos, distribuição de brindes e oportunidades de descontos na fatura ou doação para entidades assistenciais, além de orientações sobre segurança e prevenção de acidentes com a rede elétrica. *Com informações da Neoenergia
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4ª Feira de Acessibilidade do DF amplia projetos de inclusão para além da deficiência visual
Com inscrições abertas até 5 de setembro, a 4ª Feira de Acessibilidade do Distrito Federal, originalmente voltada a pessoas com deficiência visual, passa a receber projetos destinados àqueles com diferentes tipos de necessidades especiais, como cadeirantes, autistas, portadores de doenças raras, entre outros. O evento é realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Biblioteca Braille Dorina Nowill, equipamento da Secretaria de Educação (SEEDF). Participam também as secretarias da Pessoa com Deficiência (SEPD) e da Cultura e Economia Criativa (Secec), além da Regional de Ensino de Taguatinga. Com entrada gratuita, a feira ocorre nos dias 12 e 13 de setembro, das 10h às 19h, no Alameda Shopping, em Taguatinga. De acordo com Eliane Ferreira, coordenadora da Biblioteca Dorina Nowill, a procura foi tão grande nas edições anteriores que decidiu-se acolher iniciativas de instituições que trabalham com outras deficiências. Eliane destaca a evolução da iniciativa desde a primeira edição em 2022. “Quando iniciei esse projeto, era algo pequeno, com poucos trabalhos. Hoje, a feira tomou uma proporção muito maior, com atividades culturais, teatro, música, divulgação de tecnologias e forte engajamento de diferentes segmentos”, comemora. O evento é realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Biblioteca Braille Dorina Nowill, equipamento da Secretaria de Educação (SEEDF) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Nas últimas três edições, a feira cresceu em alcance e relevância, se consolidando como o maior encontro da capital federal dedicado à promoção da inclusão e à valorização da pessoa com deficiência. A programação inclui saraus, exposições, palestras sobre inclusão, direitos e educação, mesas de debate sobre desafios e avanços na vida das pessoas com deficiência, além da valorização de artistas e grupos culturais formados por esse público. Neste ano, terá as participações da Biblioteca Nacional de Brasília, que levará a tradicional Mala do Livro, Academia Taguatinguense de Letras, Centro de Ensino Especial para Deficientes Visuais (CEDV), Biblioteca Pública da União e Fundação Dorina Nowill, de São Paulo. Espaço de articulação Segundo a coordenadora da Regional de Ensino de Taguatinga, Daniela Souza dos Santos Freitas, o evento é também uma forma de dar visibilidade às pessoas com deficiência visual. “É preciso quebrar preconceitos e mostrar a importância deles, mostrar o quanto eles são capazes de fazer parte da sociedade. Muitos deles podem ser ainda mais eficientes do que as pessoas que enxergam”, afirma. Ela conta que cerca de 30 pessoas da regional de ensino estarão envolvidas na produção do evento. “A gente vai atuar dando apoio tanto de preparação do espaço, como logístico e de auxílio aos visitantes durante a feira”, revela. Para o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, a Feira é um espaço de articulação entre sociedade civil e poder público. “A Biblioteca Braille é uma grande parceira para viabilizar soluções que melhorem a qualidade de vida das pessoas com deficiência. A Feira de Acessibilidade demonstra isso na prática, reunindo instituições e a sociedade para discutir, apresentar tecnologias assistivas e práticas pedagógicas voltadas para esse público”, afirma. As inscrições para apresentação de trabalhos podem ser feitas pelos telefones (61) 3464-7056 e (61) 99375-7745 (Eliane Ferreira, coordenadora), ou pelo Instagram. Veja abaixo a lista de participantes do evento: - Academia Inclusiva de Autores Brasilienses (AIAB) - Academia Taguatinguense de Letras (ATL) - Associação dos Amigos dos Deficientes Visuais (AADV) - Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV) - Associação Surdo Cego/ Associação (Apada) - Arte movimento - hip-hop - Biblioteca Nacional - Mala do Livro - Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais - Comitê de Iniciação Desportiva - Coordenação Regional de Taguatinga (Cret) - Defensoria Pública - Fashion Inclusivo - Fundação Dorina Nowill - Instituto Blind Brasil (IBB) - Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual - Instituto de Superação e Inclusão Social (Isis) - Projeto Nova Visão Brasília - Retina Brasília - Sebrae - Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) - Secretaria de Educação (SEEDF) - Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) - Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) - Meta Maker (robótica) - Os eficientes - Coletivo de pessoas com deficiência - Visão Hospital de Olhos
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Projeto Empregabilidade Inclusiva e Especial promove acesso ao mercado de trabalho
Com o objetivo de viabilizar a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, foi lançado, nesta terça-feira (19), o Projeto Empregabilidade Inclusiva e Especial. Destinada a ex-alunos da rede pública do Distrito Federal, a iniciativa foi desenvolvida pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF) e com o apoio da Universidade de Brasília (UnB). O projeto é mais uma porta que se abre à inclusão, uma vez que oferece curso de formação e contrato de trabalho a pessoas com deficiência que preencham outros dois pré-requisitos: ter mais de 18 anos e ter concluído o ensino médio em alguma unidade da rede de ensino público do Distrito Federal. Iniciativa visa à inserção profissional de ex-estudantes da rede pública de ensino | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF A subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin), Vera Lúcia Barros, descreveu a parceria como uma oportunidade de promover uma verdadeira cultura de inclusão. “Estamos num momento muito especial, no início de um processo extremamente importante de inclusão. A partir de agora, os nossos estudantes podem apresentar os seus talentos, as suas vocações. Estamos reafirmando um compromisso de garantir que cada pessoa com deficiência seja vista pelo que pode fazer, que seu valor seja medido pelo talento e dedicação, e não por preconceitos ou estereótipos." [LEIA_TAMBEM]Parceria O programa tem uma metodologia, que envolve a triagem inicial dos candidatos e a elaboração dos currículos, atividades desenvolvidas em conjunto pela Subin e pelo Senac. Na fase seguinte, ocorre o encaminhamento para as empresas, que avaliam o perfil dos candidatos e a viabilidade de acessibilidade no ambiente laboral. Os aprovados passam para a última fase, iniciando a formação já contratados, com todos os direitos trabalhistas assegurados. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância da união entre os diferentes agentes sociais para promover a inclusão no mercado de trabalho: “A educação se faz com parcerias. E quando se trata de um aluno com deficiência, é preciso sensibilizar as empresas para recebê-los. Não basta formar os estudantes, é preciso garantir oportunidades de emprego também”. Mudança de vida Carlos Alberto Lopes Magalhães acredita que o projeto é uma oportunidade de mudar de vida: “Eu não esperava ter acesso a essas oportunidades” A primeira turma é composta por 13 participantes que terão aulas híbridas para o cargo de assistente administrativo, e já estão em processo admissional com carteira assinada em empresas como Hospital Daher, Comper, Fort Atacadista e Confederal. O curso tem carga horária de 160 horas e duração aproximada de dois meses. Segundo os representantes da SEEDF e do Senac, há previsão de novas turmas ainda este ano, e a expectativa é de que seja uma ação de longo prazo. O estudante Carlos Alberto Lopes Magalhães acredita que está diante de uma possibilidade única de mudar sua vida. “Começaremos trabalhando e, ao mesmo tempo, faremos o curso. Eu não esperava ter acesso a essas oportunidades. De repente, as coisas foram se concretizando. Eu me inscrevi pelo site e meu currículo foi selecionado. Sou muito grato por estar ingressando nesta empresa. Estou muito feliz, muito feliz mesmo e ansioso para começar as aulas”, celebrou. *Com informações da Secretaria de Educação
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Preparatório para alunos com deficiência ou transtornos que vão fazer o Enem tem aula inaugural
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) representa, para milhares de jovens, a porta de entrada para o ensino superior. Pensando em garantir equidade de oportunidades a todos os estudantes da rede pública de ensino, a Secretaria de Educação (SEEDF), por meio da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin), lançou, no sábado (16), a edição 2025 do projeto Enem Inclusivo e Especial, que promove aulões preparatórios para o Enem para estudantes com deficiência ou transtornos funcionais. A aula inaugural ocorreu no auditório do Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul (Cesas) e marcou o início de uma jornada que seguirá com encontros aos sábados, até a data do exame. O programa é resultado de um amplo esforço coletivo que envolve professores, gestores, estudantes e famílias, em um movimento de mobilização comunitária. “O Enem Inclusivo e Especial nasceu do coração da professora Vera Lúcia Barros, com um propósito muito simples e profundo: garantir que todos tenham as mesmas oportunidades de chegar onde desejam. Cada detalhe foi pensado para os estudantes, desde as aulas com intérpretes de libras até o carinho e dedicação dos professores”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, durante a aula inaugural. Aula inaugural do Enem Inclusivo e Especial 2025 ocorreu no auditório do CESAS, no sábado (16) | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF A edição deste ano trouxe uma novidade importante: a parceria com o Senac-DF, que permite o uso de uma plataforma digital totalmente acessível. O recurso amplia a autonomia dos estudantes ao disponibilizar conteúdos com tecnologia assistiva, legendas, audiodescrição e apoio de professores especializados. “Nosso diferencial é a acessibilidade integral. Queremos que cada aluno encontre um espaço de aprendizado seguro e inclusivo”, reforçou a subsecretária Vera Lúcia Barros. Em 2025, o projeto conta com 41 estudantes matriculados especificamente no Enem Inclusivo e Especial, além de outros 50 atendidos pelo eixo de empregabilidade, que complementa a formação ao preparar os jovens para o mercado de trabalho. A proposta vai além do acesso ao ensino superior, contribuindo também para que esses estudantes conquistem independência e melhores oportunidades profissionais. Mais oportunidades, mais sonhos Exemplo disso é a trajetória de Luis Felipe Sales, ex-participante do projeto, que ingressou no curso de jornalismo por meio do Enem e, recentemente, conquistou seu primeiro emprego com carteira assinada. “Não foi fácil, fiquei quase um ano desempregado depois de formado, mas graças ao apoio do programa consegui uma oportunidade. Hoje trabalho na área administrativa de um hospital e já penso em novos passos para o meu futuro”, contou. Secretária de Educação, Hélvia Paranaguá (D), participou da aula inaugural: "A educação é a chave que abre portas, mas é o coração de vocês que decide atravessá-las" [LEIA_TAMBEM]Com a experiência de quem já trilhou esse caminho, Luis Felipe também deixa um recado aos atuais estudantes do programa: “Para quem está começando no projeto, eu indico aproveitar ao máximo cada aula. Os professores e a equipe de apoio estão sempre prontos para ajudar, então não tenham vergonha de perguntar. Outra coisa importante é criar o hábito da leitura: ler todos os dias, revisar provas antigas, praticar exercícios e até usar técnicas de memorização, como a repetição. Também é fundamental cuidar da saúde, ter uma boa alimentação e reservar momentos de descanso, porque isso faz toda diferença na hora da prova. A dedicação vale a pena, porque os resultados chegam”. O Enem Inclusivo e Especial também se firma como espaço de troca, apoio emocional e motivação. Professores e monitores dedicam os sábados para garantir que os estudantes tenham reforço, estímulo e confiança no caminho até a prova. Além de aulas de conteúdo, os encontros promovem orientações sobre autocuidado, rotina de estudos e técnicas de memorização. “A educação é a chave que abre portas, mas é o coração de vocês que decide atravessá-las”, afirmou Hélvia Paranaguá ao incentivar os alunos. Mais do que preparar para um exame, o projeto representa um passo concreto rumo à universalização da educação pública, que acolhe as diferenças e valoriza talentos. “Nosso trabalho é mostrar que todos têm competências e capacidades, e que a inclusão é uma prática que transforma vidas. Sou muito grata a toda a equipe da Subin, aos professores, por poder fazer parte desse acontecimento tão importante que é o Enem Inclusivo e Especial”, celebrou a subsecretária Vera Lúcia Barros. *Com informações da Secretaria de Educação
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Grupo de trabalho é criado para desenvolver indicadores de avaliação para a educação especial
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) instituiu, por meio da Portaria nº 789, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o grupo de trabalho para desenvolver indicadores específicos de avaliação para a educação especial. A equipe também será responsável pela elaboração do Manual de Provas Acessíveis que trará propostas de adequação para avaliações aplicadas na rede pública do Distrito Federal. A iniciativa visa a garantir a plena participação e a equidade no processo avaliativo dos estudantes público-alvo da educação especial. O Manual oferecerá orientações para a aplicação de avaliações alinhadas aos princípios da educação inclusiva. As diretrizes poderão ser aplicadas especialmente na ProvaDF, que integra o Sistema Permanente de Avaliação Educacional do Distrito Federal (SipaeDF). A ProvaDF tem como objetivo diagnosticar o desempenho dos discentes da rede pública em diferentes etapas do processo de ensino e aprendizagem. Novas abordagens visam ao fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem da educação especial da rede pública do DF | Foto: André Amendoeira/SEEDF A diretora de Avaliação Educacional, Luzineide Ribeiro, ressalta a importância de elaborar indicadores de verificação de aprendizagem e um manual orientador com foco na educação especial. “Compreendemos que os processos avaliativos devem estar alinhados aos princípios da equidade e da inclusão. Estudantes da educação especial ainda enfrentam barreiras significativas à participação plena nas avaliações, e a elaboração de indicadores específicos, juntamente com o Manual de Provas Acessíveis, contribuirão para o reconhecimento mais justo, sensível e tecnicamente qualificado de suas trajetórias de aprendizagem”. O grupo de trabalho da SEEDF é uma iniciativa da Diretoria de Avaliação Educacional (Diav), e contará com representantes da Subsecretaria de Planejamento, Avaliação e Acompanhamento (Suplav); da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) e da Subsecretaria de Educação Básica (Subeb). Especialistas também poderão ser convidados, conforme a necessidade identificada durante a execução dos trabalhos. [LEIA_TAMBEM]Os encontros presenciais abordarão temas diversificados. Nos dois primeiros, o grupo de trabalho fará o mapeamento e a análise das necessidades educacionais do público-alvo da educação especial no contexto avaliativo, incluindo o levantamento de barreiras, definição de princípios e diretrizes para a elaboração de instrumentos inclusivos de verificação de aprendizagem. Focará também em propostas de adequação para a ProvaDF, com sugestões de adaptações metodológicas, técnicas e procedimentais, e discussão sobre a logística e a aplicação das avaliações com acessibilidade. Nos dois encontros seguintes, será discutido o desenvolvimento do Manual de Provas Acessíveis, contemplando a estruturação do documento, a definição dos formatos que promovam a inclusão (Braille, digital, entre outros) e os protocolos de aplicação. Também será debatida a construção dos indicadores de avaliação para a educação especial, com validação coletiva do Manual e encaminhamentos para a sua publicação e institucionalização. Os trabalhos serão desenvolvidos em, no mínimo, quatro encontros. Essas ações têm como objetivo fortalecer o compromisso com a educação inclusiva, em consonância com as legislações vigentes, com as orientações do Ministério da Educação (MEC) e com os princípios da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva. A medida é parte do cronograma de implementação do SipaeDF 2025, que reforça a proposta de melhoria na qualidade da educação e de promoção da equidade. A diretora de Educação Inclusiva e Atendimentos Educacionais Especializados da SEEDF, Dulcinete Alvim, destaca o impacto de dar esse foco à educação especial. “As avaliações acessíveis aos estudantes com deficiência representam a democratização da educação para todos, conforme determina a Constituição Federal. Essa ação é fundamental para garantir que todos tenham oportunidades equitativas de demonstrar suas habilidades e conhecimentos, contribuindo para a identificação das áreas que precisam de ajustes e de maior intensidade de apoios.” “Contudo, haverá a necessidade de qualificação de toda a equipe escolar para que o procedimento esteja de fato alcançando seus objetivos iniciais. A educação especial inclusiva no DF está dando um grande passo em direção ao estabelecido na Lei Brasileira de Inclusão (LBI), que preconiza a adoção de medidas que maximizem o desenvolvimento acadêmico das pessoas com deficiência e com Transtorno do Espectro Autista (TEA)”, acrescenta. *Com informações da SEEDF
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Projeto Jornada da Mulher Trabalhadora oferece 420 vagas
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) abriu inscrições para o projeto Jornada da Mulher Trabalhadora – Capacitação e Profissionalização Feminina. Ao todo, estão sendo oferecidas 420 vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional voltados exclusivamente para o público feminino. Projeto investe na promoção da autonomia econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade | Arte: Divulgação/Sedet-Df Abertas até 3 de agosto, as inscrições devem ser feitas de forma eletrônica, por meio do portal da Sedet-DF, onde as interessadas deverão preencher o formulário. A iniciativa tem como objetivo promover a autonomia econômica e a inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social, ampliando oportunidades de acesso ao mercado de trabalho e à geração de renda. Confira o edital. Faça sua inscrição aqui. *Com informações da Sedet-DF
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