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Cartão Prato Cheio

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GDF Na Sua Porta leva atendimento socioassistencial para a população do Gama até sexta-feira (25)

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) segue até esta sexta-feira (25) na Região Administrativa do Gama, das 9h às 16h, com a oferta de serviços para Cadastro Único, atendimento para Cartão Prato Cheio e outras iniciativas por meio do programa itinerante GDF Na Sua Porta. A estrutura de atendimento está montada na Área Especial Nº 7 do Setor Central, no estacionamento ao lado da Inspetoria de Saúde. O objetivo é facilitar o acesso a serviços públicos à população de diferentes localidades. Os interessados devem chegar cedo para receber uma senha de atendimento. A expectativa é fornecer aproximadamente 70 fichas diariamente, totalizando cerca de 350 atendimentos ao longo da semana. A Sedes-DF oferece as seguintes ações na região: Os interessados devem chegar cedo para receber uma senha de atendimento | Foto: Hudson Portela/Sedes-DF  - Orientações e consultas sobre programas sociais; - Agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros; - Abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (SIDS); - Emissão de isenção de taxa para 2ª via de identidade; - Emissão da Carteira do Idoso; - Avaliação e inclusão no Programa Cartão Prato Cheio. O secretário de Desenvolvimento Social substituto, Rafael Silveira, explica que o objetivo principal da ação é aproximar as políticas de proteção social das famílias, facilitando o acesso a informações, direitos e oportunidades sem a necessidade de deslocamentos longos para diferentes pontos do Distrito Federal. “Por meio de gabinetes móveis e mutirões integrados, a iniciativa aproxima os serviços públicos da população. A programação reúne atendimentos de saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações. A Sedes participa com atendimentos e orientações sobre programas sociais, Cadastro Único e benefícios destinados às famílias em situação de vulnerabilidade”, destaca.   *Com informações da Sedes-DF

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População de Brazlândia recebe reforço de atendimentos socioassistenciais pelo GDF na Sua Porta

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Aproximadamente 70 atendimentos socioassistenciais são prestados pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) durante esta edição do GDF na Sua Porta, em Brazlândia. A ação segue até esta sexta-feira (18/9), das 9h às 16h, em frente ao restaurante comunitário da região, reunindo serviços de diferentes órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Programa simplifica acesso aos serviços públicos, aproximando a população do governo | Foto: Hudson Portela/Sedes-DF De acordo com o gerente da unidade móvel do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Isaque Brandizzi, a principal demanda dos moradores é a avaliação para solicitação do Cartão Prato Cheio, seguida de orientações e serviços relacionados ao Cadastro Único (CadÚnico). “A presença da Sedes aqui em Brazlândia facilita muito o acesso da população aos serviços”, avalia o gestor. “A equipe orienta cada cidadão sobre o que precisa ser feito, inclusive, nos casos de desbloqueio ou de agendamento para atualização cadastral.” A iniciativa busca aproximar as políticas de proteção social das famílias e facilitar o acesso a informações e direitos. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Gisele Ferreira, a atuação integrada dos órgãos permite levar diferentes serviços para mais perto dos moradores. “Por meio de gabinetes móveis e mutirões integrados, a iniciativa aproxima os serviços públicos da população”, pontua a secretária.  O programa Além dos serviços da Sedes-DF, a programação reúne ações de outros órgãos do GDF, com atendimentos nas áreas de saúde, documentação, emprego, orientação profissional e serviços públicos diversos. Também são oferecidas ações de acolhimento e atendimento especializado para pessoas em situação de vulnerabilidade. As equipes orientam os moradores de acordo com as necessidades apresentadas e fazem os encaminhamentos necessários para a rede de serviços públicos. A concentração dos atendimentos em um único local reduz a necessidade de deslocamentos para buscar informações e serviços em diferentes pontos do Distrito Federal.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Liberados R$ 42,1 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Foram liberados, nesta segunda-feira (3), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve, em junho, 8.725 famílias contempladas, sendo 4.269 entrando pela primeira vez no programa e que devem retirar os cartões nas agências do BRB, e 4.456 retornando. Estes devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, foram investidos R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 299 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 620 novas famílias beneficiadas com o programa. No site GDF Social, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio. Para fazer a retirada, é preciso apresentar documento oficial com foto e CPF.  

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Veja as regras para receber a Cesta Verde no DF

Quem recebe o Cartão Prato Cheio também pode receber a Cesta Verde. A entrega é feita automaticamente, conforme a disponibilidade de recursos, e a liberação pode ser consultada pelo aplicativo. O programa fornece frutas, verduras e legumes produzidos por agricultores familiares do Distrito Federal às famílias beneficiadas. Além de ampliar o acesso a alimentos frescos, a iniciativa fortalece a produção local e gera renda para os produtores. A Cesta Verde amplia o acesso a alimentos frescos, fortalece a produção local e gera renda para os produtores rurais | Foto: Arquivo/Agência Brasília Entrega em casa A Cesta Verde é entregue uma única vez durante o período de recebimento do Cartão Prato Cheio. A entrega pode ocorrer no primeiro ou no último mês de pagamento do benefício, mas não é liberada para todos os participantes do programa, pois depende da disponibilidade de recursos.  As cestas são entregues diretamente na casa do beneficiário, no endereço cadastrado. Antes da entrega, a empresa responsável entra em contato para confirmar o endereço e combinar a data e o horário. Por isso, é importante manter o cadastro sempre atualizado.  Produção local Os alimentos variam de acordo com a época do ano. Entre maio e outubro, período de seca, a cesta pode conter produtos como abóbora, tomate, chuchu, pepino, beterraba, cenoura, mandioca, batata-doce, inhame, abacate, limão, tangerina e banana.  Já entre novembro e abril, durante o período chuvoso, a composição é adaptada e pode incluir itens como chuchu, pepino, tomate, abóbora, mandioca, batata-doce, inhame, banana, limão e goiaba. Antes da entrega, os alimentos passam por uma conferência de qualidade.  

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Saiba como solicitar o Cartão Prato Cheio

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Famílias em situação de insegurança alimentar no Distrito Federal podem solicitar o Cartão Prato Cheio por meio dos centros de referência de assistência social (Cras). O primeiro passo para ter acesso ao programa é agendar atendimento em um Cras. Durante o atendimento, são avaliadas as condições da família para verificar se a pessoa atende aos requisitos para ingresso no benefício. Para ser contemplado, é necessário ter renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa; estar em situação de insegurança alimentar; estar inscrito no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids); e morar no DF. Dentro desses critérios, têm prioridade no atendimento: famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; famílias com crianças de até 6 anos; famílias com pessoas com deficiência; famílias com pessoas idosas; e população em situação de rua com Plano Individual de Acompanhamento (PIA) em processo de saída das ruas. Como acompanhar o pedido Quem já participou do programa anteriormente e voltar a ser contemplado poderá utilizar o mesmo cartão para realizar compras de alimentos nos estabelecimentos credenciados | Foto: Divulgação Após a solicitação no Cras, o cidadão pode acompanhar a análise do benefício pelo Sistema de Cadastro Socioeconômico. O acesso é feito com login e senha. Quem utiliza a plataforma pela primeira vez deve realizar um cadastro para consultar a situação do processo. Ao longo da análise, o sistema informa o andamento da solicitação. Quando aparecer a mensagem "aguardando em liberação", significa que o pedido foi aprovado e está na fila para a concessão do benefício. Como utilizar o cartão Quem já participou do programa anteriormente e voltar a ser contemplado poderá utilizar o mesmo cartão para realizar compras de alimentos nos estabelecimentos credenciados. Já os novos beneficiários devem consultar, no Sistema de Cadastro Socioeconômico, em qual agência bancária o cartão estará disponível para retirada. Após buscar o cartão, é necessário realizar o desbloqueio antes da primeira utilização. O saldo disponível e o histórico das parcelas podem ser consultados pelo aplicativo do banco. O crédito também pode ser conferido diretamente na máquina de pagamento dos estabelecimentos, no momento da compra.

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Cartão Prato Cheio de julho tem mais 8,9 mil famílias contempladas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) divulgará, nesta segunda-feira (29), a lista dos contemplados do Cartão Prato Cheio de julho. Entre as 8,9 mil famílias contempladas, 75 receberão o auxílio pela primeira vez e devem retirar o cartão do BRB em até dois meses. O Cartão Prato Cheio atende, atualmente, cerca de 100 mil famílias, garantindo crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos por 18 meses. Crédito da próxima parcela do Cartão Benefício está previsto para 1º de julho | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para verificar se foi contemplado, o local para retirada do novo cartão, ou se voltou a participar do programa Prato Cheio, o beneficiário deve acessar o site do GDF Social.  As pessoas que estão retornando ao programa deverão continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para 1º de julho. [LEIA_TAMBEM]“Com a inclusão de novos beneficiários e o retorno de famílias que ainda necessitam desse auxílio, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal de assegurar o acesso à alimentação e oferecer proteção social a quem mais precisa”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Orientamos os novos contemplados a retirarem seus cartões dentro do prazo para que possam usufruir desse importante benefício.” Devido ao ponto facultativo de segunda-feira, as agências do BRB atenderão o público, neste dia, das 9h às 12h. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e ele terá de passar por um novo atendimento socioassistencial.  Para ser incluída no Cartão Prato Cheio ou pedir renovação do benefício, a família deve, obrigatoriamente, ser atendida em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). O atendimento deve ser agendado pelo telefone 156 ou pelo site da secretaria.  *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)  

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Mais de 900 famílias são atendidas durante o GDF na Sua Porta em Ceilândia

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prestou 970 atendimentos a famílias entre os dias 1º e 12 deste mês, durante a sexta edição do programa GDF na Sua Porta, em Ceilândia. Entre os serviços mais procurados pela população estiveram solicitações do Cartão Prato Cheio (504), agendamento de atendimento nos postos de Cadastro Único (256) e 186 consultas sobre a situação cadastral do programa Bolsa Família. Atendimento da sexta edição do programa foi prolongado por causa do feriado de Corpus Christi | Foto: Divulgação/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]“Com o feriado de Corpus Christi, foi possível estender um pouco mais nossa participação em Ceilândia, o que possibilitou atender mais de 100 pessoas por dia e bater o recorde de atendimentos”, enfatizou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Esse projeto foi idealizado pela governadora Celina Leão e tem possibilitado que os atendimentos da assistência social estejam em diferentes locais, um trabalho em conjunto que cuida da população.” A Sedes-DF está presente em todas as edições do GDF na Sua Porta, com atendimento das 9h às 16h, mediante distribuição de senhas. Os serviços oferecidos são orientações e consultas socioassistenciais, agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros, abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), emissão de isenção de taxa para segunda via de identidade, emissão da Carteira do Idoso e avaliação e inclusão no programa Cartão Prato Cheio.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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GDF na Sua Porta leva serviços de assistência social a Planaltina

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está presente no GDF na Sua Porta em Planaltina, que começou nesta segunda-feira (15). A população local será atendida por ordem de chegada e distribuição de senhas para acessar informações e serviços de assistência social durante a semana. O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até a sexta-feira (19), no estacionamento do Salão de Múltiplas Funções. Estarão disponíveis postos de trabalho da Sedes-DF, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas.  Nos estandes da Secretaria de Desenvolvimento Social, o atendimento à populção é feito por ordem de chegada | Foto: Divulgação/Sedes-DF A secretaria oferecerá ações de orientação e atendimento sobre o Cartão Prato Cheio, Cadastro Único, Bolsa Família, benefícios eventuais (auxílios natalidade, por morte ou vulnerabilidade), Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e isenção de taxa para emissão de segunda via da Carteira de Identidade. A população que já participa dos programas e serviços socioassistenciais poderá também tirar dúvidas, fazer agendamentos e solicitar abertura de prontuários. O programa GDF na Sua Porta disponibiliza serviços públicos itinerantes voltados para a área da saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações essenciais. Por meio dessa iniciativa, diversos gabinetes móveis permanecem por alguns dias em diferentes regiões administrativas visitadas, atendendo às demandas levantadas pela comunidade. *Com informações da Sedes-DF  

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Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano

O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias.  O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano  “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF.  Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde.  O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”.   Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária.  "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda"   Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade.  Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata.  Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa.  Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais  Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional.  "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”  Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões.  O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa segunda-feira (1º), R$ 42,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 255 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 764 novas famílias beneficiadas com o programa. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A governadora Celina Leão tem como prioridade o combate à fome e à pobreza. Benefícios como o Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e o DF Social colocam comida na mesa e reduzem o impacto do dia a dia nos orçamentos das famílias que mais precisam. E assim vamos seguir, entregando dignidade e com um olhar especial para as pessoas mais vulneráveis”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. Nova contemplação Ainda em junho haverá uma nova contemplação para famílias que vão entrar pela primeira vez no programa. Elas vão poder consultar, a partir da segunda quinzena do mês, em gdfsocial.brb.com.br em qual agência do Banco Regional de Brasília (BRB) devem buscar seus cartões. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Mais de 380 famílias são atendidas durante o GDF na Sua Porta na Colônia Agrícola 26 de Setembro

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) prestou 381 atendimentos a famílias entre segunda (25/5) e sexta-feira (29/5), durante a quinta edição do programa GDF na Sua Porta, que ocorreu na 26 de Setembro, Região Administrativa de Vicente Pires. Equipes da Secretaria de Desenvolvimento Social se destacaram no atendimento ao público | Foto: Divulgação/Sedes-DF Entre os serviços mais procurados pela população estavam os agendamentos para atendimentos de Cadastro Único (195) e as solicitações do Cartão Prato Cheio (194). Todos os atendidos também tiveram acesso à abertura e atualização de prontuários eletrônicos, apresentação dos serviços e consultas sobre o programa Bolsa Família. [LEIA_TAMBEM]“A Sedes já fez mais de 1,5 mil atendimentos em diferentes regiões administrativas onde este importante programa da governadora Celina Leão esteve; então, a assistência social tem chegado cada vez mais às famílias mais vulneráveis de uma forma mais direta, mais simples, mais humanizada”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A Sedes-DF está presente em todas as edições do GDF na Sua Porta com atendimento das 9h às 16h, com distribuição de senhas. Os serviços oferecidos são orientações e consultas socioassistenciais, agendamento para atualização do Cadastro Único nos postos parceiros, abertura de prontuário no Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), emissão de isenção de taxa para segunda via de identidade, emissão da Carteira do Idoso e avaliação e inclusão no programa Cartão Prato Cheio.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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GDF na Sua Porta chega à Colônia Agrícola 26 de Setembro nesta segunda-feira (25)

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) estará presente no GDF na Sua Porta na Colônia Agrícola 26 de Setembro nesta segunda-feira (25). A população local vai ser atendida por ordem de chegada e com distribuição de senhas para acessar informações e serviços de assistência social durante a semana. Sistema de atendimento itinerante reúne vários serviços em um só lugar e facilita a vida da população | Foto: Divulgação/Sedes-DF O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até sexta-feira (29), na Rua 1, Entrada 2, região administrativa de Vicente Pires. [LEIA_TAMBEM]Estarão disponíveis postos de trabalho da Sedes-DF, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas. A pasta oferecerá ações de orientação e atendimento sobre o Cartão Prato Cheio, Cadastro Único, Bolsa Família, benefícios eventuais (auxílios natalidade, por morte ou vulnerabilidade), Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada e isenção de taxa para emissão de segunda via da Carteira de Identidade. A população que já participa dos programas e serviços socioassistenciais poderá também tirar dúvidas, fazer agendamentos e solicitar abertura de prontuários. O programa GDF na Sua Porta disponibiliza serviços públicos itinerantes voltados para a área da saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações essenciais. Por meio dessa iniciativa, diversos gabinetes móveis permanecem por alguns dias em diferentes regiões administrativas visitadas, atendendo às demandas levantadas pela comunidade.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Uso de inteligência artificial fortalece fiscalização de benefícios socioassistenciais 

Para aprimorar a transparência e garantir a concessão de benefícios sociais a quem realmente precisa, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) desenvolveu um novo sistema de cruzamento e análise de dados para fiscalizar o pagamento de benefícios socioassistenciais dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social. Com o auxílio de inteligência artificial, o novo sistema verifica rapidamente, por meio do cruzamento de dados e de um ranking de pontuações, se as informações fornecidas pelos beneficiados possuem inconsistências e irregularidades.    Análise que levava dias, hoje pode ser feita em segundos com o uso de inteligência artificial | Foto: Divulgação/Sedes “A inteligência artificial consegue verificar irregularidades, em segundos, utilizando critérios de risco, como no sistema do Serasa. Ela analisa quais são os pagamentos que estão sendo executados com risco de serem feitos de forma indevida, priorizando assim quem de fato depende da política pública”, explica o subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente da Sedes, Rodrigo Freitas. "Fizemos testes com a Subsecretaria de Assistência Social, em que o processo de trabalho deles, em média de quatro ou cinco dias, se tornou um processo de poucos segundos, de forma muito objetiva" Rodrigo Freitas, subsecretário de Governança, Inovação e Educação Permanente da Sedes-DF Para essa análise, são utilizadas, por exemplo, informações de óbitos, veículos, CNPJ [Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica], capital social, servidores públicos, Cadastro Único, IPTU e registro de imóveis, fornecidas por órgãos como Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), Receita Federal, Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e Secretaria de Economia (Seec-DF). “A Sedes tem atuado de forma contínua na revisão e fiscalização dos benefícios socioassistenciais. O trabalho técnico e criterioso das equipes, aliado ao uso de novas tecnologias, contribui para reduzir pagamentos indevidos e garantir mais eficiência na aplicação dos recursos públicos, conforme orientação da governadora Celina Leão. Com isso, conseguimos ampliar o alcance da assistência social e atender cada vez mais famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade no DF”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. [LEIA_TAMBEM]O novo instrumento de investigação foi incorporado ao Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (SIDS), que tem as informações dos cadastrados nos programas de transferência de renda da secretaria. As equipes de acompanhamento e fiscalização da Sedes já têm acesso às funcionalidades e estão sendo capacitadas para utilizar a ferramenta.  “Processos de uma semana foram resumidos a uma análise de alguns segundos, com o uso da IA. Fizemos testes com a Subsecretaria de Assistência Social, em que o processo de trabalho deles, em média de quatro ou cinco dias, se tornou um processo de poucos segundos, de forma muito objetiva”, destaca o subsecretário da Sedes, Rodrigo Freitas. *Com informações da Sedes-DF

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Liberados R$ 35 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou na segunda-feira (4) e nesta quarta-feira (6), R$ 35,2 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional.  O Cartão Prato Cheio teve 3.018 novas famílias contempladas em maio. Destas, 1.209 entraram no programa pela primeira vez e devem buscar seus cartões nas agências do Banco Regional de Brasília (BRB). As famílias que retornam ao programa devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 272 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. O Cartão Prato Cheio teve 3.018 novas famílias contempladas em maio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante que as pessoas que solicitaram entrada no Prato Cheio consultem no site se foram contempladas. Às vezes muitos cartões ficam à espera dos beneficiários nas agências, tirando a possibilidade de outras famílias estarem no programa. Se houver dúvida de como fazer a consulta, vá até a recepção do Cras, nos acione no 162 ou até mesmo nas redes sociais”, explicou a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF.   *Com informações da Sedes-DF

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta-feira (1º), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi destinada ao programa Cartão Prato Cheio, que teve 6.023 novos contemplados neste mês. A iniciativa concede crédito de R$ 250, pago em ciclo de 18 parcelas, a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para a compra de alimentos. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Já o Cartão Gás recebeu investimento de R$ 7 milhões, também atendendo 70 mil famílias. Além disso, 350 famílias foram contempladas para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para a compra de gás liquefeito de petróleo (GLP), o botijão de cozinha. [LEIA_TAMBEM]“Neste mês tivemos mais de seis mil famílias vulneráveis contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, o GDF tem combatido a fome e a pobreza, garantindo o mínimo a essas pessoas que tanto precisam”, afirmou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão encontra informações sobre a agência onde deve retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do benefício, mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Mais de 6 mil famílias são incluídas no Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 6.023 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende 130 mil famílias, garantindo, atualmente, 18 parcelas de R$ 250 para compra de alimentos. Os 2.245 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado e o local para buscar o cartão, basta acessar o site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa, estes devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para dia 1º de abril, a partir das 18h. “São seis mil famílias vulneráveis que vão passar a colocar comida na mesa. A segurança alimentar da população sempre foi prioridade deste GDF e o Cartão Prato Cheio contribuiu tanto nesse sentido que fomos premiados com o Selo Betinho de combate à fome”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Os 2.245 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB) | Foto: Divulgação/Sedes-DF Mensalmente, são 130 mil famílias beneficiadas com crédito de R$ 250 para compra de alimentos. Como já é de conhecimento dos usuários, os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários. A primeira leva dos novos cartões já começou a ser entregue nesta quarta-feira (25) para os beneficiários com nomes que começam com letras entre A e G e vai até sexta-feira (27), conforme cronograma abaixo. Caso o beneficiário não consiga ir na data programada, ele pode se dirigir à agência do BRB indicada no site, em outro dia, e resgatar o cartão. Confira: A - G - 25/3 H - M - 26/3 N - Z - 27/3 *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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GDF recebe Selo Betinho por ações de combate à fome pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, o Distrito Federal foi reconhecido com o Selo Betinho pelo trabalho no combate à fome e na garantia da segurança alimentar. A premiação, concedida pela Organização da Sociedade Civil Ação da Cidadania em reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área, foi entregue nesta quarta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Buriti, com participação da vice-governadora Celina Leão. Durante a cerimônia, a vice-governadora afirmou que o reconhecimento reflete o resultado de políticas públicas articuladas para ampliar o acesso à alimentação no Distrito Federal: “Esse prêmio reconhece nosso trabalho e nossa meta, que é cuidar de quem mais precisa. E isso se dá pelos números dos nossos programas: os restaurantes comunitários, que, em 2019, serviam 6 milhões de refeições, hoje entregam 17 milhões por ano, com ampliação para café da manhã, jantar e funcionamento aos fins de semana. Além de programas como a Cesta Verde e tantos outros. Sabemos que precisamos ampliar cada vez mais e vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas”. Celina Leão destaca que o GDF tem vários programas sociais, como o Cesta Verde e os restaurantes comunitários: "Vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), Ana Paula Marra, destacou que o trabalho conjunto entre diferentes áreas do governo é essencial para fortalecer a segurança alimentar e apoiar a agricultura familiar no Distrito Federal. “Quando a gente fala sobre esse selo e esse reconhecimento é sobre nosso desafio de investir na agricultura familiar e nos pequenos produtores, para fazer com que aquele alimento saudável chegue à mesa de quem mais precisa”, reforçou. Para concessão do selo, são avaliados, entre outros critérios, a existência e o funcionamento de instâncias do Sistema Nacional de Segurança Alimentar (Sisan); a implementação de programas e ações voltados ao combate à fome; e a transparência e monitoramento das políticas de segurança alimentar.  Ana Paula Marra reforçou que o Selo Betinho reconhece a importância de este GDF investir na agricultura familiar | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo a representante nacional do Conselho da Ação da Cidadania, Maíra Oliveira, o Selo Betinho reconhece governos que adotam políticas públicas eficazes no combate à fome e à insegurança alimentar e atingem 70% dessas metas. “A famosa frase do sociólogo Herbert de Souza [o Betinho, criador da Ação da Cidadania], ‘quem tem fome tem pressa’, dá o significado de muito do que fazemos, principalmente as ajudas emergenciais para que consigamos combater a fome em todos os níveis”, observou.    Iniciativas Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade no Distrito Federal. Entre as ações está a implementação dos cartões Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 por mês a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos; e Gás, auxílio financeiro em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do gás para uso doméstico. Os dois programas juntos já beneficiaram mais de 170 mil famílias. 18 Número de restaurantes comunitários em funcionamento no DF O governo ainda ampliou o programa de restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. Atualmente, o DF conta com 18 unidades, das quais 13 funcionam todos os dias (incluindo domingos e feriados) e contam com três refeições ao valor total de R$ 2 (sendo R$ 0,50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 0,50, o jantar). Por meio da agricultura familiar, o DF também garante acesso à alimentação a famílias vulneráveis. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política executada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) que prevê a compra de itens produzidos por pequenos produtores locais para destinação a entidades socioassistenciais cadastradas nos equipamentos de segurança alimentar, como o Banco de Alimentos das Centrais de Abastecimento (Ceasa). Entre 2019 e 2024, o PAA recebeu investimentos de R$ 11.567.193,01 do GDF para adquirir 2.633.373,25 kg de alimentos produzidos pelos agricultores locais. Esses números garantiram comida à mesa de 1.304 entidades sociais, totalizando 333.450 beneficiários. Outro exemplo é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante refeições saudáveis para os alunos da rede pública vindos da agricultura familiar. Entre 2019 e 2024, o Pnae contou com a participação de 5.325 produtores familiares e atendeu mais de 400 mil estudantes em 697 escolas. O programa Solidariedade Salva já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade O GDF conta também com o programa Solidariedade Salva, coordenado pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Desde o início, a ação já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade. Premiações Fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a Ação da Cidadania foi criada em 1993 e é considerada referência em ações de combate à fome e à miséria no Brasil. A certificação foi criada no ano passado pelo instituto com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades. A premiação tem validade de um ano e o processo de avaliação é voluntário, sem custos para as cidades participantes. No fim do ano passado, o DF também foi destaque na primeira edição do Prêmio Brasil Sem Fome, no qual o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) reconheceu experiências que fortaleceram o Sisan e contribuíram para garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade e risco social.

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nessa segunda-feira (2), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse total, R$ 31,7 milhões, foi destinada ao Prato Cheio, com crédito de R$ 250 para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas a 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados pelo programa, 76 famílias abriram contas sociais digitais para receber o benefício mensal. “Os benefícios contribuem para formar uma espécie de colchão social para as famílias mais vulneráveis, reduzindo os impactos em seus orçamentos. Somados aos serviços da Sedes que previnem e combatem essas vulnerabilidades, além dos demais benefícios de outras secretarias, este GDF, de fato, tem uma proteção social referência no país”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde deverá retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Audiência pública no Restaurante Comunitário do Recanto das Emas reúne cerca de 100 pessoas

A sétima edição do Papo Social com Você ocorreu nessa quarta-feira (25), no Restaurante Comunitário do Recanto das Emas. Cerca de 100 pessoas participaram da audiência pública promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Com a presença da secretária Ana Paula Marra, o encontro teve o objetivo de ressaltar os serviços dessas unidades e questões referentes ao Cartão Prato Cheio. Durante cerca de uma hora e meia, os questionamentos referentes ao refeitório foram de elogios. Em relação ao programa de combate à fome, as principais abordagens trataram do prazo e condições para o recebimento. O Prato Cheio garante o alimento para 130 mil famílias do Distrito Federal, com 18 parcelas de R$ 250. Para Márcia Krik da Silva Valença, moradora da região e frequentadora assídua do refeitório, muitas vezes a sociedade não percebe o motivo pelo qual as pessoas se alimentam nos restaurantes comunitários. “Tem gente que pensa que o restaurante deveria ser apenas para pobres e desempregados. Eu mesma sou universitária, mas passei por uma situação financeira muito difícil, e foi aqui onde pude fazer minhas três refeições até superar meu momento mais vulnerável”, relatou a acupunturista e estudante de fisioterapia. “Eu sou bem-recebido, assim como todos que vêm aqui. Mas, no meu caso, eu tenho um atendimento especial pela minha condição. Sempre tem alguém para me dar o suporte necessário, coisa difícil de acontecer até em restaurante de alto nível”, destaca o aposentado Estevão Sebastião Delmondes | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF  Para o aposentado Estevão Sebastião Delmondes, o sentimento é de gratidão. Há um ano e cinco meses em uma cadeira de rodas, ele destaca o suporte dado pela equipe da unidade. “Eu sou bem-recebido, assim como todos que vêm aqui. Mas, no meu caso, eu tenho um atendimento especial pela minha condição. Sempre tem alguém para me dar o suporte necessário, coisa difícil de acontecer até em restaurante de alto nível”, pontuou o frequentador. O Restaurante Comunitário do Recanto das Emas foi o primeiro entre todos os demais 18 a receber a ampliação dos serviços, em junho de 2023, passando a oferecer café da manhã, almoço e jantar em todos os dias da semana. “É um grande marco e uma satisfação enorme para nós da Sedes-DF, pois conseguimos levar as três refeições para praticamente todas as unidades”, comemorou Ana Paula Marra.[LEIA_TAMBEM] Além do bate-papo, houve a presença também de equipe do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da região para sanar dúvidas e fazer encaminhamentos. Outro grupo da pasta promoveu a oferta de acolhimento para pessoas em situação de rua presentes no local. Nesta quinta-feira (26), a partir das 15h, o Restaurante Comunitário do Paranoá receberá o Papo Social com Você. A Sedes-DF lembra que, apesar de o momento ser destinado a questões do programa Prato Cheio e aos serviços dos restaurantes comunitários, o encontro é aberto a toda a população.   *Com informações da Sedes-DF

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Público destaca qualidade do Restaurante Comunitário do Itapoã em audiência pública

Morador do Paranoá desde a década de 1970, o aposentado Francisco Hélio foi às lágrimas ao relatar a importância dos restaurantes comunitários para sua região e para o Itapoã. Ele foi um dos mais de 150 participantes do Papo Social com Você desta terça-feira (10). O encontro com a comunidade faz parte de uma série de audiências públicas promovidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) nos 18 refeitórios públicos espalhados pelo Distrito Federal. “Esses restaurantes atendem a quem realmente precisa. Quando você chega aqui, vê famílias carentes, pessoas em situação de rua, trabalhadores e diversas outras pessoas realmente precisadas”, conta seu Hélio, como é conhecido na região. Osana Nunes Alves do Nascimento ressalta que a política social do GDF "não é um balcão assistencialista, mas um conjunto de ações capazes de dar suporte a pessoas como eu em momentos difíceis da vida" | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Para Osana Nunes Alves do Nascimento, mãe solo de dois filhos autistas e de mais um com problemas crônicos renais, a assistência social como um todo tem sido fundamental para chefes de família como ela. “Essa política cumpre um papel essencial em nossas vidas. Não é um balcão assistencialista, mas um conjunto de ações capazes de dar suporte a pessoas como eu em momentos difíceis da vida”, comentou a dona de casa.  Presente no local para acolher e encaminhar as demandas populares, a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, comentou a fala da moradora da região. “Eu sou solidária a sua fala e quando ouço relatos como esse eu consigo me colocar no lugar. Vamos seguir evoluindo com a política de assistência social para que mais pessoas possam ser atendidas em suas fragilidades em todo o DF”, destacou a gestora, que também é mãe solo e mãe pâncreas — o filho mais velho dela tem diabetes do tipo 1, com necessidade permanente de insulina. Gemina Ferreira: "Já passei por vários estados e apenas aqui o governo entende que ações como essa garantem os direitos e as necessidades básicas das famílias" [LEIA_TAMBEM]Um exemplo pleno de inserção nas iniciativas socioassistenciais é a maranhense Gemina Ferreira. Há pouco mais de cinco anos na cidade, ela é usuária frequente do Restaurante Comunitário do Itapoã, além disso faz jus aos programas Cartões Prato Cheio, Material Escolar, Uniforme Escolar e Gás. “Eu só tenho a agradecer, pois já passei por vários estados e apenas aqui o governo entende que ações como essa garantem os direitos e as necessidades básicas das famílias”, apontou. Essa foi a quarta edição do Papo Social com Você. Mais de 500 pessoas já participaram dos encontros, que passaram por Ceilândia, Varjão e expansão de Samambaia. O bate-papo com a secretária Ana Paula Marra tem o objetivo de abordar questões sobre Prato Cheio e serviços dos restaurantes comunitários, como atendimento, alimentação e afins. O próximo ocorre nesta quinta-feira (12), a partir das 15h, na unidade de Sol Nascente/Pôr do Sol, no trecho 2, Quadra 105, Conjunto O, Área Especial 1. *Com informações da Sedes-DF  

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Audiência pública em Samambaia debate modelos de restaurantes comunitários e concurso público

“Eu estou me preparando para o concurso da Sedes, e essa vinda de vocês aqui, hoje, justamente no dia em que saiu a autorização para o edital, é muito significativa para a população do Distrito Federal”, disse a assistente social Carina Arara Ribeiro. A moradora de Samambaia foi uma das participantes da terceira edição do programa Papo Social com Você, nesta terça-feira (3), no Restaurante Comunitário da Expansão de Samambaia. A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Moradores da região participaram ativamente do encontro e elogiaram as iniciativas da secretaria | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O programa Cartão Prato Cheio e os serviços dos restaurantes comunitários foram o foco do encontro aberto, mas a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, aproveitou o tema para falar sobre o concurso. “A ampliação dos quadros não é apenas uma necessidade da população, mas um pleito da categoria, e fizemos o possível para atender”, afirmou a gestora. Morador da região, o mineiro Adriano Orestes elogiou o modelo dos restaurantes comunitários do DF, sugerindo que poderiam ser assim em todo o Brasil. “A gente vê a qualidade do serviço e do atendimento aqui; todas as pessoas do país poderiam ter o mesmo benefício”, pontuou.  [LEIA_TAMBEM]“Gestores das cinco regiões do Brasil estão vendo nossa política pública de segurança alimentar e nutricional”, informou a titular da Sedes-DF. “Estamos de portas abertas para orientar sobre nosso modelo.” Com cerca de 200 participantes, essa edição do Papo Social com Você contou com a presença do secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, que enfatizou: “Um almoço já chegou a custar R$ 3 nos restaurantes comunitários e, hoje em dia, voltou para R$ 1”. A próxima audiência pública está marcada para terça-feira (10), às 15h, no Restaurante Comunitário do Itapoã.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Em audiência pública, população do DF poderá avaliar o programa Prato Cheio

A partir das 15h desta terça-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promove audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão. O objetivo da iniciativa é permitir que a população avalie tanto o serviço prestado pelo refeitório quanto a concessão e a utilização do Cartão Prato Cheio. Audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão permitirá que a população avalie tanto o serviço prestado pelo equipamento quanto o Cartão Prato Cheio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Nossa ideia é que os frequentadores façam suas considerações acerca do atendimento, do serviço e da alimentação, além da estrutura do local. Em relação ao Prato Cheio, os beneficiários devem participar para que possam contribuir com opiniões e sugestões para a contínua melhoria do programa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Apesar de o encontro ser no Varjão, pessoas de outras regiões podem e devem participar do encontro, contribuindo com opiniões e observações sobre as duas principais iniciativas voltadas à segurança alimentar e nutricional do Governo do Distrito Federal (GDF). [LEIA_TAMBEM]Sobre os programas Em 2025, o combate à fome foi prioridade deste GDF, com a ampliação para 130 mil famílias beneficiadas pelo Cartão Prato Cheio e o aumento de nove para 18 parcelas. “Mais famílias foram contempladas e terão maior previsibilidade para sair da situação de insegurança alimentar. Neste ano, também ampliamos a oferta de refeições em mais quatro restaurantes comunitários: Gama, Riacho Fundo, Santa Maria e Samambaia”, pontua. Atualmente, 15 dos 18 restaurantes comunitários do DF oferecem café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados, com a oferta gratuita de refeições para a população em situação de rua. Em 2025, foram oferecidas cerca de 17 milhões de refeições. Somente na unidade do Varjão, quase 1 milhão. As iniciativas contribuíram para que o DF terminasse o ano ocupando o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho, voltado para ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (6), R$ 42,6 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 32,2 milhões, foi investida no Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para a compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados pelo programa, 1.773 famílias abriram contas sociais digitais para receber o benefício mensal. [LEIA_TAMBEM]“O Cartão Prato Cheio e o DF Social são benefícios que combatem a fome e a pobreza. Estou na secretaria desde 2019, e essa luta sempre foi nossa ideia fixa. Hoje, somos referência nesses temas, com premiações nacionais sérias, como o Selo Betinho e o ranking nacional de sustentabilidade social. Quem ganha é a população mais vulnerável do Distrito Federal”, pontuou a titular da Sedes, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão obtém informações sobre a agência do BRB onde deverá retirar o cartão, mediante busca pelo nome do titular do auxílio e apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Ações de combate à fome do GDF são destaque em seminário

Os programas geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) como o Cartão Prato Cheio e os restaurantes comunitários foram destaques no 3º Seminário de Nutrição em Produção do Iges-DF. O encontro, realizado na sexta-feira (7), promoveu troca de experiências entre profissionais que atuam diariamente no cuidado alimentar e nutricional. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderléa Cremonini, apresentou as estratégias e desafios para garantia do direito à alimentação adequada às famílias vulneráveis do Distrito Federal. Entre eles, o fortalecimento dos restaurantes comunitários nos últimos cinco anos, com a implementação do café da manhã e jantar em 15 das 18 unidades, além de atendimento também aos domingos e feriados. As medidas deram um salto na oferta de refeições de 7,1 milhões em 2020 para mais de 14 milhões em 2025. Vanderléa Cremonini: "Os 18 restaurantes comunitários em operação no DF se destacam por oferecer refeições saudáveis a preços acessíveis, e um grande volume de refeições servidas, que quase dobrou" | Foto: Divulgação/Sedes-DF  “Os 18 restaurantes comunitários em operação no DF se destacam por oferecer refeições saudáveis a preços acessíveis, e um grande volume de refeições servidas, que quase dobrou”, destacou a gestora. Vanderléa também frisou a importância da implementação do cadastro por CPF, que está sendo implementado pouco a pouco nas unidades. “Cada cidadão tem direito a duas refeições por vez; é pelo cadastro feito pelo CPF que se tem esse controle. Isso nos ajuda a garantir também o direito à refeição grátis para as pessoas em situação de rua cadastradas nas unidades socioassistenciais”, afirmou. Cartão Prato Cheio A gestora detalhou a implementação da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) na concessão do Cartão Prato Cheio. A Ebia é o indicador utilizado para medir o grau de segurança ou insegurança alimentar no Brasil. Esse indicador facilita a identificação da situação do beneficiário durante o atendimento feito pelos profissionais dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e padroniza os dados para pesquisas nacionais como a Pnad Contínua e a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), que servem de base para políticas públicas de combate à fome e à pobreza. Em 2024, 217 mil famílias tiveram acesso ao Cartão Prato Cheio Vanderléa ressaltou o total de 217 mil famílias atendidas com o Cartão Prato Cheio em 2024, um aumento expressivo em relação às 36 mil famílias atendidas em 2020. Situação alcançada graças ao estudo frequente da política e dos beneficiários do programa, que saiu de 3 parcelas de R$ 250 atendendo 30 mil famílias em 2020 para 18 parcelas atendendo 130 mil famílias em 2025. A gestora lembrou ainda que a Sedes também é responsável pelas refeições das 72 unidades socioassistenciais do DF, como os Cras e os Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro Pop), além do fornecimento usual de cestas básicas para situações emergenciais. [LEIA_TAMBEM]“O cartão Prato Cheio não extinguiu a cesta básica. De acordo com avaliação em atendimento no Cras e caso não haja naquele momento vaga no programa, é liberada a entrega da cesta básica em caráter emergencial”, pontuou Vanderléa.  A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, falou da importância do seminário para a troca de experiências e adoção de boas práticas que melhorem os serviços para a população: “É sempre um momento de muito orgulho falar de políticas públicas de referência que implementamos e têm sido bem sucedidas. A administração pública ganha porque passa a contar com um catálogo de boas práticas de implementação de serviços e ganha a população que tem um atendimento cada vez mais qualificado”. *Com informações da Sedes-DF  

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (3), R$ 42 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 31,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 269 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. O DF Social beneficiará 70 mil famílias com a liberação de R$ 10,4 milhões | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Outro dia eu estava numa agenda e uma senhora me contou que, graças ao Prato Cheio, ela podia fazer o macarrão que o filho adora, que ele ficava feliz que só quando comia a macarronada… Não tem como não ficar tocada com isso. Então, além de colocar comida na mesa, desafogar os orçamentos das famílias que mais precisam, o Prato Cheio e o DF Social proporcionam esses momentos simples e afetivos às pessoas”, revelou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Sedes-DF  

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta segunda-feira (1º) R$ 42,2 milhões para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,7 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 3,4 mil famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. R$ 31,7 milhões foram investidos no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O DF Social e o Cartão Gás são benefícios que contribuem para o combate à fome e à pobreza no DF. E este GDF tem um olhar muito especial para as famílias que mais precisam, porque muitas delas só conseguem ter comida na mesa e amenizar um pouco seus orçamentos graças a esses benefícios”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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BRB registra lucro líquido de R$ 518 milhões no 1° semestre de 2025

O Banco BRB encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido recorrente de R$ 518 milhões, crescimento de 461,6% em relação ao mesmo período de 2024. No segundo trimestre, o resultado recorrente foi de R$ 280,3 milhões. O desempenho foi sustentado por expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos. O banco encerrou o mês de junho com 9,6 milhões de clientes (+ 23,9%), resultado da presença ampliada em novos mercados e da oferta integrada de serviços em canais físicos e digitais. Os principais fatores para o desempenho do BRB no semestre foram expansão da base de clientes, aumento da carteira de crédito e gestão de riscos | Foto: Divulgação/BRB Os ativos totais somaram R$ 74,5 bilhões (+ 40,7%) e o patrimônio líquido chegou a R$ 4 bilhões (+ 60,1%). A carteira de crédito alcançou R$ 59,4 bilhões (+ 59,4%), enquanto a captação somou R$ 67,3 bilhões (+ 43,8%), com destaque para CDBs (+ 52,1%), LCI/LCA (+ 52,7%) e depósitos judiciais (+ 29,4%). A margem financeira totalizou R$ 2,3 bilhões (+ 43,9%) e o resultado de intermediação financeira atingiu R$ 2 bilhões (+ 72,7%). O ROAE ficou em 21,8% e o Índice de Basileia encerrou o semestre em 13,91%. O custo de captação permaneceu abaixo de 100% do CDI. “O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes” Paulo Henrique Costa, presidente do BRB “O BRB apresentou um semestre de resultados sólidos, reflexo de uma estratégia consistente de crescimento, diversificação e proximidade com nossos clientes”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Expansão nacional O BRB manteve a estratégia de expansão territorial, inaugurou novas unidades e encerrou o semestre com 988 pontos de atendimento. Também assumiu a gestão das folhas de pagamento de órgãos de Tocantins, Paraíba e Alagoas. O banco está presente em todas as regiões do país e em 39 países, com rede física e digital. Transformação digital 98,5% porcentual das transações realizadas por canais digitais   No semestre, 98,5% das transações foram realizadas por canais digitais, totalizando 232 milhões de operações (+ 36,6%). Somente pelo SuperApp, foram 185,1 milhões de transações (+ 53,6%). Na gestão de depósitos judiciais, com carteira de R$ 25 bilhões, o sistema BRBJus ganhou novos recursos de automação, segurança e relatórios inteligentes. O Pix Judicial consolidou-se como principal meio de pagamento. Crédito imobiliário e agronegócio A carteira imobiliária somou R$ 13,5 bilhões (+ 29,7%), consolidando a liderança do BRB no Distrito Federal (62,8% de participação) e a 5ª posição nacional no financiamento habitacional. No agronegócio, a carteira rural encerrou junho em R$ 1,9 bilhão (+ 18,3%), com destaque para operações no DF, Ride, Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Mato Grosso. Qualidade da carteira A inadimplência consolidada encerrou junho em 1,57%, redução de 1,74 ponto porcentual em 12 meses, abaixo da média do sistema financeiro nacional. Conglomerado Financeira BRB: carteira de crédito de R$ 6,1 bilhões (+ 49,8%), originação de R$ 3,6 bilhões (+ 110,1%) e inadimplência de 0,95%. BRB Seguros: emissão de R$ 689,9 milhões em prêmios (+ 13,4%) e lucro líquido de R$ 61,7 milhões. BRBCARD: lucro líquido de R$ 24,1 milhões (+ 143%), faturamento de R$ 5 bilhões (+ 8%) e 949 mil cartões emitidos. BRB DTVM: lucro líquido de R$ 2,7 milhões (+ 259%), ativos totais de R$ 7,1 bilhões (+ 16%) e AuC de R$ 4,25 bilhões (+ 134%). BRB Serviços: receita operacional de R$ 62,9 milhões (+ 9,8%) e lucro líquido de R$ 782 mil (+ 141,3%). ESG e impacto social   o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios No semestre, o BRB operacionalizou 30 programas sociais, beneficiando mais de 414 mil famílias e repassando R$ 4,3 bilhões em benefícios, incluindo o Prato Cheio e o novo Cartão Material de Construção. Na mobilidade urbana, o programa Vai de Graça garantiu gratuidade no transporte público aos domingos e feriados, com 99,6 milhões de acessos no trimestre (+ 13,8%). O Instituto BRB apoiou projetos que beneficiaram diretamente 38 mil pessoas e alcançaram 1,2 milhão indiretamente. O investimento de R$ 645 mil gerou impacto econômico estimado em quase R$ 1,9 milhão. O banco também reduziu em 37% o volume de páginas impressas, resultado da digitalização de processos e da busca por maior eficiência ambiental. [LEIA_TAMBEM]Principais números do 1S25   Lucro líquido recorrente: R$ 518 milhões (+ 461,6%) Resultado recorrente 2T25: R$ 280,3 milhões ROAE: 21,8% Índice de Basileia: 13,91% Ativos totais: R$ 74,5 bilhões (+ 40,7%) Patrimônio líquido: R$ 4 bilhões (+ 60,1%) Carteira de crédito: R$ 59,4 bilhões (+ 59,4%) Captação: R$ 67,3 bilhões (+ 43,8%) Clientes: 9,6 milhões (+ 23,9%) *Com informações do BRB

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GDF ultrapassa marca de meio milhão de cestas verdes entregues a pessoas em situação de vulnerabilidade social

Criado em 2019 por este Governo do Distrito Federal (GDF) para garantir a segurança alimentar e nutricional das famílias em situação de vulnerabilidade social, o programa Cesta Verde ultrapassou, neste mês, a marca de meio milhão de cestas com frutas, verduras e legumes frescos distribuídas como complemento ao Cartão Prato Cheio. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e visa promover a segurança alimentar e nutricional das famílias beneficiadas com as cestas, além de fomentar a agricultura familiar ao comprar os alimentos de cooperativas de produtores rurais locais. Stephany Frota está entre os beneficiários que passam por um momento de vulnerabilidade. Casada e mãe de três filhos, ela e o marido estão sem emprego. “Estávamos em um bom momento profissional quando acabamos ficando desempregados”, relata. “Ficamos à mercê de ajuda da família, para pagar aluguel, água, fazer tudo.” Objetivo é promover a segurança alimentar e nutricional das famílias beneficiadas com as cestas, além de fomentar a agricultura familiar | Fotos: Lúcio Bernardo Jr. Diante da situação, Stephany decidiu procurar ajuda no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) para alimentar a família. “O Cras me atendeu superbem. Conseguiu suprir a minha necessidade. Eu achava que só quem poderia receber esse benefício era quem estivesse em uma situação muito mais vulnerável que a minha, porque a minha é momentânea. O governo conseguiu me ajudar nesse momento de vulnerabilidade que a minha família passa. Eu achava que isso aí [o programa] não funcionava. Só que, quando foi a minha vez de precisar, vi quanto suporte eles dão”, observa. Moradora de Ceilândia, a aposentada Santília Cândida também passa por dificuldades e recebe a cesta. Ela conta que o filho está desempregado, o que tem apertado o orçamento da família. Para Santília, o programa ajuda muito as pessoas que passam por necessidades: “A cesta vai fazer muita diferença na nossa vida. O GDF ajuda muito as pessoas. É uma feira boa, é muito bom”. Complemento [LEIA_TAMBEM]Diretora de Programas Sociais de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Rayane Lorrane Lima explica que a Cesta Verde é um complemento alimentar para os beneficiários, que recebem tanto o cartão na modalidade pecúnia quanto a cesta básica. “A Cesta Verde traz o alimento nutritivo e saudável para a mesa dos beneficiários”, pontua. Ela acrescenta que existem duas modalidades de benefício. “A primeira é o programa Cartão Prato Cheio, na modalidade pecuária, que é um cartão mesmo com o qual o beneficiário recebe o valor de R$ 250. Para isso, as pessoas precisam passar por alguns critérios: renda per capita familiar de até meio salário mínimo, estar residindo no DF, estar inscrito no nosso sistema e estar em situação de insegurança alimentar e nutricional.” De acordo com a diretora, a cesta básica é voltada àqueles beneficiários que não conseguem cumprir os critérios do Cartão Prato Cheio. “São pessoas que têm algum tipo de renda, que têm alguma estabilidade, mas que, momentaneamente, estão passando por dificuldades. Então, a cesta básica é excepcional. Ela é para esses casos específicos onde a pessoa tem estabilidade, mas recebe a cesta básica porque naquele momento está precisando”, afirma. Moradora de Ceilândia, a aposentada Santília Cândida é uma das beneficiárias da Cesta Verde: "É uma feira boa, é muito bom” Como receber Com peso mínimo de 13 kg, a cesta é entregue por meio de empresas transportadoras parceiras da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), que, antes de enviarem o alimento, confirmam o endereço com as famílias por meio de ligação ou mensagem via WhatsApp.  Para ter acesso à Cesta Verde, é necessário buscar atendimento em um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) — com agendamento online e pelo telefone 156 — e participar do programa Cartão Prato Cheio ou receber a cesta básica emergencial. Os critérios para participar do Cartão Prato Cheio incluem ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, residir no Distrito Federal e comprovar situação de insegurança alimentar. 

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Políticas públicas do DF contribuem para o combate à fome no país

Recentemente, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) anunciou que o Brasil não está mais no chamado Mapa da Fome. Menos de 2,5% da população do país está em risco de subalimentação ou de falta de acesso à alimentação suficiente – ou seja, houve uma redução no número de pessoas que não consomem a quantidade mínima de calorias e nutrientes para manter uma vida saudável. O resultado reflete a média trienal de 2022/2023/2024. A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de políticas públicas que priorizam a garantia de segurança alimentar e combate à pobreza no país. O Distrito Federal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), tem contribuído para a obtenção de bons resultados, aumentando os investimentos e criando programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade. Políticas públicas focadas na segurança alimentar ajudaram o Brasil a sair do Mapa da Fome; no DF, iniciativas como o Cartão Prato Cheio e os restaurantes comunitários merecem destaque | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF Entre as ações implementadas pela Sedes-DF estão os programas Cartão Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 durante 18 meses a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos, e a Cesta Verde, composta por frutas, verduras e legumes frescos, entregues aos beneficiários pelo menos uma vez ao longo do ciclo de parcelas do Prato Cheio. Além disso, também foi fundamental para o combate à fome o Cartão Gás, um auxílio financeiro pago em parcelas bimestrais de R$ 100. Juntos, os programas beneficiam 170 mil famílias mensalmente desde 2020. “Hoje, o Cartão Prato Cheio é o maior programa de segurança alimentar e nutricional do país. Nos últimos quatro anos, mais de 670 mil famílias receberam o benefício, representando um investimento superior a R$ 900 milhões em todo o período”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Outra iniciativa importante no combate à fome no DF foi a ampliação do número de restaurantes comunitários – eram 14 e, agora, são 18. Quinze dessas unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2, garantindo alimentação acessível e de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade social. Antes desta gestão, os restaurantes ofereciam apenas almoço, que custava R$ 3. Dados da Sedes-DF mostram que a oferta de refeições nesses equipamentos aumentou de 6,5 milhões, em 2019, para 14 milhões, em 2024. “É importante ressaltar que o DF registrou um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, segundo as pesquisas de orçamento familiar [POF] e Nacional por Amostra de Domicílios Contínua [Pnad-Contínua]. Isso indica que estamos no caminho certo no combate à fome”, destaca a secretária. Nos últimos quatro anos, o investimento na ampliação da rede de segurança alimentar e nutricional da Sedes-DF quadruplicou. Em 2020, a Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) contava com menos de R$ 100 milhões para financiar as ações. Em 2024, esse valor chegou a quase R$ 400 milhões. “Vale ressaltar que políticas de outras áreas também têm sido fundamentais na garantia de segurança alimentar no DF, como o apoio à agricultura familiar e acesso à alimentação saudável, o fortalecimento da alimentação escolar e as ações de estímulo à geração de emprego e renda”, complementa Ana Paula Marra. O número de restaurantes comunitários aumentou de 14 para 18; do total, 15 unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2 Mapa da Fome Os dados do Mapa da Fome constam no relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 – originalmente, em inglês, The State of Food Security and Nutrition in the World (Sofi 2025) –, lançado pela FAO durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU (UNFSS+4), em julho. Em 2014, o Brasil já havia saído da lista de países que têm pessoas passando fome. Mas, após a análise dos dados do triênio 2018/2019/2020, voltou à lista devido a um aumento da insegurança alimentar no período. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Liberados R$ 49 milhões para Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Agência Brasília · LIBERADOS R$ 49 MILHÕES PARA CARTÃO GÁS, CARTÃO PRATO CHEIO E DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nessa sexta-feira (1º), R$ 49.184.525 para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,3 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.411.525, beneficiando 70 mil famílias. Já no Cartão Gás, foram investidos R$ 6.999.500, beneficiando também 70 mil famílias - há famílias que recebem os três benefícios. O Cartão Prato Cheio contemplou 1.559 novas famílias no programa, enquanto no DF Social, 408 famílias, entre as novas contempladas, abriram as contas sociais digitais. No Cartão Gás, 2.251 famílias foram contempladas. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Outro dia, eu estava numa agenda e uma beneficiária me disse que o Prato Cheio mudou até o astral da casa dela. Ela contou que, quando chegava com as compras, as crianças ficavam mais alegres e ela ia preparar algo para eles comerem. São depoimentos assim que confirmam que o governador Ibaneis Rocha tem um olhar especial para quem mais precisa. Não é à toa que o DF é hoje referência nacional em combate à fome”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Mais de 1,5 mil famílias são incluídas no Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 1.559 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores. O programa atende 130 mil famílias, garantindo, atualmente, crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos. A inclusão no programa Cartão Prato Cheio é avaliada após atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) | Foto: Divulgação/Sedes-DF Os 388 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo o crédito pela primeira vez já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado e o local para buscar o cartão, basta acessar o site GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar usando o mesmo cartão. O crédito da parcela está previsto para 1º de agosto, a partir das 18h. [LEIA_TAMBEM]“O cidadão deve consultar no site a agência do BRB em que está o cartão, que deve ser desbloqueado para ter acesso ao crédito. É importante lembrar também que há muitas famílias que são contempladas no programa, mas não buscam o cartão. Nestes casos, a Sedes precisa aguardar um prazo legal para depois resgatar esse recurso e disponibilizar a vaga à outra família”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A inclusão no programa é avaliada após atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Liberados mais de R$ 41 milhões para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (1º), R$ 41.695.180 para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,3 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, que oferece crédito de R$ 250 para compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Cartão DF Social já beneficiou 70 mil famílias no Distrito Federal | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.342.430, beneficiando 70 mil famílias - há aquelas que recebem os dois benefícios. O Cartão Prato Cheio contemplou 10.680 novas famílias no programa, enquanto no DF Social 292 famílias, entre as novas contempladas, abriram as contas sociais digitais. “A alta inflação dos alimentos tem impactado as famílias mais vulneráveis, e tanto o Cartão Prato Cheio quanto o DF Social dão uma folga no orçamento mensal dessas pessoas”, ressalta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Os benefícios contribuem para que essas famílias tenham mais condições de colocar comida na mesa ou pagar uma conta.” Cartão Prato Cheio A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde a semana passada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio foi ampliado recentemente para 18 parcelas. Ao final do período, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que estiveram no programa em outro momento. Se o ciclo de parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, pode solicitar a entrada no programa novamente. Mas é preciso passar por nova avaliação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Sedes-DF

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Prato Cheio divulga 10.680 contemplados; retirada dos cartões começa no dia 23

Agência Brasília · (49) 12-06-2025 - PRATO CHEIO DIVULGA 10.680 CONTEMPLADOS; RETIRADA DOS CARTÕES COMEÇA NO DIA 23 A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 10.680 novos contemplados no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende a 130 mil famílias, garantindo crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos. Para quem recebe o cartão pela primeira vez, a entrega dos cartões começa no próximo dia 23 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF A entrega de 2.346 cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez começa no dia 23 deste mês. Estes contemplados devem retirar os cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado, basta acessar o  site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para liberação em 1º de julho, a partir das 18h. [LEIA_TAMBEM]A inclusão no programa é avaliada após atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que pode ser agendado no 156 ou no site da Sedes-DF.  A ampliação do programa Cartão Prato Cheio, além de atender mais beneficiários, também contou com o acréscimo da quantidade de parcelas, passando de nove para 18. “O governador Ibaneis Rocha está sempre muito atento às necessidades das famílias que mais precisam de proteção social”, enfatiza a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, seguindo o calendário abaixo. ⇒ Iniciais de A a D: dia 23 ⇒ Iniciais de E a I: dia 24 ⇒ Iniciais de J a L: dia 25 ⇒ Iniciais de M a Q: dia 26 ⇒ Iniciais de R a Z: dia 27. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Liberados R$ 46 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Agência Brasília · LIBERADOS R$ 46 MILHÕES PARA PAGAMENTO DO CARTÃO GÁS, CARTÃO PRATO CHEIO E DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (3), R$ 46.138.430 para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social. A maior parte desse montante, R$ 28.660.000, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito mensal de R$ 250, utilizado para compra de alimentos.  A partir deste mês, o auxílio passa a ser pago em um ciclo de 18 parcelas mensais às famílias em situação de insegurança alimentar, além do aumento de mais 30 mil beneficiários no programa. O Cartão Prato Cheio é o que receberá a maior parte dos R$ 46 milhões liberados este mês pelo GDF | Foto: Divulgação “Aquelas famílias que ainda estão recebendo o benefício terão as parcelas aumentadas automaticamente”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Esse é um dos maiores programas sociais deste Governo do Distrito Federal, então essa ampliação é muito significativa para garantir segurança alimentar e nutricional para a nossa população”.  No dia 28 de maio, o governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que amplia o Programa Cartão Prato Cheio, aumentando o número de famílias beneficiárias de 100 mil para 130 mil. O tempo de recebimento do benefício também foi estendido, passando de nove para 18 meses. Além disso, o valor do benefício será reajustado de R$ 250 para R$ 280 ainda neste ano. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 7.000.000 e R$ 10.478.430, respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias.  O DF Social oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF [LEIA_TAMBEM]O DF Social oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no DF. Não é necessário solicitar o auxílio – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. O Cartão Gás, por sua vez, consiste no pagamento de um auxílio financeiro de R$ 100, pago de dois em dois meses, para aquisição de botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg. A consulta de novos contemplados nos três programas e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) deve ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência onde vai retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do auxílio. A retirada deve ser feita mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Sedes-DF

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Cartão Prato Cheio completa cinco anos como política pública consolidada e terá valor reajustado para R$ 280

Cinco anos depois de ser criado para acolher a população durante a pandemia de covid-19, o Cartão Prato Cheio firmou-se como uma das principais políticas públicas instituídas por este Governo do Distrito Federal (GDF), com mais de 560 mil famílias beneficiadas desde 2020. Para comemorar a data, o governo anunciou que o valor pago passará de R$ 250 para R$ 280, a partir de setembro. Além disso, também aumentou o período de concessão de nove para 18 meses e ampliou o número de famílias atendidas de 100 para 130 mil, a partir de 1º de junho. O governador Ibaneis Rocha comemora o quinto aniversário do Prato Cheio:  “Acho que a grande obra que nós fazemos é cuidar da vida das pessoas, é dar uma alimentação digna, é dar segurança alimentar e dar condições para que elas possam se desenvolver e desenvolver a vida de seus filhos” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Foi o que anunciou o governador Ibaneis Rocha durante a comemoração do quinto aniversário do Prato Cheio, nesta quarta-feira (28), em Ceilândia, região administrativa com maior número de famílias contempladas: 14,8% do total do programa.   “É uma alegria muito grande poder estar comemorando cinco anos desse projeto, que é exitoso e chega diretamente às famílias”, declarou o governador. “Isso nos alegra muito, porque uma cesta básica hoje custa em torno de R$ 80. Com R$ 250, cada família pode comprar três cestas básicas, pode garantir a alimentação dentro de casa, e nós tiramos essas pessoas que estavam em situação de insegurança alimentar porque não tinham antigamente as três refeições. Hoje, a gente garante essa alimentação com o Cartão Prato Cheio, por meio do DF Social e dos nossos restaurantes.”    O chefe do Executivo reforçou que os programas sociais são uma marca importante de sua gestão, assim como a transformação da infraestrutura: “A gente tem a fama de ser tocador de obra, e eu gosto dessa fama, mas acho que a grande obra que nós fazemos é cuidar da vida das pessoas, é dar uma alimentação digna, é dar segurança alimentar e dar condições para que elas possam se desenvolver e desenvolver a vida de seus filhos. Para isso a gente está cuidando de creche, cuidando de escola, ampliando a rede hospitalar”. Ibaneis também anunciou novidades para a Saúde, ao detalhar que nos próximos dias o GDF vai assinar o contrato para construção de novas unidades de pronto atendimento (UPAs). Acolhimento Considerada a madrinha da assistência social no Distrito Federal, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha destacou o impacto do programa para acolher as famílias em situação de vulnerabilidade: “Quando cheguei à Sedes [Secretaria de Desenvolvimento Social], havia 6 mil pessoas aguardando a entrega da cesta básica. Então, aquilo que era só um socorro emergencial se tornou a maior política pública de segurança alimentar de todo o país. Muitas mães, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de chegar ao supermercado e escolher qual a marca do iogurte para o filho, se iria comer um peixe, se iria comer uma sardinha, se iria comer uma carne moída. Essa é a autonomia que o Cartão Prato Cheio trouxe”.  Atualmente estão cadastradas 100 mil famílias, que recebem todo mês o benefício, totalizando aproximadamente 520 mil pessoas. Para o próximo mês, a previsão é que o número suba para 130 mil. O investimento total previsto para 2025 ultrapassa os R$ 300 milhões, beneficiando mais de 1,2 milhão de pessoas. Economia e agricultura familiar Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, o investimento vai além da segurança alimentar: “Com esse cartão a gente fomenta também a economia e a agricultura familiar. Esse é o maior programa social que o Distrito Federal já teve, então é um investimento que transforma vidas, porque não tem como falar em assistência social, em desenvolvimento social e em autonomia sem matar a fome das pessoas”.  Os beneficiários que já recebem o Cartão Prato Cheio (dentro do ciclo atual) terão automaticamente o ciclo ampliado. Após o prazo citado, quem ainda estiver em situação de insegurança alimentar e nutricional deverá passar por novo atendimento socioassistencial para análise quanto à permanência no programa. Nesse caso, a renovação não é automática.  “O Cartão Prato Cheio é um programa que traz alívio imediato para as famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo alimentação digna para quem mais precisa”, enfatizou a vice-governadora Celina Leão. “Ele sintetiza o cuidado da nossa gestão com as pessoas, com um olhar especial para as famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Nós seguimos trabalhando para que cada habitante do DF tenha acesso à comida todos os dias, com qualidade e na quantidade necessária.” Dinheiro no bolso, comida na mesa Em um contexto de desafios agravados pela pandemia de covid-19, o GDF criou o Cartão Prato Cheio, em 2020, para substituir as tradicionais cestas básicas por um cartão que traz dignidade e liberdade de escolha aos beneficiários.  Carla Rodrigues, cuidadora de idosos, utiliza o cartão:  “Tenho cinco filhos, e, atualmente sem trabalhar, é o que me ajuda a ter o que dar de comer para eles”  O diferencial do Cartão Prato Cheio é o poder de escolha das famílias. As mães, maioria entre os beneficiários, têm autonomia para selecionar o que os filhos gostam de comer e fazem as compras do mês no mercado mais perto de casa. O cartão também viabilizou o aumento expressivo no número de famílias beneficiadas. Helen Matias, dona de casa: “Pego meu cartão e compro tudo o que precisa. Eu uso para garantir arroz, feijão e cuscuz. É uma ajuda e tanto” Para a cuidadora de idosos Carla Rodrigues, de 32 anos, o benefício permite mais tempo com os filhos. “Esse programa é uma mão na roda”, avaliou. “Tenho cinco filhos, e, atualmente sem trabalhar, é o que me ajuda a ter o que dar de comer para eles. Com esse benefício, sobra um dinheiro para eu pegar os meninos num domingo e passear de graça pela cidade [pelo programa Vai de Graça, instituído por este GDF para garantir transporte gratuito nos domingos e feriados], tomar um sorvete na Rodoviária ou no Conjunto Nacional”.  A dona de casa Helen Matias, 24, fez questão de participar da comemoração de cinco anos do Prato Cheio. Para ela, a realidade é outra de quando vivia sem o benefício: “Eu tenho três filhos, e tinha época em que eu precisava ir à casa da minha mãe pegar alguma coisa ou até pedir dinheiro emprestado. Naquela época, às vezes faltava lanche para eles. Agora não preciso de mais nada disso, eu mesma pego meu cartão e compro tudo o que precisa. Eu uso para garantir arroz, feijão e cuscuz. É uma ajuda e tanto”.  A diarista Cleidiane Rodrigues também utiliza o benefício para outras aquisições:  “Eu consigo comprar algum eletrodoméstico de que estou precisando muito” Já para a diarista Clediane Rodrigues, 44, o Cartão Prato Cheio, além de garantir a comida da família, é uma ajuda para comprar outras coisas que faltam em casa: “Eu consigo comprar algum eletrodoméstico de que estou precisando muito”, disse. “O programa representa um futuro melhor para meus filhos. E eu não tenho vergonha de dizer que sou beneficiária, porque só eu sei o quanto isso me ajuda no início do mês”.  Como participar A família que se encontra em situação de insegurança alimentar - ou seja, que tem dificuldade de adquirir, com regularidade, alimentos em quantidade e qualidade suficientes - pode estar apta a ingressar no programa, desde que atenda aos critérios estabelecidos pelo decreto nº 42.873/2021: 1 – Possuir renda familiar igual ou inferior a meio salário mínimo por pessoa da família; 2 – Estar em situação de insegurança alimentar; 3 – Estar inscrito no Cadastro Único para os programas sociais do governo federal  ou no Sistema da Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF); 4 – Residir no Distrito Federal. Para saber se foi contemplado, o beneficiário deve acessar o site site GDF Social e aguardar para retirar o cartão no Banco de Brasília (BRB), conforme cronograma divulgado mensalmente. O BRB é responsável pela confecção do cartão. Para mais informações, acesse o site da Sedes-DF.  

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DF tem no Cadastro Único 263 mil famílias chefiadas por mães solo

O Distrito Federal tem 263 mil famílias monoparentais chefiadas por mulheres inseridas no Cadastro Único. Trata-se de mães de famílias em vulnerabilidade social que são as únicas responsáveis pelo sustento da casa, as chamadas mãe solo. Dessas, 85,3 mil possuem crianças de até seis anos. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora do cadastro do governo federal em âmbito distrital. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo | Foto: Divulgação/Sedes-DF Os três maiores programas da Sedes-DF - Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio - priorizam esse público: famílias chefiadas por mães solo com crianças de até seis anos de idade. Esses benefícios contribuem não somente com o apoio financeiro no dia a dia e na compra e preparo dos alimentos, como também dão mais autonomia a essas mulheres. “Neste Dia das Mães, quero reforçar a importância de nós, como Estado, oferecermos suporte a essas mães que cuidam sozinhas de seus filhos. São mulheres batalhadoras, que usam esses auxílios para dar mais dignidade às suas famílias. Por isso, esse é um dos principais critérios que utilizamos para priorizar a concessão dos benefícios”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo. Em relação ao Cartão Gás, as mulheres nessa condição representam 30,8 mil dos 70 mil beneficiários do programa. O Cartão Gás concede benefício de R$ 100 a cada dois meses para as famílias vulneráveis comprarem o botijão de gás de cozinha. [LEIA_TAMBEM]Já em relação ao Cartão Prato Cheio, programa referência da secretaria que concede nove parcelas de R$ 250 para compra de alimentos, 20,6 mil dos 100 mil beneficiários são mulheres de famílias monoparentais com filhos na primeira infância. “São benefícios que se complementam a outros que este GDF oferece, como as refeições a preços acessíveis nos 18 restaurantes comunitários, o Bolsa Maternidade, o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, dois outros importantes programas que a Sedes tem em parceria com a Secretaria de Educação”, pontua Ana Paula Marra. Concedido como uma das modalidades do Auxílio-Natalidade, o Bolsa Maternidade consiste na oferta de uma mochila entregue às mães em vulnerabilidade social quando nasce um bebê. A bolsa contém itens essenciais para os cuidados do bebê recém-nascido, como fraldas, pomada, roupinhas e manta. O kit é solicitado e entregue na hora em uma das 32 unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do DF. Para esse serviço, basta ir até o Cras, sem a necessidade de agendamento. De acordo com a Sedes-Df, nos últimos quatro anos, houve um crescimento de 474% no número de mochilas entregues. As mães, dentro do Auxílio Natalidade, também recebem o dinheiro do benefício, no valor de R$ 200, por filho nascido ou natimorto. Em relação aos restaurantes comunitários, os equipamentos servem cerca de 1,4 milhão de refeições por mês. Isso equivale a aproximadamente 48,5 mil refeições por dia. Considerando que cada pessoa pode retirar até duas refeições por turno, estima-se que cerca de 728,5 mil pessoas são atendidas mensalmente nos restaurantes comunitários do DF. “Muitas das famílias que frequentam os restaurantes são chefiadas por essas mães que aproveitam as três refeições do dia - café da manhã, almoço e jantar - a R$ 2 para alimentar seus filhos. Quando visito as unidades, sempre as vejo com seus filhos almoçando juntos ou levando as duas marmitas para casa”, lembra a secretária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cartão Prato Cheio será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias serão incluídas

Governo do Distrito Federal · CARTÃO PRATO CHEIO SERÁ AMPLIADO PARA 18 MESES E MAIS 30 MIL FAMÍLIAS SERÃO INCLUÍDAS O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, no início de abril, a ampliação do Cartão Prato Cheio; iniciativa passará a atender 130 mil famílias e terá o tempo de concessão estendido de nove para 18 meses. O Cartão Prato Cheio, iniciativa voltada para a segurança alimentar, passará a atender 130 mil famílias e terá o tempo de concessão estendido para 18 meses | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O GDF destacou que, anteriormente, o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade era feito principalmente por meio da distribuição de cestas básicas. Era um programa que alcançava menos de sete mil pessoas. A entrega de cestas para quem busca o primeiro atendimento e está em situação emergencial foi mantida, mas durante a pandemia surgiu a ideia do Prato Cheio, que hoje beneficia 100 mil famílias e será ampliado. Criado em caráter emergencial em 2020, durante a pandemia de covid-19, o Cartão Prato Cheio foi pensado para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde então, o programa já assistiu cerca de 650 mil famílias e recebeu um investimento total de R$ 900 milhões por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). O benefício mensal é de R$ 250, destinado à compra de alimentos. Em 2024, os recursos aplicados no Cartão Prato Cheio somaram R$ 292 milhões | Foto: Divulgação/Sedes-DF Histórico do programa Inicialmente, o benefício previa repasses de no mínimo R$ 170 por três meses. Em seguida, foi ajustado para R$ 250, com duração de nove meses. Na fase de lançamento, em 2020, 30 mil famílias foram beneficiadas. Já em 2021, o período de repasse foi ampliado para seis meses, atendendo 40 mil famílias. No ano seguinte, o ciclo passou a ser de nove meses, alcançando 87 mil famílias. Esse modelo foi mantido em 2023 e 2024, com o número de atendidos subindo para 100 mil. Os aportes financeiros também cresceram. Em 2021, ano em que o programa se tornou lei, foram investidos R$ 51 milhões. Em 2024, os recursos aplicados somaram R$ 292 milhões. As famílias beneficiadas estão majoritariamente distribuídas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As demais regiões concentram os 7,8% restantes dos atendidos.

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Liberados mais de R$ 35 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

Governo do Distrito Federal · LIBERADOS MAIS DE R$ 35 MILHÕES PARA PAGAMENTO DO CARTÃO PRATO CHEIO E DO DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa sexta-feira (2), R$ 35.323.260 para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24.907.250, foi investida no programa Cartão Prato Cheio. Para pagamento do DF Social, este Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.416.010. O programa Cartão Prato Cheio credita, mensalmente, R$ 250 na conta de pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O Cartão Prato Cheio contemplou 4.252 novas famílias no programa. Já o DF Social atende 70 mil famílias – algumas recebem os dois benefícios. Entre os novos beneficiários do DF Social, 176 já abriram as contas sociais digitais. “O governador Ibaneis Rocha sempre teve um objetivo muito claro: combater a pobreza e a fome. O pagamento de benefícios como o Cartão Prato Cheio e o DF Social contribui nesse sentido, mas também estimula as economias nas comunidades, gerando mais emprego e renda. Este GDF acredita que desenvolvimento econômico deve andar junto com desenvolvimento social”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio O programa credita, mensalmente, R$ 250 na conta de pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, para compra de alimentos. Atualmente, o auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas, quantidade que será ampliada para 18. O número de beneficiários também aumentará, passando de 100 mil para 130 mil. A Sedes-DF está fazendo os ajustes necessários no programa para, em breve, efetivar a medida. A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde o dia 23 de maio, no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio – a retirada deve ser feita mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Governo do Distrito Federal investiu R$ 10.416.010 para o pagamento do DF Social, que atende 70 mil famílias DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Visitas técnicas reconhecem boas práticas de segurança alimentar no DF

Com a missão de garantir e ampliar o acesso a alimentos saudáveis para a população, representantes do governo federal e do Governo do Distrito Federal (GDF) visitaram, nesta sexta-feira (4), unidades socioassistenciais em Ceilândia. O objetivo foi se aprofundar nos projetos que promovem a segurança alimentar na capital federal, que nesta semana recebeu o Selo Betinho, da organização da sociedade civil (OSC) Ação da Cidadania. Participantes da Oficina Estratégica Alimenta Cidades visitaram, nesta sexta (4), cinco locais para conhecer detalhes de projetos do GDF para reforçar a segurança alimentar da população | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Espaços como as hortas comunitárias da Unidade Básica de Saúde (UBS) 9 e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Ceilândia, além do Restaurante Comunitário do Pôr do Sol, foram locais de diálogo e troca de experiências entre representantes governamentais. Nomeada Oficina Estratégica Alimenta Cidades, a ação é um dos desdobramentos do programa interministerial Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades, coordenada pela Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). “Vemos que Brasília tem muita condição de expandir em agricultura urbana e as hortas comunitárias são um exemplo bem-sucedido para produzir e atender pessoas em vulnerabilidade” Lidiane Pires, secretária-executiva da Câmara de Segurança Alimentar e Nutricional “Foram dois dias de encontro, com início na quinta-feira [3]. No primeiro dia a gente fez um diagnóstico situacional, com técnicos e membros da sociedade civil, de como está a segurança alimentar no DF. E hoje visitamos esses espaços para divulgar as boas iniciativas do DF que têm potencial de serem desenvolvidas e copiadas em outras cidades”, explica a secretária-executiva da Caisan), Lidiane Pires. Além disso, o encontro possibilita que a equipe faça o levantamento das possibilidades e dos benefícios que existem nos equipamentos sociais. “Vemos que Brasília tem muita condição de expandir em agricultura urbana, e as hortas comunitárias são um exemplo bem-sucedido para produzir e atender pessoas em vulnerabilidade”, acrescenta Lidiane. ”A função da horta é a convivência, além de garantir que os usuários colham produtos orgânicos sem agrotóxicos e tenham uma alimentação saudável e variada”, diz Roberto Homrich Segundo Roberto Homrich, especialista em desenvolvimento e assistência social, direito e legislação da Sedes-DF, a atenção do governo para iniciativas como a da horta comunitária do Creas fortalece a implementação da política pública nas questões sociais. “Desenvolvemos um trabalho intersetorial para pessoas que estão em processo de saída das ruas. A função da horta é a convivência, além de garantir que os usuários colham produtos orgânicos sem agrotóxicos e tenham uma alimentação saudável e variada. Então, para a gente é muito importante divulgar nosso trabalho e receber o apoio do governo para dar continuidade à iniciativa”, destaca. Assistência social no DF “Os programas do GDF têm obtido resultados importantes na garantia da segurança alimentar e nutricional, na valorização da agricultura familiar, incentivo a hortas urbanas e cozinhas solidárias. Essa troca de experiências, por meio da Estratégia Alimenta Cidades, vai aprimorar as nossas ações” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social O investimento na assistência social do Distrito Federal teve um crescimento expressivo nos últimos anos, passando de R$ 200 milhões em 2018 para R$ 1,3 bilhão em 2025, garantindo um suporte ainda maior às famílias em situação de vulnerabilidade. Entre os principais projetos adotados na área estão a distribuição de cestas básicas e cestas verdes, o programa Cartão Prato Cheio, que neste ano passará a atender 130 mil famílias e terá o tempo de concessão ampliado de nove para 18 meses, além dos restaurantes comunitários. Até o final deste ano, espera-se que cinco dos 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal passem a oferecer, assim como os outros, as três refeições diárias – café da manhã e jantar por R$ 0,50 e almoço por R$ 1 -, além de estarem abertos também aos domingos e feriados. O GDF ainda conta com a inserção de nutricionistas na carreira de desenvolvimento e assistência social do DF, além da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) nas unidades socioassistenciais, ferramenta utilizada para identificar as diferentes dimensões do acesso aos alimentos. “Os programas do GDF têm obtido resultados importantes na garantia da segurança alimentar e nutricional, na valorização da agricultura familiar, incentivo a hortas urbanas e cozinhas solidárias. Essa troca de experiências, por meio da Estratégia Alimenta Cidades, vai aprimorar as nossas ações”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Alimenta Cidades O GDF, por meio da Caisan da Sedes-DF, com o apoio de outros órgãos, tem se comprometido a participar do programa interministerial Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades. Instituído em 2023 por meio de decreto, o programa é resultado da parceria entre os ministérios das Cidades (Mcid), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e de órgãos que compõem a Caisan. Dividida por eixos, a medida tem como principal objetivo ampliar a produção, o acesso, a disponibilidade e o consumo de alimentos adequados e saudáveis nas cidades brasileiras, com um foco especial em territórios urbanos periféricos e em populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Estados, o Distrito Federal e municípios têm a oportunidade de colaborar com essa iniciativa por meio de ações locais adaptadas às necessidades de cada território. Cerca de 60 cidades brasileiras aderiram ao programa nacional, podendo, com isso, adotar as ações previstas na estratégia, além de participar de programas de formação e da Rede Urbana de Alimentação Saudável (Ruas). Cada cidade vai elaborar um diagnóstico da situação local, com apoio dos estados e do governo federal, para identificar suas necessidades específicas. Com base nesse diagnóstico e nas prioridades definidas, será elaborado um plano de ações a ser executado em um período de três anos (2024-2026).

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Liberados cerca de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (1º), R$ 41.881.950 para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24.565.500, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 6.999.800 e R$ 10.316.650 respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias – há famílias que recebem os três benefícios. Nesta terça-feira (1º), o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio de 100 mil para 130 mil beneficiários e também da quantidade de parcelas, saltando de nove para 18 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF O Cartão Prato Cheio contemplou 8.763 novas famílias no programa. Já o Cartão Gás, contemplou 1.633 novas famílias, enquanto no DF Social, 636 famílias entre as contempladas abriram as contas sociais digitais. “Benefícios como o Cartão Gás, o Cartão Prato Cheio e o DF Social contribuíram para que este GDF se tornasse uma referência nacional no combate à fome e à pobreza. O Selo Betinho, que nos premiou hoje pelo enfrentamento contra a insegurança alimentar, é um exemplo que corrobora a atenção do governador Ibaneis com os mais vulneráveis, com as famílias que mais precisam”, enfatiza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Ampliação Nesta terça-feira (1º), o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio de 100 mil para 130 mil beneficiários e também da quantidade de parcelas, saltando de nove para 18. A Sedes vai fazer os ajustes necessários no programa para, em breve, efetivar a medida. O anúncio ocorreu por ocasião de solenidade, no Palácio do Buriti, que premiou o Governo do Distrito Federal (GDF) com o Selo Betinho pelo combate à insegurança alimentar. A premiação é concedida pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação da Cidadania em  reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área. Apenas o DF, Belo Horizonte, em Minas Gerais, e Curitiba, no Paraná, atenderam aos critérios exigidos pelo selo de cumprir 70% das 36 metas criadas pela OSC em parceria com o Instituto Comida do Amanhã. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cartão Prato Cheio: Benefício será ampliado para 18 meses e mais 30 mil famílias serão incluídas

No mesmo dia em que o Distrito Federal foi reconhecido pela garantia de segurança alimentar e nutricional com a outorga do Selo Betinho em solenidade no Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha anunciou a ampliação do programa Cartão Prato Cheio. Serão incluídas mais 30 mil famílias – atualmente, o benefício atende 100 mil – e o tempo de concessão será ampliado de nove para 18 meses. “Não vamos mais segurar a fila do Prato Cheio. Autorizei a inclusão de mais 30 mil famílias que estavam aguardando para receber o cartão e vamos ampliar também o prazo, que é de nove meses para 18 meses, para que as pessoas sejam atendidas. Isso tudo vem no sentido de fortalecer cada vez mais as políticas públicas na área alimentar”, adiantou Ibaneis Rocha. Ibaneis Rocha ressaltou que o GDF fortalece as políticas públicas na área alimentar | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O governador lembrou que, antes, o DF atendia as famílias apenas com a entrega de cestas básicas. “Um programa que atendia menos de sete mil pessoas no Distrito Federal. Nós mantivemos o programa de cestas básicas, principalmente, para aquelas pessoas que chegam ali para fazer o cadastro e estão em situação de dificuldade, mas tivemos a ideia durante a pandemia de criar o Prato Cheio que hoje atende 100 mil famílias”, recordou. “Fortalecer programas como o Prato Cheio significa garantir segurança alimentar, dignidade e respeito a milhares de famílias que enfrentam diariamente o desafio de colocar comida na mesa. Parabenizo o governador Ibaneis Rocha pela sensibilidade e coragem de ampliar esse programa. A fome tem pressa e estamos trabalhando para assegurar que cada habitante do DF tenha acesso à comida de qualidade, todos os dias e na quantidade necessária”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, a medida atende uma demanda dos beneficiários. “Muitas famílias que estão no programa, assim que finalizam os nove meses procuram novamente um atendimento para serem reinseridas. Então, pensando nessa reincidência, convocamos uma reunião para podermos ampliar o Cartão Prato Cheio para que aquela família possa, de fato, nesse período sair da insegurança alimentar e nutricional”, explicou. Ana Paula Marra explica que o novo prazo do Prato Cheio possibilita que as família saiam da insegurança alimentar e nutricional no tempo de vigência do benefício | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Lançado em caráter emergencial em 2020 durante a pandemia de covid-19, o programa nasceu para atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Desde a criação já beneficiou 650 mil famílias e recebeu R$ 900 milhões de investimento do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa consiste na concessão de R$ 250 por mês para compra de alimentos. “Começamos esse programa em 2020 no ápice da pandemia. No meio da crise, quando não podíamos aglomerar, havia 6 mil pessoas aguardando a entrega de uma cesta básica. Um número pequeno se olhar o cenário de pessoas que estão sendo alimentadas com a política pública. Mas, naquele momento, existia uma fila invisível e conseguimos tirar da invisibilidade famílias que não conseguiam sequer escolher o que comeriam. Eis que nasceu naquele momento o Cartão Prato Cheio. A gente precisa alimentar a população que passa fome no nosso país”, afirmou a primeira-dama Mayara Noronha Rocha, que era secretária de Desenvolvimento Social quando o programa foi lançado. Programa Em 2021, quando o Cartão Prato Cheio virou lei, foram investidos R$ 51 milhões. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões | Foto: Divulgação/Sedes Inicialmente, o programa previa crédito de pelo menos R$ 170 para cada família durante três meses. Depois o benefício foi ampliado para R$ 250 durante nove meses. Ao ser lançado em 2020, foram atendidas 30 mil famílias. Em 2021, o ciclo aumentou de três para seis meses, atendendo 40 mil famílias. Em 2022, o ciclo foi ampliado para nove meses, beneficiando 87 mil famílias. O ciclo de nove meses foi mantido nos dois anos seguintes, mas o número de famílias atendidas cresceu. Assim, tanto em 2023 quanto em 2024 foram contempladas 100 mil famílias. O volume dos investimentos também aumentou a cada ano. Em 2021, quando o programa virou lei, foram investidos R$ 51 milhões no Prato Cheio. Em 2024, os investimentos chegaram a R$ 292 milhões. As famílias contempladas estão concentradas em 11 regiões administrativas do DF: Ceilândia (14,8%), Planaltina (11,2%), São Sebastião (9,7%), Itapoã (8,5%), Sobradinho e Sobradinho II (7,3%), Taguatinga (5,7%), Santa Maria (5,4%), Paranoá (4,8%), Gama (4,8%) e Recanto das Emas (4,2%). As outras cidades reúnem 7,8% das famílias beneficiadas.

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Qualidade de vida ao quadrado: Novas pesquisas reforçam DF como um dos melhores lugares para se viver

Quando tinha 26 anos, a carioca Roberta Abreu, 44, desembarcou em Brasília para acompanhar o então noivo, recém-transferido para a capital federal. O planejamento do casal era ficar cinco anos na cidade e retornar ao Rio de Janeiro. Este ano, a dupla completa 18 anos vivendo no Distrito Federal, uma decisão pautada em três pontos essenciais: a sensação de segurança, a fluidez do trânsito e a infraestrutura dos bairros. Aspectos reconhecidos na capital, que é considerada pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil) como a cidade com a maior qualidade de vida do país. Brasília desponta como um dos destinos turísticos em alta neste ano, sendo considerada ideal para nômades digitais | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília “A gente escolhe todos os dias permanecer pela qualidade de vida que Brasília nos proporciona”, comenta Roberta. “Primeiro, no aspecto da segurança. Ela oferece uma sensação de segurança muito maior se comparada com os principais centros do país, já que nossos índices ainda são baixos.” Este ano, o DF alcançou a menor taxa de homicídio dos últimos 48 anos e segue reduzindo as ocorrências de crimes contra o patrimônio, indicadores que deixam a cidade na segunda posição entre as mais seguras do Brasil, perdendo apenas para Florianópolis (SC). “Outro fator importante foi a qualidade das moradias com bairros planejados, com espaços mais amplos e uma infraestrutura com conforto e bem-estar”, pontua Roberta. “Consigo morar bem e com qualidade, mas o primordial foi o trânsito. Brasília ainda tem uma facilidade: as vias são mais bem-planejadas e mais largas, e acabam comportando mais carros. Temos menos congestionamentos.” Carioca, Roberta Abreu veio para o DF há 18 anos e ficou: “Consigo morar bem e com qualidade, mas o primordial foi o trânsito. Temos menos congestionamentos” | Foto: Arquivo pessoal Mudanças e benefícios Há 11 anos moradora de Sobradinho, na região do Taquari,  ela lembra que, mesmo com o crescimento da população – o DF tem quase 3 milhões de habitantes –, a mobilidade da cidade segue boa em função das obras viárias. Cita, como exemplos,  a construção do Trevo de Triagem Norte (TTN), batizado de Complexo Viário Governador Roriz, entregue em 2021 com investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) de R$ 220 milhões: “Foi maravilhoso. Toda mudança no começo é caótica, mas foi uma grande transformação. Antes da reforma, o trânsito já estava ficando bem pesado. Hoje aproveito os benefícios de fazer em 20 minutos um trajeto em que antes eu demorava uma hora e meia”. Nalda Menezes, que veio do Piauí, mora no DF desde os 19 anos: “Aqui construí minha família e conquistei meu trabalho. Agora sonho em passar em um concurso público” | Foto: Arquivo pessoal A quantidade de oportunidades foi o que motivou a piauiense Nalda Menezes, 37, a morar no DF desde os 19 anos, quando veio de Parnaíba. Os primeiros empregos foram no comércio, até ela se firmar na área de secretariado, provando que a capital tem opções diversas de empregabilidade – é a segunda unidade da Federação com mais profissionais de economia criativa. “Até tentei voltar para minha cidade natal, mas eu não me encaixava mais lá”, conta a moradora do Riacho Fundo II. “Meu sonho sempre foi morar numa cidade grande. Aqui construí minha família e conquistei meu trabalho. Agora sonho em passar em um concurso público.” Reconhecimento Brasília é considerada pelo Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil) como a cidade com a maior qualidade de vida do país | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Temos feito grandes investimentos em todas as áreas, como segurança, mobilidade, saúde, educação e social, com o objetivo de que o DF seja o melhor lugar para se morar no Brasil” Governador Ibaneis Rocha Além da qualidade de vida e da segurança pública, com os avanços em diversas áreas, o DF foi reconhecido nos últimos anos como um dos destinos globais em alta para 2025, considerado o melhor do mundo para nômades digitais e ainda tem o segundo aeroporto mais pontual do mundo.  O governador Ibaneis Rocha comemora: “É muito importante para todos nós que trabalhamos no GDF que a capital da República seja referência. Todos esses indicadores são frutos de um trabalho diário para melhorar a vida da população. Temos feito grandes investimentos em todas as áreas, como segurança, mobilidade, saúde, educação e social, com o objetivo de que o DF seja o melhor lugar para se morar no Brasil”. “A qualidade de vida que temos no Distrito Federal é resultado de muito trabalho, planejamento e investimentos estratégicos em diversas áreas” Celina Leão, vice-governadora Por sua vez, a vice-governadora Celina Leão avalia: “A qualidade de vida que temos no Distrito Federal é resultado de muito trabalho, planejamento e investimentos estratégicos em diversas áreas. Somos hoje a segunda capital mais segura do país, reflexo direto da atuação integrada das nossas forças de segurança – e nosso objetivo é liderar esse ranking em breve. Para além dos monumentos e das belezas da nossa cidade, estamos construindo um DF onde as pessoas se sintam seguras, acolhidas e amparadas pelo poder público para crescerem pessoal e profissionalmente”. Ritmo de transformação “Começamos com a renovação da cidade, deixando-a mais organizada e limpa, fazendo um tratamento na parte urbanística e melhorando a mobilidade, que era o segundo maior problema quando iniciamos o governo” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Segundo o secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, esta gestão acumula 3,8 mil obras – entre entregues, em andamento, licitadas, com projetos prontos e aguardando ordem de serviço – feitas para atender as necessidades da população e transformar a capital federal. “Trazer para a população o que ela espera faz parte de um plano do governo”, afirma o gestor. “Começamos com a renovação da cidade, deixando-a mais organizada e limpa, fazendo um tratamento na parte urbanística e melhorando a mobilidade, que era o segundo maior problema quando iniciamos o governo”. A construção de viadutos e a duplicação das vias são apontadas como soluções para reduzir o tempo de deslocamento: “Isso impacta a qualidade de vida, porque as pessoas querem cumprir suas obrigações e ter um tempo para o seu lazer, para conviver com a família”. Outros fatores lembrados pelo secretário são  congelamento do valor das passagens nos últimos anos e, agora, a liberação da gratuidade do transporte público aos domingos e feriados. “Estamos garantindo a acessibilidade da população de ir e vir”, explica. A expansão do Metrô-DF, recém-anunciada na linha de Samambaia, e a construção do BRT também foram citadas como outras melhorias: “Estamos expandindo em Samambaia, vamos fazer a licitação para Ceilândia e estamos com técnicos na rua para a saída Sul. Estamos investindo R$ 1,5 milhão para a construção do BRT Norte”. Mais indicadores Investimentos em saúde, na educação e na área social também têm papel importante nos indicadores positivos de Brasília. A capital ganhou nos últimos anos novas unidades básicas de saúde (UBSs) e unidades de pronto atendimento (UPAs). Atualmente, estão em execução as obras de dois novos hospitais no Recanto das Emas e no Guará. No âmbito da educação, o DF reduziu a fila das creches com a implantação do Cartão Creche e a construção de centros de educação da primeira infância (Cepis). Também garantiu o deslocamento seguro dos estudantes com o projeto Caminho das Escolas, levando pavimentação aos colégios públicos na área rural – que, pela primeira vez, ganhou uma creche pública. A ampliação da alimentação nos restaurantes comunitários – com café da manhã, almoço e jantar por apenas R$ 2 –, bem como a criação de novas unidades unido aos programas de benefícios sociais como Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social, auxiliou o DF a ter a maior média nacional de segurança alimentar. “Esse conjunto de investimentos na melhoria da infraestrutura da cidade e os benefícios à serviço da população trazem esse sentimento de uma cidade mais harmônica e humanizada, o que traz qualidade de vida”, enfatiza José Humberto Pires de Araújo.

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Liberados mais de R$ 35 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou nesta quarta-feira (5), R$ 35.479.040 para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24.996 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, que contemplou 18.679 novas famílias neste mês para receber o crédito de R$ 250, utilizado na compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas e alcança 100 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Com investimento de mais de R$ 24 milhões, o programa Cartão Prato Cheio contemplou 18.679 novas famílias neste mês para receber o crédito de R$ 250 | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.483.040, beneficiando 70 mil famílias – há famílias que recebem os dois benefícios. “Como neste mês tivemos uma lista extra de contemplação, é importantíssimo que os contemplados que ainda não possuem o cartão verifiquem as informações no site, busquem na data indicada e façam o desbloqueio para utilizar o crédito”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Contemplados A consulta de contemplados e de retirada dos cartões nas agências do BRB do DF Social e do Cartão Prato Cheio pode ser feita no site do GDF Social Para março, a Sedes-DF contemplou duas listas de novos beneficiários no Cartão Prato Cheio. Os cartões dos 3.111 contemplados na primeira lista, que estão entrando pela primeira vez no programa, já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB) desde o dia 18. Já para os 529 novos contemplados da lista extra que ainda não possuem cartões, os documentos estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (10), já com o crédito de R$ 250. Os contemplados na lista extra vão poder retirar os cartões conforme calendário abaixo, de acordo com as iniciais dos beneficiários: → A a K: dia 10; → L a Z: 11. A consulta de contemplados e de retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) do Cartão Prato Cheio, bem como do DF Social, pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão faz a busca pelo CPF e data de nascimento do titular do auxílio. *Com informações da Sedes-DF  

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Programas sociais injetaram R$ 453 milhões em setores do comércio do DF em 2024

Para além da proteção social, benefícios como Cartão Gás, Cartão Prato Cheio, Cartão Material Escolar e Cartão Creche também contam com um aspecto fundamental: acelerar a economia do Distrito Federal por meio do estímulo ao comércio. Só em 2024, foram investidos R$ 453 milhões no pagamento destes benefícios, que aqueceram os pequenos comércios nas regiões administrativas e nas comunidades. Neste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou resultados dos setores de comércio de bens e de serviços do Distrito Federal que apontaram índices melhores que o esperado em 2024, superando a média nacional. O crescimento verificado em nichos como os de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, livros, jornais, revistas e papelaria dialoga justamente com os estabelecimentos credenciados dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, Cartão Creche e Cartão Material Escolar. Cartão Prato Cheio repassou R$ 292 milhões às famílias cadastradas | Fotos: Divulgação/Sedes Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, dados como esses comprovam que desenvolvimentos econômico e social caminham juntos. “Quando nos articulamos melhor com o comércio e o estimulamos por meio dos benefícios, além de a população ter mais opções, os donos desses estabelecimentos veem a demanda pelos produtos e serviços aumentarem, gerando emprego, renda, aquecendo toda a economia local”, destaca. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes -DF), gestora dos programas, dos R$ 453 milhões investidos no total em pagamento de benefícios socioassistenciais, R$ 292 milhões foram para as famílias contempladas no programa Cartão Prato Cheio; R$ 42 milhões para o Cartão Gás; R$ 54 milhões no programa Cartão Material Escolar; e R$ 65 milhões no Cartão Creche. Os dois últimos executados por meio de parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira, detalha como o órgão tem trabalhado para ampliar o alcance social e econômico destes programas. “Esta gestão tem se articulado mais com a iniciativa privada, trazendo para o debate e criando mecanismos que facilitam tanto o entendimento, como também a adesão dos estabelecimentos aos programas. Dessa forma, temos conseguido aumentar a passos largos a quantidade de comerciantes credenciados, que aceitam os benefícios para pagar as compras, e de famílias vulneráveis beneficiadas com esses programas. Isso facilita para a população encontrar o que procura, amplia o alcance do benefício e fomenta economicamente o DF”, explica o gestor. *Com informações da Sedes

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Divulgada lista extra com quase 3 mil novos contemplados do Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) incluiu 2.956 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. A divulgação da lista extra ocorre uma semana após o anúncio de 15.723 novos contemplados, totalizando 18.679 famílias beneficiadas neste mês. A inclusão desses novos participantes resulta de um esforço concentrado da pasta para atender todas as solicitações registradas até a data-limite de envio para o Banco de Brasília (BRB), responsável pela confecção dos cartões e operacionalização dos pagamentos. O Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, oferecendo nove parcelas de R$ 250 para a compra de alimentos | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Os 529 novos beneficiários que receberão o auxílio pela primeira vez já podem retirar seus cartões nas agências do BRB. Para conferir se foi contemplado, basta acessar o site DF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. “Temos trabalhado com muito empenho para combater a fome no DF e levar segurança alimentar às famílias mais vulneráveis. Essa lista extra faz parte desse compromisso, permitindo que mais pessoas recebam o benefício e garantindo comida na mesa dessas famílias”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Entrega dos cartões Mas atenção: os novos cartões desta lista extra começarão a ser entregues, já com o crédito de R$ 250, a partir de 10 de março, seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, conforme o calendário abaixo: • Iniciais de A a K – 10/3 • Iniciais de L a Z – 11/3 Sobre o programa Prato Cheio O Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, oferecendo nove parcelas de R$ 250 para a compra de alimentos. A inclusão no programa ocorre por meio de atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outras unidades públicas de assistência social que acompanham os beneficiários. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Mais de 155 mil famílias vulneráveis foram atendidas nas recepções do Cras em 2024

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) começou a contabilizar neste ano no Sistema de Desenvolvimento Social (Sids) os atendimentos prestados na recepção das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A recepção acolhe e orienta os cidadãos que chegam, sem agendamento prévio, em busca de informações básicas sobre os serviços e benefícios, bem como para atendimentos mais urgentes e para casos específicos, que não requerem escuta qualificada. Contabilização de atendimentos na recepção das unidades do Cras já vinha sendo feita em caráter experimental | Foto: Renato Raphael/Sedes Atendimentos do ano passado, no total, ultrapassam a casa dos 485 mil Os atendimentos na recepção já estavam sendo contabilizados, em caráter experimental, desde o ano passado. Foram 155.738 registros desse tipo nas 32 unidades do Cras do Distrito Federal. Já os atendimentos socioassistenciais em 2024 somam cerca de 330 mil registros, segundo dados da Sedes-DF. Ou seja, no total, foram mais de 485.700 atendimentos no Cras. “A atuação do servidor na recepção é fundamental no acolhimento das famílias em vulnerabilidade social que chegam aos Cras”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Eles recebem o cidadão, tiram dúvidas e fazem os atendimentos mais simples. Ao contabilizar oficialmente esses atendimentos, estamos valorizando e dando visibilidade ao trabalho desse servidor que atua na ponta, que antes não era registrado, além de aumentar a transparência. Agora, nós teremos a real dimensão da atuação daquela unidade.” Atendimento “Há pessoas que, muitas vezes, fazem agendamento para casos que poderiam ser resolvidos rapidamente na recepção do Cras, por isso é  importante divulgar os casos específicos que podem ser resolvidos sem agendamento” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social A recepção do Cras atende presencialmente apenas para prestar informações aos usuários sobre dos benefícios, como o Cartão Prato Cheio e DF Social, e em casos específicos, que podem ser resolvidos de forma mais célere, como atendimentos relacionados ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), Carteira do Idoso, solicitação de auxílio por morte e Bolsa Maternidade, declaração de isenção para segunda via de RG e auxílio na obtenção de documentação civil. “Há pessoas que, muitas vezes, fazem agendamento para casos que poderiam ser resolvidos rapidamente na recepção do Cras, por isso é  importante divulgar os casos específicos que podem ser resolvidos sem agendamento”, reforça a titular da Sedes-DF. “Lembrando que são casos pontuais, pois a escuta qualificada, aquele atendimento integral que leva cerca de uma hora, ainda é fundamental para a concessão de benefícios e encaminhamento para serviços da política de assistência social e de outras áreas, como Saúde e Educação. Nesses casos, o atendimento é somente mediante agendamento prévio.” Todo atendimento socioassistencial que requer escuta qualificada para avaliar a situação da família precisa ser agendado com antecedência pelo telefone 156 ou no site da Sedes-DF Vigilância socioassistencial Diretora de Atenção Integral às Famílias da Sedes-DF, Delma Borges lembra que o novo módulo que contabiliza os atendimentos na recepção dos Cras foi uma das medidas sugeridas no plano de vigilância socioassistencial da pasta. “Era trabalho invisível que agora será contabilizado para aprimorar os nossos serviços e valorizar o servidor” Delma Borges, diretora de Atenção Integral às Famílias da Sedes-DF “Com esses dados, poderemos monitorar e avaliar as demandas das regiões administrativas e organizar nosso planejamento e oferta do serviço, de acordo com as demandas da população do território, com ações que atendam melhor às necessidades do cidadão”, detalha a gestora. “Na recepção, chegavam muitas demandas que não eram registradas, demandas de saúde, pedidos de informação. Poderemos saber, de fato, o que a população está demandando naquela localidade.” A meta do plano de vigilância socioassistencial é analisar os dados das chamadas regiões de desenvolvimento social para fazer um diagnóstico socioterritorial, saber o que as comunidades precisam, quais políticas públicas são necessárias e como aprimorar o atendimento que já é ofertado pela rede de proteção social do DF. “Os servidores dos Cras passaram por capacitação para registrar o que é atendido na recepção, utilizar o sistema”, complementa Delma Borges. “Nesse levantamento experimental, nós identificamos unidades de Cras que tiveram o dobro de atendimentos a mais realizados na recepção, em comparação com os atendimentos socioassistenciais com escuta qualificada. Era trabalho invisível que agora será contabilizado para aprimorar os nossos serviços e valorizar o servidor.” *Com informações da Sedes-DF

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Beneficiários do Prato Cheio começam a retirar os cartões nesta segunda (27)

Nesta segunda-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) começa a entregar 1.808 cartões destinados aos novos beneficiários de fevereiro do programa Cartão Prato Cheio. Esses documentos devem ser retirados nas agências do Banco de Brasília (BRB).  Cartões podem ser retirados nas agências do BRB | Foto: Divulgação/BRB São nove parcelas de pagamento do benefício emergencial. “Ao término desse ciclo, as famílias beneficiadas deixam o programa, permitindo que novas famílias ingressem para receber o auxílio”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.  O programa Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, garantindo um crédito mensal de R$ 250 para a compra de alimentos. Este ano, a Sedes-DF incluiu 8.725 novas famílias no programa, entre pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores. Para se inscrever, o cidadão deve agendar atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outros postos públicos de assistência social. Para verificar se foi contemplada, a pessoa precisa acessar o site do GDF Social. Já aos beneficiários de ciclos anteriores, basta continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários; veja, abaixo, o cronograma de distribuição.  – Iniciais de A a C: segunda(27) – Iniciais de D a H: terça (28) – Iniciais de I a L : quarta (29) – Iniciais de M a Q: quinta (30) – Iniciais de R a Z: sexta (31).   *Com informações da Sedes-DF

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Cartão Prato Cheio divulga mais de 8 mil novos contemplados; retirada dos cartões começa na segunda (27)

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 8.725 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, garantindo um crédito mensal de R$ 250 para a compra de alimentos | Foto: Divulgação/Sedes-DF A partir da próxima segunda-feira (27), a Sedes dará início à entrega de 1.808 cartões destinados aos novos beneficiários de fevereiro. Os contemplados devem retirar os cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado, basta acessar o site do GDF Social. Já os beneficiários de ciclos anteriores devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. “O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio consiste em nove parcelas, pois é uma medida emergencial que oferece às famílias a oportunidade de superar a insegurança alimentar e nutricional. Ao término desse ciclo, as famílias beneficiadas deixam o programa, permitindo que novas famílias ingressem para receber o auxílio”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários. A primeira remessa estará disponível a partir desta segunda-feira (27) para o público com nomes que começam com letras entre A e C, e vai até a sexta-feira (31), seguindo o cronograma abaixo: – Iniciais de A a C: dia 27/1 – Iniciais de D a H: dia 28/1 – Iniciais de I a L : dia 29/1 – Iniciais de M a Q: dia 30/1 – Iniciais de R a Z: dia 31/1 O programa Cartão Prato Cheio atende 100 mil famílias, garantindo um crédito mensal de R$ 250 para a compra de alimentos. A inclusão no programa é avaliada por meio de atendimento agendado nos centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou em outras unidades públicas de assistência social em que o beneficiário for acompanhado. *Com informações da Sedes-DF  

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Liberados mais de R$ 24 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou, nesta quinta-feira (2), R$ 24.828.750 para pagamento do Cartão Prato Cheio para beneficiar 100 mil famílias com crédito de R$ 250, utilizado na compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. “Começar o ano com o suporte desses benefícios vai além de uma simples ação socioassistencial” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Começar o ano com o suporte desses benefícios vai além de uma simples ação socioassistencial”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “É um compromisso com a dignidade, o bem-estar e a criação de uma sociedade que assegure a segurança alimentar e nutricional, além do acesso à renda”, completa. Neste mês, foram registradas 9.400 inclusões no programa. A consulta aos contemplados pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão também encontra informações sobre a data e endereço de retirada do cartão nas agências do Banco de Brasília (BRB). Apenas o titular pode buscar o cartão, mediante apresentação de documento original com foto. Os contemplados em ciclos de pagamentos anteriores devem utilizar o mesmo cartão para receber o benefício. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas | Foto: Divulgação/Sedes O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas porque o programa possui caráter emergencial – o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final desse tempo, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Se o ciclo de nove parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, ele pode solicitar a entrada no programa novamente. Mas é preciso passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. *Com informações da Sedes-DF

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Sedes intensifica o combate à fome e à pobreza em 2024

O ano de 2024 foi um marco no combate à fome no Distrito Federal. A política de segurança alimentar e nutricional foi reforçada com a inauguração de mais dois restaurantes comunitários, em Samambaia Expansão e no Varjão, e ampliação das refeições em mais cinco unidades: Itapoã, Sobradinho, Paranoá, Brazlândia e São Sebastião. Foram mais de 13 milhões de refeições somente neste ano. Inaugurado em outubro com investimento de R$ 7 milhões, o Restaurante Comunitário do Varjão, onde é possível ter as três principais refeições do dia ao custo total de R$ 2 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “A gente não pode esquecer que só o almoço já chegou a custar R$ 3 em outras gestões. Hoje, a maioria dos nossos restaurantes oferece as três principais refeições do dia por R$ 2”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Além dos restaurantes comunitários, o Governo do Distrito Federal (GDF) consolidou o Cartão Prato Cheio como o maior programa de segurança alimentar e nutricional do país. Só em 2024, mais de 217 mil famílias foram beneficiadas. Só em 2024, o programa Cartão Prato Cheio beneficiou mais de 217 mil famílias com crédito de R$ 250, por nove meses, para a compra de alimentos | Foto: Renato Raphael/Sedes “Essas ações confirmam que o GDF expandiu o acesso à alimentação regular e de qualidade, gerando bons resultados. De 2018 a 2023, houve um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, segundo a POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares) e a Pnad-Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua)”, destaca a gestora. Para reduzir a pobreza no DF, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) ampliou sua rede de atendimento. Em 2024, a pasta inaugurou o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Itapoã Parque; um novo Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon), em São Sebastião; e os centros especializados de Referência de Assistência Social (Creas) Recanto das Emas e Migrantes, pioneiro no país no atendimento às pessoas que buscam oportunidade na capital da República. Famílias da Vila Cauhy foram atendidas por equipes da Secretaria de Desenvolvimento Social sobre benefícios sociais e oferta de acolhimento após fortes chuvas no início do ano | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Este ano também foi importante para o protagonismo no Plano Distrital para a População de Rua. Entre as ações de êxito, a oferta de todas as refeições gratuitas nos restaurantes comunitários, os abrigos contra o frio, além do edital com até duas mil vagas de acolhimento, com a modalidade inédita de pernoite. O suporte às famílias nas calamidades também foi prioridade na agenda da secretaria em 2024, levando atendimento às vítimas atingidas pelas enchentes na Vila Cauhy, no Sol Nascente, além de enviar servidores como apoio na tragédia do Rio Grande do Sul. “O servidor é o maior legado dessa gestão, precisamos cuidar bem de quem cuida da população”, afirma a secretária ao detalhar as ações da Sedes em 2024. A secretaria atendeu pleito antigo da categoria: a reestruturação da carreira, criando gratificação e novos padrões de progressão. Além disso, mais de 45 unidades socioassistenciais foram renovadas com manutenções prediais e os servidores passaram a contar também com o Sedes Colab, um moderno espaço com salas variadas, além de auditório. “Para 2025, teremos novo concurso público. A preparação do certame está em andamento, com comissão já formada”, finaliza Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF  

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GDF vai fortalecer e ampliar rede de proteção social do DF em 2025

O ano de 2024 foi produtivo para a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com a inauguração de dois restaurantes comunitários, do 32º Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Distrito Federal e o lançamento de edital que abre até duas mil novas vagas de acolhimento institucional para pessoa em situação de rua. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca as ações previstas para o próximo ano. Entre elas, está a implementação de abrigos permanentes na modalidade pernoite, previsto no último edital e inédito no DF. A oferta de refeições será ampliada nos restaurantes comunitários do DF: horário de funcionamento será em três turnos e todos os dias | Fotos: Divulgação/Sedes “A rede de proteção social do Governo do Distrito Federal (GDF) vem crescendo e aprimorando os serviços a cada ano. Nós já trabalhamos com pernoite em ações temporárias, como os alojamentos durante a pandemia, e nos abrigos contra o frio, sempre com muita adesão”, destaca a gestora. “A licitação está em fase final. Em breve, teremos novidades.” Para o próximo ano, está prevista, ainda, a publicação do edital com 1.197 novas vagas para a carreira de desenvolvimento e assistência social, com a nomeação de novos servidores para as secretarias de Desenvolvimento Social; de Justiça e Cidadania (Sejus-DF); e da Mulher (SMDF), além de reformas nas unidades socioassistenciais e restaurantes comunitários. “É uma alegria poder viabilizar dois certames na mesma gestão. No último, foram cerca de 1.200 servidores nomeados. Agora, teremos outro concurso, com mais de mil vagas para reforçar nosso atendimento e viabilizar a abertura de novas unidades”, enfatiza Ana Paula Marra. “Também vamos entregar as unidades já renovadas. São manutenções corretivas ou preventivas. Tem unidade que estava há mais de 10 anos sem uma intervenção elétrica, hidráulica, do telhado, piso.” A Sedes também vai continuar a ampliar a oferta de refeições nos restaurantes comunitários. A ideia é que, até o final de 2025, todos os equipamentos estejam com a oferta das três refeições – café da manhã, almoço e jantar – com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados. Hoje, já são 11 restaurantes no DF que atendem com a capacidade máxima. Segundo a secretária Ana Paula Marra, há previsão de inauguração do Cras Santa Luzia, na região da Estrutural, e da realização de visitas domiciliares para fiscalizar as condições de segurança alimentar e nutricional nos territórios vulneráveis, além do desenvolvimento de novas metodologias para qualificar a oferta de auxílios e benefícios, aprimorando processos como auxílio por morte na forma de bens de consumo. “A rede de proteção social do DF, hoje, é referência no país” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “A rede de proteção social do DF, hoje, é referência no país. Triplicamos os investimentos na área social, inauguramos novos restaurantes comunitários, unidades socioassistenciais, criamos o Cartão Prato Cheio, uma Escola Virtual. Viabilizamos a nomeação de novos servidores, reestruturação da carreira, trouxemos novas tecnologias para a Sedes e melhorias nas condições de trabalho para os servidores. Foram muitos avanços nesta gestão que deixarão um legado importante para a população”, finaliza a secretária. *Com informações da Sedes-DF

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Liberados mais de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta segunda-feira (2), R$ 42.259.415 para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 25 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, que contemplou 13.603 novas famílias com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do Cartão Gás e do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 6.999.600 e R$ 10.402.815 respectivamente, ambos beneficiando 70 mil famílias – há famílias que recebem os três benefícios. O Cartão Prato Cheio, o DF Social e o Cartão Gás são benefícios fundamentais para as famílias em situação de vulnerabilidade, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra: “Nosso papel é garantir proteção social dessas pessoas” | Foto: Divulgação/Sedes-DF O Cartão Prato Cheio contemplou 13.603 novas famílias no programa. Já o Cartão Gás beneficiou 1.968 novas famílias, enquanto no DF Social, 539 famílias entre as novas contempladas abriram as contas sociais digitais. “Estes três benefícios são fundamentais para as famílias mais vulneráveis enfrentarem suas dificuldades no dia a dia. Nós sabemos que os impactos da pandemia ainda vão perdurar por algum tempo nessa faixa da população. Então, nosso papel é garantir o mínimo, garantir proteção social dessas pessoas, com os benefícios e demais serviços da assistência social ”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde a semana passada (25) no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial – o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Se o ciclo de nove parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, ele pode solicitar a entrada no programa novamente. Mas é preciso passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento bimestral de auxílio financeiro de R$ 100 para a aquisição de botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Sedes-DF  

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GDF fortalece segurança alimentar e nutricional em programa voltado para áreas urbanas

O fortalecimento da segurança alimentar e nutricional é uma missão prioritária do Governo do Distrito Federal (GDF). Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), que coordena essa política no DF, e com o apoio de outros órgãos, o governo tem se comprometido a participar do programa interministerial Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional nas Cidades – Alimenta Cidades. Restaurantes comunitários estão entre as iniciativas do GDF que têm como foco a segurança alimentar e nutricional | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Instituído em 2023 por meio de decreto, o programa é resultado da parceria entre os ministérios das Cidades (Mcid), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e de órgãos que compõem a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). “O Distrito Federal foi uma das capitais brasileiras que aderiram ao programa, o que nos permite articular propostas nessas áreas em nível nacional” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Dividida por eixos, a medida tem como principal objetivo ampliar a produção, o acesso, a disponibilidade e o consumo de alimentos adequados e saudáveis nas cidades brasileiras, com um foco especial em territórios urbanos periféricos e em populações em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Estados, o Distrito Federal e municípios têm a oportunidade de colaborar com essa iniciativa por meio de ações locais adaptadas às necessidades de cada território. Rede de segurança “Essa articulação é essencial para fortalecer a rede de segurança alimentar e nutricional em nossa localidade”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “O Distrito Federal foi uma das capitais brasileiras que aderiram ao programa, o que nos permite articular propostas nessas áreas em nível nacional.” A estratégia busca integrar ações de diferentes setores, como agricultura, saúde e desenvolvimento social, para enfrentar problemas como a fome e a má nutrição. O processo também envolve a participação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e a consideração das especificidades de cada território, promovendo soluções adaptadas às necessidades locais. Acesso a alimentos A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderléa Cremonini, explica que a participação do DF também ocorre por meio da execução de diversas ações e programas geridos pela pasta, que dialogam com os eixos disponíveis no Alimenta Cidades. “Entre essas iniciativas, estão o programa Cartão Prato Cheio, a distribuição de cestas básicas e cestas verdes, além dos restaurantes comunitários”, afirma a gestora. “Também implementamos a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar [Ebia] nas unidades socioassistenciais, utilizada para identificar as dimensões do acesso aos alimentos, e ainda promovemos a inserção de nutricionistas na carreira de desenvolvimento e assistência social do DF.” Cerca de 60 cidades brasileiras aderiram ao programa nacional, podendo, com isso, adotar as ações previstas na estratégia, além de participar de programas de formação e da Rede Urbana de Alimentação Saudável (Ruas). Cada cidade vai elaborar um diagnóstico da situação local, com apoio dos estados e do governo federal, para identificar suas necessidades específicas. Com base nesse diagnóstico e nas prioridades definidas, será elaborado um plano de ações a ser executado em um período de três anos (2024-2026). No Distrito Federal, a Câmara de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) é responsável por articular estratégias com outros órgãos distritais e repassar as ações locais ao governo federal. “Nosso contato com o Ministério do Desenvolvimento Social tem se dado por meio de seminários, reuniões online e grupos focais da região Centro-Oeste, que nos auxiliaram na elaboração do diagnóstico de segurança alimentar”, complementa a secretária-executiva da Caisan, Lidiane Pires. *Com informações da Sedes-DF

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Investimentos em políticas públicas colocam o DF acima da média nacional de segurança alimentar

Boa parte da alimentação na casa da autônoma Maria Valdevi de Sousa Dias, 76 anos, vem do Restaurante Comunitário do Paranoá. Ela e o filho José Ricardo de Sousa Dias, 49, moram no Paranoá Parque e vão até a unidade sempre que podem. “Não temos condições de fazer comida em casa todos os dias. Quem ganha um salário mínimo, como a gente, não tem como ficar gastando mais de R$ 600 por mês para comprar carne e verdura. Então comer aqui no restaurante faz uma diferença muito boa”, relata ela. O percurso que faz a diferença na vida da família Sousa Dias é um dos carros-chefes da política promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para garantir a segurança alimentar e nutricional da população. Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade, o que vem gerando bons resultados. O DF conta com 18 restaurantes comunitários que oferecem alimentação a preços populares que variam de R$ 0,50 a R$ 1 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília De 2018 a 2023, o DF viu um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, saltando de 67,3% (Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF) para 76,5% (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad-C) — superando a média nacional de 72,4%. Números que, mais do que dados estatísticos, são o reflexo de vidas transformadas, de famílias que deixaram de passar fome para ter dignidade alimentar. “É importante porque percebemos o resultado de toda essa luta, empenho e construção do governo. Esse resultado mostra a evolução do DF. Em números, são 300 mil pessoas que não terão mais essa incerteza ou insegurança se terá ou não alimento no prato”, afirma a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Vanderlea Cremonini. “O Governo do Distrito Federal está preocupado com a segurança alimentar e nutricional da população e com o combate à fome” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “O Governo do Distrito Federal está preocupado com a segurança alimentar e nutricional da população e com o combate à fome, por isso temos um leque de opções de políticas intersetoriais”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A secretária cita que, no âmbito da Sedes, foram implementados os cartões Prato Cheio e Gás, além de ter sido feita a ampliação dos restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, aumento no número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. “Quando iniciamos a gestão, entregávamos 10 mil cestas básicas ao mês. Hoje entregamos 100 mil cartões Prato Cheio todos os meses. No período de nove meses, a pessoa recebe R$ 250 para comprar o que ela achar necessário”, exemplifica. “E, caso ela necessite e seja verificado que ela está em insegurança alimentar num atendimento socioassistencial nas nossas unidades, fazemos a entrega de cestas verdes com frutas, verduras e legumes, para que seja saciada a fome imediata, além de cesta básica”, acrescenta. O Cartão Prato Cheio beneficiou 100 mil famílias desde que foi criado | Foto: Divulgação Desde a criação dos programas, mais 100 mil famílias foram beneficiadas com o Prato Cheio, que concede mensalmente R$ 250 para a compra de alimentos, e outras 70 mil receberam o Cartão Gás, que fornece R$ 100 bimestrais para a aquisição do botijão. Quanto aos restaurantes comunitários, o DF conta atualmente com 18 unidades com oferta de alimentação a preços populares que variam de R$ 0,50 a R$ 1. Desde 2019, os restaurantes já serviram mais de três milhões de refeições e receberam um investimento de R$ 18 milhões. Há três anos, o GDF iniciou a ampliação da oferta de pratos nas unidades com o objetivo de ofertar três refeições por dia. Dezesseis dos 18 restaurantes ofertam café da manhã e almoço, e dez permitem que o brasiliense faça todas as refeições diárias por apenas R$ 2, ao incluir o jantar. A expectativa é que todos passem a contar com as três refeições por R$ 2 e funcionamento diário, inclusive aos domingos e feriados, até 2026. Política intersetorial A Cesta Verde é um complemento aos programas sociais do GDF ao dar 13 kg de alimentos saudáveis | Foto: Divulgação/ Sedes Em um governo que entende a importância da integração, as ações de combate à insegurança alimentar não são isoladas. Elas envolvem várias secretarias, como a de Educação (SEEDF), a de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e a de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) – além da Chefia-Executiva de Políticas Sociais. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) garante refeições nutritivas e balanceadas a 384.962 estudantes da rede pública pelo investimento de R$ 168 milhões. Todos os dias letivos, os alunos se alimentam de receitas feitas com ingredientes em sua maioria in natura ou minimamente processados, como arroz, feijão, queijo, manteiga, carnes, ovos, peixe, canjica e leite, além de frutas e verduras frescas que chegam todas as segundas-feiras diretamente das propriedades de 815 agricultores familiares que fornecem os gêneros alimentícios. “Além de oferecer suporte direto à permanência do estudante na escola, a alimentação escolar é uma estratégia de segurança alimentar e nutricional, que garante a reposição das necessidades nutricionais enquanto o estudante está em aula”, comenta a diretora de Alimentação Escolar da Secretaria de Educação, Juliene Moura. “Em muitos casos, principalmente entre os alunos em situação de vulnerabilidade social, essa é a única refeição completa do dia.” Voltada para famílias em vulnerabilidade, a Cesta Verde é um complemento aos programas sociais do GDF ao conceder uma unidade de 13 kg com frutas, verduras e legumes adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), vinculado à Seagri. Este ano já foram destinados mais de 350 kg de alimentos a 280 entidades sociais e mais de 74 mil beneficiários, com investimento de R$ 2,4 milhões e participação de 968 agricultores cadastrados. “Essas compras também se vinculam ao atendimento de demandas de segurança alimentar, como o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, abastecimento de bancos de alimentos (como os do Ceasa e do Sesc Mesa Brasil) e alimentação escolar, por meio do Pnae. Dessa forma, crianças têm acesso a alimentos frescos, variados e nutritivos, beneficiando sua saúde e desenvolvimento”, destaca o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Implementada no ano passado, a Cesta do Trabalhador da Sedet é outra iniciativa importante para garantir a segurança alimentar da população. O programa concede mensalmente a cidadãos desempregados há mais de 180 dias cestas básicas, por até três meses. Mais de 20 mil moradores do DF já foram beneficiados. Movimento solidário O GDF também tem estimulado a sociedade civil a participar desse enfrentamento com ações solidárias. Por meio da Chefia-Executiva de Políticas Sociais é promovida a campanha Solidariedade Salva, que arrecada alimentos para a montagem de kits a serem entregues a famílias em vulnerabilidade social. As doações são feitas para que o cidadão consiga o benefício da meia-entrada em shows, jogos de futebol, exposições e outras atividades culturais e esportivas. Em 2024, mais de 200 toneladas de alimentos foram arrecadadas em 50 eventos, beneficiando cerca de 20 mil famílias. “A campanha Solidariedade Salva mostra como a união da sociedade pode transformar vidas” Mayara Noronha Rocha, primeira-dama “A campanha Solidariedade Salva mostra como a união da sociedade pode transformar vidas. Com a meia-entrada solidária, as pessoas não só participam de grandes eventos, mas também exercem sua cidadania, ajudando a reduzir as desigualdades sociais. Seguimos trabalhando para ampliar essa corrente do bem e beneficiar ainda mais famílias no DF”, ressalta a primeira-dama do DF e idealizadora do projeto, Mayara Noronha Rocha. A chefe de Políticas Sociais do GDF, Talita Mattosinhos, explica que os alimentos arrecadados são distribuídos em ações sociais de instituições que atendem famílias em situação de risco em áreas vulneráveis. “A logística da campanha é uma verdadeira força-tarefa. Contamos com a parceria essencial da Defesa Civil do DF para fazer tudo acontecer, ficando responsável pelo recolhimento dos alimentos nos eventos, o armazenamento em local adequado e a montagem dos kits que chegam até as famílias. Essa estrutura bem-coordenada é o que permite que a solidariedade de quem doa se transforme em um impacto real para quem mais precisa”, comenta.

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Liberados mais de R$ 35 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta sexta-feira (1º), R$ 35.402.815 para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 25 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, para beneficiar 100 mil famílias com crédito de R$ 250, utilizado na compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.402.815 beneficiando 70 mil famílias – e há pessoas que recebem os dois benefícios. O Cartão Prato Cheio contemplou 2.745 famílias no programa. Já no DF Social, 645 famílias entre as novas contempladas abriram as contas sociais digitais. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “O Cartão Prato Cheio e o DF Social são auxílios que se complementam para que as famílias possam enfrentar a fome e suas condições de vulnerabilidade. São benefícios que somados a outros do GDF garantem a maior rede de proteção social do Brasil”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio A consulta de contemplados e retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde sexta-feira (25) no site. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial – o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas contempladas pela primeira vez ou que receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Se o ciclo de nove parcelas terminar e o beneficiário ainda estiver em situação de insegurança alimentar, ele pode solicitar a entrada no programa novamente. Mas é preciso passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cartão Prato Cheio divulga mais de 2.700 famílias contempladas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 2.745 famílias que vão receber o benefício do Cartão Prato Cheio em novembro. A lista de contemplados está disponível para consulta neste site. As famílias contempladas com o benefício social podem retirar o Cartão Prato Cheio no BRB ou usar o mesmo documento de outros meses | Foto: Renato Raphael/ Sedes As 282 famílias contempladas pela primeira vez devem retirar e desbloquear os cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB). Já aquelas que estão voltando ao programa devem utilizar novamente o cartão que possuem em casa. O crédito do Cartão Prato Cheio será pago a todos os beneficiários na sexta-feira, 1º de novembro, a partir das 18h. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca o foco na educação alimentar e nutricional e no melhor planejamento financeiro das famílias do programa, além de garantir a segurança alimentar das famílias mais vulneráveis e fomentar as economias nas comunidades. “A Sedes se preocupa não só em conceder o benefício, mas também com a qualidade do alimento que as famílias adquirem” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “A Sedes se preocupa não só em conceder o benefício, mas também com a qualidade do alimento que as famílias adquirem e a importância de terem um bom planejamento financeiro que proporcione uma alimentação saudável”, enfatiza Ana Paula. “Uma das nossas ações foi criar dois guias: um com receitas práticas e saudáveis e outro de como aproveitar melhor o Cartão Prato Cheio, com sugestões e estratégias de compras inteligentes e econômicas”, complementou a gestora. *Com informações da Sedes

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Investimento em rede de proteção social do DF salta de R$ 347 milhões para quase R$ 1 bilhão em três anos

Proteger e assegurar direitos sociais à população em vulnerabilidade social, promovendo bem-estar e dignidade para quem mais precisa, são alguns dos principais objetivos do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Reflexo dos esforços contínuos, a rede de proteção social brasiliense é reconhecida como uma das maiores do país e segue em crescimento. Os investimentos executados anualmente em ações e programas quase triplicaram desde a pandemia de covid-19, passando de cerca de R$ 347 milhões em 2020 para R$ 935 milhões em 2023. Neste ano, novos recordes devem ser alcançados. “Nos últimos anos, enfrentamos muitos desafios, especialmente devido às consequências da pandemia de covid-19, que impactou de maneira significativa a parcela mais vulnerável da população. No entanto, o Governo do Distrito Federal tem dado prioridade a essa área, o que se reflete nos investimentos que triplicamos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Esse sucesso é fruto do empenho de uma gestão técnica e dedicada, que não para por aqui. Estamos sempre em busca de maneiras de melhorar nossos serviços e alcançar ainda mais pessoas que precisam de apoio.” Valor destinado aos programas Cartão Gás e Cartão Prato Cheio foi de R$ 93,2 milhões em 2020 para R$ 347 milhões em 2023; para o DF Social, montante saltou de R$ 119,8 milhões para R$ 125,5 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para reforçar a rede de segurança alimentar da população, esta gestão do GDF inaugurou novos restaurantes comunitários, iniciou a oferta de café da manhã e jantar – atualmente disponíveis em nove dos 18 equipamentos públicos – e quase duplicou o valor investido no fornecimento de alimentação às unidades. O montante destinado ao setor saltou de aproximadamente R$ 34,8 milhões em 2020 para R$ 67,6 milhões em 2023, chegando a R$ 93,8 milhões em setembro deste ano. Houve ainda aumento no aporte destinado ao Cartão Gás e ao Cartão Prato Cheio. O investimento anual nos programas mais que triplicou, indo de R$ 93,2 milhões em 2020 para R$ 347 milhões em 2023. O Cartão Gás é pago de dois em dois meses, no valor de R$ 100, para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. Atualmente, são atendidas 70 mil famílias. Já o Cartão Prato Cheio oferece crédito de R$ 250 para compra de alimentos, sendo entregue mensalmente a 100 mil famílias. Este GDF inaugurou novos restaurantes comunitários e iniciou a oferta de café da manhã e jantar, atualmente disponíveis em nove dos 18 equipamentos públicos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Moradora do Itapoã, a diarista Érica Ferreira, 36 anos, é beneficiada com o Cartão Gás há três anos, e já recebeu o Prato Cheio. Ela conta que os auxílios são essenciais para o orçamento da casa. “Moro com meus dois filhos, de 5 e 19 anos, minha nora, meu neto, minha mãe e meu pai. Tem semanas em que as coisas apertam, que eu não consigo trabalho, e é nesses momentos que os benefícios mais ajudam”, revela. “Fiquei sabendo dos cartões quando fiz o cadastro no Cras [Centro de Referência de Assistência Social] para receber o DF Social. Dias depois, eles me chamaram para contar que eu poderia receber outros auxílios. Fiquei tão feliz! É um valor que faz muita diferença aqui em casa”. Reforço contínuo “Para o restante de 2024, as expectativas são bastante positivas. Já conseguimos superar alguns investimentos de 2023 e estamos preparando muitas novidades, como a expansão da rede de acolhimento institucional e a implementação do pernoite, uma modalidade inédita para a população em situação de rua, validada pela alta adesão aos abrigos provisórios de frio que implementamos desde 2020”, salienta Ana Paula Marra. “Também estamos aprimorando as políticas públicas já existentes, que são fundamentais para a assistência social e para a segurança alimentar e nutricional.” Para Érica Ferreira, os auxílios são essenciais: “É um valor que faz muita diferença aqui em casa” | Foto: Arquivo pessoal Até setembro deste ano, a Sedes-DF destinou mais de R$ 3,2 milhões para a assistência social. O valor é 40% maior do que o investido nos primeiros sete meses do ano passado, quando foram aplicados R$ 2 milhões na área. Houve ainda crescimento no montante aplicado no DF Social, programa que concede o valor de R$ 150 mensais a famílias de baixa renda, que saltou de R$ 119,8 milhões para R$ 125,5 milhões. De acordo com a pasta, os valores citados como investimentos são referentes ao custeio das organizações da sociedades civil (OSCs) que prestam serviços da assistência social, de material para a assistência social, para a concessão de benefícios socioassistenciais, para o fornecimento de alimentação nos restaurantes comunitários, para pagamentos dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás e DF Social e para custeio de gêneros alimentícios, incluindo cestas básicas.

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Restaurante Comunitário de Sobradinho II reabre com três refeições diárias e novas formas de pagamento

A expectativa pela reabertura do Restaurante Comunitário de Sobradinho II era grande. Antes mesmo de os portões serem abertos, uma fila de pessoas se acumulava na manhã desta sexta-feira (11) em frente à unidade. Todos aguardavam a retomada das refeições, agora ampliadas, com a oferta de café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) pelo preço total de R$ 2. Agora, o local vai oferecer 3.385 refeições diariamente. Outra novidade é que são aceitas diferentes formas de pagamento: dinheiro, Pix, cartão de crédito e débito, além dos benefícios sociais Prato Cheio e DF Social. Ivete Gonçalves ficou feliz com a reforma do restaurante: “Pra mim, esse é um dos melhores benefícios do GDF. A gente economiza tempo, botijão e louça” | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Moradora da Nova Colina, em Sobradinho, a dona de casa Ivete Gonçalves, 60, fez questão de ser uma das primeiras a voltar a frequentar a unidade. Como vive sozinha, a dona de casa prefere fazer as refeições no local. “É o ideal, porque aqui é tranquilo, a comida é boa e o atendimento muito bom”, contou. “Não tenho do que reclamar. Além do mais, economizo em casa. Agora estou vendo que vai ter o jantar também, tudo por R$ 2. Pra mim, esse é um dos melhores benefícios do GDF. A gente economiza tempo, botijão e louça.” Ampliação Noêmia Ferreira (D) levou a amiga Maria do Socorro Barbosa para a reinauguração: “Sempre venho almoçar aqui no Restaurante Comunitário, porque a comida é muito boa” “Agora vamos fornecer três refeições para que as pessoas que tenham necessidade de vir aqui venham comer uma comida de excelente qualidade, preparada com muito carinho e amor” Celina Leão, vice-governadora A dona de casa Noêmia Santiago Ferreira, 58, também garantiu a vaga na reabertura e levou a amiga a aposentada Maria do Socorro Barbosa, 61. Uma das primeiras da fila, a dupla estava ansiosa para voltar a almoçar no local, já que, durante o período fechado, elas pegavam o ônibus fornecido pelo GDF para ir até a unidade do Paranoá. “Sempre venho almoçar aqui no Restaurante Comunitário, porque a comida é muito boa; achei ruim quando ficamos sem poder vir aqui, mas, em compensação, agora está ótimo”, elogiou Noêmia. O Restaurante Comunitário ficou dois meses fechado para passar por uma manutenção e uma adaptação, com o objetivo de melhorar a infraestrutura e a logística para ampliar o cardápio que estará disponível de domingo a domingo, inclusive feriados. “Tínhamos um restaurante funcionando, mas, por uma determinação do nosso governador, nós estamos ampliando e agora vamos fornecer três refeições para que as pessoas que realmente tenham necessidade de vir aqui venham comer uma comida de excelente qualidade, preparada com muito carinho e amor para toda a população que vier”, afirmou a vice-governadora Celina Leão. Segurança alimentar Essa é a nona unidade do Distrito Federal a oferecer três refeições e o pagamento com benefícios sociais do GDF. A mudança tem ocorrido de forma gradual e já está disponível nos restaurantes de Planaltina, Itapoã, Recanto das Emas, Samambaia Expansão, Sol Nascente (Pôr do Sol), São Sebastião, Arniqueira e Varjão. A ideia é que todos os 18 restaurantes do DF adotem esse formato até 2026. “É com muita satisfação que o Governo do Distrito Federal vem fazendo essa ampliação para garantir segurança alimentar para toda a população do DF”, reforçou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “A partir de agora, esse restaurante tem capacidade de receber mais de três mil pessoas, totalizando em um ano mais de um milhão de refeições.” A reabertura ocorreu no mesmo dia em que Sobradinho II completou 35 anos. “Olha só que presente para nossa comunidade”, celebrou o administrador local, Diego Matos. “A expectativa é grande, porque o restaurante atende muita gente – as pessoas aqui de Sobradinho II, e também de Sobradinho e da Fercal”.  

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Liberados mais de R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio, DF Social e Cartão Gás

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) liberou nesta quarta-feira (2), R$ 42.521.885 para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24.997.500, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, para beneficiar 100 mil famílias com crédito de R$ 250, utilizado na compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de nove parcelas para pessoas em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Mais de R$ 42 milhões foram liberados, nesta quarta (2), para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.524.685. No caso do Cartão Gás, o montante foi de R$ 6.999.700. Os dois programas beneficiam 70 mil famílias cada um – e há pessoas que recebem os três benefícios. “O Cartão Prato Cheio, o DF Social e o Cartão Gás são instrumentos importantes na garantia de alimentação adequada e no combate à pobreza no DF. São benefícios que fortalecem a nossa rede de proteção social”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cartão Prato Cheio possui caráter emergencial: a família tem direito a nove parcelas ajudar a sair da situação de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cartão Prato Cheio A retirada dos cartões do auxílio alimentar nas agências do Banco de Brasília (BRB) está liberada desde o mês passado para os novos beneficiários do Cartão Prato Cheio. A entrega segue a ordem alfabética da primeira letra do nome do titular. Neste mês, foi realizada a inclusão de 37.284 famílias no programa. O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas, porque o programa possui caráter emergencial – é o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Ao final dos nove meses, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas que estão sendo contempladas pela primeira vez ou que já receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. Quando um ciclo termina, o beneficiário do Cartão Prato Cheio precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região. DF Social O programa oferece um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Não é necessário solicitar o DF Social – todas as famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente, seguindo as regras de priorização e disponibilidade orçamentária. Famílias que atendem aos critérios de elegibilidade são incluídas automaticamente no programa DF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cartão Gás Com um público beneficiado de 70 mil pessoas, o programa consiste no pagamento bimestral de auxílio financeiro de R$ 100 para a aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg. A entrada no programa também ocorre de forma automática, conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. Para ter direito ao benefício, é necessário atender aos seguintes requisitos: ⇒ Inscrição no Cadastro Único; ⇒ Renda familiar per capita de até meio salário mínimo; ⇒ Declaração de comprometimento de renda com a aquisição do GLP de 13 kg (informação preenchida durante a entrevista do CadÚnico); ⇒ Morar no Distrito Federal e ter idade igual ou superior a 16 anos. O cidadão só perde o benefício se deixar de atender aos critérios. O Cartão Gás paga, a cada dois meses, um auxílio financeiro no valor de R$ 100 para a aquisição de botijões de GLP | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Onde retirar o cartão Quem quer verificar se está entre os novos beneficiários dos programas deve realizar a consulta no site GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo busca ser feita pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Mais de 37 mil novas famílias passam a receber o Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 37.284 novas famílias no Cartão Prato Cheio. O programa beneficia um total de 100 mil famílias com o crédito mensal de R$ 250 para a compra de alimentos. O pagamento de outubro está previsto para esta terça-feira (1º). Para receber o Cartão Prato Cheio, o cidadão deve fazer uma solicitação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e passar por atendimento socioassistencial | Foto: Divulgação/Sedes-DF O ciclo de pagamento do Cartão Prato Cheio é de nove parcelas porque possui caráter emergencial – é o período que a família tem para sair da situação de insegurança alimentar e nutricional. Finalizado o ciclo, essas famílias saem para que outras possam receber o benefício, podendo ser pessoas que estão sendo contempladas pela primeira vez ou que já receberam o crédito em outro momento. Por isso, quase todo mês, o Cartão Prato Cheio tem novos contemplados. “Em janeiro deste ano, nós tivemos cerca de 40 mil novos beneficiários. São pessoas que encerraram o ciclo de nove meses agora, abrindo vagas para que essas 37 mil novas famílias em insegurança alimentar e nutricional possam ser contempladas”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Para receber o Cartão Prato Cheio, o cidadão deve fazer uma solicitação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e passar por atendimento socioassistencial. Para saber se foi contemplado e qual é a agência do Banco do Brasília (BRB) onde está disponível o cartão, basta acessar o site do Sistema de Cadastro Socioeconômico. Os novos cartões serão entregues até o dia 17 deste mês, seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, que devem consultar a data de retirada e o local. Para ter acesso ao crédito, o cidadão deve retirar o cartão na agência bancária e fazer o desbloqueio. As pessoas que já receberam o benefício em ciclos anteriores devem utilizar o cartão que já possuem em casa. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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