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Governadora autoriza contratação de mais de 700 professores

A governadora Celina Leão autorizou a contratação de mais de 700 professores para reforçar a rede pública de ensino do Distrito Federal. O anúncio foi feito pela chefe do Executivo, nesta quinta-feira (2), após a conclusão das análises técnicas, jurídicas e orçamentárias necessárias para viabilizar as nomeações. A formalização da medida será publicada em edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Segundo Celina Leão, a autorização foi resultado de um trabalho conjunto entre as áreas técnica, jurídica e orçamentária do governo, com foco em garantir responsabilidade fiscal sem comprometer os investimentos em educação. "Nós fizemos um trabalho árduo, um trabalho técnico, por conta do momento que nós estamos vivendo, mas conseguimos todas as liberações, de pareceres jurídicos e do orçamento também" Governadora Celina Leão “Notícia importante, principalmente para quem respeita e sabe a importância da educação pública aqui no Distrito Federal. Nós fizemos um trabalho árduo, um trabalho técnico, por conta do momento que nós estamos vivendo, mas conseguimos todas as liberações, de pareceres jurídicos e do orçamento também. Amanhã, no Diário Oficial, iremos contratar mais de 700 professores”, afirmou Celina Leão. A governadora destacou que esse é resultado do trabalho do GDF para fortalecer a educação pública e valorizar os profissionais da área. A ampliação do quadro de professores vai garantir maior suporte pedagógico e melhor capacidade de resposta às demandas da rede pública de ensino | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “É um trabalho de responsabilidade, mas de compromisso com a nossa educação aqui no Distrito Federal. Eu estou muito feliz de estar assinando esse Diário Oficial. Quero dar boas-vindas a esses profissionais. Tenho certeza de que já começam a construir uma nova história e a nos ajudar na educação pública aqui no Distrito Federal”, acrescentou. A expectativa é que a ampliação do quadro de professores contribua para fortalecer o atendimento nas unidades escolares, garantindo maior suporte pedagógico e melhor capacidade de resposta às demandas da rede pública de ensino.

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Carreta da Saúde na Escola levará consultas e exames a estudantes da rede pública

A saúde dos estudantes da rede pública do Distrito Federal ganhará reforço com a criação da Carreta da Saúde na Escola. O Governo do Distrito Federal (GDF) sancionou a Lei nº 7.908/2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última quinta-feira (11), que cria o programa para levar atendimento médico e odontológico preventivo diretamente às escolas, com realização de exames, consultas e encaminhamentos para tratamento na rede pública de saúde. A norma, que ainda será regulamentada, tem como objetivo ampliar o acesso dos estudantes aos serviços de saúde e promover ações preventivas e curativas. Segundo a coordenadora do Programa Saúde na Escola (PSE) pela Secretaria de Saúde (SES-DF), Alana Siqueira, a integração entre saúde e educação é fundamental para a promoção do desenvolvimento integral dos alunos. “A articulação entre os setores favorece a identificação precoce de necessidades de saúde, o desenvolvimento de ações de promoção e prevenção, o fortalecimento dos vínculos com as famílias e a construção de ambientes escolares mais saudáveis e acolhedores. Além disso, contribui para melhores condições de aprendizagem, permanência e qualidade de vida”, afirma. Na avaliação da diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), Larisse Cavalcante, a iniciativa reforça essa integração ao aproximar os serviços de saúde da comunidade escolar e ampliar o atendimento preventivo aos estudantes da rede pública. Além dos atendimentos clínicos, a Carreta da Saúde na Escola desenvolverá ações educativas voltadas à promoção da saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF “Ao levar atendimentos preventivos diretamente ao ambiente escolar, a Carreta da Saúde na Escola favorece a identificação precoce de condições que podem interferir no desenvolvimento e na aprendizagem e possibilita encaminhamentos oportunos para o tratamento adequado”, enfatiza. Saúde itinerante A Carreta da Saúde na Escola funcionará como uma unidade móvel equipada para realizar consultas médicas e odontológicas, exames clínicos, triagens e encaminhamentos para serviços especializados. O atendimento será feito por equipes multidisciplinares compostas por médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e psicólogos. Segundo a publicação, as visitas serão realizadas por meio de um cronograma para atender progressivamente todas as escolas públicas do DF. Atendimentos Entre os procedimentos previstos estão consultas médicas de rotina, atendimentos odontológicos, aferição de pressão arterial, glicemia capilar, avaliação de peso e altura, além de testes de visão. Quando necessário, os estudantes poderão ser encaminhados para exames especializados e acompanhamento na rede pública de saúde. A legislação também determina que os alunos diagnosticados com condições que exijam tratamento recebam encaminhamento prioritário para as unidades públicas de saúde. As famílias serão informadas sobre os resultados e orientadas sobre o processo de atendimento. Além dos atendimentos clínicos, o programa desenvolverá ações educativas voltadas à promoção da saúde. As atividades abordarão temas como alimentação saudável, higiene pessoal, saúde bucal, prevenção de doenças e cuidados com o bem-estar físico e mental. Parcerias estratégicas A lei prevê ainda que a implementação e a manutenção do programa possam contar com parcerias com entidades privadas que poderão contribuir para a aquisição de equipamentos, veículos e insumos necessários ao funcionamento das unidades móveis. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema

Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo.  A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho.  [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de  9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Aluna da rede pública do DF celebra título internacional de capoeira

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) comemora mais uma conquista da rede pública de ensino. A estudante Karine Rodrigues Macedo, de 16 anos, aluna Centro de Ensino Médio 417 e treina no Centro de Ensino Fundamental 316 de Santa Maria, conquistou, no último fim de semana, o título do Campeonato Volta ao Mundo Bambas (VMB 11), considerado o maior torneio internacional de capoeira do mundo, realizado em Brasília. Conhecida nas rodas como Tigresa, a estudante venceu a categoria destinada a atletas de 16 e 17 anos após superar uma adversária de São Paulo na grande final. A trajetória até o título foi marcada por persistência e evolução dentro das competições. Antes da conquista inédita, Karine acumulou participações com eliminações nas quartas de final, semifinal e um vice-campeonato na edição anterior. O resultado também evidencia o trabalho desenvolvido por servidores da rede pública de ensino do Distrito Federal. Responsável pela formação da atleta, o professor de educação física João Paulo Araújo Barbosa, servidor da SEEDF desde 2014, acompanha Karine no projeto de capoeira desde 2017, iniciativa realizada no contraturno escolar no CEF 316 de Santa Maria. “A Karine está comigo no projeto desde 2017. Hoje, com 16 anos, ela se tornou referência para muitos jovens de Santa Maria, do DF e do Entorno. Foi um processo construído com dedicação, amadurecimento e muito treino”, destaca o professor. Karine se tornou uma referência para muitas meninas e meninos capoeiristas em Santa Maria, no DF e no entorno | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a estudante, a capoeira representa mais do que resultados esportivos. “Gosto das medalhas, claro, mas gosto mais da adrenalina de competir e de poder conquistar meu espaço. A capoeira traz benefícios para a saúde e para a mente”, afirma Karine. Além do título internacional conquistado neste ano, a estudante também acumula outros resultados expressivos na modalidade. Em 2025, venceu a Copa Brasil de Capoeira. Em 2024, foi vice-campeã da mesma competição e conquistou o primeiro lugar nos Jogos Internacionais de Capoeira Axé Dendê, realizados em Paracatu (MG). Atualmente no 2º ano do ensino médio da rede pública do DF, Karine já projeta o futuro ligado ao esporte. “Quero fazer uma faculdade que consiga agregar no meu esporte, talvez educação física ou fisioterapia, e continuar praticando capoeira”, completa. A conquista reforça o papel da rede pública de ensino do Distrito Federal no incentivo ao esporte, à formação cidadã e ao desenvolvimento de talentos dentro e fora das salas de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Edição da Revista Com Censo celebra 65 anos da rede pública do DF

A Secretaria de Educação do DF (SEEDF) lançou a edição 44 da Revista Com Censo, publicação científica que reúne pesquisa, análise e experiências da rede. O novo volume chega marcado por um especial que percorre os 65 anos de história do ensino público na capital e projeta desafios para os próximos anos. Produzida pela Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), a revista organiza o conteúdo em torno de um eixo claro, conectando memória, identidade e perspectivas. A proposta editorial aparece também na escolha da capa, assinada por Athos Bulcão, artista cuja obra se confunde com a própria paisagem de Brasília. O novo volume da Com Censo reúne artigos que resgatam a história da educação local e apontam caminhos para o futuro “O Athos Bulcão representa o pioneiro, o fundador. O Caio Bonfim traz a juventude e a referência no esporte. O especial vem para comemorar tudo isso”, afirmou o editor-chefe da publicação, André Almeida Cunha Arantes. “A revista procurou uma capa que representasse Brasília, a fundação de Brasília, que fosse, de certa maneira, a cara de Brasília, e o Athos Bulcão é exatamente isso”. Além do conteúdo comemorativo, a edição mantém o perfil acadêmico da revista. Artigos, relatos de experiência e resenhas abordam temas centrais da educação contemporânea, como inclusão, formação docente, mediação de conflitos e inovação pedagógica. Em um cenário marcado por tensões sociais, os textos defendem a escola como espaço de escuta, convivência e construção de soluções coletivas.  A edição está disponível gratuitamente no portal de periódicos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Uso pedagógico de games e e-sports é tema de capacitação de professores da rede pública do DF

No intuito de ampliar o repertório de recursos pedagógicos utilizados por educadores da rede pública de ensino do Distrito Federal, a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) lançou um curso sobre games e esportes eletrônicos (e-sports). A aula inaugural foi realizada na última quinta-feira (30), no Laboratório de Inovação e Criatividade para Educação Básica (LabCrie) da Eape, espaço com estrutura tecnológica dedicado à inovação. O curso será realizado de forma híbrida, contando com vivências presenciais e aulas online síncronas às quintas-feiras. Os encontros abordarão diferentes áreas de interesse no campo dos games, focando nas possibilidades e na viabilidade do uso pedagógico com um olhar multidisciplinar. As aulas abordarão diferentes áreas de interesse no campo dos games, com foco no uso pedagógico com um olhar multidisciplinar | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF A iniciativa busca aproximar a linguagem escolar dos interesses da juventude. O professor David Leonardo Teixeira, especialista em jogos eletrônicos e idealizador da disciplina, destaca a importância de colocar o aluno no centro do processo de ensino-aprendizagem.  “Os estudantes como um todo gostam muito da cultura geek, dos jogos eletrônicos. O processo de ensino-aprendizagem pode se utilizar do jogo eletrônico como um instrumento mediador para que a gente obtenha a atenção do aluno, o engajamento, e demonstre para ele a materialidade dos conhecimentos escolares”, explica David. Essa busca por conexão foi justamente o que motivou o professor de educação física Alex Borges Lima, da Escola Classe (EC) 8 de Brazlândia, a matricular-se na formação. Atuando com crianças do 1º ao 5º anos, ele viu no curso uma ponte para dialogar melhor com os alunos. “Gostei da iniciativa de entrar mais no universo desses jovens, entender a linguagem deles. Você pode perceber no recreio, nos horários livres, que sempre estão falando de alguns jogos eletrônicos. Então, é uma coisa que pode me conectar com eles”, relata Alex, ressaltando o valor de compreender as novas dinâmicas culturais das crianças. David Leonardo Teixeira: "Eu vou trazer o jogo eletrônico enquanto um elemento lúdico, tático e estratégico, mas vou alinhar com outros componentes curriculares para demonstrar para o estudante a importância de estudar" Transdisciplinaridade e inovação nas escolas Mais do que puro entretenimento, os games oferecem um vasto campo para o desenvolvimento de habilidades, como percepção de tempo, ritmo e coordenação motora fina, além de serem produtos culturais complexos recheados de narrativas fantásticas, o que contribui para a ampliação do desenvolvimento social e cultural dos estudantes. Segundo David Leonardo, o objetivo da formação é mostrar aos professores como o videogame pode ser um aliado transversal em diversas áreas do conhecimento. “Eu vou trazer o jogo eletrônico enquanto um elemento lúdico, tático e estratégico, mas vou alinhar com outros componentes curriculares para demonstrar para o estudante a importância de estudar português, matemática, geografia, física, artes”, ressalta o especialista. Vivência consolida diálogo sobre utilização de jogos eletrônicos como recursos de aprendizagem em diferentes contextos da rede pública de ensino A disciplina propõe "abrir os horizontes" dos educadores, apresentando variados hardwares, desde consoles portáteis com telas duplas até equipamentos modernos de ritmo e imersão, como os equipamentos de realidade virtual. A intenção é que os professores transformem a teoria em vivência prática para, em seguida, levar essa inovação para as salas de aula, implementando intervenções pedagógicas e utilizando desses recursos conforme as possibilidades específicas no contexto de suas comunidades escolares.  “A ideia, hoje, era a gente poder colocar a mão no console, vivenciar. É diferente de você ter um momento ali só para olhar um vídeo. Nós precisamos coletivizar esse conhecimento para debater, discutir, compartilhar experiências e, ao final, democratizar o jogo eletrônico e renovar os espaços escolares”, concluiu David. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Educação em tempo integral amplia oportunidades de aprendizagem da rede pública do DF

A educação em tempo integral segue em expansão no Distrito Federal. De acordo com dados do Censo Escolar, produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o total de estudantes atendidos nessa modalidade na rede pública direta e conveniada passou de cerca de 46,7 mil, em 2019, para 51,2 mil, em 2024 — um aumento de 4,5 mil estudantes, o que representa crescimento de 9,7%. Segundo a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da Secretaria de Educação (SEEDF), Vera Lúcia de Barros, a ampliação da jornada escolar entre 2019 e 2024 é fruto de um processo contínuo de fortalecimento da política pública. “Esse resultado expressa o esforço do GDF para ampliar o acesso à jornada ampliada e assegurar que mais crianças e jovens tenham oportunidades educativas integradas e de qualidade”, declara. Dados de 2024 apontam que 26,7 mil estudantes da educação infantil estão matriculados em período integral da rede pública de ensino do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Os dados mostram a presença da modalidade em diferentes etapas de ensino. Em 2019, do total de matrículas em tempo integral, cerca de 21 mil estavam na educação infantil, 22,6 mil no ensino fundamental e 1,7 mil no ensino médio. Havia ainda 888 matrículas na educação profissional, 107 na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 239 na educação especial. Em 2024, a ampliação foi registrada principalmente na educação infantil, que passou a contar com 26,7 mil estudantes. O ensino fundamental registrou 20,7 mil matrículas, e o ensino médio chegou a 2,2 mil. Também houve crescimento na educação profissional, que passou para 1.395 matrículas. Já em 2025, foram investidos mais de R$ 15,5 milhões em ações de manutenção das unidades atendidas pelo Programa Escola em Tempo Integral (Peti) e pelo Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (Emti), além de cerca de R$ 7 milhões aplicados na aquisição de equipamentos tecnológicos. Os investimentos fazem parte do Peti, instituído pela Lei nº 14.640/2023, que prevê assistência técnica e financeira da União para a criação e ampliação de matrículas nessa modalidade. Na educação integral, os alunos recebem cinco refeições diárias: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar​ Impacto real Na prática, a política se reflete no cotidiano dos alunos, como na Escola Classe Santa Helena, localizada em Sobradinho, onde todas as turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental funcionam em jornada ampliada. A unidade atende 132 estudantes, que permanecem na escola das 7h30 às 17h30, com dez horas diárias de atividades pedagógicas e formativas. Além das disciplinas do currículo regular, os estudantes participam de projetos voltados para matemática, língua portuguesa, cidadania, tecnologia, meio ambiente, ciência e saúde. Também fazem parte da rotina atividades culturais, esportivas, artísticas e práticas de desenvolvimento motor. Os alunos contam, ainda, com acompanhamento alimentar ao longo do dia, com cinco refeições: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar — o que garante segurança alimentar e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social. [LEIA_TAMBEM]O modelo influencia positivamente na rotina de famílias como a da dona de casa Sandra Batista dos Santos, 42 anos, mãe solo de três filhos. Entre eles está a filha de 7 anos, Jennifer Vitória, que estuda na Escola Classe Santa Helena. Para a mãe, a escola oferece segurança e um apoio fundamental no cuidado com a menina, que tem cardiopatia. “Eu me sinto totalmente segura. Desde o primeiro dia, fui bem acolhida pela equipe da escola, procuraram conhecer nossas necessidades, me sinto muito amparada. Minha filha recebe todas as refeições, é muito bem cuidada. A rotina da escola ajudou muito no meu dia a dia e no dela em casa. Mesmo no fim de semana, ela mantém os hábitos saudáveis que aprendeu na escola. Saber que é um serviço público com essa qualidade é maravilhoso”. A pequena Jennifer confirma: “Eu gosto de tudo, acho a escola excelente, os cuidados são ótimos e as professoras ensinam muito bem. Antes eu não sabia ler nem escrever, mas agora já estou sabendo”, comemora. Sandra Batista dos Santos, dona de casa: "Eu me sinto totalmente segura. Desde o primeiro dia fui bem acolhida pela equipe da escola, procuraram conhecer nossas necessidades, me sinto muito amparada. Minha filha recebe todas as refeições, é muito bem cuidada" Desenvolvimento pedagógico Segundo a diretora da unidade, Isabel Cristina dos Reis de Souza, a educação integral tem impacto direto no desenvolvimento pedagógico e social de comunidades em situação de extrema vulnerabilidade econômica, como crianças de assentamentos e acampamentos. “A educação integral é um diferencial para essas famílias. As crianças ficam dez horas na escola, fazem cinco refeições e recebem uma educação de qualidade. Conseguimos criar vínculos muito fortes com os estudantes e com as famílias. Nossa escola teve um dos melhores Índices de Desenvolvimento da Educação (Ideb) de Sobradinho, e isso mostra como a educação integral contribui para o desenvolvimento das crianças”, afirma. A Escola Classe Santa Helena, como muitas unidades integrais no DF, também desenvolve atividades esportivas por meio de projetos como ciclismo e basquete, que trabalham coordenação motora, integração entre os estudantes e valores de convivência. O professor de basquete do Centro de Iniciação Desportiva (CID), Demetrius Lopes, ressalta que a atividade física ministrada na unidade complementa esse trabalho ao incentivar a convivência e o espírito coletivo entre os estudantes. “É um esporte de equipe, então busca trabalhar também a socialização dos meninos, os conceitos básicos de movimentação, lateralidade, capacidade física e, principalmente, essa parte de integração entre eles”, observa. Demetrius Lopes, professor de basquete: "É um esporte de equipe, então busca trabalhar também a socialização dos meninos, os conceitos básicos de movimentação, lateralidade, capacidade física e, principalmente, essa parte de integração entre eles" Já o professor de ciclismo do CID, Alex Acosta, destaca o potencial inclusivo da modalidade: “Todo esporte tem o seu momento competitivo, e às vezes os menos habilidosos eram os mais empolgados. Então cada modalidade pode agregar mais”. Para o psicólogo e vice-diretor da escola, Thiago Lacerda Guimarães, a permanência ampliada permite diversificar as experiências educacionais, fortalecer o convívio entre os estudantes e ampliar as oportunidades de desenvolvimento. “Atendemos uma comunidade bastante diversa: temos crianças de alto padrão e crianças com grande dificuldade social, moradores de acampamentos e áreas rurais. Aqui, essas realidades convivem juntas, então a escola atende todos os públicos para oferecer a melhor qualidade de ensino na rede pública, durante as dez horas por dia que as crianças ficam conosco — um tempo que amplia as vivências e as oportunidades de aprendizagem”, reforça.

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Agricultura familiar ganha espaço na rede pública de ensino e movimenta, no DF, quase R$ 184 milhões

O Governo do Distrito Federal (GDF) movimentou R$ 183,9 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar entre 2019 e 2025. Ao todo, quase 10 mil produtores participaram das aquisições, que abastecem principalmente a rede pública de ensino e ações de segurança alimentar. A política é executada por diversos programas, com destaque para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), responsável pela maior parte dos recursos. Somente pelo Pnae, foram R$ 125 milhões investidos no período, com crescimento contínuo a partir de 2022. O volume é reforçado por aportes locais, que chegam a superar em até sete vezes os repasses federais em alguns anos. O aumento da demanda tem ampliado a participação de produtores e incentivado a diversificação da produção. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões. Em 2024, a lógica se repetiu: R$ 62,7 milhões vieram do governo federal, frente a R$ 112,4 milhões de recursos distritais. Na prática, isso evidencia a prioridade orçamentária dada à alimentação escolar e amplia significativamente a capacidade de compra de alimentos da agricultura familiar. Outras iniciativas também contribuem para o fortalecimento do setor. O Programa de Aquisição da Produção da Agricultura do Distrito Federal (Papa-DF) movimentou R$ 44 milhões e adquiriu mais de 9,6 milhões de quilos de alimentos, com a participação de mais de 3,3 mil agricultores. Já o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA/TA) somou R$ 14,8 milhões e envolveu 2,2 mil produtores, com destaque para os produtos orgânicos, que representaram cerca de 39,4% do valor total. Além de hortifrútis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No caso do Papa-DF e do Pnae, a comercialização ocorre principalmente por meio de associações e cooperativas, o que fortalece a organização coletiva e amplia a capacidade de atendimento às demandas públicas. Já no PAA/TA, as compras são feitas diretamente com os produtores, permitindo maior inclusão de agricultores que ainda não estão vinculados a organizações formais. As aquisições são articuladas pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), com participação direta de órgãos como a Secretaria de Educação, responsável pela alimentação escolar, e a Secretaria de Desenvolvimento Social, que direciona os alimentos para programas de segurança alimentar e assistência social. Outros equipamentos públicos também podem ser atendidos, como o Zoológico de Brasília. O secretário de Agricultura, Rafael Bueno, afirmou que os programas de compras governamentais são estratégicos para dar estabilidade à agricultura familiar no DF. Segundo ele, a política reduz os impactos das oscilações de mercado, garante previsibilidade de renda e permite planejamento da produção, além de viabilizar investimentos e ampliar a competitividade dos produtores quando parte da produção é destinada aos mercados tradicionais, seja atacadista ou varejista. “Os programas de compra governamental são fundamentais e têm impulsionado a agropecuária no Distrito Federal, em especial a familiar. Por um lado, há o ganho do produtor familiar, por outro, há um alimento de qualidade produzido no DF e fornecido às comunidades locais”, declarou o chefe da pasta. Embora seja uma política federal, o Pnae no Distrito Federal tem forte complementação de recursos locais. Em 2025, por exemplo, o repasse da União foi de R$ 32,4 milhões, enquanto o GDF investiu R$ 189,1 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além de hortifrutis, as compras públicas passaram a incluir itens com maior valor agregado, como lácteos, mel e pescado. A inclusão desses produtos amplia as cadeias produtivas atendidas e gera novas oportunidades de renda no campo. A previsão é de ampliação desse mercado, com aquisição mensal de filé de tilápia a partir de 2026. A mudança na prática Na Comunidade da Lagoinha, localizada no Núcleo Rural Rio Preto, em Planaltina, o produtor Ivan Engler, 49, acompanhou de perto essa transformação. Há mais de quatro décadas na atividade rural, ele fornece alimentos para a merenda escolar desde 2012 e hoje entrega cerca de 10 toneladas de hortifrútis, como cenoura, beterraba, mandioca, banana e tangerina. Bases alimentares como flocão, feijão e milho também saem da pequena propriedade para as salas de aula. Segundo o produtor, o acesso aos programas públicos trouxe estabilidade financeira e reduziu a dependência de intermediários. Ele também destaca o apoio técnico e estrutural recebido, que permitiu ampliar a produção e diversificar as atividades na propriedade, incluindo a criação de peixes. “O Pnae mudou nossa realidade. O mais importante é a segurança, saber que tenho uma venda garantida toda semana, com preço justo, e que faz com que cerca de 50% da minha renda já esteja assegurada. Antes, a gente dependia de intermediários comerciais e não tinha controle sobre o valor da produção. Hoje, conseguimos planejar, investir e crescer”, afirma. Além disso, o produtor ressalta a qualidade dos produtos colhidos e entregues frescos nas escolas. “A gente capricha porque sabe que são os nossos filhos que estão consumindo. Esse programa também ajudou a organizar os produtores, fortalecer cooperativas e mostrar que a agricultura familiar tem capacidade de atender grandes demandas com qualidade e profissionalismo”, observa. As mudanças no perfil das compras públicas também impactaram a organização do setor. O aumento da demanda incentivou a criação e fortalecimento de cooperativas, ampliando a capacidade dos produtores de atender contratos e acessar novos mercados. Com alimentos colhidos e distribuídos em curto intervalo de tempo, a produção local garante maior frescor e qualidade aos produtos entregues nas escolas, devido à proximidade entre campo e consumo. Esse modelo também reduz perdas logísticas, estimula a produção regional e mantém a renda circulando dentro do próprio Distrito Federal, fortalecendo a economia rural.

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Programa Pontes para o Mundo abre 400 vagas de intercâmbio em inglês, espanhol e francês

Tripulação, preparar para a decolagem! A Secretaria de Educação (SEEDF) publicou, no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (30), o Edital nº 14, referente ao projeto Pontes para o Mundo. A edição de 2026 vai selecionar estudantes do segundo ano do ensino médio regular, da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e dos colégios militares para um intercâmbio internacional. Serão ofertadas 400 vagas, número quatro vezes maior que o da primeira edição do programa.  “É uma grande alegria e um imenso orgulho testemunhar mais uma edição desse programa, que tem transformado a educação pública do Distrito Federal e ampliado horizontes para tantos jovens. Iniciamos essa trajetória com 102 estudantes e, neste ano, alcançamos um novo patamar ao proporcionar a 400 alunos uma experiência internacional enriquecedora”, disse a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que ressaltou outras inovações do programa.  Em 2025, 102 alunos da rede pública passaram três meses estudando no Reino Unido | Foto: Jotta Casttro/SEEDF “Avançamos ainda mais ao diversificar as oportunidades, incorporando o francês e o espanhol, e levando nossos estudantes a destinos como Canadá, França e Espanha — experiências que ampliam não apenas o aprendizado acadêmico, mas também a visão de mundo. Levo comigo a convicção de missão cumprida e a profunda satisfação de ver esse projeto crescer, abrir caminhos e conectar nossos jovens a um universo de possibilidades, sonhos e conquistas", completou Hélvia. Os alunos selecionados participarão de intercâmbio com duração de 13 a 16 semanas em países de língua inglesa, espanhola e francesa. Entre os destinos, estão Reino Unido, Canadá, Espanha e França. As inscrições estarão abertas desta terça-feira (31) a 13 de abril e devem ser feitas no site do programa, pelo estudante ou responsável legal. O prazo final, no último dia da inscrição, é até as 22h. Processo seletivo O coordenador do programa, David Nogueira, explicou que a edição de 2026 chega ampliada e mais diversa. “Esta edição traz muitas novidades, pois passamos a contar com a participação de estudantes das escolas militares do DF, como o Tiradentes e o Dom Pedro II, o que é motivo de grande alegria para esses alunos. Outra novidade é o lançamento do site do programa, um espaço completo onde pais e estudantes podem acessar informações, conhecer relatos de participantes da edição anterior e assistir ao documentário produzido pela Secretaria", explicou. [LEIA_TAMBEM]Durante o período no exterior, os alunos terão imersão em instituições educacionais e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades, com atividades realizadas na língua oficial do país de destino. O processo seletivo será dividido em etapas. A primeira consiste na análise documental, de caráter eliminatório e classificatório. Já a segunda etapa será a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras (inglês, espanhol e francês), marcada para 9 e 10 de maio.  É importante que os estudantes fiquem atentos ao prazo de inscrição e mantenham o e-mail institucional com o domínio @estudante atualizado, pois é por meio dele que recebem a senha de acesso. Todas as regras, critérios de participação e detalhes do processo seletivo estão disponíveis no edital publicado no DODF.  *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)  

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Estudantes de Santa Maria investem na preparação para o programa Pontes para o Mundo 2026

Morar e estudar em outro país parecia um sonho impossível para muitos jovens que frequentam escolas da rede pública de ensino — mas, para alguns estudantes do Distrito Federal, tornou-se realidade graças ao programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação (SEEDF), que teve a primeira edição no ano passado. A experiência vivenciada pelos alunos que participaram em 2025 inspirou outros a acreditarem que é possível um adolescente de escola pública estudar no exterior. De olho no intercâmbio internacional, Maria Eduarda, Lara Caroline, Antony Lucas e Geovana Pietra têm reforçado os estudos para participar do programa | Foto: André Amendoeira/SEEDF De olho nessa oportunidade, um grupo de alunos do Centro de Ensino Médio (CEM) 404 de Santa Maria decidiu antecipar-se e iniciar os estudos ainda neste ano, com o objetivo de cumprir parte dos pré-requisitos exigidos. E, mesmo durante as férias, os adolescentes Maria Eduarda Silva Lima, 16 anos; Lara Caroline Aires da Silva, 15; Antony Lucas Aguiar Pimentel, 16; e Geovana Pietra de Sousa Silva, 15, seguiram com a preparação. Agora, já cursando o segundo ano do ensino médio, eles compartilham mais um sonho em comum: a aprovação em todas as etapas para participar da segunda edição do programa.  Preparação Reuniões presenciais e atividades online fazem parte da programação de estudo do grupo do CEM 404 Desde que soube do programa, Geovana começou a mobilizar os amigos. “Vi que tinha a possibilidade de fazer esse intercâmbio”, conta. “Então, eu e o Antony começamos a pesquisar como o programa funciona; e, como a gente não tinha a possibilidade de ir no ano passado, pensamos em focar para conseguir ir no próximo. Começamos a chamar todo mundo, a formar o grupo de estudos”. A rotina inclui, além dos estudos individuais, reuniões presenciais e online. Antony e Lara contam que têm conseguido estudar e tirar notas acima de 7. “A gente já faz juntos os trabalhos de todas as matérias, aproveita e estuda”, explicou Lara.  A dinâmica entre eles foi organizada durante o período de recesso e férias escolares, conta Maria Eduarda: “A gente estudou inglês ao longo de toda a semana em casa, e, no final de semana, fazíamos uma videochamada para treinar a conversação e resolver exercícios”. Inspiração no primeiro grupo  No ano passado, 102 alunos estudaram por três meses no Reino Unido, na primeira edição do programa  | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF O desejo de participar de um programa como o Pontes para o Mundo permeia os pensamentos do grupo há bastante tempo. Inspirados por filmes, reportagens e histórias de outros adolescentes que tiveram a oportunidade de ter essa experiência, eles estão empolgados com a possibilidade de aprovação no processo seletivo de 2026. “Confio muito no meu potencial, estudei bastante e quero muito viver isso, porque é o meu sonho e a minha expectativa é alta. Acho que vai ser uma experiência única” Antony Pimentel, aluno do CEM 404 de Santa Maria Ao mesmo tempo em que sonham e seguem na preparação para as etapas do processo de seleção deste ano, eles tentam manter os pés no chão sem permitir, entretanto, que o medo seja um elemento paralisador. “Eu tenho um certo medo de não conseguir passar na seleção, mas não é algo que me impeça”, relata Antony.  “Confio muito no meu potencial, estudei bastante e quero muito viver isso, porque é o meu sonho e a minha expectativa é alta”, anima-se.  “Acho que vai ser uma experiência única, algo que nunca imaginei viver na minha vida, e eu posso viver durante a minha adolescência, com outros jovens com quem posso criar uma conexão muito forte, formar um novo grupo de amigos.” Torcida organizada Se depender da torcida das famílias, todos já estarão com os passaportes carimbados. A mãe de Geovana, a servidora pública Andreza Silva de Souza, é uma das entusiastas dos projetos da adolescente. Quando soube da existência do programa, foi a primeira a incentivar a filha. “Falei que é uma oportunidade ímpar, ainda mais para os estudantes da rede pública, cuja realidade torna quase impossível conseguir fazer um intercâmbio”, conta. “Aí, expliquei que é melhor ela começar a se preparar antes, porque geralmente as pessoas esperam chegar o edital, então começar antes é uma opção para aumentar as chances.” Pontes para o Mundo 2026 [LEIA_TAMBEM]A publicação do edital da segunda edição do programa está prevista para o final deste mês, e a ideia inicial é de levar 400 alunos para o intercâmbio. Em relação aos países selecionados, há possibilidade de que os participantes sejam enviados para o Reino Unido, Canadá, França e Espanha.   Os critérios de seleção deste ano devem permanecer os mesmos, sendo os principais ter idade entre 16 e 17 anos, frequência mínima de 80%, estudar na segunda série do ensino médio de alguma escola pertencente à SEEDF. Este ano, a previsão é que estudantes dos colégios militares também sejam contemplados no edital com oito vagas para cada escola. As informações a respeito de todas as etapas do programa estarão disponíveis em breve no site da SEEDF e nos demais canais oficiais de comunicação da pasta. O coordenador da primeira edição do Pontes para o Mundo, David Nogueira, avalia que a primeira edição do programa foi fundamental para consolidar o modelo da iniciativa. “Os resultados foram muito positivos, especialmente no desenvolvimento da autonomia, da maturidade e na ampliação das perspectivas acadêmicas desses jovens”, aponta.  “Para a segunda edição, nossa expectativa é aprofundar e aperfeiçoar o programa a partir das lições aprendidas”, pontua o professor. “Estamos fortalecendo a preparação pré-embarque, ampliando o acompanhamento psicológico e pedagógico dos estudantes antes e durante a experiência no exterior, e aprimorando os instrumentos de monitoramento e avaliação.”   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Adasa doa equipamentos de informática a escolas públicas do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, no dia 27 de fevereiro, a entrega de 403 equipamentos de informática a escolas públicas do Distrito Federal. A iniciativa contemplou oito unidades de ensino, fortalecendo a infraestrutura tecnológica e ampliando as condições de aprendizagem para estudantes da rede pública. Foram doados computadores completos, incluindo CPUs, monitores, teclados e mouses. As escolas atendidas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio, além de centros interescolares de línguas (CILs), que ofertam cursos de idiomas à comunidade estudantil. [LEIA_TAMBEM]No Centro Educacional Osório Baquim, localizado no Núcleo Rural Jardim Morumbi, em Planaltina (DF), o diretor Danilo Mendonça Soares destacou a importância da iniciativa. “A doação das máquinas representa um recurso de grande utilidade para nossos alunos. Com esses computadores, poderemos oferecer novas ferramentas para o aprendizado”, afirmou. Já no Centro Interescolar de Línguas 01 de Planaltina, o vice-diretor André Freitas Pereira enfatizou os avanços proporcionados pelas doações. “A substituição dos computadores antigos já trouxe melhorias significativas. Com a segunda remessa, vamos transformar nossa biblioteca em uma sala multimídia, ampliando o acesso dos estudantes às atividades pedagógicas”, destacou. A ação reforça o compromisso institucional da Adasa com a responsabilidade socioambiental e com o apoio a iniciativas que promovam a inclusão digital e a melhoria das condições de ensino no Distrito Federal. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)

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Programa Meninas em Ação incentiva protagonismo feminino entre estudantes da rede pública de ensino

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu, nesta sexta-feira (6), um encontro com estudantes participantes do programa Meninas em Ação, iniciativa voltada ao incentivo do protagonismo feminino entre alunas da rede pública. A ação foi organizada em parceria com as secretarias da Mulher (SMDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Relações Internacionais (Serinter-DF). A atividade reuniu jovens para debater igualdade de gênero, representatividade e enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a programação, as estudantes participaram de palestras, rodas de conversa e atividades voltadas à orientação sobre vocações profissionais e à aproximação com mulheres que ocupam posições de liderança no setor público e em outras áreas da sociedade. Encontro tem como objetivo orientar as estudantes sobre vocações profissionais e aproximá-las de mulheres que ocupam posições de liderança | Foto: Mary Leal/SEEDF Participaram do encontro alunas do Centro de Ensino Médio (CEM) Setor Oeste, do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do CEM 1 de Planaltina. Durante o encontro, a chefe de gabinete da Educação, Ana Paula Veloso, falou sobre a importância do protagonismo estudantil feminino na promoção de debates sobre igualdade e enfrentamento à violência contra a mulher no ambiente escolar. Segundo ela, as jovens selecionadas para o programa têm o papel de levar reflexões e atitudes positivas para suas comunidades escolares, atuando como exemplo de respeito, liderança e diálogo entre os colegas. “Vocês foram escolhidas para serem meninas em ação. Isso significa que são referência dentro da comunidade escolar. É importante levar essas discussões sobre violência contra a mulher, namoro abusivo e relações respeitosas para a escola e para os colegas. Vocês não estão aqui por acaso, foram selecionadas para viver essa experiência e inspirar outras meninas. Aproveitem cada oportunidade que a educação pública oferece e lembrem-se que vocês podem ganhar o mundo e ser o que quiserem”, afirmou. “O Meninas em Ação vem com a ideia de promover o empoderamento feminino para as meninas, ainda antes da fase adulta, com foco nas escolas locais, onde elas despertam o senso crítico, discutem e compartilham o dia a dia e as suas preparações para o futuro. É relevante despertar o sentimento de pertencimento a este lugar, para que se sintam representadas nestas cadeiras, nestes cargos, e vejam que é possível alcançá-los", comenta o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto.   Representatividade e inclusão Camila Ferreira de Oliveira Santiago (à direita): "Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras" Entre as participantes estava a estudante Camila Ferreira de Oliveira Santiago, de 17 anos, do 3º ano do ensino médio no CEM 1 de Planaltina, participou das atividades e disse que o programa contribui para fortalecer a confiança das colegas da sala de aula e ampliar o debate sobre empoderamento e representatividade dentro e fora da escola.  “Quando conheci o programa, no segundo ano, achei interessante, porque ele fala sobre o empoderamento das mulheres e mostra como elas podem crescer em suas carreiras. Eu também penso muito sobre representatividade. Quando era criança, quase não via mulheres negras na TV e isso me fazia sentir deslocada. Hoje eu tenho muito orgulho da minha identidade e do meu cabelo, que é uma parte muito importante de quem eu sou”, contou. Combate à violência de gênero Durante o encontro, a subsecretária de Apoio a Vítimas de Violência da Secretaria de Justiça e Cidadania, Uiara Couto de Mendonça, ressaltou que o enfrentamento à violência contra a mulher passa pela informação e pelo fortalecimento das redes de apoio. Segundo ela, o trabalho desenvolvido pela subsecretaria busca orientar e acolher vítimas, oferecendo suporte para que consigam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. “Romper o ciclo da violência começa dentro de cada um de nós. Quando levamos informação, coragem e determinação, conseguimos transformar realidades e salvar vidas. Esse trabalho vai além de uma função, pois é uma missão de cuidar das pessoas e mostrar que cada uma de vocês também pode ocupar espaços de liderança e fazer a diferença na sociedade”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O programa O Meninas em Ação é uma iniciativa voltada ao empoderamento feminino entre estudantes da rede pública do Distrito Federal. A proposta oferece às jovens a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam cargos de liderança no Governo do Distrito Federal, em embaixadas ou no setor empresarial. Além dessa experiência prática, o programa promove ao longo do ano palestras, encontros e momentos de troca entre as participantes, incentivando o desenvolvimento pessoal, a construção de redes de contato e o conhecimento sobre diferentes áreas profissionais. A iniciativa busca aproximar as estudantes de espaços que, historicamente, ainda são majoritariamente ocupados por homens. Durante a preparação para cada edição, as alunas recebem orientações sobre o funcionamento das atividades, calendário e também sobre etiqueta e comportamento institucional. A seleção das participantes começa nas próprias escolas, com apoio da Secretaria de Educação, e passa por uma etapa final conduzida pelas secretarias parceiras do projeto. “Quando a estudante ocupa o lugar de uma mulher que já alcançou sucesso profissional, ela passa a enxergar que também pode chegar lá. Esse espelhamento é fundamental para mostrar que elas têm espaço e podem conquistar o que desejarem”, explica a assessora especial da Secretaria de Relações Internacionais, Ana Beatriz de Souza Guimarães. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Panorama da ProvaDF 2025 é apresentado em encontro nesta terça (24)

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizou, nesta terça-feira (24), uma reunião técnica para apresentar e analisar os resultados da ProvaDF 2025. O encontro ocorreu no Auditório Neusa França, na sede da pasta, e reuniu representantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino, além de gestores e equipes pedagógicas dos anos iniciais do ensino fundamental. O objetivo foi aprofundar a leitura dos dados das avaliações aplicadas aos estudantes do 2º e do 5º anos e subsidiar decisões pedagógicas para o próximo ciclo letivo. Mais do que a divulgação de números, a reunião teve como foco o uso das informações como ferramenta de gestão e de promoção da equidade educacional. O encontro reuniu coordenadores regionais de todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, chefes de unidades, articuladores de avaliação, coordenadores intermediários de apoio dos anos iniciais e articuladores regionais do Programa Alfaletrando | Foto: Mary Leal/SEEDF Na abertura do encontro, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a consolidação do SipaeDF como política estruturante da rede pública. “O SipaeDF é um divisor de águas para a nossa rede. Ele consolida uma política estruturante, que garante previsibilidade, transparência e foco na aprendizagem. Não se trata de uma ação isolada, mas de um sistema permanente que fortalece a gestão pedagógica e assegura que cada decisão seja orientada por evidências concretas”. A gestora também informou que foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) o resultado do processo que definiu o Cebraspe como responsável pela aplicação da ProvaDF pelos próximos cinco anos. “A definição do Cebraspe para a aplicação das avaliações pelos próximos cinco anos garante estabilidade, qualidade técnica e segurança ao processo. Estamos fortalecendo uma política de Estado, assegurando que o SipaeDF continue sendo um instrumento efetivo de melhoria da aprendizagem em toda a rede”. A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação, Francis Ferreira, ressaltou o alcance da avaliação. “A divulgação dos resultados da Prova DF 2025 representa muito mais do que a apresentação de números. Estamos falando de um diagnóstico técnico, construído com rigor, que alcança mais de 58 mil estudantes em todas as regionais de ensino”. A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação, Francis Ferreira, destacou que a divulgação dos resultados representa um marco no processo de acompanhamento da aprendizagem Leitura pedagógica dos resultados Os dados apresentados, disponibilizados na plataforma do CAEd, ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora, foram detalhados em exposições técnicas voltadas ao uso pedagógico das informações pelas escolas. A analista de avaliação educacional Edyenis Frango destacou avanços nas proficiências médias. “Tanto nos resultados de matemática como de língua portuguesa, para as etapas avaliadas, segundo e quinto ano do ensino fundamental, a gente vê um crescimento nessa proficiência média, o que indica que os estudantes estão conseguindo desenvolver mais habilidades com relação aos dados da avaliação do ano passado. Isso mostra que as ações que a rede realizou no último ano letivo se refletem na melhoria dos resultados gerais”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a especialista, a plataforma permite monitoramento contínuo e planejamento mais preciso. “Por meio da plataforma, as escolas conseguem visualizar seus resultados pontuais, os dados dos estudantes e das turmas, analisar o quanto avançaram em 2025 e planejar intervenções mais assertivas. Trouxemos propostas que podem ser aplicadas já no início do ano letivo, apoiando professores e coordenadores no enfrentamento dos desafios”. Próximos passos Com a consolidação dos resultados, a Secretaria de Educação inicia a etapa de devolutivas às escolas e o aprofundamento das análises pedagógicas. As evidências devem orientar o planejamento de 2026, com prioridade para ações de alfabetização e recomposição das aprendizagens nos anos iniciais. A expectativa é que os dados sirvam de base para o aprimoramento das estratégias pedagógicas e para o fortalecimento das políticas educacionais, com impacto direto no desempenho dos estudantes da rede pública do Distrito Federal.

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Aberto credenciamento para confecção de uniformes das escolas cívico-militares do DF

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou, nesta terça-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Chamamento Público Nº 01/2026 destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para colégios cívico-militares da rede pública de ensino do Distrito Federal. A medida integra o programa Cartão Uniforme Escolar. O edital é específico para os cerca de 30 mil estudantes das 25 escolas de gestão compartilhada, cujos uniformes têm especificações distintas das adotadas nas demais unidades da rede pública do DF. O credenciamento das malharias começa 30 dias após a publicação do edital. Para participar, as empresas precisam ter sede e funcionamento regular no Distrito Federal, além de atender a todos os requisitos previstos no documento. O chamamento público é destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para escolas cívico-militares | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa Cartão Uniforme Escolar é gerido pela Secretaria de Educação (SEEDF), responsável pela execução, e pela Sedes-DF, que realiza o credenciamento e a fiscalização das empresas responsáveis pela confecção das peças. “A publicação deste edital reforça o compromisso deste GDF com a transparência, a qualidade dos uniformes escolares e o fortalecimento da economia local. Ao credenciar malharias do DF, garantimos que os estudantes das escolas cívico-militares tenham acesso a peças padronizadas e de qualidade, ao mesmo tempo em que geramos oportunidades para empresas e trabalhadores da nossa cidade. A atuação integrada entre as secretarias assegura mais eficiência na execução do Cartão Uniforme Escolar e mais autonomia para as famílias na escolha dos produtos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O edital prevê a produção de mais de 208 mil itens que compõem o uniforme das escolas de gestão compartilhada do DF, incluindo camiseta de meia-manga com gola redonda, calça com elástico, bermuda longa com elástico e casaco sem capuz, todos em modelo unissex, fabricados conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O valor total dos itens por aluno é de R$ 170,35. Segundo a SEEDF, os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar. O modelo adotado permite que pais e responsáveis realizem a compra diretamente nos estabelecimentos credenciados, garantindo maior autonomia às famílias e dinamizando o processo. Não haverá distribuição direta nas escolas nem retirada em polos específicos. Ainda de acordo com a pasta, os uniformes antigos poderão ser utilizados até a aquisição dos novos. Os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar | Arte: Sedes-DF Credenciamento As empresas interessadas devem atender aos critérios estabelecidos no edital e encaminhar a documentação exigida, em remessa única e em formato PDF, para o e-mail credencia.malharias@sedes.df.gov.br. O atendimento presencial, se necessário, ocorrerá no edifício-sede da Sedes-DF, na 515 Norte, e deverá ser previamente agendado por telefone, pelo número (61) 3773-7354, ou pelo endereço eletrônico informado. O credenciamento será realizado de forma contínua, permitindo que novas empresas se cadastrem ao longo do período de vigência do chamamento público. As malharias já credenciadas no programa também podem participar. Para isso, basta assinar e encaminhar, por e-mail, a manifestação de interesse para produzir o uniforme. Após a formalização do termo de adesão e a devida habilitação, as malharias e estabelecimentos credenciados poderão iniciar imediatamente a confecção e a comercialização das peças. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Olimpíadas do conhecimento de 2026 têm inscrições abertas

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou o 1º Informativo Olímpico, com o objetivo de ampliar a divulgação das olimpíadas do conhecimento que já estão com inscrições abertas. Nos próximos meses, serão publicadas ainda novas edições do informativo, à medida que forem abertas as inscrições das diversas competições científicas nacionais, ao longo do ano letivo. O calendário dos eventos pode ser consultado no site da secretaria. A iniciativa busca mobilizar professores e estudantes da rede pública de ensino do DF para participarem das competições, destacando as oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento acadêmico e crescimento pessoal proporcionadas por essas experiências. O 1º Informativo Olímpico tem o objetivo de ampliar a divulgação das olimpíadas do conhecimento que estão com inscrições abertas | Foto: Divulgação/ SEEDF As diversas olimpíadas desempenham papel fundamental na formação dos estudantes. Ao estimular o interesse por ciência, tecnologia e outras áreas do saber, as competições despertam a curiosidade e incentivam a busca pelo conhecimento de forma prática, dinâmica e interativa. A ciência deixa de ser apenas conteúdo teórico e passa a ser vivenciada de maneira aplicada e desafiadora. Entre as principais competições nacionais estão a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), a Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), a Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL) e a Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP). Aprendizado que se transforma em oportunidades A participação dos estudantes nas competições fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais [LEIA_TAMBEM]Durante as atividades, os estudantes são convidados a resolver problemas, elaborar projetos e propor soluções inovadoras. Esse processo contribui para o desenvolvimento da criatividade, da capacidade de argumentação e do pensamento crítico, além de ampliar o repertório intelectual e melhorar o desempenho acadêmico em diferentes disciplinas. A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, explica que, com participação nas olimpíadas, os estudantes aprendem habilidades importantes, “como o trabalho em equipe, a comunicação e a autonomia, que são indispensáveis para o ensino superior e o mercado de trabalho”. Iêdes complementa: “Existe também a possibilidade da obtenção de bolsas de estudos, prêmios e até oportunidades para intercâmbios e estágios para os estudantes que se destacam nessas competições.” A participação fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais. Ao incentivar a formação de futuros cientistas, engenheiros, médicos e outros profissionais, as competições contribuem diretamente para a transformação de trajetórias e para o desenvolvimento da sociedade. *Com informações da SEEDF  

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Campanha Volta às Aulas 2026 do DER-DF aposta na conscientização de alunos da rede pública de ensino

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), por meio da Escola Vivencial de Trânsito (Transitolândia), iniciou, nesta segunda-feira (23), a campanha Volta às Aulas 2026, voltada especificamente à comunidade escolar da rede pública de ensino do Distrito Federal. A iniciativa tem como foco fortalecer a conscientização sobre segurança viária da comunidade escolar, com ações programadas até o dia 27 deste mês. As atividades têm início pela manhã, a partir das 7h, e no período da tarde a partir das 13h. O início da campanha foi na Escola Classe 12, de Sobradinho. Durante o trabalho, houve orientações por parte dos agentes de trânsito e educadores sobre boas práticas de circulação nas proximidades das escolas. Foram prestados 288 atendimentos. Alunos da EC 12 de Sobradinho foram os primeiros a receber as orientações da equipe do DER-DF | Fotos: Divulgação/DER-DF “O DER e a Transitolândia fizeram um ótimo trabalho aqui conosco. Nossos alunos e nossas famílias têm agradecido muito o trabalho de educação de trânsito. Hoje, a equipe esteve conosco e forneceu orientações não só para as crianças, mas para todas as famílias, na porta da nossa escola, orientando, brincando, premiando e fazendo disso um momento de aprendizagem”, afirmou a supervisora da Escola Classe 12, Iris Soares. Quebra-cabeças educativos Os temas abordados incluem normas de circulação e estacionamento em zona escolar, limites de velocidade, uso correto de assentos de elevação infantil e orientações para travessia de vias. A atividade contou com a presença de integrantes do grupo de teatro do DER-DF. As atividades lúdicas incluem apresentações teatrais e brincadeiras [LEIA_TAMBEM]“Buscamos trabalhar junto à comunidade escolar da rede pública o reforço da segurança, orientando sobre embarque, desembarque, estacionamento seguro e uso de dispositivos de proteção. Essas ações ajudam as crianças a crescer com a consciência de um trânsito harmonioso, e isso reflete em condutas mais seguras que preservam vidas”, afirmou a diretora de Educação de Trânsito do órgão, Graziela Portela. A campanha segue nesta terça-feira (24), na Escola Classe 102 Sul, e na sexta-feira (27), na Escola Classe 17 e no Centro de Ensino Fundamental 15, ambos de Taguatinga. *Com informações do DER-DF  

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Rede pública de ensino do DF inicia ano letivo de 2026 com novas escolas

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) iniciou o ano letivo de 2026 nesta quinta-feira (12), com novas escolas integrando o total de 988 unidades escolares ativas: 712 da rede pública, 77 unidades conveniadas, 73 centros de educação da primeira infância (Cepis) e 126 que atendem beneficiários do Cartão Creche. O ano começou com ações voltadas ao fortalecimento da infraestrutura escolar, com entrega de unidades reformadas, construção de novas escolas e ampliação de prédios já existentes, facilitando o acesso e qualificando os espaços de aprendizagem em diferentes regiões administrativas. O CEF 01 do Jardins Mangueiral foi uma das novas escolas que começaram a funcionar no início do ano letivo de 2026 | Foto: André Amendoeira/SEEDF Entre as novas unidades entregues neste ano estão o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 do Jardins Mangueiral, a Escola Classe (EC) 59 de Ceilândia e a EC 401 do Itapoã. Além dessas entregas, diversas escolas da rede receberam novos blocos de salas de aula, já aptos a receber os estudantes desde o primeiro dia de aula. A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, visitou o CEF 01 do Jardins Mangueiral e abriu o ano letivo de 2026 conhecendo a nova escola em funcionamento. A gestora destacou a expectativa positiva para o ano: "A gente tem feito e continua fazendo muitas entregas bacanas. Esta escola, por exemplo, é um exemplo disso: um projeto arrojado, belo e moderno". "Mas o importante é que a rede pública começa o ano letivo de 2026 consolidada, com a nomeação de 3 mil novos professores, e estamos com zero carência na rede. Temos ainda a ampliação de programas do ano anterior, como o Pontes para o Mundo, e a implementação de novos, como o Programa de Educação Socioemocional, além do planejamento de outras iniciativas", complementou. [LEIA_TAMBEM]Planejamento O retorno às aulas contempla todos os estudantes da rede pública, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) e os Centros Interescolares de Línguas (CILs). Nas creches, o atendimento começou de forma antecipada, na última segunda-feira (9). Os calendários escolares da rede pública podem ser consultados no site oficial da Secretaria de Educação. Desde dezembro de 2025, a SEEDF intensificou os preparativos para o início do ano letivo de 2026, que irá acolher 448.103 estudantes esperados na rede pública. A mobilização envolveu equipes de diferentes áreas da pasta, que atuam de forma integrada para garantir infraestrutura adequada, organização pedagógica, alocação de profissionais e a continuidade do ensino com qualidade, eficiência e segurança nas unidades escolares. O trabalho articulado busca assegurar que todas as escolas estejam preparadas para receber estudantes e profissionais desde o primeiro dia de aula, fortalecendo o compromisso com uma educação pública acessível e de qualidade. Para este ano, a secretaria nomeou 3 mil professores da carreira de Magistério Público, que já entram em exercício no início do ano letivo. Os novos docentes são candidatos aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. Ao longo da vigência do certame, a SEEDF já convocou, além desses 3 mil professores, um total de 5.239 novos servidores das carreiras de Magistério Público e Gestão de Políticas Públicas e Gestão Educacional (PPGE).  Diversos projetos focados no bem-estar dos estudantes serão desenvolvidos ao longo do ano de 2026 Saúde e bem-estar O início do ano letivo também marca o fortalecimento de um eixo estratégico voltado à saúde, ao bem-estar e à proteção integral dos alunos. A Diretoria de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, em articulação com a Assessoria Especial de Cultura de Paz, estruturou um conjunto de projetos com foco na promoção da saúde mental, na prevenção de violências e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Em janeiro, equipes das duas áreas reuniram-se para alinhar as iniciativas que serão desenvolvidas ao longo de 2026 nas unidades da rede pública. O objetivo é antecipar riscos, fortalecer vínculos e contribuir para ambientes escolares mais seguros, acolhedores e saudáveis. Entre as novidades está o projeto ECA em Movimento, que passa a integrar pela primeira vez o portfólio de ações da rede pública do DF, reforçando a educação em direitos e o Estatuto da Criança e do Adolescente como instrumento de cidadania no cotidiano escolar. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Construção da primeira escola pública de Arniqueira entra na fase de acabamento

A primeira escola pública de Arniqueira está cada vez mais perto de se tornar realidade. O novo Centro Educacional (CED), executado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), já teve a estrutura do prédio principal concluída e entrou na fase de acabamento e construção da quadra poliesportiva. Com investimento de aproximadamente R$ 13 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a unidade atenderá a mais de 1,5 mil alunos dos ensinos fundamental II e médio da rede pública. Localizada no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 4, Área Especial 6, em um terreno de 7.847,93 metros quadrados, a escola ocupa uma área construída de 4.968,79 m², distribuída em dois pavimentos. O espaço fica em uma área estratégica, entre a sede da administração regional e a futura Unidade Básica de Saúde (UBS), e fortalece o conjunto de equipamentos públicos da região. Nova escola receberá alunos do ensino fundamental II e do médio | Fotos: Divulgação/Novacap Atualmente, as equipes atuam nos serviços de reboco, emassamento, pintura e revestimentos, além da instalação dos castelos-d’água. Também já foi iniciada a execução da quadra poliesportiva — que havia sido invadida e agora está totalmente liberada para as obras, juntamente com a construção da guarita e do estacionamento. O projeto prevê uma estrutura completa, com 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, espaços para o grêmio estudantil e apoio pedagógico, além de cozinha industrial, refeitório, vestiários e pátio coberto. A proposta é oferecer um ambiente moderno e adequado para o desenvolvimento educacional e social dos estudantes. Moradora da região, a professora Mayrlla Santos, de 35 anos, destaca a importância da nova unidade para a comunidade local: “É muito bom porque vai amenizar a superlotação nas salas de aula. A gente sabe o quanto isso impacta no aprendizado. Ter uma escola aqui em Arniqueira significa mais acesso e uma educação de mais qualidade para as crianças e os jovens”. O projeto prevê uma estrutura completa, com 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, espaços para o grêmio estudantil e apoio pedagógico Além de ampliar a oferta de vagas, o CED de Arniqueira deve reduzir o deslocamento diário de centenas de estudantes que hoje precisam se deslocar para cidades como Taguatinga, Riacho Fundo e Recanto das Emas. A proximidade da escola com as residências contribui para mais segurança, economia de tempo e qualidade de vida para as famílias. [LEIA_TAMBEM]A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressalta o significado da obra para a comunidade e para as famílias da região: “Ver essa escola sair do papel é saber que muitas crianças e jovens vão poder estudar perto de casa, em um espaço digno, bem-estruturado e com padrão moderno. Isso representa cuidado com as pessoas, compromisso com um futuro melhor para quem depende da escola pública e um investimento que impacta diretamente a vida das famílias, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso à educação”. A construção do CED integra o conjunto de investimentos do GDF voltados à expansão e qualificação da rede pública de ensino, garante uma infraestrutura adequada e mais oportunidades educacionais para os estudantes do Distrito Federal. O presidente da Novacap, Fernando Leite, reforça o compromisso da companhia com a entrega do equipamento educacional dentro do cronograma previsto: “Aproveitamos o período de estiagem para avançar de forma significativa na obra, mas mesmo durante o período de chuvas vamos manter o ritmo e dar ênfase total à conclusão desse centro educacional, que é uma demanda histórica da população de Arniqueira”. *Com informações da Novacap  

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Diretoria de Saúde Mental amplia ações preventivas na rede pública de ensino

A Secretaria de Educação (SEEDF) inicia o ano letivo fortalecendo um eixo estratégico voltado à saúde, ao bem-estar e à proteção integral dos estudantes. À frente desse movimento, a Diretoria de Atenção à Saúde do Estudante (Diase), em articulação com a Assessoria Especial de Cultura de Paz (AECP), estruturou um conjunto de projetos que chegam às escolas com foco na promoção da saúde mental, na prevenção de violências e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Na última semana, equipes das duas áreas reuniram-se para apresentar seus eixos de atuação e alinhar iniciativas que serão desenvolvidas ao longo de 2026 nas unidades da rede pública. O objetivo é antecipar riscos, fortalecer vínculos e contribuir para ambientes escolares mais seguros, acolhedores e saudáveis. A Secretaria de Educação está se preparando para iniciar o ano letivo com uma rede mais preparada para acolher, orientar e proteger seus estudantes | Foto: Divulgação/SEEDF Entre as novidades, está o projeto ECA em Movimento, que passa a integrar, pela primeira vez, o portfólio de ações da rede pública do DF. A iniciativa trabalha a educação em direitos e reforça o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) como instrumento de cidadania no cotidiano escolar. Além dessa ação, a Diase desenvolve projetos como “Acolhendo: diálogos em saúde mental”, voltado à promoção do cuidado emocional; “Falando disso: caminhos para a prevenção da violência de gênero”, que estimula relações saudáveis; e “Falando disso com crianças”, com foco na prevenção da violência sexual contra crianças. As iniciativas integram o Programa de Saúde Mental dos Estudantes (PSME), que reúne diretrizes e atividades para prevenir agravos, reduzir estigmas e fortalecer competências socioemocionais. Impacto na Rede Os dados dimensionam o alcance desse trabalho. Em 2025, o PSME registrou mais de 15 mil estudantes atendidos, além de familiares e profissionais da educação, com oficinas, palestras e outras atividades realizadas em 11 regionais de ensino. Já a Gerência de Projetos de Saúde do Estudante contabiliza oito projetos em desenvolvimento e cerca de seis mil estudantes alcançados. "Nosso foco é apoiar as equipes escolares e fortalecer práticas que promovam o diálogo, o respeito e a prevenção da violência desde cedo" Ana Beatriz Goldstein, chefe da Assessoria de Cultura de Paz Para a chefe da Assessoria de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, a integração entre as áreas amplia o impacto das iniciativas. “Quando unimos esforços, conseguimos chegar às escolas de forma mais organizada e potente. Cultura de paz, saúde mental e proteção integral caminham juntas. Nosso foco é apoiar as equipes escolares e fortalecer práticas que promovam o diálogo, o respeito e a prevenção da violência desde cedo”, afirma. A psicóloga Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante, reforça que o eixo central do trabalho é preventivo e depende do engajamento das unidades escolares. “Já estamos liberando as inscrições para os projetos que serão desenvolvidos ao longo de todo o ano. É fundamental que diretores e gestores verifiquem os processos enviados no SEI [Sistema Eletrônico de Informações] e priorizem essa participação, justamente para minimizar situações mais graves. A ideia é organizar um calendário contínuo de ações com foco na prevenção”, explica. Além das atividades regulares, a Diase também atua em situações de crise, como posvenção ao suicídio e manejo de demais agravos, quando necessário. Com esse conjunto de iniciativas, a Secretaria de Educação tem como objetivo iniciar o ano letivo com uma rede mais preparada para acolher, orientar e proteger seus estudantes, fortalecendo o cuidado integral e a permanência dos alunos na escola. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Professores recém-nomeados escolhem escolas onde irão atuar em 2026

Nesta segunda-feira (2), professores efetivos recém-nomeados da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participaram do processo de escolha de carências, definindo as unidades escolares onde irão iniciar as atividades na rede pública. A ação ocorreu na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) e marcou mais uma etapa do ingresso dos três mil docentes nomeados recentemente. Durante o encontro, o secretário de Educação em exercício, Isaias Aparecido, deu as boas-vindas aos novos servidores e ressaltou a importância do momento para a rede pública: “Este é um ato de acolhimento e também de compromisso. Cada professor que chega passa a somar esforços em uma rede que trabalha diariamente para garantir educação pública de qualidade, com dedicação e responsabilidade, contribuindo para o futuro do Distrito Federal.” A escolha dos locais de trabalho faz parte do projeto Carência Zero, que garante professores em sala de aula desde o primeiro dia do ano letivo | Fotos: Mary Leal/ SEEDF A iniciativa faz parte do programa Carência Zero, estratégia da Secretaria de Educação voltada à organização do ano letivo e à garantia de professores em sala de aula desde o primeiro dia. O programa estabelece critérios e prazos padronizados para o suprimento de carências de regência de classe em todas as Coordenações Regionais de Ensino (CREs). Reforço no quadro docente O processo de escolha ocorre após a publicação, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), das nomeações de três mil professores aprovados no concurso público regido pelo Edital Normativo nº 31/2022. A validade do certame foi prorrogada até julho de 2027, possibilitando novas convocações do cadastro de reserva. A subsecretária de Gestão de Pessoas da SEEDF, Ana Paula Aguiar, destacou o esforço institucional para viabilizar as nomeações e fortalecer o quadro efetivo: “Hoje é um dia muito importante para todos nós. Lutamos muito e foram nomeados três mil professores, que apresentaram a documentação e tomaram posse. Tanto eles quanto nós estamos realizando um desejo antigo de recomposição do quadro com servidores efetivos." Ana Paula Aguiar ressalta a importância da recomposição do quadro efetivo da rede pública: "Tanto eles quanto nós estamos realizando um desejo antigo de recomposição do quadro com servidores efetivos" [LEIA_TAMBEM]Ela explicou que a lotação inicial definida a partir da escolha dos professores é provisória e que, ao final do ano letivo de 2026, os profissionais poderão participar do remanejamento para definição da lotação definitiva. “A lotação inicial é provisória e, ao final do ano letivo de 2026, esses profissionais poderão participar do remanejamento para definir a permanência definitiva. Refizemos todo o planejamento para garantir primeiro o encaminhamento dos efetivos e, a partir do dia seguinte, a alocação dos temporários, sem nenhum tipo de conflito”. Áreas com maior demanda As convocações contemplaram diversas áreas do conhecimento, com destaque para língua portuguesa, atividades, educação física e artes. Também houve nomeações para língua inglesa, biologia, geografia, história, filosofia, física, química, ciências naturais e sociologia, entre outras. A professora de língua portuguesa Julia Silva, que escolheu a CRE do Guará, relatou a experiência de quatro anos como docente temporária e a motivação para a escolha. “Atuei como professora temporária desde 2022, e nos últimos anos trabalhei no Riacho Fundo e no Riacho Fundo II, o que ficava muito distante da minha casa. Por isso, optei pelo Guará, que é mais perto e proporciona uma qualidade de vida melhor, com uma rotina mais tranquila”, destacou. Julia Silva: “Pretendo trabalhar para que os alunos da escola pública tenham a oportunidade de chegar ao ensino superior e de construir um futuro acadêmico e profissional” Julia também ressaltou a satisfação em ingressar como professora efetiva e o compromisso com a formação dos estudantes da rede pública. “Gosto muito de dar aulas e acredito que a Secretaria de Educação é um ótimo lugar para trabalhar. Estou feliz com essa nomeação e com as melhorias na carreira. No ensino médio, pretendo trabalhar para que os alunos da escola pública tenham a oportunidade de chegar ao ensino superior e de construir um futuro acadêmico e profissional”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Inscrições para vagas remanescentes na rede pública de ensino estão abertas

Com o início do ano letivo de 2026 cada vez mais próximo, a Secretaria de Educação (SEEDF) dá início, nesta sexta-feira (16), ao período de inscrições para as vagas remanescentes. O prazo segue até a próxima terça-feira (20) e representa a oportunidade final para que novos estudantes ingressem na rede pública de ensino no início do ano letivo. O procedimento é destinado a pais ou responsáveis que perderam os prazos das chamadas anteriores ou que desejam solicitar a matrícula para estudantes que ainda não estão vinculados a alguma unidade escolar da rede. A inscrição é uma etapa indispensável para assegurar o planejamento das turmas e o acolhimento adequado de todos os estudantes. Pais e responsáveis devem ficar atentos ao prazo para garantir o ingresso de estudantes em unidades escolares da rede pública de ensino do DF | Foto: André Amendoeira/SEEDF A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação, Francis Ferreira, reforça que o acesso à educação é um direito fundamental e que a participação das famílias é crucial neste processo: “Esse período é decisivo para garantir que nenhuma criança fique fora da escola. É muito importante que mães, pais e responsáveis fiquem atentos aos prazos e realizem a inscrição dentro do cronograma estabelecido, evitando prejuízos ao ingresso dos estudantes na rede pública e garantindo a concretização desse direito”. Resultados e matrículas   Após a indicação da escola, os responsáveis devem comparecer à unidade escolar para efetivar a matrícula A divulgação dos resultados está prevista para o dia 27 deste mês. A secretaria ressalta que a consulta do resultado não finaliza o processo: após a indicação da escola, os responsáveis devem comparecer à unidade escolar para efetivar a matrícula, apresentando a documentação necessária no momento da confirmação. Para a confirmação da matrícula na escola indicada, é necessário apresentar a via original e cópia dos seguintes documentos: RG, Certidão de Nascimento ou outro documento oficial com foto; CPF do estudante; RG ou CNH do responsável legal; Comprovante de residência atualizado e/ou do local de trabalho, conforme indicado no ato da inscrição; Declaração Provisória de Matrícula ou histórico escolar; Duas fotos 3x4; Carteira de Vacinação, conforme Lei nº 6.345/2019; Comprovante de tipagem sanguínea e fator RH (Lei Distrital nº 4.379/2009); NIS - Número de Inscrição Social do Estudante; Laudo médico (para estudantes da Educação Especial). *Com informações da Secretaria de Educação  

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Alunos da rede pública do DF participam de projeto de satélite brasileiro

Estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal integram uma missão espacial brasileira que amplia a presença do país em órbita. Cerca de 30 alunos do ensino médio participaram diretamente do desenvolvimento de um satélite já lançado, que agora integra a constelação da Ideia Space, startup sediada em Brasília. A iniciativa faz parte do programa Desafio Espacial, voltado à formação científica e tecnológica de jovens da rede pública. A estudante do Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Gama Stephany Santana de Araújo, 17 anos, destaca que o interesse pelo projeto surgiu a partir do incentivo da escola e da curiosidade pela área espacial. “Fiquei sabendo desse programa por meio de um professor, que explicou como funcionaria e disse que seria uma ótima experiência. O que me motivou a me inscrever foi a curiosidade pela área, algo que eu já tinha interesse anteriormente”, relata. Estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal participaram diretamente do desenvolvimento de um satélite lançado em órbita no último dia 12 | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a aluna, a vivência permitiu o contato direto com conceitos científicos aplicados, aproximando o conteúdo estudado em sala de aula de desafios reais da tecnologia espacial. Ao longo do projeto, a estudante participou ativamente da concepção do satélite, e reforça a importância do trabalho coletivo no processo de aprendizagem. “Aprendi que a engenharia exige atenção a cada detalhe e que o trabalho em equipe é indispensável. Essa experiência confirmou que é nessa área que quero seguir”, afirma Stephany, que também deixa um recado aos próximos participantes: “Sejam persistentes, participem de cabeça. A ciência e a tecnologia abrem portas e podem mudar não só o nosso futuro, mas o de todos os que sonham”. A participação dos estudantes envolveu todas as etapas do projeto, desde a concepção até o planejamento da operação orbital. Com o apoio institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB), os alunos tiveram contato prático com áreas como engenharia, ciência de dados e sistemas espaciais, vivenciando uma experiência inédita no ambiente escolar do DF. Educação pública conectada ao espaço Para o fundador da Ideia Space, Leonardo Júlio Souza, a presença de estudantes da educação básica em uma missão real demonstra o potencial transformador da educação pública. “Estamos mostrando que o espaço pode ser um ambiente de aprendizado acessível e formador. Esses alunos participaram de um projeto completo, com impacto real, e isso amplia horizontes e perspectivas profissionais”, afirma o pesquisador. Equipe da startup Ideia Space, sediada em Brasília Leonardo avalia de forma positiva a perspectiva de ampliação do programa junto à rede pública em 2026, com foco no aumento do número de discentes atendidos e no envio de novos satélites desenvolvidos por alunos. “Já temos conversas em andamento para a renovação do projeto, com apoio da Agência Espacial Brasileira, e como somos uma empresa brasiliense, nosso objetivo é fazer de Brasília o local do país com mais satélites em órbita desenvolvidos por estudantes da rede pública”, afirma. A meta para 2026 é dobrar o número de participantes alcançados no último ano, quando mais de 500 alunos integraram o programa. “Nossa expectativa é passar de mil estudantes participantes, ampliar o número de bolsas remuneradas e manter pelo menos um satélite desenvolvido por alunos da rede pública em órbita, avançando para dois ou três lançamentos anuais nos próximos anos”, destaca o fundador da Ideia Space. Protagonismo estudantil e formação científica A egressa do ensino médio Rebecca Santos, 18 anos, destaca que a participação no programa representou um marco em sua trajetória acadêmica e pessoal. “O projeto abriu muitas portas, aumentou minha confiança, melhorou meu processo de estudo e me ajudou a enxergar com mais clareza o que quero para o meu futuro”, relata a estudante, que integrou a edição de 2025, quando ainda cursava o terceiro ano do ensino médio. Segundo Rebecca, a experiência foi decisiva para ampliar suas perspectivas profissionais e fortalecer o interesse pela área científica. Rebecca Santos, 18 anos, ex-aluna do SESI de Taguatinga, ressalta que a participação no programa representou um marco em sua trajetória acadêmica e pessoal Ao falar sobre as atividades formativas, a estudante ressalta a metodologia adotada no curso e o contato prático com a ciência espacial. “A forma como eles conectaram matérias da escola com a astronomia facilitou muito o aprendizado. A gente aprendia na teoria e já colocava em prática”, explica Rebecca, que também destaca a função social do satélite: “Ele vai ajudar no monitoramento de queimadas no DF, indicando focos de incêndio para apoiar agricultores, parques ecológicos e as autoridades, reduzindo os danos ao meio ambiente”. Além da missão educacional com alunos do DF, a constelação inclui satélites desenvolvidos por universidades brasileiras e iniciativas culturais, consolidando um modelo que alia educação, pesquisa e inovação. A atuação dos estudantes da rede pública do Distrito Federal destaca-se como um dos exemplos de como políticas educacionais e parcerias institucionais podem ampliar o acesso de jovens a áreas estratégicas do conhecimento. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Pdaf destina mais de R$ 241 milhões às escolas públicas do DF em 2025

O Programa de Descentralização de Recursos para Apoio à Manutenção e Modernização das Escolas (Pdaf) recebeu, em 2025, R$ 241,7 milhões destinados à manutenção, modernização e ao funcionamento de 708 escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal e 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs). Também foi no ano passado que a rede pública passou a contar de forma integral com o cartão Pdaf, ferramenta que facilitou a execução dos recursos e reforçou os mecanismos de controle e transparência dos gastos. Para 2026, a Secretaria de Educação (SEEDF) informa que já há previsão orçamentária de R$ 150 milhões em recursos do Tesouro do DF. Em anos anteriores, os valores também foram expressivos: cerca de R$ 230 milhões em 2024 e aproximadamente R$ 260 milhões em 2023, considerado o maior volume já executado pelo programa. Os recursos permitem que as escolas atendam necessidades de manutenção, façam pequenas reformas dentro dos limites de dispensa de licitação previstos na Lei nº 14.133, invistam em projetos pedagógicos e promovam melhorias nos ambientes escolares. No Centro de Ensino Fundamental 2 da Asa Norte, que atende mais de 400 alunos, os recursos do Pdaf têm sido utilizados para transformar o ambiente escolar. A diretora Viviane de Lima explica que o recurso garante maior autonomia à gestão escolar, ao permitir a compra de materiais didáticos e de pequenas reformas de forma ágil, conforme a necessidade da unidade. “Com o recurso disponível na conta da escola, é possível contratar a empresa e executar o serviço no momento adequado. Agora, com o cartão Pdaf, esse processo ficou ainda mais simples, trazendo mais serenidade e segurança para a gestão”, afirma. Para 2026, a Secretaria de Educação (SEEDF) informa que já há previsão orçamentária de R$ 150 milhões em recursos do Tesouro do DF | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Para a gestora, esse investimento impacta diretamente no processo de aprendizagem. Além disso, segundo ela, todas as decisões sobre o uso dos recursos passam pela comunidade escolar. Antes da execução, é elaborada uma ata de prioridades com a participação do conselho escolar e, após as intervenções, a escola realiza reuniões de prestação de contas e compartilha relatórios, vídeos e apresentações com as famílias. “A comunidade acompanha e sabe como o dinheiro público está sendo utilizado”, afirma. O diretor de Operacionalização e Execução do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira do Pdaf, Carlos Chiodi, ressalta que o programa não substitui o fornecimento centralizado da SEEDF. “Quando determinado item já é disponibilizado pela sede, como papel A4, por exemplo, a escola não pode adquiri-lo com recursos do programa. Dessa forma, o Pdaf atua como uma ferramenta de suplementação, permitindo atender demandas específicas que não são contempladas pelos contratos centralizados”, afirma.   A principal importância do programa, segundo ele, está na autonomia concedida às escolas. “Quem conhece a realidade da escola é o próprio diretor”, destaca. Isso permite que cada unidade invista em projetos pedagógicos próprios, melhorias estruturais, pintura artística, revitalização de salas de leitura, bibliotecas físicas ou digitais, sempre de acordo com o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola e com as decisões tomadas junto à comunidade escolar. Para este ano, Carlos destaca que os valores previstos podem ser suplementados ao longo de 2026, tanto por reforço do Tesouro quanto por emendas parlamentares. Assim, o montante final do Pdaf poderá variar em relação ao registrado em 2025, mas os recursos básicos já estão assegurados. Prestação de contas e transparência A importância do Pdaf vai além do repasse de recursos e se reflete diretamente na forma como o dinheiro público é acompanhado, registrado e fiscalizado. De acordo com a diretora de prestação de contas do programa, Mírcia Ribeiro, após a definição das prioridades em cada escola, a execução dos recursos ocorre de forma totalmente digital, por meio da plataforma EducaDF. O diretor de Operacionalização e Execução do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira do Pdaf, Carlos Chiodi, ressalta que o programa não substitui o fornecimento centralizado da SEEDF No sistema, os fornecedores são previamente credenciados e ficam aptos a prestar serviços ou fornecer materiais às unidades escolares. A escola acessa a plataforma, solicita o serviço ou material necessário e emite a ordem de serviço. Após a entrega e o pagamento, a prestação de contas é feita de forma pontual, ou seja, a escola presta contas exatamente do que foi investido. Após essa etapa, entra em funcionamento o sistema de prestação de contas, que foi modernizado em parceria com o Banco de Brasília (BRB). “Diferentemente do modelo antigo, a prestação de contas deixou de ser global e passou a ser pontual, ou seja, a escola presta contas exatamente daquilo que foi gasto”, destaca Mírcia. As informações, como notas fiscais, ordens de serviço e comprovantes bancários, são inseridas em um aplicativo desenvolvido pelo BRB e ficam disponíveis em um painel de controle, ao qual os gestores da Secretaria têm acesso para realizar a conciliação bancária e a análise dos dados. A diretora explica que essa mudança trouxe ganhos significativos em eficiência e controle. Até 2023, as prestações de contas eram feitas de forma física, com envio de grandes volumes de documentos às regionais de ensino e, posteriormente, à área central da Secretaria. Esse modelo gerava um acúmulo expressivo de processos e atrasos na análise. Além de dar mais agilidade ao processo, o novo sistema fortalece a rastreabilidade dos recursos. A SEEDF passou a contar com um banco de dados detalhado das aquisições feitas pelas escolas, o que contribui para o planejamento das ações da rede e amplia a transparência para a sociedade. “Uma nova plataforma, em desenvolvimento em parceria com o BRB e a Subsecretaria de Tecnologia da Informação, permitirá que pais e responsáveis acompanhem, em tempo real, como cada escola está utilizando os recursos públicos”, explica Mírcia. De acordo com a diretora de prestação de contas do programa, Mírcia Ribeiro, após a definição das prioridades em cada escola, a execução dos recursos ocorre de forma totalmente digital, por meio da plataforma EducaDF Na Escola Classe 308 Sul, que conta com 300 estudantes, a diretora Maria das Graças de Oliveira destaca que o Pdaf tem papel fundamental no dia a dia da unidade por garantir autonomia financeira e agilidade na resolução de demandas cotidianas. Segundo ela, o programa permite que a escola tenha recursos em caixa para atender necessidades imediatas, utilizando a plataforma EducaDF. “Hoje, se precisarmos de material de expediente, entramos no sistema, levantamos a demanda junto com servidores e professores, listamos os itens necessários e fazemos a solicitação diretamente”, explica. A diretora ressalta que o processo se tornou mais simples e eficiente, já que os fornecedores credenciados aparecem automaticamente no sistema, com contato disponível para diálogo direto. “A gente conversa, explica exatamente o que precisa, define a qualidade do material, porque não queremos produtos sem qualidade. O fornecedor entrega, a gente registra e faz o pagamento”, afirma. Com o EducaDF, segundo ela, não é mais necessário reunir diversos orçamentos ou certidões, já que toda a regularização dos fornecedores está integrada à plataforma, o que facilita significativamente a rotina da gestão escolar. Como funciona O Programa de Descentralização de Recursos para Apoio à Manutenção e Modernização das Escolas (Pdaf) é um programa complementar e suplementar de recursos para as escolas. O dinheiro chega às unidades de ensino por duas fontes: recursos do Tesouro do Distrito Federal e emendas parlamentares. No caso dos recursos do Tesouro, a distribuição é feita por meio de duas portarias anuais, publicadas no primeiro e segundo semestres, com base em um valor per capita calculado a partir do Censo Escolar do ano anterior. As emendas parlamentares têm caráter totalmente discricionário e são definidas pelos deputados distritais. Esses recursos chegam à Secretaria de Educação por meio do Sistema de Controle de Emendas Parlamentares (Sisconep) e são descentralizados às escolas por portarias específicas. Quando os limites são ultrapassados, os valores excedentes são destinados às Coordenações Regionais de Ensino correspondentes, sem prejuízo ao atendimento das unidades escolares indicadas. Atualmente, as escolas da rede pública contam com cartão Pdaf que começou a ser implementado em 2023, de forma piloto, na Coordenação Regional de Ensino de Ceilândia. Em 2024, a iniciativa foi ampliada para todas as regionais e, no segundo semestre do mesmo ano, passou a ser testada também em escolas das regionais de Brazlândia e do Núcleo Bandeirante. Já em 2025, o sistema foi expandido para toda a rede pública de ensino do Distrito Federal, contemplando todas as escolas aptas a utilizar o cartão. Integrado às plataformas EducaDF e ao sistema do Banco de Brasília (BRB), o cartão Pdaf funciona como instrumento de pagamento e controle dos recursos descentralizados. A ferramenta substituiu procedimentos anteriores, como a exigência de três orçamentos e o pagamento por cheque, consolidando em um único meio a execução, o registro e a fiscalização dos gastos realizados pelas unidades escolares.

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Educação pública do DF reduz fila de creches e leva alunos ao exterior em 2025

Escolas novas, ampliação de creches, estudantes no exterior e políticas voltadas à permanência escolar marcaram o ano de 2025 da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ao longo do ano, a Secretaria de de Educação do DF (SEEDF) consolidou ações para ampliar o acesso à educação, modernizar a infraestrutura e garantir mais oportunidades a estudantes e famílias. Entre os destaques estão a redução histórica da fila por uma vaga em creche pública, a criação do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo e o lançamento do Cartão Uniforme Escolar, que garante o acesso adequado de todos os estudantes da rede ao kit de sete peças de uniforme e fomenta a economia local. Um dos feitos da Secretaria de Educação em 2025 foi se aproximar mais de zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública | Foto: André Amendoeira/SEEDF Dentro da ampliação das escolas públicas do DF, o Governo do Distrito Federal trabalha desde 2019 para zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública. Em 2025, com a entrega e inauguração oficial de 9 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), com investimento de R$ 80,9 milhões, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 4,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento no próximo ano. "Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social. Quando garantimos uma vaga de qualidade, em tempo integral, estamos oferecendo dignidade para as famílias, segurança para as mães que trabalham e oportunidades iguais desde os primeiros anos de vida”, comemora a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O ensino regular também ganhou novas escolas. Foram concluídas seis unidades escolares, entre construções, reformas e reconstruções, com aporte de R$ 66,1 milhões. A rede recebeu blocos de salas de aula em 24 escolas, por meio de módulos educacionais, somando R$ 35,8 milhões em investimentos. Intercâmbio pelo mundo Ao garantir espaços novos, de qualidade e com segurança para que crianças e jovens estudem e se formem, o GDF aposta em uma formação de qualidade que abre portas no mundo acadêmico e profissional. A SEEDF lançou este ano o programa Pontes para o Mundo, com o objetivo de oferecer experiência internacional de ensino e inovação a estudantes da rede pública.  Alunos da rede pública de ensino do DF passaram 17 semanas em intercâmbio em países de língua inglesa, como Inglaterra e Escócia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasíla A seleção ocorreu por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório. O intercâmbio teve duração de 17 semanas, com participação em instituições de países de língua inglesa, como Inglaterra, País de Gales e Escócia. Os intercambistas da primeira edição concluíram a experiência com formatura realizada em novembro, marcando um passo importante na formação acadêmica e cultural. Uniforme para todos [LEIA_TAMBEM]Para fechar o ano, a Secretaria de Educação lançou o Cartão Uniforme Escolar, que vai garantir o acesso a uniformes para estudantes da rede pública e deve beneficiar cerca de 420 mil alunos, com investimento superior a R$ 120 milhões e a confecção de aproximadamente 3 milhões de peças. Cada estudante receberá R$ 282,99, por meio de cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB), para a compra do uniforme em estabelecimentos credenciados. O valor será concedido conforme o número de estudantes vinculados ao mesmo responsável legal. *Com informações da Secretaria de Educação

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Entrega do Cartão Uniforme Escolar começa no dia 22 

A Secretaria de Educação do (SEEDF) inicia, na próxima segunda-feira (22), a entrega do Cartão Uniforme Escolar aos estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino em 2025. O cartão, que poderá ser retirado até 21 de janeiro,  garante apoio financeiro, no valor de R$ 282,99 por aluno, para a compra do uniforme escolar. Para as famílias com mais de um filho matriculado, será emitido apenas um cartão por responsável familiar, com o valor total correspondente à soma dos créditos de cada estudante. A concessão do crédito será automática, desde que os dados cadastrais do aluno e do responsável estejam corretos e atualizados na unidade escolar. Entre as informações necessárias estão nome completo, CPF e data de nascimento do estudante, além dos dados do responsável legal. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus, orienta sobre o início da entrega do cartão e reforça a importância de acompanhar as informações oficiais divulgadas pela Secretaria de Educação: “Cada regional de ensino já está divulgando amplamente quais serão os seus locais de entrega, e é fundamental que as famílias acompanhem essas orientações”. Fernanda lembra que o acesso ao benefício exige atenção ao cronograma, que informa data, horário e local para a retirada do cartão, além do uso correto do recurso. “Para obter o cartão, os pais e responsáveis devem acessar os canais de atendimento pelo link do BRB, utilizando o CPF, para verificar o dia e o horário em que deverão comparecer”, orienta. Para ter acesso ao benefício, é importante manter atenção às datas e locais de retirada divulgados pela Secretaria de Educação | Foto: André Luiz/Ascom SEEDF A partir de 26 de janeiro, o valor do benefício estará disponível para a compra do kit de uniforme escolar, composto por sete peças, nas malharias credenciadas indicadas na página da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Entrega do primeiro lote O primeiro lote de cartões será disponibilizado por meio do site do BRB. Os locais de retirada podem ser consultados no site da Secretaria de Educação e em todos os canais oficiais de comunicação da pasta.  [LEIA_TAMBEM]No momento da retirada do cartão, o responsável deverá apresentar documento oficial com foto e CPF. O Cartão Uniforme Escolar poderá ser utilizado exclusivamente em lojas credenciadas para a venda de uniformes escolares. A lista de estabelecimentos autorizados será divulgada nos canais oficiais da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Mudança de escola Estudantes que mudarem de unidade escolar — até por causa da definição de vaga para o ano letivo de 2026 — também terão direito ao Cartão Uniforme Escolar, desde que a matrícula seja confirmada e os dados estejam atualizados no sistema da Secretaria de Educação. As informações oficiais sobre o programa, incluindo o cronograma de entrega, os locais de retirada e as orientações gerais, serão divulgadas e atualizadas continuamente nos canais oficiais da Secretaria de Educação e do BRB. Confira aqui locais e datas para a retirada do cartão.  *Com informações da Secretaria de Educação    

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Última turma do Pontes para o Mundo retorna ao Brasil após três meses no Reino Unido

A estudante Maria Fernanda Caldeira, de 17 anos, estava entre os 19 jovens que retornaram à capital na manhã deste domingo (7), após três meses de intercâmbio pelo programa Pontes para o Mundo. Emocionada, ela e os colegas viajantes falaram sobre suas experiências no exterior, os estudos e a saudade do Brasil. O reencontro com familiares e amigos foi acompanhado pela secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá. Apaixonada por dança e estudante do renomado NPTC Group of Colleges, no Reino Unido, Maria Fernanda contou que o período longe de casa trouxe amadurecimento, novas amizades e uma convivência calorosa com a família anfitriã. “Enquanto eu estava vivendo lá, parecia que o tempo passava devagar, por causa da saudade; mas agora, olhando para trás, sinto como se os três meses tivessem voado. Fiz amizades incríveis, especialmente na aula de dança, e minha host family me acolheu de um jeito leve e divertido. A gente passava horas conversando, criando uma rotina que fez toda a diferença. Foi uma experiência que eu vou levar para a vida”, disse. A jovem destacou que a vivência ampliou seus horizontes pessoais e acadêmicos, enquanto sua mãe, Luciana Caldeira, acompanhava tudo a distância, com o coração apertado, mas tranquila por saber que a filha estava feliz e bem acolhida. “A Maria Fernanda já viaja muito por causa das competições de dança, então conseguimos lidar bem com a distância, apesar da saudade. Falávamos praticamente todos os dias por vídeo, e ver a felicidade dela lá fora deixava meu coração em paz. Se depender de mim, ela volta para estudar no exterior amanhã; eu apoio de olhos fechados”, afirmou. Maria Fernanda foi recebida pela mãe, Luciana Caldeira, no Aeroporto Internacional de Brasília após três meses de intercâmbio no Reino Unido | Fotos: Ícaro Henrique/SEEDF Reencontro O retorno dos estudantes trouxe clima de festa ao Aeroporto Internacional de Brasília, com famílias e amigos à espera, cartazes, flores e muitos abraços. Entre eles estava Jairo Santos, pai de Ana Clara, 16 anos, que acompanhou a distância os três meses da filha na Inglaterra. Protetor, ele admitiu que a preocupação deu lugar ao orgulho ao ver o amadurecimento da jovem, que enfrentou desafios, cuidou de si e voltou para casa mais independente. “No começo, bate aquela preocupação de pai protetor, né? A gente fica longe, sem saber o que pode acontecer. Mas, ao mesmo tempo, era o sonho dela, e com sonho a gente não brinca. Ela se dedicou, estudou e conquistou essa oportunidade pelo próprio mérito. Ver que conseguiu se virar, até quando ficou doente, me enche de orgulho.” Entre os estudantes que viveram intensamente os três meses de intercâmbio está Igor Pereira dos Santos, 17, que realizou o programa no País de Gales. Ele contou que a experiência e a convivência com a família anfitriã foram marcantes e transformadoras. “Ficar no País de Gales foi uma das melhores experiências da minha vida. Minha host family me acolheu como se eu fosse da família e me ensinou a olhar o mundo de um jeito mais amplo. Os estudos também fizeram muita diferença, porque pude conhecer outras formas de aprender e me desafiar. Quero muito voltar para continuar meus estudos lá. Esse intercâmbio abriu portas que eu nem imaginava”, declarou. Igor Pereira dos Santos, intercambista: "Ficar no País de Gales foi uma das melhores experiências da minha vida. Quero muito voltar para continuar meus estudos lá. Esse intercâmbio abriu portas que eu nem imaginava" Para Hélvia Paranaguá, a volta da última turma simbolizou o fechamento de um ciclo vitorioso. “A chegada dessa última turma simboliza o encerramento de um ciclo muito vitorioso. Acompanhar o desembarque e ouvir cada estudante sobre sua experiência no exterior é gratificante e mostra que o programa funciona e vale a pena. Estou muito feliz”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A secretária falou ainda sobre os próximos passos do Pontes para o Mundo: “O programa é um verdadeiro sucesso. Estamos trabalhando para que, em 2026, mais alunos possam vivenciar essa experiência. Nossa meta é ampliar o número de participantes, passando dos atuais 101 para 400 alunos, e não apenas no Reino Unido, mas também em outros países, como Espanha, Canadá e Japão. Ano que vem traremos mais detalhes. Vai ser incrível”. O Pontes para o Mundo é um programa de intercâmbio educacional executado pela Secretaria de Educação (SEEDF), que oferece a estudantes da rede pública do DF a oportunidade de vivência internacional. A primeira edição ocorreu entre setembro e dezembro de 2025, no Reino Unido, onde os alunos selecionados foram direcionados para diferentes colleges na Inglaterra, País de Gales e Escócia. Para transformar a iniciativa em um programa permanente, a pasta encaminhará um projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Alunas do CEM Urso Branco são medalhistas na Olimpíada de Geografia

Em uma conquista especial para a educação pública do Distrito Federal, as alunas Isabela Santos de Almeida, de 16 anos, e Isadora da Silva Brito, 17, do segundo ano do ensino médio do Centro de Ensino Médio (CEM) Urso Branco, no Núcleo Bandeirante, conquistaram medalhas de bronze na 10ª fase nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG). É a primeira vez que a escola alcança medalhas na etapa nacional da competição. O evento, realizado em Campinas (SP) entre os dias 25 e 28 de novembro, reuniu aproximadamente 190 estudantes de todo o Brasil, representando 67 equipes. As alunas do CEM Urso Branco ficaram entre os 100 melhores competidores do país, garantindo a medalha de bronze. As estudantes do CEM Urso Branco ficaram entre os 100 melhores competidores do país, conquistando a medalha de bronze | Foto: Giordano Bazzo/SEEDF A jornada até Campinas A viagem contou com o apoio do Governo do DF, que custeou as passagens e parte da hospedagem, além do suporte do Sindicato dos Professores (Sinpro) e da própria escola, que organizou uma campanha de arrecadação para complementar os recursos. “Dedicamos tempo aos estudos para nos prepararmos. A professora compartilhou conosco os conteúdos, e cumprimos nossas responsabilidades da melhor forma possível”, relatou Isabela Santos de Almeida. [LEIA_TAMBEM]Além das provas, as alunas também aproveitaram para conhecer a cidade, visitando o parque e o bairro do Taquaral. “Adoramos conhecer pessoas de diversas regiões do Brasil. Fizemos amizades, especialmente com o pessoal do Espírito Santo (ES) e do Norte”, completou Isabela. Desafios Durante três dias, as alunas enfrentaram diferentes modalidades de avaliação. No primeiro dia, pela manhã, fizeram uma prova escrita sobre temas da atualidade, meio ambiente, COP30 e conflitos políticos. À tarde, realizaram uma segunda etapa, voltada à cartografia e à interpretação de mapas. No dia seguinte, participaram de um teste de múltipla escolha em vídeo, com o tempo cronometrado. “Inicialmente, não consegui acreditar. Quando anunciaram meu nome para a medalha de bronze, fiquei em choque. Meu corpo tremia”, recordou Isabela. “Logo depois, anunciaram o nome da Isadora também, e fiquei extremamente feliz por conquistarmos as medalhas juntas.” Para Isadora da Silva, o aspecto mais marcante foi a convivência. “Construímos uma conexão que transcendeu o ambiente escolar. Estabelecemos laços de amizade e confiança. Foi uma experiência muito rica.” O esforço coletivo foi essencial para viabilizar a participação das alunas na etapa nacional da olimpíada; da esquerda para a direita: Ilka Lima Hostensky, Isadora da Silva Brito, Dreithe Thiago Ribeiro e Isabela Santos de Almeida Preparação O sucesso foi resultado do trabalho consistente conduzido pela professora Ilka Lima Hostensky, que atua há 26 anos na rede pública. “Fizemos um grupo de estudos, elas se dedicaram, e o resultado foi maravilhoso”, destacou a educadora. A professora ressaltou a importância da conquista. “É uma forma de transformar a vida desses alunos, mostrar que existe educação pública de excelência, ampliar horizontentes, incentivar desafios e abrir portas.” Ilka enfatizou que o resultado é fruto de esforço coletivo. “Nenhum evento que a gente participa é feito por uma pessoa só. Sem o apoio da gestão, dos colegas dos professores e da coordenação, não teríamos conseguido.” Apoio institucional fundamental O diretor do CEM Urso Branco, Dreithe Thiago Ribeiro, reforça o papel da escola para os resultados atingidos pelas estudantes. “Para esses alunos talentosos, a estrutura de suporte oferecida é crucial. Sem ela, suas conquistas não seriam possíveis. Quando ficamos sabendo da classificação, virou festa aqui. Elas viraram celebridades, todo mundo quer saber como foi”, comemorou Dreithe. Olhando para o futuro, as alunas já planejam novas participações. “Gostaríamos de participar novamente e chegar à fase nacional mais uma vez. Penso também em competir nas Olimpíadas de História, mas meu foco principal continuará sendo Geografia”, revelou Isadora. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Novo CEM 10 de Ceilândia encerra primeiro ano letivo em prédio reconstruído após quase uma década fechado

O Centro de Ensino Médio (CEM) 10, no Setor P Sul, em Ceilândia, encerra em 2025 o primeiro ano letivo desde sua reabertura. A volta dos estudantes ao prédio reconstruído e inaugurado em fevereiro pelo governador Ibaneis Rocha mudou a rotina da comunidade escolar. Agora, cerca de 850 alunos frequentam diariamente um espaço moderno, seguro, próximo de casa e equipado para apoiar o ensino-aprendizagem. Interditado em 2016 por problemas estruturais e funcionando desde então em uma escola provisória, o CEM 10 tinha limitações severas: salas inadequadas, falta de equipamentos, ausência de espaços de atendimento especializado e deslocamentos diários de ônibus que afetavam o desempenho dos estudantes. Para além da infraestrutura nova, moderna e tecnológica, o retorno ao prédio original reformado devolveu também dignidade, motivação e pertencimento à comunidade da região. Os alunos do CEM 10 de Ceilândia encerraram o primeiro ano letivo na nova escola, que agora oferece um espaço moderno, seguro e próximo de casa | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O supervisor pedagógico do colégio, Luiz Carlos Camargo Oberst, explica o impacto da mudança desde o primeiro dia do ano letivo: “A gente estava na escola provisória no Setor de Indústria, que tinha uma estrutura bem precária, bem provisória mesmo. Poucas salas de aula, poucos recursos para atender os alunos. Todos os dias precisava de um transporte para levar os alunos, e isso gerava muito custo para o governo também”. Para ele, o impacto do novo prédio vai além da estética: “A gente recebeu equipamentos, carteiras novas, estrutura administrativa também, uma mesa com computador para que a gente possa trabalhar, que eram coisas básicas que a gente nem tinha.” Agora com televisões, projetores, ventilação e espaços climatizados, a escola garante uma nova relação com o estudante. “Os alunos passam a ter uma noção maior de pertencimento. Essa escola é a escola deles, da comunidade deles. Lá na provisória não havia isso, porque eles sabiam que era algo temporário”, defende. Depois de ser totalmente reformado, o CEM 10 de Ceilândia passou a oferecer televisões, projetores, ventilação e espaços climatizados Mais estrutura no ensino Para a aluna do 3º ano, Bianca Cartagenes Diniz, de 18 anos, a diferença é evidente. “Constantemente tinha muita goteira, faltava luz. A sala era um pouco escura também. Isso atrapalhava bastante os nossos estudos. A minha sala era muito cheia, e agora são menos alunos porque temos mais turmas. Ficou bem dividido”, compartilha. “Eu me sinto confortável aqui”, elogia Bianca. “Depois que eu vim pra cá, eu achei que absolutamente tudo melhorou, já que aqui os professores têm mais liberdade para poder ensinar”, conclui. Bianca Cartagenes Diniz, aluna do 3º ano: "Depois que eu vim pra cá, eu achei que absolutamente tudo melhorou, já que aqui os professores têm mais liberdade para poder ensinar" Nathalia Ivonete Leite Dantas, também do 3º ano, recorda as dificuldades na escola provisória: “Eu tinha que acordar muito cedo para pegar o ônibus. Lá dava sensação de mal-estar, por causa da estrutura. Era desconfortável. Eu chegava cansada e não tinha ânimo para estudar, a estrutura também não me estimulava”. Essa realidade mudou com a reabertura do CEM 10, que trouxe novas perspectivas para a aluna: “Eu fiquei mais animada. É mais confortável ficar nessa escola do que na outra. O que eu mais gosto daqui é que é tudo muito colorido, tem muito espaço e recursos para a gente”. A estudante Nathalia Ivonete Leite Dantas está feliz com o novo espaço: "É mais confortável ficar nessa escola do que na outra. O que eu mais gosto daqui é que é tudo muito colorido, tem muito espaço e recursos para a gente" Entregas aguardadas pela comunidade O novo prédio reúne 32 turmas distribuídas nos turnos matutino e vespertino. A escola agora comporta laboratórios, espaços pedagógicos adequados, sala de recursos, áreas de convivência e infraestrutura tecnológica que não existiam na instalação provisória. A reabertura do CEM 10 integra um ciclo amplo de investimentos na rede pública de ensino do Distrito Federal. Somente em 2025, o GDF destinou R$ 101,1 milhões para obras inauguradas ao longo do ano, incluindo construções e reconstruções, reformas e ampliações. Ainda de acordo com a Secretaria de Educação, 17 escolas foram entregues em 2025, e a previsão é de que 28 novas obras sejam concluídas até o fim de 2026, fortalecendo ainda mais a estrutura educacional.

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Professor da rede pública do DF quebra recorde de três décadas com ouro no Sul-Americano de Atletismo

A educação pública do Distrito Federal ganhou destaque internacional no Campeonato Sul-Americano de Atletismo Master, realizado entre os dias 24 e 30 de novembro, em Santiago, no Chile. O professor Wellington Luiz Silva de Souza, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Ponte Alta do Gama, conquistou o ouro na marcha atlética e estabeleceu uma marca histórica. O professor Wellington Souza, do CEF Ponte Alta do Gama, exibe a medalha de ouro conquistada no Chile | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF Convocado pela Associação Brasileira de Atletismo Master (Abram), o educador disputou as provas de cinco e dez quilômetros. O retorno a Brasília, neste domingo (30), foi marcado por emoção e reconhecimento. Wellington foi recebido no aeroporto pela secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, em uma celebração que destacou não apenas as medalhas, mas também seu feito inédito. "Não pude deixar de vir recepcionar nosso atleta, que já venceu diversas competições e leva o nome da educação do Distrito Federal para o mundo. É um exemplo de dedicação que inspira não apenas os colegas professores, mas principalmente nossos estudantes, mostrando que esporte e educação caminham juntos para grandes conquistas", ressaltou Hélvia Paranaguá. [LEIA_TAMBEM]A participação do docente no Chile foi coroada com um feito impressionante. "Em Santiago, participei de duas provas e bati o recorde brasileiro que estava há 30 anos sem ninguém conseguir bater", relatou Wellington. A conquista reafirmou a qualidade técnica do profissional que atua diariamente nas escolas da rede pública. "Foi muito bom saber que hoje sou o melhor da América do Sul nos dez quilômetros e que bati o recorde brasileiro na marcha atlética. É uma felicidade total. Fui na expectativa de ganhar, mas não esperava um resultado tão positivo assim", comemorou o atleta. Wellington também fez questão de ressaltar o apoio institucional recebido para viabilizar sua jornada. "Gostaria de agradecer à Secretaria de Educação por ter oportunizado a participação nesta competição. Só tenho gratidão a todos vocês que estão valorizando o profissional da educação", afirmou. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, recepcionou o professor no desembarque em Brasília Legado de família O exemplo de Wellington ultrapassou os muros da escola e se reflete dentro de casa. A filha Gabriela Beatriz Barros, 15 anos, segue seus passos na marcha atlética e já soma conquistas como os títulos de campeã brasileira sub-18 e sub-16, além de participações nos Jogos da Juventude. “Desde pequena vejo meu pai marchando e competindo. Sempre o admirei e queria ser como ele. Comecei a praticar a marcha, ele é meu técnico e está sempre presente”, contou a jovem atleta. Aos 15 anos, a estudante Gabriela Beatriz segue os passos do pai, acumulando títulos de campeã brasileira sub-16 e sub-18 Para Gabriela, ver o pai alcançar o topo do pódio internacional foi a validação de um esforço construído em conjunto. “É muito emocionante saber que alguém tão próximo está em um nível tão alto. A gente sempre treina junto, faz rodagem, e é muito gratificante ver nosso trabalho dando frutos”, completou. O feito de Wellington Luiz Silva de Souza no Chile agora serve de combustível para inspirar os alunos do CEF Ponte Alta do Gama, provando que a disciplina ensinada na quadra de esportes pode quebrar barreiras e recordes internacionais. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Concurso Sabor de Escola anuncia finalistas e cardápio natalino para alunos da rede pública

Está chegando a grande final do Sabor de Escola. Nesta semana, oito merendeiros foram escolhidos como finalistas, com as melhores receitas da competição. Os cozinheiros das Coordenações Regionais de Ensino (CREs) de Santa Maria, Planaltina, Paranoá, Taguatinga, Guará, Núcleo Bandeirante, Ceilândia e São Sebastião garantiram a sonhada vaga para a final do concurso, que acontecerá no dia 15 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Um dos finalistas da competição, Joedson dos Santos, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) Cerâmica São Paulo, em São Sebastião, sorria com os olhos diante da conquista. Com um prato praiano, composto por filé de tilápia grelhado ao molho de moqueca, servido com arroz molhado ao leite de coco, o merendeiro comemorou: “Estou feliz demais! Mais uma vez passei em outra fase. Glória a Deus! Estou forte e preparado para a próxima", celebrou.  Com torcida organizada, o CEF Cerâmica São Paulo levou alegria e até instrumentos de percussão para apoiar o “tio Joedson”. A estudante Ramila Macedo, 12 anos, comemorou animada. “Estava torcendo muito para ele ganhar e, com fé em Deus, ele ganhou. Gosto muito da comida dele! Amo o arroz com carne moída e a canjica, que é maravilhosa e tem o toque especial dele", disse.  Um dos finalistas, Joedson dos Santos, apresentou a receita de filé de tilápia ao molho de moqueca | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Destaque  Com o maior número de inscritos no Sabor de Escola desta edição, Ceilândia classificou a finalista Marli Pereira, da Escola Classe (EC) 15 de Ceilândia. Ela apresentou o prato Joia Assada, composto por peixe ao molho, assado no forno, gratinado com queijo e batata, acompanhado de arroz branco e salada tropical. Com 15 anos dedicados à merenda escolar, Marli se emocionou com a vitória. “Estou muito feliz, com uma expectativa enorme para a final. Deus já nos abençoou e vai continuar abençoando. É um misto de emoção o que eu sinto, como se fosse a coroação desses 15 anos como merendeira! Fazer o que a gente ama e poder ser reconhecida pelo Sabor de Escola é bom demais.” O coordenador da CRE Ceilândia, Vinícius Bürgel, se alegrou ao ver a regional bem representada por Marli. “Eu já sabia que nós íamos chegar à final. A gente acompanha as merendeiras de perto, nossa Unidade de Alimentação e Nutrição Escolar (Uniae) é muito presente. Recebemos semanalmente fotos dos pratos. É fantástico o que elas fazem. Uma finalista é pouco pra gente. Ceilândia está de parabéns!”, declarou. Premiações Os oito finalistas já são vencedores, com prêmios que vão de R$ 4 mil a R$ 15 mil. As três escolas finalistas também serão contempladas com reformas e novos utensílios para modernizar suas cozinhas. Os merendeiros serão presenteados com o dólmã (jaleco de chef) oficial personalizado do concurso, troféu exclusivo de finalista, certificado especial, participação em vídeo institucional e minidocumentário, inserção da receita no livro oficial da edição, voucher gastronômico, homenagem estudantil, participação em eventos oficiais da SEEDF e parceiros, além de uma placa comemorativa para a unidade escolar finalista. Cardápio natalino escolar Na penúltima etapa, realizada na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), também foi anunciada a novidade da Secretaria de Educação do Distrito Federal para este final de ano: o cardápio natalino para todos os estudantes da rede pública. Uma ceia especial será oferecida aos alunos para marcar o fim do ano com carinho e sabor. Oito merendeiros foram selecionados para a grande final da competição no próximo dia 15 No concurso, estão classificados os semifinalistas: Karlene Pereira Moreira, da Escola Cora Coralina, no Paranoá. Receita: Quibe de abóbora com creme de inhame; Mislene Máximo dos Santos Rodrigues, do CEF Cerâmicos Reunidos Dom Bosco, em Planaltina. Receita: Chilli Escola; Joedson dos Santos, do CEF Cerâmica São Paulo, em São Sebastião. Receita: Filé de tilápia grelhada ao molho de moqueca; Cristiane Nogueira de Oliveira, do CEF 201 de Santa Maria. Receita: Filé de peixe com purê de inhame e molho verde; Andreia Medeiros Verde Lima, do CEF Metropolitana, no Núcleo Bandeirante. Receita: Arroz carreteiro cremoso com lombo suíno e legumes salteados; Maria Cristina de Carvalho Ferreira, da EC 08 do Guará II. Receita: Tropeiro Kids; Francisca Nunes Alecrim, do CEF 12 de Taguatinga. Receita: Canjica de frango; Marli Pereira Bueno de Souza, da EC 15 de Ceilândia. Receita: Joia Assada. *Com informações da Secretaria de Educação

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Delegação do DF estreia com medalha no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares

A delegação do Distrito Federal começou com destaque sua participação no segundo bloco das Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas na capital paulista. Em um dia marcado por superação, técnica e espírito esportivo, os estudantes-atletas do DF conquistaram resultados expressivos e mostraram a força da rede pública. O grande momento veio no tatame, quando o estudante Patrick Araujo, 12 anos, da Escola Classe Paraná (Planaltina), garantiu a medalha de prata no judô, colocando o DF no pódio logo na estreia das competições. “Eu estou muito feliz com a minha medalha”, comemorou Patrick. Patrick Araujo, estudante de Planaltina, conquistou a primeira medalha da delegação do DF no segundo bloco da competição | Foto: Fernanda Feitoza/SEEDF Na natação, os representantes do DF tiveram atuações consistentes e festejaram a melhora de seus tempos, resultado direto de meses de preparação intensa. A evolução das marcas individuais reforça o potencial do grupo para os próximos dias de competição. “Estou bastante satisfeita porque consegui baixar minha marca e estou curtindo muito estar aqui“, declarou a nadadora Júlia Moura, 13 anos. Os atletas da bocha, do tênis de mesa e do parabadminton também estrearam com vitória, dando ao DF um início promissor nas três modalidades. As disputas foram equilibradas, mas os estudantes demonstraram foco e confiança para alcançar as primeiras conquistas. [LEIA_TAMBEM]“Eu fui a primeira atleta do DF a jogar (parabadminton) hoje e comecei vencendo. Estou muito feliz!”, celebrou Evelyn Andrade, 16 anos, estudante do CEM 01 do Riacho Fundo. Seu parceiro de equipe, David Lima, 15 anos, do Centro Olímpico de Samambaia, também estreou com vitória no parabadminton. “Eu joguei contra um atleta do Espírito Santo e consegui vencer“, comentou. No futebol PC (paralisia cerebral), o time do Distrito Federal entrou em quadra mostrando entrosamento, garantindo a vitória expressiva por 5 x 0, logo no primeiro confronto, contra o Pará. As competições seguem até sexta-feira (28), e a delegação do DF está confiante de que irá ampliar o número de medalhas. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Educação financeira ganha destaque na segunda edição do workshop Futuro em Conta

A Secretaria da Juventude do Distrito Federal (Sejuve-DF) realizou, nessa quarta-feira (19), a segunda edição do Futuro em Conta, um workshop de educação financeira voltado para jovens de 15 a 18 anos da rede pública de ensino. O encontro reuniu mais de 500 participantes no Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada e foi conduzido pelo secretário da Juventude, André Kubitschek, que ressaltou a importância da formação financeira e do empreendedorismo para os jovens brasilienses. “O Futuro em Conta une três pilares de suma importância: finanças, empreendedorismo e propósito. Todo mundo pode começar, independentemente de quanto tem hoje. Aproveitem a oportunidade deste workshop para adquirir conhecimento e desenvoltura financeira com os melhores profissionais do ramo”, recomendou André Kubitschek. Segunda edição do Futuro em Conta recebeu mais de 500 estudantes da rede pública do DF interessados em aprender sobre educação financeira e empreendedorismo | Foto: Divulgação/Sejuve-DF O treinamento contou com a presença da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, que enfatizou a relevância de iniciativas que promovem autonomia e preparação para o futuro da juventude brasiliense. Ela relembrou sua trajetória na escola pública para inspirar os jovens e incentivou o empreendedorismo digital, destacando áreas como comunicação e videomaker, que oferecem excelentes oportunidades e remuneração. Por fim, destacou que acreditar em si mesmo, estudar sempre e manter a fé são pilares fundamentais do sucesso, concluindo com o conselho bíblico de honrar pai e mãe como caminho para a prosperidade. [LEIA_TAMBEM]Lançado em outubro pela Sejuve-DF, o Futuro em Conta tem como objetivo fortalecer as competências financeiras dos jovens do Distrito Federal, oferecendo conteúdos práticos sobre planejamento financeiro, consumo consciente, orçamento pessoal, poupança, empreendedorismo e definição de metas econômicas. Na primeira edição, realizada em 24 de outubro, 200 jovens participaram do curso e receberam certificados emitidos pela Voga Investimentos. A certificação será replicada para os mais de 500 participantes presentes na quarta-feira. A próxima edição da iniciativa deve ampliar ainda mais o alcance, reunindo cerca de 1.000 jovens. *Com informações da Secretaria da Juventude (Sejuve-DF)

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Medalha Anísio Teixeira celebra trajetória de 603 profissionais

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) entregou, nesta sexta-feira (14), a Medalha Mérito GDF Educação Anísio Teixeira. O evento, no auditório da Eape, homenageou 603 servidores e os cidadãos por méritos e excepcionais serviços prestados à rede pública de ensino do DF. "A gente precisa mudar uma nação, e não se muda uma nação sem passar pela educação" Celina Leão, vice-governadora A medalha representa a mais alta condecoração do órgão formulador das diretrizes educacionais da capital federal. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, representou o governador Ibaneis Rocha na cerimônia e destacou a importância do reconhecimento. “A medalha prestigia as pessoas que nos ajudam nessa área, que para mim é uma das principais do nosso governo: a educação pública. A gente precisa mudar uma nação, e não se muda uma nação sem passar pela educação. Estamos trabalhando nesse avanço todos os dias, construindo novas escolas, entregando creches, ampliando a nossa rede de atendimento, sempre com foco em educação de excelência e qualidade”, afirmou. A vice-governadora ressaltou, ainda, que o DF conta com os melhores profissionais de educação do Brasil: “Muitas pessoas foram escolhidas porque realmente fizeram a diferença na educação. Cada uma delas tem uma ação específica, uma trajetória, um olhar pela nossa educação pública”. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, enfatizou o legado de Anísio Teixeira. “Essa cerimônia representa o reconhecimento do compromisso e da dedicação de centenas de profissionais que construíram e continuam construindo a educação pública do Distrito Federal. A medalha carrega o nome de um dos maiores educadores brasileiros, responsável por idealizar o sistema educacional de Brasília. Homenagear esses servidores e cidadãos é valorizar quem acredita na transformação pela educação”, declarou.  Homenageados A medalha reconhece o compromisso e a dedicação de centenas de profissionais que construíram e continuam construindo a educação pública do DF | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Entre os agraciados, a servidora Natanry Ludovico Lacerda Osório relembrou a participação direta na história da educação da capital. “Minha contribuição começou em 1959, quando fui contratada por Israel Pinheiro e alfabetizei a primeira turma de candanguinhos em Taguatinga. Já em 1960, fui transferida para a escola Caseb, onde fui oficialmente contratada pelo GDF. Tive a honra de alfabetizar a primeira turma de brasilienses na Escola Classe 308, dentro da proposta de ensino integral e educação inclusiva criada por Anísio Teixeira", relatou. [LEIA_TAMBEM]Agraciada com a medalha, Maria Cristina Mendes Gomes Machado, que concluiu o magistério na Escola Normal de Brasília em 1981, ressaltou a emoção especial de receber a medalha na Eape, onde iniciou sua trajetória. Após tomar posse em 1999, trabalhou na Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Samambaia, onde atua há 27 anos, participando de projetos como o Professor Nota 10 e do Programa Nacional de Alimentação Escolar. Atualmente, Cristina atua como coordenadora da Regional e dedicou a medalha a toda a equipe. Sobre a medalha A Medalha Mérito GDF Educação Anísio Teixeira foi instituída por meio do Decreto nº 44.620, de 13 de junho de 2023. A homenagem leva o nome de Anísio Spínola Teixeira, nascido em 12 de julho de 1900, criador e diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP). Com Darcy Ribeiro, idealizou a Universidade de Brasília, sendo reitor até 1964. Implantou o modelo de educação inovadora do Distrito Federal, tendo como destaque o conjunto Escola Parque/Escola Classe, reconhecido pela contribuição para a democratização da educação. Confira o Diário Oficial do Distrito Federal com todos os agraciados desta edição *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Ex-aluno da rede pública do DF reencontra professora 25 anos depois para agradecer por lição de vida

Em meio às 265.066 manifestações recebidas pela Ouvidoria do Governo do Distrito Federal até o mês de outubro, uma, em especial, chamou a atenção da equipe da Ouvidoria da Secretaria de Educação do DF (SEEDF). No mês em que se celebra o Dia do Professor, um ex-aluno da rede pública de ensino procurou uma professora para agradecer pelas lições ensinadas para além das matérias lecionadas.  O ex-aluno da Escola Classe (EC) 45 de Taguatinga, Bruno José Santos, hoje com 33 anos, buscou a Ouvidoria do GDF para fazer um elogio à professora Valeni Valéria Marçal de Aguiar. Na carta, Bruno relembra um episódio que carrega consigo há 25 anos. Recém-chegado à turma, ele enfrentava dificuldades com operações básicas de matemática, e depois de ser ridicularizado por um colega de classe, a professora Valeni não hesitou em agir.  Bruno José Santos elogiou a atitude que Valeni Valéria de Aguiar teve com ele há 25 anos: "Nessa época, eu entendi mais claramente a importância de um professor na vida dos alunos. Não se trata apenas do ensino das matérias. Envolve a habilidade de identificar fraquezas da criança e de dar suporte para a melhoria de seu aprendizado" | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF A intervenção foi além de simplesmente defender o aluno. Valeni dedicou tempo para ensinar o método que ele ainda não dominava. “Essa é uma história de que me lembro com bastante carinho, pois foi algo que me marcou verdadeiramente. Nessa época, eu entendi mais claramente a importância de um professor na vida dos alunos. Não se trata apenas do ensino das matérias. Envolve a habilidade de identificar fraquezas da criança e de dar suporte para a melhoria de seu aprendizado; de abrir o caminho para que esse aluno possa andar com os seus próprios passos, sendo que vai auxiliá-lo, ao mesmo tempo, a sentir-se inserido no ambiente que o cerca”, escreveu Bruno no elogio.  Tocados pela sensibilidade da carta, a equipe da Ouvidoria da SEEDF mobilizou-se imediatamente para promover o encontro dos dois e repassar o elogio à professora aposentada atualmente.  O reencontro  Hélvia Paranaguá ressaltou que a história de Bruno e Valeni "é uma prova real do poder transformador da educação pública e da importância do professor" No mesmo palco da história relembrada por Bruno, a EC 45 de Taguatinga, os dois se reencontraram na última sexta-feira (24). O ex-estudante é servidor público do Tribunal de Contas do Estado de Goiás atualmente e trabalha com auditoria de controle externo. Valeni destacou o sentimento de gratidão pelo reconhecimento: “Estou emocionada e lisonjeada com essa homenagem recebida. Lecionei por 31 anos e passei por três escolas públicas e sempre busquei levar lições aos alunos para que se tornassem boas pessoas”.  [LEIA_TAMBEM]Bruno foi marcado pelas lições da professora. “Eu tinha 8 anos quando isso aconteceu, mas a partir dessa experiência, sempre segui meu caminho acreditando que a educação é a chave de abertura para muitas portas na vida e o instrumento necessário para seguir pelo caminho correto. E não me arrependi de maneira alguma! A educação foi e continua sendo um pilar essencial de tudo o que já conquistei em minha vida até então”, disse Bruno. Presente no momento da homenagem, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou que a história de Bruno e Valeni exemplifica o verdadeiro papel do educador na formação cidadã. “Essa história é a de muitos estudantes da rede pública que tiveram as vidas marcadas positivamente por um professor. É uma prova real do poder transformador da educação pública e da importância do professor”, destacou a secretária. *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Rede pública de ensino promove eleições para Gestão Democrática 2025 

A rede pública de ensino do Distrito Federal vivenciou um dia crucial para a participação comunitária, na quarta-feira (22), com as eleições para a gestão democrática 2025. O pleito ocorreu em 251 unidades escolares, para preencher vagas remanescentes e garantir a representatividade. Desse total, 239 escolas elegeram somente conselheiros escolares, duas unidades votaram apenas para a chapa (diretor e vice) e dez elegeram representantes para ambas as instâncias, assegurando que nenhuma unidade fique sem uma equipe gestora à frente das decisões. Profissional da Educação vota na gestão democrática | Foto: André Amendoeira/SEEDF “O bacana é essa discussão sobre a escola, a participação de todos os segmentos, as pessoas se interessarem, ter os candidatos que fazem suas campanhas, conversam com os alunos, conosco da direção, com os diversos segmentos” Eliel de Aquino, diretor do CEDM 2 de Ceilândia A Gestão Democrática é um instrumento-chave na construção coletiva do ambiente de ensino. Por meio desse exercício, a comunidade escolar tem a oportunidade de discutir projetos, ideias e estabelecer um diálogo amplo com os diversos segmentos que compõem a escola. Esse engajamento é importante para encontrar soluções para desafios e promover a melhoria contínua, tanto do espaço físico quanto das estratégias de aprendizagem. O diretor do Centro de Ensino Médio (CEM) 2 de Ceilândia, Eliel de Aquino, que está em seu segundo mandato desde 2019, avalia o processo como vital para a saúde da escola. “Sem dúvida, é um momento ímpar”, aponta. “O bacana é essa discussão sobre a escola, a participação de todos os segmentos, as pessoas se interessarem, ter os candidatos que fazem suas campanhas, conversam com os alunos, conosco da direção, com os diversos segmentos. E aí, torna-se uma coisa muito viva dentro da escola”. CELs e o conselho escolar Para que todo o processo eleitoral transcorra, a atuação das comissões eleitorais locais (CELs) é fundamental. O protagonismo das CELs vai além do dia da votação, sendo fundamental para o registro das chapas, o acompanhamento, a fiscalização e o cumprimento do edital vigente. Essa atuação assegura a lisura, a segurança e a efetividade das diferentes etapas do processo. [LEIA_TAMBEM]A professora Vânia Rosa, presidente da CEL no CEM 2 de Ceilândia, reafirma a importância das comissões como agentes articuladores: “Esse ano tivemos um desfalque no conselho escolar que fez a comunidade reconhecer a importância dessa entidade e da participação ativa na Gestão Democrática, e agora estamos com muitos candidatos, desde pais e professores, até estudantes. Se a comunidade escolar não está por dentro do que está acontecendo na sua própria escola, como as coisas vão andar? Como vamos usar o dinheiro que recebemos em benefícios para a escola? Todo esse processo é muito importante para garantirmos que a verba será utilizada da melhor forma”. A recomposição dos conselhos escolares, prioridade deste pleito, é essencial para o fortalecimento da democracia interna. O conselho é o órgão que garante uma tomada de decisões mais plural, considerando as ideias e necessidades de toda a comunidade. Promove um ambiente de transparência e colaboração na gestão, envolvendo todos os atores do processo educativo. Além disso, ao discutir e fiscalizar o projeto pedagógico, o conselho contribui para a melhoria contínua da qualidade da educação. A função do conselho escolar é promover a gestão participativa por meio de responsabilidades claras. Entre suas principais atribuições estão a deliberativa, decidindo sobre o projeto político-pedagógico (PPP), e a fiscalizadora, acompanhando a execução de ações e o uso de recursos financeiros. O órgão atua também de forma consultiva, assessorando a direção em questões pedagógicas e administrativas, e mobilizadora, incentivando a participação integrada dos diferentes segmentos da comunidade escolar. *Com informações da Secretaria de Educação    

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Handebol masculino do CED Incra 08 estreia com vitória nos JEBs 2025

Começou, nesta segunda-feira (20), o terceiro e último bloco dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) 2025, em Uberlândia (MG). As competições reúnem estudantes de 12 a 14 anos. Nesta fase final, seis modalidades são disputadas: handebol masculino e feminino, basquete masculino e feminino, karatê, ginástica artística, xadrez e wrestling. Logo na estreia, os alunos do Centro Educacional (CED) Incra 08 de Brazlândia deram um show em quadra e venceram o time do Mato Grosso do Sul por 31 a 28 no handebol masculino. Foi uma grande vitória para os estudantes da área rural, que representaram o Distrito Federal na competição. Kennedy Christian Costa: "Eu achei o jogo muito bom, um pouco difícil porque a outra equipe era forte, mas vencemos" | Fotos: Ícaro Henrique/SEEDF O aluno Kennedy Christian Costa, de 13 anos, falou sobre a estreia com vitória no primeiro jogo do time. “Eu achei o jogo muito bom, um pouco difícil porque a outra equipe era forte, mas vencemos. Agora é nos dedicarmos mais ainda e dar o nosso melhor”, disse.  O técnico Filipe Cardoso elogiou o desempenho dos meninos e a performance do time oponente. “A gente já conhecia o adversário e sabia que era uma equipe muito forte. Entramos com intensidade e concentração porque sabíamos que seria um jogo difícil. No primeiro tempo, ficamos atrás no placar, mas conseguimos segurar. No segundo tempo, a defesa encaixou, o contra-ataque funcionou e viramos o jogo. Foi uma boa estreia, eles estão de parabéns”. O próximo jogo do time de handebol do DF será contra os meninos da Paraíba Agora, o time descansa e prepara-se para os próximos desafios. “A quarta-feira será de estudo para eles. Vamos assistir aos outros jogos e preparar a estratégia para enfrentar a Paraíba. Nosso objetivo é chegar à fase ouro”, completou o técnico. Panorama das primeiras disputas Ainda na primeira leva de competições do terceiro bloco do JEBs 2025, o basquete feminino do Colégio Santa Rosa, da Asa Sul, perdeu para o Espírito Santo por 46 a 43, após duas prorrogações. O time masculino também não conseguiu vencer. As equipes seguem nesta quarta-feira (22), quando disputarão novas partidas contra Sergipe e Rio Grande do Sul em busca de melhores resultados. O xadrez é uma das seis modalidades disputadas no terceiro bloco dos JEBs [LEIA_TAMBEM]Já no xadrez, o primeiro dia de competições terminou com duas vitórias, um empate e uma derrota para os estudantes do Distrito Federal. As disputas continuam ao longo da semana, com três rodadas na quarta-feira e mais uma na quinta-feira. No wrestling, os atletas tiveram ótimo desempenho e chegaram às quartas de final. O nível da disputa foi alto, com participação de atletas da seleção brasileira, mas os alunos do DF surpreenderam pela técnica. Eles seguem na disputa nesta quarta-feira nas séries finais pela série prata e bronze da competição.  O chefe da delegação do Distrito Federal, José Flávio da Silva, destacou o bom início das competições. “A expectativa é grande. O Distrito Federal está em seis modalidades neste bloco, e os resultados até aqui têm sido muito bons. Estamos confiantes de que nossos estudantes vão continuar mostrando garra e conquistando medalhas para o DF”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Inscrições para estudar na rede pública do DF em 2026 seguem abertas até 31 de outubro

Mais de 13 mil crianças e adolescentes já foram inscritos para estudar na rede pública de ensino do Distrito Federal em 2026. Até esta sexta-feira (17), o sistema registrou 13.831 inscrições, sendo a Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Ceilândia a com maior demanda, somando 2.251 cadastros. As inscrições para novos estudantes seguem abertas até 31 de outubro e podem ser realizadas pelo site da Secretaria de Educação (SEEDF) ou pelo telefone 156 (opção 2). O processo é gratuito e contempla todas as etapas da Educação Básica — Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. A inscrição é obrigatória para quem deseja ingressar na rede pública em 2026, seja pela primeira vez ou por transferência de outra instituição. Os estudantes com deficiência, altas habilidades, superdotação, Transtorno do Espectro Autista ou Transtorno Funcional Específico devem se inscrever presencialmente na Coordenação Regional de Ensino em que desejam estudar. “Essa etapa representa um dos momentos mais importantes do nosso planejamento anual. É a partir das inscrições que conseguimos dimensionar com precisão a demanda, organizar a oferta de vagas e garantir que cada estudante tenha assegurado o direito à educação, mais perto de casa e com qualidade. Esse processo exige muito compromisso, diálogo e integração entre todas as áreas da Secretaria e reflete o esforço coletivo para que o ano letivo comece de forma planejada, acolhedora e eficiente”, afirma a subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da SEEDF, Francis Ferreira. Inscrições seguem abertas até o dia 31 deste mês e podem ser feitas através do site da SEEDF ou pelo telefone 156 (opção 2) | Foto: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF De acordo com os dados, o 1º período da Educação Infantil concentra mais da metade dos registros, com 57% do total. As crianças matriculadas no maternal II do Cartão Creche devem ser inscritas por meio do telefone 156 (opção 2).  Renovação de matrícula  Já os alunos que já estudam nas escolas públicas do DF e desejam permanecer na mesma unidade em 2026 devem renovar a matrícula. O processo é simples e deve ser feito diretamente na escola onde o estudante está matriculado, até 31 de outubro. A renovação permite uma melhor organização do próximo ano letivo — como a definição de turmas, planejamento pedagógico e alocação de professores. Além disso, os pais e responsáveis podem atualizar dados e informações do cadastro do estudante. Remanejamento Desde a última quarta-feira (15), os estudantes que já estão matriculados na rede pública de ensino e que desejam mudar de escola podem solicitar o remanejamento diretamente na unidade escolar na qual o estudante está matriculado. O prazo para solicitar a mudança é até dia 31 de outubro. [LEIA_TAMBEM]Não é possível pedir remanejamento para escolas que oferecem Educação Profissional e Tecnológica, como os Centros de Ensino Médio Integrado (CEMIs) e as Escolas Técnicas, pois o ingresso nessas unidades é feito por meio de edital próprio. As inscrições para os cursos técnicos estão previstas para janeiro. Sorteio e resultado Após o fim do período de inscrições, a Secretaria de Educação realizará o sorteio eletrônico das vagas, considerando a proximidade da residência ou do local de trabalho dos responsáveis em relação à escola. O resultado do sorteio, tanto para novas matrículas quanto para as solicitações de remanejamento, está previsto para ser divulgado no dia 30 de dezembro. As informações poderão ser consultadas no site da SEEDF ou pelo telefone 156. Entre os dias 5 e 9 de janeiro de 2026, as famílias contempladas deverão confirmar a matrícula presencialmente na escola indicada, levando os documentos exigidos. Quem não comparecer dentro do prazo perderá a vaga. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Criatividade marca etapa regional do concurso Sabor de Escola no Gama

Com receitas cheias de criatividade, as merendeiras da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Gama mostraram que a alimentação escolar vai muito além do prato. Nesta quarta-feira (15), o Centro de Ensino Médio (CEM) 02 sediou a etapa regional do concurso gastronômico Sabor de Escola, iniciativa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que valoriza o trabalho dos profissionais responsáveis por nutrir milhares de estudantes todos os dias. A corrida por mais duas vagas na semifinal da competição continua. Desta vez, mais dois pratos conquistaram os jurados. A cozinheira Rivani Gomes Lucena, da Escola Classe (EC) 18, venceu com o tutu tropical. “Quando preparo a comida com amor, ela fica gostosa”, comemorou a merendeira, que já havia participado da edição anterior. A Coordenação Regional de Ensino do Gama é a sétima região administrativa a participar da Caravana Sabor de Escola. Foto: Felipe de Noronha/SEEDF O segundo prato vencedor foi o especial de legumes e frango com geleia de abacaxi e maçã, criado por Manoelisa Oliveira, da EC 12. A combinação de sabores e a criatividade impressionaram os jurados.  Mais do que uma competição, o Sabor de Escola é um momento de celebração. “Queremos dar visibilidade a quem muitas vezes não é visto nas escolas: as nossas merendeiras”, destacou o coordenador da CRE Gama, Dalvani Zimmermann. Na regional, mais de 140 profissionais preparam cerca de 30 mil refeições diárias em 48 unidades escolares. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, comemorou mais uma etapa do programa. “Estamos na sétima regional, na metade da seletiva. A Caravana Sabor de Escola tem sido um sucesso em todas as regionais. Os pratos estão maravilhosos e celebram esses mestres da cozinha”, afirmou.  As merendeiras Manoelisa e Rivani foram as grandes vencedoras dessa etapa do Sabor de Escola CRE do Gama [LEIA_TAMBEM]O Sabor de Escola A terceira edição do Sabor de Escola reúne participantes de todas as 14 CREs do DF. O evento é uma iniciativa da SEEDF, em parceria com a G&E Serviços Terceirizados, empresa responsável pela gestão das cozinhas escolares e mão de obra que garante a merenda dos estudantes da rede pública. Os vencedores vão disputar uma premiação em dinheiro que chega a R$ 15 mil para o primeiro lugar. Veja o cronograma das seletivas 28/10: CRE Núcleo Bandeirante (Regional) 30 e 31/10: CRE Guará (CEM 01) 4/11: CRE Recanto das Emas (CEF 801) 6/11: CRE Samambaia (EC 425) 10 e 11/11: CRE Taguatinga (ETB) 13 e 14/11: CRE Ceilândia (Escola Parque) 17/11: CRE Brazlândia (Escola Técnica) *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal  

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Estudante de Ceilândia cruza fronteiras para estudar no exterior pelo Programa Pontes para o Mundo

Um sonho que saiu do papel. Aos 17 anos, Letícia Joana Alves, aluna do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia, realizou a primeira viagem internacional antes mesmo de concluir o ensino médio. Ela foi uma das selecionadas do Pontes para o Mundo, programa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que oferece intercâmbio gratuito a estudantes da rede pública. Selecionada pelo programa Pontes para o Mundo, Letícia Joana vive o sonho de aperfeiçoar o inglês no País de Gales | Foto: Divulgação/SEEDF Na véspera do embarque, em 2 de setembro, Letícia mal conseguia dormir. Observava o movimento da rua em frente à casa onde mora, tentando assimilar o que estava prestes a viver. No dia seguinte, deixaria o país para vivenciar uma experiência de três meses no Reino Unido, destino que parecia distante para quem tinha o sonho, mas não os recursos financeiros. “Tudo aconteceu muito rápido. Eu estava sentada na calçada de casa, pensando no meu futuro, e no dia seguinte, embarcando para fora do país”, lembra a estudante. “Aqui no Reino Unido, os alunos têm muita autonomia. Eles tomam decisões, resolvem tudo sozinhos. No Brasil, a gente ainda não tem isso tão forte, mas o potencial é o mesmo”. [LEIA_TAMBEM]A comparação entre os dois mundos fez Letícia perceber o talento presente nas escolas públicas brasileiras e como a desigualdade limita sonhos. “Eu tive amigos com muito potencial, mas que precisaram deixar a escola para trabalhar. Se a gente tivesse a estrutura que tem aqui, de lá sairiam gênios, eu não tenho dúvida. O que me deixa mais feliz é saber que estão investindo na educação pública, e estar aqui, vivendo essa experiência, é a prova viva disso”, declarou. Inspiração de família O olhar maduro de Letícia vem de quem carrega uma história marcada por esforço e inspiração familiar. “Minha irmã faz Nutrição na UnB. Ela entrou pelo PAS, e foi com ela que aprendi o valor do estudo. Meus pais sempre disseram que é a única forma de mudar nossa realidade”, conta. A mãe, a promotora de vendas Marcilene de Lima, enfrentou dores e dificuldades sem deixar de ser exemplo. “Teve uma vez que ela machucou o braço e, mesmo com o atestado, a empresa não a deixou faltar. Ela trabalhou sentindo dor. E me disse: ‘Pra ter uma vida diferente, você tem que estudar’. Isso ficou na minha cabeça”, observa Letícia. Marcilene fala com emoção sobre a trajetória da filha e o orgulho que sente por suas conquistas: “A Letícia sempre foi uma criança muito falante, esperta e curiosa. Desde pequena, sempre se destacou nos estudos, sempre foi muito aplicada. Nossa família é composta por cinco pessoas: eu, meu esposo Jaílson Alves, que é pintor de automóvel, e três filhas. E nós cinco somos muito unidos. Em tudo o que acontece na nossa família, a gente está junto, um dando força para o outro”. A família da estudante: o pai, Jaílson Alves; as irmãs Lívia Michelle e Laura Miriam; a mãe, Marcilene de Lima; e Letícia | Foto: Arquivo pessoal Com a filha vivendo um novo capítulo longe de casa, Marcilene conta que o sentimento é de saudade, mas também de alegria e orgulho. “A gente conversa todos os dias. Está sendo difícil, porque nunca tínhamos nos separado, mas é uma coisa muito boa para ela, um futuro brilhante. É o que ela sempre quis, e a gente sempre deu força. Claro que tem dia que a saudade bate, mas estamos felizes por ela ter conseguido chegar onde chegou.” A estudante falou também sobre as lembranças de Ceilândia e as descobertas no Reino Unido. “Tudo que estou vivendo aqui está me mostrando que a vida pode ser melhor, mas também me dá mais vontade de ajudar a mudar a minha realidade, a realidade da minha família e até da minha cidade”, conta Letícia. “Eu amo a minha cultura. O jeito do brasileiro é único, a empatia, o calor humano, a força”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Estudantes do Cemi Cruzeiro apresentam nove projetos na Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica

A Arena BRB Mané Garrincha recebe, até esta quinta-feira (9), a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT). Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o evento tem como tema Juventudes que inovam, Brasil que avança. Com mais de 1.400 expositores, 54 estudantes do Cemi Cruzeiro participam do encontro, apresentando nove projetos. Os trabalhos da escola abordam as temáticas: Como a Inteligência Artificial está Revolucionando a Comunicação, as Mídias Sociais e o Mundo; Sistema de gestão de padarias; Sistema Educa+: plataforma digital de curso; Sistema Multi Plataforma de Gerenciamento de Pizzarias; Alimentação alternativa no cultivo de Pancs; Fogo colorido; Uso de óleos e velas aromáticas curativas; Chafariz ecológico; Carcinicultura ecológica. Uma das turmas expositoras do Cemi Cruzeiro desenvolveu um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias | Fotos: Ascom/SEEDF Aluno do terceiro ano, Gustavo Freitas, 18 anos, é um dos responsáveis pelo desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias, criado com foco em simplicidade, acessibilidade e eficiência. O projeto permite o controle de contas de administradores e funcionários, o registro de ingredientes e produtos e o acompanhamento de movimentações de entrada e saída, emitindo alertas de estoque baixo e relatórios em PDF por período. A iniciativa integra os aprendizados das disciplinas qualificação profissional 3, prática profissional supervisada e linguagem técnica de programação e foi desenvolvida como parte do trabalho de conclusão de curso. “O sistema foi pensado para ser simples e acessível tanto para quem desenvolve quanto para quem utiliza. A experiência de participar do evento tem sido muito positiva, porque estamos recebendo bastante feedback e aprendendo na prática a lidar com as pessoas. Estou gostando bastante desse processo e de ver nosso projeto ganhando vida”, destacou Gustavo. O trabalho de Kamille Victoria Aguiar é sobre um método de identificação de metais pesados na água A estudante Kamille Victoria Aguiar, de 17 anos, participa pela primeira vez de uma feira de ciências desde que se mudou do Pará para a capital. Ela conta que, no Estado natal, não havia tantas oportunidades como essa, e que a experiência tem sido fundamental para o seu aprendizado. [LEIA_TAMBEM]“Agora que estou aqui na capital, vim para aprender e melhorar na escola. Está sendo uma experiência muito boa ter esse contato com a Feira de Ciências e poder aprender cada vez mais”. “O nosso trabalho é um método de identificação de metais pesados na água, e ele é uma forma mais caseira. Assim, pessoas que não têm tanto acesso a esse tipo de informação podem descobrir se a água que estão consumindo é contaminada ou se está pura”, explica a estudante. A semana tem como objetivo possibilitar que estudantes, professores e técnicos mostrem projetos interativos e pesquisas desenvolvidas por redes de ensino ofertantes da educação profissional e tecnológica de todo o país. “A iniciativa visa à integração, à divulgação, ao fortalecimento e à valorização dessa modalidade educacional junto à sociedade, contribuindo com a ampliação do seu reconhecimento social e da sua atratividade junto aos jovens e aos trabalhadores”, explica a diretora de Educação Profissional, Joelma Bomfim da Cruz Campos. *Com informações da Secretaria de Educação

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Alunos viram chefs por um dia em gincana culinária do CEM 01 do Guará

Na oficina de culinária do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Guará, estudantes aprenderam com o renomado chef italiano Rosário Tessier a história do prato carbonara e colocaram a mão na massa, mostrando que a cozinha também é espaço de trabalho em equipe. A atividade fez parte da 19ª edição da gincana cultural, social e esportiva da escola, que valoriza o aprendizado, a convivência e os talentos dos alunos. Na quarta-feira (1º), Rosário ministrou pela segunda vez o Workshop MasterChef Estudantil. A oficina é a etapa preparatória para a prova final da competição culinária, que será realizada em 9 de outubro na escola, com a presença dos jurados responsáveis por avaliar critérios como preparo, limpeza e divisão de tarefas. A prova contará pontos para a classificação geral da gincana, e a equipe vencedora será premiada com um passeio coletivo. Na oficina de culinária com o renomado chef Rosário Tessier, estudantes aprenderam a fazer o tradicional macarrão carbonara | Fotos: Mary Leal/SEEDF “O chef Rosário ensina aos estudantes como preparar um prato porque haverá uma prova específica do MasterChef Estudantil, e a receita será avaliada. A ideia é mostrar que é possível cozinhar bem gastando pouco”, explicou a diretora do CEM 01 do Guará, Cynara Martins. Parceiro da gincana pelo segundo ano consecutivo, o italiano destacou a riqueza da culinária brasileira, marcada pela diversidade de ingredientes de um país continental, e o prazer de compartilhar aspectos da gastronomia italiana com os estudantes. “Quando vim para o Brasil, aprendi muitas coisas novas. É inspirador ver a curiosidade dos jovens. Na cozinha, cada detalhe faz diferença, e se um deles for esquecido, o resultado pode mudar completamente”, afirmou. O estudante Victor Eduardo posa ao lado da professora de culinária Thalita Magalhães, com o certificado de participação no workshop MasterChef especial Para a estudante do 1º ano Maria Clara Amarante, 18 anos, a Prova MasterChef tem um sabor especial. Ela vê na competição uma oportunidade única de aprendizado e convivência. “A gincana é diferente de outras escolas porque oferece várias possibilidades. Se eu não quero fazer esporte, posso escolher outra coisa, como soletrar, criar o mascote ou a bandeira. É uma semana muito divertida, em que já fiz muitas amizades com colegas que antes eu só conhecia de vista”, disse. Apaixonada por culinária, Maria Clara destacou a expectativa para a prova deste ano. “Essa é a atividade que eu mais gosto. Participei nos anos anteriores, já tive a experiência com o chef e até reproduzi em casa uma receita que aprendi. Agora estou ansiosa para aprender o carbonara”, contou a aluna. A estudante Maria Clara Amarante está ansiosa para a competição de culinária: "Essa é a atividade que eu mais gosto. Participei nos anos anteriores, já tive a experiência com o chef e até reproduzi em casa uma receita que aprendi" Meninos na cozinha Victor Eduardo de Oliveira, 18 anos, também comemorou a chance de aprender com um chef renomado. Apaixonado por culinária desde os 5 anos, o estudante vê na oficina uma oportunidade única de aprimorar técnicas e fortalecer o trabalho em equipe. “Aprender com um chef italiano foi uma experiência incrível. O mais especial foi ver como cada colega tem um estilo próprio e como conseguimos cooperar para que tudo desse certo”, destacou. [LEIA_TAMBEM]A professora de culinária do contraturno integral da escola, Thalita Magalhães, afirma que os benefícios das aulas vão além da preparação para a gincana. “Eles aprendem a trabalhar em equipe, dividir espaço, organizar o ambiente, evitar desperdícios e valorizar os alimentos. Muitos alunos passaram a experimentar novos sabores e até cozinham para a família”, contou. Criada há 19 anos, a gincana reúne todas as turmas em equipes mistas para uma semana de provas e desafios. A programação inclui ações sociais, como doações ao Hemocentro e a instituições de acolhimento, além de tarefas que envolvem conhecimentos gerais, práticas inclusivas e diferentes talentos dos estudantes. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Sobradinho define representantes para semifinal do concurso Sabor de Escola

A terceira edição do concurso de merendeiros da rede pública do Distrito Federal continua a todo vapor. Na terça-feira (30), um aroma convidativo tomou conta do Centro de Ensino Médio (CEM) 04 de Sobradinho. O cheirinho de comida gostosa no ar mostrava o cuidado e a dedicação das merendeiras no preparo dos pratos para a seletiva regional do Sabor de Escola. Ao longo do dia, 14 profissionais apresentaram suas criações culinárias. Após avaliação dos jurados, Silvana Rocha e Maria Helena de Oliveira foram anunciadas como vencedoras, garantindo vaga na semifinal e o direito de representar a Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Sobradinho na próxima etapa da competição. As merendeiras Silvana Rocha e Maria Helena conquistaram o paladar dos jurados e seguem para a semifinal do Sabor de Escola | Foto: Divulgação/SEEDF Silvana, que atua há 17 anos na Secretaria de Educação, apresentou sua Lasanha de Macarrão. Para ela, participar do concurso é uma forma de mostrar o empenho que dedica diariamente ao seu trabalho. “Fui inspirada por uma colega que também participa do concurso e resolvi me inscrever para mostrar um pouco do meu trabalho e o amor que tenho pelas crianças. Cozinhar para elas é um ato de carinho”, contou. [LEIA_TAMBEM]A Lasanha de Macarrão usa massa tipo parafuso, sobrecoxa de frango desfiada e um creme de milho caseiro, gratinado ao forno. “A receita é versátil e pode ser feita também com carne moída. Em escolas grandes, podemos preparar tudo em uma panela só, o que facilita a produção em larga escala sem perder o sabor e o afeto”, detalhou a semifinalista. Prata da casa A segunda vaga da seletiva da CRE Sobradinho ficou com Maria Helena, que conquistou os jurados com sua Delícia de Frango. “É uma alegria estar aqui e ter meu trabalho valorizado. Essa vitória não é só minha, mas de todas as merendeiras que se dedicam todos os dias para oferecer o melhor aos nossos alunos. Agora, o foco é a semifinal, vamos com tudo”, celebrou. O concurso Sabor de Escola revela talentos culinários dentro da rede pública e reforça o papel da alimentação escolar na educação, transformando ingredientes de qualidade em refeições saborosas e atrativas. A cada etapa, o projeto valoriza a criatividade e o cuidado das profissionais, que são fundamentais para o desenvolvimento e o bem-estar dos estudantes do Distrito Federal. Para a merendeira Silvana Rocha, participar do concurso é uma forma de mostrar o amor que dedica diariamente ao seu trabalho | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Veja o cronograma das seletivas · 2 e 3/10: CRE Planaltina (CEM 01) · 7 e 8/10: CRE São Sebastião (CED Jardim Mangueiral) · 10/10: CRE Santa Maria (Escola Técnica) · 15/10: CRE Gama (CEM 02) · 28/10: CRE Núcleo Bandeirante (Regional) · 30 e 31/10: CRE Guará (CEM 01) · 4/11: CRE Recanto das Emas (CEF 801) · 6/11: CRE Samambaia (EC 425) · 10 e 11/11: CRE Taguatinga (ETB) · 13 e 14/11: CRE Ceilândia (Escola Parque) · 17/11: CRE Brazlândia (Escola Técnica) *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Alunas da rede pública do DF chegam à final nacional da Olimpíada de Geografia

Duas estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) Urso Branco, no Núcleo Bandeirante, vão representar o Distrito Federal na etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG), que será realizada em novembro, em Campinas (SP). A dupla conquistou o primeiro lugar entre as escolas públicas na fase estadual da competição, ocorrida entre os dias 19 e 21 de agosto. Alunas do 2º ano do ensino médio, Isadora da Silva Brito, 17 anos, e Isabela Santos de Almeida, 16, estudam juntas desde o ano passado e são, respectivamente, representante e vice-representante da turma. A parceria foi decisiva no bom desempenho. “A professora contou sobre a olimpíada e nos indicou para participar. Eu gosto muito de geografia e me interessei logo de início”, lembra Isadora, que achou a primeira fase desafiadora por nunca ter feito uma prova desse tipo. Isadora da Silva (à esquerda) e Isabela Santos têm um novo desafio: preparar-se para a etapa nacional da OBG, marcada para novembro em Campinas (SP) | Foto: Mary Leal/SEEDF A estudante Isabela Santos conta que a ideia de formar a dupla surgiu naturalmente. “Queríamos nos desafiar e fomos avançando etapa por etapa até a conquista”, relata. Para ela, o resultado vai além da medalha. “Queremos ser exemplo e mostrar que, com dedicação, estudantes da rede pública podem alcançar grandes resultados.” A viagem também será marcante por outro motivo: será a primeira vez que Isabela visita São Paulo. “Minhas expectativas são altas. Quero me dedicar à prova e aproveitar ao máximo a experiência”, afirma. [LEIA_TAMBEM]A trajetória da escola na olimpíada O CEM Urso Branco participa da OBG desde 2023, quando quatro equipes foram inscritas — todas conquistaram medalhas, e uma chegou à etapa nacional. No ano seguinte, dez grupos competiram e oito foram premiados. Em 2025, oito equipes representaram a escola, seis delas entre as melhores classificadas. “A equipe Nebulosa de Hélix [formada por Isabela e Isadora] conquistou medalha e ficou em primeiro lugar entre as escolas públicas do DF”, comemorou a professora Ilka Lima Hostensky, que há 26 anos atua na rede pública. Ela é criadora do projeto Liga Geo Olímpica, que estimula estudantes a participarem de competições acadêmicas. A professora Ilka Lima Hostensky é criadora do projeto Liga Geo Olímpica, que estimula estudantes a participarem de competições acadêmicas Muito além da competição Criada em 2015, a OBG tem três fases online e uma etapa final presencial. As melhores escolas públicas e particulares de cada estado se classificam. Para a professora Ilka, a olimpíada é um espaço de desenvolvimento acadêmico e pessoal. “Os alunos aprendem a trabalhar em equipe, exercitam o raciocínio crítico e aprofundam os conhecimentos em cartografia”, explica. Ela destaca que a experiência amplia o olhar dos jovens sobre a sociedade. “É também um exercício de cidadania, porque ajuda a entender como as questões sociais se refletem no espaço geográfico”, diz. Além do aprendizado, a participação pode abrir portas. Universidades como USP, Unicamp, UFMG e UFRJ oferecem bônus na pontuação ou vagas reservadas para medalhistas. “O mais importante é fortalecer a autoestima dos alunos e mostrar o quanto a escola pública pode formar talentos de alto nível”, conclui Ilka. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Ibaneis Rocha sanciona projeto de lei que cria o Cartão Uniforme Escolar no DF

O governador Ibaneis Rocha sancionou, nesta quarta-feira (1º/10), o projeto de lei que institui o programa Cartão Uniforme Escolar, em cerimônia no Salão Branco do Palácio do Buriti. A medida garante acesso universal a uniformes para os estudantes da rede pública do Distrito Federal, com repasse anual de auxílio financeiro definido pela Secretaria de Educação (SEEDF) e previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA). A expectativa é atender a cerca de 400 mil alunos com quase 3 milhões de peças, um investimento de mais de R$ 200 milhões. Os cartões serão disponibilizados em janeiro. Durante o evento, o governador Ibaneis Rocha destacou a importância do novo programa. “Hoje a gente iguala todos esses alunos e coloca todos eles com mais dignidade. Agora cada um vai poder chegar lá, escolher, provar o seu uniforme e levar para casa aquilo com que está contente. Então é um programa que realmente dignifica as famílias do Distrito Federal”, disse. Ibaneis Rocha sancionou, nesta quarta (1º/10), o projeto de lei que institui o programa Cartão Uniforme Escolar; medida garante acesso universal a uniformes para os estudantes da rede pública | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O chefe do Executivo ressaltou que o cartão é um aperfeiçoamento da política pública iniciada ainda em 2019, quando o governo padronizou os uniformes e passou a concedê-los gratuitamente aos estudantes. Agora, serão cadastradas malharias locais em um edital a ser lançado em 10 de outubro. “No início do governo, eu não tinha a segurança que tenho hoje de que as nossas malharias dariam conta de fazer esses uniformes. Por isso, a opção que tomei à época foi fazer uma licitação unificada, dando uniformidade à entrega dos uniformes da rede pública. Mas hoje, com a pesquisa feita pelo Sindicato das Malharias [Sindiveste-DF], com apoio do Sebrae e da Fecomércio, nós temos certeza que as malharias darão conta de entregar os quase 3 milhões de uniformes que serão distribuídos para os alunos da rede pública”, destacou o chefe do Executivo. Para auxiliar o setor, o governador anunciou uma linha de crédito específica a ser lançada pelo Banco de Brasília (BRB). “Nós sabemos que esses equipamentos de costura hoje — que são muito modernos — têm um custo elevado. Então muitas dessas malharias e muitas dessas mães que vão trabalhar em casa não têm o recurso para adquirir esses equipamentos. Então eu pedi ao nosso presidente do BRB que institua um programa com taxas de juros cômodas.” Paulo Henrique Costa, presidente do BRB: "Pela primeira vez, os cartões vão ser gerados de forma virtual, trazendo inovação para o dia a dia, permitindo que cada uma das famílias tenha um cartão no celular; e para aquelas que não tiverem essa condição, a gente vai gerar um cartão físico" A vice-governadora Celina Leão também celebrou o avanço na política pública. “Ao garantirmos o acesso a uniformes para cada um dos nossos estudantes, removemos uma barreira importante e asseguramos que todos os alunos estudem com dignidade. Estamos investindo no futuro e reafirmando que o lugar de cada criança e adolescente é na escola. Somado a isso, fomentamos a economia e a inclusão. É um programa de grande importância”, revelou. O benefício será operacionalizado por meio de cartão magnético ou eletrônico, emitido pelo Banco de Brasília (BRB) em nome do responsável legal do estudante, assim como já ocorre com o Cartão Material Escolar. O uso será pessoal e exclusivo em estabelecimentos credenciados, que deverão atender a critérios técnicos e de qualidade definidos pela Educação. A gestão do programa também prevê que a pasta publicará o quantitativo de peças e valores estimados para o exercício seguinte. “Pela primeira vez, os cartões vão ser gerados de forma virtual, trazendo inovação para o dia a dia, permitindo que cada uma das famílias tenha um cartão no celular; e para aquelas que não tiverem essa condição, a gente vai gerar um cartão físico. Isso reduz o custo do programa, aumenta a eficiência — porque cada real a mais vai chegar no objetivo final do programa — e permite que esses cartões possam ser reutilizados ano a ano”, revelou o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Hoje, o banco coordena 32 programas sociais do DF beneficiando 420 mil famílias e com repasse de quase R$ 3 bilhões. Mais agilidade O programa continua garantindo a entrega de sete peças dos enxovais de verão e inverno aos estudantes. Atualmente, a compra de uniformes ocorre via pregões eletrônicos, mas a maior parte dos contratos foi firmada com empresas de fora do DF. Com o novo formato, a expectativa é valorizar a produção local, fortalecer o comércio e agilizar a entrega. Além do Cartão Uniforme Escolar, a rede pública de ensino conta com outros programas complementares que beneficiam milhares de alunos “O uniforme passou a ser 100% concedido para a rede pública por este governo, só que comprando e fazendo pregão geralmente com grandes malharias de fora do DF. O governador, então, decidiu que faríamos o cartão, assim a gente fortalece as malharias e gera emprego para as nossas costureiras, que estão aí precisando dessa força”, afirma a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. A medida permitirá que pais e alunos possam escolher e provar os uniformes antes da aquisição. “Como no Cartão Material Escolar, eles vão poder chegar na malharia e experimentar, para não ter problema de ficar pequeno ou grande”, complementa Hélvia. Para as escolas, a mudança também representa alívio na rotina. Hoje, diretores precisam receber grandes volumes de peças, separar tamanhos e organizar a distribuição às famílias. Com o Cartão Uniforme Escolar, essa etapa ficará sob responsabilidade das próprias malharias, liberando os gestores para se dedicarem às atividades pedagógicas. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "Como no Cartão Material Escolar, eles vão poder chegar na malharia e experimentar, para não ter problema de ficar pequeno ou grande" Geração de emprego e renda A proposta atende a uma demanda antiga do setor produtivo, em especial do Sindicato das Indústrias de Vestuário do DF (Sindivest), e seguirá os mesmos moldes do Cartão Material Escolar, que hoje reúne cerca de 600 papelarias credenciadas. A presidente do Sindicato das Indústrias de Vestuário no Distrito Federal (Sindiveste-DF), Walquíria Aires, disse que a medida representa uma mudança estrutural para o setor produtivo do Distrito Federal, que lutava por essa oportunidade há 19 anos. “Produzir uniformes dentro do DF significa gerar emprego, manter os recursos aqui e abrir espaço para formar futuros profissionais. Esse programa é importante não só para o setor, mas para toda a comunidade. Esse incremento nunca existiu antes. Agora, as empresas podem investir em tecnologia, produtividade e mão de obra qualificada. É um novo momento para as confecções de Brasília, que passam a ter segurança para crescer”, comentou. A superintendente do Sebrae-DF, Rose Rainha, revelou que uma pesquisa feita pelo sistema junto ao sindicato e à Fecomércio serviu de subsídio ao governo para a criação do novo formato de aquisição dos uniformes. “É motivo de muita emoção saber que centenas de costureiras terão condições de fabricar os uniformes dos nossos alunos”, afirmou. Segundo ela, foi feito um caderno técnico de padronização na confecção. “Todos os cuidados foram tomados. Esse cartão vai ser mais uma vitória do governo e do empresário do DF”, complementou. Walquíria Aires, presidente do Sindiveste-DF: "Produzir uniformes dentro do DF significa gerar emprego, manter os recursos aqui e abrir espaço para formar futuros profissionais" A diretora-executiva da confecção Jeans do Bem (JDB), Fernanda Rodrigues, se mostrou bastante animada com a oportunidade. “Essa expansão que o governo está fazendo vai ajudar bastante. Somos um projeto que emprega mulheres em situação de vulnerabilidade, então vai nos ajudar a gerar mais emprego e renda”, disse. O coordenador de projetos do JDB, Guilherme Dantas, concorda que o programa vai dar mais oportunidades para as empresas do setor. “Acredito que o lançamento desse cartão vai fortalecer não só a economia, como, no futuro, vai circular mais oportunidades para os profissionais da costura e para todo o setor fabricante”, avaliou. [LEIA_TAMBEM]Para a empresária Juice Rodrigues Souza, que atua há três décadas no ramo de confecções e já produziu uniformes para as redes pública e particular, o programa representa um marco tanto para os estudantes quanto para o setor produtivo. Proprietária de uma loja na Asa Sul e de uma confecção em Taguatinga Norte, ela se disse otimista com a iniciativa do GDF. “Essa iniciativa é muito importante porque fortalece o empresário local. Os impostos ficam aqui no DF, a gente gera mão de obra e consegue atender a uma demanda enorme. Para nós, que trabalhamos há décadas com uniformes, é um programa maravilhoso do governo”, avaliou. Ela destaca ainda que a iniciativa faz com que o empresário tenha mais segurança para planejar e investir. “A gente sai da incerteza e já começa a preparar estoque, contratar costureiras e ampliar a produção... Já estamos nos organizando para essa nova demanda. Só na minha confecção, que costuma vender cerca de 10 mil peças por ano — a expectativa agora é chegar a 40 mil. Esse programa dá fôlego para o empresário investir, contratar mais gente e atender melhor às famílias”. Juice Rodrigues Souza, empresária: “Essa iniciativa é muito importante porque fortalece o empresário local. Os impostos ficam aqui no DF, a gente gera mão de obra e consegue atender a uma demanda enorme" Apoio crescente Além do Cartão Uniforme Escolar, a rede pública de ensino conta com outros programas complementares que beneficiam milhares de alunos. O Cartão Material Escolar, criado em 2019, passou de aproximadamente 65 mil estudantes atendidos em seu primeiro ano para mais de 167 mil em 2025, com investimentos que evoluíram de R$ 20 milhões para mais de R$ 51 milhões, totalizando, ao longo dos anos, mais de 860 mil alunos beneficiados e R$ 267 milhões aplicados. Já o Cartão Creche, destinado a crianças da educação infantil, ampliou significativamente seu alcance: de pouco mais de 5 mil beneficiários em 2021 para quase 10 mil em 2025, com repasses que cresceram de R$ 20 milhões para quase R$ 57 milhões neste ano, refletindo ajustes nos valores creditados e expansão das vagas, que hoje somam quase 12 mil. Ambos os programas passaram por aperfeiçoamentos contínuos, incluindo criação de áreas técnicas, aprimoramento dos fluxos processuais, revisão anual de vagas e atualização de normativos, garantindo mais transparência, eficiência e maior atendimento às demandas das famílias da rede pública.

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Intercambistas do DF aprendem sobre energia renovável no País de Gales

Localizado em uma região rural de Haverfordwest, no País de Gales, o Pembrokeshire College é referência em sustentabilidade. A instituição incorpora o uso de energia renovável no cotidiano das aulas e prepara os alunos para atuar em um mundo cada vez mais comprometido com a preservação ambiental. O colégio oferece cursos técnicos e formação prática em áreas como engenharia, ciências, negócios, tecnologia e projetos voltados à indústria energética. É nesse cenário que alguns dos estudantes participantes do Pontes para o Mundo, programa de intercâmbio da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), desenvolvem seus estudos. Alunos do Pembrokeshire College receberam a visita do secretário-executivo da SEEDF, Isaias Aparecido, e da equipe da pasta no início do intercâmbio | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF Entre as iniciativas modernas, destaca-se o Energy Transition Skills Hub, inaugurado recentemente com o apoio da Shell UK. O espaço oferece cursos de capacitação em energia eólica, solar, das ondas e em hidrogênio. A meta é formar cerca de 600 alunos até 2026, atendendo à crescente demanda das indústrias de energia renovável na região oeste do País de Gales. [LEIA_TAMBEM]“O que mais me chama a atenção é que não aprendemos só teoria. A escola tem salas de informática modernas, com equipamentos e programas avançados. Além disso, já prepara os alunos para trabalhar em áreas que ainda vão chegar, como a energia gerada pelas ondas do mar. Eles estão prontos para quando essas oportunidades aparecerem”, explica Valter Mello, 17 anos, aluno do Pontes para o Mundo no Pembrokeshire College. Na casa onde está hospedado, Valter percebeu que a preocupação com o meio ambiente vai além da escola. “Minha host mother, Aureol Lauman, faz compostagem, separa o lixo reciclável e usa painéis solares. O governo também oferece incentivos para quem recicla. Isso tudo acaba fazendo parte da rotina”, contou. O estudante também relatou sua rotina de estudos no país. “Estou cursando Ciência da Computação e Política, uma combinação que ajuda a entender tanto a parte técnica quanto o impacto social das tecnologias verdes. É tudo muito novo e ao mesmo tempo comum, pois são áreas que já tenho um pouco de afinidade”, concluiu. Na casa onde está hospedado, o estudante Valter Mello percebeu que a preocupação com o meio ambiente vai além do colégio Acompanhamento No início de setembro, o secretário-executivo da SEEDF, Isaias Aparecido, acompanhado da equipe técnica da pasta, visitou a unidade. "É fundamental que os alunos do Pontes para o Mundo tenham acesso a ambientes inovadores como este, onde a educação caminha lado a lado com as práticas sustentáveis e prepara cidadãos capazes de pensar soluções reais para os desafios do futuro”, afirmou. Para o coordenador do programa, David Nogueira, a experiência no exterior vai muito além do aprendizado acadêmico. “O programa conecta esses estudantes a novas oportunidades e mostra de perto como funciona uma educação voltada para o futuro. Em Pembrokeshire, eles têm acesso a projetos como o Destination Renewables e ao Skills Hub, que ensina sobre sistemas de energia renovável. É incrível ver como isso desperta novas ideias e motivações”, afirma o docente, que acompanha os estudantes no Reino Unido. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Inscrições para novos alunos da rede pública do DF começam nesta quarta (1º/10)

As inscrições para novos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal para o ano letivo de 2026 começam nesta quarta-feira (1º/10). Pais, responsáveis e alunos maiores de idade têm até 31 de outubro para realizar o cadastro. O processo pode ser feito pela internet, no site da Secretaria de Educação (SEEDF), ou pelo telefone 156 (opção 2). A inscrição é gratuita e vale para todas as etapas da educação básica: infantil e ensinos fundamental e médio. O procedimento é necessário para quem deseja ingressar na rede pública em 2026, seja pela primeira vez, seja pela transferência de outro sistema de ensino. A inscrição para matrícula em 2026 é gratuita e vale para a educação infantil, o ensino fundamental e o médio | Foto: Jotta Casttro/SEEDF De 1º a 31 de outubro, além das inscrições regulares para novos estudantes, ocorre também a renovação automática da matrícula para quem já está na rede pública. No mesmo período, de 15 a 31 de outubro, os responsáveis podem solicitar o remanejamento de alunos diretamente na secretaria da escola onde o estudante está matriculado em 2025. Após o encerramento do período de inscrições, a SEEDF realizará o sorteio eletrônico das vagas, respeitando a proximidade da residência ou do local de trabalho dos responsáveis em relação à escola Não é possível solicitar remanejamento para escolas que ofertam Educação Tecnológica e Profissional, Centros de Ensino Médio Integrados à Educação Profissional e Técnica (Cemis) e Escolas Técnicas, pois o acesso a essas unidades é regulamentado por edital próprio. As inscrições para os cursos técnicos devem ser divulgadas em janeiro. Orientação às famílias A subsecretária de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav) da SEEDF, Francis Ferreira, reforça que os responsáveis precisam se organizar para não perder nenhuma etapa. “É fundamental que as famílias fiquem atentas ao calendário, façam a inscrição no prazo e compareçam à escola no momento da matrícula para garantir a vaga dos estudantes em 2026”, destacou. Sorteio e resultado Após o encerramento do período de inscrições, a SEEDF realizará o sorteio eletrônico das vagas, respeitando a proximidade da residência ou do local de trabalho dos responsáveis em relação à escola. [LEIA_TAMBEM]O resultado do sorteio eletrônico das vagas de novos estudantes (telematrícula) e das solicitações de remanejamento está previsto para 30 de dezembro. As informações estarão disponíveis no site da Secretaria de Educação e também pelo telefone 156. Entre 5 e 9 de janeiro de 2026, as famílias contempladas deverão efetivar a matrícula presencialmente na escola indicada, apresentando os documentos solicitados. Quem perder esse prazo terá a vaga automaticamente cancelada, e as oportunidades remanescentes serão disponibilizadas em chamada pública ainda em janeiro. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Wrestling: a luta que mudou a trajetória de estudantes da rede pública do DF

Objetivo e disciplina têm se tornado parte do vocabulário da estudante do Centro Educacional (CED) 01 do Itapoã, Maria Helena França, de 14 anos, desde que o wrestling entrou na vida dela. Moradora do Núcleo Rural Fazenda Velha, a pequena lutadora compôs o time brasiliense da modalidade que participou dos Jogos da Juventude 2025. As disputas de wrestling estiveram presentes na segunda fase da competição.  Sob a influência da irmã Ana Luiza França, ex-aluna da rede pública do DF, Maria Helena descobriu a paixão pela luta aos 7 anos de idade. “Quando eu era pequena, minha irmã tinha várias medalhas penduradas na parede inteira. Todo santo dia eu via aquelas medalhas, então acabou virando meu sonho”, relembra.  Maria Helena (de azul) disputou o wrestling na segunda fase dos Jogos da Juventude 2025 | Foto: André Amendoeira/SEEDF Medalhista de bronze no Pan-Americano 2024, desde cedo, Ana Luiza levava a irmã mais nova para os treinos. Atualmente, a mais velha mora e treina no Rio de Janeiro e já competiu em campeonatos em mais de dez países.  A irmã mais nova, ainda com a carreira no início, já participou dos Jogos Escolares, e este ano competiu pela segunda vez nos Jogos da Juventude. Seguindo um desenvolvimento progressivo dentro da luta, a jovem menciona que antes de entrar no esporte, a rotina dela depois da escola se resumia em comer muitos doces e ficar deitada assistindo à televisão. Com a disciplina que a modalidade exige, a rotina mudou. “Com o wrestling, eu comecei a fazer exercícios físicos. Se eu tenho uma competição, já sei que preciso comer melhor. Esse esporte me ajuda bastante no pensamento e disciplina. Hoje em dia, independente de ganhar ou perder, eu jogo duro a luta inteira e isso é uma resistência que eu pratico nos meus treinos”, conta. Para o futuro, Maria Helena pensa em ser bióloga marinha e associar a profissão com o esporte.  Crescimento da modalidade  O técnico Rodrigo Virmond, ao lado da atleta Maria Helena França: “Se o atleta virar campeão é sucesso, mas se ele se formar na faculdade também é sucesso” | Foto: Divulgação/SEEDF Alguns dos responsáveis por esse crescimento da modalidade no Distrito Federal são os professores da rede pública Rodrigo Virmond e José Bonifácio Neto, que começaram em 2012 com o projeto educacional, esportivo e social Luta pela Cidadania. Hoje, a ação já está presente em algumas escolas por meio da educação integral.  “Muitas vezes, o papel de técnico mistura-se com o de responsável. A relação com atletas não é só de treinador, resolvemos muita coisa na vida deles, por exemplo, levar ao médico, comprar roupa, entre outros. Onde eu dava aula, no Itapoã, depois do treino eu colocava os meninos dentro do carro e ia deixando cada um nas suas casas”, afirma Rodrigo.  O objetivo do projeto não é só formar campeões, mas acima de tudo, ensiná-los a acreditar no próprio potencial para conquistar o que quiserem e torná-los bons cidadãos. “Se o atleta virar campeão é sucesso, mas se ele se formar na faculdade também é sucesso, se passar em um concurso público, se abrir um negócio, virar um excelente pai ou mãe de família é sucesso da mesma forma", destaca o treinador. Bons exemplos  Geovania Marques Vieira disputou cinco edições dos Jogos da Juventude e conquistou medalhas de ouro, prata e bronze | Foto: Divulgação/COB Um bom exemplo de mudança de vida por meio do esporte é a atleta e ex-aluna da rede pública de ensino do DF, Geovania Marques Vieira. Foi com a ajuda dos professores Virmond e Neto que a garota se consagrou nove vezes campeã brasileira da modalidade. “Já fui campeã dos Jogos da Juventude, e o esporte foi importante na minha vida para eu conhecer vários estados, países, pessoas, até mesmo ganhar bolsa na faculdade”, conta a atleta que pratica wrestling há mais de dez anos.  Antes de ser técnico da garotada e ter uma vida dedicada ao esporte, José Bonifácio Neto também estudou na rede pública do Distrito Federal. Na escola, uma professora identificou a excelência dele nos esportes em geral. Começou com basquete, depois foi para a capoeira e descobriu a luta. “Cresci lá na Chaparral e quem me acolheu e trouxe de volta para o trilho da escola foi o esporte”, reforça Neto.  *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Prêmio Inspira Brasília 2025 reconhece talentos de estudantes, professores e escolas da rede pública com mais de R$ 40 mil em premiação

Agência Brasília · PRÊMIO INSPIRA BRASÍLIA 2025 RECONHECE TALENTOS DE ESTUDANTES, PROFESSORES E ESCOLAS DA REDE PÚBLICA O entardecer desta terça-feira (24) foi marcado por emoção e homenagens durante a cerimônia do Prêmio Inspira Brasília 2025, realizada na área externa do Brasília Shopping. Criado em parceria entre o Governo do Distrito Federal e o Sebrae-DF, o prêmio reconhece estudantes, professores, diretores e escolas da rede pública que se destacaram com produções em texto, desenho, fotografia e vídeo sobre Brasília. A vice-governadora Celina Leão destacou que a iniciativa fortalece o sentimento de pertencimento à capital. “Nós precisamos ter essa referência, trazer esse sentimento de pertencimento e a sensação de cidadania. Premiar esses jovens e envolver a comunidade escolar é o caminho para que possamos reforçar a cidadania e o pertencimento”, afirmou a vice-governadora. As categorias foram estruturadas de acordo com a faixa etária e nível de escolaridade dos participantes | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Talento empreendedor O prêmio envolveu 109 escolas públicas, 229 professores e 2.133 estudantes. Ao todo, foram distribuídos mais de R$ 40 mil em prêmios, divididos em 12 categorias. Oito delas foram destinadas a estudantes, e cada vencedor recebeu R$ 3 mil. Para a superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), Rose Rainha, a iniciativa inspira os estudantes, promovendo competências empreendedoras que contribuem para a construção de sua carreira. “O Sebrae vem trabalhando fortemente, mostrando que o empreendedorismo é um dos caminhos. A educação empreendedora acompanha esses alunos, com o apoio da Secretaria de Educação, mostrando seu valor, inspirando e oferecendo para eles as competências do empreendedorismo, para que esses alunos possam enxergar no empreendedorismo um caminho para o futuro profissional”, destacou Rose. Oportunidades para todos As categorias foram estruturadas de acordo com a faixa etária e nível de escolaridade dos participantes. Para os anos iniciais do Ensino Fundamental, por exemplo, foi escolhida a categoria de desenho. Já para Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Altas Habilidades e Ensino Especial, foram definidas categorias mais adequadas. Segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, todas as propostas foram elaboradas para garantir participação inclusiva. “Na nossa rede, nós temos mais de 30 mil estudantes com algum tipo de deficiência diagnosticada. A gente fica muito feliz de vê-los aqui sendo premiados, porque significa que a rede está atingindo o objetivo, que todos tenham a mesma oportunidade”, disse a secretária. “Além de trabalhar a educação empreendedora, nós trabalhamos o amor a essa cidade”, complementou. Carreira impulsionada As inscrições para o Prêmio Inspira Brasília 2025 ficaram abertas até 9 de abril e mobilizaram toda a rede pública de ensino do Distrito Federal. Após a fase de envio das produções, os projetos passaram por votação popular na página do Sebrae-DF e, em seguida, por avaliação técnica de uma banca especializada, que definiu os vencedores, seguindo os critérios de avaliação de originalidade, criatividade, coerência, adequação ao tema e qualidade técnica. A vice-governadora Celina Leão destacou que a iniciativa fortalece o sentimento de pertencimento à capital O estudante do Centro Educacional 4 de Taguatinga Gabriel Gouveia de Paula, de 17 anos, saiu da celebração com um prêmio de melhor fotografia. “É claro que isso vai me ajudar bastante, tanto para impulsionar minha carreira como fotógrafo quanto como artista. É uma grande oportunidade de reconhecer o meu trabalho. Agora, eu vou usar o valor do prêmio para investir em equipamentos”, comemorou o estudante. O maior prêmio ficou para a categoria “Eméritos Inspiradores”, que premiou a escola mais engajada com R$ 10 mil, reforçando a proposta de deixar um legado para toda a comunidade escolar. “Com o prêmio, nós pretendemos melhorar o espaço destinado à leitura das crianças. A gente hoje tem uma sala de leitura que é improvisada. Agora, a ideia é melhorar esse espaço com a aquisição de estantes para tornar o espaço mais atrativo e estimular a leitura dos nossos alunos”, afirmou Stephanie Cardoso, diretora da Escola Classe Vila do Boa, em São Sebastião, vencedora na categoria.

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Fórum discute projetos do ensino fundamental da rede pública do DF

Entre os dias 6 e 8 de outubro, professores e gestores do ensino fundamental da rede pública do Distrito Federal participarão do Fórum do Ensino Fundamental: da alfabetização às adolescências, no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), na Asa Norte. As inscrições estão abertas e podem ser feitas on-line. Em todos os dias do Fórum, haverá momentos de homenagem aos autores das práticas pedagógicas selecionadas, reforçando o compromisso da Secretaria de Educação (SEEDF) com o reconhecimento do trabalho dos profissionais da educação. A programação do Fórum do Ensino Fundamental foi pensada para valorizar o trabalho de quem está no dia a dia da escola | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “A programação foi pensada para valorizar o trabalho de quem está no dia a dia da escola. Queremos ver professores, gestores e equipes pedagógicas que atuam nas Coordenações Regionais de Ensino (CREs) trocando experiências e se inspirando uns nos outros para melhorar ainda mais a aprendizagem dos nossos estudantes”, afirma a diretora de Ensino Fundamental da Secretaria de Educação do DF, Ana Carolina Tavares. O seminário começa com o painel Do diagnóstico à ação: estratégias de gestão para fortalecer as aprendizagens no ensino fundamental, que vai apresentar relatos das coordenações regionais de ensino de Samambaia, Ceilândia e Plano Piloto sobre o impacto das avaliações do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) no Programa Alfaletrando. “Cada prática pedagógica que será apresentada é um exemplo concreto de dedicação e criatividade dos nossos educadores. Reconhecer essas ações é essencial para fortalecer a rede e inspirar novas iniciativas”, destaca Ana Carolina Tavares. Programação Um dos destaques do fórum será o painel Alfabetização na perspectiva dos diversos letramentos: inovação e aprendizagem significativa [LEIA_TAMBEM]O segundo dia do fórum será voltado a práticas pedagógicas realizadas nos anos iniciais do ensino fundamental e dedicado a dois temas centrais. No período da manhã, o painel Alfabetização na perspectiva dos diversos letramentos: inovação e aprendizagem significativa trará experiências de educação financeira, letramento científico e robótica envolvendo alunos do 5º ano. Já na parte da tarde, o foco será o painel Alfabetização na perspectiva dos diversos letramentos: entre vozes, saberes e sustentabilidade, que apresentará projetos de conscientização ambiental, práticas inclusivas de alfabetização para estudantes indígenas e o trabalho de musicalização Trilhando Sons. Encerrando o evento, serão apresentadas, em dois painéis, práticas pedagógicas realizadas em escolas que ofertam anos finais. No período da manhã, será realizado o painel O ensino fundamental e as adolescências: leitura e caminhos para a diversidade, que trará experiências de dança, artes visuais e incentivo à leitura.  Já à tarde, o painel O ensino fundamental e as adolescências: natureza, linguagem e matemática em diálogo abordará práticas que envolvem horta agroflorestal, uso de avaliações externas para a recomposição das aprendizagens em Língua Portuguesa e a iniciativa Motiva Matemática — Reconectando Saberes, que busca aproximar os estudantes da disciplina por meio de novas metodologias. *Com informações da Secretaria de Educação

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Mel da agricultura familiar será incluído na merenda escolar do Distrito Federal

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou nessa quinta-feira (11) o edital de Chamada Pública nº 02/2025, que prevê a aquisição de mel da agricultura familiar para ser destinado à merenda escolar da rede pública de ensino. A iniciativa, inédita no DF, vai garantir a compra de 13,2 toneladas do produto, beneficiando agricultores familiares e levando alimento saudável a cerca de 438 mil estudantes. O edital, de caráter experimental, integra as ações do Grupo de Acompanhamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar do DF (Pnae-DF), formado pela Emater-DF, Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Infraestrutura (Seagri-DF) e Secretaria de Educação (SEEDF). O grupo é responsável por realizar estudos de viabilidade e logística antes da publicação de cada chamada pública, avaliando produção, entrega e aceitação dos alimentos. O investimento inicial é de R$ 463.991,90. Iniciativa inédita no DF prevê a aquisição de mel da agricultura familiar para ser destinado à merenda escolar da rede pública | Fotos: Divulgação/Emater De acordo com o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a iniciativa representa um marco para a agricultura familiar. “Estamos inserindo na merenda escolar um produto de altíssimo valor nutricional e cultural. O mel tem identidade regional e fortalece cadeias produtivas que vêm se estruturando no Distrito Federal. Esse edital mostra que a agricultura familiar está pronta para atender demandas de escala, gerar renda e diversificar sua produção, sempre em sintonia com o mercado e as políticas públicas”, destacou. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou o papel estratégico da medida: “Hoje, nossas crianças recebem uma merenda mais saudável e diversificada. A inclusão do mel no cardápio é mais um passo para garantir segurança alimentar e nutricional, além de incentivar que os agricultores locais ampliem sua produção. Se tivéssemos mais toneladas disponíveis, compraríamos todas. É um sinal de que precisamos estimular ainda mais esse setor”. "Essa chamada pública chega em boa hora, porque os agricultores precisam de oportunidades e essa é uma forma de complementar a renda das famílias" Eliseu Sérgio, presidente da Cooapis Segundo Hélvia, há um esforço coletivo para que a merenda escolar seja cada vez mais saudável e natural. Atualmente, são priorizados alimentos in natura ou minimamente processados. “Grande parte da alimentação vem da agricultura familiar, como frutas, hortaliças, queijos e agora o mel, o que garante qualidade nutricional e ainda fortalece os produtores locais”, completou. O cronograma do edital estabelece que os grupos formais interessados em fornecer o produto devem encaminhar a documentação até o dia 30 deste mês, exclusivamente por e-mail, para a Comissão de Chamada Pública (comissao.suape@se.df.gov.br), com cópia para diae.suape@se.df.gov.br. A ação também reflete a recente ampliação da meta do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que aumentou de 30% para 45% o mínimo de recursos destinados à compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar. Durante o lançamento do edital, estiveram presentes representantes da Cooperativa de Negócios Agropecuários do DF e Entorno (Coopemel), da Cooperativa de Apicultores do DF e Ride (Cooapis), da Cooperativa de Produtores Agrícolas de Brasília (Cooperar) e do Sindicato dos Apicultores do Distrito Federal (Sindiapis). “Essa chamada pública chega em boa hora, porque os agricultores precisam de oportunidades, e essa é uma forma de complementar a renda das famílias. Hoje a Cooapis reúne 25 famílias, mas até o fim do ano já estaremos com cerca de 50 cooperados. Com o entreposto em funcionamento, vamos ampliar nossa capacidade e esperamos processar, já a partir de 2026, em torno de 20 toneladas de mel por ano. É uma oportunidade que fortalece não só os apicultores do DF, mas também da Ride”, destacou o presidente da Cooapis, Eliseu Sérgio. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "A inclusão do mel no cardápio é mais um passo para garantir segurança alimentar e nutricional, além de incentivar que os agricultores locais ampliem sua produção" Evolução das compras públicas O edital de aquisição de mel soma-se a outros investimentos do GDF. Somente em 2025, a Secretaria de Educação já adquiriu R$ 26 milhões em frutas, hortaliças e produtos convencionais, além de R$ 6,5 milhões em alimentos orgânicos para a merenda escolar. Também está em andamento um processo paralelo para compra de derivados de leite e queijo, que soma mais de R$ 25 milhões. No total, já são mais de R$ 50 milhões aplicados diretamente em compras da agricultura familiar neste ano. O chefe do Núcleo de Produção Sustentável da pasta, João Ricardo Soares, destacou a importância da cooperação. “Esse edital é fruto de um esforço coletivo de várias instituições. É um passo importante para transformar a demanda em oportunidade concreta para os agricultores familiares, qualificando a produção e dando mais qualidade à alimentação escolar”, avaliou. [LEIA_TAMBEM]Já o gerente de Comercialização e Organização Rural da Emater-DF, Blaiton Carvalho, reforçou que a chamada pública também é um estímulo à reorganização da cadeia produtiva. “Por muito tempo tivemos produtores dispersos, com baixa escala. Agora, com o apoio do governo e a demanda da educação, temos um desafio positivo: ampliar a oferta de mel no DF. Essa provocação é necessária para que o setor cresça de forma estruturada e sustentável”, afirmou. Edital de Chamada Pública nº 02/2025 — Aquisição de mel da agricultura familiar para alimentação escolar → Prazo para envio da documentação: até 30 de setembro → Envio exclusivo por e-mail: comissao.suape@se.df.gov.br (cópia para diae.suape@se.df.gov.br) *Com informações da Emater-DF

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Estudantes do Pontes para o Mundo iniciam aulas no Reino Unido

Começou uma nova fase para os 102 estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal que embarcaram para a vivência internacional Pontes para o Mundo em escolas britânicas. Nesta segunda-feira (8), eles tiveram o primeiro contato com a rotina acadêmica e conheceram a estrutura das instituições educacionais. Os alunos da rede pública de ensino do DF foram recebidos por representantes das respectivas instituições de ensino e conheceram a estrutura dos colleges | Foto: Jotta Casttro/SEEDF No Cambridge Regional College, escola que recebe cerca de 4 mil alunos diariamente, o primeiro dia de aula foi marcado por uma apresentação sobre o sistema de ensino inglês e um tour pelas dependências do local. Os estudantes foram recebidos por representantes da instituição e apresentados ao programa de acolhimento para discentes intercambistas de diferentes países. No Cheshire College South & West, em Cheshire, as alunas Emily Cristine Araújo, 16 anos, e Letícya Oliveira, 17 anos, compartilharam suas primeiras impressões sobre o college. “A equipe é muito atenciosa, e a escola parece ser bem legal. Acho que vamos fazer vários amigos e estou bem ansiosa para isso, porque quero melhorar meu inglês e conhecer muita gente daqui”, disse Emily. Para Letícya, o acolhimento na nova escola tem feito diferença. “Estou gostando bastante. Achei o ambiente muito bonito, e todo mundo é muito educado e atencioso com a gente o tempo todo. Minhas expectativas estão sendo atendidas, com certeza.” As alunas Emily Cristine (à esquerda) e Letícya Oliveira vão estudar juntas no Cheshire College South & West, em Cheshire Educação profissional A diretora de Educação Profissional da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Joelma Bomfim, destacou a importância da experiência internacional para os estudantes. Segundo ela, eles foram bem recebidos e puderam conhecer a estrutura das instituições educacionais, que contam com salas de aula e laboratórios preparados para o desenvolvimento de habilidades práticas. “O ensino profissional precisa ser voltado para a prática e para o mundo do trabalho. Além disso, desenvolver a língua inglesa é fundamental para a globalização e para o entendimento das profissões, permitindo o crescimento pessoal e abrindo portas em áreas de grande vivência profissional”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Escócia Os alunos do Edinburgh College, na Escócia, foram recepcionados pela equipe da instituição e iniciaram as atividades com uma visita de ambientação. Durante o percurso, conheceram as instalações do campus, como biblioteca, salas de aula e cantina. Em seguida, receberam orientações sobre a primeira semana de aula, além de dicas úteis sobre a cidade de Edimburgo. Ainda pela manhã, participaram de duas atividades em sala: uma de produção de texto e outra de prática oral. Após a programação, os estudantes foram acompanhados pela equipe da escola e pelas monitoras para o almoço na cantina. À tarde, realizaram um city tour pelo centro de Edimburgo, ocasião em que puderam se familiarizar com os principais pontos da cidade e aprender sobre as formas de locomoção no dia a dia. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Servidores da rede pública do DF que atendem estudantes com altas habilidades são homenageados

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) promoveu, nesta segunda-feira (1º/9), uma sessão solene em homenagem aos profissionais da rede pública que atuam no atendimento educacional especializado a estudantes com altas habilidades e superdotação (AH/SD). O evento reuniu mais de cem homenageados, seus familiares, professores e autoridades da educação inclusiva. Durante a cerimônia, os servidores receberam moções de louvor em reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo de quase 50 anos na rede pública de ensino. A sessão contou com a presença de autoridades da educação inclusiva e legislativa. Estiveram presentes a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral (Subin) da Secretaria de Educação (SEEDF), Vera Barros; a pesquisadora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) e a presidente do Conselho Mundial para Crianças Superdotadas e Talentosas (WCGTC), professora Denise Fleith; e o deputado distrital Eduardo Pedrosa, além de gestores, professores, servidores e familiares dos homenageados. Solenidade homenageou professores, psicólogos, pesquisadores e servidores especializados em altas habilidades e superdotação | Fotos: Mary Leal/SEEDF "Gostaria de abordar a relevância desta homenagem aos professores de atendimento especializado. Desejo destacar o valor inestimável do trabalho desenvolvido por eles junto aos estudantes da rede de atendimento especializado", afirmou Vera Barros. A subsecretária ressaltou ainda que o trabalho envolve toda uma equipe multidisciplinar. "Este trabalho é fundamental e envolve a avaliação de nossos alunos por toda a equipe: professores, equipe de apoio, salas de recursos e escolas polo. Vejo esta homenagem como uma oportunidade de fortalecer essa importante temática." [LEIA_TAMBEM]Apoio acadêmico A professora Denise Fleith ressaltou a longevidade e a qualidade do serviço especializado no DF: "Esse atendimento, que existe há quase 50 anos, ininterruptamente, contou com a atuação de muitos profissionais de alta qualidade. Tenho certeza de que o trabalho realizado transformou a vida de milhares de estudantes do Distrito Federal." O evento também recebeu uma mensagem especial do psicólogo norte-americano Joseph Renzulli, criador da Teoria dos Três Anéis de Superdotação e do Modelo de Enriquecimento Escolar, metodologia utilizada na rede pública de ensino do DF. Por meio da professora Denise Fleith, Renzulli parabenizou a iniciativa. "O trabalho realizado, certamente, tem feito a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes superdotados." Giordano Bazzo, jornalista especializado na cobertura de AH/SD: "Desde que comecei a abordar essa pauta, percebi a necessidade urgente de dar mais visibilidade ao tema, já que muitas crianças com AH/SD ainda não são reconhecidas" Voz da comunicação O gestor de Comunicação da SEEDF, Giordano Bazzo, jornalista especializado na cobertura de AH/SD na rede pública do Distrito Federal, recebeu moção de louvor pelos serviços à população do DF, por ocasião do Dia do Profissional das Altas Habilidades e Superdotação. "Desde que comecei a abordar essa pauta, percebi a necessidade urgente de dar mais visibilidade ao tema, já que muitas crianças com AH/SD ainda não são reconhecidas. Em 2024, o Dia do Profissional das Altas Habilidades e Superdotação não constava no calendário escolar, mas conseguimos incluí-lo neste ano. Este evento é mais um passo para ampliar a discussão sobre o assunto", comentou. Valorização O deputado distrital Eduardo Pedrosa, responsável pela proposta da homenagem, enfatizou a importância do reconhecimento. "A gente precisa reconhecer o trabalho que foi feito por essas pessoas. Muitos aqui deixaram um legado, e hoje já estão aposentados. Outros estão em atividade, fazendo o seu melhor, mesmo diante de diversas dificuldades", disse. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Terceira edição do concurso Sabor de Escola tem premiação de até R$ 15 mil

Vai começar o maior reality culinário da rede pública de ensino do Distrito Federal. A Secretaria de Educação (SEEDF) lançou, na terça-feira (19), a terceira edição do Concurso Sabor de Escola, iniciativa desenvolvida para valorizar os profissionais da alimentação escolar. O evento ocorreu no Espaço Neusa França, na sede da Secretaria, com a presença de merendeiros, autoridades e parceiros. As inscrições já estão abertas e seguem até 31 de agosto. "A criança que se alimenta bem aprende mais, se concentra melhor e tem energia para se desenvolver" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “A alimentação escolar é essencial para o aprendizado, pois a criança que se alimenta bem aprende mais, se concentra melhor e tem energia para se desenvolver. Nesta edição, além do reconhecimento, estamos trazendo surpresas que reforçam ainda mais a importância desse trabalho e o carinho que chega até os estudantes todos os dias”, afirmou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Os profissionais da alimentação escolar, merendeiros servidores efetivos e terceirizados da G&E, empresa responsável pela alimentação nas escolas públicas do DF, têm até o último dia de agosto para se inscrever na competição por meio de formulário on-line disponível no site do concurso. concursosabordeescola.com.br Cada participante deve apresentar uma receita original e saudável, alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), conforme o edital do concurso, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira. As receitas apresentadas no concurso devem ser originais e seguir as diretrizes do PNAE | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF “O edital garante transparência, regras claras e o reconhecimento de todos os profissionais envolvidos. Mas o concurso só acontece porque contamos com vocês, coordenadores, chefes de unidade e profissionais da alimentação escolar, que abraçam essa missão. Serão quatro meses intensos de muito trabalho, mas também de muita gratificação, porque cada etapa valoriza quem está na linha de frente da nossa rede de ensino”, explicou a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus. Parceria "É um reconhecimento a uma operação complexa, muitas vezes invisível, mas fundamental para a educação do DF" Isaias Aparecido, secretário-executivo da Secretaria de Educação Para o secretário-executivo da SEEDF, Isaias Aparecido, o concurso nasceu de uma necessidade de dar visibilidade a quem realmente faz a diferença no dia a dia da rede de ensino. “O Sabor de Escola mostra o trabalho das merendeiras e equipes de alimentação escolar, que sempre estiveram na linha de frente, garantindo a refeição dos estudantes mesmo em momentos de crise. É um reconhecimento a uma operação complexa, muitas vezes invisível, mas fundamental para a educação do DF”, afirma.  O presidente da G&E, Luiz Carlos Ferreira, reforçou a importância da parceria de todos. “Esse esforço conjunto com a secretaria é o que garante anos de sucesso. Mas quem realmente faz acontecer são vocês, merendeiras, professores, equipe de apoio, todos os que estão na linha de frente. Temos uma missão temporária de executar programas como o Sabor de Escola. Mas o nosso propósito maior é fazer com que os resultados cheguem até as crianças e construam o futuro do nosso Distrito Federal.” Premiação A final do concurso será no dia 5 de dezembro, quando serão conhecidos os oito finalistas. Os prêmios em dinheiro chegam a R$ 15 mil para o primeiro lugar, além de valores que variam de R$ 4 mil a R$ 12 mil para os demais classificados. Rosana Leite Pacheco venceu a edição do ano passado e vai lutar pelo bicampeonato: em 2024 quitou dívidas, agora quer viajar | Foto: André Amendoeira/SEEDF Além das premiações individuais, as três primeiras escolas representadas pelos merendeiros vencedores também serão contempladas com recursos para melhorias estruturais nas respectivas cozinhas: R$ 120 mil para o 1º lugar, R$ 100 mil para o 2º e R$ 80 mil para o 3º lugar. A merendeira Rosana Leite Pacheco, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 19 de Taguatinga, foi a campeã da edição passada com o prato escondidinho de carne suína, intitulado por ela como Escondidinho a cara do Cerrado. Emocionada, Rosana esteve presente na solenidade desta terça e garantiu a volta para a competição. “Passa um filme na cabeça, como se eu estivesse revivendo tudo de novo. Quero me inscrever, sim. Estou ansiosa, nervosa, mas a gente vai que vai”, contou Rosana. Na edição anterior, ela recebeu R$ 9 mil em premiação, que ajudaram a reorganizar sua vida financeira. “Esse dinheiro veio em uma hora muito boa e me ajudou a quitar dívidas. Agora, quem sabe, se eu ganhar de novo, quero usar para realizar uma viagem”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação

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Rede pública do DF destaca-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia 2025

Na recente 28ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a rede pública de ensino do Distrito Federal alcançou um recorde com 34 medalhas de ouro, quatro a mais que em 2024, e um total de 87 premiações em todas as edições da competição. O desempenho consagra alunos do ensino fundamental e médio com destaque nacional e marca o melhor resultado das escolas públicas do DF. André Filipe Torres (E), com Maria Luiza Corrêa e Christian Pereira, que também se destacaram: “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica” | Foto: André Amendoeira/SEEDF   Entre os medalhistas de ouro, o estudante da sala de recurso específica da Escola Classe (EC) 64 de Ceilândia André Filipe Torres, de 17 anos, gabaritou a prova. “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica”, comenta o jovem. “É muito legal e realmente ajuda no desenvolvimento do conhecimento.” Maria Luiza Corrêa, 16, está no segundo ano e participa de olimpíadas científicas desde o ensino fundamental. Ela acumula medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), Olimpíada de Matemática (OMDF) e em edições anteriores da OBA. “Antes eu estudava mais de forma leve, depois comecei a frequentar a sala de recursos e a me dedicar mais”, relata. Por sua vez, Christian Pereira, 17, participa da OBA desde 2021. “As olimpíadas são um ótimo exercício mental e uma experiência enriquecedora todo ano”, avalia.  Sala de recursos específica Veja o desempenho das escolas na OBA deste ano  Com 14 anos de experiência na Sala de Recursos Específicos para Alunos com Altas Habilidades, o professor Marlon dos Santos coordena os trabalhos junto aos estudantes. “É interessante observar essa criança com quatro ou cinco anos entrando no programa de altas habilidades e, ao sair, aos 18, ver a trajetória de projetos, as participações nas olimpíadas, o crescimento que eles têm”, enfatiza.  Para o professor, as competições são fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes. “As olimpíadas, os circuitos de ciências, os projetos, as apresentações são maneiras de eles mostrarem aquilo que sabem, e isso faz com que cresçam no conhecimento e coloquem em prática o que vão aprendendo”, afirma. Escola que inspira  [LEIA_TAMBEM]A EC 64 de Ceilândia lidera o ranking de medalhas na competição com 13 premiações: sete de ouro, quatro de prata e duas de bronze. O resultado coloca a unidade como referência no ensino de astronomia na rede pública de ensino do Distrito Federal. A professora Carla Cíntia Oliveira, que atua há 20 anos na Sala de Recursos para Altas Habilidades, relembra: “Em 2005, as olimpíadas ainda eram pouco divulgadas entre as salas, até que o professor Benilto decidiu inscrever os alunos e disse: ‘nossa, a gente está com esses alunos aqui de Ceilândia; a maioria não acredita no próprio potencial. Temos que fazer alguma coisa para incentivar esses meninos, para que vejam que são capazes’”.  A estratégia funcionou, e o projeto cresceu com alunos dispostos e interessados em aprender. “Você vê que eles participam porque gostam, não é algo que a gente impõe”, pontua a professora. “Aqui oferecemos essa oportunidade, e eles começam a participar desde pequenos. A partir daí, mesmo quando chegam à adolescência, já passam a ter outra visão.” *Com informações da Secretaria de Educação

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Estudantes da rede pública do DF assumem cadeiras no Parlamento Jovem Distrital

Em cerimônia no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), 24 estudantes do ensino médio de escolas públicas do Distrito Federal foram diplomados como jovens deputados distritais na última sexta-feira (8). Os eleitos compuseram o Parlamento Jovem Distrital, etapa final do programa Nosso Parlamento, desenvolvido pela Escola do Legislativo (Elegis), em parceria com a Procuradoria Especial da Juventude (PreJuv). Na última sexta (8), 24 estudantes de escolas públicas do Distrito Federal foram diplomados como jovens deputados distritais, em cerimônia realizada no TRE-DF | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Presente na cerimônia, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressaltou a importância do Parlamento Jovem para aproximar os discentes do funcionamento do Poder Legislativo e estimular o protagonismo juvenil. “É uma alegria ver estudantes da rede pública assumindo o papel de deputados, entendendo a responsabilidade de ouvir a população e propor projetos em benefício da sociedade”, afirmou. Hélvia também destacou como o programa reforça a compreensão sobre o uso de recursos públicos e o papel das emendas parlamentares na melhoria da infraestrutura escolar. “Quando os jovens participam da decisão sobre onde investir o recurso recebido pela escola, eles vivenciam, na prática, como funciona a cidadania e percebem o impacto direto das ações do Legislativo na vida da comunidade escolar”, disse. A edição de 2025 do programa teve início no primeiro semestre e contou com a participação de mais de 14 mil estudantes, com 207 registros de candidatura. A preparação envolveu a formação de professores e representantes escolares, que trabalharam conteúdos de educação para a cidadania. Durante o período eleitoral, os candidatos realizaram debates, comícios e campanhas, aprofundando o conhecimento sobre o processo democrático e apresentando propostas voltadas às demandas da juventude de suas regiões. A estudante Viviane Oliveira, do CEL do Lago Sul, afirmou que ser eleita no Parlamento Jovem foi uma oportunidade única de propor soluções para questões do cotidiano escolar Campanha eleitoral O diretor do Centro Educacional do Lago Sul (CEL), Vitor Valdez, foi convidado a discursar no evento no TRE-DF. Ele ressaltou que a participação no Parlamento Jovem mobilizou toda a comunidade escolar e permitiu aos alunos vivenciarem, de forma prática, o processo democrático. “Tivemos oito candidatos; realizamos debates, campanhas e a votação com urnas eletrônicas, seguindo todas as etapas de uma eleição real, o que desenvolveu competências de cidadania”, apontou. O diretor também destacou a relevância das propostas apresentadas, com foco na realidade dos estudantes e nas necessidades da comunidade. “Nossa jovem deputada eleita trouxe uma proposta de melhoria da mobilidade urbana, fruto das dificuldades que ela e outros colegas enfrentam no deslocamento diário”, disse Vitor. Vitor Valdez: “Tivemos oito candidatos; realizamos debates, campanhas e a votação com urnas eletrônicas, seguindo todas as etapas de uma eleição real, o que desenvolveu competências de cidadania” Protagonismo estudantil A estudante Viviane Oliveira, 16 anos, do segundo ano do ensino médio do CEL, afirmou que ser eleita no Parlamento Jovem foi uma oportunidade única de representar a realidade dos colegas e propor soluções para questões do cotidiano escolar. “O direito de ir e vir do estudante é essencial, e nossa proposta busca melhorar a mobilidade para que todos tenham acesso às aulas e atividades, não só na nossa escola, mas em toda a rede pública”, ressaltou. [LEIA_TAMBEM]Viviane também destacou o aprendizado proporcionado pelo processo eleitoral e pela elaboração de um projeto legislativo. “Foi muito empolgante conhecer como funciona a criação de leis e perceber que uma proposta nossa pode transformar a vida de várias pessoas. Além disso, vivenciar a campanha e a votação me ensinou sobre a importância da democracia e do esforço para conquistar a confiança de cada eleitor”, afirmou. A eleição dos jovens deputados foi realizada com o apoio técnico do TRE-DF, que disponibilizou urnas eletrônicas e capacitou estudantes para atuar como mesários, além de contar com servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para a operação das urnas. A logística de transporte dos equipamentos ficou a cargo da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). No próximo evento do programa, em setembro, os jovens deputados apresentarão ideias de proposições legislativas relacionadas à realidade da juventude do DF, elaboradas a partir das experiências vivenciadas no programa. Na ocasião, também ocorrerá a entrega do prêmio A Voz da Juventude, concedido às três escolas com melhor desempenho nas etapas do projeto. O primeiro lugar receberá R$ 150 mil; o segundo, R$ 100 mil; e o terceiro, R$ 50 mil, valores que serão repassados por meio de emenda parlamentar. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Estudantes do programa Pontes para o Mundo recebem orientações finais antes de embarque para o Reino Unido

Contagem regressiva rumo ao Reino Unido. Os estudantes participantes do programa Pontes para o Mundo deram mais um passo importante na preparação para a experiência de estudos em solo estrangeiro. Em um novo encontro preparatório, realizado neste sábado (9), no Museu Nacional da República, os alunos entregaram parte da documentação médica exigida e acertaram a marcação dos exames de perfil psicológico, que serão feitos durante a semana. O último encontro antes da viagem está programado para 22 de agosto, às 19h, na Escola de Música de Brasília. No encontro, os alunos entregaram parte da documentação médica exigida e acertaram a marcação dos exames de perfil psicológico, que serão realizados durante a semana | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF A reunião com as famílias contou com a presença da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, da primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, do secretário-executivo da Educação, Isaías Aparecido, e da oficial de Educação do governo britânico no Brasil, Isabela Braga. “Este é um sonho, e a cada encontro com vocês temos mais certeza de que fizemos a escolha certa. Com o apoio da primeira-dama, Mayara Noronha, que sonhou com esse intercâmbio, seguimos investindo para que esta seja apenas a primeira de muitas portas que vocês irão abrir para o mundo”, declarou Hélvia Paranaguá. "Não fiquem restritos ao nosso quadradinho, pois vocês têm capacidade de avançar pelo mundo" Mayara Noronha, primeira-dama do DF Mais 400 vagas em 2026 A primeira-dama do DF falou sobre o impacto transformador do programa e anunciou a ampliação das vagas para a próxima edição. “Vocês são 102 jovens que estão indo realizar um sonho, mas queremos ir além. No próximo ano, vamos quadruplicar esse número, chegando a 400 estudantes. É a oportunidade de ter acesso à cultura, aprimorar o inglês e dialogar com pessoas do mundo inteiro. Não fiquem restritos ao nosso quadradinho, pois vocês têm capacidade de avançar pelo mundo”, afirmou Mayara Noronha. Para o estudante Gustavo Reis da Rocha, 16 anos, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Guará, a expectativa é de vivenciar um aprendizado único. “Acho que vai ser muito legal, vamos ter muitas experiências novas e estudar bastante, de uma forma diferente, já que é um país com um sistema educacional distinto do nosso. Descobri que lá eles não têm o ensino médio como temos aqui, então será algo muito diferente do que estou acostumado”, disse, empolgado para a sua primeira viagem internacional. [LEIA_TAMBEM]A oficial de Educação do governo britânico no Brasil, Isabela Braga, destacou o papel das parcerias internacionais e deu as boas-vindas aos estudantes. “Nosso trabalho é promover conexões entre instituições britânicas e brasileiras, seja por meio de eventos, bolsas de intercâmbio, cooperação acadêmica ou tecnologias educacionais. Este intercâmbio será uma experiência enriquecedora e profissionalizante, capaz de transformar o futuro de cada participante”, garantiu. A CEO da agência de turismo Futura Viagens, Fernanda Martins, falou sobre a experiência da empresa de viagens na condução de intercâmbios educacionais e a importância do momento para os estudantes. “Temos 18 anos de atuação e um histórico sólido no atendimento a órgãos públicos, especialmente com alunos de escolas públicas. A expectativa é que esses jovens cheguem ao Reino Unido com uma mala cheia de sonhos e retornem com parte deles realizados, novos planos e ideais para voar ainda mais alto. Queremos que as famílias fiquem tranquilas, confiantes de que esta é a melhor escolha para oferecer autonomia e ampliar horizontes”, ressaltou. O estudante Gustavo Reis da Rocha, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Guará, está ansioso para conhecer o sistema educacional do Reino Unido Preparação para o PAS Durante o encontro, também foi feita a entrega do Guia do PAS (Programa de Avaliação Seriada), material de apoio composto por apostilas e conteúdos preparatórios para que os alunos possam dar continuidade aos estudos enquanto estiverem no exterior. O material foi reunido a partir de uma campanha de doação e inclui acesso a uma plataforma digital e recursos impressos. “No segundo semestre, muitos desses estudantes vão prestar a segunda etapa do PAS, e não dá para deixar a preparação de lado. Por isso, firmamos uma parceria com a Secretaria de Educação para entregar um kit completo com três livros das matérias do exame, um livro de obras do edital, acesso à plataforma online e simulados remotos. Assim, eles poderão manter o ritmo de estudos mesmo no Reino Unido”, explicou um dos sócios do Guia do PAS, Luiz Augusto. O secretário-executivo da Educação, Isaías Aparecido, destacou a dimensão social do programa. “Este é um trabalho que realiza sonhos de toda a equipe da Secretaria de Educação, do governador e de tantos que acreditaram no projeto. Eu fui aluno de escola pública, estudei no Centro de Línguas, e sei o quanto este momento representa para jovens de diferentes condições sociais. Tenho plena confiança de que essa experiência será um sucesso e abrirá portas para as próximas edições”, apontou. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Inaugurada primeira escola pública do Jardins Mangueiral, com investimento de mais de R$ 15 milhões

Ir a pé para a escola, acompanhada da mãe, conversando enquanto o cachorro participa da caminhada. Parece cena de filme, mas é a nova realidade de Isabella Bianca da Silva, 13 anos, aluna do oitavo ano, e de tantos outros estudantes e pais que hoje comemoram a chegada do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, inaugurado nesta quinta-feira (7) pelo governador Ibaneis Rocha.  Ibaneis Rocha: "Somos reconhecidos como uma das cidades mais alfabetizadas do Brasil. E nós não vamos parar, vamos continuar investindo" | Foto: Renato Alves/Agência Brasília É a primeira instituição de ensino construída do zero e entregue à comunidade na região, que hoje ultrapassa os 20 mil habitantes. Para tirar o projeto do papel, este Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 15,3 milhões. A previsão é que o Jardins Mangueiral ganhe outras três unidades, sendo uma escola classe, um centro de ensino fundamental e um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi). “Somos reconhecidos como uma das cidades mais alfabetizadas do Brasil. E nós não vamos parar, vamos continuar investindo. Daqui a uns dias, estaremos aqui novamente para inaugurar o Cepi, que não tinha nessa região. Temos mais duas escolas para entregar aqui e, assim, conseguimos fazer com que todos os moradores possam matricular seus filhos desde a primeira infância até a fase adulta. Isso é um desejo nosso que está se concretizando", afirmou o governador Ibaneis Rocha.  Emocionado, o chefe do Executivo destacou que a inauguração é fruto do planejamento feito no início de sua gestão: “Eu estou muito feliz aqui hoje. Foi uma visita bastante emocionante porque vi de perto a alegria das crianças e o carinho delas ao tratar comigo. Eu já estou no sétimo ano de governo, caminhando para o final da minha caminhada no governo e eu vejo a alegria das pessoas quando me recebem. Isso me deixa de coração muito feliz e é sinal da energia positiva que essas crianças passam para a gente”.  A nova escola poderá receber até 1,2 mil alunos, de 6 a 17 anos, distribuídos em 18 salas de aula | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A instituição tem capacidade para atender até 1,2 mil alunos em um terreno de quase 6 mil m². O espaço, com 18 salas de aula, foi planejado para acolher estudantes dos 6 aos 17 anos matriculados do primeiro ano do ensino fundamental até o terceiro ano do ensino médio, que agora terão a oportunidade de estudar em uma escola perto de casa. “Essa é a primeira escola que o Jardins Mangueiral recebe. Os estudantes daqui eram distribuídos em São Sebastião e até mesmo no Plano Piloto. Com mais essa entrega, a gente consegue concentrar tudo aqui. Foram mais de R$ 15 milhões investidos nessa belíssima obra porque esse é o padrão do nosso governo. É uma escola arrojada, bonita e com qualidade para os estudantes”, pontuou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Hélvia Paranaguá comemora a primeira escola do Jardins Mangueiral: "É uma escola arrojada, bonita e com qualidade para os estudantes"  A obra do CED Jardins Mangueiral ficou a cargo da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contou com aporte financeiro do governo federal. “Essa escola é um exemplo de padrão que vamos seguir. Até o final de 2026, vamos entregar outras instituições de ensino iguais a essa, nessa mesma qualidade, porque sabemos a importância que a educação tem para transformar vidas”, defendeu o presidente da Novacap, Fernando Leite. "Mais do que uma escola, é um espaço de oportunidades, crescimento e cuidado com as nossas crianças" Celina Leão, vice-governadora “A educação é, sem dúvida, uma prioridade no Distrito Federal. Mais do que uma escola, é um espaço de oportunidades, crescimento e cuidado com as nossas crianças. A educação transforma, acolhe e abre caminhos, e é isso que trabalhamos todos os dias para levar à nossa população”, acrescentou a vice-governadora Celina Leão. Para quem dependia de ônibus escolares e outros meios de transporte, estudar perto de casa, em um prédio novinho em folha, com salas bem-equipadas, biblioteca, quadra coberta e até sala de música, traz mais comodidade e qualidade de vida que refletem em bons resultados dentro de sala de aula.   “Dá gosto de vir para a escola", diz a estudante Julia Beatriz “Quando cheguei no primeiro dia de aula, o coração acelerou. Eu vi que tinha armário para gente guardar nosso material, igual nos filmes. Os quadros são de vidro, os professores nos receberam com muito carinho. Dá gosto de vir para a escola”, disse emocionada a aluna do nono ano, Julia Beatriz Fernandes Costa, de 14 anos. A obra também contemplou a construção de um castelo d’água, central de GLP, paraciclos, guarita, estacionamento e uma quadra coberta com 719,64 m², onde há vestiários e depósito. Evellyn Sousa: "Aqui eu presto mais atenção nas aulas, porque o ambiente faz diferença” Para a aluna Evellyn Sousa, de 14 anos, a estrutura da nova escola é diferente de todas as outras pelas quais já passou. “Quando entrei, senti que eu não estava mais nesse mundo”, contou a garota. “A escola é muito nova, tem uma vibe muito bonita. Eles se preocuparam com cada detalhe: as plantas, as luzes. Aqui eu presto mais atenção nas aulas, porque o ambiente faz diferença.” Já para o aluno do segundo ano do ensino médio, Pedro Ribeiro, 16 anos, o colégio é sinônimo de mais autonomia. “Antes eu dependia dos meus pais para tudo, eles que me levavam e buscavam na escola. Agora eu venho de bicicleta ou de ônibus, e é bem mais rápido. A rotina fica mais fácil, eu chego mais cedo em casa, consigo estudar mais.” Hoje o CED atende 985 alunos, incluindo 68 com algum tipo de deficiência, que contam com salas e estruturas adaptadas e acessíveis para garantir a inclusão no ambiente escolar. “A escola pública é a que melhor acolhe os alunos com deficiência”, defende o diretor Jardel Câmara. "A escola tem uma estrutura muito boa, é tudo novo e sem contar a praticidade de ficar próximo de casa onde a gente mora" Andréia Dias, mãe de aluna Para a mãe Andréia Dias Araújo, 40, a segurança é o principal benefício que ganhou após a inauguração do CED Jardins Mangueiral: “A escola tem uma estrutura muito boa, é tudo novo e sem contar a praticidade de ficar próximo de casa onde a gente mora. A minha filha pode ir e voltar da escola sozinha ou de bicicleta. Isso é muito bom porque os pais podem se organizar e ter mais tempo de qualidade também. Então é realmente uma praticidade muito positiva para nós”. Não são só os alunos e famílias que ganham com o novo espaço. O CED conta com 96 funcionários, entre professores, monitores e funcionários terceirizados. “Essa é uma escola pronta, e a engenharia foi muito feliz. Antes de formar alunos, nós formamos cidadãos. Aqui, a gente consegue dar prosseguimento ao ensino do estudante que sai do ensino fundamental e já entra no médio. Então, nos dá a oportunidade de conhecer, de forma integral, tanto o aluno quanto a sua família”, relatou o diretor Jardel. Um novo bairro Hoje com uma escola, Unidade Básica de Saúde e novas moradias, o Jardins Mangueiral cresce e se desenvolve com tantas obras de infraestrutura e modernidade promovidas por este GDF. “Hoje eu tenho tudo na minha porta: transporte, um postinho de saúde maravilhoso e essa escola, que foi um sonho realizado. A segurança do nosso bairro é maravilhosa”, descreveu a estudante Ana Cláudia Pimenta da Silva, de 37 anos, mãe de Isabella Bianca. Ana Cláudia Pimenta da Silva comemora que, com a nova escola, poderá almoçar junto com a filha, Isabella Bianca [LEIA_TAMBEM]Moradora da região há 13 anos, ela lembra da dificuldade que tinha para levar a filha à escola: “Ela estudava no Lago Sul. Saía de casa muito cedo e chegava muito tarde. Era uma hora e meia de transporte. Hoje ela tá aqui em cinco minutos. Acorda mais tarde, toma café da manhã, chega cedo em casa. A gente consegue almoçar juntas. A gente é grata pelo governador, grata pela administração do GDF, porque agora eu tenho paz e a tranquilidade de saber que minha filha está em uma escola como essa”, completou Ana Cláudia. Segundo o governador Ibaneis Rocha, o compromisso é de que, assim como o Jardins Mangueiral, os novos bairros do Distrito Federal ganhem a infraestrutura necessária para acolher a população: “Nós temos tido um cuidado muito especial com essas novas áreas, como aqui no Mangueiral, que não tinha Unidade Básica de Saúde, e nós entregamos, não tinha mobilidade nem escolas e isso prejudicava quem morava aqui. Então, estamos lançando em todos os outros bairros para que eles já venham com escolas, creches, unidades de saúde e pontos de atendimento do governo”.

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Novo Cepi Asa Branca, em Taguatinga, oferece educação de qualidade para crianças de até 3 anos em período integral

Taguatinga ganhou mais um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi). Batizado de Asa Branca, o espaço foi inaugurado nesta quarta-feira (6) pelo Governo do Distrito Federal (GDF), com capacidade para atender 188 crianças. Foram investidos mais de R$ 6 milhões na obra, recursos provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e de contrapartida do GDF. Os serviços foram executados por empresa contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) para fortalecer a oferta da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). O Cepi Asa Branca foi formalmente inaugurado nesta quarta (6), em Taguatinga; a creche tem capacidade para atender 188 crianças | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Durante a inauguração simbólica, o governador Ibaneis Rocha afirmou que a entrega de mais um Cepi representa o esforço do GDF em reduzir a fila de creches. “Para a gente, é um momento de muita alegria. Nós assumimos um desafio muito forte em janeiro de 2019, quando tínhamos cerca de 26 mil crianças fora das creches. Hoje, nós temos menos de 2,5 mil e até dezembro esperamos estar com a fila zerada no DF”. Além do Cepi entregue nesta quarta, o GDF tem mais nove prontos para inaugurar, sete em licitação e 33 em fase de projeto, segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O chefe do Executivo local lembrou ainda outras ações do governo que têm garantido a presença das crianças na educação infantil, como o aumento do repasse do Cartão Creche para as entidades privadas. “Nós fizemos o reajuste da tabela, o que está aumentando a quantidade de creches privadas que estão buscando dar esse atendimento”, acrescentou. O governador Ibaneis Rocha aproveitou a solenidade para anunciar um projeto em desenvolvimento. Trata-se de uma bolsa para alunos da rede pública aprovados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em universidades de outros estados: “Vamos criar uma bolsa para cada aluno, para que possamos ajudar no custeio das famílias. Porque a grande maioria está passando graças às melhorias do ensino e tem a oportunidade de estudar numa boa universidade. Temos que pensar na educação integral, desde a pequena idade até a universidade.” A vice-governadora Celina Leão reforçou que “a inauguração do Cepi Asa Branca faz parte do esforço deste GDF para fortalecer a educação infantil no Distrito Federal, ampliando o acesso ao ensino de qualidade e o desenvolvimento integral das crianças desde os primeiros anos de vida. Além disso, é uma tranquilidade, especialmente, para as mães que podem trabalhar sabendo que seus filhos estão bem-cuidados e assistidos”. Localizado no Setor J Norte de Taguatinga, o Cepi Asa Branca segue o padrão Tipo 1 em lote de 7.200 m², com área edificada de 1.311,97 m² | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Educação infantil A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, pontuou a importância das creches para o desenvolvimento infantil. “É o primeiro momento que a criança vai ter contato com os colegas, porque a escola, além de ofertar aos estudantes a aprendizagem pelas disciplinas, é um ambiente de socialização. A criança aprende a ter limites, a trabalhar em grupo. É todo um trabalho que vem sendo feito na formação desses futuros cidadãos. A mãe vai trabalhar com tranquilidade porque a criança fica 10 horas assistida no espaço, com insumos, uniforme e cinco refeições. Ela vai para casa com banho tomado e alimentada, só para dormir”, destacou. De portas abertas desde abril, atualmente a unidade atende 188 crianças em tempo integral, com funcionamento das 7h30 às 17h30 Hélvia Paranaguá destacou também o novo manual do GDF, atendendo a uma recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) que define mais critérios para as vagas. “Colocamos crianças que são filhas de mães vítimas de feminicídio e pessoas em situação de rua... Então, vários outros aspectos que não estavam previstos no manual anterior foram colocados, para que a gente possa fazer o filtro e proteger quem precisa mais nesse momento”, explicou. “Outra coisa importante é que agora a mãe só tem direito a três recusas”. A nova regra permitirá o andamento da fila, que antes ficava parada até o responsável aceitar uma vaga. [LEIA_TAMBEM]Natural de Taguatinga, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha resgatou memórias da cidade e a sua gratidão por ela: “A [inauguração] de hoje tem o meu coração, é muito especial poder voltar ao lugar onde eu cresci e poder contemplar com essa obra. Traz um momento de reflexão e de gratidão pelas famílias que deixam seus filhos aqui e têm seus corações tranquilos porque eles estão sendo bem-cuidados”, elogiou. De portas abertas desde abril, atualmente a unidade atende 188 crianças em tempo integral, com funcionamento das 7h30 às 17h30. As turmas são organizadas em Berçário I, Berçário II, Maternal I e Maternal II, acolhendo os pequenos com idades entre 4 meses e 3 anos. As cinco refeições oferecidas diariamente são elaboradas por nutricionista, considerando as necessidades de cada idade e as restrições alimentares de alguns estudantes. Para a publicitária Nayara Faria, 25, tanto a estrutura quanto o currículo pedagógico da unidade permitem que ela se dedique a compromissos profissionais com tranquilidade, ciente de que o filho está bem-cuidado. “O Miguel tem 3 anos, ele se adaptou muito bem e, hoje, a creche é o meu alicerce, é o que me ajuda a seguir minha vida, trabalhar e estudar”, comenta. “Aqui tem toda uma rotina, desde a alimentação, que tem nutricionistas, até brincadeiras didáticas, em um lugar limpo, organizado, com uma estrutura muito boa”, elogiou. A confeiteira Brenda de Aquino, 22, também agradece a construção da creche, que fica a menos de dez minutos a pé da casa dela. “Antes, meu filho ia de van para a creche, porque era longe de casa. Quando descobri que teria essa unidade, fiquei muito feliz”, destaca a mãe do pequeno Rhavi, 2. “Ele se adaptou muito bem à rotina da escola. Está falando bem mais, se alimentando melhor. E me ajudou muito também porque, na minha correria do dia a dia, eu não conseguia dar uma atenção exclusiva para ele. Aqui na escola tenho certeza de que ele está aprendendo.” A publicitária Nayara Faria elogiou a estrutura da nova creche: “Aqui tem toda uma rotina, desde a alimentação, que tem nutricionistas, até brincadeiras didáticas, em um lugar limpo, organizado, com uma estrutura muito boa” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Estrutura Localizada no Setor J Norte, a creche segue o padrão Tipo 1 em lote de 7.200 m², com área edificada de 1.311,97 m². São dois blocos principais (A e B), interligados por circulação coberta, além de pátio coberto, playground, jardins, castelo d’água e estacionamento. “O que nos dá mais prazer é a engenharia social, que são as creches, escolas e hospitais – tudo que está relacionado diretamente com as pessoas. Essa obra social é muito forte e prioritária dentro do projeto do governador. Hoje, por exemplo, estamos inaugurando um Cepi bacana para 188 alunos. É uma obra com um lote maravilhoso, que foi feita em dois anos, com muito cuidado e zelo; e isso acrescenta muito dentro dessa prioridade social do governo”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. O bloco A conta com hall, secretaria, sala de professores, direção, almoxarifado, sanitários, lactário com áreas de higienização, preparo de alimentos e entrega, salas de atividades para crianças de até 11 meses, fraldários, salas de amamentação, dois solários, salas de telefonia e elétrica, copa para funcionários, lavanderia com área de triagem, tanques e máquinas, rouparia, depósito de material de limpeza, vestiários, refeitório, cozinha, despensa, varanda e pátio de serviço. O refeitório do Cepi Asa Branca fica no bloco A, assim como a cozinha, as salas de atividades para crianças de até 11 meses e fraldários, entre outras estruturas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Já o bloco B é composto por duas salas de atividades para crianças de 1 ano a 1 ano e 11 meses, duas salas para crianças de 2 a 3 anos e 11 meses, quatro solários, sala multiúso, quatro salas da pré-escola para crianças de 4 anos a 5 anos e 11 meses, sanitários infantis e sanitários para professores. O pátio coberto serve como espaço de integração entre as diferentes faixas etárias. O playground, localizado na área externa, é destinado a brinquedos infantis. O estacionamento da unidade tem 12 vagas para bicicletas, dez para motos e 18 para carros, sendo uma vaga para pessoa com deficiência (PcD), três vagas para pessoas idosas e uma para embarque e desembarque. O Cepi Asa Branca é administrado pela organização sem fins lucrativos Lar da Criança Padre Cícero. “O lar está há mais de 40 anos em Taguatinga e essa é a nossa quarta unidade. Fazemos esse trabalho para as mães irem trabalhar e estudar, tendo apoio nos cuidados e no desenvolvimento das crianças, que é o mais importante de tudo, com muito amor”, afirma a presidente da entidade, Maria Meire Costa. *Colaborou Adriana Izel

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Volta às aulas: GDF faz campanha em escolas públicas para orientar pais e alunos sobre segurança no trânsito

Com o retorno das férias de mais de 459 mil estudantes em 710 escolas públicas, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta segunda-feira (4), a campanha Volta às Aulas, que promove ações educativas nas vias de acesso a centros de ensino da capital. O primeiro colégio a receber a campanha foi o Elefante Branco, na Asa Sul. A ação, coordenada pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), visa orientar pais e alunos sobre os cuidados para que o trajeto de casa para o colégio, e vice-versa, seja feito com segurança. A campanha ocorrerá pelos próximos 15 dias, durante os períodos de entrada e de saída de diversas escolas do DF. O Detran-DF promoveu ação educativa da campanha Volta às Aulas no colégio Elefante Branco, nesta segunda (4) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os alunos recebem cartilhas com atividades pedagógicas, além de ganharem um panfleto no formato da mão do mascote do Detran-DF, Segurito, para se lembrarem da importância do sinal de vida e de atravessar a rua com segurança. As orientações abrangem também cuidados com ciclistas, pedestres, passageiros e também aos motoristas. Nas abordagens, os pais recebem material educativo com orientações sobre os cuidados com os pedestres e ciclistas no trânsito, a importância do uso do cinto de segurança e cadeirinha, os riscos de parar em fila dupla, a forma correta de fazer embarque e desembarque de passageiros e os cuidados ao contratar o transporte escolar.  Estudantes recebem material informativo e orientações, como não usar celular ao atravessar a faixa de pedestre Segundo Ana Maria Moreira, diretora de Educação de Trânsito do Detran, a ação de volta às aulas é um momento importante para a conscientização do pedestre, do motorista, do ciclista e do motociclista. “Nosso objetivo aqui é fazer com que o aluno tenha uma travessia tranquila. A gente sabe que nesse momento de volta às aulas, o fluxo de carros aumenta bastante e o trânsito fica mais intenso, o que gera algum desconforto”, comenta. “Uma coisa que acontece muito são os pais que vão deixar os alunos na escola pararem em fila dupla. Esse é outro alerta que a gente dá. Não pare em fila dupla, você pode colocar seu filho em risco”, alerta. Distrações causadas pelo celular Ana afirma que o uso do celular também tem sido motivo de preocupação. “Em relação ao uso do celular, a gente sabe que, principalmente o adolescente, costuma atravessar a faixa de pedestre com o celular na mão, com fone de ouvido. Então a gente também orienta que durante a travessia o cidadão deixe o celular um pouquinho de lado”, aconselha. “Muitos alunos colocam em risco a própria vida ao atravessar a rua sem atenção", comentou a estudante Isabela Souza Abreu, que elogiou a ação educativa O analista em atividades de trânsito Marcelo Vilela Moraes confirma. “Hoje em dia o celular se tornou o fator de maior distração, tanto para o motorista quanto para pedestres”, afirma. Segundo Moraes, muitos jovens andam distraídos pelos celulares, até na hora de atravessar a rua. “Ao atravessar na faixa de pedestres, além de esperar os carros pararem, é importante parar de olhar o celular e prestar atenção na hora da travessia”, afirma. Ele conta que a campanha está sendo bem-recebida pelos estudantes. “A gente percebe que os alunos têm sido bem receptivos. Inclusive, dependendo de onde a gente está, eles vêm em nossa direção para interagir e pegar o material. A receptividade deles tem sido muito boa”, avalia. Para ele, a dica principal é atravessar sempre na faixa de pedestre. “Quando a faixa de pedestre não for semaforizada, deve-se fazer o sinal de vida, aguardar que os carros parem para poder fazer a travessia segura”, aconselha. “Ao atravessar na faixa de pedestres, além de esperar os carros pararem, é importante parar de olhar o celular e prestar atenção na hora da travessia”, destacou o analista em atividades de trânsito Marcelo Vilela Moraes A estudante Isabela Souza Abreu cursa o 3º ano do ensino médio no Elefante Branco. Para ela, a campanha de conscientização é muito importante. “Muitos alunos colocam em risco a própria vida ao atravessar a rua sem atenção. Então eu acho uma coisa muito importante tanto para os alunos, quanto para os motoristas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Maria Clara Venâncio também é aluna do 3º ano do centro educacional. Ela conta que já soube de um caso de aluno atropelado em frente à escola. “Eu acho importante a campanha educativa, porque tem risco de acidente com alunos antes de entrar na escola”, avalia. A diretora de Educação de Trânsito lembra ainda que a segurança no trânsito é responsabilidade de todos. “Eu gostaria de dizer principalmente para os pais não se esquecerem que a gente está transportando o nosso bem maior, que são os nossos filhos. A gente tem uma responsabilidade maior com o trânsito. O trânsito seguro é responsabilidade de todos. E que todo mundo leve a sério aquela frase: Desacelere, seu bem maior é a vida”, conclui Ana. Veja abaixo onde a campanha Volta às Aulas do Detran estará nesta semana: - Terça-feira (5) – 11h às 13h - Colégio Ideal Manacá – Rua Manacá 2, Bloco 2 – Águas Claras; - Quarta-feira (6) – 11h às 13h - Colégio Único – SGAS II 606 – Asa Sul; - Quinta-feira (7) – 11h às 13h - Colégio Digital Jardins – Jardins Mangueiral – Lote 4; - Sexta-feira (8) – 11h às 13h - Jardim de Infância 305 Sul – SQS 305 Sul – Área Especial.

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Alunos da rede pública são convocados para o Meeting Paralímpico 2025

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) convocou, na última sexta-feira (25), os estudantes-atletas da rede pública que representarão o Distrito Federal na etapa regional do Meeting Paralímpico 2025. Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o evento será realizado no dia 9 de agosto e é classificatório para as Paralimpíadas Escolares, que ocorrerão em novembro, em São Paulo. Estudantes da rede pública intensificaram os treinos para o Meeting Paralímpico 2025, que será classificatório para as Paralimpíadas Escolares | Foto: Fernanda Feitoza/SEEDF Nesta edição, o Meeting reúne atletas do Distrito Federal e de Goiás em um único dia de competições. As disputas serão realizadas em Brasília, em locais a serem confirmados. Para conquistar a vaga na etapa nacional, os participantes precisam alcançar um índice mínimo de 80% do recorde brasileiro da modalidade. Os tempos exigidos são desafiadores, o que valoriza ainda mais o esforço e a preparação dos competidores. “Os estudantes aguardam ansiosamente por este momento e muitos veem o evento como uma oportunidade de estar nas Paralimpíadas Escolares competindo pelo seu Estado, e quem sabe conquistar uma medalha” Ricardo Costa Lima, gerente de Desportos da SEEDF Ao todo, 84 estudantes com idades entre 11 e 17 anos foram convocados para competir nas modalidades de atletismo, natação e bocha paralímpica. Cada estudante é acompanhado individualmente por um professor de Educação Física, que oferece o suporte técnico e pedagógico necessário durante todo o processo. “Os estudantes aguardam ansiosamente por este momento e muitos veem o evento como uma oportunidade de estar nas Paralimpíadas Escolares competindo pelo seu Estado, e quem sabe conquistar uma medalha”, destaca Ricardo Costa Lima, gerente de Desportos da SEEDF. Novos talentos na equipe O Centro de Iniciação Desportiva Paralímpico (CIDP) de São Sebastião será responsável por levar nove atletas para o evento, dos quais cinco estreiam em competições oficiais. A renovação da equipe é um dos destaques deste ano e revela o crescimento contínuo do esporte paralímpico nas escolas públicas do DF. Entre os convocados está Vitor Hugo Soares, de 15 anos, que disputará os 200 metros medley na natação. Para garantir uma boa adaptação ao novo espaço, a equipe técnica tem realizado visitas à piscina do Clube do Exército, proporcionando uma melhor familiarização dos jovens atletas com a piscina olímpica de 50 metros, que será o modelo utilizado no Meeting e nas etapas posteriores. [LEIA_TAMBEM]O Meeting é apenas uma das três grandes competições voltadas ao desporto paralímpico escolar no segundo semestre de 2025. Ainda em agosto, será realizada a seletiva distrital para as Paralimpíadas Escolares, contemplando as modalidades de parabadminton e tênis de mesa. Já nos meses de outubro e novembro, acontecem os Jogos Escolares Paradesportivos do DF (JEPDF), com foco formativo e inclusivo. Apesar de não terem caráter classificatório, os JEPDF cumprem papel fundamental na promoção do esporte adaptado, estimulando a participação e revelação de novos talentos. Preparação para as competições A preparação dos estudantes-atletas ocorre de forma contínua e descentralizada, com o envolvimento de escolas da rede pública, associações esportivas, centros olímpicos e paralímpicos (COPs), Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe) e outras instituições. Essa rede plural de apoio garante o acompanhamento técnico, físico e emocional dos atletas desde os primeiros passos no esporte até a participação em eventos oficiais. "Com a mudança no formato do Meeting, que passou a atender apenas duas regiões, todas as provas acontecem em um único dia, o que torna a competição ainda mais desafiadora. Por isso, intensificamos os treinos e estamos levando os estudantes para vivenciar a experiência em uma piscina olímpica de 50 metros e 3 metros de profundidade, para que eles ganhem confiança antes do evento", explica Alexandre Fachetti, técnico e professor do CIDP de São Sebastião. O Meeting Paralímpico 2025 será realizado no dia 9 de agosto A SEEDF também tem incentivado a realização de encontros bimestrais voltados à troca de experiências e treinamentos coletivos, especialmente nas modalidades de atletismo, bocha e natação. A iniciativa fortalece os vínculos entre os diversos agentes do paradesporto escolar e promove a articulação entre práticas pedagógicas e esportivas inclusivas. O Meeting é reconhecido como uma etapa estratégica para o desenvolvimento do paradesporto escolar. Além de funcionar como seletiva nacional, a competição proporciona experiências valiosas de superação, convivência e protagonismo estudantil, reafirmando o compromisso da SEEDF com uma educação inclusiva e de qualidade. *Com informações da SEEDF

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