GDF reforça manutenção em vias rurais e reparos no asfalto na área central de São Sebastião
Ao longo desta semana, o Governo do Distrito Federal (GDF) executou serviços de manutenção viária em São Sebastião, com frentes de trabalho na área rural e no perímetro urbano da cidade. As ações, desenvolvidas pela Novacap e pela administração regional local pelo programa GDF Presente, contemplaram trechos do Núcleo Rural Capão Comprido, dos bairros Zumbi dos Palmares e Morro da Cruz e também do Centro da cidade. Maquinário nas estradas rurais de São Sebastião: obras de manutenção e zeladoria são executadas em caráter permanente | Foto: GDF Presente “É um trabalho constante devido às condições climáticas, mas estamos atentos às necessidades da população e atendendo as emergências sempre que ocorrem com apoio dos órgãos do governo” Leandro Cardoso, coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente “Estamos atuando na manutenção das áreas rurais do Núcleo Rural Capão Comprido, no caminho das escolas e nos pontos de atoleiro”, explica o coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente, Leandro Cardoso. Segundo a Novacap, mais de 3 quilômetros foram recuperados com o uso de resíduos da construção civil (RCC) doados pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Outra frente atuou nas avenidas principais dos bairros Zumbi dos Palmares e Morro da Cruz. As duas localidades estão em fase de regularização e ainda não contam com rede de águas pluviais nem pavimentação asfáltica. Nesses trechos, aproximadamente 4 quilômetros de vias passaram por manutenção. Área urbana também é beneficiada com a ação conjunta que repara as vias centrais | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A Novacap atuou em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e a Administração Regional de São Sebastião. “Na área urbana, estamos realizando uma operação conjunta com foco nos reparos das vias pavimentadas, que foram muito prejudicadas devido às fortes chuvas”, especifica Leandro Cardoso. [LEIA_TAMBEM]Para executar os serviços, as equipes mobilizaram duas motoniveladoras, duas pás carregadeiras, cinco caminhões basculantes trucados e um rolo compactador. “É um trabalho constante devido às condições climáticas, mas estamos atentos às necessidades da população e atendendo as emergências sempre que ocorrem com apoio dos órgãos do governo”, detalha o coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente. Zeladoria permanente Coordenado pela Secretaria de Governo (Segov), o GDF Presente é um programa permanente de zeladoria e manutenção das regiões administrativas. A iniciativa articula órgãos como Novacap, DER-DF, SLU e administrações regionais para dar respostas mais rápidas a demandas de infraestrutura e conservação urbana e rural, com serviços como recuperação de vias, limpeza, poda, manutenção de meios-fios e outras frentes de apoio às cidades.
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Pesquisa apresenta retrato detalhado da população residente na área rural do Distrito Federal
Realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) revela que a população residente na área rural do Distrito Federal é estimada em 121.759 pessoas, sendo 51,9% do sexo de nascimento masculino e 48,1% feminino. A média de idade é de 32,6 anos. A Pdad-A apontou a existência de 49.549 domicílios na área rural do Distrito Federal, com média de 2,46 moradores por domicílio. O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, destaca: “Essa abordagem ampliada possibilita uma compreensão mais completa da diversidade territorial do Distrito Federal. Os resultados contribuem com os órgãos do GDF na construção de políticas públicas eficazes para a população residente na área rural do DF”. A maioria da população da área rural do DF é composta de homens (51,9%) | Foto: Divulgação/IPEDF Perfil da população rural do DF Em relação à raça/cor da pele declarada pelos moradores da área rural, os pardos aparecem em maior percentual (57%), seguidos pela população branca (29,1%) e preta (11,6%). Quanto à religião, os católicos são maioria, 48,5%. Entre os moradores de 14 anos ou mais de idade, 50,5% se declararam casados e 43% solteiros. Os moradores da área rural nascidos no DF são 53% e, entre os que migraram, 60,8% nasceram na Região Nordeste do Brasil, com destaque para os estados da Bahia e do Maranhão. Sobre a conectividade, 84,2% indicaram acessar a internet em algum aparelho e 77% têm celular. Sobre a escolaridade da população da área rural com 25 anos ou mais, 66,3% estudaram até o ensino médio completo e apenas 16,5% dos moradores completaram o ensino superior. No grupo com 14 anos ou mais, 91,2% estão ocupados, e entre esses 43,7% trabalham na área rural e 53,4% são empregados do setor privado. Dos assalariados, 69,2% possuem CTPS e 63,2% contribuem para o INSS. A renda média do trabalho principal dos moradores da área rural é de R$ 2.654,70. Os trabalhadores por conta própria são 26,7% dos ocupados da área rural. No grupo de empreendedores, 41,4% possuem CNPJ e 30,6% são da categoria Microempreendedor Individual (MEI). Entre os 52,5% dos moradores que indicaram ter procurado atendimento em saúde, 87,6% realizaram consultas, sendo 67,1% em serviços públicos. Quanto ao local, 39,2% foram realizadas em unidades de saúde da área rural. Habitação e características dos domicílios Esse recorte da PDAD-A ajuda o governo no desenho de ações, programas e projetos para a mitigação das dificuldades enfrentadas pela população do território rural | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os dados sobre habitação apontam 49.549 domicílios na área rural, com uma média de 2,46 moradores por domicílio. As casas representam o tipo de moradia predominante, entre as quais 58,4% são próprias e, dessas, 29,9% possuem escritura definitiva registrada em cartório. Domicílios cedidos pelo empregador representam 12,9% dos domicílios rurais no DF. Três a cada quatro domicílios rurais possuem animais de estimação, com a predominância de cachorros (70,7%), seguidos por gatos (20,2%). Sobre a conectividade, 35,1% dos domicílios rurais possuem assinatura de serviços on-line, como filmes, músicas, notícias, cursos e esportes. Em 18% dos domicílios existe o serviço de TV por assinatura. Quase 80% das residências rurais do DF possuem renda mensal de até dois salários mínimos. A renda domiciliar média é de R$ 2.954,70, e a renda domiciliar per capita é de R$ 1.708,50. “Os dados sobre as necessidades dos domicílios e moradores do território rural do Distrito Federal representam o ponto de partida dos gestores públicos para o desenho de ações, programas e projetos para a mitigação das dificuldades enfrentadas pela população do território rural. É a utilização da informação para a ação”, afirma a diretora do IPEDF, Francisca Lucena. Subsídio para políticas públicas "O lançamento dos dados do recorte rural da Pdad-A representa um marco para o planejamento e o fortalecimento do desenvolvimento do território rural do Distrito Federal" Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural O secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, destacou a importância estratégica dos dados do recorte do território rural da Pdad-A 2024. As informações apoiam o fortalecimento do desenvolvimento regional ao reunir informações que vão além dos indicadores populacionais da área rural. “O lançamento dos dados do recorte rural da Pdad-A representa um marco para o planejamento e o fortalecimento do desenvolvimento do território rural do Distrito Federal. A pesquisa revela a realidade dos moradores da área rural, considerando as condições de moradia, trabalho e acesso a serviços públicos, informações essenciais para orientar políticas públicas mais eficazes”, afirmou. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, reforça: “Os dados publicados representam uma ferramenta estratégica para assegurar que as políticas públicas sejam fundamentadas em informações confiáveis e atualizadas sobre o território rural. Quanto mais qualificados são os dados, maior é a capacidade do poder público de planejar ações eficazes, ampliar oportunidades e promover o desenvolvimento sustentável da população rural”. *Com informações do IPEDF, da Emater-DF e da Seagri
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GDF debate infraestrutura elétrica na área rural com setor agrícola
A infraestrutura elétrica na área rural foi tema de reunião realizada nesta quarta-feira (19) pela Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov-DF) com a Neoenergia. O encontro ocorreu na unidade de operação da empresa, no Setor de Indústria de Abastecimento (SIA), com a participação de produtores rurais de diferentes regiões do DF. “O encontro foi coordenado pela Secretaria de Governo após ouvirmos demandas de produtores rurais do ramo da avicultura, que nos apresentaram pautas que necessitam da atuação do poder público, como regularização fundiária, melhoria e manutenção das estradas não pavimentadas, fomento e a infraestrutura elétrica na zona rural”, informou o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Hoje fomos bem recebidos aqui na Neoenergia para que os produtores pudessem relatar situações cotidianas que precisam ser solucionadas de forma a dirimir possíveis impactos negativos nas suas atividades produtivas e eles possam continuar sem percalços com suas linhas de produção.” Segov-DF se reuniu com a Neoenergia e produtores rurais para ouvir demandas e debater a infraestrutura elétrica na área rural | Foto: Divulgação/Segov-DF Diretor-superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Brasília, Gustavo Alvarez destacou os investimentos feitos no Distrito Federal e afirmou que a empresa está iniciando um trabalho de melhoria do fornecimento de energia na área rural. “Receber hoje esse grupo de avicultores de Brasília foi uma excelente oportunidade para ouvir de perto suas necessidades e entender o que pode ser aprimorado. Desde 2021, a Neoenergia já investiu mais de R$1 bilhão na rede elétrica do Distrito Federal, e agora estamos avançando em pontos específicos, especialmente na área rural”, informou. [LEIA_TAMBEM]De acordo com Alvarez, a Neoenergia vai continuar a interlocução com o grupo de produtores para identificar a real necessidade da população rural e direcionar as atividades de forma a serem mais eficazes. “Já iniciamos ações voltadas para o campo e, agora, vamos intensificar esse trabalho com foco nos avicultores. A partir de uma análise detalhada — que inclui localização, perfil e demanda de energia — vamos propor soluções personalizadas, alinhadas às necessidades reais de cada produtor. Estamos confiantes de que, juntos, vamos construir soluções eficazes e promover melhorias significativas para o setor avícola e para toda a região”, adiantou. O produtor rural e representante da Associação de Avicultores do Planalto Central, Rafael Toscano, falou da importância de contar com a intermediação da Segov nas pautas que afetam o setor agrícola no DF. “A atuação da Secretaria de Governo tem sido indispensável para que a gente possa buscar soluções para os problemas enfrentados pelo setor agrícola do Distrito Federal. O nosso ramo de atividade agradece muitíssimo”, disse. *Com informações da Secretaria de Governo (Segov-DF)
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Governo reforça infraestrutura rural no Itapoã para período de chuvas
Com a chegada do período chuvoso, a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) intensificou os trabalhos de manutenção no Núcleo Rural Capão da Erva, no Itapoã, com foco na segurança e no conforto da comunidade rural. A ação preventiva, realizada pela secretaria, com apoio da administração regional e da Secretaria de Governo (Segov-DF), visa reduzir o risco de alagamentos e enxurradas, garantindo mais mobilidade para moradores e produtores da região. Durante a operação, 25 bolsões d’água já existentes foram limpos e 20 novos foram construídos. Além disso, houve a instalação de mais de 10 metros de dreno, a criação de 10 bigodes e a recuperação de uma ponte. Essas estruturas têm papel estratégico na contenção das águas da chuva, protegendo estradas, propriedades, plantações e o gado, ao mesmo tempo em que contribuem para a preservação ambiental. Para melhorar ainda mais o escoamento da água, foram construídos 16 “peitos de pombo” — lombadas transversais que direcionam o fluxo das chuvas para os bolsões, facilitando o acesso e garantindo mais segurança para quem circula pela região. "Estamos investindo na infraestrutura rural para que as chuvas não se transformem em um problema para os produtores e suas famílias" Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural “Estamos investindo na infraestrutura rural para que as chuvas não se transformem em um problema para os produtores e suas famílias. Estradas em boas condições e sistemas de contenção de água são essenciais para garantir a segurança, o conforto e a produtividade no campo”, afirma o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno. A intervenção faz parte do cronograma contínuo de manutenção da Seagri-DF, que também abrange o Paranoá. Estradas rurais e canais de irrigação A ação preventiva visa reduzir o risco de alagamentos e enxurradas, garantindo mais mobilidade para moradores e produtores da região | Foto: Divulgação/Seagri-DF As estradas rurais também são prioridade para a Seagri-DF. Somente até setembro deste ano, mais de 1.200 quilômetros já foram restaurados em diferentes regiões do Distrito Federal. Em 2024, o número superou 1.800 km recuperados, somados à instalação e limpeza de inúmeros bolsões d’água. Essas ações ganham ainda mais importância com a chegada do período chuvoso, quando a boa condição das vias é fundamental para evitar alagamentos, garantir a segurança de quem circula e assegurar o escoamento da produção agrícola. Além disso, foram revitalizados mais 8,13 km de canais de irrigação, ampliando a capacidade de drenagem e contribuindo para a preservação das lavouras, o uso racional da água e a tranquilidade das famílias que vivem da produção rural. *Com informações da Seagri-DF
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GDF recupera estrada vicinal em área rural de Sobradinho e beneficia cerca de 3 mil moradores da região
O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou serviços de recuperação em uma estrada rural de aproximadamente 6 quilômetros, que liga a DF-330 à BR-020, entre as regiões administrativas de Sobradinho e Planaltina. A intervenção, coordenada pelo programa GDF Presente em parceria com a Administração Regional de Sobradinho, beneficia diretamente cerca de 3 mil pessoas que vivem em 400 chácaras da região. Os serviços, iniciados no último dia 26 de agosto, incluem a retirada de areia solta da via, umidificação com caminhão-pipa, aplicação de brita e compactação do solo. A iniciativa garante a trafegabilidade da estrada, especialmente no período chuvoso, e reduz a poeira excessiva que afeta a qualidade de vida dos moradores. Os serviços incluem incluem a retirada de areia solta da via, umidificação com caminhão-pipa, aplicação de brita e compactação do solo | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília De acordo com o administrador regional de Sobradinho, Paulo Izidoro da Silva, a ação atende a uma demanda antiga da comunidade. “Nosso objetivo é assegurar que, mesmo com as chuvas, os veículos consigam chegar até as residências — especialmente por causa das crianças, que hoje precisam caminhar até um quilômetro para acessar o transporte. A poeira também tem sido uma queixa recorrente dos moradores”, afirma. Segundo o coordenador do Polo Área Norte do GDF Presente, Ronaldo Alves, os benefícios da obra já são percebidos pela população, antes mesmo da conclusão. “Essa é uma área que integra duas escolas — Córrego do Arrozal e Córrego do Meio —, com circulação diária de estudantes e trabalhadores. Na época da seca, o excesso de pó afeta diretamente a saúde das pessoas e dificulta o trânsito. Em alguns trechos, a poeira acumulada chegava a 20 centímetros, o que compromete o tráfego, principalmente de ônibus escolares”, explica. Paulo Albérico de Oliveira ganhou tempo: "Antes, o percurso levava cerca de 40 minutos. Com as melhorias, estamos fazendo em 25 ou 30 minutos" O motorista de transporte escolar Paulo Albérico de Oliveira, que atua na região há seis anos, comenta a diferença no trajeto. “Antes, o percurso levava cerca de 40 minutos. Com as melhorias, estamos fazendo em 25 ou 30 minutos. Tinha vezes que o ônibus nem subia, patinava e ficava preso”, lembra. A monitora do veículo, Ana Beatriz da Silva, também destaca os avanços. “O trajeto está mais estável, com menos buracos e poeira. Isso trouxe mais conforto e segurança para as crianças”, diz. Moradora da região há 16 anos, a defensora popular Sônia Gomes de Oliveira afirma que a melhoria da estrada é fruto de articulação entre a Defensoria Pública do Distrito Federal, associações comunitárias e a Administração Regional de Sobradinho. Ela destaca que a mobilização conjunta tem acelerado o atendimento das demandas locais. “Já vemos resultados concretos, como a volta dos ônibus escolares, que não entravam há dois anos. Agora esperamos avançar para que a via tenha condições de receber transporte público regular. É o começo, mas já é motivo de grande satisfação para a comunidade”, conclui. Maria José Gomes Ferreira conta que a poeira causava alergias e colocava em risco a segurança da população [LEIA_TAMBEM]Maria José Gomes Ferreira é agricultora familiar e tesoureira de uma associação comunitária local. Segundo ela, antes da obra, a poeira causava alergias e colocava em risco a segurança de quem passava pela via. “Aqui era uma luta, de carro ou sem carro. O pó era uma coisa de louco. A gente dirigia bem devagar para evitar poeira nos outros e por causa dos buracos que judiavam do carro. Agora a gente passa com mais tranquilidade. Você respira um ar melhor, porque antes nem dava para respirar direito”. Maria José destaca que a estrada ainda está sendo compactada, mas a diferença já é enorme, inclusive no tempo de deslocamento. “Esse benefício é muito bom. Que haja gratidão no coração das pessoas e que o governo continue lembrando da gente na comunidade rural, porque precisamos muito”. Veja abaixo as etapas da recuperação da via Limpeza da via: Remoção da areia solta da base da estrada com motoniveladora; Umidificação da via: Aplicação de água com caminhão-pipa; Aplicação de material de base: Utilização de RCC britado (brita 2 e 3); Compactação do solo: Passagem de máquinas pesadas e caminhões sobre o material britado umedecido.
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Investimento de R$ 5,4 milhões vai levar 5 km de asfalto para escola na área rural do Sol Nascente
Agência Brasília · INVESTIMENTO DE R$ 5,4 MILHÕES VAI LEVAR 5 KM DE ASFALTO PARA ESCOLA NA ÁREA RURAL DO SOL NASCENTE “Hoje, aqui no Sol Nascente, é como se a cidade estivesse sendo abraçada… Passaram tantos governos, e agora sim estão olhando para a gente.” O desabafo emocionado e aliviado de Simone Irene da Silva, moradora da região há 34 anos, resume o sentimento de quem esperou por décadas o pavimento asfáltico na porta de casa. Nesta quinta-feira (3), esse sonho começou a se concretizar com a assinatura da governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, para dar início à pavimentação dos 5 km de acesso à Escola Classe Córrego das Corujas. "Temos certeza de que até o final do nosso governo iremos entregar mais obras como essa, que dão dignidade a quem acessa as escolas, principalmente em áreas mais distantes, dentro do programa Caminho das Escolas, beneficiando as áreas rurais do nosso Distrito Federal", disse a governadora em exercício Celina Leão, nesta quinta (3) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa faz parte do programa Caminho das Escolas, coordenado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), e já levou 29,2 km de asfalto para as vias de acesso às instituições de ensino da zona rural nos últimos cinco anos, totalizando um investimento superior a R$ 35,9 milhões. No Córrego das Corujas, as obras de pavimentação ao longo da via de 5 km contemplam também serviços de terraplenagem, drenagem (rede de captação de águas pluviais), pavimentação asfáltica, sinalização e paisagismo. O investimento é de R$ 5,4 milhões, provenientes de emendas parlamentares dos senadores Leila Barros e Izalci Lucas e da deputada distrital Paula Belmonte. Com as obras, cerca de 50 empregos devem ser gerados diretamente na região. "Hoje, aqui no Sol Nascente, é como se a cidade estivesse sendo abraçada", celebrou Simone Irene da Silva, moradora da região | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Essa é uma obra importantíssima, principalmente porque traz algo o que é prioridade para o nosso governo, que é o acesso a uma educação de qualidade, com condições de chegar até a escola. Nós sabemos que as crianças saem de casa limpas e acabam pegando muita poeira no caminho, isso afeta na qualidade de ensino desses alunos. Temos certeza de que até o final do nosso governo iremos entregar mais obras como essa, que dão dignidade a quem acessa as escolas, principalmente em áreas mais distantes, dentro do programa Caminho das Escolas, beneficiando as áreas rurais do nosso Distrito Federal”, afirmou Celina Leão. Além dos moradores do Córrego das Corujas, a intervenção vai beneficiar diretamente cerca de 100 alunos da educação infantil e do ensino fundamental que estudam em tempo integral na escola classe da região. “Meus filhos saem de casa limpinhos, mas chegam à escola todos sujos por causa da poeira”, contou Simone Irene. “Quando chove, então, vira lama. A manutenção do carro aumenta, o transporte fica mais difícil. Agora, com esse asfalto chegando, é só agradecer a Deus e ao governo. É um sentimento de acolhimento. Porque o pessoal só acredita nas obras do Plano Piloto, e agora isso mostra que eles olham para a gente do lado de cá também.” "Nós, que somos pais, vamos nos sentir mais seguros com a estrada", diz Grazielle Muniz, mãe de uma aluna da Escola Classe Córrego das Corujas Para o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, o trabalho de pavimentar os acessos às escolas rurais continua pelos próximos meses. “Essa é a quinta escola que estamos lançando neste ano, dentro do programa, na área rural de Ceilândia/Sol Nascente e Brazlândia, entre entregues e as que começaram com as obras. Isso é a valorização do nosso governo com a área rural, com essas crianças que sofrem no trajeto até a escola. Com essa obra, a gente traz dignidade para essas famílias. Temos muito orgulho de trabalhar num governo que sabe reconhecer a melhoria de vida dessas pessoas”, acrescentou o chefe da pasta. Mãe de uma aluna, a recepcionista Grazielle Muniz, 26, acredita que a pavimentação deixará os pais e responsáveis mais tranquilos em relação à situação dos pequenos. "Vai ser uma melhoria maravilhosa para a gente. Às vezes o ônibus quebra e nossos filhos ficam lá esperando. Nós, que somos pais, vamos nos sentir mais seguros com a estrada. Acho muito importante o governo dar essa prioridade à questão da educação dos nossos filhos.” A professora Carla da Silva destaca a importância da pavimentação: "É importante para todos, principalmente para os alunos, que já chegam cansados do trajeto. Com o asfalto, será outra vida para eles" A diretora da EC Córrego das Corujas, Gicélia Oliveira dos Santos, destacou que a pavimentação vai beneficiar tanto os estudantes, que utilizam o transporte escolar, como os professores e demais colaboradores. “Sofremos muito com a seca e a chuva. Tivemos época de ficar sem acesso à escola, com os ônibus atolados e muita poeira. O asfalto vai trazer bem-estar, vai trazer dignidade para essa comunidade. É uma demanda de anos, uma luta antiga, e chega a ser inacreditável ver que o sonho vai ser realizado”, pontuou. [LEIA_TAMBEM]Já para a professora Carla da Silva, o asfalto vai refletir em mais economia no bolso dos funcionários, que muitas vezes arcam financeiramente com os prejuízos da estrada de terra. "Tem muito parafuso e prego na pista que acabam entrando nos pneus. Sem contar a poeira, a lama por causa da chuva, os buracos. É importante para todos, principalmente para os alunos, que já chegam cansados do trajeto. Com o asfalto, será outra vida para eles." Segurança e mobilidade Levar dignidade à população para além do Plano Piloto tem sido uma das marcas deste GDF. O programa Caminho das Escolas foi criado com esse objetivo, o de garantir a pavimentação de vias de acesso às escolas em áreas rurais para oferecer condições dignas à comunidade escolar. A Escola Classe Córrego das Corujas é apenas uma das três instituições que serão beneficiadas por um pacote de obras viabilizado por emenda federal de bancada, que soma R$ 22,4 milhões. O Centro Educacional Incra 9 também receberá melhorias: o acesso 2, que liga o km 17 da BR-070 à escola, será pavimentado com investimento de R$ 2,4 milhões. O acesso 1, com cerca de dois quilômetros, foi entregue em abril. Já a Escola Classe Jibóia contará com R$ 5,8 milhões para obras de infraestrutura viária, beneficiando seus 84 estudantes com mais segurança e qualidade no deslocamento. Por meio do programa, já foi possível viabilizar 29,2 km de acessos pavimentados às escolas rurais de 2020 para cá. Para este ano, a previsão é que, com a inauguração de todas as obras em andamento, sejam totalizados 42,9 km de vias asfaltadas que ligam às unidades de ensino.
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Começa a implantação de fossas sépticas biodigestoras em áreas rurais
Nesta terça-feira (4), foi instalada a primeira fossa séptica biodigestora em uma propriedade rural da Fercal. A ação marca o início da execução do Convênio nº 04/2024, celebrado entre a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), com apoio da Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb). A primeira unidade foi instalada na Chácara 37, pertencente a Lúcia Maria Rodrigues e a Francisco Rodrigues, moradores do Assentamento Contagem. Ao todo, está prevista a instalação de 67 fossas sépticas biodigestoras na região, beneficiando diretamente dezenas de famílias. A primeira unidade foi instalada na Chácara 37, pertencente a Lúcia Maria Rodrigues e a Francisco Rodrigues, moradores do Assentamento Contagem | Foto: Divulgação/Adasa A iniciativa integra as comemorações da Semana do Meio Ambiente e representa um avanço significativo na promoção da qualidade de vida no campo, ao proporcionar mais saúde, dignidade e proteção aos recursos hídricos. “Estou muito feliz, muito agradecida. O que vocês estão fazendo aqui por nós não tem preço. Se fôssemos fazer, não sairia nunca. Isso é uma bênção de Deus. Vai servir muito para a nossa luta e chegou em boa hora”, agradeceu Lúcia, emocionando os presentes. A representante da Sanear Brasil, Isabela Cantareira, empresa fornecedora dos biodigestores utilizados no projeto, explicou que a tecnologia permite um tratamento eficiente, com mais de 80% de remoção da carga orgânica, superando os padrões estabelecidos pela Conama. “Além disso, o sistema inclui um leito de secagem que permite a retirada anual do lodo de forma simples, com reaproveitamento possível como adubo orgânico. É uma tecnologia comprovada, com mais de 500 mil unidades instaladas no Brasil, inclusive em áreas de difícil acesso, como o Amapá. Estamos aqui para apoiar soluções de saneamento onde elas forem mais necessárias”, destacou. [LEIA_TAMBEM]O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressaltou a importância da ação para a integração entre sustentabilidade e desenvolvimento rural. “Estamos aqui somando esforços em um momento muito significativo, durante a Semana do Meio Ambiente, e justamente em uma área produtiva com forte presença da agricultura familiar. Essa ação representa a integração da dimensão social, ambiental e econômica da extensão rural”, defendeu. Já o diretor-presidente substituto da Adasa, Félix Palazzo, enfatizou o valor do trabalho conjunto entre instituições públicas. “Estamos aqui com diversos setores do governo unidos para apoiar o produtor rural. Quando se agrega valor à produção com boas condições sanitárias, ganha o agricultor, ganha o meio ambiente e ganha toda a sociedade.”, afirmou. O diretor da Adasa, Apolinário Rebelo, reforçou a relevância da iniciativa para o avanço do saneamento rural. “Estamos dando um passo concreto rumo ao saneamento rural, com uma tecnologia eficiente e de baixo custo. Cuidar do homem do campo é cuidar da cidade também. Proteger o produtor rural é garantir alimento na mesa, preservar o meio ambiente e promover justiça social”, frisou. Enquanto a superintendente da Caesb, Aline Oliveira, comemorou o novo momento da companhia. “Esse é um momento muito gratificante para nós. Após garantirmos uma das maiores coberturas de abastecimento e esgotamento sanitário do país, agora conseguimos avançar para as áreas rurais. São muitos desafios, mas com integração e tecnologia, é possível levar saneamento a quem mais precisa.”, destacou. A instalação da primeira fossa biodigestora é o marco inicial de uma ação estruturante que poderá ser replicada em outras regiões do Distrito Federal e do país, servindo de modelo para a expansão do saneamento rural, com impactos positivos diretos na saúde pública, na preservação ambiental e na segurança hídrica. A iniciativa está alinhada às diretrizes do novo Marco Legal do Saneamento, que incentiva a cooperação entre entes públicos e o uso de tecnologias adequadas para ampliar o acesso a serviços essenciais. Segundo o presidente da Emater-DF, a meta é instalar cerca de mil fossas sépticas biodigestoras até o fim deste ano, com apoio da Adasa, da Caesb e de eventuais emendas parlamentares. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa)
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GDF amplia instalação de fossas sépticas biodigestoras em áreas rurais
O Governo do Distrito Federal, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), instalará mais 67 fossas sépticas biodigestoras em propriedades rurais de Sobradinho. A ação integra o programa de saneamento básico da Emater-DF voltado para áreas rurais onde não há rede pública de esgoto, e será executada com investimento de R$ 650 mil, provenientes de convênio firmado entre Emater-DF e Adasa. A contratação da empresa responsável pela instalação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (30). “A instalação dessas fossas biodigestoras representa muito mais do que uma obra de infraestrutura. É um investimento direto na saúde das famílias rurais e na qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor. Garantir saneamento no campo é promover dignidade, cidadania e desenvolvimento sustentável para o Distrito Federal”, ressaltou o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. A instalação das fossas biodigestoras atua diretamente na saúde da população | Foto: Divulgação/Emater-DF Essa é a terceira contratação dentro da ata geral que permite aquisições escalonadas, conforme a liberação de recursos. A ação está alinhada ao Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), que determina a universalização dos serviços de abastecimento de água potável e esgotamento sanitário no Brasil até 2033, com atendimento de, no mínimo, 99% da população. “Esse trabalho conjunto com a Emater-DF é uma demonstração concreta de como a união de esforços entre instituições públicas pode gerar impactos reais na vida das pessoas. Com essa parceria, investimos em saneamento básico na área rural, o que se reverte em qualidade de vida, saúde e na preservação dos recursos hídricos”, afirmou o presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro. Saneamento e saúde Para a extensionista rural da Emater-DF e responsável pela empresa na execução do programa de saneamento, Luciana da Silva, os impactos da iniciativa são profundos e vão muito além da estrutura instalada. “A instalação dos sistemas representa saúde pública e segurança alimentar. Hoje, com o marco do saneamento e o esforço de várias instituições, estamos conseguindo avançar neste desafio que é levar saneamento rural para as famílias do campo”, afirma. Como funciona a tecnologia O sistema biodigestor trata os resíduos orgânicos de forma segura e sustentável [LEIA_TAMBEM]O sistema biodigestor é uma solução ecológica e eficiente para o tratamento de esgoto em locais sem acesso à rede pública. O sistema trata os resíduos orgânicos de forma segura, contribuindo para a proteção do meio ambiente e a melhoria das condições sanitárias no campo. Para receber o equipamento, os interessados devem residir em área rural, estar cadastrados na Emater-DF e exercer alguma atividade produtiva. Atualmente, produtores que entregam para os programas de compras governamentais estão entre os prioritários. *Com informações da Emater-DF
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