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Economia Criativa

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ExpoCamp, maior feira de empreendedorismo do DF, chega ao Gama

O Gama será palco de um dos maiores eventos de empreendedorismo, cultura e entretenimento do Distrito Federal. Nos dias 22, 23 e 24, o estacionamento do Estádio Bezerrão recebe a ExpoCamp, festival que reúne negócios, experiências, música e gastronomia em uma grande celebração da economia criativa regional. Com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), a ExpoCamp contará com mais de 40 expositores locais e regionais de diversos segmentos e tem expectativa de receber cerca de 5 mil pessoas por dia durante os três dias de programação.    Evento será realizado nos dias 22, 23 e 24 deste mês no estacionamento do Estádio Bezerrão | Fotos: Divulgação/Secec-DF   "O apoio da Secec-DF a iniciativas como essa reforça nosso compromisso com a descentralização das políticas culturais, com a valorização dos talentos locais e com a geração de emprego, renda e pertencimento por meio da cultura”  Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal  “O ExpoCamp representa um movimento importante de fortalecimento da economia criativa fora do eixo central de Brasília, ampliando oportunidades para empreendedores, artistas e produtores culturais do Gama e de toda a região. O apoio da Secec-DF a iniciativas como essa reforça nosso compromisso com a descentralização das políticas culturais, com a valorização dos talentos locais e com a geração de emprego, renda e pertencimento por meio da cultura”, destaca o titular da pasta, Fernando Modesto. A proposta do evento é descentralizar os grandes festivais do eixo central de Brasília, levando ao Gama uma estrutura de grande porte capaz de movimentar a economia local, gerar oportunidades para empreendedores e fortalecer a produção cultural da região. Além da feira de empreendedorismo, o festival contará com experiências gastronômicas, ativações de marcas, espaços interativos e shows com artistas locais e regionais, valorizando talentos do Distrito Federal e promovendo o acesso à cultura e ao entretenimento. Mais do que uma feira, a ExpoCamp se apresenta como uma plataforma de conexão entre empreendedores, marcas, artistas e consumidores, criando um ambiente voltado à visibilidade de negócios, circulação econômica e fortalecimento da cultura regional. Circuito Luar Um dos destaques desta edição é a participação do Circuito Luar, considerado um dos maiores projetos de feiras noturnas do Distrito Federal. O projeto nasceu com o propósito de gerar oportunidades para pequenos empreendedores, artesãos, confeiteiros e expositores locais, oferecendo um espaço estruturado para divulgação e comercialização de produtos autorais.  [LEIA_TAMBEM]Atualmente presente em diversas regiões administrativas do DF, o Circuito Luar se consolidou como uma importante vitrine para o comércio local e para a economia criativa, reunindo segmentos como gastronomia, confeitaria, moda, decoração, artesanato e produtos independentes. A participação do Circuito Luar na ExpoCamp reforça a proposta do festival de transformar o Gama em um polo de empreendedorismo, cultura e experiências, ampliando a circulação de pessoas, incentivando o consumo local e promovendo oportunidades para pequenos negócios da região e do Entorno. Durante os três dias de evento, o público também poderá acompanhar uma programação especial de shows com artistas regionais, fortalecendo a cena cultural do Distrito Federal e ampliando a visibilidade de talentos locais. Serviço ExpoCamp – Festival de Empreendedorismo, Cultura e Entretenimento ⇒ Local: estacionamento do Estádio Bezerrão – Gama/DF ⇒ Datas: 22, 23 e 24 de maio ⇒ Entrada gratuita mediante retirada de ingresso no Sympla Programação Geral Sexta-feira – 22 de maio ⇒ Início da feira: 17h ⇒ Início dos shows: 18h ⇒Encerramento: 2h Sábado – 23 de maio ⇒ Início da feira: 14h ⇒ Início dos shows: 17h ⇒Encerramento: 2h Domingo – 24 de maio ⇒ Início da feira: 12h ⇒ Início dos shows: 16h ⇒ Encerramento: 0h Programação Musical Sexta-feira – 22 de maio ⇒ 18h às 19h20 — Karol Félix ⇒ 19h50 às 21h — Caio e Henrique ⇒ 21h30 às 22h40 — Jucelinos ⇒ 23h10 à 0h20 — Pedro Reis e Brener Sábado – 23 de maio ⇒ 18h às 19h10 — Alisson e Ariel ⇒ 19h30 às 20h40 — Rafael Silva ⇒ 21h10 às 22h20 — Tá na Medida ⇒ 22h50 à 0h — Banda Imagem ⇒ 0h30 às 1h40 — Thiago Kallazans Domingo – 24 de maio ⇒ 17h às 18h — Rainner ⇒ 18h20 às 20h10 — DJ Markynhos da Smurphies e Tropa de Elite ⇒ 20h30 às 21h30 — William Dias Programação sujeita a alterações ⇒ Com entrada gratuita mediante retirada de ingresso pela plataforma Sympla, a ExpoCamp busca consolidar-se como um dos principais festivais do calendário cultural e empreendedor do Distrito Federal, conectando negócios, música, cultura e entretenimento em um único espaço.   Realização ⇒ Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e Instituto Social Integrado (ISI)  *Com informações da Secec-DF

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Pixel Show vai reunir diferentes gerações no Mané Garrincha

Entre os dias 21 e 23 de maio, a capital recebe mais uma edição do Pixel Show Brasília 2026, um evento realizado por meio de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. O festival reúne criatividade, inovação, tecnologia, arte, entretenimento e cultura em uma programação gratuita voltada para profissionais do mercado criativo, estudantes, empreendedores e público em geral. Realizado na Arena Mané Garrincha, o evento promete transformar o espaço em um ambiente de experiências, conexões e aprendizado, reunindo palestras, workshops, exposições, ativações interativas, games, experiências imersivas, live arts e atrações ligadas ao universo digital e criativo. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, o festival reforça o posicionamento de Brasília como um polo cada vez mais conectado à economia criativa e às novas tecnologias. “O Pixel Show fortalece o ecossistema criativo do Distrito Federal ao aproximar talentos, empresas, estudantes e profissionais de experiências inovadoras. É um evento que estimula conhecimento, gera oportunidades e amplia o acesso à criatividade e à tecnologia para diferentes públicos”, destaca.  Pixel Show transforma Brasília em um ambiente cada vez mais ligado à tecnologia, à criatividade e ao futuro | Fotos: Divulgação/Secti-DF Programação intergeracional A edição deste ano aposta em uma programação diversa e intergeracional, reunindo convidados de diferentes áreas da economia criativa, como humor, audiovisual, comunicação, internet, design, tecnologia e cultura pop. Entre os nomes confirmados estão o humorista Maurício Meirelles, o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, além da atriz e dubladora Bianca Alencar e da dubladora Feh Dubs, ampliando os debates sobre criatividade, comportamento, comunicação e cultura digital.  [LEIA_TAMBEM] A programação também reúne influenciadores, criadores de conteúdo e artistas reconhecidos no cenário digital e criativo, como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Bruno Bock e Dani Molo, além de nomes ligados à arte e ilustração, como Sebá Tapajós e Tiago Palma. A proposta é aproximar diferentes públicos por meio de experiências ligadas à inovação, arte, entretenimento e transformação cultural. Além das palestras e talks, o festival contará com workshops, instalações interativas, experiências em XR, games, exposições criativas e ativações voltadas à interação do público. Entre os destaques está a Creative Market, espaço dedicado a artistas independentes, ilustradores, designers e marcas autorais. O evento também terá Espaço Kids, atividades educativas e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial. SERVIÇO Pixel Show Brasília 2026 Data: 21 a 23 de maio de 2026 Local: Arena Mané Garrincha  Entrada: gratuita mediante inscrição Informações: pixelshow.co/pixel-show-brasilia-2026/ Programação: https://pixelshow.co/palestrantes-confirmados/    *Com informações da Secti-DF  

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Raízes do Sertão atraiu mais de duas mil pessoas e fortaleceu economia criativa em Samambaia

No último final de semana, Samambaia foi palco de um evento cultural marcante – que reuniu 2.251 pessoas ao longo de dois dias de intensa programação. Além do público, participaram, aproximadamente, 150 artistas, 40 expositores e 50 profissionais da gastronomia, consolidando o projeto Raízes do Sertão como um espaço de fomento à cultura e à economia criativa no Distrito Federal. Projeto Raízes do Sertão levou música, gastronomia e dança a Samambaia para celebrar a cultura nordestina | Foto: Divulgação/Secec-DF A forte presença de famílias foi um dos destaques, com crianças, jovens, adultos e idosos aproveitando juntos as atrações. Muitas delas trouxeram até quatro gerações para celebrar a cultura local. A iniciativa também gerou impacto econômico positivo, oferecendo oportunidades para artesãos e microempreendedores da gastronomia, que puderam expor e vender seus produtos. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, eventos como o Raízes do Sertão fortalecem a identidade cultural da comunidade e demonstram o potencial da cultura como vetor de integração social e crescimento econômico. “Ao reunir a comunidade em torno do Raízes do Sertão, não apenas valorizamos as manifestações culturais, mas também impulsionamos a economia criativa local, criando oportunidades para artistas e empreendedores da região”, destacou. A escolha das atrações foi feita por meio de chamamento público, com indicação dos gerentes de cultura locais e curadoria do Instituto Brasil Sapiens, parceiro do projeto da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Todos os artistas participantes eram da própria região administrativa de Samambaia, reforçando a identidade cultural e promovendo o intercâmbio entre diferentes gerações de talentos. Pesquisa de satisfação apontou que a estrutura, cenografia, limpeza e segurança foram os aspectos mais percebidos pela população. Muitas pessoas se surpreenderam com a qualidade e organização do evento, especialmente por ser uma iniciativa gratuita, proporcionando uma experiência cultural completa e acessível. Com o sucesso desta edição, a expectativa é que o evento continue levando cultura, entretenimento e inclusão social para outras regiões administrativas do DF, fortalecendo as tradições locais e impulsionando a economia criativa. *Com informações da Secec-DF  

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Brasilienses de todas as idades caíram na folia no pré-Carnaval do DF Folia 2025

O último final de semana antes do Carnaval foi marcado por vários blocos que deram aquela esquentada, levando às ruas mais de 30 mil pessoas, para a grande e aguardada folia da próxima semana. “Tem bastante opção para criança e o Carnaval do DF tem ficado mais organizado nos últimos anos”, diz Ana Paula da Cruz Paiva, mãe de Ana Lívia | Fotos: Maria de Aquino/Secec “O pré-Carnaval no Distrito Federal já foi um espetáculo à parte e projeta o que está por vir. Preparamos tudo e fizemos a convocação. As pessoas abraçaram a ideia e celebramos a riqueza de nossa cultura, criando um ambiente vibrante e acolhedor para todos os foliões”, diz o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. Para o secretário, o pré-Carnaval do DF se transformou em um marco de inovação e inclusão cultural. “Esse início de festa não só celebrou nossas tradições, mas também reforçou o potencial da economia criativa do Distrito Federal, atraindo cada vez mais talentos e público para nossas ruas”, destaca Abrantes. Durante o sábado (22), no Eixo Cultural Ibero-americano, o Suvaco da Asa reuniu 25 mil foliões, que presenciaram a homenagem a um dos grandes ícones da cultura do DF: o Boi de Seu Teodoro. Mais cedo, a criançada também teve a vez de pular o Carnaval acompanhada dos responsáveis. Blocos de pré-Carnaval animaram brasilienses em diversas regiões do DF no fim de semana O Boi de Seu Teodoro, que completou 62 anos de existência este ano, fez uma bela apresentação, reafirmando as raízes culturais do Maranhão no DF. “A gente agradece ao Suvaco da Asa pela grande homenagem. Ficou dentro das expectativas e a energia foi muito positiva para fazer a festa, que tem muita gente envolvida”, comemora Guará Freire, coordenador-geral do Boi de Seu Teodoro. “Em Brasília, as culturas populares são valorizadas”, aponta. Além do Suvaco da Asa, também teve folia no Bloco Galo Cego, com axé, samba e marchinhas. Cerca de 5 mil foliões vibraram no Setor Bancário Sul (SBS). “O Bloco Galo Cego mantém a tradição de sair no pré-carnaval de Brasília. Foi uma tarde linda no SBS: harmonia, bateria e fantasias. Desejamos um bom carnaval para todos os blocos da cidade”, fala Fabio Aires, produtor do bloco. No Varjão, a brincadeira ficou por conta do Bloco do Pretinho, com 1,5 mil foliões, na Praça Pública. “Nosso evento busca proporcionar melhor experiência para os convidados, tentando atingir o máximo de público, trazendo cultura e alegria para toda comunidade”, conta Sanderson Brito de Sousa, presidente do bloco. Diversão para todas as idades O objetivo do DF Folia 2025 é que o Carnaval tenha a cara da capital: plural, diverso, tradicional, inovador e seguro O sábado teve diversão para os pequeninos. Pais, responsáveis e crianças dançaram muito ao som de maracatu, frevo e outros ritmos tradicionais do Nordeste no Suvaquinho, espaço ideal para a meninada brincar com segurança e muita alegria. Segundo a organização, foram cerca de 2 mil foliões no período da manhã. “A coisa boa de fazer Carnaval para criança é a ludicidade que o Carnaval tem. Quando pai, mãe, tios e avós trazem os meninos para o Carnaval, eles lembram de suas próprias infâncias”, observa Pablo Raízes, presidente do bloco. Ana Paula da Cruz Paiva, 31 anos, levou Ana Lívia, de apenas 1 ano e um mês, para aproveitar o primeiro Carnaval da vida dela, ao lado do marido Diogo Henrique, pai da bebê. “É um ambiente para criança e acessível. Isso é para ter boas memórias e ela está gostando muito”, explica a mãe. “Tem bastante opção para criança e o Carnaval do DF tem ficado mais organizado nos últimos anos”. Katia Gomes, 41, levou Maria, de 6 anos, para cair na folia. Ela conta que faz questão de levar a filha para o Carnaval do Suvaquinho todos os anos. “Aqui é muito tranquilo, com atrações adaptadas para a idade dela, comida boa e acessível, segurança e sombra para descansar”, observa a mãe, que diz adorar o Carnaval da capital. São 60 blocos no pré-Carnaval, Carnaval e no pós-Carnaval que contam com recursos e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF “Sempre trago para o Suvaquinho e depois vou para o Suvaco”, diz Thassia Soares, 40, que levou Lia e Tiê, de 8 e 6 anos, respectivamente, para o bloquinho infantil. “Elas amam o Carnaval e o de Brasília está muito bom”, analisa. Já no domingo (23), mais blocos de pré-Carnaval arrastaram foliões pela cidade. O Espreme a Pitanga mostrou a que veio em sua primeira edição, com samba, marchinhas e outros clássicos do Carnaval no ensolarado Eixão do Lazer. Durante a estreia, eles levantaram a bandeira do chorinho, patrimônio imaterial do Brasil, e seguiram em cortejo entre as quadras 205 e 208 Norte. Fechando o final de semana, o Maria Vai Casoutras, tradicional bloco candango, ocupou o estacionamento 11 do Parque da Cidade. Criado em 2014, o grupo é capitaneado por mulheres apaixonadas por música, pela cultura e pela celebração do Carnaval brasileiro. DF Folia O Carnaval do Distrito Federal é ideal para quem gosta de brincar com tranquilidade. Ao longo do fim de semana, houve poucos registros da Polícia Militar (PMDF), contabilizando apenas uma ocorrência por porte e uso de drogas e outra por desacato. A Polícia Civil (PCDF) registrou três apreensões de substância entorpecente e um furto de celular. São mais de 60 blocos no pré-Carnaval, Carnaval e no pós-Carnaval, que contam com recursos e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). O Carnaval do DF é realizado pela organização da sociedade civil (OSC) Instituto Rosa dos Ventos. “Estamos trabalhando para que o Carnaval seja a cara da capital: plural, diverso, tradicional, inovador e seguro. Mais que um reflexo da cultura nacional, o DF Folia 2025 reafirma o protagonismo da cultura popular local com frevo, axé, maracatu, funk, samba e outras expressões ocupando a cidade. Após os dias de pré-Carnaval, já é possível perceber a qualidade da folia de Brasília, com poucas ocorrências policiais e uma expressiva participação da população”, reflete Stéffanie Oliveira, presidente da Rosa dos Ventos. *Com informações da Secec-DF

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Festival une cultura e economia criativa em apoio a pacientes dos Caps no DF

A Biblioteca Nacional do Distrito Federal foi palco do I Fest Solidário – Festival de Economia Solidária e Criativa da Saúde nesta sexta-feira (21). Promovido pela Secretaria de Saúde (SES-DF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e a Cooperativa EcoSol, o evento abriu espaço para que cerca de 200 pacientes de diversas unidades do Centros de Atenção Psicossocial (Caps) mostrassem seus talentos. O festival reuniu o trabalho de diversos usuários e trouxe atividades culturais e educativas, como apresentações musicais, oficinas de capoeira e desenho, bate-papo sobre economia solidária, massoterapia e uma feira de arte e artesanato. Moisés de Oliveira Queiroz de Souza, 54, foi um dos expositores. Munido de bolsas confeccionadas pelas próprias mãos, ele contou que aprendeu a fazê-las no Caps Álcool e Drogas (AD) de Samambaia, onde é paciente há quatro anos. O festival reuniu o trabalho de diversos usuários e trouxe atividades culturais e educativas, como apresentações musicais, oficinas de capoeira e desenho, rodas de conversa sobre economia solidária, massoterapia e uma feira de arte e artesanato | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF “Eu consigo tirar um dinheiro mensal das bolsas e levo meu trabalho para várias outras feiras. Atualmente, sigo longe das drogas e do álcool, e minha família me vê de forma diferente. O centro é como uma casa para mim, onde me enxergam como ser humano”, afirma Moisés. Assim como Moisés, Ana Clara Soares, 24, – há oito meses em tratamento no Caps Samambaia – desenvolveu também a habilidade de fazer bolsas; atualmente, , uma importante fonte de renda. “A oficina ajudou a expandir minha visão sobre o que eu produzia e vendia, já que antes a atividade estava um pouco limitada. Esse processo tem me ajudado a ganhar mais confiança e a conseguir um dinheiro para cuidar do meu filho”, contou. A inclusão produtiva, segundo a subsecretária de Saúde, Fernanda Falcomer, é uma forma de reabilitação psicossocial e de promoção da saúde. “Pessoas com transtornos mentais enfrentam diversas dificuldades para ingressar no mercado de trabalho tradicional, seja por barreiras psicossociais, seja pelo estigma associado ao sofrimento psíquico. Nesse cenário, a economia solidária surge como uma alternativa, oferecendo possibilidades de reabilitação e fortalecimento da autoestima”, avalia. Inclusão e novos caminhos Pacientes de todas as unidades do Caps do DF participaram do evento, levando produtos confeccionados durante oficinas de costura, bolsas, crochê e música. “Não basta apenas medicações e terapias. A lógica da economia solidária contribui para criar relações mais horizontais, de apoio e cuidado”, ressaltou o psicólogo do Caps II do Paranoá, Filipe Braga. Movimentos inclusivos, como o festival, auxiliam, segundo o profissional, a superar os índices de internações psiquiátricas, isolamento e estigmatização. Ele compartilha exemplos de mudanças concretas, como o projeto Maluco Voador, do Caps Paranoá, por meio do qual pacientes geram renda e arte. “Um dos participantes recebeu um prêmio de educação popular; e outro, que nunca tinha viajado para fora de Brasília, teve a oportunidade de se apresentar em Goiânia. Isso muda a vida das pessoas”, conta Braga. “Não podemos enxergar as pessoas apenas pela deficiência ou pelos problemas, mas reconhecer seus potenciais. Muitos desses pacientes superaram longos períodos de internação e uso de medicação. Hoje, estão em um processo de criação de suas próprias narrativas e alcançando novos objetivos.” *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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DF é a segunda unidade federativa com mais profissionais na economia criativa

Depois de ser reconhecida como a cidade com a melhor qualidade de vida e a segunda mais segura do Brasil, chegou a vez de a capital federal ganhar outro título: a segunda em economia criativa. O Distrito Federal apareceu na segunda posição no ranking do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) que analisou o número de trabalhadores em ocupações criativas no Brasil. Os dados mostram que 9,7% dos empregados do DF atuam profissionalmente em áreas da economia criativa, atrás apenas de São Paulo, que tem um percentual de 9,8%, e superando estados como Rio de Janeiro (9,3%), Ceará (9,3%), Rio Grande do Sul (8,5%) e Santa Catarina (8,4%). “O dado do Dieese corrobora com o DNA criativo de Brasília, que resulta da invenção de se criar uma cidade” Alexandre Kieling, professor “O dado do Dieese corrobora com o DNA criativo de Brasília, que resulta da invenção de se criar uma cidade. Aqui se juntaram pessoas altamente criativas: arquitetos, urbanistas, paisagistas, sociólogos e antropólogos”, destaca o professor Alexandre Kieling, que coordena o Programa de Pós-graduação em Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica. “Essas pessoas trouxeram essa pegada criativa que aparece na música, na poesia, no teatro, no cinema, nas artes plásticas, no artesanato, na área de produção e no desenvolvimento de softwares”, complementa. Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília Atualmente, o DF conta com cerca de 130 mil agentes formais de economia criativa que geram quase R$ 10 bilhões por ano, com participação de 3,5% no Produto Interno Bruto (PIB) da capital federal. Os dados são do Panorama da Economia Criativa, projeto desenvolvido pela Universidade Católica com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). Áreas de atuação Eventos, audiovisual, música, artesanato, turismo e jogos concentram a maior parte da atuação da indústria criativa brasiliense. Hoje, a capital federal já é conhecida nacionalmente por abrigar grandes festivais, como Capital Moto Week, Na Praia, Funn Festival, Favela Sounds e Latinidades, além de ter expressões culturais próprias, a exemplo do Boi de Seu Teodoro, e startups de games reconhecidas em premiações do segmento. Ao lado de duas amigas, Aline Karina criou o projeto Turismo Fora do Avião | Foto: Divulgação “Acho que somos um povo muito criativo e o fato de Brasília ter recebido o título de Cidade Criativa do Design [concedido pela Unesco em 2017] impulsionou a economia criativa”, avalia a agente criativa Aline Karina de Araújo Dias, que desde 2016 empreende na área. Ao lado de duas amigas, ela idealizou o projeto Turismo Fora do Avião, que valoriza as raízes pioneiras do DF por meio de rotas e consultorias turísticas. “O projeto nasceu a partir do meu trabalho de conclusão de curso na Universidade de Brasília (UnB), em que fiz um trabalho com um casal pioneiro de uma olaria para registrar as memórias de São Sebastião na construção de Brasília, porque 90% dos tijolos saíram de lá. Era uma aventura, uma trilha turística”, lembra. Batizada de Rota Turística Cultural: Arte Olaria, a proposta ganhou, em 2024, o primeiro lugar do prêmio José Aparecido, da Secretaria Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), na categoria Patrimônio Material do DF. Após o sucesso, a iniciativa cresceu e deu origem a outros produtos, como a rota turística Afroturismo no Centro-Oeste, com mais de 200 atrativos. “Percebemos que, por meio do turismo, geramos preservação, direito à cidade, economia criativa, emprego e renda. É uma valorização das pessoas, um reconhecimento, além de uma troca de culturas”, comenta. “Como está rendendo bons frutos e, a partir desse ano de 2025 vamos nos transformar na 1ª agência de afroturismo do Centro-Oeste para termos mais rendimentos”, complementa Aline Karina. Apoio do Estado As políticas públicas do Biotic são uma das ferramentas governamentais que dão sustento à economia criativa no DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília O desenvolvimento da cadeia da economia criativa depende da integração de três forças: Estado, iniciativa privada e academia. “O Estado é o indutor e o fomentador com leis de incentivo e processos formativos. Mas a iniciativa privada tem que alavancar junto com a academia. De maneira planejada, em cinco anos, o DF não será só o segundo, mas vai estar no topo da cadeia do domínio criativo com capacidade de exportação nacional e internacional”, defende o pesquisador Alexandre Kieling. Entre as ações de incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) ao setor estão o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e a Lei de Incentivo à Cultura (LIC), no âmbito da Secec; as linhas de microcrédito e os eventos voltados ao artesanato fomentados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF); as pesquisas desenvolvidas com suporte da FAP-DF, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Biotic; e o projeto pedagógico da Universidade do Distrito Federal (UnDF) por meio de cursos como o de produção cultural. “Hoje, mais de 70% dos produtos comercializados em nossas feiras vêm do cooperativismo e das atividades associativas dos artesãos, dos agricultores familiares e dos trabalhadores da reciclagem, o que representa uma importante fonte de renda para essas famílias. Os resultados das vendas, tanto nas feiras regulares quanto nos eventos especiais organizados pela secretaria, comprovam o impacto positivo dessas iniciativas no desenvolvimento econômico e na inclusão social”, avalia o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes.

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Pixel Show fomenta economia criativa no DF

O subsolo da Arena BRB Mané Garrincha recebe milhares de pessoas de todas as idades para interagir com as mais de 160 atrações do Pixel Show. Na 19ª edição, mas a primeira em Brasília, o festival visa democratizar a economia criativa, ao mostrar o quanto ela é acessível. De acordo com pesquisa de mestrado da Universidade Católica de Brasília, 3,5% do PIB do DF (mais de R$ 9 bilhões) foram gerados por 130 mil agentes criativos locais. Segundo o governo federal, 7% dos trabalhadores no Brasil atuam em áreas como produções artísticas e culturais, desenvolvimento de games, artes visuais e plásticas, mídias audiovisuais e interativas, design e serviços criativos. Especificamente sobre o mercado de games, o último estudo da Associação Brasileira de Games (Abragames), realizado em 2023, revela que o Brasil conta com 1.042 estúdios ativos. Desses, 17% operam há mais de 10 anos, enquanto 19% têm menos de dois anos de atividade. Além disso, 85% dos estúdios já fazem parte da economia formal. Aliada à ciência e à tecnologia, a economia criativa encontra, em Brasília, espaço para atuar no campo de serviços | Foto: Divulgação/Secti-DF “Hoje em dia, a economia criativa está integrada à ciência e tecnologia. No país, e especialmente em Brasília, além dos setores públicos, esse segmento tem se destacado como o maior gerador de empregos e impulsionador da economia local e nacional. A chegada do Pixel Show à capital federal fortalece ainda mais a contribuição para o PIB do Brasil e, como Brasília não possui indústrias, o fortalecimento de setor de serviços, especialmente os ligados à economia criativa, representa a oportunidade ideal para toda a sociedade brasiliense”, explica Tonico Novaes, sócio do Pixel Show. O festival mostra o quanto um hobby pode se transformar em profissão e se tornar a principal fonte de renda das pessoas. “Depois eu comecei a faculdade, parei de jogar. Com a pandemia, muitas obras em São Paulo foram paralisadas e precisei buscar uma renda extra. Foi quando descobri os jogos de realidade virtual, como o laser tag, em que os jogadores usam óculos de VR. Formei uma parceria com um estúdio vietnamita e trouxe essa tecnologia para o Brasil”, conta o arquiteto Wilker Marcelino, 31 anos, sócio e proprietário da Virtual Arenas. Criada há dois anos, com um investimento de R$ 50 mil, a empresa tem faturamento de R$ 400 mil. “O Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games” Leonardo Reisman, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) trouxe o Pixel Show à capital federal por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. Segundo o secretário da pasta, Leonardo Reisman, “o Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games. Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas, experiências. Sem dúvida ele pode se tornar referência em economia criativa da nossa cidade”. Não é só em devices que a economia criativa se manifesta e o Pixel Show mostra essa mescla. Em tamanho natural (5 metros de altura por 3 metros de largura), um dos espaços mais visitados do evento é o Sobradinho, do artista plástico Sérgio Free. Quem passa por lá está posando para fotos na janela, ao lado do palhaço Bozo. Nascido em Jequié (BA), Sérgio foi com a família para São Paulo com 4 anos de idade e sofreu bullying na escola por causa do sotaque. A família se instalou no Tucuruvi, bairro da capital paulista, onde fez amigos com o grupo de pichadores. Foi assim que ele começou a expressar a sua arte, aos 11 anos. “Fazer essa instalação no Pixel Show foi muito importante, porque me remete à memória de infância, aos primeiros sobradinhos que vi quando cheguei em São Paulo. Há 7 anos eu vivo da minha arte e estar aqui é uma forma de mostrar a evolução do meu trabalho. O convite de expor em um festival dessa magnitude valoriza o currículo. Para mim, o evento traz um mar de inspiração, criatividade e novas informações”. Nascida em Brasília, Maira Amaro, de 24 anos, foi conhecer o Pixel Show. “Estou amando, por ser um evento ainda maior do que eu imaginava, e com muitos nomes importantes como o do David Carson, que por sinal foi uma das palestras a que mais gostei de assistir. Estou ansiosa para vir conferir a programação do último dia”. Além dos brasilienses, pessoas de vários estados vieram à capital federal para curtir o festival. Camila Maximo, empreendedora, e seu filho Caio, vieram de São Carlos (SP), a 10 horas de viagem de Brasília, só para prestigiar o evento e aproveitar os conteúdos das palestras. “Essa é a minha terceira vez no Pixel. Eu participei de duas edições em São Paulo e agora estou aqui em Brasília. Nós viemos para aprender, ver as tendências e novidades. A participação no evento sempre é uma oportunidade única de se abastecer com ideias, como o slogan do festival diz. Sempre levamos muita informação, e isso significa muito. Todas as palestras têm sido muito boas, inclusive essa é a segunda vez que consigo assistir ao conteúdo do David Carson, e é sempre incrível saber a visão dele e a forma como trabalha.” *Com informações da Secti-DF  

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Pixel Show oferece games de realidade virtual, oficinas e exposições até domingo (24)

Nesta sexta-feira (22) de manhã, milhares de jovens da rede pública de ensino vivenciaram a economia criativa. Entre games de realidade virtual, oficinas de arte, exposições e experiências, o Pixel Show abriu as portas na capital federal para proporcionar aos visitantes a oportunidade de explorar a sua criatividade. E não faltam criativos para estimular e inspirar: são dezenas de designers, artistas plásticos, desenvolvedores e startupers que estão interagindo com o público em 160 atrações diferentes e gratuitas. Os brasilienses vão ter acesso ao evento até domingo (24), na Arena BRB Mané Garrincha. Sem burocracia, é só chegar e entrar pelo portão 14 (em frente aos arcos olímpicos). Oficinas, workshops e games de realidade virtual são atrações do Pixel Show, que ocorre até domingo (24), na Arena BRB Mané Garrincha | Foto: Divulgação/Secti-DF O grande propósito do Pixel Show é democratizar a economia criativa, ao mostrar o quanto ela é acessível para qualquer pessoa. “O casamento do Pixel Show com Brasília é perfeito. Somos um evento totalmente gratuito para todas as idades: desde a avó até os netinhos, passando pela mamãe, o papai, os primos e os amigos, com muita interatividade, cultura e tecnologia para todos participarem e se divertirem. É o programa perfeito para um fim de semana para toda a família”, explica Tonico Novaes, sócio do Pixel Show. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) trouxe o Pixel Show a Brasília por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. Segundo o secretário da pasta, Leonardo Reisman, o Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, de designers e artistas a integrantes de startups que desenvolvem games. “Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas experiências. Sem dúvida ele pode se tornar a referência em economia criativa da nossa cidade. Quem vier terá uma imersão inesquecível nesse universo”. No Pixel Show, as pessoas só ficam paradas se for para desenhar por telepatia. Pela primeira vez em Brasília, o participante que quiser curtir a experiência vai usar uma tiara que mede as ondas cerebrais. Quanto maior a capacidade de concentração, mais desenhos vão surgir no telão. Mas essa é apenas uma das inúmeras experiências interativas estão programadas para esta edição do evento. Veja aqui a programação completa. Confira as principais atrações No Neon Space, os visitantes poderão desenhar, escrever e pintar usando tintas fluorescentes | Foto: Divulgação/Secti-DF → Em um espaço de 3m x 5m, Sérgio Free, artista que transitou das pichações nas ruas de São Paulo nos anos 1990 para exposições em galerias e museus, fará uma representação em tamanho real e em formato de um sobrado de suas pinturas que contam de uma forma divertida as histórias locais que hoje dão lugar aos bairros dormitórios e ao novo estilo arquitetônico nas grandes cidades. Os visitantes poderão entrar no “sobradinho” construído em madeira para verificar toda a obra de Sérgio Free. → O game Arkave, criação do artista digital Daniel Dek, é uma plataforma de jogos em realidade virtual inédita no Brasil. Em suas arenas, a plataforma Arkave permite que até três jogadores tenham seus corpos mapeados e se movimentem livremente pelo ambiente sem estarem conectados por fios. → Parede de Colorir, pela primeira vez no Pixel Show, é uma projeção interativa que proporciona uma vivência única, permitindo aos participantes explorarem sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela, oferecendo a oportunidade de ver sua própria arte ganhar vida diante de seus olhos. → Ringue dos Robôs, uma mistura de brincadeira com a prática de robótica. O desafio envolve de duas a quatro pessoas, com o objetivo de estourar a bexiga que o outro robô está segurando. → Expo Games, com a exposição Meu Primeiro Videogame, de David Rayel, empreendedor com ampla experiência no mundo dos jogos e da cultura geek. Com mais de 250 consoles de diversas gerações em seu acervo, o espaço trará os games mais antigos criados no mundo, além de permitir jogá-los. → Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um iPad e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer simples animações usando aplicativo no tablet para depois projetá-las. → Kinect Vibes: utilizando um sensor Kinect, os participantes poderão transformar sua imagem em um avatar digital que se altera de três em três minutos. Os participantes poderão interagir com seu avatar usando seus próprios movimentos. → Festival de animação: Animações dos estúdios mais consagrados do mundo, criados e produzidos nos últimos 15 meses. Workshops O Pixel Show traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de renomados artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até três horas, com temas como diagramação, ilustração, aquarela, grafite, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. No workshop de origami, Marcio Okabe irá ensinar uma forma completamente diferente dessa arte milenar japonesa de dobrar papéis. Os participantes irão aprender a fazer o Torus de Origami, uma peça interativa que é feita a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm. Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show O Pixel Show é o maior festival de criatividade da América Latina e acontece anualmente em São Paulo, desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2019, reuniu mais de 53 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas, que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega à sua 19ª edição, desta vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma no Recife e uma em Salvador. *Com informações da Secti-DF  

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