Hemodiálise no Hospital Cidade do Sol já soma 436 sessões e amplia cuidado a pacientes internados
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Desde março, pacientes internados no Hospital Cidade do Sol (HSol) que precisam de hemodiálise podem realizar o tratamento sem aguardar a disponibilidade de leito em outra unidade da rede. Em seis meses, o novo serviço realizou 436 sessões e atendeu 32 pacientes, incorporando a terapia à assistência oferecida dentro do próprio hospital. Antes da implantação, quem tinha indicação para hemodiálise precisava aguardar um leito em unidades que ofereciam o tratamento, como o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ou o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A transferência era necessária para garantir a continuidade da assistência e dependia da disponibilidade de vagas. Com o serviço em funcionamento desde 25 de março, o tratamento passou a ser realizado enquanto o paciente permanece sob os cuidados da equipe do HSol. Atualmente, oito pessoas estão em acompanhamento e são realizadas, em média, 24 sessões por semana. “Não precisar transferir o paciente para outra unidade significa mais conforto, além de reduzir custos com transporte e contribuir para a otimização do leito”, explica o chefe do Núcleo de Enfermagem do HSol, Leandro Queza. Antes de o HSol contar com a hemodiálise, pacientes precisavam aguardar um leito em unidades que ofereciam o tratamento, como o Hospital de Base ou o Hospital Regional de Santa Maria | Foto: Divulgação/IgesDF "Esses primeiros seis meses mostram que estamos construindo um serviço que tem impacto direto na assistência e, principalmente, na experiência do paciente” Julia Gurgel, gerente do HSol A estrutura conta atualmente com uma enfermeira, um técnico de enfermagem e quatro médicos nefrologistas. Segundo a equipe, não houve registro de intercorrências graves nas 436 sessões realizadas durante os primeiros seis meses. Os pacientes acompanhados pelo serviço tiveram diferentes evoluções clínicas. Alguns receberam alta e passaram a realizar hemodiálise em clínicas especializadas, outros tiveram indicação para diálise peritoneal e também houve casos em que a recuperação da função renal permitiu a continuidade do acompanhamento com tratamento conservador. Para a gerente do HSol, Julia Gurgel, oferecer a terapia dentro da unidade beneficia o paciente e também contribui para a organização do fluxo assistencial. “Quando conseguimos oferecer a hemodiálise dentro do próprio Hospital Cidade do Sol, damos um passo importante para garantir mais continuidade ao cuidado", observa. "Para o paciente, significa não precisar aguardar uma transferência para ter acesso a um tratamento essencial." Para a gestão do Hsol, destaca a gerente, a hemodiálise permite também organizar melhor o fluxo assistencial e utilizar os recursos da rede de forma mais eficiente. "Esses primeiros seis meses mostram que estamos construindo um serviço que tem impacto direto na assistência e, principalmente, na experiência do paciente”, avalia. Nefrologia também apoia as UPAs A atuação da equipe de nefrologia vai além dos pacientes internados no Hospital Cidade do Sol. Por meio da telemedicina, os especialistas também dão suporte às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal. Somente em 2026, a equipe respondeu a 1.208 pareceres relacionados a pacientes atendidos nas UPAs. O fluxo começa quando uma unidade identifica a necessidade de avaliação especializada. A solicitação é encaminhada à equipe de Telemedicina, e os médicos analisam o caso e orientam os profissionais sobre a conduta mais adequada. Para a chefe do Serviço de Nefrologia, Juliana Alves, os primeiros meses representam também o início de uma estrutura que ainda pode avançar. “Meu muito obrigado a cada um que se esforça para tudo isso acontecer da melhor forma possível. Espero que um dia o serviço cresça e a gente possa olhar para este início com saudosismo e orgulho”, agradece. *Com informações do IgesDF
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Hospital Cidade do Sol cria comissão de ética de enfermagem e fortalece segurança do paciente
O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), passou a contar oficialmente com uma comissão de ética de enfermagem (CEE). A iniciativa representa um avanço na organização do cuidado prestado no hospital e reforça o compromisso com a segurança do paciente, a qualidade do atendimento e a atuação ética dos profissionais de enfermagem. Para quem utiliza os serviços de saúde, a criação da comissão significa atendimentos mais seguros, organizados e alinhados às boas práticas da enfermagem, contribuindo para um cuidado mais humano e responsável. A comissão de ética assegura que o trabalho da enfermagem siga padrões que protegem tanto os pacientes quanto as equipes | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF A criação da comissão atende à Resolução nº 792/2025, do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), que determina a implantação obrigatória da CEE em instituições de saúde com 50 ou mais profissionais de enfermagem. A norma tem como objetivo garantir orientação técnica e ética contínua aos profissionais, assegurando que o trabalho da enfermagem siga padrões que protegem tanto os pacientes quanto as equipes. Além de cumprir a legislação vigente, a implantação contou com o apoio e a orientação do Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF), fortalecendo a integração entre o hospital e os órgãos de fiscalização e alinhando a unidade às boas práticas adotadas na área da saúde. Atuação voltada à orientação e à prevenção Na prática, a comissão de ética de enfermagem terá atuação educativa e orientadora, funcionando como um espaço permanente de diálogo entre os profissionais. O grupo irá auxiliar na resolução de dúvidas, na mediação de situações do dia a dia e na orientação sobre condutas éticas no ambiente de trabalho. A proposta é contribuir diretamente para a prevenção de falhas no atendimento, a humanização do cuidado e a melhoria contínua da assistência prestada à população, sempre com foco na segurança do paciente. "A comissão de ética de enfermagem fortalece o trabalho da enfermagem ao promover medidas preventivas, por meio de suas funções consultiva, orientadora e de acompanhamento do exercício profissional, sempre pautadas pela ética e pela segurança" Paulo Wuesley Barbosa Bomtepo, conselheiro do Coren-DF Para o conselheiro do Coren-DF, enfermeiro Paulo Wuesley Barbosa Bomtempo, a iniciativa representa um ganho importante para a categoria e para os serviços de saúde. “A comissão de ética de enfermagem fortalece o trabalho da enfermagem ao promover medidas preventivas, por meio de suas funções consultiva, orientadora e de acompanhamento do exercício profissional, sempre pautadas pela ética e pela segurança”, destaca. Entre os principais benefícios esperados estão o fortalecimento da cultura ética no hospital, a melhoria da organização do trabalho e a valorização dos profissionais de enfermagem. O modelo adotado no HSol prioriza uma abordagem educativa e preventiva, sem caráter punitivo, respeitando princípios como autonomia, imparcialidade, sigilo e respeito às pessoas envolvidas. Entre as primeiras ações da comissão estão a elaboração do regimento interno, o planejamento anual de atividades, a apresentação institucional às equipes de enfermagem e a definição dos fluxos de atuação. Também estão previstas capacitações periódicas e campanhas educativas sobre ética e legislação profissional, em alinhamento com as diretrizes do COREN-DF e as normas internas do hospital. *Com informações do IgesDF
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Lançado edital para renovar computadores de hospitais e UPAs do DF
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, nesta quinta-feira (11), o Edital nº 81/2025, para a compra e instalação de novos desktops, notebooks e monitores auxiliares. O investimento vai modernizar o parque tecnológico do Hospital de Base (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), do Hospital Cidade do Sol (HSol), das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) e das unidades de apoio, fortalecendo a infraestrutura digital da rede. Novas aquisições levam mais agilidade a todos os procedimentos que envolvem prontuários hospitalares | Foto: Divulgação/IgesDF O objetivo da iniciativa é dar mais agilidade ao atendimento, reduzir falhas operacionais e garantir o uso eficiente e integrado dos sistemas de prontuário eletrônico. Dessa forma, a emissão de exames e solicitações se torna mais rápida, contribuindo diretamente para a melhoria do fluxo de pacientes nas áreas de maior demanda. “Hoje, praticamente toda a rotina hospitalar depende de tecnologia”, aponta a superintendente de Contratos do IgesDF, Lorraynne Pinheiro. “Uma estação de trabalho lenta pode atrasar desde o cadastro do paciente até a liberação de um exame. A renovação desses equipamentos é um ganho direto para quem está na ponta do cuidado.” Equipamentos previstos ⇒ Desktops: processador de quatro núcleos, 8GB de RAM, SSD e portas adicionais ⇒ Notebooks: telas adequadas para emissão de laudos, SSD e conectividade wi-fi ⇒ Monitores: tamanho e resolução definidos tecnicamente. Prazos → Impugnações: até o dia 15 deste mês → Respostas: entre os dias 16 e 17 → Prazo para envio: até as 23h55 do dia 24 deste mês. → Onde participar: Plataforma Apoio. *Com informações do IgesDF
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Inscrições para processo seletivo de médicos do IgesDF vão até domingo (24)
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para o processo seletivo destinado a urologistas e cirurgiões cardiovasculares. Profissionais interessados têm até este domingo (24) para se inscrever. Profissionais selecionados vão trabalhar em unidades de saúde coordenadas pelo IgesDF | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde As oportunidades são para cadastro reserva, com carga horária mínima de 24 horas semanais. A remuneração bruta é de R$ 12.744,02, para urologista, e de R$ 15.292,32 para cirurgião cardiovascular. [LEIA_TAMBEM]Antes de se inscrever, é fundamental que o candidato leia atentamente o edital e verifique se atende a todos os requisitos obrigatórios. Os selecionados atuarão em unidades geridas pelo instituto, como os hospitais de Base (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM) e Cidade do Sol (HSol), além das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) distribuídas pelo DF. Cirurgião cardiovascular → Quantidade de vagas: cadastro reserva → Carga horária mínima: 24 horas semanais → Remuneração bruta: R$ 15.292,32 → Requisitos obrigatórios: diploma de medicina reconhecido pelo MEC, título de especialista ou residência em cirurgia cardiovascular, com Registro de Qualificação de Especialista (RQE), registro no CRM e experiência mínima de seis meses na área. Requisito desejável: conhecimento em sistemas de gestão e prontuário eletrônico. Urologista → Quantidade de vagas: cadastro reserva → Carga horária mínima: 24 horas semanais → Remuneração bruta: R$ 12.744,02 → Requisitos obrigatórios: diploma de medicina reconhecido pelo MEC, título de especialista ou residência em Urologia (com RQE), registro no CRM e experiência mínima de seis meses na área → Requisito desejável: conhecimento em sistemas de gestão e prontuário eletrônico Benefícios oferecidos → Auxílio-transporte → Alimentação (conforme acordo coletivo e local de trabalho) → Clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros → Abono semestral → Folga no dia do aniversário As inscrições seguem até domingo (24). Veja mais informações no site do processo seletivo. *Com informações do IgesDF
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Filho se emociona com homenagem no Dia dos Pais no Hospital Cidade do Sol
O Dia dos Pais deste ano foi diferente para o aposentado José Dias de Souza, de 79 anos. Acostumado a celebrar a data em casa, rodeado pelos quatro filhos e netos, ele passou o último domingo no Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), onde está internado para tratar problemas cardíacos. José recebe a visita do filho Maione no Dia dos Pais: “Foi uma surpresa muito boa. Todos nós estamos carentes, e receber uma homenagem assim levanta o astral. Deixa a gente muito feliz” | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Mesmo distante de casa, José não estava sozinho. O filho Maione Souza, 55, manteve-se ao lado dele, como faz todos os dias. Neste Dia dos Pais, transformou a preocupação em demonstração de afeto. “Meu pai é uma referência para mim, um homem batalhador, honesto e trabalhador”, definiu. “Com quase 80 anos, ainda ativo, é um exemplo de vida e um grande conselheiro. Ele merece seguir firme, com o coração renovado, para viver muitos anos. O mundo precisa de gente boa como ele.” A internação interrompeu a rotina de José, que trabalha no comércio da família. Mas a adversidade não tirou sua disposição. Ele recebeu com alegria a homenagem preparada pela equipe do hospital, que reuniu pacientes e acompanhantes para uma tarde de música e acolhimento na sexta-feira (8). Pacientes valorizados “Essas celebrações no hospital ajudam a resgatar a identidade do paciente e lembrá-lo de seu valor além da doença” Patrícia Ina, psicóloga hospitalar “Eu não esperava”, contou. “Foi uma surpresa muito boa. Todos nós estamos carentes, e receber uma homenagem assim levanta o astral. Deixa a gente muito feliz.” A homenagem teve lanche com frutas e bolo, preparado com cuidado pela equipe, e cada pai presente recebeu uma foto polaroide como lembrança. “Sabemos que estar internado em datas especiais é difícil”, comentou a gerente multiprofissional do HSol, Camila Frois. “A ideia é tornar esse momento mais leve.” [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, a gerente da unidade, Julia Gurgel, lembrou o impacto positivo na recuperação: “Aqui temos pais que cuidam e que são cuidados. Em internações prolongadas, gestos como esse aproximam a família e contribuem até para um melhor prognóstico”. Segundo a psicóloga hospitalar Patrícia Ticae Ina, datas comemorativas durante a internação podem despertar sentimentos de tristeza e solidão. “Essas celebrações no hospital ajudam a resgatar a identidade do paciente e lembrá-lo de seu valor além da doença”, pontua. “Isso impacta positivamente o tratamento. O carinho da equipe, especialmente para quem não tem rede de apoio, cria memórias afetivas que fortalecem a saúde emocional”. Para Maione, acompanhar o pai é também um gesto de gratidão. “Saber que ele está sendo bem-cuidado, não só fisicamente, mas também no lado emocional, é um alívio”, declarou. “Uma pessoa enferma fica vulnerável, e esse carinho faz toda a diferença”. *Com informações do IgesDF
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Lideranças do HRSM e do HSol participam de encontro sobre comunicação não violenta
Na manhã desta quarta-feira (25), líderes e gestores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e do Hospital Cidade do Sol (HSol) se reuniram no auditório da unidade para mais um encontro do Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDL), promovido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A pauta do dia foi a comunicação não violenta (CNV), apresentada por Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da Coordenação de Planejamento e Monitoramento do Contrato de Gestão. Durante a palestra, Ronaldo explicou que a CNV é baseada em quatro pilares fundamentais: observação (descrever os fatos sem julgamentos), sentimento (expressar emoções de forma clara), necessidades (identificar o que está por trás de cada sentimento) e pedidos (formular solicitações de maneira objetiva e respeitosa). “A comunicação não violenta não é apenas falar pausadamente, pois até mesmo um tom irônico pode gerar sentimentos negativos. No ambiente hospitalar, onde lidamos com pessoas em situações de vulnerabilidade, é essencial que os colaboradores estejam preparados para evitar danos emocionais. Isso cria um ambiente mais harmonioso e reduz conflitos", destaca Ronaldo. A pauta do dia foi a comunicação não violenta (CNV) | Foto: Divulgação/IgesDF A programação do encontro contou também com a participação especial de Gerson de Souza, professor de química da Universidade de Brasília (UnB), que compartilhou vivências da sala de aula adaptadas ao contexto da liderança hospitalar. “A forma como o gestor se comunica dita o tom das relações dentro da equipe. Quando ele age com equilíbrio e respeito, tende a formar um grupo que segue o mesmo padrão. O papel da liderança é fundamental na construção de um ambiente harmônico”, afirma. Durante a atividade, os participantes foram convidados a refletir sobre situações de comunicação negativa vivenciadas no dia a dia de trabalho, promovendo um espaço de escuta e aprendizado coletivo. Vanessa de Oliveira, chefe do Núcleo das Emergências e Internações em Ambulatório, reforçou a necessidade do tema. “Esse tipo de formação amplia a percepção dos gestores sobre como melhorar os fluxos e evitar ruídos. Uma comunicação clara e efetiva impacta diretamente na qualidade do atendimento prestado aos pacientes”, explica. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Música e fé levam esperança aos pacientes do Hospital Cidade do Sol
Na tarde desta segunda-feira (24), um grupo de voluntários levou música e palavras de fé aos pacientes do Hospital Cidade do Sol (HSol). A iniciativa surgiu do desejo de amigos de espalhar esperança por meio da música gospel. Para o vigilante e membro do grupo, Francinaldo Legário Silva, a ideia nasceu da percepção de que muitas pessoas hospitalizadas precisam de conforto e renovação espiritual. “Sabemos que aqui é um lugar com muitas pessoas carentes, precisando de uma palavra de conforto, buscando cura e renovação de forças. Entendemos que não há nada melhor do que Deus para preencher esse vazio e trazer paz”, afirmou. O repertório foi cuidadosamente pensado para transmitir mensagens de amor, cura e milagres | Fotos: Divulgação/IgesDF O repertório foi cuidadosamente pensado para transmitir mensagens de amor, cura e milagres. Segundo Francinaldo, as canções sobre milagres tiveram um impacto especial. “Muitos pacientes se emocionaram. Percebemos que essas músicas tocam ainda mais as pessoas que estão aqui buscando forças e esperança”, completou. Além de Francinaldo, o grupo é formado por Eduardo Antunes Couto (serralheiro), Elson Silva Barbosa dos Santos (promotor de vendas), Cíntia Deolindo (analista de RH do HSol) e Marcos Aurélio Deolindo (aposentado e músico sax soprano). A iniciativa foi muito bem recebida por pacientes e pela esquipe do HSol A pedagoga Maíra da Silva Santos estava acompanhando um paciente e destacou que “a visita foi muito especial e restauradora. Mudou o meu dia e, com certeza, a minha vida. Nunca tinha participado de uma ação como essa, mas me senti muito bem e acredito que esse projeto deve continuar”. Entre as canções apresentadas, Recebe a Cura foi a que mais a emocionou. A iniciativa também foi recebida com entusiasmo pela equipe hospitalar. A assessora técnica do HSol, Márcia Ferreira Dias, destacou a importância de ações como essa para o bem-estar dos pacientes e dos colaboradores. “Ela faz toda a diferença, não apenas para os pacientes, mas também para os profissionais do hospital. Essas visitas trazem alegria, felicidade e amor, criando um ambiente mais acolhedor”, ressaltou. Márcia lembra que o hospital já recebeu outras apresentações semelhantes, como uma cantata de Natal. “Há necessidade não só para os pacientes, mas para todo o hospital. Ver um paciente sorrir, mesmo diante das dificuldades, é gratificante”, afirmou. *Com informações do IgesDF
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Internado no HSol, paciente de 68 anos ganha primeira festa de aniversário
O Hospital Cidade do Sol (HSol) promoveu, nesta quinta-feira (27), um evento emocionante, ao comemorar o aniversário de Gaspar de Oliveira, paciente que, internado há mais de 50 dias, completou 68 anos. Vindo do Hospital Regional de Brazlândia e em meio a um processo de investigação diagnóstica com suspeita oncológica, ele nunca havia tido uma festa de comemoração de aniversário. Quando souberam disso, as equipes de psicologia e nutrição do hospital providenciaram a celebração. A emoção foi visível nos olhos de todos os presentes quando ele chegou à festa. Equipe se reuniu para comemorar a data; para o aniversariante, destaque foi a presença do filho, que fez questão de comparecer à festa | Foto: Divulgação/IgesDF A comemoração contou com bolo, balões e refrigerantes, além de uma decoração temática inspirada no futebol, paixão do aniversariante – que já foi jogador. Na área comum do hospital, foi montada uma mesa decorada com carinho para receber o aniversariante. Mas o maior presente, segundo ele, foi a presença de seu filho, Leandro, com quem ele compartilhou o momento especial. “É gratificante proporcionar esses momentos aos pacientes. Eu realmente acredito que esses gestos fazem a diferença na recuperação emocional dos pacientes” Maria Eduarda Estrela, nutricionista do HSol O evento foi ainda mais marcante pela participação de toda a equipe multidisciplinar do hospital. Profissionais de enfermagem, psicologia, nutrição e outros integrantes da equipe, juntamente com o pessoal do projeto Humanizar, fizeram questão de estar presentes e dar um abraço em Seu. Gaspar, comemorando com ele essa data especial. Tratamento diferenciado No HSol, a celebração de aniversários é uma prática recorrente, especialmente para pacientes de longa permanência. “Toda vez que temos um aniversário, buscamos comemorar, mas para os internados há mais tempo – tentamos expandir a ação, trazendo familiares e adaptando o momento de acordo com suas necessidades”, explicou a nutricionista Maria Eduarda Estrela. Para Seu Gaspar, que chegou à unidade com dificuldades na alimentação e na comunicação, esse gesto fez toda a diferença. A equipe multidisciplinar foi conquistando sua confiança aos poucos, até ele compartilhar histórias de sua vida e seus desejos. “Ele era um paciente com baixíssima acessibilidade alimentar”, comentou Maria Eduarda. “Tudo foi pensado para trazer as memórias afetivas dele, como fizemos com o balão personalizado como se fosse uma bola e usamos uma toalha verde para simbolizar o gramado” Samara Brito, psicóloga do HSol “Fomos conhecer melhor [sua história] para entender o que ele gostava e como poderíamos ajudá-lo”, complementou a nutricionista. “É gratificante proporcionar esses momentos aos pacientes. Não é só sobre a comida, mas sobre fazer com que se sintam acolhidos e cuidados, mesmo estando em um ambiente hospitalar. Ver o sorriso e a felicidade do Sr. Gaspar e de sua família foi muito emocionante. Eu realmente acredito que esses gestos fazem a diferença na recuperação emocional dos pacientes.” Bem-estar emocional Por sua vez, a psicóloga do HSol, Samara Brito, falou sobre o impacto emocional que ações como essa têm para os pacientes internados: “Esses momentos são direcionados para o bem-estar emocional, resgatam memórias afetivas e fortalecem os laços com os familiares, trazendo mais conforto e esperança ao paciente”. Samara também ressaltou a importância da escuta ativa nesse processo: “Quando ele nos contou sobre sua relação com o futebol, pensamos em trazer esse elemento para a festa. Tudo foi pensado para trazer as memórias afetivas dele, como fizemos com o balão personalizado como se fosse uma bola e usamos uma toalha verde para simbolizar o gramado”. Para o aniversariante, o detalhe mais importante foi a presença do filho, Leandro de Souza Oliveira, 40. “Desde o início, ele deixou claro que queria que o filho estivesse aqui”, relatou Samara. “Conseguimos entrar em contato e o convidamos para que ele pudesse comemorar ao lado do pai”. Leandro fez questão de agradecer à equipe do hospital. “Fiquei muito feliz”, disse. “Ver o carinho com que todos aqui o tratam é algo inimaginável. Todos gostam muito dele, são muito queridos. Me emocionei várias vezes, não só pela situação que ele está vivendo, que já me deixa muito comovido, mas por perceber o amor e o cuidado que cada um tem com ele. A humanização dentro do hospital é algo que eu nunca vi na vida. Meu sentimento é de gratidão por tudo o que fazem pelo meu pai”. *Com informações do IgesDF
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