SLU capacita equipes que atuam na orientação sobre resíduos no DF
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu uma capacitação com as equipes de mobilização social que atuam diretamente nas ruas, residências e comércios do Distrito Federal, orientando a população sobre a separação correta dos resíduos e a participação na coleta seletiva. A atividade reuniu profissionais de mobilização das empresas responsáveis pela execução dos serviços de limpeza urbana no DF e também mobilizadores das 22 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas. A programação abordou o papel estratégico dessas equipes na política de gestão de resíduos sólidos do Distrito Federal, com foco na padronização das orientações repassadas à população e no fortalecimento da comunicação direta com os cidadãos. Durante o treinamento, foram apresentados conceitos básicos da gestão de resíduos, como a diferenciação entre lixo, resíduos e rejeitos, além de orientações sobre a hierarquia prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que prioriza a não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento antes da disposição final. O encontro teve como objetivo alinhar diretrizes, procedimentos e boas práticas da mobilização social, além de fortalecer a atuação conjunta entre poder público, empresas e cooperativas | Foto: Divulgação/SLU Também foram reforçadas informações sobre o funcionamento da coleta seletiva no DF, que depende da separação correta dos resíduos em duas frações: recicláveis secos e orgânicos/rejeitos. As equipes atuam diretamente na sensibilização da população sobre o descarte adequado e sobre os dias e horários da coleta em cada região administrativa, com apoio do aplicativo SLU Coleta DF. Para o diretor-presidente substituto do SLU, Cleilson Gadelha, a capacitação reforça a integração entre as equipes. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade”, afirmou. Outro ponto apresentado foi o funcionamento da estrutura operacional do sistema de limpeza urbana, que inclui unidades como a Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) do P Sul e da Asa Sul, responsáveis pelo processamento de parte dos resíduos orgânicos e pela produção de composto destinado à agricultura, além da Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que realiza o tratamento de resíduos da construção civil. “A mobilização social é uma etapa importante do sistema de limpeza urbana. Quando há alinhamento entre as equipes que executam o serviço e aquelas que orientam a população, o resultado aparece na ponta, com mais eficiência na coleta e mais participação da sociedade” Cleilson Gadelha, diretor-presidente substituto do SLU O gerente de Educação Ambiental do SLU, Allyson Silva, destacou o papel das equipes de mobilização como elo entre o serviço público e a população. “As equipes estão todos os dias em contato direto com os moradores e comerciantes. O objetivo da capacitação é garantir que as orientações sejam claras, padronizadas e alinhadas, para que a população receba a informação correta e consiga participar melhor da coleta seletiva e da gestão dos resíduos no Distrito Federal”, afirmou. Segundo ele, a atuação desses profissionais vai além da orientação pontual. “Esse trabalho contribui para mudanças de comportamento ao longo do tempo. Quando a informação chega de forma simples e consistente, a adesão da população às práticas corretas de descarte tende a aumentar”, completou. O SLU conta com três empresas contratadas para execução dos serviços de limpeza urbana no Distrito Federal, além de 53 contratos com 31 cooperativas de catadores que atuam na coleta seletiva e na triagem dos materiais recicláveis. A atuação integrada dessas equipes é considerada estratégica para ampliar os índices de reciclagem e fortalecer a gestão sustentável dos resíduos sólidos no DF. A capacitação integra o conjunto de ações permanentes do SLU voltadas à educação ambiental e à qualificação das equipes envolvidas na operação dos serviços, com foco na melhoria contínua da limpeza urbana e no incentivo à participação da população. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana
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DF Legal e SLU avançam em integração para combate ao descarte irregular de lixo
Representantes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) se reuniram nesta quinta-feira (26) para buscar formas ainda mais integradas de combater o descarte irregular de lixo e entulho em áreas públicas espalhadas pelo DF. O encontro serviu para cada um apresentar ideias de otimização das ações de fiscalização e limpeza, compartilhar conhecimento e apresentar soluções tecnológicas que facilitem o trabalho. Entre tudo o que ficou acertado, destaca-se a atualização da Instrução Normativa nº 4 de 2023. O texto atual já trata da utilização de um aplicativo por parte do SLU para que possa enviar a identificação de infratores diretamente à DF Legal, mas agora a intenção é prever também o compartilhamento de imagens de satélite. Reunião contou com representantes da DF Legal e do SLU | Foto: Divulgação/DF Legal Outro avanço será o compartilhamento das imagens do Centro de Controle Operacional (CCO) do SLU com a DF Legal e a busca para que, em conjunto, sejam contratadas mais câmeras para o monitoramento do território do Distrito Federal. “Essa é uma integração que será boa não só para os órgãos envolvidos, mas também para a população. O combate ao descarte irregular feito em conjunto se traduz em vizinhanças limpas e população mais saudável”, explicou o secretário da DF Legal, Cristiano Mangueira. Para o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, essa integração, aliada à tecnologia, trará ganhos significativos para a prestação dos serviços. “O SLU tem investido na modernização de seus sistemas; hoje, nossas unidades e operações já são monitoradas em tempo real. Vamos avançar ainda mais para viabilizar essa nova proposta e, assim, eliminar o descarte irregular no DF”, afirmou. *Com informações da DF Legal
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GDF remove 98 mil toneladas de entulho nos dois primeiros meses de 2026
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), retirou 98 mil toneladas de resíduos das ruas do Distrito Federal apenas em janeiro e fevereiro de 2026. O volume, composto majoritariamente por entulho descartado de forma irregular, segue uma tendência de crescimento: em todo o ano passado, foram removidas 678 mil toneladas, contra 654 mil toneladas em 2024. Segundo o subdiretor de Limpeza Urbana do SLU, Everaldo Araújo, as áreas com maior incidência de descarte incluem Plano Piloto, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Planaltina. Para ele, o aumento do descarte clandestino reflete a falta de conscientização da comunidade. “Infelizmente, se você pegar os dados, vê que está sempre aumentando. A população não usa os meios que o governo disponibiliza, que são as coletas porta a porta e a seletiva”, afirma. Araújo destaca que o lixo em áreas públicas causa prejuízos aos cofres públicos e gera riscos à saúde. “Quando o lixo é descartado em áreas públicas, vai cair em bocas de lobo, vai entupir e vai trazer prejuízos: o governo vai ter gastos maiores para desentupir a rede, por exemplo. Vai gerar também problemas de saúde pública, com diversos vetores, como o mosquito da dengue, ratos, répteis e outros insetos”, alerta. O GDF retirou 98 mil toneladas de entulho das ruas do DF em janeiro e fevereiro de 2026 | Foto: GDF Presente Papa-entulho Para combater o problema, o GDF conta com 26 unidades de papa-entulho espalhadas pela capital federal. Os instrumentos são espaços específicos para o recebimento de restos de construção civil e materiais volumosos. A rede será expandida e a meta é alcançar 43 itens. “Duas unidades prontas serão inauguradas pelo governo nos próximos meses: uma no Riacho Fundo e outra no Núcleo Bandeirante”, antecipa o subdiretor. A definição dos locais para novos equipamentos segue critérios técnicos baseados em pedidos via Ouvidoria e mapeamento de áreas com descarte reincidente. Araújo orienta que os cidadãos utilizem a tecnologia para localizar os pontos de entrega. “Pedimos que a população baixe o aplicativo SLU Coleta DF. Lá, vai saber o dia e o horário que o caminhão passa na porta e o endereço dos 26 papa-entulhos”, ressalta. Fiscalizações e multas A fiscalização, coordenada pela DF Legal, resultou em 1.663 vistorias, 241 notificações e 31 multas nos dois primeiros meses deste ano. No ano passado, foram 15.791 vistorias, 2.686 notificações e 295 multas — contra 16.003 vistorias, 3.032 notificações e 252 multas no ano anterior. As penalidades financeiras para quem comete crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Em um levantamento acumulado desde 2024, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) lidera o ranking de autuações com 137 registros, seguido por Brasília (80) e Vicente Pires (64). As penalidades financeiras para quem é flagrado cometendo o crime ambiental variam de R$ 122,28 a R$ 305.803,16, além da possibilidade de apreensão do veículo utilizado no descarte irregular. Para Araújo, a punição é um mecanismo educativo necessário. “A multa inibe bastante o descarte irregular”, avalia. Na outra ponta, as regiões com menos autuações da DF Legal incluem Paranoá, Recanto das Emas e Santa Maria, com três cada, e Brazlândia e Candangolândia, com duas cada. Educação ambiental Paralelamente à fiscalização da DF Legal, o SLU mantém equipes de educação ambiental que percorrem as 35 regiões administrativas do DF. Os servidores também visitam escolas, para garantir que os estudantes recebam corretamente as instruções. “A criança tem essa percepção e leva isso para casa, para o pai e para a mãe, para ter consciência ambiental”, conclui o subdiretor. O incentivo à educação ambiental e à coleta seletiva é feito com a peça de teatro O Garizito, encenada por servidores da instituição. A ideia é promover, de forma lúdica, a informação sobre a correta separação de resíduos e a importância da reciclagem. Escolas, instituições e organizações públicas e privadas podem pedir a apresentação do espetáculo, que tem cerca de 20 minutos de duração, por meio do portal do SLU, pelo e-mail agendamento@slu.df.gov.br ou pelo telefone (61) 3213-0153, ramal 100.
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GDF substitui restos de construção por cascalho em manutenção de vias não pavimentadas em São Sebastião e Brazlândia
O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou em São Sebastião e Brazlândia a substituição dos restos de construção civil (RCC) triturados pelo cascalho na manutenção de vias não pavimentadas. A medida proporciona melhor assentamento do solo e maior trafegabilidade em períodos chuvosos, diminuindo os riscos de acidentes, além de maior durabilidade da pista. O RCC usado na manutenção das vias é fornecido pela usina do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Já o cascalho é extraído de jazidas localizadas nas regiões administrativas onde ocorrerão os serviços de manutenção das vias. Para isso, é preciso autorização do Instituto Brasília Ambiental, que segue uma série de diretrizes para a preservação do meio ambiente. Ação proporciona melhor assentamento do solo e maior trafegabilidade em períodos chuvosos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, explica que o RCC não tem produtividade suficiente para atender a todas as cidades. “Essa alternativa [o cascalho] é mais interessante porque não vem com os vícios e os problemas que tem o RCC, como ferros, pregos, etc. A integração dessa matéria do cascalho é muito mais fácil de ser feita do que o RCC”. Segundo o secretário, a medida vai melhorar as vias significativamente. “Por isso, estamos estimulando todas as administrações que têm, em suas áreas rurais, necessidade de reforçar suas vias, que façam a identificação das cascalheiras e entrem com o pedido de extração ao Instituto Brasília Ambiental para liberar a retirada desses cascalhos para as suas necessidades”, orienta. Bons resultados O subsecretário de Operações nas Cidades e coordenador do programa GDF Presente, Marco Aurélio Demes, afirma que a iniciativa já apresenta bons resultados em São Sebastião e Brazlândia, onde a Licença Ambiental possibilitou a extração local do material. Outras regiões administrativas, como Gama, Ceilândia, Santa Maria, Paranoá, Sobradinho II e Planaltina, estão com processos em andamento para obter a autorização e iniciar a utilização do cascalho. Ele conta que o GDF está avançando no processo de substituição ao fazer a manutenção de estradas não pavimentadas, especialmente aquelas que dão acesso a áreas rurais e escolas públicas. Segundo o subsecretário, o cascalho garante menor necessidade de retrabalho, além de reduzir custos com transporte, já que a extração é feita dentro da própria região. Ele acrescenta que o RCC continuará sendo utilizado em situações específicas, mas “o foco hoje é o cascalho, porque traz mais segurança, economia e qualidade para as estradas usadas pelos produtores rurais e pelo transporte escolar”. Subsecretário de Operações nas Cidades e coordenador do programa GDF Presente, Marco Aurélio Demes | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Mais de 30 mil pessoas beneficiadas De acordo com o administrador regional de São Sebastião, Roberto Medeiros Santos, cerca de 50 ruas e estradas rurais e ruas não pavimentadas da região administrativa (RA) já passaram pelo processo de recuperação com cascalho, beneficiando mais de 30 mil moradores. Ele afirma que a escolha pelo novo material trouxe ganhos imediatos. “Como a cascalheira fica a apenas 10 km da cidade, evitamos o desperdício de percorrer 60 km para buscar material na Estrutural”, destaca. Antes, a distância até a usina do SLU, localizada a mais de 50 km, dificultava a logística de transporte do RCC para aplicação local. “Esse trabalho garante boa condição para os produtores rurais escoarem sua produção e também para as chácaras que recebem visitantes aos fins de semana. Quando a estrada está em boas condições, a comunidade ganha em economia, turismo e saúde”, garante Roberto Medeiros Santos, administrador de São Sebastião | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Entre as vantagens apontadas, estão o aumento da durabilidade das estradas, a redução da poeira em áreas urbanas e a melhora no escoamento da produção agrícola. “Esse trabalho garante boa condição para os produtores rurais escoarem sua produção e também para as chácaras que recebem visitantes aos fins de semana. Quando a estrada está em boas condições, a comunidade ganha em economia, turismo e saúde”, ressalta o administrador, lembrando que a ação é fruto de parceria entre a Seagri, a Novacap e a Administração Regional. População satisfeita Moradora de São Sebastião há 12 anos, a comerciante Mileide Rodrigues da Silva comemora as intervenções nas vias da região, que antes sofriam com buracos, poeira constante e alagamentos. “Aqui sempre foi muito sofrido, tinha muita poeira e buraco. Agora, com o cascalho que estão colocando, a gente espera que melhore, porque antes até carro era arrastado quando chovia forte”, relata. Segundo ela, o impacto da poeira na rotina era um dos principais problemas enfrentados pela comunidade. “A gente acabava de limpar a casa e logo estava tudo sujo de novo. Eu mesma vivia empoeirada. Essa obra é bem-vinda, vai ser boa para todos nós”, destaca Mileide. “É isso que a gente estava querendo, que a situação aqui fique melhor para a população”, conclui. Comerciante Mileide Rodrigues da Silva comemora obras na região de São Sebastião | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A cabeleireira Albertina Gonçalves de Farias mora na cidade desde 2019. Ela conta que, na época da chuva, a situação ficava precária. “As ruas ficavam alagadas e muitas vezes não tinha como o pessoal passar de carro para chegar em casa”, relata. Segundo ela, a aplicação do cascalho no lugar do RCC deve trazer benefícios: “Eu creio que vai melhorar, porque o cascalho segura mais e a chuva não leva tão fácil”, prevê. Albertina afirma que a poeira também afetava o dia a dia dos moradores. “Quando a gente ia para o ponto de ônibus, não conseguia ficar com o pé limpo”, lembra. De acordo com a Administração Regional de São Sebastião, a cascalheira utilizada recentemente em São Sebastião já atingiu o limite autorizado pelo Instituto Brasília Ambiental. Um novo espaço está em processo de regularização para atender às próximas demandas. Licenciamento ambiental A superintendente de Licenciamento do Brasília Ambiental, Nathália Almeida, conta que o instituto tem recebido diversos pedidos de licenciamento para a extração de cascalho. Para viabilizar a prática, o instituto criou em agosto modalidade de licença por adesão e compromisso (LAC), para atividades urbanas e de infraestrutura. A modalidade estabelece condicionantes pré-definidas que exige que os administradores sigam regras ambientais definidas pelo órgão. O processo inclui a identificação da área de extração e a autorização formal para a retirada. Pela legislação, o material só pode ser usado na mesma região administrativa de onde é retirado. Entre os critérios, também estão a proibição de extração em áreas de vegetação nativa ou de reserva legal e a preferência por pequenas caixas de empréstimo (jazidas), próximas ao local de uso, para reduzir impactos e custos de transporte. “Áreas com sensibilidade ambiental não estão elegíveis. Estamos autorizando a retirada apenas onde o impacto é menor e a recuperação futura é viável”, destaca a superintendente. Nathália afirma que a solução busca assegurar que as estradas continuem transitáveis, sobretudo em áreas que dão acesso a escolas. “A ideia é que, com o cascalho, essa manutenção continue sendo eficiente, com menor impacto possível”, explica. [LEIA_TAMBEM]Padronização e agilidade O LAC padroniza processos de licenciamento em atividades com impactos ambientais conhecidos e protocolos de mitigação claros, permitindo maior previsibilidade, isonomia e eficiência. Em alguns casos, os pedidos passam a contar com fila de análise diferenciada, o que confere mais agilidade. No segmento urbano, 26 atividades já podem ser licenciadas por meio do LAC, entre elas terraplanagem, pontos de abastecimento, marinas e centrais dosadoras de concreto. Veja abaixo as etapas da recuperação da via: - Limpeza da via: remoção da areia solta da base da estrada com motoniveladora; - Umidificação da via: aplicação de água com caminhão-pipa; - Aplicação de material de base: utilização de cascalho; - Compactação do solo: passagem de máquinas pesadas e caminhões sobre o material britado umedecido.
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Regiões do DF têm reforço no recolhimento de materiais descartados de maneira irregular
O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) tem intensificado o recolhimento de entulhos classificados como inservíveis — itens volumosos ou danificados, a exemplo de móveis e eletrodomésticos — descartados irregularmente. Além dos prejuízos ao meio ambiente e da poluição visual, esses materiais podem representar um risco à saúde pública, servindo como criadouros para o mosquito da dengue e atrapalhando o escoamento de águas pluviais. Nesta semana, as equipes do SLU têm visitado as regiões de Taguatinga, Varjão e Sobradinho II. Na primeira, foram percorridos pontos das QNF 01 e 23. A ação contou com pessoal e equipamentos cedidos pela SLU e pela administração regional, além de 21 agentes da Vigilância Ambiental. Ao longo do mês, cerca de 70 toneladas de inservíveis foram recolhidas. Nesta semana, as equipes do SLU têm visitado as regiões de Taguatinga, Varjão e Sobradinho II | Foto: Divulgação/Administração Regional do Varjão “A ação de recolhimento de inservíveis é fundamental para mantermos a limpeza urbana e a qualidade de vida da nossa comunidade. Essas iniciativas não apenas contribuem para o embelezamento da cidade, mas também previnem problemas como alagamentos e acúmulo de entulho em vias públicas, reforçando nosso compromisso com o bem-estar de todos”, destacou o administrador de Taguatinga, Renato Andrade. Sobradinho II e Varjão O trabalho também tem alcançado regiões da parte Norte do DF. Em Sobradinho II, as equipes foram à AR 13 e às QMS 50 e 51 na última segunda-feira (27). Mas, ao longo de janeiro, já foram visitados pontos das AR 10, 12, 13, 14 e 17, das QMS 29, 33 e 42 e da Chácara Buritis, entre outros, totalizando mais de 200 toneladas de inservíveis recolhidas. “Nosso objetivo é eliminar focos do mosquito e conscientizar a população sobre a importância do descarte correto de inservíveis. A participação dos moradores é essencial para o sucesso dessa iniciativa. Se todos fizerem sua parte, conseguiremos reduzir significativamente os focos do mosquito”, apontou o administrador regional, Diego Matos. “Além disso, o SLU tem sido um grande parceiro nessa ação, garantindo que os materiais recolhidos sejam devidamente descartados. Estamos empenhados em tornar Sobradinho II um ambiente mais limpo e seguro para todos”, acrescentou. No Varjão, apenas na segunda (27), foram recolhidas 12 toneladas de inservíveis. Com apoio de órgãos como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o GDF Presente, o SLU já passou por pontos da Avenida Principal e das quadras 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9 e 11. “O serviço de recolhimento de inservíveis é essencial, mas deve ser atrelado à fiscalização e conscientização, pois somente o recolhimento não resolve o problema do descarte irregular. Contudo, ele precisa ser realizado para limpar e organizar a cidade e evitar que focos de mosquitos transmissores de doença se proliferem”, reforçou o administrador regional, Daniel Crepaldi. Descarte adequado Os papa-entulhos são os espaços adequados para descarte de materiais volumosos, como restos de obra, móveis velhos e restos de poda. Há 23 desses equipamentos espalhados pelo Distrito Federal, além de 625 papa-lixos— para resíduos menores — e papeleiras, que são as lixeiras convencionais. O SLU adverte: descarte irregular é crime ambiental que pode render multa de R$ 2,7 mil a R$ 27 mil.
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GDF recolhe 9,5 toneladas de lixo após festas de Ano-Novo
As festas de Ano-Novo promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) foram um grande sucesso na capital federal. Segundo o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), 9,5 toneladas de lixo, o equivalente a 2.915 sacos de resíduos, foram recolhidas após os festejos, com o envolvimento de 510 garis. Os garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolheram 9,5 toneladas de lixo, o equivalente a 2.915 sacos de resíduos, após os festejos de Ano-Novo | Foto: Divulgação/SLU As equipes trabalharam intensamente em locais como a Esplanada dos Ministérios, a Orla do Lago (incluindo Prainha do Lago Norte, Concha Acústica, Ponte JK e Deck Sul), a Torre de TV Digital, a Torre de TV, a Feira da Torre e o Parque da Cidade, além de pontos específicos em Planaltina e Ceilândia, com destaque para a Praça da Bíblia. Antes dos eventos da virada, o SLU já havia iniciado a limpeza dos locais de celebração, garantindo que os principais pontos turísticos e de lazer estivessem preparados para receber o público. Em comparação ao ano passado, quando foram recolhidas 12,9 toneladas de lixo, a quantidade de resíduos foi menor neste ano. No entanto, o esforço de limpeza manteve-se intenso e eficiente. “Temos um planejamento específico para as festas de fim de ano, que inclui ações antes, durante e depois da virada, para deixar tudo limpo para a população. Percebemos também que, a cada ano, a colaboração dos cidadãos aumenta e o descarte incorreto diminui durante as festividades”, afirmou o diretor-adjunto do SLU, Cleilson Gadelha. A operação de limpeza foi realizada em turnos: a primeira equipe trabalhou das 7h às 23h do dia 31 de dezembro; a segunda, das 23h às 3h da madrugada de 1º de janeiro; e a terceira, das 6h às 10h do mesmo dia.
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UnDF dá os primeiros passos para se tornar uma instituição Lixo Zero
Promover o máximo aproveitamento e o correto encaminhamento dos resíduos recicláveis e orgânicos gerados pela Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF). Esse é o objetivo do projeto Do Marco Zero ao Lixo Zero, que será lançado nesta quinta-feira (14) pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento Regional e Sustentável (PRDRS), com apoio do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU). O evento, destinado à comunidade acadêmica e ao público em geral, ocorrerá às 10h30, no auditório do Campus Norte da universidade. Projeto da UnDF em parceria com o SLU tem como objetivo promover o máximo aproveitamento e o correto encaminhamento dos resíduos recicláveis e orgânicos gerados pela universidade | Foto: Divulgação/UnDF A iniciativa faz parte das ações do Programa A3P (Agenda Ambiental na Administração Pública), ao qual a UnDF aderiu em agosto deste ano. O projeto tem como objetivo incentivar a adoção de práticas sustentáveis em órgãos públicos, incluindo instituições de ensino superior. Entre essas práticas, destaca-se a abordagem Lixo Zero, que busca uma gestão eficiente de resíduos. O desafio global envolve a redução do consumo; a reutilização inteligente e criativa de produtos, prolongando sua vida útil e minimizando o desperdício; a correta destinação dos resíduos e a reciclagem dos materiais que já não podem mais ser reaproveitados. Na UnDF, foram instaladas lixeiras específicas para descarte de lixo eletrônico e de pilhas e baterias no Campus Norte da instituição. “Todos os materiais coletados serão destinados à Cooperativa de Reciclagem do Varjão [CRV], que providenciará a desmontagem, separação dos componentes e encaminhamento para as instituições que reaproveitam ou fazem a devida destinação final desses materiais”, explica Guilherme Baroni, pró-reitor de Desenvolvimento Regional e Sustentável da UnDF. “Certos de que esse será apenas o início dessa transformação, nossa perspectiva é de alcançar todos os campi, sempre de forma propositiva, para informar, orientar, sensibilizar e engajar toda a comunidade”, ressalta Baroni. Arte: UnDF Programação Durante o lançamento do projeto Do Marco Zero ao Lixo Zero, serão realizadas atividades em parceria com o SLU. Os participantes conhecerão aspectos importantes da coleta seletiva, como é a lógica de tratamento dos resíduos sólidos no Distrito Federal, as instituições, cooperativas e atores que atuam no contexto local, bem como a correta destinação dos diferentes materiais. “Contudo, mais importante que toda essa programação é o compromisso que queremos firmar entre nós, comunidade acadêmica, para avançar em ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental. Por isso, contamos com o engajamento de todos para que conheçam as estratégias a serem implementadas e adotem atitudes diárias que promovam a cultura da sustentabilidade”, convoca Baroni. Arte: Divulgação/UnDF Cidades Lixo Zero No mês de junho, Brasília sediou a terceira edição do Congresso Internacional Cidades Lixo Zero. O evento foi realizado no Museu Nacional da República e reuniu especialistas do Brasil e de outros países, além de organizações governamentais e não-governamentais, para a troca de experiências bem-sucedidas em práticas de lixo zero. A UnDF também participou do encontro com as presenças de representantes do corpo técnico, de docentes e de estudantes. Lançamento do projeto “Do Marco Zero ao Lixo Zero” Dia: Quinta-feira (14) Horário: 10h30 Local: Auditório do Campus Norte da UnDF (CA 02 Lago Norte) Evento gratuito, destinado à comunidade acadêmica e ao público em geral. *Com informações da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF)
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Educação ambiental reforça combate à dengue no DF
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) iniciou, nesta quinta-feira (31), uma série de visitas às administrações regionais do Distrito Federal com o objetivo de consolidar parcerias em ações de educação ambiental e ampliar a divulgação de informações de interesse público, como a importância do descarte correto de resíduos. Arte: SLU A iniciativa teve início no Itapoã e no Paranoá. Durante as visitas, foram entregues panfletos informativos sobre o perigo do descarte irregular de resíduos, destacando o aumento do risco de proliferação do mosquito da dengue. Também foram compartilhadas orientações sobre a destinação correta de resíduos, especialmente aqueles que podem ser descartados nos papa-entulhos. A assessoria de comunicação do SLU está à frente da ação, já que uma de suas atribuições é a mobilização social. “Estamos unindo forças com as administrações regionais, principalmente agora, nesse período de chuva, para que possam ser multiplicadores de informações e nos ajudar nessa missão de combater o mosquito da dengue”, disse a chefe da comunicação do SLU, Paula Nunan. “Essa iniciativa integra os esforços do Governo do Distrito Federal para conscientizar a população sobre o combate à dengue; são ações coordenadas pela Secretaria de Governo e que contam com a participação de diversos órgãos”, explicou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. As visitas estão sendo agendadas com as administrações regionais para atender todo DF, fortalecendo o engajamento comunitário e a educação ambiental em toda a capital federal. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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