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Escolas públicas do Distrito Federal refletem arquitetura moderna de Brasília

Curvas, traços e espaços abertos encantam moradores e visitantes de Brasília, que celebra  66 anos nesta terça-feira (21). Projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer, a capital tornou-se referência mundial em urbanismo e arquitetura. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Congresso Nacional ajudam a narrar a trajetória de uma cidade planejada para o futuro.   Escola Classe Juscelino Kubitschek: estrutura remete à vocação arquitetônica de Brasília, destacando aqui todo o prédio em piso térreo, que prioriza a acessibilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os traços conhecidos e vistos nos monumentos e nas ruas da cidade também orientam e inspiram a construção das novas escolas públicas do Distrito Federal. A Secretaria de Educação (SEEDF) tem adotado um novo olhar no planejamento das unidades escolares. A proposta é criar ambientes mais modernos, acessíveis e que estimulem a convivência, a prática esportiva e o desenvolvimento integral dos estudantes. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração”  | Foto: André Amendoeira/SEEDF “Hoje, pensamos a escola como um espaço que vai além das salas de aula”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração. Também investimos em espaços esportivos para promover saúde, bem-estar e o desenvolvimento dos nossos alunos.”  A influência dos criadores de Brasília segue presente nas escolas públicas do Distrito Federal. Segundo Tiago Reges da Silva, diretor de Arquitetura da SEEDF, os princípios de Lucio Costa e Oscar Niemeyer continuam orientando os projetos. “O pensamento de Lucio Costa aparece na organização dos espaços e na forma como tudo se integra”, aponta. “Já Niemeyer inspira a criatividade e o uso da arquitetura como experiência. Hoje, adaptamos essas ideias às necessidades atuais, sem abrir mão da base moderna que marca Brasília”. Integração de ambientes Servidora da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (Siae) a SEEDF, a arquiteta Aline Lima explica que os projetos das novas escolas seguem princípios da arquitetura moderna ao valorizarem a integração entre os ambientes internos e externos. Segundo ela, essa conexão aparece especialmente nos pátios cobertos e descobertos, que ampliam o uso dos espaços e favorecem a convivência.   “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações” Aline Lima, da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar As escolas são planejadas como espaços integrados, substituindo o modelo antigo de blocos separados. Isso facilita o controle dos ambientes e aumenta a sensação de segurança, sem perder a conexão com a comunidade. Os cobogós, elementos tradicionais em Brasília, também fazem parte dessa estrutura.  “Nos projetos das unidades escolares, buscamos integrar os espaços internos e externos, principalmente por meio dos pátios cobertos e descobertos, seguindo princípios da arquitetura moderna”, detalha a arquiteta. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações.” Exemplos dessa proposta podem ser vistos em projetos como o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, que possui pátios integrados e áreas que favorecem a convivência. A circulação vertical na unidade é feita por uma rampa circular com inclinação suave, pensada para garantir acessibilidade. Ela organiza o espaço e forma um átrio interno que amplia a entrada de luz natural, melhora a ventilação e integra visualmente os pavimentos. Ampliação da rede pública de ensino Entre 2019 e este ano, a rede pública de ensino do DF foi ampliada com 17 novas unidades escolares, entre construções, reconstruções e reformas. As entregas contemplaram Itapoã, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama e Riacho Fundo, com destaque para as escolas técnicas de Santa Maria e Leste Sérgio Damasceno, no Paranoá, e a Escola Bilíngue do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]Na educação infantil, 28 unidades do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) foram entregues, ampliando o atendimento em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Gama e Planaltina. Entre eles, destacam-se o Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, o Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente, e o Cepi Manacá, em Taguatinga. Mostra educativa No Espaço Neusa França, que fica na sede da Secretaria de Educação, segue em cartaz a exposição Projetando Saberes, dedicada à arquitetura escolar pública do DF. Com visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, a mostra prestigia o papel da arquitetura na educação e evidencia como os ambientes escolares vão além da função estrutural, tornando-se capazes de influenciar o aprendizado e contribuir para o bem-estar e a convivência.    *Com informações da Secretaria de Educação     Tags: Aniversário de Brasília, 66 anos, arquitetura escolar, rede pública, exposição, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Projetando Saberes.    

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Recanto das Emas amplia rede de creches com novo Cepi

O Recanto das Emas passou a contar, nesta terça-feira (1º/4), com mais um Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi). Inaugurada pela governadora Celina Leão na Quadra 109, a unidade Seriema tem dez salas de aula, capacidade para 188 crianças em período integral e recebeu investimento de R$ 4,59 milhões.  Durante a cerimônia de inauguração, Celina Leão ressaltou o esquema de funcionamento do Cepi: “São dez horas ininterruptas de atendimento, com cinco refeições. Esse é o primeiro passo para instituir a educação integral em todos os níveis” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Celina Leão enfatizou a ampliação da rede pública voltada à primeira infância no Distrito Federal: “São dez horas ininterruptas de atendimento, com cinco refeições. Esse é o primeiro passo para instituir a educação integral em todos os níveis. Isso sem falar que nenhum estado conseguiu zerar a fila de creche como nós. Esse é um marco tão histórico que precisa ser falado e refalado”.   Segundo a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, a expansão da rede vai além da abertura de vagas. “A educação começa na primeira infância”, pontuou. “Creche não é só um ambiente seguro para a criança; é um ambiente de educação, de socialização e de aprendizagem. Hoje, podemos dizer que a nossa fila está zerada”. Stefani Neves e o filho Luiz Gustavo, de 5 meses, comemorou: “É um alívio saber que vou deixar meu filho em um lugar seguro e bem-cuidado para poder trabalhar tranquila” Com 1.311,97 metros quadrados de área construída, o Cepi Seriema amplia a oferta de atendimento em uma região com forte demanda por vagas e foi planejada para funcionar em tempo integral, modelo adotado pela Secretaria de Educação (SEEDF) nas creches da rede pública. [LEIA_TAMBEM]A diretora do Cepi Seriema, Dailane Abidon, destacou o impacto da nova estrutura na rotina das famílias da região: “Os pais vão poder trabalhar tranquilos, porque nossos profissionais são capacitados. Eles podem deixar os filhos aqui com segurança, em atendimento das 7h às 17h”. A promotora de vendas Stefani Pereira Neves, mãe do pequeno Luiz Gustavo, de 5 meses, afirmou que a vaga traz mais tranquilidade para a família. “É um alívio saber que vou deixar meu filho em um lugar seguro e bem-cuidado para poder trabalhar tranquila”, disse. "Ele ainda é muito pequeno, então a gente fica com medo, mas ouvir comentários bons sobre a creche me deu confiança”. A entrega do Cepi Seriema faz parte de uma política pública adotada por este GDF para ampliar a educação infantil. Em 2019, a fila de espera por uma vaga em creche era de 24 mil crianças. Nesses sete anos, o GDF construiu 28 Cepis distribuídos pelas regiões administrativas — além de aumentar a lista de creches conveniadas. Com isso, hoje, há mais vagas abertas do que crianças na fila de espera.    

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Educação pública do DF reduz fila de creches e leva alunos ao exterior em 2025

Escolas novas, ampliação de creches, estudantes no exterior e políticas voltadas à permanência escolar marcaram o ano de 2025 da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ao longo do ano, a Secretaria de de Educação do DF (SEEDF) consolidou ações para ampliar o acesso à educação, modernizar a infraestrutura e garantir mais oportunidades a estudantes e famílias. Entre os destaques estão a redução histórica da fila por uma vaga em creche pública, a criação do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo e o lançamento do Cartão Uniforme Escolar, que garante o acesso adequado de todos os estudantes da rede ao kit de sete peças de uniforme e fomenta a economia local. Um dos feitos da Secretaria de Educação em 2025 foi se aproximar mais de zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública | Foto: André Amendoeira/SEEDF Dentro da ampliação das escolas públicas do DF, o Governo do Distrito Federal trabalha desde 2019 para zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública. Em 2025, com a entrega e inauguração oficial de 9 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), com investimento de R$ 80,9 milhões, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 4,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento no próximo ano. "Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social. Quando garantimos uma vaga de qualidade, em tempo integral, estamos oferecendo dignidade para as famílias, segurança para as mães que trabalham e oportunidades iguais desde os primeiros anos de vida”, comemora a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O ensino regular também ganhou novas escolas. Foram concluídas seis unidades escolares, entre construções, reformas e reconstruções, com aporte de R$ 66,1 milhões. A rede recebeu blocos de salas de aula em 24 escolas, por meio de módulos educacionais, somando R$ 35,8 milhões em investimentos. Intercâmbio pelo mundo Ao garantir espaços novos, de qualidade e com segurança para que crianças e jovens estudem e se formem, o GDF aposta em uma formação de qualidade que abre portas no mundo acadêmico e profissional. A SEEDF lançou este ano o programa Pontes para o Mundo, com o objetivo de oferecer experiência internacional de ensino e inovação a estudantes da rede pública.  Alunos da rede pública de ensino do DF passaram 17 semanas em intercâmbio em países de língua inglesa, como Inglaterra e Escócia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasíla A seleção ocorreu por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório. O intercâmbio teve duração de 17 semanas, com participação em instituições de países de língua inglesa, como Inglaterra, País de Gales e Escócia. Os intercambistas da primeira edição concluíram a experiência com formatura realizada em novembro, marcando um passo importante na formação acadêmica e cultural. Uniforme para todos [LEIA_TAMBEM]Para fechar o ano, a Secretaria de Educação lançou o Cartão Uniforme Escolar, que vai garantir o acesso a uniformes para estudantes da rede pública e deve beneficiar cerca de 420 mil alunos, com investimento superior a R$ 120 milhões e a confecção de aproximadamente 3 milhões de peças. Cada estudante receberá R$ 282,99, por meio de cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB), para a compra do uniforme em estabelecimentos credenciados. O valor será concedido conforme o número de estudantes vinculados ao mesmo responsável legal. *Com informações da Secretaria de Educação

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Pais devem ficar atentos para credenciamento de escolas privadas na Secretaria de Educação

Já imaginou seu filho concluir os estudos em uma instituição privada e descobrir, só no final, que o certificado de conclusão não tem validade? Para evitar esse tipo de prejuízo, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) reforça a importância de pais e responsáveis confirmarem se a escola particular em que matricularam os filhos está devidamente credenciada. O credenciamento é o ato que assegura a pais, responsáveis e à sociedade que os estudantes serão matriculados em instituições regidas pela legislação e capazes de oferecer ensino de qualidade. Atualmente, o Distrito Federal conta com mais de 650 escolas credenciadas, o que permite um acompanhamento mais próximo de cada instituição. Atualmente, o DF tem mais de 650 escolas credenciadas; lista pode ser conferida no site da Secretaria de Educação | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF No DF, o funcionamento de escolas privadas sem credenciamento é considerado uma irregularidade grave, passível de sanções legais, administrativas e pedagógicas, conforme estabelece a Resolução nº 2 de 2023, do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF). “Essa exigência é uma forma de garantir que as escolas estejam em conformidade com os requisitos mínimos de infraestrutura, quadro de profissionais e projeto pedagógico. É um processo que dá transparência e segurança às famílias”, explica a diretora de Regulação e de Supervisão de Ensino da Rede Privada do CEDF, Fernanda Marsaro. Consequências A SEEDF alerta que diplomas, certificados e declarações emitidos por instituições sem credenciamento não terão validade oficial, o que prejudica alunos que necessitem comprovar a escolaridade para transferências, concursos públicos ou ingresso em universidades. Entre as medidas previstas para corrigir a situação estão a fiscalização, a aplicação de advertências e, em último caso, o fechamento da instituição. "Além de prejudicar os alunos, a irregularidade compromete a reputação da instituição" Fernanda Masaro, diretora de Regulação e de Supervisão de Ensino da Rede Privada do CEDF Segundo Fernanda Marsaro, a falta de credenciamento também afeta a própria escola. “Além de prejudicar os alunos, a irregularidade compromete a reputação da instituição, dificulta a captação de novos estudantes e impede que ela estabeleça parcerias ou convênios com órgãos públicos e empresas”, reforça. Em 2025, a Direse já encaminhou à Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) 30 ofícios informando sobre o funcionamento irregular de instituições no DF, o que demonstra a atuação contínua de monitoramento e fiscalização da rede privada. A SEEDF reforça que manter o credenciamento em dia não é apenas uma obrigação burocrática, mas um compromisso com o direito à educação de qualidade. “Pais e responsáveis são nossos aliados nessa fiscalização. Ao verificar e denunciar situações irregulares, ajudam a manter a rede privada segura e em conformidade com a lei”, finaliza Fernanda Marsaro. [LEIA_TAMBEM]Veja como pais e responsáveis podem verificar se a instituição educacional é credenciada Acesse o site da SEEDF e procure a seção Rede Privada > Escolas Credenciadas, em que está disponível a lista atualizada das instituições com credenciamento válido; Peça o ato legal de funcionamento caso a escola não apareça na lista. É obrigação da instituição apresentar portaria ou ordem de serviço que comprove a autorização de funcionamento; Denuncie irregularidades se houver suspeita de escola sem credenciamento. A denúncia pode ser feita pela ouvidoria, pelo telefone 162, ou pelo site Participa DF, de forma simples e sigilosa. *Com informações da Secretaria de Educação

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Distrito Federal lidera ranking de qualidade de vida no Brasil em 2025

Agência Brasília · DISTRITO FEDERAL LIDERA RANKING DE QUALIDADE DE VIDA NO BRASIL EM 2025 O Distrito Federal alcançou pela primeira vez o topo do ranking nacional de sustentabilidade elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado reflete os investimentos e políticas públicas implementados por este Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos anos para ampliar a eficiência na gestão de recursos e a qualidade de vida da população. “Trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal” Governador Ibaneis Rocha Investimentos em educação e saúde estão entre os diferenciais que fazem o DF ganhar destaque em todo o país | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Desde o início da série histórica, em 2015, o Distrito Federal variou entre a quarta e a sexta posição até 2019. A partir daí, passou a subir gradualmente no ranking, ocupando o terceiro e depois o segundo lugar, até alcançar a liderança em 2025. Na sequência, aparecem Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Para o governador Ibaneis Rocha, a primeira colocação no ranking reforça que o DF é o melhor lugar para se viver. “Quando assumimos o governo, iniciamos um trabalho de resgate da nossa capital, de devolvê-la ao lugar que a população merece, transformando em uma terra de oportunidades, com saúde e educação de qualidade e um lugar mais seguro para se viver”, lembra. “Também trabalhamos diariamente para que as nossas ações não sejam apenas para o presente, mas sim para as próximas gerações, e que elas possam desfrutar e se orgulhar de nascer e viver no Distrito Federal”, conclui o chefe do Executivo. O ranking [LEIA_TAMBEM]O CLP define sustentabilidade social como a eficiência da atuação de um governo em reduzir situações de vulnerabilidade com o passar dos anos. Segundo os critérios do Centro, “o pilar vai além da renda, avaliando a garantia de direitos fundamentais e sociais”. Esse pilar reúne indicadores de saúde, pobreza, moradia, saneamento e trabalho decente, “refletindo a capacidade dos governos em prevenir e corrigir vulnerabilidades”, acrescenta o texto do CLP. Ainda segundo o instituto, ao potencializar a autonomia dos cidadãos e reforçar o capital humano, a sustentabilidade social amplia as chances de inserção no mercado de trabalho, fortalece a igualdade de oportunidades e contribui para um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável. O CLP é uma organização suprapartidária criada há 12 anos com foco na formação de líderes e na promoção do debate sobre políticas públicas. A instituição atua em temas ligados ao fortalecimento do Estado Democrático de Direito, ao uso mais eficiente dos recursos públicos e à gestão transparente. Caminho até o primeiro lugar Obras no Sol Nascente/Pôr do Sol demandaram cerca de R$ 690 milhões | Foto:  Matheus H. Souza/Agência Brasília O desempenho do DF neste ranking de qualidade de vida reflete um conjunto de políticas públicas implementadas nos últimos anos. Obras estruturantes, programas sociais, investimentos em educação, saúde e mobilidade urbana permitiram que a capital reduzisse desigualdades e melhorasse o acesso a diferentes serviços. Na infraestrutura, por exemplo, as obras no Sol Nascente/Pôr do Sol, com investimento de cerca de R$ 690 milhões, transformaram a região com a chegada de pavimentação, drenagem, saneamento e  equipamentos públicos. Cartão Gás: benefícios destinados à população em situação de vulnerabilidade são prioritários neste GDF | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Na saúde, foram entregues sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs), além da construção de três hospitais — Cidade do Sol, acoplado de Ceilândia (HRC) e acoplado de Samambaia (HRsam) — na época da pandemia. Mais de 8 mil profissionais de saúde foram contratados desde 2019, fortalecendo a rede pública. A área social também avançou com a ampliação dos restaurantes comunitários — tendo sido quatro construídos por este GDF —, que hoje oferecem três refeições diárias a preços simbólicos, e com programas como o Prato Cheio, o Cartão Gás e o Cartão Material Escolar, que beneficiam diretamente famílias de baixa renda. Na qualificação profissional, iniciativas como o RenovaDF e o QualificaDF já formaram mais de 100 mil pessoas, dando oportunidade a quem precisa. Aprovação do  Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília permite conciliar desenvolvimento urbano com preservação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  Na educação, o GDF construiu 19 novas creches, três escolas técnicas e a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), além de ampliar o Cartão Creche. Essas medidas reduziram filas de matrícula no ensino infantil e levaram ensino técnico e superior a regiões carentes de oportunidades. Na moradia, mais de 11 mil unidades habitacionais foram entregues em diferentes regiões administrativas, beneficiando cerca de 36 mil pessoas. Programas como o Morar DF, que concede subsídio para aquisição da casa própria, têm reforçado a política habitacional. Ao mesmo tempo, o governo avançou na regularização fundiária e aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (Ppcub), conciliando desenvolvimento urbano e proteção do patrimônio. Melhor qualidade de vida do país  Além da liderança no ranking do CLP, Brasília tem se consolidado como referência nacional em outros indicadores. A capital foi apontada como a de maior qualidade de vida do país, segundo o Índice de Progresso Social Brasil 2024, e tem 99% dos domicílios abastecidos com água potável. O DF também ganhou destaque como a segunda capital mais segura do Brasil, a quarta cidade mais empreendedora em 2023, e foi a única cidade brasileira a figurar na lista de 52 destinos turísticos do mundo, do The New York Times, no ano passado. Na educação, o DF tem o menor índice de analfabetismo do país; e, na saúde, liderou a taxa nacional de transplantes de fígado por milhão de habitantes. Também é pioneiro em políticas sociais, como o auxílio financeiro a órfãos do feminicídio, e registrou a maior expectativa de vida do Brasil, com média de 79,7 anos, segundo o IBGE.     

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Acompanhe a assinatura de decretos sobre berçários em creches

   

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Primeira creche pública do Gama oferece educação de qualidade e suporte integral

Educação de qualidade, ambiente acolhedor e tranquilidade para os pais que precisam deixar os filhos em tempo integral enquanto trabalham. Esses foram os benefícios que a primeira creche pública do Gama, na EQ 01/02 do Setor Norte, levou para Laire Camargo, 32, servidora pública e mãe de uma menina de 3 anos. “Estava com uma expectativa bem alta e fiquei muito feliz de conseguir uma vaga para ela”, comemorou a moradora do Gama. “A infraestrutura está ótima, linda e toda adaptada para os pequenos”. “Eu assumi um compromisso de que entregaria o governo sem nenhuma criança fora da escola”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, ao entregar a primeira creche pública do Gama nesta terça (25) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Com a entrega do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Jardim das Acácias, nesta terça-feira (25), o Governo do Distrito Federal (GDF) se aproxima cada vez mais da meta de zerar a fila de espera por creches públicas. Durante a inauguração, o governador Ibaneis Rocha lembrou que há outras instituições de ensino em construção. “Eu me recordo muito bem de quando nós assumimos o governo e havia uma cobrança muito forte com relação a isso”, relatou o governador. “Eu assumi um compromisso de que entregaria o governo sem nenhuma criança fora da escola, porque essa é a oportunidade que se dá aos pais de poderem sair para ganhar o seu dinheiro, para poderem investir nas suas famílias. Isso é o que tem de mais importante nesse projeto, e essa é a determinação para até o ano que vem.” Prédio novo e mobiliado O Cepi Jardim das Acácias tem capacidade para atender 188 alunos em período integral | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Com investimento de mais de R$ 5,7 milhões, a nova unidade educacional tem capacidade para atender 188 alunos em período integral e conta com dez salas de aula. A distribuição das turmas inclui dois berçários para crianças de 4 a 11 meses, quatro salas destinadas à faixa etária de 12 meses a 1 ano, duas salas para maternal 1 (até 2 anos) e duas salas para maternal 2 (3 anos). “Esse é o primeiro Cepi construído pelo GDF no Gama”, lembrou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “É uma entrega muito simbólica e significativa. As famílias estão muito felizes porque são 188 crianças atendidas para que os pais possam trabalhar de forma tranquila, sabendo que durante dez horas os filhos estarão sendo bem cuidados.”  A unidade escolar também inclui um bloco administrativo, cozinha, refeitório, salas de amamentação e de lactação, banheiros infantis, espaço para banho, solários, parquinho e alas destinadas aos funcionários. A edificação, com 1.311,97 metros quadrados de área total, segue o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O Cepi funciona em tempo integral, das 7h30 às 17h30, oferecendo todas as refeições e cuidados essenciais para as crianças. “Temos uma equipe totalmente preparada para oferecer um ensino de qualidade, além de todo o suporte necessário às famílias”, ressaltou a diretora da creche, Michelle Neiva. Ensino e desenvolvimento infantil “Nossa equipe está capacitada para oferecer um acolhimento sensível, ajudando as crianças a se sentirem seguras e confortáveis no novo espaço”, declarou Lucas  Nunes, coordenador-geral da Obra de Assistência à Infância e à Sociedade | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A abordagem pedagógica da creche visa a estimular o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças por meio de atividades lúdicas. “Nosso trabalho vai além do cuidado; buscamos proporcionar um ensino de qualidade, focado no crescimento integral das crianças em aspectos cognitivos, físicos e emocionais”, explicou Lucas Vieira Nunes, coordenador-geral da empresa Obra de Assistência à Infância e à Sociedade (Oasis), responsável pela gestão da unidade. Outro aspecto fundamental do trabalho pedagógico é a adaptação das crianças ao ambiente escolar, prosseguiu Nunes: “Sabemos que a entrada na escola é um momento de transição muitas vezes difícil. Por isso, nossa equipe está capacitada para oferecer um acolhimento sensível, ajudando as crianças a se sentirem seguras e confortáveis no novo espaço”. Fila de espera zerada O Cepi funciona em tempo integral, oferecendo refeições e todos os cuidados essenciais para as crianças | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Desde a inauguração dos Cepis e outras estruturas públicas de atendimento à primeira infância, como as primeiras creches rurais do DF criadas pelo GDF em 2023, a lista de espera pelas vagas na rede pública de educação infantil diminuiu de 24 mil para 2,5 mil crianças – que são encaminhadas à medida que as obras de ampliação da rede são concluídas.  Em 2019 foram inaugurados dois Cepis em Samambaia (Azulão e Bambu). Em 2020, mais dois na região (Bem-te-vi e Periquito), além de uma unidade no Lago Norte (Cajuzinho) e outra em Ceilândia (Papagaio). Em 2021 foi a vez da comunidade do Pôr-do-Sol receber o Cepi Jandaia. Em 2023, foram cinco estruturas construídas para cuidar dos pequenos: os Cepis Sarah Kubistchek (Sol Nascente), Orquídea do Cerrado (Ceilândia), Tucano (Planaltina) e também as primeiras creches públicas rurais da história do DF – a Creche Núcleo Rural Pipiripau, em Planaltina, e a Creche Núcleo Rural Jardim II, no Paranoá. Já em 2024, veio a inauguração do Cepi Rosa do Campo, em Santa Maria. Mais saúde para o Gama Aproveitando a agenda na cidade, o governador Ibaneis Rocha visitou as obras de readequação e instalação da Policlínica do Gama, considerada a maior do DF. O local recebeu investimento de R$ 1.978.458,52, por meio do qual foram feitos serviços de manutenção no piso térreo da unidade hospitalar, com a instalação de paredes divisórias para adequar os consultórios em quatro blocos. Localizada no prédio do antigo Fórum do Gama, a unidade já prestou mais de 8,6 mil atendimentos somente em janeiro. Além disso, os banheiros adulto e infantil, de família e o fraldário também foram readequados para as necessidades da população. Ao todo, a unidade dispõe de 3 mil metros e atende não só a população do DF, mas a do Entorno também.  O secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, complementou  que, com as obras de readequação, foi possível implementar atendimentos em outras especialidades médicas. “O foco será na atenção secundária”, afirmou. “São 24 consultórios, mais de 13 especialidades envolvendo, eu gostaria de destacar três grandes projetos que estão sendo desenvolvidos. O primeiro é a implementação de subespecialidades na pediatria, o segundo é o ambulatório de feridas para cuidar do pé diabético e o terceiro é o ambulatório de dor crônica”.

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Escola Classe 512 de Samambaia ganha novo módulo escolar e amplia capacidade

A Escola Classe (EC) 512 de Samambaia teve a sua capacidade de atendimento ampliada nesta quinta-feira (20) com a inauguração de um módulo escolar para atender 210 alunos por turno, totalizando até 420 estudantes a mais na unidade de ensino. A entrega da estrutura contou com a presença do governador Ibaneis Rocha e gestores da educação, e foi comemorada pela comunidade local.  Inaugurado nesta quinta (20), módulo escolar erguido na EC 512 de Samambaia vai ampliar a capacidade de atendimento da unidade com 420 novas vagas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Ao inaugurar a estrutura, o governador reforçou o empenho do GDF em zerar a fila por vagas no ensino infantil na capital. “Nessa região de Samambaia Sul não tem mais nenhuma criança fora de creche. Esse projeto construtivo dos módulos é de altíssima velocidade; em quatro meses é possível colocar um módulo desse em atuação. Isso tem nos ajudado na perseguição para acabar, em todo o Distrito Federal, com falta de vagas de creche. Aqui a gente traz alunos de 4 anos que estavam nas creches, e assim conseguimos abrir vagas para novas crianças”, detalhou Ibaneis Rocha. De acordo com a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, há previsão de mais entregas para a população: “Neste ano, vamos inaugurar 18 Cepis [centros de educação da primeira infância] e já temos mais 11 para licitar. Tudo isso vai colaborar para zerar as filas de espera por vagas nas creches do DF. Esse é um avanço muito grande”.  O novo módulo escolar tem seis novas salas de aula de 45 m², cada uma com capacidade para 35 alunos. A área total construída é de 1,2 mil m², e o valor investido na obra é de R$ 1.356.970,86. A estrutura também possui quatro banheiros e área de convivência com jardim e parquinho. Os trabalhos foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O diretor de Projetos da companhia, Carlos Alberto Spies, afirmou que o módulo inovador permitiu ampliar a quantidade de vagas utilizando as estruturas originais da escola. “Aproveitamos os espaços que já tínhamos. Essas salas trazem todo conforto, acessibilidade e ar-condicionado. As janelas são maiores e aumentam a iluminação, além de a parte externa de convivência dos alunos ter um parquinho com brinquedos seguros, em um espaço especial. É uma escola dentro da outra escola, feita em alvenaria e com toda estrutura necessária para as aulas”, observou o diretor.  O governador Ibaneis Rocha ainda falou sobre a ampliação do atendimento, seja pela abertura de novas unidades, seja com o Cartão Creche. “Quero só lembrar a vocês que quando nós assumimos o governo, em 2019, eram 26 mil crianças fora das escolas. Hoje nós já chegamos a um número de apenas 3 mil crianças; até o final do ano, com a construção de mais 11 creches que estão sendo licitadas agora, e com a ampliação do Cartão Creche que foi criado por nós, não vamos ter nenhuma criança fora das creches do Distrito Federal”, disse.

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