GDF entregou 14 escolas de ensino fundamental e médio entre 2020 e 2025
Com o ano letivo iniciado há três semanas, a infraestrutura das escolas públicas do Distrito Federal ganhou papel central no acolhimento, na segurança e na qualidade do ensino de estudantes e profissionais da educação. Entre 2020 e 2025, o Governo do Distrito Federal, através da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), realizou um esforço coordenado de planejamento e execução voltado a 14 unidades de ensino fundamental e médio da rede pública. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. As escolas classe (ECs) são voltadas ao ensino fundamental I, do 1º ao 5º anos, enquanto os centros de ensino fundamental (CEFs) atendem ao fundamental II, do 6º ao 9º anos. Já os centros de ensino médio (CEMs) concentram os estudantes do ensino médio. Também integram a rede os centros educacionais (CEDs) e os centros de ensino médio integrados à educação profissional (Cemis). O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38 | Fotos: Divulgação/Novacap Escolas entregues Em 2020, destacam-se a construção da Escola Classe (EC) JK, no Sol Nascente, com investimento de R$ 7 milhões, e a reforma e ampliação da Escola Classe (EC) 01 do Porto Rico, em Santa Maria, que recebeu R$ 1,5 milhão. No ano de 2021, foi concluída a reconstrução do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 da Vila Planalto, no Plano Piloto, com aporte de R$ 7,16 milhões. Já em 2022, a Escola Classe (EC) 52 de Taguatinga passou por reconstrução completa, com investimento de R$ 8,3 milhões, além da reforma da Escola Classe (EC) 408 de Samambaia. Em 2023, foi entregue a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 502, com recursos de R$ 9,4 milhões. Em 2024, a Novacap concluiu a construção da Escola Classe (EC) da quadra 203 do Itapoã, com investimento de R$ 10,46 milhões. No mesmo ano, também foram implantados bloco padrão e vestiários nos Centros de Ensino Médio (CEM) JK, na Candangolândia, e no 01 de Planaltina, como parte do Programa de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), com investimentos de R$ 1,11 milhão e R$ 1,98 milhão, respectivamente. As entregas de 2025 incluíram a reforma do Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, no valor de R$ 8,8 milhões; a construção do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, no Jardim Botânico, com investimento de R$ 15,3 milhões; a reconstrução da Escola Classe (EC) 425 de Samambaia; a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 401, com aporte de R$ 9,4 milhões; e a construção do Centro de Ensino Fundamental (CEF) do Mangueiral, também no Jardim Botânico, que recebeu R$ 14,1 milhões. As ações tiveram como objetivo ampliar vagas e modernizar espaços Com o objetivo de ampliar vagas e modernizar os espaços, as ações incluíram a instalação de novas salas de aula, implantação de módulos escolares provisórios ou permanentes, adequações elétricas e hidrossanitárias, recuperação de coberturas, melhorias em acessibilidade, reformas de áreas comuns, além de serviços de urbanização e adequação dos espaços externos. Segundo o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, as intervenções respeitam as demandas específicas de cada unidade. “Atuamos conforme a necessidade de cada escola, seja na ampliação de espaços, na atualização das estruturas ou na modernização das instalações. O objetivo é entregar a solução mais adequada, com excelência técnica”, explicou. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, os investimentos em infraestrutura são parte essencial da política educacional. “A infraestrutura escolar é central para garantir condições reais de aprendizagem, segurança para a comunidade escolar e um atendimento compatível com o tamanho e a complexidade da nossa rede”, destacou. Já o presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a relevância do compromisso da companhia com a preparação das unidades escolares. “A atuação da Novacap na educação é essencial, pois envolve planejamento, execução e fiscalização para entregar escolas que impactam diretamente o dia a dia de milhares de estudantes do Distrito Federal”, afirmou. Moradora de Samambaia, Raphaela Trindade, de 42 anos, acompanha de perto as melhorias na região. “Quando a escola está bem cuidada, isso faz diferença no dia a dia. Minhas filhas ficam mais motivadas a estudar, e eu me sinto mais tranquila sabendo que o ambiente está seguro e organizado”, relatou. *Com informações da Novacap
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GDF sanciona lei sobre uso de câmeras em escolas públicas
O governador Ibaneis Rocha sancionou, nessa quinta-feira (6), a Lei nº 7.758/2025, que atualiza as regras para o uso de câmeras de segurança nas escolas públicas do Distrito Federal. A nova legislação amplia as possibilidades de monitoramento nas unidades de ensino, permitindo a instalação dos equipamentos também nas salas de aula, a critério da direção escolar. A Secretaria de Educação do DF (SEEDF) vai elaborar um plano para aplicar a nova lei, buscando garantir mais segurança para a comunidade escolar e, ao mesmo tempo, respeitar a privacidade de estudantes e servidores. As regras e os critérios técnicos para a instalação das câmeras serão definidos em conjunto com os órgãos de segurança pública e as áreas técnicas da rede. “A segurança dos nossos estudantes e profissionais é prioridade. A lei vem para fortalecer as ações já realizadas pela secretaria, sempre com responsabilidade e diálogo com a rede. Vamos trabalhar para que qualquer implementação ocorra de forma planejada, respeitando a privacidade e o ambiente educativo”, afirmou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. [LEIA_TAMBEM]De acordo com a nova lei, as câmeras deverão ser instaladas em locais estratégicos, como entradas, saídas, corredores, áreas de recreação e cantinas. Não será permitido o uso em banheiros, vestiários ou outros espaços que garantam a privacidade individual. A lei também determina que as imagens gravadas tenham acesso restrito e sejam guardadas de forma segura. Elas só poderão ser disponibilizadas mediante solicitação da Justiça, do Ministério Público ou dos órgãos de segurança pública, em casos de investigação. Nas salas de aula, a instalação das câmeras será opcional e dependerá da decisão da direção da escola. As gravações terão caráter reservado. Os professores poderão pedir acesso às imagens para registrar possíveis agressões ou para se defender de acusações sobre sua conduta profissional. *Com informações da Secretaria da Educação
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Recanto das Emas define semifinalistas do Concurso Sabor de Escola
O Recanto das Emas definiu, nessa terça-feira (4), no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 306, os dois semifinalistas representantes da regional no concurso Sabor de Escola. Os pratos frango recheado com farofa de abóbora, purê de abóbora e suco de maracujá e risoto de frango com abóbora e queijo conquistaram o paladar do júri e garantiram vaga na próxima fase da competição. As vitórias tiveram um gostinho especial. A torcida das escolas finalistas animou o evento, com estudantes, professores e colegas de trabalho presentes para celebrar a conquista dos queridos “tios da merenda”. Um dos destaques da competição foi o merendeiro Willian Carvalho, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 113, que garantiu a classificação com o prato frango recheado com farofa de abóbora, purê de abóbora e suco de maracujá. Atuando há apenas cinco meses na função, contou com o incentivo e o apoio dos colegas da escola para participar do concurso. "Estou muito grato pelo apoio da escola, da assistente que me acompanhou no preparo e dos estudantes que torceram por mim. A gente quer se divertir e se entregar para tentar fazer o melhor”, disse Willian Carvalho, do CEF 113 | Fotos: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF “Meu prato chamou a atenção pela inovação e economia, unindo praticidade e aproveitamento integral dos alimentos, sem desperdícios. Estou muito grato pelo apoio da escola, da assistente que me acompanhou no preparo e dos estudantes que torceram por mim. A gente quer se divertir e se entregar para tentar fazer o melhor”, disse, emocionado. A emoção também marcou o momento da merendeira Maria Patrícia de Souza, do CEF 306, autora do risoto de frango com abóbora e queijo. Ao ser anunciada como semifinalista, a cozinheira comoveu-se e abraçou os estudantes que foram prestigiar a sua apresentação. “Foi muito importante, porque eu estava com medo de participar, e a diretora veio, me deu apoio e confiança. Estou muito feliz”, contou. Com um risoto de frango com abóbora e queijo, a merendeira Maria Patrícia de Souza, do CEF 306, também se garantiu na semifinal Júri técnico A nutricionista da Gerência de Alimentação Escolar da G&E Serviços Terceirizados, Jaiane Santos, elogiou a proposta dos pratos vencedores por valorizarem alimentos nutritivos e coloridos no cardápio escolar, especialmente os que enfrentam resistência entre os estudantes, como a abóbora e outros legumes. “Os merendeiros preocupam-se em preparar uma alimentação saudável e com a aceitação dos alunos. Muitas crianças não gostam de abóbora, por exemplo, mas hoje ela foi servida como purê ou acompanhamento e foi um sucesso. Esse é o cuidado dos tios da cantina: transformar o alimento em algo atrativo e nutritivo”, destacou.[LEIA_TAMBEM] Durante o evento, a professora e contadora de histórias, Claudinha Nascimento, emocionou o público com uma apresentação sobre o papel dos merendeiros nas escolas. Ela lembrou que, mais do que preparar refeições, esses profissionais alimentam com afeto e dedicação. “Eles não alimentam só o corpo, mas também a alma. Colocam amor em cada refeição, e é isso que faz toda a diferença”, ressaltou. A coordenadora da Regional de Ensino (CRE) do Recanto das Emas, Mariana Ayres, celebrou o sucesso da etapa regional e ressaltou a importância do concurso como um momento de reconhecimento e valorização dos profissionais da alimentação escolar. A próxima etapa do Sabor de Escola será realizada em Samambaia, nesta quinta-feira (6), na Escola Classe (EC) 425. *Com informações da Secretaria de Educação
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Merendeiras de Santa Maria participam de seletiva regional do Sabor de Escola
Temperos e sabores foram o centro das atenções na Escola Técnica de Santa Maria, na manhã desta sexta-feira (10), durante a seletiva regional da terceira edição do concurso gastronômico Sabor de Escola. Pratos variados, criativos e coloridos desfilaram pelos corredores do local, despertando o paladar do público, que esperava ansioso para descobrir quais seriam as receitas selecionadas para a semifinal da competição. Entre os 95 merendeiros de escolas pertencentes à Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Santa Maria, seis participaram da seletiva e capricharam nos pratos para seguir para a próxima etapa da disputa: Cristiane Nogueira, da Escola Classe (EC) 201; Elaine Cristina Sousa, da EC 116; Rosângela da Silva, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 316; Sheldon William, do Centro Educacional (CED) 416; Francilene Ferreira e José Ramos, ambos da EC 1 do Porto Rico. Participantes da seletiva de Santa Maria do concurso Sabor de Escola celebram as vencedoras da etapa | Fotos: Jotta Casttro/Ascom SEEDF Uma das vencedoras da etapa regional, Cristiane Nogueira, preparou um filé de tilápia selado com purê de inhame e tomate selado. É a segunda vez que ela participa do concurso, chegando à semifinal na edição de 2024. Ela acredita que o projeto proporciona o aprendizado sobre novos temperos e o desenvolvimento da criatividade dos profissionais, que buscam maneiras de cozinhar de forma que atraia o paladar dos estudantes. Após a classificação para seguir na disputa, ela comemorou: “Estou muito feliz porque vou para a semifinal. Eu dei o meu melhor e agora vou vencer!” A outra selecionada, Rosângela da Silva, apresentou uma elogiada cestinha de batata com ragu de carne moída. Ela é merendeira há três anos e cursa o 2º semestre da faculdade de nutrição. Feliz com a vitória, comentou sobre a expectativa para as próximas fases da competição. “É muito bom, porque eu já estive em uma semifinal em outra edição. Mas nas próximas etapas, acho que vou ficar nervosa, mas vou seguir o mesmo ritmo”, concluiu. Plateia cheia Cristiane Nogueira venceu a seletiva regional com um filé de tilápia selado e um purê de inhame Além dos concorrentes, prestigiaram o evento o secretário-executivo da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), Isaias Aparecido da Silva; a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Mateus Costa Melo; a subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Aguiar; a deputada distrital Jaqueline Silva; o titular da Coordenação Regional de Santa Maria, Claudiney Formiga Cabral; o presidente da G&E Serviços, Guilherme Castelo Branco, e o coordenador da G&E Serviços, Saulo Freitas. Entre os convidados para o evento, a nutricionista da Coordenação Regional de Santa Maria, Cristiane Souza da Silva, afirmou que o concurso Sabor de Escola gera um impacto muito positivo para os merendeiros, ao evidenciar o trabalho deles, trazendo visibilidade a esses profissionais. “Eu acho que os coloca em um lugar de destaque, já que eles têm um papel muito importante. Os nossos estudantes são muito gratos por ter a oportunidade de ter um lanche de tão boa qualidade servido por nossas merendeiras”. Ela ressalta ainda que o concurso possibilita que elas mostrem o trabalho que executam diariamente nas escolas em outros espaços. Rosângela da Silva apresentou uma cestinha de batata com ragu de carne moída Avaliação rigorosa O júri foi criterioso ao avaliar alguns aspectos relacionados aos preparos, como o total aproveitamento dos alimentos, criatividade na escolha dos itens, propriedades nutricionais, textura, cores, sabores e também a possibilidade de replicabilidade do prato nas escolas. As iguarias foram avaliadas pelo júri formado pela chef Sonia Rodrigues de Sousa; pela nutricionista da Coordenação Regional de Santa Maria, Paula Francine dos Santos; pela nutricionista da G&E, Jaiane Santos; pela aluna da Escola Técnica de Santa Maria, Angélica Francisco de Almeida, e pelo aluno da Escola Classe 215 de Santa Maria, Miguel Rodrigues Lopes. Fairplay Mesmo sem seguir na disputa, a merendeira Francilene Ferreira comentou sobre os aspectos positivos de participar do Sabor de Escola. “Ainda que você não chegue à final, vale a pena participar porque você aprende, disputa, trabalha com amor.” A próxima região administrativa a receber o Sabor de Escola é o Gama, no dia 15 de outubro. *Com informações da Secretaria de Educação do DF
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Finalizada estrutura da edificação principal do Centro Educacional de Arniqueira
A região de Arniqueira caminha para ganhar um importante reforço na área da educação com a construção do novo Centro Educacional (CED), unidade voltada para os ensinos fundamental II (anos finais) e médio. A obra, gerida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), conta com um investimento de aproximadamente R$ 13 milhões. A estrutura da edificação principal já está finalizada. “Estamos avançando com a construção dessa escola que vai transformar a realidade educacional de região. Sabemos dos desafios enfrentados pela comunidade e temos o compromisso de entregar essa unidade dentro do prazo”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. Um dos desafios enfrentados na fase inicial foi a desocupação de uma área que estava sendo utilizada de forma irregular, o que atrasou o início da escavação da fundação. Com a liberação do terreno, foi possível avançar para as próximas etapas. A expectativa é que, a partir do primeiro semestre de 2026, cerca de 1,3 mil estudantes possam frequentar a unidade, que vai contar com uma infraestrutura pensada para apoiar o aprendizado dos alunos | Foto: Divulgação/Novacap Atualmente, estão em execução os serviços de infraestrutura elétrica, hidrossanitária, drenagem de águas pluviais, reboco no prédio principal, além da fundação do ginásio e da guarita. A nova escola está sendo construída em um terreno de quase 8 mil metros quadrados, em uma área estratégica próxima à sede da Administração Regional e à futura Unidade Básica de Saúde (UBS). [LEIA_TAMBEM]A expectativa é que, a partir do primeiro semestre de 2026, cerca de 1,3 mil estudantes possam frequentar a unidade, que vai contar com uma infraestrutura pensada para apoiar o aprendizado dos alunos. A escola terá 18 salas de aula modernas, um auditório para eventos, sala de música, sala de artes plásticas, biblioteca, sala multimídia, além de espaços para o grêmio estudantil e atividades pedagógicas de reforço. Atualmente, os estudantes da região precisam se deslocar para outras localidades para continuar seus estudos após o ensino fundamental I. Dificuldades que, em breve, não vão mais existir. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, destacou que a construção do Centro Educacional de Arniqueira atende a uma demanda histórica da comunidade local. “A nova unidade representa um avanço concreto na oferta de ensino de qualidade, com uma estrutura moderna e adequada para acolher estudantes com dignidade e segurança”, afirmou. Ela ressaltou ainda que a escola ampliará o acesso aos anos finais do ensino fundamental e ao ensino médio na região. “Arniqueira é uma cidade em crescimento e necessita de equipamentos públicos compatíveis com esse desenvolvimento. Com essa entrega, garantimos o direito à aprendizagem perto de casa, reduzimos deslocamentos e fortalecemos o vínculo dos alunos na região onde vivem”, completou. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
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Centro Educacional 04 do Guará recebe primeiro curso de letramento racial na rede pública
Como parte das celebrações dos 65 anos de Brasília, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) deu início à implementação do Programa de Letramento Racial nas escolas do Distrito Federal. A primeira unidade de ensino a receber a iniciativa foi o Centro Educacional 04 do Guará (CED 04), onde, nesta quarta-feira (16), cerca de 50 professores participaram da formação, dividida em dois ciclos, nos turnos matutino e vespertino. A ação, realizada por meio da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir), tem como foco capacitar educadores para identificar as dinâmicas do racismo estrutural e aplicar práticas pedagógicas antirracistas em sala de aula. Ao final, todos os participantes receberam certificação oficial da Sejus. Abril marca a intensificação do programa em razão do aniversário da capital federal. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância da iniciativa como uma homenagem concreta a Brasília. “Brasília é símbolo de diversidade e pluralidade. Neste aniversário, a Sejus entrega à cidade uma ação que transforma vidas e abre caminhos para uma sociedade mais igualitária. O Letramento Racial é mais do que uma formação: é um compromisso com o presente e o futuro da nossa cidade.” A primeira unidade de ensino a receber a iniciativa foi o Centro Educacional 04 do Guará (CED 04), onde, nesta quarta-feira (16), cerca de 50 professores participaram da formação, dividida em dois ciclos, nos turnos matutino e vespertino | Fotos: Divulgação/Sejus-DF O CED 04 do Guará marca o pontapé inicial de um movimento que se estenderá a todas as escolas do Distrito Federal. A primeira fase contempla a rede pública e, posteriormente, a iniciativa será levada aos colégios particulares. Além dos professores, o programa também envolverá estudantes, ampliando o alcance e aprofundando o debate sobre racismo, identidade, equidade e inclusão dentro e fora das salas de aula. Para o subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial da Sejus, Juvenal Araújo, a meta é fazer da educação antirracista uma base sólida na formação de cidadãos mais conscientes. “Estamos elaborando um cronograma detalhado para que todas as escolas do DF recebam essa capacitação de forma estruturada e eficiente. Nosso objetivo é que a educação antirracista não seja apenas um tema pontual, mas um pilar essencial na formação dos nossos estudantes, preparando-os para uma sociedade mais igualitária e respeitosa.” A formação foi bem recebida pelos educadores, que participaram ativamente das dinâmicas e ressaltaram a relevância do tema para o ambiente escolar. “Esse curso é fundamental para ampliar nossa consciência e transformar nossa prática em sala de aula. Entender o racismo estrutural e saber como enfrentá-lo no dia a dia da escola é um passo essencial para promover um ambiente mais acolhedor, respeitoso e representativo para todos os alunos”, afirmou a professora Tatiana Brasileiro, supervisora pedagógica do CED 04. “Esse curso é fundamental para ampliar nossa consciência e transformar nossa prática em sala de aula”, afirmou a professora Tatiana Brasileiro, supervisora pedagógica do CED 04 A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, também destacou a importância da iniciativa. “A capacitação dos docentes é essencial para consolidar a educação antirracista no DF. A parceria com a Sejus vem somar aos esforços já realizados pela Secretaria de Educação e fortalecer ações permanentes contra todas as formas de discriminação nas nossas escolas.” Na terça-feira (15), a Sejus já havia levado o curso para a capacitação de 30 servidores do Procon-DF, como parte da ampliação do programa para diferentes áreas do serviço público. No próximo sábado (20), às 11h, a Subdhir levará o Programa de Letramento Racial para o staff do Instituto Eleva, organização responsável pela operacionalização do 65º aniversário de Brasília. Educação que transforma O Programa de Letramento Racial da Sejus visa desenvolver capacidade crítica para identificar, compreender e enfrentar o racismo estrutural presente na sociedade. A formação propõe discussões sobre identidade, ancestralidade, diversidade e inclusão, além de oferecer ferramentas para que os educadores possam aplicar esse conhecimento em suas práticas pedagógicas. Antes de chegar às escolas, o Programa de Letramento Racial já capacitou servidores da própria Sejus, de outros órgãos do GDF, do sistema socioeducativo do DF e também do Senado Federal. Agora, com a implementação nas instituições de ensino, a iniciativa alcançará um público ainda mais amplo, impactando diretamente a formação das novas gerações. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Projeto oferecerá exame de vista e óculos gratuitos a alunos de escolas públicas de Ceilândia e Samambaia
Transformar a saúde ocular dos alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal por meio de uma abordagem integrada que une inovação em saúde oftalmológica e avanços em tecnologia social é o objetivo do projeto Em um Piscar de Olhos. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria de Educação do DF (SEEDF) e o Instituto Desponta Brasil. A terceira edição do projeto, realizada no segundo semestre de 2024, recebeu também um investimento por meio de emenda parlamentar do deputado distrital Robério Negreiros. Na segunda edição do projeto, mais de 8 mil estudantes de 47 escolas públicas receberam o atendimento oftalmológico gratuito | Fotos: Álvaro Henrique/SEEDF A atual edição do projeto será lançada em uma cerimônia nesta terça-feira (6). A partir do próximo dia 12, 5.300 estudantes de escolas da rede pública de ensino de Ceilândia e Samambaia passarão pela triagem. A pré-avaliação ocular utiliza o “Spot Vision Screener”, um equipamento portátil capaz de detectar problemas de visão em pacientes a partir dos seis meses de idade. “O objetivo do projeto é promover a qualidade de vida dos nossos estudantes, pois, ao fazer a triagem oftalmológica, vários problemas que impactariam no rendimento e desenvolvimento da vida escolar dessas crianças podem ser tratados”, ressalta a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá. A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, ressalta a importância do projeto, uma vez que muitos alunos não têm condição financeira, ou até mesmo tempo, de ir a uma consulta. “A importância desse projeto é enorme, porque qualidade visual é qualidade de ensino. O objetivo maior é garantir uma melhor qualidade de vida aos nossos estudantes”, comenta Fernanda. Edições anteriores No ano passado, a iniciativa entregou 413 óculos a crianças da rede pública do DF com problemas na visão. Durante a segunda edição do projeto, mais de 8 mil estudantes de 47 escolas do Paranoá, Planaltina e Recanto das Emas receberam o atendimento oftalmológico gratuito. Os alunos que tiverem a prescrição de receita, emitida pelo oftalmologista, terão acesso aos óculos O diretor-executivo do Instituto Desponta Brasil, Kadmo Côrtes, ressalta o comprometimento do Instituto e dos parceiros do projeto em garantir que cada estudante tenha as mesmas oportunidades de sucesso, independentemente de sua condição oftalmológica. “Este projeto está em perfeita sintonia com as políticas educacionais e de saúde pública que priorizam intervenções preventivas que podem levar a economias substanciais no longo prazo e melhorar os resultados educacionais”, destaca. Como funciona Ao realizar a pré-avaliação, será inserida ao cadastro do aluno a recomendação ou não de exame completo, sendo que aqueles que apresentaram algum erro refracional serão encaminhados para a realização de atendimento com médico oftalmologista, em consultório volante, através de mutirão. Os mutirões de consulta oftalmológica, bem como de escolha dos óculos, irão atender todos os alunos que, após a pré-avaliação de capacidade visual, forem eleitos à consulta. Todos os alunos que tiverem a prescrição de receita emitida pelo médico oftalmologista, terão acesso aos óculos. Haverá uma equipe de consultoria óptica, que disponibilizará, no mínimo, 10 diferentes modelos de armação (entre formatos e cores) para que todos os alunos elegíveis para uso de óculos possam escolher aquele que melhor se adapte ao formato do seu rosto. A entrega dos óculos está prevista para ser feita no mês de outubro. “A realização gratuita de exames oftalmológicos para os estudantes do DF é uma iniciativa fantástica e muito importante para a saúde ocular e o bem-estar das nossas crianças e jovens. Com projetos como esse, garantimos que essas dificuldades sejam detectadas e tratadas o mais cedo possível”, comenta o deputado Robério Negreiros, que destinou R$ 1 milhão ao projeto, por meio de emenda parlamentar. Serviço Abertura do projeto Em um Piscar de Olhos Data: terça-feira (6) Horário: 10h Local: Escola Parque Anísio Teixeira (Epat), em Ceilândia *Com informações da SEEDF
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Festas juninas das escolas públicas prometem danças, comidas típicas e brincadeiras
As festas juninas das escolas da rede pública de ensino são uma oportunidade para alunos, professores e a comunidade se reunirem e vivenciarem a cultura popular. Com danças típicas, comidas deliciosas e muitas brincadeiras, as celebrações nas instituições promovem a integração de toda comunidade escolar. Nesta sexta (7), serão realizadas festas em escolas de Ceilândia, Sobradinho, Santa Maria, Gama e Plano Piloto. O momento da quadrilha anima estudantes, pais e toda a comunidade | Foto: André Amendoeira/SEEDF O calendário segue até 17 de agosto, com as últimas festas em escolas do Gama e de Samambaia. Neste link você pode conferir a data, o endereço e o horário das festas nas escolas públicas do DF. As festividades juninas nas escolas são também uma forma de aprendizado, permitindo que os alunos conheçam mais sobre a cultura popular brasileira. Além das clássicas quadrilhas, as escolas preparam apresentações teatrais, concursos de fantasia caipira e oficinas de artesanato, incentivando a criatividade e o trabalho em equipe. *Com informações da Secretaria de Educação
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