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Distrito Federal é líder nacional em pesquisa científica pelo segundo ano consecutivo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Distrito Federal ocupa o 1º lugar nacional em Pesquisa Científica no Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O indicador faz parte do pilar Inovação do levantamento. O DF alcançou 34 pontos, de um máximo de 42, à frente de Pernambuco e Espírito Santo, ambos com 31 pontos. O resultado apresentado no Relatório Técnico do Ranking de Competitividade dos Estados representa a manutenção de uma liderança já registrada na edição de 2025, quando o Distrito Federal também ocupou a primeira posição do país nesse indicador, com 36,3 pontos de um máximo de 42. Mas o que esse primeiro lugar significa na prática? O indicador compara o desempenho das universidades de cada unidade da Federação na área de pesquisa científica. A pontuação tem como base o desempenho dessas instituições no Ranking Universitário Folha (RUF). O resultado expressa o desempenho conjunto das universidades do Distrito Federal em pesquisa, considerando também o tamanho de cada instituição | Foto: Divulgação/FAPDF   De onde vem a nota do DF Para chegar à pontuação de pesquisa científica de cada unidade da Federação, o ranking de competitividade utiliza dados do RUF. Primeiro, o ranking universitário atribui a cada instituição uma nota específica para pesquisa, que pode chegar a 42 pontos. A avaliação considera aspectos relacionados à produção e ao impacto científico, como publicação de artigos, citações recebidas e desempenho da produção acadêmica. Depois, o CLP reúne as notas das universidades localizadas em cada estado e no Distrito Federal. Nesse cálculo, o número de estudantes matriculados em cada instituição também é considerado: universidades com mais matrículas têm maior peso no resultado da unidade da Federação. Movimentação de estudantes no Instituto Central de Ciências (ICC), da Universidade de Brasília (UnB), uma das instituições que integram o ambiente acadêmico e científico do Distrito Federal. Foi a partir desse cálculo que o Distrito Federal chegou aos 34 pontos na edição de 2026. Isso significa que a classificação não representa a quantidade total de pesquisas realizadas no DF, nem que cada universidade local recebeu nota 34. O resultado expressa o desempenho conjunto das universidades do Distrito Federal em pesquisa, considerando também o tamanho de cada instituição. Outros destaques do DF O primeiro lugar em pesquisa científica se soma a outros resultados de destaque do Distrito Federal no levantamento. No panorama apresentado pelo CLP, o DF ocupa a 1ª posição nacional nos indicadores Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), População Economicamente Ativa (PEA) com ensino superior, avaliação da educação, atuação do sistema de Justiça Criminal e backhaul de fibra óptica. O Distrito Federal também aparece na primeira posição no indicador destinação inadequada do lixo. Apesar do nome, o resultado é positivo: como o indicador mede uma situação indesejada, a metodologia inverte a pontuação, e a primeira colocação corresponde ao menor nível de destinação inadequada de resíduos sólidos urbanos. Os resultados abrangem diferentes áreas. No caso de capital humano, por exemplo, a liderança em PEA com ensino superior indica o destaque do Distrito Federal na presença de pessoas com graduação completa entre aquelas que integram a força de trabalho. “A liderança do Distrito Federal em pesquisa científica revela a qualidade das nossas universidades e da comunidade científica local. É um resultado que também reforça a importância do investimento contínuo em pesquisadores, formação e produção de conhecimento. A FAPDF atua justamente para fortalecer esse ecossistema e ampliar a capacidade da ciência de gerar desenvolvimento e benefícios para a população”, afirma Leonardo Reisman, presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Entre as frentes de atuação da FAPDF estão o fomento de projetos científicos e tecnológicos, o apoio a pesquisadores e instituições e iniciativas voltadas à formação de recursos humanos, à ciência, à tecnologia e à inovação. Além de pesquisa científica, o pilar Inovação considera outros indicadores, como investimentos públicos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), patentes, bolsas de mestrado e doutorado, estrutura de apoio à inovação, informação e comunicação e empresas de alto crescimento. O Ranking de Competitividade dos Estados compara as 27 unidades da Federação a partir de dez pilares relacionados a diferentes dimensões econômicas, sociais e institucionais. Na classificação geral da edição de 2026, o Distrito Federal ocupa a 6ª posição nacional. Arte: Divulgação   Sobre o Ranking de Competitividade dos Estados  Criado pelo Centro de Liderança Pública (CPL) em 2011, o Ranking de Competitividade dos Estados surgiu com o objetivo de produzir diagnósticos capazes de orientar gestores públicos e apoiar decisões baseadas em evidências. Na primeira fase, o desenvolvimento técnico ficou a cargo da Economist Intelligence Unit. Em 2015, a Tendências Consultoria Integrada passou a participar da elaboração e, desde 2021, responde integralmente pela concepção técnica do estudo.  Atualmente, o ranking analisa as 27 unidades da Federação a partir de dez pilares temáticos (Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação) e 100 indicadores, permitindo identificar pontos fortes e fragilidades de cada estado em áreas como infraestrutura, educação, segurança pública, capital humano, sustentabilidade, gestão pública, mercado e inovação.  A série histórica disponibilizada pelo CLP reúne edições anuais de 2015 a 2026, com relatórios técnicos e bases de dados que permitem acompanhar a evolução dos estados ao longo do tempo.  Acesse o relatório completo de 2026 clicando aqui.   *Com informações da FAPDF

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Jardim Botânico de Brasília amplia estrutura para pesquisa, educação ambiental e visitação 

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) realiza, nesta quinta (25), a Cerimônia de Entregas do Jardim Botânico de Brasília, na Alameda das Nações. O evento celebra a entrega de novos espaços e melhorias que fortalecem as ações de conservação ambiental, pesquisa científica, educação ambiental e uso público da instituição.  Estufas geminadas, a serem inauguradas nesta quinta-feira, reforçarão as atividades de cultivo, pesquisa e conservação de espécies | Fotos: Divulgação/Jardim Botânico de Brasília "São espaços que fortalecem nossa missão institucional e melhoram a experiência dos visitantes, dos servidores e da comunidade científica" Allan Freire, diretor-presidente do Jardim Botânico de Brasília Durante a solenidade, serão inaugurados a Trilha da Amizade, as estufas geminadas e os armários deslizantes, além da reinauguração da Biblioteca do Cerrado. Também serão apresentadas outras melhorias realizadas na infraestrutura do Jardim Botânico, ampliando as condições de trabalho, pesquisa, preservação da biodiversidade e atendimento aos visitantes.  Para o diretor-presidente do Jardim Botânico de Brasília, Allan Freire, os novos espaços contribuirão para ampliar o alcance das atividades desenvolvidas pela instituição. “Cada uma dessas entregas representa um investimento na conservação da biodiversidade, na pesquisa e no contato da população com o Cerrado. São espaços que fortalecem nossa missão institucional e melhoram a experiência dos visitantes, dos servidores e da comunidade científica”, destaca.  Revitalizada, a Biblioteca do Cerrado volta a receber estudantes, pesquisadores e visitantes em ambiente mais moderno e acolhedor  [LEIA_TAMBEM]A Trilha da Amizade oferecerá uma nova opção de contato com a natureza e contemplação da paisagem do Cerrado. As Estufas Geminadas reforçarão as atividades de cultivo, pesquisa e conservação das espécies que são retiradas do Laboratório de Reprodução in vitro.  Os armários deslizantes do herbário modernizaram o armazenamento da coleção científica, proporcionando maior organização, segurança e agilidade na localização e no manejo dos exemplares botânicos. Já a Biblioteca do Cerrado, revitalizada, volta a receber estudantes, pesquisadores e visitantes em um ambiente mais moderno e acolhedor, dedicado à disseminação do conhecimento sobre a biodiversidade.  *Com informações do Jardim Botânico de Brasília

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Capacitação orienta residentes de saúde em estratégias de busca e uso de bases científicas

Residentes dos programas de Enfermagem Obstétrica e do Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade da Escola de Saúde Pública (ESP/DF) participaram, nesta quarta (13), de um treinamento promovido pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). A iniciativa, só este ano, já capacitou 220 estudantes e profissionais da área de saúde. Maurício Marques, coordenador da biblioteca central da Fepecs, alertou: “Pesquisar em fontes de credibilidade é fundamental” | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o treinamento, os participantes receberam orientações sobre métodos de pesquisa, seleção de informações confiáveis e utilização de plataformas científicas. “A intenção é tornar esses profissionais mais capacitados diante dos avanços tecnológicos e das transformações na área da saúde, para que isso reflita, lá na ponta, quando estiverem atendendo pacientes em uma unidade de saúde”, afirmou o coordenador da biblioteca central da Fepecs, Maurício Mendes Marques. A aula também teve apresentação de diretrizes sobre a utilização da inteligência artificial na pesquisa científica. “Pesquisar em fontes de credibilidade é fundamental”, pontuou Maurício. “Existe o hábito de fazer pesquisas no Google, e, muitas vezes, o usuário se depara com sites falsos ou suspeitos. Além disso, hoje temos as inteligências artificiais como novas ferramentas de apoio.” A capacitação integra uma série de treinamentos promovidos pela Fepecs com foco na qualificação profissional e no incentivo ao uso de fontes científicas confiáveis. A proposta é fortalecer a formação e ampliar o acesso a ferramentas que contribuam para uma atuação mais técnica e atualizada na saúde pública.   *Com informações da Fepecs

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Com apoio da FAPDF, pesquisadora destaca avanços em bioinsumos no DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) tem desempenhado papel essencial na consolidação do Distrito Federal como referência nacional em ciência, tecnologia e inovação — e na trajetória de pesquisadoras como Rose Monnerat, que há 35 anos se dedica à pesquisa científica e se tornou um dos grandes nomes do país na área de bioinsumos. Bióloga, doutora em Agronomia e pós-doutora em bioquímica e biologia molecular, Rose representa uma geração de cientistas que transformou conhecimento em soluções sustentáveis para a agricultura e o meio ambiente. “A FAPDF tem papel essencial nesse processo. Ela financia pesquisas há muitos anos e, com a estrutura atual, criou mecanismos muito eficientes para aproximar a ciência da sociedade”, ressalta. Ao longo da carreira, a pesquisadora participou da criação de coleções microbianas pioneiras e do desenvolvimento de produtos biológicos inovadores, sempre com o mesmo propósito: fazer da ciência uma ferramenta de transformação social e ambiental. Da curiosidade infantil à liderança em bioinsumos Rose Monnerat se dedica à pesquisa científica há 35 anos e se tornou um dos grandes nomes do país na área de bioinsumos | Fotos: Divulgação/FAPDF Desde o início da carreira, Rose foi movida pela curiosidade científica e pela busca por soluções sustentáveis. Na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), iniciou pesquisas com bactérias capazes de controlar insetos vetores de doenças, como as larvas do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya — e, mais tarde, ampliou o escopo para microrganismos que combatem doenças de plantas e estimulam seu crescimento. [LEIA_TAMBEM]Entre os destaques de sua trajetória está o desenvolvimento de formulações baseadas em Bacillus thuringiensis var. israelensis (ou simplesmente Bti), uma bactéria cujas toxinas agem de forma combinada — ou sinérgica — e altamente específica contra larvas de mosquitos. Essa especificidade é uma das principais vantagens do controle biológico: ele elimina o alvo sem afetar organismos benéficos, preservando o equilíbrio ecológico. “Quando você usa um produto químico para matar uma praga, muitas vezes elimina também os inimigos naturais”, explica. “O controle biológico tem como principal vantagem a especificidade.” Apesar da eficácia e do uso consolidado do Bti em outros países, Rose destaca que o Brasil ainda enfrenta desafios para adotar amplamente esse tipo de tecnologia, seja por questões de custo, seja por barreiras culturais e regulatórias. Mesmo assim, ela acredita que o cenário está mudando, com agricultores e instituições mais conscientes da importância de soluções sustentáveis. Coleções microbianas: patrimônio que vira produto Ao longo de sua carreira, Rose participou da criação e curadoria de uma das maiores coleções de microrganismos do país, que reúne cerca de três mil amostras coletadas desde o final dos anos 1980 em diferentes biomas brasileiros. Todas foram caracterizadas e preservadas para uso em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos. Esse acervo serviu de base para mais de 30 bioinsumos já disponíveis no mercado, comprovando o potencial econômico e ambiental da biodiversidade brasileira. O laboratório coordenado por Rose foi o primeiro da Embrapa a obter a certificação ISO/IEC 17025, norma internacional que comprova a competência técnica de laboratórios de ensaio e calibração. Rose também acompanhou de perto o fortalecimento do ecossistema científico do Distrito Federal — especialmente com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) “Foi uma grande honra receber o Prêmio Johanna Döbereiner”, lembra Rose, referindo-se à distinção concedida a curadores de coleções microbianas no Brasil. “É emocionante saber que elas podem dar origem a milhares de produtos que contribuem para uma agricultura mais equilibrada e sustentável.” Além do reconhecimento, Rose destaca o cuidado logístico e ético no armazenamento do material genético: cada amostra é duplicada e guardada em locais distintos, garantindo segurança em caso de incidentes. “É um patrimônio nacional que precisa ser protegido”, afirma. Distrito Federal como polo de bioinsumos: ciência, políticas e futuro Durante sua trajetória, Rose também acompanhou de perto o fortalecimento do ecossistema científico do Distrito Federal — especialmente com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), que tem fomentado projetos em áreas estratégicas como biotecnologia, sustentabilidade e bioinsumos. Segundo ela, o fomento da Fundação foi decisivo para a continuidade de diversas linhas de pesquisa e para o avanço de tecnologias desenvolvidas na Embrapa e em universidades locais. "O trabalho da FAPDF tem sido determinante para que o Distrito Federal se destaque em inovação. É graças a esse fomento que conseguimos desenvolver tecnologias que nascem nos laboratórios e ganham o campo" Rose Monnerat, pesquisadora A pesquisadora acredita que o Distrito Federal reúne condições únicas para se tornar um polo de bioinsumos no Brasil. A região possui agricultura forte, centros da Embrapa dedicados ao tema, universidades ativas — como a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Católica de Brasília (UCB) — e um ambiente propício à inovação científica e tecnológica. Nesse contexto, a FAPDF se destaca como articuladora de esforços e garantidora da continuidade de políticas públicas voltadas à ciência e tecnologia. “O trabalho da FAPDF tem sido determinante para que o Distrito Federal se destaque em inovação. É graças a esse fomento que conseguimos desenvolver tecnologias que nascem nos laboratórios e ganham o campo.” Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, a trajetória de pesquisadoras como Rose Monnerat evidencia o papel transformador do fomento público. “O conhecimento científico só cumpre seu papel quando chega à sociedade. Casos como o da professora Rose mostram que o apoio da FAPDF gera resultados concretos, fortalece a inovação e valoriza o talento dos pesquisadores do Distrito Federal”, destacou. Ela lembra que o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) tem fortalecido o Programa Nacional de Bioinsumos, e que o Brasil já ocupa posição de liderança mundial no uso de produtos biológicos no campo — avanço que só é possível com o apoio contínuo de instituições de fomento como a FAPDF.“Vejo com muito otimismo esse movimento. A legislação está avançando, a demanda cresce e o Brasil já ocupa posição de liderança mundial. O DF tem tudo para ser uma referência, com ciência, produtores e instituições comprometidas com a sustentabilidade”, avalia.   *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal

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Endocrinologia do HRT é representante do Centro-Oeste em estudo multinacional

A Unidade de Endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (Uendo/HRT) é o novo polo de coleta de informações em pesquisa científica multinacional, no âmbito da Região Centro-Oeste. O projeto Prevalência de Retinopatia e Doença Renal do Diabetes (Retrend) no Brasil busca dimensionar as complicações em pacientes crônicos, a fim de orientar políticas públicas e estratégias que priorizem o diagnóstico e o tratamento correto.   O método propõe a realização de exames de rastreamento durante a consulta médica; resultados ficam prontos em pouco tempo | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O método propõe a realização de exames de rastreamento durante a consulta médica. Os resultados de mapeamento da retina (fundo de olho) e os realizados com amostras de urina e de sangue, por exemplo, ficam prontos em poucos minutos. As medidas são importantes para a prevenção de complicações, explica a pesquisadora responsável pelo "Retrend Brasil" na Uendo/HRT, Flaviene Romani. "Percebemos a dificuldade dos pacientes de retornarem com os exames e de comparecerem a consultas com outros especialistas. Essas são coisas que normalmente atrasam e aumentam os custos do diagnóstico precoce", afirma a médica.  O projeto Retrend Brasil é um estudo multinacional, com o objetivo de dimensionar as complicações do diabetes e orientar políticas públicas que priorizem o diagnóstico e o tratamento correto Até o fim deste ano, apoiado pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), 172 pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus serão submetidos a esses exames como parte da avaliação - sendo 80% de usuários acompanhados por equipes das unidades básicas de saúde (UBSs).  [LEIA_TAMBEM]No total, mais de 1,5 mil pessoas com diabetes mellitus de diversos estados brasileiros já participaram da avaliação. Os dados preliminares já foram apresentados no encontro anual da Endocrine Society (Endo 2024) e no Congresso Mundial de Diabetes (IDF 2025). Referência em pesquisa e assistência A unidade ambulatorial do HRT é centro de pesquisa e de residência multiprofissional. Diariamente, cerca de oito estudantes de cursos superiores da área de saúde são inseridos na dinâmica do setor, além de residentes de enfermagem, psicologia, nutrição e endocrinologia.  A indicação para o fornecimento de dados ao Retrend Brasil reforça, segundo Romani, o compromisso da Uendo-HRT com a ciência e com a busca por melhoria da assistência. "Acreditamos que o serviço público é o espaço onde pode-se transformar a realidade. Isso é extremamente relevante para nós." *Com informações da Secretaria de Saúde do DF  

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Nova edição da revista Saúde & Inovação reúne pesquisas aplicadas ao SUS 

Uma publicação que mostra estudos e pesquisas desenvolvidos nas unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Essa é a revista científica Saúde & Inovação, cuja segunda edição foi lançada nesta quinta-feira (3).   A publicação reúne 12 artigos assinados por mais de 40 pesquisadores. Os temas abordam desde o cuidado com pacientes oncológicos até equoterapia para paralisia cerebral, inclusão de pessoas com deficiência, padronização de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) e os impactos da pandemia. Para Bruna Telles, a revista "retorna com um propósito de ser um espaço aberto e acessível de excelência" | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “Esse renascimento da revista é um momento histórico não só para o IgesDF, mas também para toda a comunidade científica do DF. Ela retorna com um propósito de ser um espaço aberto e acessível de excelência para residentes, profissionais de saúde, pesquisadores que de fato desejam desenvolver suas produções dentro do Instituto”, afirma a médica e editora-chefe da revista, Bruna Teles. A diretora da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), Emanuela Dourado, celebrou a retomada da revista com entusiasmo. “Esse projeto passa por vários desafios, mas é sustentado pela dedicação dos pesquisadores e da equipe. A revista é uma conquista de todos nós, que acreditamos no poder transformador da ciência”. O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, destacou a importância da publicação para a consolidação da ciência dentro da instituição: “Essa publicação reforça o nosso compromisso com a aplicação do conhecimento científico na prática assistencial”. A edição reúne 12 artigos assinados por mais de 40 pesquisadores Presente na cerimônia, o secretário de Economia do DF, Ney Ferraz, apontou o impacto da iniciativa na gestão pública. “Na saúde, isso significa buscar resultados concretos que impactam diretamente a vida das pessoas. Investir em ciência é investir no futuro da saúde pública”. O secretário de Saúde do DF, Juracy Cavalcante, reforçou o papel estratégico da pesquisa no SUS. “Um dos pilares da governança é a pesquisa clínica, que não vem só para melhorar o nosso sucesso, mas para mudar a cultura organizacional. Quando aplicamos conhecimento de forma planejada, entregamos valor ao paciente”, enfatiza. Pesquisa que conecta e transforma O evento contou com uma mesa-redonda mediada por Bruna Teles, com a participação do infectologista Tazio Vanni, do epidemiologista Sergio Fernandes e da pesquisadora Janaina Sallas. “Existe uma inteligência coletiva enorme no Distrito Federal. Precisamos pavimentar caminhos entre a revista, os estudantes, residentes e profissionais de saúde. Por que não pensar também em alcançar espaços internacionais? A causa é grande, e essa publicação tem força para ir mais longe”, afirmou Tazio Vanni. [LEIA_TAMBEM]Homenagem A cerimônia foi encerrada com homenagens a dois profissionais de destaque na área da saúde. O infectologista Julival Fagundes Ribeiro, referência nacional e internacional em epidemiologia hospitalar e controle de infecções, recebeu uma homenagem das mãos da diretora Emanuela e foi aplaudido de pé pelo público. “Com 71 anos e mais de quatro décadas de atuação, posso dizer que ser médico e trabalhar na saúde pública é o maior orgulho da minha vida. A pesquisa clínica é essencial para desenvolver tratamentos alinhados com a realidade brasileira. Ela impulsiona avanços na saúde pública e contribui para o progresso científico e econômico do país”, ressalta Julival. Também foi homenageado o médico intensivista e cardiologista Osório Rangel, reconhecido por sua atuação em cuidados críticos e ensino. A Revista Científica Saúde & Inovação está disponível online. *Com informações do IgesDF

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Aberto prazo para submissão de projetos de pesquisa sobre políticas públicas de saúde

A 8ª edição do Programa Pesquisa para o SUS (Ppsus) foi lançada na última terça (18), no auditório da Fiocruz, em Brasília. Essa é uma edição histórica, já que todos os estados da federação estão sendo contemplados com o programa, além de alcançar o maior volume de recursos já repassados desde sua criação em 2004. No Distrito Federal, o programa recebeu investimento de R$ 7,5 milhões. O edital já está disponível para submissão. Pesquisadores interessados em contribuir com políticas públicas de saúde podem acessar o site da FAPDF na seção Editais 2025 (PPSUS) e conferir a chamada, o tutorial e todas as informações necessárias para enviar a proposta. O prazo para submissão encerra em 17 de abril. Lançamento da 8ª edição do Programa Pesquisa para o SUS no auditório da Fiocruz, em Brasília; projetos podem ser submetidos até 17 de abril | Fotos: Ricardo Chaves/FAPDF Podem se inscrever como proponentes do projeto pesquisadores com título de doutorado. As propostas devem atender aos eixos temáticos estabelecidos: Gestão do SUS, Gestão do Trabalho e Educação, Atenção Integral à Saúde, Inovação em Saúde, Gestão de Recursos Financeiros e Orçamentários para o SUS. A cerimônia reuniu autoridades da saúde, da ciência e da inovação, além de diversos pesquisadores da área de saúde pública do DF. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) realizou o evento com o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF). Participaram do evento a decana de Pesquisa e Inovação da UnB, Renata Aquino da Silva; o coordenador-geral de Ciências da Saúde e Biociências da Diretoria Científica do CNPq, Gilberto Ferreira de Souza; a diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Mônica Felts; a superintendente científica, tecnológica e de inovação da FAPDF, Renata Vianna e a diretora da Fiocruz em Brasília, Fabiana Damásio “Essa chamada pública representa uma grande oportunidade para pesquisadores da área da saúde do Distrito Federal contribuírem com soluções efetivas para o SUS. A pesquisa é fundamental na construção de um sistema de saúde mais eficiente e acessível a todos”, destaca o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior. A superintendente científica, tecnológica e de inovação da FAPDF, Renata Vianna, ressaltou o impacto da nova edição do programa. “Esse Ppsus pode ser transformador e disruptivo se a gente conseguir trazer efetivamente resultados para as comunidades e populações desses estados e regiões do país, a fim de apresentar projetos e soluções”, afirmou. A Secretaria de Saúde (SES-DF) ajudou a definir os eixos temáticos e linhas de pesquisa com base no levantamento da Oficina de Prioridades de Pesquisas em Saúde (OPP). Para Mabelle Roque, coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da pasta, investir em ciência é essencial para aprimorar a política pública de saúde. “A assistência à saúde se baseia no conhecimento científico. Isso ficou evidente durante a pandemia de covid-19. Para garantir avanços no SUS, é fundamental estimular a pesquisa na área”, destaca. O Ppsus foi criado para descentralizar o fomento à pesquisa em saúde, promovendo soluções inovadoras que auxiliem no aprimoramento das políticas públicas de saúde no Brasil. Com a adesão de todos os estados, esta edição reforça o compromisso com a equidade e com a produção de conhecimento que impacte diretamente a população brasileira. *Com informações da FAPDF  

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GDF lança editais para impulsionar a pesquisa científica 

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) divulgou os primeiros cinco editais de 2025 para fomentar a produção científica, tecnológica e inovadora no DF. A iniciativa representa uma oportunidade para a comunidade acadêmica e o setor produtivo, abrindo novas frentes de pesquisa e desenvolvimento em áreas fundamentais para o crescimento sustentável da região.  Startups estão entre as entidades contempladas pelos projetos da FAPDF | Foto: Divulgação/Secti-DF “Nosso objetivo é garantir que o conhecimento gerado aqui tenha impacto real, promovendo qualidade de vida e progresso para a nossa sociedade” Marco Antônio Costa Júnior, presidente da FAPDF “A abertura dos primeiros programas de fomento deste ano reafirma nosso compromisso de buscar sempre posicionar o DF como um polo de excelência em ciência, tecnologia e inovação”, afirma o presidente da FAPDF, Marco Antônio Costa Júnior. “Esses editais ampliam as oportunidades para o desenvolvimento de soluções inovadoras, impulsionam o avanço tecnológico e fortalecem a internacionalização da pesquisa local. Nosso objetivo é garantir que o conhecimento gerado aqui tenha impacto real, promovendo qualidade de vida e progresso para a nossa sociedade.” Confira, abaixo, o resumo dos cinco editais já publicados. Desafio DF O Desafio DF é voltado para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD & I) para solucionar demandas enfrentadas por órgãos e instituições do Governo do Distrito Federal (GDF). As propostas devem oferecer alternativas  estratégicas que desenvolvam econômica e socialmente a região. O edital tem como objetivo selecionar projetos alinhados às necessidades da administração pública, fortalecendo a ciência e a tecnologia como ferramentas para a melhoria dos serviços e gestões governamentais. FAPDF Participa O edital FAPDF Participa integra o programa de difusão científica da fundação. O objetivo é incentivar a participação de pesquisadores, profissionais e estudantes em eventos e cursos de curta duração, além de visitas técnicas de caráter científico, tecnológico e inovador. O Participa oferece apoio financeiro para atividades no Brasil ou no exterior. Os candidatos precisam ter vínculo com instituições de ensino superior ou de pesquisa, públicas ou privadas do DF. FAPDF Publica  O edital FAPDF Publica também faz parte do programa de difusão científica da fundação, com foco no apoio financeiro para publicação de artigos científicos em revistas nacionais e internacionais de alta especialização. O objetivo é incentivar a difusão do conhecimento gerado por pesquisadores vinculados a instituições de ensino, pesquisa, empresas tecnológicas e organizações da sociedade civil do DF. O edital é voltado para pesquisadores que possuam vínculo com instituições brasileiras sediadas no DF, incluindo startups e organizações que já tenham recebido apoio da FAPDF. A submissão das propostas segue os critérios estabelecidos no edital, respeitando a legislação aplicável.  Projetos de extensão  O edital seleciona projetos de extensão inovadores desenvolvidos por instituições de ensino superior do DF. O objetivo é criar uma conexão entre universidade e sociedade, incentivando a capacitação profissional dos estudantes e a implementação de soluções inovadoras para desafios sociais, ambientais e econômicos.  O edital se baseia em legislações voltadas à inovação e à pesquisa científica e tecnológica, incluindo o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (lei nº 13.243/2016), a Lei de Inovação do Distrito Federal e normas internas da FAPDF, o que oferece agilidade e transparência na execução dos projetos. As propostas submetidas devem demonstrar impacto direto na solução de problemas específicos e ampliar as práticas convencionais de extensão. PDPG O Programa de Desenvolvimento de Pós-Graduação (PDPG) concede bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. O objetivo é apoiar instituições de ensino superior públicas e privadas do DF, fortalecendo seus programas e incentivando a formação de recursos humanos qualificados para pesquisa e a inovação.  O edital incentiva a criação de um ambiente de aprendizado prático em pesquisa para os bolsistas. A iniciativa está alinhada às políticas nacionais e distritais de inovação e desenvolvimento científico, assegurando suporte financeiro para fortalecer a difusão do conhecimento no DF. Todos os projetos aprovados deverão seguir rigorosos critérios de monitoramento, prestação de contas e avaliação, respeitando princípios como eficiência, legalidade e transparência na aplicação dos recursos públicos. As submissões devem ser feitas por meio do Sistema de Informação e Gestão – SIGFAPDF. Acesse os editais na íntegra no site da FAPDF. *Com informações da FAPDF

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