Obras da UPA do Guará entram em nova fase após conclusão da estrutura
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As obras da nova unidade de pronto atendimento (UPA) do Guará entram em uma nova etapa após a conclusão de toda a estrutura da edificação. Os trabalhos agora se concentram na alvenaria, nas instalações hidráulicas e sanitárias e na drenagem pluvial. A unidade, que integra o plano de ampliação da rede pública de urgência e emergência do Distrito Federal, terá 65 leitos, sendo 33 destinados ao público adulto e 32 ao atendimento infantil. Na terça-feira (7/7), a governadora Celina Leão vistoriou o andamento das obras. A governadora Celina Leão visita as obras da nova unidade, que vai funcionar 24 horas por dia: “Com isso, será possível desafogar outras unidades de saúde e oferecer um atendimento de mais qualidade à população” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Será uma UPA com atendimento 24 horas por dia, uma das maiores do Distrito Federal, com mais de 2,6 mil metros quadrados de área construída”, detalhou a governadora. “Teremos atendimento de pediatria, e será um equipamento fundamental para atender a região central do DF, beneficiando também moradores do Guará, Estrutural, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo. Com isso, será possível desafogar outras unidades de saúde e oferecer um atendimento de mais qualidade à população. Ao todo, são sete UPAs em construção pelo Iges-DF [Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal].” A construção da UPA do Guará conta com investimento de R$ 17,23 milhões. Os recursos para a execução da obra são do Governo do Distrito Federal (GDF) e foram repassados ao IgesDF por meio de termo aditivo ao contrato de gestão firmado com a Secretaria de Saúde (SES-DF). Reforço da rede Juracy Lacerda, secretário de Saúde, ressalta a dimensão da nova UPA: “Pelo porte da estrutura, é praticamente um hospital. Em breve, toda a população do Guará e das cidades vizinhas será beneficiada” O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou a localização estratégica da nova unidade e a importância do reforço da rede de urgência e emergência na região: “Estamos falando de uma UPA muito bem-localizada, em frente a uma estação do metrô e próxima ao Hospital do Guará. A unidade terá mais de 60 leitos, sendo 32 destinados à pediatria, uma demanda importante da região. Pelo porte da estrutura, é praticamente um hospital. Em breve, toda a população do Guará e das cidades vizinhas será beneficiada”. O secretário também lembrou que a nova UPA faz parte do planejamento do GDF para equilibrar a demanda entre as unidades. “Estamos reforçando a Atenção Secundária, ao mesmo tempo em que investimos no fortalecimento da Atenção Primária”, afirmou. “Com uma Atenção Básica mais resolutiva, conseguimos reduzir a procura por casos de menor complexidade nas UPAs. A abertura de novas unidades também ajuda a distribuir melhor os atendimentos e a tornar a rede mais equilibrada”. Além da conclusão da estrutura da nova UPA, a alvenaria do pavimento superior também foi finalizada, e o espaço está pronto para receber a cobertura. “Agora os trabalhos se concentram nas instalações elétricas e hidrossanitárias, no reboco, na instalação das esquadrias e, na sequência, nos acabamentos”, explica o gerente de obras do Iges-DF, Matheus Meira. A estrutura contará com recepção, classificação de risco, consultórios médicos, salas de medicação, observação adulto e pediátrica, sala de emergência, sala de sutura, sala de inaloterapia, sala de gesso, leitos de observação, laboratório de análises clínicas, setor de diagnóstico por imagem, farmácia, áreas administrativas e de apoio, além de toda a infraestrutura necessária para garantir atendimento humanizado, seguro e de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Após a conclusão das etapas construtivas, será a vez da instalação dos equipamentos médico-hospitalares e do mobiliário, da aplicação dos testes operacionais, da obtenção das licenças necessárias e dos preparativos finais para o início das atividades assistenciais.
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IgesDF abre novos processos seletivos para profissionais da saúde e áreas de apoio
A semana começou com boas notícias para quem busca colocação na área de saúde no Distrito Federal. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) abriu, nesta segunda-feira (25), novos processos seletivos para compor o cadastro reserva de profissionais que poderão atuar no Hospital de Base (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HSol) e as 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). As vagas contemplam diferentes áreas: analista de laboratório – microbiologia, médico emergencista, médico cardiologista, analista II – compras de insumos e engenheiro clínico. A remuneração varia de R$ 4,1 mil a R$ 17,2 mil, de acordo com a função e a carga horária semanal. Os editais estabelecem como requisitos obrigatórios a formação superior na área de atuação, o registro no respectivo conselho profissional e experiência mínima de seis meses. Legenda Além da remuneração, os selecionados terão acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação (conforme acordo coletivo e unidade de trabalho), clube de descontos, abono semestral e folga no dia do aniversário. O prazo para inscrições vai até o dia 31 de agosto, exclusivamente no site do Iges DF. *Com informações do Iges-DF
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Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente
Com pouco capital, mas muita determinação, a empresária Mislene Martins, 41 anos, confiou no potencial do Sol Nascente quando ecidiu abrir o primeiro mercado no Trecho 3 da cidade, em 2010. Naquela época, ela convivia com diversos problemas decorrentes da falta de urbanização – ruas sem asfalto, esgoto a céu aberto e mercadorias cobertas pela poeira. Hoje o cenário é diferente, e Mislene é dona de dois mercados em uma das regiões administrativas mais jovens e promissoras do Distrito Federal. Com expressivos investimentos do GDF, cidade cresceu e, segundo a Junta Comercial, já tem mais de 500 empresas formalizadas gerando emprego e renda à população | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Desde 2019, o Sol Nascente já recebeu investimentos superiores a R$ 630 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) em obras de infraestrutura. O aporte mudou o dia a dia dos mais de 108 mil moradores, conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) Ampliada, e criou um ambiente atrativo para novos negócios. Segundo dados da Junta Comercial, mais de 500 empresas foram formalizadas na cidade nos últimos seis anos, abrindo as portas para a geração de emprego e renda. Mislene Martins, que abriu o primeiro mercado do Sol Nascente, comemora o progresso da região: “Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade” “A dificuldade realmente era grande; muita poeira e esgoto nas ruas, sem pavimentação, mas vimos uma grande melhora e estamos felizes demais”, conta Mislene , que inaugurou o segundo Mercado Ideal em março deste ano. “Tudo limpinho nas lojas, organizado, coisa que não tinha tempo atrás. Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade.” O comerciante Edmilton Ferreira dos Santos, 55, também apostou no Sol Nascente para empreender. Morador da cidade desde 2005, ele abriu a peixaria Coisas da Roça em 2022 para comercializar produtos típicos do Nordeste. “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui”, comemora. “Quero investir mais e buscar uma pessoa para me ajudar. Antes do asfalto, a gente sofria com a poeira, comprava equipamento e estragava, mas depois, o asfalto alavancou o movimento. Vieram mais clientes para cá”. Edmilton dos Santos, morador desde 2005, também investiu no comércio: “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui” Esforço contínuo Atualmente, os três trechos da região estão com obras em andamento. Os serviços incluem pavimentação asfáltica, águas pluviais, meios-fios, calçadas e sinalização, além de bacias de detenção. “A preocupação do Governo do Distrito Federal é, justamente, aquecer a economia, com a geração de empregos e de riquezas para a comunidade, trazendo uma série de benefícios para os cidadãos”, afirma o secretário-executivo de Cidades da Secretária de Governo (Segov), Takane Kiyotsuka do Nascimento. Cláudio Ferreira, administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol: “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade” O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, enfatiza que a região administrativa é alvo constante do olhar deste GDF. “O Sol Nascente era considerada a maior favela da América Latina, mas este governo mudou essa história com as obras de infraestrutura que melhoram a vida dos nossos moradores e comerciantes”, ressalta. Ferreira lista uma série de medidas promovidas na região. “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade”, observa. “Temos hoje uma rodoviária, restaurantes comunitários, um Centro de Referência da Mulher Brasileira; está sendo construído o quartel do Corpo de Bombeiros Militar; já foi destinada uma área para a delegacia e também para a construção do batalhão escolar, de uma escola e de uma UPA [unidade de pronto atendimento]” Construindo sonhos Kelle e Élio Pfeifer inauguraram, em 2013, a Fazendinha Solar, que promove projetos educacionais e recreativos durante todo o ano para estudantes da creche ao ensino médio O conjunto de iniciativas também impactou o empreendimento dos professores Kelle Caetano Pfeifer, 52, e Élio Pfeifer, 54. Em 2013, os dois criaram a Fazendinha Solar Caetano no Sol Nascente, cientes dos desafios de empreender em uma região não regularizada. Com persistência e dedicação, o casal transformou o espaço em um oásis para crianças e adolescentes, acompanhando o avanço da região administrativa. [LEIA_TAMBEM]“A infraestrutura nova ajuda e faz bem para quem mora aqui; dá orgulho para nós que vimos tudo nascendo, já que moramos aqui há 30 anos”, relata Élio. O negócio começou de modo improvisado e hoje conta com cozinha industrial, piscina e celeiro de animais, entre outros espaços, além de 15 funcionários registrados. São oferecidos nove projetos educacionais e recreativos ao longo do ano, destinados a estudantes da creche ao ensino médio do DF e Entorno. Kelle salienta que as obras deste GDF influenciaram na adesão das instituições de ensino. De 2012 até o ano passado, foram recebidas mais de 1,8 mil escolas. “O Sol Nascente melhorou muito”, pontua. “Era muito difícil ter escolas do Plano Piloto aqui, e hoje a gente recebe escolas do Lago Sul, Lago Norte, Asa Sul, Asa Norte. Não existe mais preconceito em vir. Nós nos desenvolvemos juntos ao Sol Nascente. Amamos esse lugar. Moramos aqui há 30 anos e não trocamos esse pedacinho de paraíso por nada”. Quenede Guimarães: “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós” A trajetória de sucesso também contempla o empresário Quenede Guimarães, 41. À frente da Construir Materiais de Construção desde 2012, ele vivenciou a transformação do Sol Nascente, localidade instituída como região administrativa em agosto de 2019. “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós”, comenta. O crescimento da cidade beneficiou diretamente o empresário. Com mais pessoas chegando, mais materiais são vendidos. “Antigamente, as pessoas compravam mais o básico, e hoje buscam por materiais de acabamento”, aponta. “Antes, era difícil fazer entregas; os caminhões atolavam muito. Com as obras do governo chegando, as coisas melhoraram, a clientela aumentou. Tenho esperança que o Sol Nascente vai crescer ainda mais”.
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UPA do Gama implementa protocolos para aperfeiçoar atendimento em casos de infarto, AVC e sepse
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama, no Distrito Federal, está participando do projeto Proadi-SUS, desenvolvido pelo Hospital do Coração em parceria com o Ministério da Saúde. Desde junho de 2024, a unidade recebe apoio técnico para implementar o Projeto Boas Práticas na implementação do protocolo de sepse, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto agudo do miocárdio (IAM). UPA do Gama recebe apoio técnico, por meio do projeto Proadi-SUS, para aperfeiçoar o atendimento em casos de infarto, sepse e AVC | Fotos: Divulgação/IgesDF Segundo o coordenador da UPA do Gama, Otávio Maia, os avanços já são perceptíveis. “Estamos fazendo acompanhamento de indicadores de cada um desses protocolos. Fizemos planos de ação voltados para o treinamento da equipe, mudanças organizacionais e criação de fluxogramas, otimizando o tempo-resposta em cada caso. Isso nos permitiu identificar, diagnosticar e tratar os pacientes de forma mais eficaz”, explica. “Em junho de 2024, a média era de uma hora. Hoje, em janeiro de 2025, conseguimos reduzir para apenas 15 minutos, com o diagnóstico já encaminhado para o cardiologista” Otávio Maia, coordenador da UPA do Gama, sobre a redução no tempo entre a chegada do paciente e o primeiro eletrocardiograma Resultados no atendimento No protocolo de infarto, a redução no tempo entre a chegada do paciente e o primeiro eletrocardiograma foi notável. “Em junho de 2024, a média era de uma hora. Hoje, em janeiro de 2025, conseguimos reduzir para apenas 15 minutos, com o diagnóstico já encaminhado para o cardiologista”, destaca Maia. A implementação do protocolo de sepse também apresentou avanços importantes. O tratamento com antibióticos, que deve ser iniciado na primeira hora, agora está dentro do tempo ideal. “Essa rapidez no atendimento é crucial para a sobrevida do paciente”, enfatiza o coordenador. No caso do AVC, a unidade introduziu uma escala de classificação aplicada pelas enfermeiras para identificar sinais precoces. “Tempo é cérebro. Com essa metodologia, conseguimos agilizar exames diagnósticos e iniciar o tratamento rapidamente, reduzindo sequelas e salvando vidas”, complementa Otávio. Projeto-piloto e expectativas O programa, que é considerado piloto, também serve como modelo para outras UPAs do Distrito Federal. “Nosso objetivo é compartilhar essas boas práticas, transformando os protocolos em um padrão de atendimento em toda a rede de urgência e emergência”, afirma Maia. Na última semana, representantes do Hospital do Coração estiveram na UPA do Gama para apresentar os resultados dos primeiros seis meses do projeto. “Estamos otimistas com os avanços. Esse trabalho conjunto reforça nossa capacidade de oferecer um atendimento mais humanizado e eficiente para a população”, conclui o coordenador. Com a continuidade do projeto, a expectativa é ampliar o protocolo de atendimento para outras unidades, a fim de fortalecer as linhas de cuidado em casos de infarto, AVC e sepse em todo o sistema de saúde pública. *Com informações do IgesDF
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Compliance do IgesDF realiza ação de conformidade da UPA do Paranoá
A Coordenação de Compliance e Governança do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) realizou, nessa quinta-feira (1º), uma ação de conformidade na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Paranoá, a fim de monitorar o cumprimento das normas institucionais. “A ação é realizada com base nas normas do instituto, no último relatório de recomendações de compliance e nas melhores práticas corporativas. Na ação realizada, observamos uma melhoria em relação à última visita que fizemos na UPA do Paranoá” Eduardo Corrêa, coordenador de Compliance e Governança A ação é realizada sem aviso prévio e tem como objetivo monitorar o cumprimento das normas do instituto, bem como evidenciar as ações de melhorias desenvolvidas pela gestão. “A ação é realizada com base nas normas do instituto, no último relatório de recomendações de compliance e nas melhores práticas corporativas. Na ação realizada, observamos uma melhoria em relação à última visita que fizemos na UPA do Paranoá”, disse Eduardo Corrêa, coordenador de Compliance e Governança. A ação de conformidade possui caráter preventivo e educativo a fim de recomendar e orientar os colaboradores e prestadores de serviços acerca do cumprimento das normas institucionais. Os gestores são orientados acerca da Política de Gestão de Riscos, bem como do Programa de Integridade, com foco no pilar do compromisso da gestão como exemplo de comportamento e integridade. Também foram analisados o tempo de espera no atendimento prestado aos pacientes, relação dos profissionais escalados, estoque da farmácia e outros. A próxima etapa será a emissão do Relatório de Compliance, contendo possíveis recomendações de melhorias na unidade de saúde. O planejamento é que a ação seja realizada em todas as unidades de saúde geridas pelo instituto, que inclui as 13 Upas e os hospitais de Base, Regional de Santa Maria e o Cidade do Sol, a fim de buscar a melhoria contínua, bem como o cumprimento das normas. *Com informações do IgesDF
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UPA de Ceilândia discute com Ouvidoria demandas da população
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia recebeu esta semana o encontro do Bate-Papo com a Ouvidoria. A reunião dos membros do setor junto à gerência e às coordenações da unidade sob direção do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) buscam um diálogo mais informal para uma troca de ideias e informações. O coordenador Leonardo Maciel enfatiza: “Essas visitas in loco são mais aceitas e proveitosas para alinhar processos com os gestores, tirar dúvidas sobre o papel da Ouvidoria e estreitar o vínculo com os gerentes e coordenadoras das UPAs” | Fotos: Izabela Cruz/IgesDF A primeira unidade a receber o Bate-Papo foi a UPA do Gama, seguida pela unidade de Ceilândia. As outras 11 unidades de pronto atendimento também vão receber os encontros nas próximas semanas. Segundo a chefe do Núcleo de Ouvidoria das UPAs, Luciana Andrade, o objetivo da visita da área às unidades é apresentar as demandas da população. “Estamos aqui para mediar os pontos de diálogo entre a sociedade e os gestores, trazendo para essas reuniões os pontos que precisam de melhora, sejam nos próprios locais ou no atendimento. Aqui vamos debater as melhores formas de atender esses pedidos.” Durante a conversa, os gestores das unidades são incentivados a apresentar seus pedidos e demandas que devem ser levados à alta gestão, aproximando os colaboradores que estão nas pontas daqueles que se encontram na sede da administração. Para a gerente da UPA de Ceilândia, Graziele de Faria, a presença dos membros das áreas administrativas nas unidades das pontas tem facilitado a abertura do diálogo por parte dos colaboradores dentro das unidades e com as áreas. “Desde que a Ouvidoria, a Corregedoria, a equipe do LGPD e o Compliance começaram a visitar as UPAs e apresentar melhor o seu trabalho, o que fazem e as formas de melhorar o ambiente de trabalho, os membros da nossa equipe tem se sentido mais confortáveis a trazer suas sugestões e reclamações diretamente e também a participar das reuniões e capacitações.” Leonardo Maciel, coordenador substituto de Transparência e Ouvidoria, enfatizou que esses encontros proporcionam a absorção de informações e ajudam a reduzir o prazo de resposta das unidades internas. “O nosso Bate-Papo com a Ouvidoria proporciona uma absorção de informações, visando reduzir o prazo de resposta das unidades internas, sensibilizar para adoção da linguagem simples, reforçar a importância da Ouvidoria nos Comitês de Governança, entre outros. Essas visitas in loco são mais aceitas e proveitosas para alinhar processos com os gestores, tirar dúvidas sobre o papel da Ouvidoria e estreitar o vínculo com os gerentes e coordenadoras das UPAs.” *Com informações do IgesDF
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Hospital de Santa Maria abre novo pronto atendimento de dengue
Para dar celeridade ao atendimento de pacientes com sintomas de dengue, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) abriu o pronto atendimento de dengue no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Localizado no ambulatório, o espaço funciona das 7h às 17h, sendo que o retorno ao médico dos pacientes submetidos a exames laboratoriais ocorre até as 19h. Para colocar o serviço em operação, o Iges-DF contratou e ampliou a carga horária de médicos clínicos e realocou profissionais de enfermagem. Em cada plantão, há dois médicos, dois enfermeiros e quatro técnicos de enfermagem. No local, há dois consultórios, sala de triagem e 20 poltronas acolchoadas para administrar medicação endovenosa e soro nos pacientes. O pronto atendimento está abastecido com testes para o diagnóstico da doença. Adriano Teles de Matos afirma que “agora, quem apresenta sintomas da doença pode procurar diretamente o pronto atendimento de dengue, o que vai garantir e acelerar esse atendimento” | Foto: Davidyson Damasceno/Iges-DF O chefe de serviço do pronto atendimento de dengue do HRSM, Adriano Teles de Matos, explicou que, geralmente, os pacientes com dengue apresentam sintomas leves, como dor de cabeça e febre. Por isso, em razão da menor gravidade, são classificados como verde e acabam aguardando mais tempo para serem atendidos no pronto-socorro do hospital. “Agora, quem apresenta sintomas da doença pode procurar diretamente o pronto atendimento de dengue, o que vai garantir e acelerar esse atendimento”, disse, ao informar que 45 pacientes foram atendidos desde que o serviço foi inaugurado, em 24 de maio. “Ampliamos o serviço com exclusividade para facilitar o fluxo do pronto-socorro e otimizar o atendimento à população”, disse a diretora-presidente do Iges-DF, Mariela Souza de Jesus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Fluxo de atendimento Quem chega ao pronto atendimento de dengue passa pela triagem feita pela enfermagem na sala de classificação, onde são verificados os sinais vitais, como pressão arterial, temperatura, oxigenação e frequência cardíaca. Após a classificação, é feita a ficha. O paciente é avaliado pelo médico e, quando necessário, é submetido a exames laboratoriais. Após o processamento dos exames, que leva até duas horas, o paciente retorna ao médico, que faz a prescrição da medicação e fornece orientações. Dependendo da situação, se for necessária a internação, o paciente é encaminhado para ao pronto-socorro adulto. Caso o estado clínico não seja compatível com dengue, o paciente é encaminhado para novas averiguações. Fique atento aos sintomas O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti. De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sintomas da dengue são: – Febre alta (> 37,4°C) – Dor no corpo e articulações – Dor atrás dos olhos – Mal-estar – Falta de apetite – Dor de cabeça – Manchas vermelhas no corpo Como prevenir? A dengue deve ser combatida de forma coletiva. É necessário eliminar itens que possam acumular água parada, onde o mosquito que transmite a doença se reproduz, como pneus descobertos, carcaças de veículos, lixo armazenado de forma inadequada. Também é preciso limpar as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas impeçam a passagem da água. É importante, ainda, manter caixas d’água, tonéis e barris de água tampados, fechar bem os sacos plásticos de lixo, manter garrafas de vidro ou plástico sempre com a boca para baixo e encher os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF
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Acompanhe a inauguração da UPA de Vicente Pires
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