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Selo Betinho

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GDF recebe Selo Betinho por ações de combate à fome pelo segundo ano consecutivo

Pelo segundo ano consecutivo, o Distrito Federal foi reconhecido com o Selo Betinho pelo trabalho no combate à fome e na garantia da segurança alimentar. A premiação, concedida pela Organização da Sociedade Civil Ação da Cidadania em reconhecimento aos esforços dos governos locais na implementação de ações e políticas públicas na área, foi entregue nesta quarta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Buriti, com participação da vice-governadora Celina Leão. Durante a cerimônia, a vice-governadora afirmou que o reconhecimento reflete o resultado de políticas públicas articuladas para ampliar o acesso à alimentação no Distrito Federal: “Esse prêmio reconhece nosso trabalho e nossa meta, que é cuidar de quem mais precisa. E isso se dá pelos números dos nossos programas: os restaurantes comunitários, que, em 2019, serviam 6 milhões de refeições, hoje entregam 17 milhões por ano, com ampliação para café da manhã, jantar e funcionamento aos fins de semana. Além de programas como a Cesta Verde e tantos outros. Sabemos que precisamos ampliar cada vez mais e vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas”. Celina Leão destaca que o GDF tem vários programas sociais, como o Cesta Verde e os restaurantes comunitários: "Vamos continuar trabalhando para ter um olhar especial para as pessoas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social e presidente da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF), Ana Paula Marra, destacou que o trabalho conjunto entre diferentes áreas do governo é essencial para fortalecer a segurança alimentar e apoiar a agricultura familiar no Distrito Federal. “Quando a gente fala sobre esse selo e esse reconhecimento é sobre nosso desafio de investir na agricultura familiar e nos pequenos produtores, para fazer com que aquele alimento saudável chegue à mesa de quem mais precisa”, reforçou. Para concessão do selo, são avaliados, entre outros critérios, a existência e o funcionamento de instâncias do Sistema Nacional de Segurança Alimentar (Sisan); a implementação de programas e ações voltados ao combate à fome; e a transparência e monitoramento das políticas de segurança alimentar.  Ana Paula Marra reforçou que o Selo Betinho reconhece a importância de este GDF investir na agricultura familiar | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo a representante nacional do Conselho da Ação da Cidadania, Maíra Oliveira, o Selo Betinho reconhece governos que adotam políticas públicas eficazes no combate à fome e à insegurança alimentar e atingem 70% dessas metas. “A famosa frase do sociólogo Herbert de Souza [o Betinho, criador da Ação da Cidadania], ‘quem tem fome tem pressa’, dá o significado de muito do que fazemos, principalmente as ajudas emergenciais para que consigamos combater a fome em todos os níveis”, observou.    Iniciativas Desde 2019, este GDF tem fortalecido e criado programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade no Distrito Federal. Entre as ações está a implementação dos cartões Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 por mês a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos; e Gás, auxílio financeiro em parcelas bimestrais no valor de R$ 100 para aquisição do gás para uso doméstico. Os dois programas juntos já beneficiaram mais de 170 mil famílias. 18 Número de restaurantes comunitários em funcionamento no DF O governo ainda ampliou o programa de restaurantes comunitários, com a inauguração de novas unidades, o aumento do número de refeições oferecidas e o fornecimento de alimentação gratuita a pessoas em situação de rua. Atualmente, o DF conta com 18 unidades, das quais 13 funcionam todos os dias (incluindo domingos e feriados) e contam com três refeições ao valor total de R$ 2 (sendo R$ 0,50 o café da manhã, R$ 1 o almoço e R$ 0,50, o jantar). Por meio da agricultura familiar, o DF também garante acesso à alimentação a famílias vulneráveis. É o caso do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política executada pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) que prevê a compra de itens produzidos por pequenos produtores locais para destinação a entidades socioassistenciais cadastradas nos equipamentos de segurança alimentar, como o Banco de Alimentos das Centrais de Abastecimento (Ceasa). Entre 2019 e 2024, o PAA recebeu investimentos de R$ 11.567.193,01 do GDF para adquirir 2.633.373,25 kg de alimentos produzidos pelos agricultores locais. Esses números garantiram comida à mesa de 1.304 entidades sociais, totalizando 333.450 beneficiários. Outro exemplo é o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que garante refeições saudáveis para os alunos da rede pública vindos da agricultura familiar. Entre 2019 e 2024, o Pnae contou com a participação de 5.325 produtores familiares e atendeu mais de 400 mil estudantes em 697 escolas. O programa Solidariedade Salva já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade O GDF conta também com o programa Solidariedade Salva, coordenado pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais. Desde o início, a ação já arrecadou mais de 200 toneladas de alimentos não perecíveis para serem doados a famílias em situação de vulnerabilidade. Premiações Fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, a Ação da Cidadania foi criada em 1993 e é considerada referência em ações de combate à fome e à miséria no Brasil. A certificação foi criada no ano passado pelo instituto com o objetivo de divulgar as políticas públicas e ações interessantes que podem ser referência no combate à fome para outras cidades. A premiação tem validade de um ano e o processo de avaliação é voluntário, sem custos para as cidades participantes. No fim do ano passado, o DF também foi destaque na primeira edição do Prêmio Brasil Sem Fome, no qual o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) reconheceu experiências que fortaleceram o Sisan e contribuíram para garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade e risco social.

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Restaurantes comunitários do Distrito Federal servem mais de 17 milhões de refeições em 2025

Os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal ofereceram mais de 17 milhões de refeições em 2025. Foram cerca de 3 milhões a mais que no ano passado. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora dos equipamentos. Atualmente, dos 18 restaurantes comunitários, 15 já servem as três refeições diárias. A previsão para 2026 é que todas as unidades sirvam café, almoço e jantar | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF De acordo com a pasta, o aumento se deve às melhorias realizadas nas unidades e à ampliação da oferta de refeições. Entre os restaurantes contemplados estão os do Gama, Santa Maria e Riacho Fundo II. “Os restaurantes comunitários do Gama, Riacho Fundo II, Santa Maria e Samambaia tiveram manutenções preventivas para ampliar a capacidade de atendimento e passaram a servir três refeições diárias, incluindo domingos e feriados. Samambaia Expansão também passou por adequações. Já as unidades de São Sebastião, Paranoá e Planaltina tinham a estrutura mais antiga e foram totalmente modernizadas”, detalha a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Metas para 2026 A previsão é de que o número total aumente em 2026 com a implementação do jantar e o atendimento aos domingos e feriados nas unidades de Ceilândia, Estrutural e Sol Nascente. Atualmente, dos 18 restaurantes comunitários, 15 já servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). No ano que vem, essas unidades também passarão por manutenções para renovar a estrutura e ampliar a oferta. “O DF ficou em primeiro lugar no Selo Betinho, porque combater a fome é uma das nossas obsessões. Todas as vezes que vou a um dos restaurantes comunitários, escuto relatos muito fortes de pessoas vulneráveis que têm ali a única forma de se alimentar diariamente. Outro dia, um senhor contou que, com o dinheiro que eles gastavam para almoçar um dia apenas, no restaurante comunitário faziam as três refeições do dia por mais de uma semana. E isso impacta muito na vida de quem mais precisa”, destacou Ana Paula. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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DF recebe primeiro lugar no Selo Betinho por avanços na garantia da segurança alimentar e combate à fome

O Distrito Federal conquistou o primeiro lugar no Selo Betinho pelos avanços e esforços permanentes no combate à fome. Concedido anualmente pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação da Cidadania, o selo avalia as localidades que estão cumprindo as metas estabelecidas para garantir que seus cidadãos tenham acesso a uma alimentação adequada e duradoura. Como o Distrito Federal tem característica híbrida de estado e município, foi incluído nessa seleção e ficou entre as três capitais premiadas, à frente de Belo Horizonte e Curitiba. Ao conquistar o Selo Betinho, este Governo do Distrito Federal (GDF) demonstra o compromisso com a erradicação da fome e com a implementação de políticas públicas eficazes. Além disso, torna-se uma referência para outras capitais e municípios. Segundo a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Vanderlea Cremonini, a colocação do DF no ranking foi divulgada recentemente. Como o Distrito Federal tem característica híbrida de estado e município, foi incluído nessa seleção e ficou entre as três capitais premiadas, à frente de Belo Horizonte e Curitiba | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “O Selo Betinho analisa as boas práticas em segurança alimentar e nutricional, quais são os projetos que a localidade desenvolve para garantir o acesso à alimentação. Vai desde os programas que o governo tem, quais são, quantas pessoas são atendidas, quanto de orçamento essa localidade investe em segurança alimentar e nutricional. Tudo isso vai sendo pontuado, quanto melhor o índice de segurança alimentar e nutricional, quanto maior a transparência dessas ações, se há um acompanhamento da sociedade civil”, explicou em entrevista ao programa Papo Social, veiculado na canal da Sedes no YouTube. Fortalecimento Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; estabelecimento de políticas públicas e ações concretas para garantir acesso à alimentação saudável; e transparência, compromisso com dados abertos e participação social. Para receber o Selo Betinho, é necessário cumprir pelo menos 70% das propostas sugeridas pela Ação da Cidadania. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressaltou a importância desse reconhecimento. “Nós já tínhamos recebido o Selo Betinho, junto com outras duas cidades, por avançar no combate à fome. Ficar agora em primeiro lugar no Brasil, além de gratificante, mostra que nossa política de segurança alimentar e nutricional é referência e está à frente por ser intersetorial, aliando programas da Sedes-DF e de outros órgãos, por exemplo, a merenda escolar, que é da Secretaria de Educação, além das ações da Secretaria de Agricultura, com agrocecologia, incentivo à produção agrícola, entre outros. É um conjunto de ações deste GDF que garantiram essa premiação”, comemorou a gestora. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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