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Veja as regras para receber a Cesta Verde no DF

Quem recebe o Cartão Prato Cheio também pode receber a Cesta Verde. A entrega é feita automaticamente, conforme a disponibilidade de recursos, e a liberação pode ser consultada pelo aplicativo. O programa fornece frutas, verduras e legumes produzidos por agricultores familiares do Distrito Federal às famílias beneficiadas. Além de ampliar o acesso a alimentos frescos, a iniciativa fortalece a produção local e gera renda para os produtores. A Cesta Verde amplia o acesso a alimentos frescos, fortalece a produção local e gera renda para os produtores rurais | Foto: Arquivo/Agência Brasília Entrega em casa A Cesta Verde é entregue uma única vez durante o período de recebimento do Cartão Prato Cheio. A entrega pode ocorrer no primeiro ou no último mês de pagamento do benefício, mas não é liberada para todos os participantes do programa, pois depende da disponibilidade de recursos.  As cestas são entregues diretamente na casa do beneficiário, no endereço cadastrado. Antes da entrega, a empresa responsável entra em contato para confirmar o endereço e combinar a data e o horário. Por isso, é importante manter o cadastro sempre atualizado.  Produção local Os alimentos variam de acordo com a época do ano. Entre maio e outubro, período de seca, a cesta pode conter produtos como abóbora, tomate, chuchu, pepino, beterraba, cenoura, mandioca, batata-doce, inhame, abacate, limão, tangerina e banana.  Já entre novembro e abril, durante o período chuvoso, a composição é adaptada e pode incluir itens como chuchu, pepino, tomate, abóbora, mandioca, batata-doce, inhame, banana, limão e goiaba. Antes da entrega, os alimentos passam por uma conferência de qualidade.  

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Grupo de trabalho para incentivar a venda de produtos rurais do DF faz primeira reunião

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A primeira reunião do grupo de trabalho criado para incentivar a comercialização de produtos rurais do Distrito Federal nos supermercados foi realizada nesta sexta-feira (17/7). A iniciativa do Governo do Distrito Federal, prevista no Decreto nº 48.805 de 18 de junho de 2026, partiu da governadora Celina Leão após encontro, no Palácio do Buriti, com produtores rurais de diferentes regiões administrativas.  Partiu da governadora Celina Leão a proposta de formar grupo de trabalho para viabilizar a venda direta da produção rural do DF a redes de supermercados | Divulgação/Emater-DF O grupo de trabalho tem a proposta de definir um conjunto de medidas e mecanismos para viabilizar e estruturar a venda direta da produção rural do DF junto à rede supermercadista, por meio de ações e procedimentos que facilitem e ampliem essa comercialização.   "Esse grupo de trabalho é fundamental para consolidar ações que deem mais visibilidade aos produtos locais, valorizando a origem dos alimentos e fortalecendo nossos produtores, além de estimular a economia local” Cleison Duval, presidente da Emater-DF “Hoje, estamos instalando esse grupo de trabalho que vai fazer a conexão entre os agricultores e os representantes do setor supermercadista. A governadora Celina acredita que essa interação direta vai facilitar muito a venda dos produtos, que pode ter um custo menor na comercialização, já que não haverá intermediadores”, afirmou o secretário de Governo, Takane do Nascimento. “As questões técnicas serão aqui tratadas e acreditamos que será um trabalho produtivo."  Espaço para produtos de qualidade “A governadora Celina Leão viu na dificuldade de comercialização dos produtos um problema que nós precisamos enfrentar para gerar oportunidade aos produtores rurais”, afirmou o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. “O público está sedento para comprar um produto de qualidade, ele paga por isso. E se a gente demonstrar que esse produto vem do Distrito Federal, temos muitas famílias que vão optar por ele”.  Hoje há cerca de 22 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF). O objetivo do grupo é desenvolver uma política pública que fortaleça a agricultura local. Os resultados esperados são: mais produtores regularizados e consequente redução da informalidade; aumento da oferta de produtos locais ao consumidor, com mais variedade nas prateleiras e regularidade no abastecimento das redes supermercadistas; geração de emprego e renda; melhoria da qualidade dos produtos, com padrões de qualidade, higiene e apresentação de acordo com as exigências dos varejo. Além disso, redução da burocracia, com cooperativas mais fortalecidas, cadeias produtivas mais organizadas e desenvolvimento regional.  A iniciativa animou tanto representantes de associações e de cooperativas de produtores rurais quanto dirigentes de entidades ligadas ao setor supermercadista | Foto: Divulgação/Segov-DF “O Governo do Distrito Federal tem investido de forma consistente no fortalecimento da produção rural. O trabalho desenvolvido com as cadeias do queijo e do vinho demonstra esse compromisso", destacou o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF), Cleison Duval. "Esse grupo de trabalho é fundamental para consolidar ações que deem mais visibilidade aos produtos locais, valorizando a origem dos alimentos e fortalecendo nossos produtores, além de estimular a economia local.” Representantes de associações e de cooperativas de produtores rurais, de entidades ligadas ao setor supermercadista, da Federação de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae-DF) participaram da reunião.  “A criação desse grupo de trabalho reúne governo, cooperativas e produtores em torno de um objetivo comum: ampliar o acesso dos produtos do Distrito Federal ao mercado. O selo será fundamental para identificar a origem desses alimentos, valorizar quem produz e dar ao consumidor a confiança de saber de onde vem e como o produto foi produzido”, afirmou o presidente da Cooperativa de Agricultura Familiar Mista do Distrito Federal (Coopermista), Ivan Engler. Coordenado pela Secretaria de Governo, o grupo contará com representantes das secretarias de Desenvolvimento Econômico, de Trabalho e Renda; da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Economia; da Mulher; além da Emater-DF e do Banco de Brasília (BRB).  *Com informações da Segov-DF

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Feira do Trabalho e do Campo leva agricultura familiar e economia solidária ao Plano Piloto

Depois de passar por diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, a Feira do Trabalho e do Campo chega à última edição entre os dias 30 de junho e 5 de julho, no Eixo Ibero-Americano, no Plano Piloto. Com funcionamento das 12h às 21h, o evento reúne ações voltadas para o fortalecimento da economia solidária, da agricultura familiar e do empreendedorismo, além de oferecer serviços gratuitos e atrações para todas as idades. Ao longo das edições realizadas neste ano, a feira reuniu milhares de visitantes e se consolidou como um importante espaço para incentivar a produção local, promover a geração de renda e valorizar pequenos produtores, agricultores familiares, artesãos e empreendedores do Distrito Federal. A Feira do Trabalho e do Campo contará com exposições de produtos da agricultura familiar, ações de capacitação e uma agência do trabalhador itinerante | Foto: Divulgação/Sedet-DF Na edição de encerramento, o público encontrará uma feira livre com produtos da agricultura familiar, estandes da economia solidária, artesanato, gastronomia, além de oficinas e workshops de capacitação de produtores, artesãos e empreendedores. A programação também inclui encontro de brechós, shows e brinquedos para as crianças, oferecendo opções para toda a família. [LEIA_TAMBEM]Outro destaque é a presença da Agência do Trabalhador Itinerante, que disponibilizará gratuitamente serviços como encaminhamento para vagas de emprego, solicitação da Cesta do Trabalhador e inscrições em programas de qualificação profissional, ampliando o acesso da população às oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Feira do Trabalho e do Campo Local: Eixo Ibero-Americano, próximo à Torre de TV no Plano Piloto Data: de 30 de junho a 5 de julho Horário: das 12h às 21h Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF  

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Apoio técnico fortalece protagonismo feminino no campo no DF

A força feminina está presente no campo do Distrito Federal: 35% dos quase 22,5 mil produtores rurais cadastrados na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) são mulheres. Além disso, das cerca de 18 mil propriedades rurais cadastradas, 6.543 têm mulheres como proprietárias ou coproprietárias. São elas que cuidam de plantações, semeiam o futuro e transformam a matéria-prima em produtos que ganham o mundo, em programas de compras institucionais, feiras e festivais de agropecuária.  Rozelita Urany Camargo, a Rosinha, exibe sobre uma mesa guloseimas que produz na agroindústria familiar, com assistência da Emater-DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF O trabalho conta com apoio direto da Emater-DF, com assistência técnica completa, do planejamento à comercialização dos produtos in natura e da agroindústria, cursos sobre empreendedorismo e atividades não agrícolas, além de atividades comunitárias voltadas à inclusão social e cidadania. Nos primeiros seis meses deste ano, foram promovidos 29.929 atendimentos a 3.781 produtoras rurais nas áreas social, ambiental e econômica.  “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança” Aécio Prado, extensionista da Emater-DF “Atualmente, grande parte das propriedades são gerenciadas por mulheres, e a Emater-DF atua não só na parte produtiva, ensinando a produzir, na agricultura e na pecuária, mas também de forma social, prezando pelo desenvolvimento sociofamiliar, com a ampliação da nossa oferta de cursos e treinamentos, que vão desde empreendedorismo, panificação, ao cuidado com a saúde”, explica o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “O encontro distrital é o coroamento desse trabalho, em que enfatizamos como acreditamos nessas mulheres e damos espaço para que possam construir relações e trocar experiências.” Com o apoio técnico, a confeiteira Rozelita Urany Camargo, 54 anos, conseguiu expandir a produção e os canais de venda. Filha de produtores rurais, ela aprendeu a mexer com a terra ainda criança, mas encantou-se pela cozinha e hoje produz bolos, pães, tortas e biscoitos. “Os meus pais nos sustentaram com tudo daqui da terra. Plantavam milho, mandioca, faziam farinha e rapadura”, diz.  Rosinha, como é chamada por amigos e familiares, começou a ter suporte direto da Emater-DF em 2021, por indicação de uma irmã. “Meus pais tinham essa chácara há muito tempo, eu nasci aqui, e eles já tinham assistência desde aquela época. Depois que minha mãe faleceu, eu estava perdida, até que o Aécio chegou aqui, provou meus biscoitos e falou: 'Onde é que você estava escondida?'. Foi aquela luzinha no final do túnel”, recorda. [LEIA_TAMBEM]Aécio Prado, a quem ela se refere, é o extensionista responsável por prestar assistência a Rosinha e a outras propriedades de Samambaia. “Atuamos desde o acesso às políticas públicas até a comercialização. O objetivo é que essas mulheres tenham autonomia econômica e consigam crescer com segurança”, afirma ele. “Temos profissionais especializados para atuar em todas as etapas da produção, desde a infraestrutura até o produto final”.  No caso de agroindústrias familiares como a de Rosinha, o acompanhamento começa ainda na fase de planejamento, incluindo orientação para obtenção de licenças, adequação às normas sanitárias, elaboração de projetos, capacitações e acesso a mercados institucionais. “Se a pessoa não tem estrutura, a gente começa pela planta baixa, acompanha a aprovação do projeto, a construção da agroindústria e todo o processo de regularização”, explica.  Atualmente, Rosinha participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fornecendo bolos para entidades socioassistenciais atendidas pelo governo, e já foi beneficiada pelo Programa de Fomento Rural do Ministério do Desenvolvimento Social, que oferece R$ 4,6 mil em duas parcelas para projetos de inclusão produtiva de famílias rurais em situação de pobreza. “Hoje a Emater-DF é uma família para mim, são meus anjos da guarda”, complementa Rosinha.  Produtora rural, Michelly tem acompanhamento no cultivo: a orientação vai desde a escolha das sementes até a comercialização dos alimentos  Protagonismo  e variedade de culturas  Outra frente do suporte da Emater-DF é o acompanhamento do cultivo, com orientação desde a escolha das sementes à comercialização dos alimentos. “Na parte de assistência técnica, trabalhamos com o plantio, irrigação, adubação, todo o trato da cultura, mas também mostrando como participar de programas de compras institucionais”, explica Prado. “Incentivamos o policultivo, em que o produtor trabalha com mais de uma cultura para oferecer variedade e evitar nuances de mercado, ganhando mais segurança financeira”. Foi assim que a produtora rural Michelly Priscilla Campos aumentou a variedade de culturas cultivadas no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. “Sempre plantamos hortaliças, mas há uns três anos começamos com o açaí e o café, com apoio da Emater-DF. Agora também estamos com o jiló, o maxixe e o quiabo”, explicou ela, acrescentando que a ampliação possibilitará a criação de uma agrofloresta na propriedade, mantida por ela e a família, com apoio de dois funcionários.  “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão” Michelly Priscilla Campos, produtora rural Para dar conta da demanda, Michelly começa o dia ainda de madrugada e divide os cuidados entre a própria chácara e as plantações do sogro. “Ponho a mão na massa mesmo. Já tem 15 anos que estou aqui, colhendo e plantando todos os dias. A roça é a minha paixão”, afirma. “A Emater-DF está sempre aqui com a gente, qualquer dúvida mandamos mensagem e rapidamente nos respondem”. Os resultados das colheitas de Michelly são direcionados ao Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal e à Feira do Produtor de Ceilândia. “A minha vida é a roça. Nos dias de feira, acordo às 3h da manhã, organizo as coisas, dou café da manhã para os trabalhadores e já começamos as vendas. Na segunda e na sexta, é dia de colher, enquanto na terça colocamos adubo em tudo. E assim a gente continua trabalhando e vivendo da terra”, completa. Linha de crédito exclusiva para mulheres A governadora Celina Leão sancionou uma linha de crédito para mulheres do campo, em maio deste ano, com o objetivo de garantir autonomia e condições adequadas de trabalho ao público feminino. A modalidade faz parte do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF). Desde 2019 até maio deste ano, foram aprovados mais de R$ 67 milhões em crédito rural para 1.262 mil projetos elaborados pela Emater-DF. Com diferentes modalidades de financiamento, os recursos foram destinados ao fortalecimento da agricultura familiar e da produção rural, atendendo produtores individuais, associações e cooperativas, sobretudo aqueles que participam de programas de compras governamentais, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF). Dois programas de crédito são mantidos pelo GDF: o Prospera, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), e o FDR, da Seagri-DF. As iniciativas de âmbito nacional englobam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), entre outras. Além da assistência técnica, a Emater-DF oferece cursos, oficinas e treinamentos voltados à gestão, liderança, empreendedorismo e processamento de alimentos. As capacitações são realizadas tanto nos escritórios locais quanto no Centro de Capacitação Tecnológica e Desenvolvimento Rural (Cepol). Outra iniciativa é o Encontro Distrital de Mulheres Rurais, que reúne moradoras de diversas regiões administrativas para um dia totalmente voltado à interação e à troca de conhecimento, com realização a cada dois anos.  

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Feira Junina dos Consegs Rurais valoriza agricultura familiar

Produtos artesanais, alimentos produzidos no campo, plantas ornamentais e espírito comunitário marcaram a Feira Junina dos Conselhos Comunitários de Segurança Rural (Consegs Rurais). O evento ocorreu na manhã desta sexta-feira (12), no Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). A iniciativa reuniu produtores e artesãos ligados aos Consegs Rurais, com foco no fortalecimento da agricultura familiar e no empreendedorismo, com a exposição de produtos como queijos, geleias, compotas, hortaliças, doces caseiros, sabonetes artesanais, plantas ornamentais e artigos religiosos.  Venda de mudas e flores durante a Feira Junina dos Conselhos Comunitários de Segurança Rural | Foto: Divulgação/SSP-DF “Esta feira evidencia a força do campo, valoriza os produtores rurais e aproxima ainda mais a população das políticas públicas desenvolvidas pela SSP-DF” Gustavo Danzmann, subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança  “A segurança pública se fortalece quando ampliamos os espaços de diálogo, participação e integração com a população. Os Consegs Rurais têm desempenhado um papel estratégico nesse processo, aproximando o Estado das comunidades do campo e contribuindo para a construção de soluções que promovem não apenas segurança, mas também desenvolvimento, cidadania e qualidade de vida”, destacou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. O subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança, Gustavo Danzmann, ressaltou que a feira representa, na prática, o conceito de participação social que orienta a atuação dos Consegs. “Os Consegs vão muito além das pautas relacionadas à criminalidade. Eles são instrumentos de mobilização social, de fortalecimento das comunidades e de construção coletiva de soluções. Esta feira evidencia a força do campo, valoriza os produtores rurais e aproxima ainda mais a população das políticas públicas desenvolvidas pela SSP-DF”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Para Margarida Garcia, moradora da área rural de São Sebastião e expositora, a feira é uma forma de aproximação entre diferentes públicos. “Essa feira é muito importante para a área rural porque une mais as comunidades e fortalece a nossa parceria com a polícia. Quando a população e os produtores se aproximam, todos ganham, inclusive na segurança. Eu sempre participo quando posso. Também é uma oportunidade para as pessoas da cidade conhecerem os produtos rurais diretamente de quem produz, valorizando o trabalho do campo e fortalecendo a nossa região”, afirma. Consegs Atualmente, o Distrito Federal conta com Consegs Rurais em Brazlândia, Gama, Paranoá, Ceilândia, Taguatinga, Estrutural, Planaltina, PAD-DF e Lago Oeste. Além disso, estão em fase de implantação os conselhos de São Sebastião, Sobradinho e Samambaia Rural. A expansão integra o eixo Campo Mais Seguro – Segurança Integral, voltado ao fortalecimento das políticas públicas para as áreas rurais do DF. Os Consegs Rurais funcionam como espaços permanentes de diálogo entre moradores, produtores, forças de segurança e órgãos governamentais. Além de contribuir para o aprimoramento das ações de segurança no campo, os conselhos têm auxiliado na identificação de demandas relacionadas à infraestrutura, mobilidade, fiscalização e desenvolvimento local. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Nova edição de 'Conexões e Experiências' abre inscrições para produtores rurais do DF

Estão abertas as inscrições para a 2ª edição do catálogo digital e físico Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam, iniciativa da Emater-DF voltada à valorização de produtores rurais, da agricultura familiar e do turismo rural do Distrito Federal. As inscrições começaram nesta segunda-feira (1º de junho), exclusivamente pelo e-mail projetoconexoes@emater.df.gov.br.  Uma das novidades da atual edição é o storytelling, trazendo imagens e histórias de empreendimentos rurais | Fotos: Divulgação/Emater-DF   Lançado durante a AgroBrasília 2026, o edital de chamamento público selecionará produtores atendidos pela Emater-DF para integrar a nova edição da publicação. A principal novidade é o formato bilíngue, em português e inglês, ampliando a visibilidade dos empreendimentos rurais e fortalecendo a promoção do campo do Distrito Federal junto a visitantes, consumidores e potenciais parceiros de outros países.  A força da agricultura familiar e o turismo rural também estão presente nas páginas da nova edição do catálogo Conexões e Experiências  "O projeto fortalece a venda direta, a agricultura familiar e a economia local"  Clarissa Valadares, turismóloga da Emater-DF Após o sucesso da primeira edição, o material vai além da divulgação de produtos: o catálogo aposta no storytelling, combinando imagens, histórias dos produtores e conteúdos audiovisuais integrados por QR Codes. A proposta é aproximar o consumidor de experiências únicas que o turismo rural do DF tem a oferecer. Podem participar produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tenham produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre ambas as modalidades. "O projeto fortalece a venda direta, a agricultura familiar e a economia local", destaca a turismóloga da Emater-DF, Clarissa Valadares.  [LEIA_TAMBEM]Os produtores selecionados também contarão com inclusão na plataforma virtual da Emater "Põe na Cesta" e apoio em ações de marketing regional e participação em eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Inscrições  As inscrições começaram nesta segunda-feira (1º de junho) e seguem até o dia  31 de agosto de 2026, exclusivamente pelo e-mail projetoconexoes@emater.df.gov.br. As dúvidas também serão sanadas pelo e-mail de inscrição. O edital está disponível no site da instituição na aba Transparência / Chamamentos Públicos (https://www.emater.df.gov.br/chamamentos-publicos).  *Com informações da Emater-DF

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Produtores conhecem primeiro edital do programa de compras da alimentação escolar de 2026

Representantes da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), da Emater-DF e da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) se reuniram, na tarde desta quinta-feira (28), para apresentar aos produtores rurais a Chamada Pública nº 01/2026, voltada à aquisição de alimentos da agricultura familiar para a alimentação escolar da rede pública de ensino. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais, com previsão de aquisição de cerca de 4,8 mil toneladas de alimentos da agricultura familiar, movimentando aproximadamente R$ 44,8 milhões por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Cerca de 50 agricultores, representantes de organizações rurais do DF aptas a participar da chamada pública, compareceram ao encontro, onde puderam esclarecer dúvidas e informações sobre esse edital, que representa uma importante oportunidade de comercialização para a agricultura familiar, para o fortalecimento das organizações rurais e também para a comercialização a preços justos de alimentos orgânicos. A secretária de Educação do Distrito Federal interina, Iêdes Braga, destacou o impacto social e educacional da iniciativa. “A alimentação escolar é uma das políticas públicas mais importantes para a garantia do direito à educação. Ao investirmos R$ 44,8 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar, fortalecemos a economia local, valorizamos o trabalho dos produtores rurais do Distrito Federal e asseguramos que nossos estudantes recebam refeições cada vez mais saudáveis, nutritivas e de qualidade. É uma ação que gera desenvolvimento no campo e mais oportunidades de aprendizagem na escola.” Segundo o gerente de Comercialização e Organização Rural da Emater-DF, Blaiton Carvalho, o chamamento deste ano traz avanços importantes em relação à edição anterior. “Teremos um aumento de 35% no valor dos contratos e crescimento de 15% no volume de produtos previstos. A expectativa é atender mais de 1,1 mil produtores rurais do Distrito Federal”, destacou o extensionista. O edital contempla uma diversidade de produtos, são 70 gêneros alimentícios entre frutas e hortaliças orgânicas e convencionais | Foto: Divulgação/Emater-DF A presidente da Comissão de Chamada Pública da Agricultura Familiar da Secretaria de Educação, Patrícia Jane Lacerda, ressaltou os resultados positivos do programa para os estudantes da rede pública. “Podemos dizer que os 449.593 estudantes da rede pública estão sendo atendidos com alimentos frescos e saudáveis”, explicou. Para o diretor de Compras Institucionais da Seagri-DF, Lúcio Flávio da Silva, o crescimento do programa demonstra sua relevância para agricultores e estudantes. “Desde o primeiro contrato, em 2014, o volume de recursos investidos pelo GDF no PNAE aumentou 2.900%. Esse é um trabalho que beneficia diretamente os agricultores familiares e os estudantes da rede pública”, observou. A nutricionista da Secretaria de Educação, Flávia Itabaiana, reforçou a importância da alimentação escolar para milhares de alunos do DF. “Grande parte dos alunos depende das 515.958 refeições servidas diariamente para ter acesso a uma alimentação saudável, que é um direito constitucional”, aponta. A Chamada Pública 1/2026 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 21 de maio. As organizações rurais interessadas em participar têm até o dia 22 de junho para apresentar a documentação. O edital pode ser conferido aqui. *Com informações da Emater-DF

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Sistema de produção de ovos aposta em eficiência e rentabilidade

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) apresenta, na AgroBrasília 2026, que começa nesta terça-feira (19), um modelo de produção de ovos voltado para a agricultura familiar que alia baixo investimento inicial, reduzida demanda de mão de obra e possibilidade de boa rentabilidade em pequenas áreas. No Circuito da Avicultura, os visitantes poderão conferir, na prática, como funciona a criação de galinhas poedeiras em sistema semi-intensivo (caipira), atividade considerada uma alternativa viável de geração de renda para pequenos produtores do Distrito Federal e do Entorno. O espaço conta com galpões demonstrativos e orientações técnicas sobre instalações, manejo, biosseguridade, qualidade da água, controle de roedores e produção sustentável. Segundo o responsável pelo programa de avicultura da Emater-DF, o médico-veterinário João Gabriel Palermo, a proposta do circuito é demonstrar que a atividade pode ser implantada mesmo em propriedades pequenas, com custo relativamente acessível e manejo simplificado. “Vamos mostrar que, num espaço relativamente pequeno, é possível otimizar a receita com possibilidade de um bom retorno financeiro”, destaca. A ideia do circuito é mostrar aos produtores que não é preciso de um espaço muito grande para uma boa produção de ovos | Fotos: Divulgação/Emater-DF De acordo com dados da Emater-DF, um galpão para 100 aves poedeiras com cerca de 18 metros quadrados pode ser implantado com investimento médio de aproximadamente R$ 22 mil. Já o custeio da criação ao longo de um ciclo produtivo de cerca de 90 semanas gira em torno de R$ 14,5 mil. Nesse período de 90 semanas, a receita bruta estimada para 100 poedeiras — com produção média de 360 ovos por ave — é de aproximadamente R$ 36 mil. Além do potencial de renda, a atividade se destaca pela baixa demanda hídrica, possibilidade de uso da mão de obra familiar e adaptação a pequenas propriedades rurais. O sistema também permite expansão gradual da produção conforme a estrutura da propriedade e o mercado consumidor. O circuito apresenta detalhes sobre construção de aviários, escolha de materiais, ventilação, instalação hidráulica e elétrica, além da importância da biosseguridade para prevenção de doenças como a influenza aviária. Entre as recomendações técnicas está o uso de telas de proteção para impedir a entrada de aves silvestres e outros vetores sanitários nos galpões. [LEIA_TAMBEM]Outro destaque é o manejo voltado para o bem-estar animal. O sistema semi-intensivo prevê acesso das aves a piquetes externos, proporcionando melhores condições de desenvolvimento e favorecendo a produção de ovos caipiras, produto cada vez mais valorizado pelos consumidores. “Estamos falando de um projeto facilmente adaptado à agricultura familiar e que pode ser replicado em escalas maiores, proporcionando maior renda”, afirma João Gabriel Palermo. Além das orientações técnicas, os visitantes poderão conhecer equipamentos utilizados na criação, estratégias de manejo e alternativas para redução de custos de produção. AgroBrasília 2026 Data: de terça (19) a sábado (23) Horário: das 9h às 17h Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – BR-251, km 5. *Com informações da Emater-DF  

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Circuito da Agroindústria mostra como transformar a produção de frutas em renda o ano inteiro

A Emater-DF vai apresentar na AgroBrasília 2026, que começa na terça-feira (19), um modelo em tamanho real de agroindústria de pequeno porte voltado para o processamento de frutas, capaz de transformar excedentes e produtos com menor valor comercial em novas oportunidades de renda para agricultores familiares. Mãos à obra: visitantes da AgroBrasília poderão ver de perto como funciona uma pequena fábrica de produtos à base de frutas | Foto: Divulgação/Emater-DF O Circuito Tecnológico da Agroindústria mostrará, na prática, como estruturar uma pequena fábrica para produção de polpas, geleias, doces, frutas desidratadas e outros derivados, aumentando o valor agregado da produção e ampliando o tempo de comercialização das frutas. O modelo apresentado possui capacidade para processar aproximadamente 100 quilos de frutas por dia e foi planejado para atender pequenos e médios produtores, com estrutura adequada para até quatro manipuladores. A proposta contempla desde a organização dos espaços até o fluxo produtivo e as exigências sanitárias necessárias para comercialização segura dos alimentos. Produtividade “De uns anos para cá, a produção de frutas no DF tem aumentado cada vez mais, e [são] frutas de qualidade”, afirma o extensionista rural Paulo Álvares, responsável pelo circuito deste ano. “Além disso, temos a rota das frutas incentivando a implantação de novos pomares. Nos próximos anos, teremos uma alta produção de frutas in natura, e essas frutas precisam ser colocadas no mercado.” Ele explica que muitas frutas produzidas no Distrito Federal possuem alta perecibilidade, o que reduz o tempo de venda e impacta diretamente a renda do produtor: “É possível comercializar essas frutas in natura? Sim, mas, por serem sensíveis, elas perdem qualidade rapidamente. Com isso, a produção precisa ser vendida muito rápido, muitas vezes a preços baixos, reduzindo a possibilidade de ganho do produtor”. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados” Paulo Álvares, extensionista rural da Emater-DF Espécies como açaí e mirtilo estão entre os exemplos de frutas que exigem maior cuidado no pós-colheita e que podem ter melhor aproveitamento quando destinadas ao beneficiamento. O modelo  O modelo apresentado no circuito é baseado nos princípios de organização espacial e fluxo produtivo limpo descritos no manual Agroindústrias Rurais, da Emater-DF. A estrutura prevê áreas específicas para recepção, lavagem, processamento, armazenamento e expedição dos produtos, reduzindo riscos de contaminação e garantindo segurança alimentar. A proposta também contempla boas práticas de fabricação, controle higiênico-sanitário e separação entre áreas frias e quentes de processamento, além de orientações sobre armazenamento, rotulagem e conservação dos alimentos. O modelo inclui soluções sustentáveis para destinação de resíduos orgânicos e tratamento de efluentes. “O ideal é ter essa estrutura mínima de beneficiamento para aproveitar o alto valor agregado dessas frutas, aumentar o tempo de prateleira e utilizar aquilo que não tem valor comercial para produzir polpas, geleias, sucos e outros derivados”, explica Paulo Álvares. [LEIA_TAMBEM]A intenção da Emater-DF é mostrar que a agroindustrialização não é uma realidade distante da agricultura familiar, mas uma estratégia viável para aumentar a renda, reduzir desperdícios e ampliar mercados quando há planejamento e assistência técnica. A Emater-DF disponibiliza gratuitamente o manual Modelos de agroindústrias rurais: produtos de origem vegetal. A publicação reúne orientações técnicas sobre estrutura física, fluxo produtivo, organização dos ambientes, equipamentos e boas práticas de fabricação para agroindústrias de pequeno porte voltadas à agricultura familiar. Acesse gratuitamente o Manual Modelos de Agroindústrias Rurais – Produtos de Origem Vegetal. AgroBrasília 2026 → Data: terça-feira (19) a sábado (23), das 9h às 17h → Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci — BR-251, Km 5, Brasília-DF.   *Com informações da Emater-DF

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Inaugurado centro de capacitação para impulsionar agroindústria e ampliar oportunidades para famílias rurais

O fortalecimento da agroindústria rural ganhou um novo capítulo no Distrito Federal com a inauguração do Centro Regional de Capacitação em Agroindústria da Emater-DF, no Núcleo Rural Tabatinga, em Planaltina. O espaço, inaugurado neste sábado (9), foi criado para ampliar as ações de capacitação voltadas ao processamento de alimentos, agregação de valor à produção rural e geração de renda para agricultores familiares da região leste do DF. A iniciativa representa um avanço nas políticas públicas de fortalecimento da agricultura familiar e da permanência das famílias no campo. Com investimento aproximado de R$ 282 mil entre 2025 e 2026, a Emater-DF realizou a reforma e adequação completa da antiga estrutura do Batalhão da Polícia Militar, cedida à empresa, transformando o espaço em um centro voltado à qualificação profissional, empreendedorismo rural e desenvolvimento comunitário. A nova estrutura conta com cozinha industrial equipada, forno industrial, fogão, freezer, geladeira, desidratador, utensílios específicos para agroindústria, auditório com capacidade para 80 pessoas e sala de reuniões destinada às atividades coletivas das comunidades rurais. Mais do que um espaço físico, o centro nasce como ferramenta estratégica para estimular pequenos produtores a transformar matéria-prima em produtos com maior valor agregado, fortalecendo cadeias produtivas e ampliando oportunidades de comercialização. A nova estrutura conta com cozinha industrial equipada, forno industrial, fogão, freezer, geladeira, desidratador, utensílios específicos para agroindústria, auditório com capacidade para 80 pessoas e sala de reuniões destinada às atividades coletivas das comunidades rurais | Foto: Divulgação/Emater-DF O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, ressaltou durante a inauguração do espaço que o novo centro faz parte de uma estratégia mais ampla da empresa voltada ao fortalecimento da agroindustrialização rural. “Aqui teremos cursos de doces, geleias, panificados, processamento de frutas, derivados e diversas outras capacitações que atendem às demandas da comunidade. Esse espaço foi pensado para apoiar produtores, associações e grupos organizados, especialmente mulheres rurais e pequenos empreendedores, permitindo que o produtor transforme sua produção, amplie mercados e fortaleça sua renda”, afirmou. Ele também destacou o potencial do Distrito Federal para se consolidar como polo de transformação agroindustrial. “Mesmo sendo um território pequeno, o DF demonstra enorme capacidade de inovação. Temos qualidade produtiva, tecnologia e produtores comprometidos. O próximo passo é avançar ainda mais na industrialização e na valorização daquilo que é produzido aqui”, completou. A implantação do centro atende a uma demanda antiga das comunidades rurais da região. As primeiras capacitações realizadas pela Emater-DF em Tabatinga começaram em 2019, em espaços improvisados da comunidade. Com o crescimento da procura, especialmente após a pandemia, surgiu a necessidade de uma estrutura permanente e adequada para atender os produtores. Para o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno, a entrega do centro reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com o desenvolvimento rural e a valorização do produtor. “O produtor rural do Distrito Federal é comprometido, inovador e responsável por colocar alimento na mesa da população do DF e de outras regiões do país. O Governo do Distrito Federal trabalha para garantir condições de desenvolvimento, geração de renda e permanência das famílias no campo. Esse espaço representa justamente isso: investimento em qualificação, oportunidades e melhoria da qualidade de vida para o homem e a mulher do campo”, afirmou. Além das capacitações técnicas, o espaço terá função social e comunitária. O centro será utilizado para reuniões de associações, encontros de grupos de mulheres rurais, atividades com artesãos e ações voltadas à população idosa da região, fortalecendo os vínculos entre Estado e comunidade. A produtora rural Eli Kanheski, 82 anos, acompanha de perto a atuação da Emater-DF na comunidade e participou de diversos cursos oferecidos pela empresa ao longo dos anos. “Já participei de cursos de geleias, artesanato e flores. Antes tudo era improvisado, agora ficou muito melhor. O espaço ficou mais próximo da comunidade e isso vai facilitar a participação de mais pessoas nos cursos e atividades que são muito importantes para a gente”, contou. A extensionista rural Adriana Lelis reforçou que o novo centro vai fortalecer as ações e os vínculos com a comunidade. “Agora teremos um ambiente adequado, confortável e próximo dos produtores, fortalecendo principalmente as atividades de agroindústria, que já têm grande potencial na região. Esse espaço vai ser importante para descentralizar e facilitar o acesso de comunidades próximas, fortalecendo e incentivando a agroindústria.” Edifício Mazé O novo espaço recebeu o nome de Centro Regional de Capacitação em Agroindústria Edifício Mazé, em homenagem à extensionista rural da Emater-DF, Maria José, conhecida carinhosamente pela comunidade como Mazé. Reconhecida pelo trabalho próximo às famílias rurais de Tabatinga, ela construiu um legado marcado pelo compromisso com o desenvolvimento da comunidade, pela dedicação à capacitação dos produtores e pela atuação humana junto às famílias da região. Extensionista de referência, Mazé ficou conhecida pela capacidade de acolher, orientar e incentivar produtores rurais, especialmente por meio de ações de inclusão produtiva e organização comunitária. Durante a solenidade, os três filhos e os netos da homenageada participaram do descerramento da placa inaugural, em um momento marcado pela emoção e pelo reconhecimento à trajetória da extensionista, cuja atuação permanece viva na memória e na história da comunidade local. *Com informações da Emater-DF

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