Dia do Gari é celebrado com homenagens, serviços gratuitos e sorteio de prêmios no Parque da Cidade
Em celebração ao Dia do Gari, comemorado em 16 de maio, os 5.022 profissionais responsáveis por manter o Distrito Federal limpo e organizado receberam uma homenagem no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. A programação especial, promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), foi pensada para oferecer serviços gratuitos, lazer e cidadania, além de demonstrar o reconhecimento público à categoria. Governadora Celina Leão se juntou à turma: “São profissionais muito relevantes. Temos uma das melhores coletas do Brasil, os melhores trabalhadores” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Quer valorizar o gari? Primeiro, faça o descarte adequado das embalagens com materiais cortantes, separando no lixo aquilo que é orgânico e aquilo que é reciclável” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão também marcou presença na festa e reforçou o carinho que este GDF tem pelos profissionais que cuidam da cidade. “São profissionais muito relevantes”, apontou. “No dia em que faltam, no dia em que não fazem a coleta, a gente vê a cidade toda suja. Temos uma das melhores coletas do Brasil, os melhores trabalhadores”. A governadora aproveitou a ocasião para fazer um apelo à população sobre o descarte correto de resíduos, visando à segurança da categoria: “Quer valorizar o gari? Primeiro, faça o descarte adequado das embalagens com materiais cortantes, separando no lixo aquilo que é orgânico e aquilo que é reciclável”. Celina anunciou, ainda, um projeto de lei para punir o descarte irregular na capital: “Nós estamos com um PL [projeto de lei] na Câmara Distrital que vai estabelecer uma multa mais pesada para o ‘sujão’, e quem vai fiscalizar é a população. Quem denunciar vai ter 10% do valor da multa”. “Acho que a palavra certa é agradecimento, porque esse pessoal está nas ruas diuturnamente, até as 2 ou 3 horas da manhã, coletando o nosso lixo domiciliar; é uma forma de a gente reconhecer e acarinhar essa turma toda” Luiz Felipe Cardoso, diretor-presidente do SLU Atualmente, a limpeza urbana da capital conta com 5.022 colaboradores, dos quais 1.950 são mulheres. Durante a homenagem, os trabalhadores tiveram acesso a vacinação por equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF), orientações da Defensoria Pública do DF (DPDF), serviços do Detran-DF, acolhimento da Carreta da Mulher e ações das carretas da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e do programa Gamifica, além de horários de corte de cabelo. Para o diretor-presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Luiz Felipe Cardoso, a marca do evento é a gratidão pelo esforço diário da equipe. “Acho que a palavra certa é agradecimento, porque esse pessoal está nas ruas diuturnamente, até as 2 ou 3 horas da manhã, coletando o nosso lixo domiciliar e o reciclável; é uma forma de a gente reconhecer e acarinhar essa turma toda, porque eles são muito especiais”. Celebração A festa para os garis, que contou com cerca de 1.000 profissionais ao longo do dia, ofereceu um roteiro completo de atrações. A programação incluiu desde um café da manhã de recepção e almoço até um show de talentos e apresentações musicais. O ponto alto do lazer ficou por conta do sorteio de diversos prêmios, que incluíram 15 televisões de 50 polegadas, 15 bicicletas, 15 celulares e o prêmio maior: uma motocicleta de 180 cilindradas. O sentimento de valorização é compartilhado por quem vivencia a rotina nas ruas do DF há décadas. É o caso de Manuel Wilson Henrique de Oliveira Silva, coletor há 25 anos. “Eu me sinto muito feliz”, relatou o morador de São Sebastião. “Acho muito interessante terem apresentado o dia 16 de maio para nós. É uma folga, todo mundo está junto, é muito legal. Todas as coisas que eu já consegui até hoje foram daqui [da profissão], graças a Deus. Tenho muito orgulho da profissão”. Célia Rodrigues foio sorteada com um aparelho de TV: “Estava precisando. Durante a semana, eu falei que vinha à festa para ganhar minha televisão. E ganhei” [LEIA_TAMBEM]A gari Célia Rodrigues, que atua na profissão há 16 anos, foi uma das sortudas e levou para casa uma das televisões de 50 polegadas. “Estou muito feliz mesmo”, comemorou. “Estava precisando. Durante a semana, eu falei que vinha à festa para ganhar minha televisão. E ganhei”. Ela também fez questão de ressaltar o amor pelo ofício diário: “O meu orgulho de gari já tem 16 anos. A importância é muito grande para a comunidade. Nunca tinha ganhado prêmio, e hoje eu ganhei. Viva os garis!”. Qualificação o ano inteiro O cuidado com a categoria não se resume apenas a um dia de festa. Durante todo o ano, as três empresas terceirizadas que prestam serviço ao DF — Suma, Valor Ambiental e Sustentare — oferecem programas de qualificação profissional. Por meio de diversos cursos ministrados, os trabalhadores de varrição e coleta ganham a oportunidade de deixar as atividades mais pesadas para assumirem funções que exigem maior qualificação técnica dentro das próprias organizações.
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Descarte correto de resíduos hospitalares é reforçado no Hospital de Santa Maria
Colaboradores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) receberam, nesta semana, um treinamento sobre descarte adequado de resíduos hospitalares, atitude determinante para a segurança de profissionais, pacientes e do meio ambiente. O foco foi o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS). Encontro com profissionais ligados ao HRSM abordou o gerenciamento correto de resíduos hospitalares | Foto: Divulgação/IgesDF Organizada em turnos para ampliar o alcance entre as equipes sem comprometer a rotina assistencial da unidade, a atividade foi conduzida pela bióloga Laura Gatti, chefe do Núcleo de Responsabilidade Socioambiental. Durante o encontro, foram apresentadas as diretrizes que orientam todo o fluxo de gerenciamento, desde a geração até a destinação final. Segundo a especialista, o PGRSS estabelece critérios claros para classificação, acondicionamento, transporte e descarte ambientalmente seguro. Classificação correta Ao longo da capacitação, foram detalhadas as cinco etapas do gerenciamento: geração, identificação e classificação, acondicionamento, transporte e destinação final. Entre elas, a classificação foi destacada como ponto crítico, por impactar diretamente todas as etapas seguintes. “Ainda há muita dificuldade na identificação das classes, o que leva à mistura de materiais, como papel e embalagens no lixo infectante”, pontuou Laura Gatti. [LEIA_TAMBEM]Os resíduos, explica a gestora, são divididos em grupos — infectantes, químicos, radioativos, comuns e perfurocortantes, cada um com exigências específicas de descarte: “Trabalhamos em um ambiente com diversos patógenos e estamos sempre suscetíveis à contaminação. O descarte incorreto pode gerar impactos graves, como a contaminação do solo, da água e até do ar, no caso da incineração”. Entre os grupos, os materiais perfurocortantes figuram entre os principais causadores de acidentes de trabalho. A orientação é que o descarte seja feito imediatamente após o uso, sem reencapar ou manipular os itens, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança. O PGRSS está disponível para consulta no sistema MV Documentos. “Todos os colaboradores podem acessar o plano, onde estão descritos os fluxos, e também é possível me procurar pessoalmente no setor de hotelaria do HRSM, às terças-feiras”, orientou a bióloga. A transmissão completa da capacitação está disponível no canal do IgesDF no YouTube. *Com informações do IgesDF
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Projeto de educação ambiental forma alunos e incentiva descarte correto de resíduos no DF
O aprendizado sobre o destino do lixo ganhou espaço na rotina de alunos da Escola Parque da Natureza e Esporte (EPNE), no Núcleo Bandeirante. Ao longo de 2025, cerca de 1,4 mil estudantes participaram de atividades práticas e pedagógicas voltadas à separação de resíduos e à sustentabilidade. Nesta quinta-feira (19), a escola sediou a cerimônia de encerramento da primeira etapa do projeto Sensibilização Ambiental para Separação de Resíduos. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica). A proposta alia ensino, diagnóstico técnico e práticas ambientais para estimular hábitos sustentáveis desde a infância, com potencial de expansão para outras escolas da rede pública. A ação tem como base experiências observadas no Japão, referência mundial em gestão de resíduos sólidos. O engenheiro ambiental do SLU, Gustavo Menezes, destacou que a iniciativa surgiu após servidores conhecerem, no país asiático, modelos de educação ambiental aplicados diretamente nas escolas. A primeira edição do projeto ocorreu no Centro Educacional Agrourbano Ipê do Riacho Fundo II. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Vimos que o principal trabalho deles era com as crianças nas escolas, então buscamos trazer isso aqui para o Brasil e estamos aplicando pela segunda vez, alcançando cerca de 1,4 mil crianças. Elas vão ser nosso futuro, estão em idade de formação; e, quanto mais cedo construirmos a gestão correta dos resíduos sólidos, melhores serão os resultados. Para a maioria das pessoas, o resíduo some a partir do momento em que colocam ele na rua, mas existe uma infraestrutura por trás que é cara e tem um impacto no meio ambiente. Com esse tipo de educação, a gente pode ajudar a reduzir”, declarou. Rotina escolar Na EPNE, o projeto foi incorporado ao dia a dia dos alunos com atividades como separação correta do lixo, compostagem e instalação de minhocários. Também foi feito o levantamento da quantidade de resíduos gerados pela escola, permitindo que os estudantes compreendessem, na prática, o impacto do consumo. Segundo a vice-diretora da unidade, Fabiane de Castro Kawaguti, a escola já desenvolvia ações ambientais, mas o projeto ampliou o alcance e o engajamento dos alunos. “No começo, eles ficaram assustados ao ver quanto resíduo a gente gera. Eu acho que eles nunca pararam para pensar nisso. Depois, com as ações de implementação, eles ficaram empolgados em aprender como fazer o correto e levaram isso para casa, para mostrar aos pais que eles aprenderam”, relatou. Kawaguti afirmou que a cerimônia marca o encerramento de um ciclo, mas não o fim das ações: “A proposta é manter as práticas no cotidiano escolar e ampliar o alcance para novas turmas”. Entre os estudantes, o resultado foi de entusiasmo com as atividades e com o aprendizado aplicado no dia a dia. O aluno Nicolas Mesquita Carneiro, de 6 anos, ganhou um kit de presente do SLU ao fim do evento e destacou o que mais chamou atenção durante as aulas: “A gente aprendeu sobre colocar o lixo na lixeira certa, desenhou bichinhos e apreciou muito a natureza”. Na EPNE, o projeto foi incorporado ao dia a dia dos alunos com atividades como separação correta do lixo, compostagem e instalação de minhocários Já o estudante Heitor Vieira Silva, 8, ressaltou a importância do conteúdo aprendido para a convivência com o meio ambiente: “Eu gostei muito desse programa. Aprendi que você tem que jogar lixo no lixo, respeitar os animais e a natureza. Aprendi muito.” Cooperação internacional A coordenadora de projetos da agência, Christiane Hatano, enfatizou o papel das crianças como agentes de transformação e lembrou que a parceria com a Jica foi fundamental para a adaptação das estratégias utilizadas no Japão à realidade do Distrito Federal. “O Japão tem esse reconhecimento no manejo de resíduos sólidos, reciclagem e as cidades sempre são mais limpas. Eles viram essas realidades e como as crianças influenciavam até os adultos e puderam trazer essa ideia aqui para o Brasil e aplicar nas escolas. Trabalharam muito com a conscientização e os ‘os três erres’: reduzir, reciclar e reutilizar.” Além das atividades com os alunos, professores também participaram de ações formativas, incluindo visitas técnicas a estruturas do SLU para compreender o funcionamento da gestão de resíduos no DF. Coordenador do projeto pela SEEDF, Leonardo Hatano destacou o potencial de expansão e o sucesso do projeto desde sua primeira edição: “Esse projeto é interessante porque está investindo no futuro. Trabalhar as crianças de séries iniciais é interessante para conseguir mudar a forma de pensar, com essa responsabilidade em relação ao meio ambiente”.
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Ação conscientiza frequentadores do Parque da Cidade sobre descarte correto de lixo
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU), em parceria com a Administração do Parque da Cidade, promoverá neste sábado (6) a campanha Lixo no Lixo. A ação de conscientização começará às 8h30, com concentração no estacionamento 10. Mais de 100 voluntários — entre servidores do SLU, agentes de educação ambiental e integrantes do Grupo Escoteiro José de Anchieta (Geja) — foram mobilizados para orientar os frequentadores sobre a importância de utilizar as lixeiras do parque para o descarte correto. O objetivo principal da iniciativa é sensibilizar os visitantes e estimular o uso das 149 lixeiras disponíveis no espaço de lazer, evitando que resíduos sejam jogados no chão. [LEIA_TAMBEM]Durante a ação, o público poderá participar de uma palestra interativa com uma roleta de perguntas e respostas sobre conscientização ambiental. Conscientização ambiental no Parque da Cidade • Data: sábado (6) • Concentração: Estacionamento 10 • Hora: 8h30. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
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Ceilândia intensifica limpeza de bocas de lobo antes do período chuvoso para prevenir alagamentos
Desde janeiro, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o programa GDF Presente, já limpou e desobstruiu cerca de 960 bocas de lobo em diferentes pontos da cidade. Ao todo, mais de 160 toneladas de lixo e matéria orgânica foram retiradas da rede de águas pluviais, em uma ação preventiva para reduzir o risco de alagamentos durante o período chuvoso. A partir do mapeamento de áreas mais críticas, serviço é feito todos os dias na cidade | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Executado diariamente, esse trabalho segue um mapeamento das áreas mais críticas e também atende demandas emergenciais feitas pela população, com foco na desobstrução e manutenção das cerca de 10 mil bocas de lobo existentes em Ceilândia. A operação contempla ruas e avenidas de Ceilândia Centro, Sul e Norte, QNQ, QNR, Setor O, Expansão, Guariroba, P Sul e P Norte. “Esse trabalho feito agora, na estiagem, é fundamental para que possamos evitar alagamentos e transtornos à população quando as chuvas chegarem”, lembra o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Nossa equipe atua diariamente para manter as bocas de lobo limpas, mas também enfrentamos o desafio dos danos estruturais, provocados tanto pelo tráfego pesado de veículos quanto pela própria ação da água.” Redes pluviais [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, além da limpeza, é necessário um esforço contínuo para recuperar e substituir tampas quebradas ou deslocadas. “Em pontos de maior circulação, como nos retornos, o desgaste é mais rápido, e precisamos estar sempre atentos para garantir a segurança e o bom funcionamento da drenagem da cidade”, adverte. Os moradores já começam a sentir os efeitos positivos do trabalho. É o caso do aposentado Firmino Souza, morador da QNP 16, que elogiou a limpeza feita perto de sua residência: “A boca de lobo aqui vivia entupida, e, quando chovia forte, a água subia rápido. Agora, depois da limpeza, a água escoa bem melhor e a gente se sente mais seguro”. Ceilândia possui uma das maiores redes de águas pluviais do Distrito Federal. A administração local reforça que a colaboração da população é fundamental, tanto para evitar o descarte de lixo nas ruas quanto para denunciar o furto de tampas de bueiros. *Com informações da Administração de Ceilândia
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SLU premia blocos mais limpos do Carnaval
O Distrito Federal deu um verdadeiro exemplo de cidadania e sustentabilidade no Carnaval 2025. Foi a festa mais limpa já realizada no Quadradinho, com recolhimento de 16 toneladas de resíduos – 20% menos que em 2024. Para celebrar, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) reconheceu os quatro blocos de rua mais limpos com o prêmio Folia Limpa, durante cerimônia realizada no Espaço Cultural Renato Russo, na Asa Sul, nesta sexta-feira (21). Profissionais premiados se reuniram para a homenagem do SLU | Foto: George Gianni/VGDF Os campeões da limpeza foram os blocos Vassourinhas, Galinho de Brasília, Pintinho de Brasília e Na Batida do Morro. Para coroar a festa, os garis que fazem parte do Vassourinhas ganharam folga nesta sexta. “A limpeza urbana é um dos critérios de qualidade de vida e sustentabilidade”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “O Carnaval é uma excelente oportunidade de conscientizar a população e reconhecer a importância do trabalho realizado todos os dias pelo SLU – cuidado que devemos ter todos os dias do ano.” Campanha “Isso tudo é reflexo do planejamento que fizemos, com a instalação de mais lixeiras e dos papa-recicláveis, o que foi muito importante durante a passagem dos blocos” Luiz Felipe Carvalho, presidente do SLU O presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, avalia como positiva a campanha e a adesão dos foliões: “Isso tudo é reflexo do planejamento que fizemos, com a instalação de mais lixeiras e dos papa-recicláveis, o que foi muito importante durante a passagem dos blocos. Foram quase mil profissionais [de limpeza urbana] alocados para o Carnaval. Em 2023, foram quase 30 toneladas; em 2024, 20 toneladas, e agora, 16 toneladas. Para 2026, queremos reduzir ainda mais a quantidade de resíduos”. Para Lorena Oliveira, diretora do Vassourinhas, esta premiação tem um gosto especial: além de ter uma ala dos garis, é o terceiro ano consecutivo em que o bloco é reconhecido pelo cuidado com a limpeza. “É importante essa conscientização do público, e o SLU faz todo um trabalho de conscientização para deixar a cidade limpa”, comemora ela. “É muito importante não jogar lixo no chão, cuidar da nossa cidade com carinho e respeito, assim como com os trabalhadores do SLU, que trabalham todos os dias para deixar a cidade limpa. É muito importante ter consciência não só no Carnaval, mas no ano inteiro.”
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Blocos mais limpos do Carnaval 2025 serão premiados nesta sexta-feira (21)
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) homenageará os blocos de rua mais limpos do Carnaval 2025 do Distrito Federal com o prêmio Folia Limpa. Quatro blocos carnavalescos foram os vencedores da campanha e serão revelados no Espaço Cultural Renato Russo, às 9h30, nesta sexta-feira (21). Campanha movimentou garis e população para o descarte correto de resíduos | Foto: Divulgação/SLU O Folia Limpa faz parte da campanha de conscientização ambiental do SLU durante o Carnaval, buscando estimular o engajamento dos blocos de rua e dos foliões sobre a importância do descarte correto de resíduos, especialmente os materiais recicláveis. No DF, o Carnaval deste ano foi o mais limpo da série histórica. Foram retiradas 16 toneladas de resíduos dos foliões nas ruas, um número 20% menor que do ano passado, quando se registraram 19,9 toneladas de material recolhido durante a folia. “Fizemos a nossa parte lançando a campanha Folia Limpa, instalando mais lixeiras e disponibilizando os papa-recicláveis nos blocos carnavalescos, mas a conscientização dos foliões foi a mais importante para conseguirmos esse resultado inédito”, avalia o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Essa conscientização permeou os três territórios carnavalescos da área central de Brasília, como a Plataforma da Diversidade, Gran Folia e o Setor Carnavalesco Sul. Além dos quatro blocos vencedores, o SLU também vai premiar os organizadores desses eventos, durante a homenagem ao trabalho dos garis. *Com informações do SLU
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Brasília reduz lixo produzido no Carnaval e tem a folia mais limpa da história
Folia e limpeza combinam quando o local de referência é Brasília. Durante os quatro dias de Carnaval, a equipe do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) esteve em reforço nas ruas para atuar no recolhimento de resíduos descartados pela população nos blocos, e o resultado é que, desde sábado (1º), cerca de 1,2 mil trabalhadores retiraram das ruas 15,7 toneladas em mais de cinco mil sacos de lixo. Equipe trabalhou intensamente durante o Carnaval; resultados foram os melhores | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Esse trabalho não é só uma questão ambiental e de sustentabilidade, mas também de sobrevivência social, porque os catadores dependem exclusivamente desse material que leva o sustento para a mesa deles” Andréa Almeida, diretora técnica do SLU Essa quantidade tem diminuído a cada ano que passa, como aponta a diretora técnica do SLU, Andréa Almeida. Ela afirma que entre 2018 e 2025 houve uma redução de 80% do volume de resíduos no DF – além de um decréscimo de 21% de 2024 para este ano, o que caracteriza o Carnaval recente como o mais limpo da história. “Este ano tivemos uma folia mais limpa que no passado, quando recolhemos 19,9 toneladas de resíduos”, enumerou a diretora. “Isso se deve a vários fatores, em destaque o trabalho do SLU, com a instalação de mais de 400 lixeiras, pontos de entrega voluntária de descartáveis e a escalação de uma equipe grande de trabalhadores, além da premiação do bloco com as atividades que corroboram para esse descarte correto.” A gestora ressalta que o órgão contou com 600 trabalhadores durante o dia e 300 durante a noite na área central do DF, onde houve a maior concentração de aglomerações, além de aproximadamente 150 profissionais em outros setores da cidade. A maior parte dos materiais coletados foi de recicláveis – garrafas, latas, papéis e plásticos, que são destinados às cooperativas que trabalham em parceria com o SLU em mais de 50 contratos. “Esse trabalho não é só uma questão ambiental e de sustentabilidade, mas também uma questão de sobrevivência social, porque os catadores dependem exclusivamente desse material que leva o sustento para a mesa deles – lembrando que 80% dessa parcela da população é de mulheres, especialmente mães solo que sustentam as famílias”, acentuou a diretora técnica do SLU. Conscientização O trabalho não passa despercebido por quem anda na cidade. Caminhando pela Esplanada dos Ministérios, os militares Luciano Varejão, 35, e Pedro Paulo da Silva, 26, descreveram como o ambiente limpo enaltece o Quadradinho. “Sou morador do Cruzeiro e vejo o trabalho de manhã e à noite que eles fazem”, afirmou Pedro. “Foi uma quantidade muito grande de lixo retirada da rua, não só do centro de Brasília, mas também de todo o entorno. E agradecemos esse serviço que vem sendo feito, a todo momento, e que deve ser valorizado, tanto pelo governo quanto pelos cidadãos e turistas que podem colaborar com a limpeza da cidade.” O militar Luciano Varejão elogiou o trabalho de limpeza urbana em Brasília Luciano, por sua vez, complementou: “Nada melhor do que ter a capital do país bem-valorizada para o mundo afora; nisso a gente pode ver a eficiência do trabalho do governo”. E colaborar com o trabalho realizado pelos garis não é algo tão difícil: basta jogar o lixo nos lugares certos e separar os resíduos para a coleta seletiva, pequenos passos que facilitam o trabalho das equipes. Também é importante tomar o devido cuidado na hora de descartar objetos que podem gerar riscos, como vidros quebrados e outros materiais. A gari Antônia Goes ressaltou a importância da participação da comunidade: “Quando a população tem um pouco mais de consciência, fica mais fácil, claro” A gari Antônia da Conceição Goes relatou que os últimos dias foram de trabalho intenso na capital, mas que há um sentimento de orgulho ao ver as sacolas cheias e organizadas no lugar dos resíduos antes espalhados no local. “Desde sábado, é muita correria e muito serviço, mas graças a Deus a gente está aqui para ajudar na limpeza e realizar nosso trabalho”, afirmou. “Quando a população tem um pouco mais de consciência, fica mais fácil, claro. Mas é gratificante ver toda aquela sujeira limpa, além de ser nosso ganho, onde podemos levar o pão de cada dia para casa.”
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GDF instala 600 novas lixeiras no Guará
Por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o Governo do Distrito Federal (GDF) vai instalar 600 novas lixeiras no Guará até o início de março. Já foram colocadas 490 unidades em locais de grande movimentação, e as 110 restantes seguem sendo distribuídas em diversos pontos. Cada um dos novos equipamentos tem capacidade para 50 litros de lixo | Foto: Divulgação/Administração do Guará Discretas e resistentes, as papeleiras – nome técnico do equipamento – têm capacidade para até 50 litros. Além de avenidas centrais no Guará I, já foram contemplados com a ação o Polo de Moda e as QEs 38, 40, 42 e 44. “A limpeza pública é uma missão de toda a comunidade, e pedimos a compreensão dos moradores para a correta utilização desse importante equipamento público, afinal uma cidade limpa e bem-cuidada depende de todos”, ressaltou o administrador do Guará, Artur Nogueira. “São equipamentos muito importantes, não só para manter a limpeza pública, mas também para diminuir os impactos climáticos no período chuvoso, como os alagamentos”, pontua o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. “Quando o cidadão utiliza a lixeira, evita que os resíduos acabem nas bocas de lobo, provocando inundações que prejudicam tanto a população.” A instalação é rápida, sendo executada em poucos minutos. A parte superior da papeleira, por onde o lixo é descartado, é presa a duas fitas de aço, que seguram a estrutura. Cada fita possui uma presilha que é fechada com um martelo. Após essa etapa, basta forrar a parte inferior da lixeira com um saco plástico adequado para armazenar os materiais descartados e prendê-la no encaixe. Pintadas na cor cinza, as novas papeleiras são feitas de plástico, possuem o logotipo do SLU e são fixadas em postes, presas com uma alça metálica, ou em paredes. Cada uma possui 74,5 cm de altura, 42,5 cm de largura e 32 cm de profundidade, com uma abertura de 31 cm x 9,5 cm para o descarte de objetos de pequeno porte. *Com informações da Administração do Guará
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Catadores de recicláveis passam por capacitação para reduzir riscos com materiais cortantes e perigosos
As cooperativas de catadores de recicláveis, juntamente com os garis, estão na linha de frente da limpeza pública do Distrito Federal e lidam diariamente com vários tipos de resíduos. No caso da coleta seletiva (que deveria receber apenas materiais como plástico, papelão, metal e isopor, por exemplo), muitas vezes os descartes vêm acompanhados por seringas, produtos químicos, materiais cortantes e inflamáveis, além de resíduos eletrônicos e baterias. Todos estes resíduos citados geram riscos de acidentes também aos catadores que atuam nos galpões de reciclagem e nas Instalações de Recuperação de Resíduos Sólidos (IRRs) do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Para garantir a segurança desses trabalhadores e minimizar os riscos, o SLU iniciou mais uma série de capacitações em segurança do trabalho para os catadores de materiais recicláveis das cooperativas que possuem contratos com a autarquia. Nesta terça-feira (18), a iniciativa aconteceu na IRR de Brazlândia, com a Associação dos Catadores e Recicladores de Brazlândia (Acobraz) e seguirá até abril nas demais unidades localizadas no Paranoá, em Ceilândia, no SCIA/Estrutural, no SIA e na Asa Sul. Para garantir a segurança desses trabalhadores e minimizar os riscos, o SLU iniciou mais uma série de capacitações em segurança do trabalho para os catadores de materiais recicláveis das cooperativas que possuem contratos com a autarquia | Fotos: Divulgação/SLU-DF De acordo com o gerente de Segurança do Trabalho do SLU, Allyson Silva, as capacitações são voltadas para as equipes das cooperativas que atuam na coleta seletiva, incluindo as que atuam nas IRRs. “Os pontos abordados nesses treinamentos abrangem a identificação dos riscos ambientais nas IRRs, quais são os possíveis acidentes de trabalho, como evitá-los e como agir de forma segura, rápida e eficaz caso os acidentes ocorram. Além disso, questões sobre uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) também serão discutidas”, disse. O gerente de segurança do trabalho do SLU também ressaltou que um dos diferenciais das capacitações oferecidas em 2025 é a distribuição da cartilha elaborada para reforçar as informações apresentadas nos treinamentos, permitindo que os catadores tenham um material de consulta e orientação contínua. Uma das participantes da capacitação que ocorreu em Brazlândia foi a catadora de recicláveis da Acobraz Maria Júlia Santana, de 54 anos, que reconheceu a importância das orientações. “Esse é um trabalho muito bonito e a gente precisa mesmo desse auxílio. Para mim, a máscara de proteção é muito importante, pois tenho um quadro de asma. As luvas e botas ajudam a gente a se proteger contra cacos de vidros e preservar nossa saúde”, destaca. Esses treinamentos de segurança do trabalho e planos de contingência são realizados pelo SLU desde o início de funcionamento dos galpões, em 2018 Esses treinamentos de segurança do trabalho e planos de contingência são realizados pelo SLU desde o início de funcionamento dos galpões, em 2018, promovendo capacitações periódicas para garantir a segurança dos trabalhadores e a prevenção de acidentes. “Os planos de contingência são fundamentais para prevenir e minimizar riscos, garantindo um ambiente de trabalho seguro. Eles estabelecem diretrizes claras para atuação em situações de emergência, reduzindo acidentes e protegendo tanto os trabalhadores quanto as instalações operacionais”, explicou Allyson Silva. Descarte correto Para minimizar os riscos de acidentes com os trabalhadores da limpeza urbana, a população deve descartar corretamente os próprios resíduos gerados, principalmente aqueles que sejam cortantes ou que possam gerar contaminação. Os materiais do dia a dia, como garrafas de vidro, espetos, facas, garfos e espelhos, devem ser descartados na coleta seletiva, mas com alguns cuidados. Recomenda-se que os resíduos estejam dentro de uma caixa ou de uma garrafa pet. Também é importante que a população coloque um recado no saco para informar o profissional que fará o recolhimento. “É preciso proteger esse material antes de colocá-lo no saco para evitar acidentes, não só com o gari que recolhe, mas com o catador que faz a segregação. O material precisa estar o mais acondicionado possível. Seja em caixa, ou em garrafa pet. Até porque são materiais que têm valor de aproveitamento, mas eles podem causar danos graves à saúde”, comenta a diretora Técnica do SLU, Andrea Almeida. Seringas, medicamentos injetáveis ou qualquer material pontiagudo resultante de serviço de saúde não podem ser descartados nas coletas convencional e seletiva. Os materiais devem ser entregues às Unidades Básicas de Saúde (UBS). “Insulina e medicamentos para emagrecimento são alguns exemplos. Embora utilizado em casa, são materiais que têm risco biológico e são passíveis de contaminação. O correto é levar até uma UBS”, explica a diretora. Já os resíduos eletrônicos devem ser descartados corretamente nos Pontos de Entrega Voluntária de resíduos da logística reversa. O mapeamento desses locais é feito pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e pode ser consultado pelo link. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal (SLU-DF)
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