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políticas educacionais

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Cartão Uniforme Escolar beneficia famílias e fortalece o comércio local no DF

O ano começou com novidades para a educação pública do Distrito Federal, que segue investindo na comunidade educacional. Uma das novas iniciativas é o Cartão Uniforme Escolar, benefício da Secretaria de Educação (SEEDF) que faz a diferença na rotina das famílias e de pequenos empreendedores. Enquanto estudantes conseguem adquirir o uniforme com mais facilidade, confecções e malharias locais registram aumento na procura, fortalecendo negócios familiares em diferentes regiões administrativas. Andreane de Souza com a pequena Maria Laura: “Hoje, posso ir direto à malharia e pegar o tamanho ideal para minha filha, sem prejuízo para nós e sem que a criança deixe de usar o uniforme” | Fotos: Victor Bandeira/SEEDF A auxiliar de serviços gerais Andreane Azevedo de Souza é mãe da estudante Maria Laura de Souza Silva, de 5 anos, aluna do segundo período da Escola Classe (EC) 318 de Samambaia, e utiliza o Cartão Uniforme Escolar. “É muito bom receber esse auxílio, porque agora ficou bem mais fácil”, comenta. “No ano passado, a gente precisava ir à costureira para ajustar o uniforme, porque nem sempre vinha no tamanho certo. Hoje, posso ir direto à malharia e pegar o tamanho ideal para minha filha, sem prejuízo para nós e sem que a criança deixe de usar o uniforme.” Cuidado no uso  O Cartão Uniforme Escolar é um apoio importante para as famílias e deve ser usado com atenção. Exclusivo do estudante matriculado na rede pública, o benefício só pode ser utilizado em lojas credenciadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF).  “O cartão é do estudante e não pode ser emprestado ou repassado”, alerta a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus. “A venda do benefício é proibida e pode levar ao bloqueio do cartão. Em caso de dúvida, procure a escola ou os canais oficiais da Secretaria de Educação.”  Iniciativa atrai investimentos  Pedro Neto veio de Goiânia para ampliar os negócios a partir das possibilidades do Cartão Uniforme Escolar: “Nossa família já trabalha há mais de 30 anos com confecção de bandeiras e uniformes escolares, e a ideia é atender bem todos os pais e crianças” Fabricação, compra e venda de uniformes escolares movimentam o comércio local e geram novas oportunidades, atraindo empreendedores de cidades vizinhas. O supervisor de vendas Pedro Teodoro da Silva Neto, de 22 anos, veio de Goiânia (GO) para o Distrito Federal com a família após a criação do benefício, com o objetivo de ampliar os negócios no setor de uniformes. A família está abrindo novas unidades da malharia, com lojas em regiões como Samambaia, Ceilândia, Planaltina e Gama, apostando na qualidade dos produtos e no bom atendimento às famílias.  “Nossa família já trabalha há mais de 30 anos com confecção de bandeiras e uniformes escolares, e a ideia é atender bem todos os pais e crianças”, relata Pedro. “Hoje temos duas lojas abertas e, em breve, vamos chegar a quatro unidades, com todos os tamanhos disponíveis e estoque suficiente para atender à demanda.” Costura que virou renda Tatiane Coelho produz peças personalizadas: “A confecção começou em casa, e, com o crescimento, montamos esse espaço com o apoio da minha família” [LEIA_TAMBEM]Já Tatiane dos Santos Coelho, recém-empreendedora no ramo de confecção de uniformes, produz peças personalizadas em um ateliê simples, montado no quintal da casa onde mora, em Ponte Alta Norte, no Gama. Atualmente, a produção já soma centenas de peças em fase final, com kits personalizados sendo confeccionados para atender à demanda das famílias. A divulgação do trabalho é feita principalmente pelas redes sociais, por meio do perfil @guiapraticopontealta, onde os pais entram em contato para reservar os uniformes. “A demanda foi muito maior do que a gente imaginava”, conta ela. “Hoje já temos mais de cem kits personalizados em finalização e seguimos produzindo para atender todos os pedidos. A confecção começou em casa, e, com o crescimento, montamos esse espaço com o apoio da minha família. Meu esposo, Hilton Sérgio, me ajuda principalmente na parte de corte e personalização, enquanto a costura fica comigo e com as meninas. É realmente um trabalho em família.”   *Com informações da Secretaria de Educação      

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Educação pública do DF reduz fila de creches e leva alunos ao exterior em 2025

Escolas novas, ampliação de creches, estudantes no exterior e políticas voltadas à permanência escolar marcaram o ano de 2025 da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ao longo do ano, a Secretaria de de Educação do DF (SEEDF) consolidou ações para ampliar o acesso à educação, modernizar a infraestrutura e garantir mais oportunidades a estudantes e famílias. Entre os destaques estão a redução histórica da fila por uma vaga em creche pública, a criação do programa de intercâmbio Pontes para o Mundo e o lançamento do Cartão Uniforme Escolar, que garante o acesso adequado de todos os estudantes da rede ao kit de sete peças de uniforme e fomenta a economia local. Um dos feitos da Secretaria de Educação em 2025 foi se aproximar mais de zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública | Foto: André Amendoeira/SEEDF Dentro da ampliação das escolas públicas do DF, o Governo do Distrito Federal trabalha desde 2019 para zerar a fila de espera por uma vaga em creche pública. Em 2025, com a entrega e inauguração oficial de 9 Centros de Educação da Primeira Infância (Cepis), com investimento de R$ 80,9 milhões, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 4,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento no próximo ano. "Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação “Estamos muito perto de assegurar que nenhuma criança fique sem creche no Distrito Federal. Isso é mais do que uma meta administrativa, é um pacto social. Quando garantimos uma vaga de qualidade, em tempo integral, estamos oferecendo dignidade para as famílias, segurança para as mães que trabalham e oportunidades iguais desde os primeiros anos de vida”, comemora a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. O ensino regular também ganhou novas escolas. Foram concluídas seis unidades escolares, entre construções, reformas e reconstruções, com aporte de R$ 66,1 milhões. A rede recebeu blocos de salas de aula em 24 escolas, por meio de módulos educacionais, somando R$ 35,8 milhões em investimentos. Intercâmbio pelo mundo Ao garantir espaços novos, de qualidade e com segurança para que crianças e jovens estudem e se formem, o GDF aposta em uma formação de qualidade que abre portas no mundo acadêmico e profissional. A SEEDF lançou este ano o programa Pontes para o Mundo, com o objetivo de oferecer experiência internacional de ensino e inovação a estudantes da rede pública.  Alunos da rede pública de ensino do DF passaram 17 semanas em intercâmbio em países de língua inglesa, como Inglaterra e Escócia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasíla A seleção ocorreu por meio de processo seletivo eliminatório e classificatório. O intercâmbio teve duração de 17 semanas, com participação em instituições de países de língua inglesa, como Inglaterra, País de Gales e Escócia. Os intercambistas da primeira edição concluíram a experiência com formatura realizada em novembro, marcando um passo importante na formação acadêmica e cultural. Uniforme para todos [LEIA_TAMBEM]Para fechar o ano, a Secretaria de Educação lançou o Cartão Uniforme Escolar, que vai garantir o acesso a uniformes para estudantes da rede pública e deve beneficiar cerca de 420 mil alunos, com investimento superior a R$ 120 milhões e a confecção de aproximadamente 3 milhões de peças. Cada estudante receberá R$ 282,99, por meio de cartão magnético emitido pelo Banco de Brasília (BRB), para a compra do uniforme em estabelecimentos credenciados. O valor será concedido conforme o número de estudantes vinculados ao mesmo responsável legal. *Com informações da Secretaria de Educação

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Com resultados concretos, combate ao racismo nas escolas do DF é referência nacional

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) vem consolidando uma política contínua de enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial que começa a chamar atenção nacionalmente. Recentemente, o Ministério da Educação concedeu à secretaria o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, destinado às redes que desenvolvem ações estruturantes voltadas às relações étnico-raciais e à educação escolar quilombola. Dias depois, a pasta apresentou outro marco importante: o lançamento do Protocolo Antirracista para as escolas do DF, elaborado em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Movimento Negro Unificado. Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o reconhecimento do MEC confirma que o trabalho realizado nos últimos anos está produzindo resultados reais. “Esse selo mostra que o DF está no caminho certo. Combater o racismo não é uma ação pontual, é uma política contínua que precisa envolver toda a rede. Estamos comprometidos em garantir que nossas crianças e jovens estudem em ambientes que acolham, respeitem e valorizem suas identidades”, afirmou. Segundo ela, o selo é também um incentivo para que a secretaria aprofunde as iniciativas já em andamento e avance na implementação de novas ações estruturantes. SEEDF recebeu o selo de reconhecimento do MEC por suas políticas educacionais voltadas à equidade racial e quilombola na rede pública | Foto: Jotta Casttro/SEEDF O selo do MEC e o prêmio de R$ 400 mil para ações de equidade racial vieram como resultado de um conjunto de políticas que inclui o fortalecimento da formação de professores pela Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), o acompanhamento de estudantes quilombolas e a criação de um grupo de trabalho específico para ações de enfrentamento ao racismo na rede. Esse esforço ganhou um novo capítulo com o lançamento do Protocolo Antirracista, documento de 103 páginas que orienta a prevenção, identificação e enfrentamento de casos de racismo nas escolas públicas e privadas do DF. O material foi construído ao longo de meses com participação de gestores, professores, organizações da sociedade civil e órgãos de proteção, como a Defensoria Pública e a Delegacia Especializada em Crimes por Discriminação Racial. O texto apresenta orientações pedagógicas, procedimentos administrativos e diretrizes para acolhimento de vítimas, além de definições sobre diferentes tipos de racismo: estrutural, institucional, recreativo, religioso e ambiental. [LEIA_TAMBEM]A lista de ações da pasta inclui ainda a adesão ao Plano Nacional de Equidade e Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola; a realização de encontros formativos sobre educação antirracista com os profissionais da educação; a criação do Selo Lélia Gonzalez para, em 2026, premiar as escolas que têm projetos antirracistas no DF; e a publicação de duas edições do Caderno Pedagógico de Consciência Negra, que estão disponíveis no site da SEEDF. Para Hélvia Paranaguá, o caminho que se abre agora é ainda mais desafiador e, justamente por isso, mais necessário. “Ter um protocolo antirracista nas mãos de cada escola e receber o reconhecimento do MEC mostra que estamos avançando, mas não encerra a nossa missão. Combater o racismo exige persistência, vigilância e um trabalho diário, dentro e fora da sala de aula. Seguiremos firmes para que a equidade racial seja uma realidade para todos os estudantes do Distrito Federal e para que nossas ações sejam referência para o Brasil”, declarou a secretária. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Censo Escolar 2024: DF apresenta avanços na educação básica

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) divulgou nesta quarta-feira (8), o resultado final do Censo Escolar 2024 das escolas públicas e instituições particulares conveniadas. O levantamento, considerado o principal indicador da educação básica na região, revelou números robustos e indicadores de qualidade que guiarão políticas públicas nos próximos anos. Os dados apontam que, em 2024, 73.450 estudantes foram atendidos na Educação Infantil, 260.077 no Ensino Fundamental, 77.206 no Ensino Médio, além de 24.275 na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 14.555 na Educação Profissional. Ao todo, 834 unidades escolares participaram do levantamento, realizado pela Diretoria de Informações Educacionais (Dinfe), vinculada à Subsecretaria de Operações em Tecnologia da Informação e Comunicação (Subtic). Considerado o principal indicador da educação básica na região, os resultados do Censo Escolar 2024 trazem números robustos e indicadores de qualidade que guiarão políticas públicas nos próximos anos | Foto: André Amendoeira/SEEDF O levantamento vai além de matrículas e distribuição de alunos. Informações sobre infraestrutura, corpo docente, composição de turmas e outras variáveis essenciais foram mapeadas. Esses dados são fundamentais para a formulação de programas como o Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), além de subsidiar políticas de transporte e alimentação escolar, planos de obras e alocação de servidores. Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, alguns indicadores de qualidade chamaram a atenção nesta edição do Censo. “Observamos uma melhora expressiva na infraestrutura de nossas unidades escolares e um avanço na formação continuada de nossos docentes, o que se reflete diretamente na qualidade do ensino. Outro destaque foi a ampliação do acesso à Educação Profissional, que é essencial para preparar nossos jovens para o mercado de trabalho,” destacou Paranaguá. Perspectivas e desafios para 2025 A análise dos números também revela a necessidade de ajustes e reforços em determinadas áreas. A secretária destaca a importância de ações voltadas para a redução das desigualdades educacionais. “Os números de 2024 indicam que precisamos investir ainda mais na redução das desigualdades entre as regiões administrativas, garantindo que a qualidade do ensino seja uniforme em todo o Distrito Federal. Também identificamos a necessidade de fortalecer programas voltados à inclusão, para que ninguém fique para trás”, complementou. A SEEDF, por meio do Censo Escolar, continuará monitorando e ajustando suas políticas, com o objetivo de oferecer uma educação cada vez mais inclusiva e de qualidade. Para tanto, além de promover ações para melhorar as condições das escolas, a Secretaria se compromete a investir em programas de qualificação docente e práticas pedagógicas avançadas. “Além disso, os resultados apontam para a necessidade de intensificarmos iniciativas voltadas à qualificação docente e ao fortalecimento das práticas pedagógicas inovadoras, com foco na formação integral dos estudantes. Nosso compromisso é traduzir esses indicadores em políticas públicas que promovam o bem-estar e o desenvolvimento pleno da comunidade escolar, assegurando que cada estudante tenha oportunidades concretas de alcançar seu potencial máximo”, concluiu Hélvia Paranaguá. Com base nos dados apresentados, a SEEDF planeja novas iniciativas para 2025. Entre elas, destacam-se a ampliação de escolas em áreas de maior demanda, modernização de tecnologias educacionais e maior suporte para a Educação de Jovens e Adultos (EJA). A Secretaria segue empenhada na evolução constante do sistema educacional, com o objetivo de garantir um futuro mais inclusivo e de qualidade para os estudantes do Distrito Federal. Os resultados do Censo Escolar estão disponíveis para consulta pública e, em breve, novos dados complementares serão divulgados no site da Secretaria de Educação. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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