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FAPDF lança chamada de iniciativa que apoia startups do DF e da Ride

De uma marca brasiliense de chocolates que começou com brownies vendidos na escola a uma feira digital que ajuda agricultores familiares a vender antes mesmo da colheita. De soluções biológicas para o cuidado ambiental nas cidades a plataformas voltadas para a segurança de mulheres viajantes, a saúde emocional materna e o desenvolvimento de ativos cosméticos a partir da biodiversidade do Cerrado. Essas são algumas das trajetórias que passaram pelo ecossistema de apoio a startups da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Para ampliar esse impacto, a FAPDF lança, nesta terça-feira (30), o edital do 3º ciclo do programa Start BSB. A chamada pública tem como objetivo apoiar projetos de desenvolvimento tecnológico e de inovação apresentados por startups do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride). O terceiro ciclo do programa prevê investimento de mais de R$ 10 milhões e poderá selecionar até 100 projetos inovadores. Os recursos serão concedidos por meio de subvenção econômica, modalidade de apoio financeiro não reembolsável, ou seja, os valores não precisam ser devolvidos, desde que sejam aplicados conforme as regras previstas no edital. O Star BSB integra as ações da FAPDF voltadas para o fortalecimento da ciência, da tecnologia, da inovação e do empreendedorismo no DF e na Ride. A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento de soluções, produtos, serviços e processos inovadores, contribuindo para a criação e o crescimento de negócios com potencial de impacto econômico, social e tecnológico. O Star BSB integra as ações da FAPDF voltadas para o fortalecimento da ciência, da tecnologia, da inovação e do empreendedorismo no DF e na Ride | Foto: Divulgação/FAPDF Além do apoio financeiro, as startups selecionadas contarão com atividades de capacitação, mentorias, acompanhamento técnico e ações de conexão com instituições, empresas e investidores. O objetivo é apoiar projetos em diferentes estágios de desenvolvimento, desde a estruturação inicial da ideia até a preparação para crescimento no mercado. Trajetórias que mostram o impacto do programa Entre as iniciativas apoiadas pelo Start BSB dos ciclos anteriores está a Exímio Cacau, marca brasiliense conduzida por jovens empreendedores que nasceu no ambiente escolar, com a venda de brownies e brigadeiros, e hoje reúne cafeteria, chocolateria, clube de assinatura e linha de presentes. Com apoio do programa, a empresa estruturou a Exímio Lab, escola de empreendedorismo que utiliza a venda de brownies como ferramenta prática de ensino. Na agricultura familiar, a Óiaki se destaca como uma plataforma de comercialização digital, capacitação e inteligência artificial voltada a pequenos produtores rurais. A startup criou uma feira digital integrada ao WhatsApp e às redes sociais, permitindo que agricultores vendam diretamente aos consumidores, recebam pedidos e pagamentos antecipadamente e colham apenas aquilo que já está vendido. Com o apoio do Start BSB, a empresa validou seu modelo de negócio, iniciou a expansão nacional e cresceu 285% nos primeiros seis meses do programa. Na área ambiental, a Arbor Garden aposta em bioinsumos para levar soluções biológicas do campo para o ambiente urbano. A startup desenvolve produtos voltados para o fortalecimento de plantas, o cuidado com áreas verdes e o controle biológico de vetores como o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Outro exemplo é o Sutiãs que Voam, plataforma colaborativa criada para tornar o turismo mais seguro e acolhedor para mulheres. A solução conecta viajantes a roteiros verificados e a uma rede de prestadoras de serviço formada majoritariamente por mulheres, fortalecendo também a economia criativa local. A Mãe Borboleta também integra o conjunto de soluções apoiadas pelo programa. A startup propõe uma abordagem estruturada para ajudar mulheres a organizarem a rotina e cuidarem da saúde emocional, com conteúdos, comunidade, mentorias e eventos voltados ao enfrentamento da sobrecarga materna. Já a Biointech, criada a partir de pesquisas desenvolvidas na Universidade de Brasília (UnB), transforma conhecimento científico em soluções biotecnológicas. A startup desenvolve peptídeos bioinspirados em moléculas presentes no veneno de vespas do Cerrado, com aplicações voltadas à indústria de cosméticos. Essas trajetórias demonstram a diversidade de áreas atendidas pelo programa — agricultura familiar, alimentação, meio ambiente, turismo, saúde emocional, biotecnologia e economia criativa — e demonstram o papel da FAPDF no apoio a negócios inovadores capazes de transformar conhecimento, pesquisa e criatividade em soluções com impacto para a sociedade. Apoio em diferentes estágios O Start BSB está organizado em três eixos, de acordo com o estágio de desenvolvimento de cada projeto. O Eixo I, de ideação e desenvolvimento de habilidades, é voltado a iniciativas em fase inicial, que ainda estão estruturando a solução e desenvolvendo competências empreendedoras. Serão selecionados até 50 projetos, com apoio de R$ 53 mil para cada proposta contemplada. O Eixo II, de incubação e pré-aceleração, é destinado a startups que já estão desenvolvendo o modelo de negócio e validando a solução. Nessa etapa, serão selecionados até 30 projetos, com apoio de R$ 110 mil para cada proposta contemplada. Já o Eixo III, de aceleração, é voltado a startups em estágio mais avançado, que buscam fortalecer sua atuação, ampliar mercado e se preparar para receber investimentos. Serão selecionados até 20 projetos, com apoio de R$ 200 mil para cada proposta contemplada. Cada eixo também contará com bonificação para as startups mais bem classificadas, conforme o desempenho nas atividades previstas pelo programa. Como se inscrever Podem participar pessoas físicas ou empresas com projetos inovadores e vínculo com o Distrito Federal ou a Ride, conforme as regras do edital. No caso de pessoa física, se a proposta for aprovada, será necessário constituir empresa com sede no DF ou na Ride para a contratação e o recebimento dos recursos. As empresas participantes devem atender aos critérios previstos na chamada pública, incluindo sede e administração no DF ou na Ride, documentação regular e proposta compatível com as áreas apoiadas pelo programa. O edital contempla projetos em áreas como agronegócio, cidades inteligentes e sustentáveis, construção civil, economia circular, defesa, jogos eletrônicos, economia criativa, educação, energia, serviços financeiros, saúde, biotecnologia, bioeconomia, blockchain, inteligência artificial, internet das coisas, manufatura avançada, microeletrônica, nanotecnologia, realidade aumentada, realidade virtual, governo digital, serviços, logística e demais tecnologias emergentes. As inscrições deverão ser realizadas pelo site oficial do Programa Start BSB, de 10 de julho a 3 de setembro. O resultado preliminar está previsto para 24 de setembro. O período para apresentação de recursos será nos dias 28 e 29 de setembro, e o resultado final está previsto para 15 de outubro. Após a divulgação do resultado final, os selecionados deverão cumprir as etapas de envio de documentação, constituição de empresa, quando necessário, e contratação junto à FAPDF, conforme os prazos estabelecidos no edital. Clique aqui e acesse o edital completo. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Começa quinta edição do Lab Day 2026, que tem como foco energias renováveis 

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), em parceria com o Sebraelab e a Cotidiano Aceleradora, promove nesta terça (26) a quinta edição do Lab Day 2026, com o tema central voltado ao mercado de energias renováveis. O evento gratuito ocorre das 17h30 às 21h, no espaço do Sebraelab, localizado no próprio Biotic.  Labday 2026 tem atividades que contemplam públicos diversificados com interesse em tecnologia e inovação | Foto: Divulgação/Biotic O Lab Day é um formato de evento corporativo e colaborativo que tem como foco a cultura de inovação, tecnologia e experimentação de ideias. Funcionando como um “dia de laboratório”, o projeto tem por objetivo aproximar quem cria a tecnologia de base científica (startups, cientistas e pesquisadores) do mercado tradicional e de investidores, transformando o conhecimento técnico em resultados econômicos e sustentáveis para a região. [LEIA_TAMBEM]O encontro desta terça-feira foi desenhado estrategicamente para conectar o ecossistema de inovação da capital federal a empresários, profissionais e empreendedores do setor. Com a correalização da Cotidiano Aceleradora, instituição de referência no fomento à cultura de startups, o evento ganha ainda mais força na identificação e no desenvolvimento de novos modelos de negócios focados em energia limpa. Ao longo da programação, o público terá acesso à apresentação de soluções tecnológicas de ponta voltadas para o segmento, além de um espaço dedicado ao networking qualificado e debates sobre as principais tendências do mercado. As vagas são limitadas, e os interessados em participar devem garantir a presença realizando a inscrição prévia no canal oficial do evento. Serviço ► Lab Day 2026 — Energias Renováveis • Data: terça-feira (26) • Horário: das 17h30 às 21h • Local: Sebraelab — Parque Tecnológico Biotic (Granja do Torto) • Evento aberto ao público em geral.  • As inscrições podem ser feitas neste link.  *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília   

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Parque Tecnológico de Robótica abre chamamento público para startups do Distrito Federal

Em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) lançou, nesta segunda-feira (18), o chamamento público para seleção de startups que têm como foco tecnologia, inovação e desenvolvimento de soluções inteligentes. Startups com projetos em desenvolvimento são o alvo do programa | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa busca conectar empreendedores, pesquisadores e negócios inovadores comprometidos com a transformação tecnológica, o fortalecimento do ecossistema regional de inovação e a geração de impacto social no Distrito Federal. O programa é destinado a startups em diferentes estágios de desenvolvimento e contempla projetos com potencial de escalabilidade, inovação e aplicação prática em áreas estratégicas da nova economia. As inscrições já estão abertas.  Quem pode participar Entre os segmentos contemplados pelo chamamento estão agrotechs, dronetechs, internet das coisas e telemetria, inteligência artificial, robótica e automação, climate techs, smart farming, geotecnologia, segurança inteligente, energia inteligente e educação tecnológica. [LEIA_TAMBEM]As startups selecionadas passarão a integrar o ecossistema de inovação do PaTec, tendo acesso à infraestrutura de coworking, sala exclusiva para startups, mentorias e networking com parceiros e investidores, além de oportunidades de conexão com editais e programas de inovação. A proposta do PaTec é consolidar um ambiente colaborativo capaz de impulsionar novos negócios, estimular soluções tecnológicas de impacto e fortalecer a cultura empreendedora e inovadora no DF. O PaTec Fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Eixos de Gestão, o PaTec está localizado na Quadra 2 do Setor Comercial Sul (SCS) e funciona como um hub de inovação, que oferece capacitação em pilotagem de drones, cultura maker, programação e robótica educacional para estudantes da rede pública.  Faça sua inscrição preenchendo este formulário.  *Com informações da Secti-DF  

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Startup do DF lidera desafio tecnológico internacional e conecta pesquisadores brasileiros à inovação

O Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) promoveu, nesta semana, mais uma etapa do programa internacional Leaders in Innovation Fellowships (LIF Global), reunindo jovens pesquisadores brasileiros em torno de um desafio baseado em uma solução tecnológica desenvolvida por uma startup residente do Distrito Federal. Startup brasiliense que representa o Brasil no programa internacional foi indicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) | Foto: Divulgação/Biotic A escolhida para representar o Brasil na iniciativa foi a Polus, startup brasiliense especializada em soluções inteligentes para gestão e controle de sistemas de refrigeração industrial. A indicação foi do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O programa integra uma rede global que também atua em países como Índia e Colômbia, conectando ciência, empreendedorismo e mercado. Criado pela Royal Academy of Engineering, do Reino Unido, o LIF Global apoia pesquisadores na transformação de inovações tecnológicas em negócios de impacto. Com duração aproximada de sete meses, a iniciativa reúne treinamentos, mentorias e conexões internacionais, com etapas nos países participantes e uma fase final no Reino Unido, onde os projetos são apresentados a investidores e especialistas do ecossistema global. No Brasil, o programa conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela seleção dos participantes e pela articulação local. Busca de soluções “Estar no LIF Global posiciona a Polus em um ambiente internacional de inovação, aproximando a empresa de pesquisadores, instituições e oportunidades que podem acelerar o desenvolvimento da nossa solução e sua expansão para outros mercados”, afirma o CEO da Polus, Luiz Filipe Guerra. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única” Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento Selecionados pelo CNPq, os participantes são pesquisadores com atuação empreendedora em diferentes regiões do país. Durante o encontro no Biotic, eles foram desafiados a analisar dados reais da operação da Polus para identificar padrões de ineficiência em sistemas de refrigeração, uma das principais fontes de custo energético da indústria. A dinâmica aproximou ainda mais a pesquisa do mercado e ampliou a aplicabilidade prática das soluções apresentadas. “Ter acesso à visão de empreendimento e à capacidade de proposição de soluções que a Polus possui foi uma oportunidade única”, avalia Rauber Daniel Pereira, da Loreto Pesquisa e Desenvolvimento. “Sabemos que o Brasil tem um enorme potencial de inovação, e testemunhar a excelência técnica e empreendedora da Polus nos confirma que é possível construir excelência nacional. Ter a oportunidade de conhecer a Polus por meio da parceria com o LIF da Royal Academy of Engineering foi um grande privilégio. Somos profundamente gratos por essa oportunidade.” Jovens empreendedores [LEIA_TAMBEM]Antes da etapa prática, os pesquisadores visitaram o Biotic e conheceram o ecossistema de inovação do Distrito Federal. Durante a visita, tiveram contato com startups formadas por jovens empreendedores que já atuam no desenvolvimento de soluções tecnológicas e na geração de negócios, reforçando o ambiente dinâmico e colaborativo do parque. Fundada por ex-alunos da Universidade de Brasília (UnB), a Polus surgiu a partir de uma solução artesanal de medição de energia e consolidou-se como referência nacional no controle inteligente de sistemas de refrigeração industrial. Hoje, a empresa controla e otimiza remotamente, com uso de inteligência artificial, centenas de câmaras frias em 15 estados brasileiros, atuando em todas as regiões do país e promovendo ganhos de eficiência energética, segurança operacional e sustentabilidade. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação”  Gustavo Dias Henrique, presidente do Biotic Além do desafio realizado no Brasil, o programa prevê novas etapas voltadas ao desenvolvimento dos participantes. Os pesquisadores deverão apresentar seus próprios negócios em um evento fechado com representantes da Embaixada Britânica e do CNPq antes de avançarem para a fase internacional, que inclui a possibilidade de participação em uma etapa final no Reino Unido. Oportunidades Voltado principalmente a projetos em estágio inicial, muitos ainda em fase de prova de conceito, o programa busca impulsionar o amadurecimento dessas iniciativas por meio da conexão entre ciência, mercado e oportunidades globais. “Quando conectamos pesquisadores a problemas reais de startups, aceleramos a transformação do conhecimento em soluções de impacto”, pontua o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique. “O Biotic existe para isso: aproximar ciência, mercado e governo e posicionar Brasília como um polo estratégico de inovação.” A atividade no Brasil marca um novo momento do programa, com maior integração entre os participantes e o ecossistema local. Ao reunir pesquisadores, startups e instituições públicas em torno de desafios concretos, o parque tecnológico firma sua posição como um dos principais polos de inovação do país, mostrando que, a partir de Brasília, soluções brasileiras não apenas nascem, mas também ganham escala e projeção internacional. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic)

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Ministério da Agricultura destaca Biotic entre os principais ambientes de inovação do Distrito Federal

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da plataforma Mapa Conecta, publicou recentemente uma atualização sobre o ecossistema de inovação do Distrito Federal, destacando os ambientes, atores e iniciativas que impulsionam o desenvolvimento tecnológico na região. O Biotic — Parque Tecnológico de Brasília foi citado entre os principais ambientes de inovação do território. Biotic ganha projeção como elo entre governo, ambiente acadêmico e mercado | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A plataforma Mapa Conecta tem como objetivo mapear e integrar o ecossistema de inovação do agronegócio brasileiro, conectando pessoas, startups, instituições de pesquisa e ambientes de inovação em todo o país. O levantamento sobre o DF evidencia o amadurecimento do ecossistema local e sua vocação crescente para o setor agro, especialmente em áreas como biotecnologia, inteligência de dados e soluções aplicadas à produtividade. [LEIA_TAMBEM]Nesse contexto, o Biotic tem atuado como elo de integração entre governo, ambiente acadêmico e mercado, abrigando instituições e programas que fomentam a criação e o crescimento de startups inovadoras. Entre os destaques estão a Cotidiano Aceleradora, a Brasil Startups e o SebraeLab, todas residentes do Biotic, que desenvolvem programas voltados à aceleração de negócios, capacitação empreendedora e incentivo à inovação em diversas áreas, incluindo o agronegócio e a sustentabilidade. “Esse reconhecimento reforça o nosso compromisso em conectar pessoas, ideias e oportunidades”, afirma o presidente do Biotic, Gustavo Dias. “Nosso papel é criar as condições para que o ecossistema do Distrito Federal continue crescendo de forma integrada e sustentável.” Com infraestrutura moderna e ambiente colaborativo, o Biotic sedia eventos, programas e projetos que estimulam a troca de conhecimentos e a criação de soluções tecnológicas, fortalecendo Brasília como referência nacional em inovação e empreendedorismo. O conteúdo completo sobre o ecossistema de inovação do Distrito Federal pode ser acessado no portal oficial do Mapa Conecta. *Com informações do Biotic

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Programa Centelha, de incentivo a empresas, chega à terceira edição

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) promoveu, nesta quarta-feira (29), o lançamento do Programa Centelha 3, que marca a abertura das inscrições do edital voltado ao fomento de ideias inovadoras e à criação de startups no Distrito Federal. O evento foi realizado no BRB Lab, localizado no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), na Granja do Torto. O Programa Centelha é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi). No Distrito Federal, a execução é feita pela FAPDF. Voltado a empreendedores e startups locais, o Centelha 3 oferece capacitação, bolsas e suporte especializado para transformar ideias em negócios sustentáveis. O edital, disponível no site, selecionará até 47 propostas inovadoras, que poderão receber apoio por meio de bolsas de fomento tecnológico e extensão inovadora, concedidas pelo CNPq. Na última edição, o programa apoiou 28 startups do DF, fortalecendo o ecossistema de inovação da capital. Agora, em sua terceira edição nacional, o Centelha deve impulsionar mais de 1.100 novos negócios em todo o país, ampliando o impacto da inovação no desenvolvimento econômico regional.  *Com informações da FAPDF  

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Edital convoca executoras para impulsionar startups deep tech no Distrito Federal

Imagine transformar uma descoberta científica em uma startup capaz de revolucionar o mercado. É essa a proposta do novo edital voltado à criação e aceleração de negócios de deep tech e noções com ideias inovadoras e potencial científico de alto impacto lançado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). Meta da FAPDF é estender o conhecimento acadêmico da área de tecnologia de ponta | Foto: Divulgação/FAPDF Nesta primeira etapa, a FAPDF busca instituições executoras que queiram implementar o Programa de Criação e Aceleração de Negócios Deep Tech. O objetivo é transformar pesquisas científicas em negócios competitivos e sustentáveis, aproximando o conhecimento acadêmico das demandas reais do mercado. Deep techs são empresas que utilizam avanços científicos e inovações tecnológicas de ponta para resolver problemas complexos, desenvolvendo tecnologias complexas — com potencial para resolver grandes desafios globais e movimentar cadeias produtivas inteiras. [LEIA_TAMBEM]Com investimento total de até R$ 7,5 milhões, o programa prevê R$ 5,8 milhões em recursos diretos para startups, voltados à modelagem e validação tecnológica, e R$ 1,7 milhão para capacitação, aceleração e acompanhamento das empresas. A meta é criar 30 novos negócios deep tech, com apoio de R$ 60 mil cada, e acelerar dez empresas em fase de validação tecnológica que receberão R$ 400 mil por projeto. As ações incluem mentorias, capacitação, validação de protótipos, simulações de pitch e conexão com investidores, fortalecendo a ponte entre a academia e o setor produtivo. Para esta primeira chamada, podem participar instituições de ciência e tecnologia, aceleradoras de startups, empresas e organizações da sociedade civil com experiência comprovada em programas de inovação tecnológica. As propostas devem ser enviadas até 3 de novembro, e o resultado final será divulgado até 2 de dezembro. Acesse aqui o edital completo. *Com informações da FAPDF

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Lançada segunda chamada do Start BSB, que apoiará mais 100 startups

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou nessa quinta-feira (26), no último dia do Innova Summit – evento que ocorreu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães –, o segundo ciclo do programa Start BSB. Após contemplar as primeiras 100 startups na fase inicial do projeto, a FAPDF abre nova chamada pública para selecionar outras 100, do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride). Arte: FAPDF Considerado um dos maiores programas de fomento ao empreendedorismo inovador da região, o Start BSB é voltado à aceleração de startups e ao fortalecimento do ecossistema de inovação do DF e da Ride. A proposta é impulsionar ideias com alto potencial de impacto, oferecendo suporte técnico, mentorias, capacitação e conexões com o mercado e investidores, desde o estágio inicial até a consolidação no mercado. A meta do programa é alcançar 300 startups ao longo de três ciclos anuais, acelerando o desenvolvimento de negócios inovadores em diferentes estágios de maturidade, desde a criação da solução até sua entrada estruturada e sustentável no mercado. Eixos de atuação O Start BSB está estruturado em três eixos complementares: · Eixo I – Ideação e Pré-incubação Desenvolve competências empreendedoras e ajuda a estruturar ideias inovadoras; [LEIA_TAMBEM]· Eixo II – Incubação e Pré-aceleração Visa validar e consolidar modelos de negócio escaláveis; · Eixo III – Aceleração Focado na consolidação das empresas e captação de investimentos. Investimento O segundo ciclo do programa conta com um investimento total de R$ 12 milhões, distribuídos da seguinte forma: · Eixo I: R$ 4,5 milhões (R$ 1,5 milhão por ano); · Eixo II: R$ 3,9 milhões (R$ 1,3 milhão por ano); · Eixo III: R$ 3,6 milhões (R$ 1,2 milhão por ano). Cada fase é conduzida por instituições gestoras e executoras especializadas, selecionadas via chamadas públicas. Entre as parceiras estão a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), a Universidade de Brasília (UnB), o Instituto Multiplicidades e o Camp – programa de aceleração promovido pela Cotidiano, responsável pela tração e desenvolvimento de startups em estágio inicial. Mais informações no site oficial do Start BSB ou na rede social do programa. Prêmio FAPDF Durante painel realizado no Auditório Master, o diretor-presidente da Fundação, Leonardo Reisman, falou sobre o 4º Prêmio FAPDF, cujas inscrições estão abertas até 15 de julho, no site da instituição, por meio do edital Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação. A premiação reconhecerá pesquisadores, startups, servidores públicos e projetos inovadores em oito categorias. A iniciativa, que oferecerá valores em dinheiro, busca valorizar ações que promovam transformação social e avanços tecnológicos. As categorias contempladas incluem Estudante Destaque, Bolsista de Iniciação, Pesquisador Destaque, Pesquisador Inovador, Profissional de Comunicação, Iniciativa GovTech, Startup Acelerada e Startup Não Acelerada, com prêmios que chegam a R$ 12 mil para o primeiro lugar. O diretor-presidente da Fundação, Leonardo Reisman, participou do podcast Inova Talks, parte da programação do Innova Summit | Foto: Divulgação/FAPDF Inova Talks O diretor-presidente da FAPDF também participou do podcast Inova Talks, parte da programação do Innova Summit. E aproveitou para incentivar os participantes a aproveitarem o evento como um ponto de partida para suas próprias jornadas empreendedoras. “Não sejam apenas um ouvinte ou espectador de tudo o que estão vivenciando. Encarem o evento como um indutor de jornada, por que não? Como empreendedor ou empreendedora, essa faísca que pode surgir numa palestra ou numa interação tem o potencial de se transformar em um projeto, em uma ideia. E, nesse caminho, você pode contar com o Governo do Distrito Federal e com a FAPDF por meio dos diversos editais de apoio à inovação.” *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Startups iniciam processo de incubação para projetos voltados ao setor agrícola

Teve início, nessa quinta-feira (5), o processo de incubação das startups participantes do AgroHack Ideias e do Hackathon Sustentabilidade Tecnológica. A iniciativa marca um importante avanço na promoção de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio e da sustentabilidade no Distrito Federal. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola | Foto: Divulgação/Secti-DF A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades e representantes do ecossistema de inovação e agropecuária, entre eles: Alexandre Villain, secretário em exercício da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF); Antônio Barreto, subsecretário de Políticas Econômicas Agropecuárias da Seagri-DF; Marcos Almeida, representante da Cooperativa de Agropecuária da Região de Brazlândia (Coopebraz); e Cristiane Pereira, diretora-presidente do Instituto MultipliCidades, responsável pela metodologia de incubação das startups. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola. As soluções envolvem o uso de tecnologias digitais e ferramentas voltadas ao aumento da produtividade e sustentabilidade no campo. Segundo Alexandre Villain, da Secti-DF, iniciativas como o AgroHack Ideias reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fortalecimento do ecossistema de inovação. “A integração entre tecnologia e agronegócio é fundamental para impulsionar o desenvolvimento sustentável do DF”, afirmou. Para Antônio Barreto, da Seagri-DF, a agricultura local ganha força ao se conectar com soluções digitais. “Aliar inovação ao agronegócio amplia as possibilidades de crescimento das nossas cadeias produtivas”, destacou. Representando os produtores locais, Marcos Almeida ressaltou a importância do diálogo entre startups e cooperativas. “Essa parceria é essencial para o avanço da agricultura familiar, com ganhos em eficiência e impacto ambiental positivo”, disse. Cristiane Pereira, do Instituto MultipliCidades, reforçou que o projeto contribui diretamente para a consolidação de Brasília como um dos principais polos de inovação do país. “O DF já ocupa a quarta posição nacional em número de startups, segundo o Sebrae. Nosso papel é ampliar esse cenário conectando ideias inovadoras às necessidades reais do setor agropecuário”, concluiu. As startups seguem agora com o processo de incubação e serão acompanhadas por especialistas ao longo das próximas etapas. A iniciativa tem o apoio da Secti-DF, Seagri-DF, Associação dos Engenheiros Agrônomos do DF (AEA-DF), Clube de Engenharia (CENB) e Parque Tecnológico Biotic. *Com informações da Secti-DF

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Instituto de Pesquisas Tecnológicas se instala no Biotic e reforça vocação inovadora da capital

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), referência em ciência e inovação há mais de 125 anos, lança oficialmente sua iniciativa Brasília nesta quinta-feira (5), em evento no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). A chegada da instituição à capital federal marca um novo momento para o desenvolvimento tecnológico do Distrito Federal, reforçando sua inserção na Estratégia Nacional de Inovação e no programa Nova Indústria Brasil (NIB). A nova base do Instituto será instalada no Biotic, espaço que concentra empresas, startups e centros de pesquisa voltados à tecnologia e à sustentabilidade. “Brasília é madura como cidade, mas ainda pode crescer como polo tecnológico. A presença do IPT vai acelerar as atividades de startups e indústrias da região, fortalecendo o ecossistema local e promovendo soluções para desafios produtivos e ambientais”, avalia Fulvio Vittorino, pesquisador e coordenador da iniciativa. A chegada do IPT à capital federal marca um novo momento para o desenvolvimento tecnológico do Distrito Federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Expansão estratégica Com mais de mil colaboradores e uma infraestrutura de 150 mil m² de laboratórios, o IPT tem sede em São Paulo e é considerado uma das mais tradicionais instituições de ciência e tecnologia do país. Sua atuação abrange oito grandes áreas: ensino tecnológico, bionanomanufatura, energia, habitação e edificações, cidades e meio ambiente, tecnologias digitais, metrologia e materiais avançados. A unidade de Brasília irá concentrar esforços especialmente nas seguintes frentes: - Tecnologias Digitais, com destaque para inteligência artificial e digitalização do parque industrial; - Cidades e Meio Ambiente, apoiando setores como construção civil e arborização urbana; - Metrologia, com impacto direto em áreas essenciais como abastecimento de água e produção industrial. Segundo o diretor-presidente do IPT, Anderson Correia, a presença no DF é estratégica. “O IPT chega a Brasília para ser um parceiro do desenvolvimento tecnológico e sustentável. Queremos ampliar nossa presença nacional, oferecendo soluções que fortaleçam o setor produtivo local, incentivem políticas públicas inovadoras e impulsionem a indústria brasileira.” Em 2024, o Instituto movimentou R$ 300 milhões, sendo mais da metade dessa receita advinda de projetos com foco em inovação. Foram mais de 3 mil clientes atendidos, 16 mil documentos técnicos emitidos e 2 mil ensaios e análises realizados. Para o presidente do BioTIC, Gustavo Dias, a chegada do IPT confirma o papel central do Parque Tecnológico na articulação do ecossistema de inovação do DF. “Receber uma instituição com a história e a competência do IPT é um passo importante para transformar o Distrito Federal em um polo de inovação aplicado. No BioTIC, o IPT encontrará um ambiente propício à pesquisa, à colaboração e à geração de soluções de alto impacto para a sociedade.” Com programas de inovação aberta, o IPT conecta startups, grandes empresas e centros de pesquisa, além de mapear políticas públicas e linhas de fomento estratégicas. A instalação da iniciativa Brasília aproxima ainda mais o Instituto do centro político do país, ampliando sua capacidade de atuação interinstitucional e de contribuição para políticas públicas nacionais de CT&I. Evento de lançamento A cerimônia de lançamento da unidade ocorre nesta quinta-feira (5), das 9h às 16h30, no prédio de Governança do Biotic, com painéis e debates sobre os desafios e oportunidades para o desenvolvimento tecnológico sustentável no DF. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic)

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