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sustentabilidade

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Podas e galhadas podem ser descartadas gratuitamente nos papa-entulhos

Neste mês, o Distrito Federal enfrenta o período de seca, época em que é comum que moradores de residências com áreas verdes façam podas de árvores e plantas, além de limpar os espaços e retirar folhas secas acumuladas. Mas o que fazer com esses resíduos? No Distrito Federal, há 28 papa-entulhos que, distribuídos por diferentes regiões, devem ser utilizados como locais de descarte de resíduos de poda e galhadas provenientes de pequenas intervenções realizadas pelos moradores. Os equipamentos estão em Samambaia (dois), Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Asa Sul, Águas Claras, Granja do Torto, Paranoá, Santa Maria (dois), Recanto das Emas, Taguatinga, Planaltina, São Sebastião (dois), Brazlândia (dois), Guará (dois), Gama (dois), Ceilândia (três), Sobradinho II (dois), Sobradinho e Núcleo Bandeirante. Papa-entulhos estão disponíveis em várias regiões do Distrito Federal | Foto: Divulgação É o caso do Park Way, região predominantemente verde e que, por isso, registra uma demanda significativa por serviços de poda. É comum encontrar sacos contendo resíduos de jardinagem dispostos irregularmente em vias públicas. No entanto, a legislação determina que o prestador responsável pelo serviço de poda deve também recolher os resíduos gerados e dar a destinação ambientalmente adequada. Os moradores que contratarem um serviço de poda devem exigir que o prestador faça a retirada e a destinação adequada dos resíduos. Não é correto simplesmente colocar o material em sacos e descartá-lo em vias públicas. O prestador do serviço deve recolher os resíduos e garantir a destinação ambientalmente adequada do material gerado. Quando esse serviço é feito pelo próprio cidadão, existe a opção de descartar no papa-entulho: a pessoa pode levar para o equipamento até um metro cúbico de resíduos de poda e galhadas por dia, volume equivalente à capacidade de uma caixa-d’água de mil litros. Caso esse volume seja maior, é preciso contratar um transportador de resíduos para o descarte correto na Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Para saber o endereço mais próximo da sua residência, basta acessar este site.       

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Projeto Conexões e Experiências mapeia atrativos de produtos e turismo rurais em todo DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Nesta terça-feira (4/8), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu uma visita guiada a dois espaços e uma rodada de apresentação e bate-papo com oito produtores selecionados no projeto Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam. A iniciativa, parceria da Emater-DF com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), reúne 40 produtores rurais em sua primeira edição e foi transformada em um catálogo disponível em formato físico e digital. Entre trilhas e retiros ecológicos, iniciativas de educação ambiental, plantações de mirtilo e morango e produção de queijos, vinhos e cachaça, a publicação reúne empreendimentos que oferecem produtos de qualidade e produção sustentável e que, ao mesmo tempo, estão de portas abertas para receber visitantes. De acordo com a Emater-DF, a proposta central do projeto é conceito de “conexão rural”, promovendo a integração entre a agroindústria familiar e o turismo rural, de modo que o visitante não apenas leve um produto para casa, mas conheça a história, o rosto e o processo de trabalho por trás de cada rótulo. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirma que o turismo rural ajuda no desenvolvimento econômico do DF | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Na Villa Giardini, um dos locais contemplados pela primeira edição do catálogo e visitados ao longo do dia e onde foi promovido um chá da tarde elaborado com produtos locais, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirmou que pensar o turismo é trabalhar o desenvolvimento econômico de toda região por meio da conexão entre empreendimentos produtores e de hospitalidade. “Hoje, por exemplo, vamos tomar um café da tarde onde eu tenho uma geleia de produtores de qualidade registrada. Aqui [na Vila Giardini], temos um ambiente que pode receber turistas. Desta forma, eu não vou estar valorizando apenas aquela propriedade ou aquele produto. Eu vou estar promovendo o desenvolvimento de toda a região em volta”, comentou. A programação do dia contou também com uma visita à cachaçaria Cavaco, outro dos empreendimentos contemplados pela primeira edição da publicação, e com a divulgação do segundo edital do projeto, disponível para participação de produtores entre 1º de junho e 31 de agosto deste ano. Cachaça 100% do DF A produção de cachaça no DF é feita em várias técnicas, como envelhecida em carvalho ou em jequitibá-rosa Como parte da programação de turismo rural, o dia começou com uma visita à cachaçaria Cavaco, localizada no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. No local, são feitos o plantio e a colheita da cana-de-açúcar, então moída para extração do caldo, que por sua vez é fermentado, destilado e, posteriormente, armazenado em tonéis de inox ou madeira para envelhecimento e ganho de complexidade. No tour pela cachaçaria, além de acompanhar as diferentes etapas do processo produtivo, é possível degustar os rótulos disponíveis — como a cachaça prata (sem envelhecimento em barril), outras envelhecidas em madeiras como carvalho-americano, carvalho-europeu e também em madeiras brasileiras, como jequitibá-rosa e amburana. Na ocasião, houve também demonstrações da aplicação da bebida em coquetelaria, com releitura de clássicos como o Aperol Spritz e o Rabo de Galo. "A Emater tem nos ajudado com questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto" Igor Cavalcante, sócio da Cachaçaria Cavaco Produtor rural e um dos proprietários da Cavaco, Igor Cavalcante conta que a Emater-DF foi um importante suporte técnico durante todo o processo, mesmo quando os planos da família ainda não eram o de produção de cachaça. Desde 2003, quando a família adquiriu a propriedade, foram feitas diferentes tentativas de empreender, com plantação de abacateiros, pinheiros e até mesmo criação de gado. “A Emater tem nos ajudado desde sempre. Quando começamos e decidimos trabalhar com cana-de-açúcar, os técnicos vieram aqui e estão sempre disponíveis para nos auxiliar. Levam o produto daqui, fornecem subsídios, fazem verificação de solo, do manejo. Além disso, tÊm nos ajudado com outras questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto”, afirmou. O empreendimento funciona em um terreno de 12 hectares e tem capacidade de produção de 20 mil litros de cachaça por ano. Igor conta que o produto tem se consolidado no mercado brasiliense, e demonstra empolgação com o crescimento do interesse do público. “Temos tido um retorno muito bom. As pessoas que compram, gostam muito do produto. Obviamente, existe um terroir específico daqui, que é diferente da Região Sul e do Nordeste. Cada cachaça vai ter uma especificidade e o público tem gostado desse terroir de Brasília, do Cerrado como um todo, então acabam levando para outros estados e até alguns outros países já estão se interessante”, comentou. Catálogo Conexões e Experiências O primeiro catálogo elenca 40 empreendimentos com mapa ilustrado, contato e horários de visitação, entre outras informações Na edição do catálogo Conexões e Experiências, foram selecionados 40 empreendimentos distribuídos em regiões rurais em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Jardim, PAD-DF, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Vargem Bonita. São 98 páginas com mapa ilustrado, fichas dos empreendimentos, informações de contato, horários de visitação, além de QR Codes que dão acesso a vídeos curtos com depoimentos dos produtores. Na publicação é possível encontrar vinícolas e enoturismo, queijarias artesanais, cafés especiais, cachaçarias, cervejaria artesanal, apicultura, fruticultura, agroindústrias de laticínios e embutidos, hotéis-fazenda, ecoparques, espaços de bem-estar, turismo religioso e turismo cultural. O catálogo está disponível em formato físico e digital. Rancho Canabrava Com 29 anos de história no Núcleo Rural Sobradinho I, a cerca de 25 km da Rodoviária do Plano Piloto, o Rancho Canabrava é referência em turismo rural no Distrito Federal. A propriedade é pioneira na criação de cavalos da raça mangalarga marchador no DF, atividade iniciada em 1971, e hoje reúne turismo equestre, gastronomia e lazer para toda a família. "Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer e temos tentado crescer para outras funções também" Anna Maria de Lucena Rodrigues, proprietária do Rancho Canabrava Entre os destaques do empreendimento, estão passeios a cavalo e de charrete, cavalgadas longas e escola de equitação, restaurante de comida mineira servida no fogão a lenha, trilhas ecológicas, arvorismo, tirolesa e fazendinha e projeto pedagógico para escolas. “O rancho tem uma história longa. Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer, e temos tentado crescer para outras funções também. Temos um espaço de evento, bem pequenininho e restrito, mas estamos tentando crescer. Temos também um projeto pedagógico, no qual atendemos escolas com uma pegada mais ecológica, a fim de tirar os meninos das telas [de dispositivos eletrônicos]”, relatou a proprietária do espaço, Anna Maria de Lucena Rodrigues. Queijaria Potiguar Agroindústria familiar dedicada a laticínios artesanais, a queijaria Potiguar une tradição de família e conhecimento técnico na produção de queijos. A operação é registrada e segue as boas práticas de fabricação, o que assegura procedência e segurança alimentar ao consumidor. A produção integra o movimento de valorização do queijo artesanal produzido no Distrito Federal. Entre os destaques, estão uma linha de queijos artesanais (frescal, coalho, manteiga e minas padrão), loja própria em São Sebastião e visitação à propriedade com contato direto com o processo produtivo. “A queijaria nasceu por meio da Emater. Os técnicos me incentivaram a legalizar [o processo de produção]. Eles me acompanham desde o início. Se eu preciso de um veterinário, eles estão lá para me ajudar, na agroindústria, na produção, nos cursos de queijos, inclusive para eu conhecer as bactérias, o leite e tal, foi tudo através da Emater”, destacou o produtor rural Antônio Fernandes Barros, de 62 anos, proprietário da queijaria. Cerrado Blue A partir de pesquisa e aperfeiçoamento genético, a produção de mirtilo foi adaptada à realidade do DF Localizada na Rota do Cavalo, a Cerrado Blue é uma das pioneiras no cultivo de mirtilo (blueberry) no Distrito Federal. O mirtilo foi adaptado ao clima do Planalto Central por meio de pesquisa e aperfeiçoamento genético. O cultivo é feito em substrato e vasos, sistema que garante frutos de calibre superior, alto teor de açúcar e acidez equilibrada, com janela de produção estendida de cerca de sete meses. Entre os destaques, estão mirtilo in natura, colha e pague, agroturismo e vivências no campo, além de derivados artesanais como geleias, molhos, sucos e chá de folhas de mirtilo. “As pessoas têm gostado bastante porque é algo que não conhecem [o mirtilo].  As que conhecem ainda não foram a um pomar. Hoje, além dessa experiência no pomar, temos a experiência gastronômica. A gente oferece um café da manhã, que é um brunch com receitas doces e salgadas com mirtilo”, contou a empreendedora rural, Leandra Alvarenga. Coopa-DF A farinha de trigo Buriti é fruto do trabalho da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) Fundada em 1978, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) reúne centenas de produtores e é uma das principais referências do agronegócio do Planalto Central. Seu produto símbolo é a farinha de trigo Buriti, resultado da busca dos cooperados, desde os anos 1990, pelo trigo como alternativa de rotação de culturas nas áreas irrigadas. O moinho próprio, inaugurado em 1995, transforma o grão em farinha para panificação, uso doméstico e farelo animal. Entre os destaques, estão a farinha de trigo Buriti e a realização da AgroBrasília, maior feira do agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, sediada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Villa Giardini Ecoparque Referência em sustentabilidade e turismo rural no DF, o Villa Giardini Ecoparque ocupa 36 mil metros quadrados no Setor de Mansões do Lago Norte, com até 65% de vegetação nativa preservada e arquitetura bioclimática. O complexo integra produção agrícola, educação ambiental e eventos, com vista para o Lago Paranoá e o skyline da cidade. Entre os destaques da propriedade, estão a meliponicultura (abelhas sem ferrão), o viveiro de mudas ornamentais e medicinais, o primeiro lavandário em larga escala do Centro-Oeste, com mais de 1,5 mil pés de lavanda e um rótulo próprio de vinho em parceria com a Vinícola Brasília, além das experiências Chá da Villa, Projeto Sementes da Villa e oficinas Brushes & Bloom. Cauê Giardini explica que o Villa Giardini Ecoparque une arte, cultura e preservação ambiental “[O local] nasceu há dez anos com o intuito de ser um parque botânico em Brasília, de ser um espaço que unisse arte, cultura e preservação ambiental. Então, temos várias atividades que são abertas à comunidade e não só privadas. Hoje, somos muito conhecidos em Brasília no setor de eventos e eventos privados, casamentos, festas sociais, mas poucas pessoas sabem que a Villa Giardini está com as portas abertas para comunidade do Distrito Federal como um todo”, contou o diretor de criação do espaço, Cauê Giardini. Oma Sena Vinícola boutique familiar, a Oma Sena — "Vovó Sena", em alemão — é uma homenagem dos netos à matriarca da família e integra o grupo Vinícola Brasília e o Eixo dos Vinhedos. A produção utiliza a técnica da dupla poda, que desloca a colheita do verão chuvoso para o inverno seco, período de maturação plena dos cachos. Entre os destaques, estão os rótulos Primeira Chuva (rosé de syrah), Descalço (sauvignon blanc), Vernáculo Syrah e Dialeto Syrah, premiações nacionais e internacionais, com destaque para o Merano Wine Festival 2025, na Itália, visitas guiadas ao vinhedo com degustação e a experiência imersiva Tinto, Taças e Tintas. Rafael Bonato: "A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos" “A nossa fase atual é de conquistar o mercado e estar realmente mais próximos dos clientes, do consumidor final. A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos. [O catálogo] ajuda muito a termos um caminho realmente aberto com os consumidores e com os clientes”, comentou o sócio-proprietário da Oma Sena, Rafael Bonato. Vinícola Brasília Nascida da união colaborativa de dez famílias e dez vinhedos do Distrito Federal e da Ride, a Vinícola Brasília é um dos projetos mais recentes da vitivinicultura no Planalto Central. Os vinhos finos são produzidos pela técnica da colheita de inverno (dupla poda), com uvas colhidas a uma altitude média de mil metros, em clima seco e de grande amplitude térmica. Pesquisa financiada pela FAPDF comprovou que os syrahs do Cerrado de Altitude apresentam altos níveis de compostos fenólicos, antioxidantes e resveratrol. Rótulos da Vinícola Brasília prestam homenagem à capital federal: Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó Entre os destaques, estão rótulos que homenageiam a arquitetura de Brasília — Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó, mais de 70 premiações nacionais e internacionais —, além de tours guiados, winebar, jantares harmonizados e cursos de vinhos. “A Vinícola Brasília, hoje, é mais conhecida fora do Brasil do que aqui dentro de Brasília. Com apenas dois anos de vida, conquistamos 120 prêmios nacionais e internacionais. Fazemos sempre um apelo às pessoas que vão até a Vinícola Brasília que, quando se sentarem em restaurantes, peçam vinhos de Brasília. A qualidade nós já provamos que temos”, comentou o gerente comercial da vinícola, Darlan Lucca Pissolatti, 57, ao citar que o empreendimento recebe propostas de exportação dos produtos para países como Alemanha, Espanha, Itália, França e Portugal. Espaço Amplitude Refúgio de hospedagem e bem-estar na DF-205 Oeste, o Espaço Amplitude foi inspirado nos princípios da geometria sagrada, com o octógono presente em todos os ambientes, em projeto que mescla o contemporâneo e o rústico. Os chalés têm vista para a montanha e para o horizonte rural. A propriedade mantém atividades agropecuárias genuínas — plantio de milho e criação de bovinos, aves e equinos —, o que reforça a autenticidade da vivência rural. Entre os destaques, o espaço dispõe de hospedagem em chalés; do projeto Entardecer no Amplitude, com contemplação do pôr do sol, petiscos e música; de trilhas, bike e ecoturismo, yoga, meditação e retiros, além de camping e observação do céu. "A vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial" Yara Lucia de Oliveira, do Espaço Atitude “Nós surgimos na época da pandemia, quando todo mundo estava sem saber para onde ir. Construímos uns chalezinhos hoje se transformaram em um refúgio, onde as pessoas procuram um lugar de conexão, de pausa, de acolhimento. Nós oferecemos aquele clima de montanha, ficamos numa área montanhosa do DF, o que é raro nas propriedades. Então, a vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial”, comentou a proprietária, Yara Lucia de Oliveira. Como participar do edital A Emater-DF também fez o lançamento do segundo edital do projeto para a seleção de produtores rurais do Distrito Federal para integrar a segunda edição do catálogo — desta vez, bilíngue — nos formatos digital e físico. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, duraram de 1º de junho a 31 de agosto, sendo abertas a produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tÊm produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre as duas modalidades. As inscrições para o segundo catálogo podem ser feitas até 31 de agosto Como contrapartida aos projetos selecionados, a Emater disponibilizou espaço na publicação bilíngue, inclusão na plataforma digital Põe na Cesta e participação em ações de marketing regional e eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Produtores que precisaram de apoio para se inscrever puderam procurar os escritórios locais da Emater-DF da sua região. *Com informações da Emater  

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Biotech XP transforma o Planetário de Brasília em palco de inovação

O Planetário de Brasília foi palco, nesta terça-feira (23), do lançamento oficial do Biotech XP, iniciativa que tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio de experiências interativas, gratuitas e acessíveis para toda a população do Distrito Federal. O evento é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Oriens, e reuniu centenas de participantes ao longo do dia, com destaque para mais de 200 crianças que vivenciaram atividades tecnológicas e educativas com foco em ciência, inovação e sustentabilidade.   Iniciativa apresenta a crianças e ao público em geral, de forma divertida, temas fundamentais para o futuro, como biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica | Foto: Divulgação/Secti-DF “Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação   Com o propósito de transformar a ciência em uma experiência prática, acessível e compreensível para diferentes públicos, a iniciativa busca aproximar jovens, estudantes, famílias e educadores de temas fundamentais para o futuro, como biologia, biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica.  “A ciência precisa estar cada vez mais próxima das pessoas, principalmente das novas gerações. Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro. A Secti tem trabalhado para ampliar iniciativas como essa, que estimulam a inovação, fortalecem a educação científica e aproximam a população das oportunidades geradas pela tecnologia”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino.  Um dos grandes destaques da programação foi a Zona de Alta Tecnologia, espaço que proporcionou experiências imersivas por meio de simuladores e recursos de realidade virtual. As crianças puderam experimentar o Simulador de Asa Delta New Action e o Simulador de Montanha Russa com óculos VR 360°, atrações que combinaram entretenimento, adrenalina e conceitos relacionados à percepção humana, tecnologia e inovação.   Show educativo e divertido: apresentação da startup Einstein Jr. conquistou o público infantil Participação ativa das crianças [LEIA_TAMBEM]Outro momento marcante do lançamento foi a apresentação da startup Einstein Jr., que conquistou o público infantil com um show educativo e divertido, promovendo a ciência de forma lúdica e estimulando a participação ativa das crianças em atividades de aprendizagem.  Além da disseminação do conhecimento, o projeto pretende fortalecer a cultura científica no Distrito Federal, ampliar o acesso da comunidade a experiências de educação não formal e incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ambiental. A expectativa é contribuir para a formação de uma sociedade mais informada, participativa e preparada para os desafios contemporâneos relacionados à ciência, tecnologia e sustentabilidade.  Para a Secti-DF, a realização do Biotech XP representa mais um avanço na missão de aproximar a ciência, a tecnologia e a inovação da sociedade, criando ambientes que incentivam a aprendizagem, despertam talentos e promovem a inclusão científica. Ao apoiar iniciativas como essa, a secretaria reforça seu compromisso em levar conhecimento de qualidade para diferentes públicos do Distrito Federal e contribuir para a construção de um futuro mais inovador, sustentável e conectado.  *Com informações da Secti-DF

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Parque de Águas Claras ganha quadra, poço artesiano e reforço na segurança

Neste domingo (14), o Governo do Distrito Federal (GDF) fez uma série de entregas no Parque Ecológico de Águas Claras, ampliando a infraestrutura esportiva e aprimorando as condições de uso da unidade de conservação. Foram entregues uma quadra de grama sintética e um novo sistema de abastecimento de água por poço artesiano, além da assinatura de uma ordem de serviço para a reforma da academia ao ar livre do parque. Além do campo sintético, Parque Ecológico de Águas Claras será beneficiado com vários investimentos do GDF, que prevê reforço na preservação ambiental em outras unidades de conservação situadas no Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Decretos e acordos de cooperação voltados à preservação ambiental e segurança dos parques também foram assinados na ocasião pela governadora Celina Leão, visando ao fortalecimento das políticas ambientais da capital. Os documentos preveem a instalação de câmeras de segurança em quatro parques, a formalização de parceria para conservação e educação ambiental e a assinatura de decretos que regulamentam a pesca no Lago Paranoá e o manejo do pirarucu no DF.  “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou a governadora, ao assinar as entregas A chefe do Executivo destacou que as entregas e medidas, anunciadas durante a programação do Mês do Meio Ambiente, reforçam o compromisso do governo com a preservação ambiental, a recuperação dos recursos hídricos e a ampliação da infraestrutura dos parques públicos. “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou.  “Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso” Governadora Celina Leão Além dessas medidas, ela elencou outras iniciativas do GDF: “Também instituímos o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas e seguimos ampliando as áreas protegidas do Distrito Federal. Já criamos novos parques, estamos investindo na recuperação de nascentes, no plantio de mudas e na recuperação do Rio Melchior. Um parque garante que aquela área será preservada e continuará sendo um pulmão ecológico para a cidade. Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso”.   Investimentos no parque Com  investimento de cerca de R$ 570 mil, a quadra de grama sintética do Parque Ecológico de Águas Claras possui aproximadamente 20 metros por 35 metros e passou por uma reforma. O poço artesiano, por sua vez, foi instalado com recursos de compensação ambiental, em investimento aproximado de R$ 130 mil.  O engenheiro florestal Irving Silveira comemorou as medidas:  “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade” A nova estrutura auxiliará no abastecimento dos viveiros, irrigação das quadras de areia, acionamento das duchas e outras atividades operacionais da unidade de conservação. A expectativa é que o novo sistema contribua para reduzir os gastos com água, que chegam a quase R$ 20 mil durante os períodos de estiagem, além de garantir melhores condições para a manutenção das atividades esportivas e ambientais desenvolvidas no local. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, para o meio ambiente e para a população” Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente Também foi assinada a ordem de serviço para reforma da academia ao ar livre localizada ao lado da quadra sintética, um projeto que prevê a substituição do piso, pintura das estruturas metálicas e avaliação técnica para implantação de pergolado ou outro tipo de cobertura, ampliando o conforto dos frequentadores. “É muito importante a entrega de obras de infraestrutura para as pessoas irem mais ao parque, conhecerem a natureza e aproveitar”, ressaltou o engenheiro florestal Irving Martins Silveira, frequentador do Parque Ecológico de Águas Claras. “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade. São equipamentos que trazem outras modalidades esportivas e só agregam mais atrativos para o parque receber a população.” Mais segurança Durante a cerimônia de entrega, a governadora também assinou a ordem de serviço para aquisição de câmeras de segurança 360 graus, destinadas aos parques ecológicos de Águas Claras, Setor O, Cortado e Ezechias Heringer, com o objetivo de reforçar a proteção dos espaços públicos e dos visitantes. Também foram assinados os decretos relacionados à pesca no Lago Paranoá e à pesca do pirarucu, iniciativas voltadas para a regulamentação e o ordenamento dessas atividades no DF. “A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento” Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental “É um dia muito especial”, comemorou o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, como o decreto que trata da pesca do pirarucu, que é uma espécie sem predador natural no lago. Foi um conjunto de ações muito importantes para o meio ambiente e para a população.” Trilhas ecológicas Outra medida formalizada foi o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Jardim Botânico de Brasília (JBB) e o movimento de trilheiros Caminhos do Planalto Central, uma parceria que busca fortalecer ações integradas de conservação ambiental, educação ambiental e gestão das áreas protegidas do Distrito Federal, com mais de 100 trilhas ecológicas mapeadas. A programação contou, ainda, com caminhada ecológica e com o autógrafo da placa simbólica que marca a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal e permanecerá instalada na sede do Parque Ecológico de Águas Claras. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, enfatizou que as ações combinam preservação ambiental, uso sustentável dos recursos naturais e ampliação dos espaços de lazer para a população. A psicanalista Cosette Castro participou da caminhada: “A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza” [LEIA_TAMBEM]“Estamos fazendo entregas consolidadas aqui”, lembrou. “A principal delas talvez seja o poço artesiano, porque estamos otimizando o recurso hídrico. Essa água será usada nas duchas, no viveiro e nas atividades do parque. Além disso, com a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas, os caminhantes ajudam a cuidar das unidades de conservação, na fiscalização e na preservação. A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento.” Participante da caminhada ecológica no parque de Águas Claras, a psicanalista Cosette Castro avaliou: “A caminhada é importante, porque precisamos de espaços verdes na cidade. A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza. Quanto mais renovações o parque recebe, mais as pessoas vêm para cá e passam a aproveitar esses espaços”. Além das novas entregas, o Parque Ecológico de Águas Claras recebeu recentemente a substituição completa do cercamento por estruturas mais resistentes. A unidade também conta com duas quadras poliesportivas reformadas e um parquinho infantil acessível, implantados com recursos de compensação ambiental há menos de dois anos.  

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Materiais reaproveitados viram espaços de bem-estar em UPAs no DF

Estruturas retiradas durante obras do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ganharam uma nova função: se transformaram em locais de convivência e descanso nas unidades de pronto atendimento (UPAs), administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A proposta une sustentabilidade, reaproveitamento de recursos e atenção ao bem-estar de profissionais e pacientes. As primeiras instalações já foram entregues nas UPAs de Recanto das Emas e Ceilândia II. Os locais contam com bancos para descanso, tomadas para carregamento de dispositivos eletrônicos e paisagismo pensado para tornar o ambiente mais acolhedor. Além de servirem como ponto de pausa para colaboradores, também podem ser utilizados em atividades terapêuticas, fisioterapia e ações ao ar livre com pacientes. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher. Para a chefe do núcleo, Paula Paiva, a criação desses locais representa mais um avanço no compromisso institucional com as pessoas. Segundo ela, os espaços foram planejados para oferecer momentos de descanso e recuperação emocional em unidades marcadas por alta demanda assistencial. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher | Foto: Divulgação/IgesDF “Investir em áreas voltadas ao descanso é investir diretamente na saúde física e mental dos profissionais que diariamente se dedicam ao cuidado da população”, destaca. Um dos diferenciais está no reaproveitamento de componentes retirados de uma área do HBDF, que atualmente passa por reformas para receber o novo centro cirúrgico da unidade. De acordo com a gerente de manutenção e infraestrutura, Tatiana Tostes, a proposta surgiu da necessidade de dar uma destinação útil aos elementos removidos durante a obra. A partir da atuação integrada entre equipes de projetos, manutenção, infraestrutura, obras e fiscalização, foi possível transformar um desafio operacional em solução inovadora. “Conseguimos unir sustentabilidade, economia de recursos e humanização em um único projeto. Todo o planejamento foi realizado para que o benefício pudesse chegar a todas as UPAs da rede e também ao Hospital Cidade do Sol”, explica. Responsável pela execução das intervenções, o gerente de Obras e Fiscalização, Matheus Martins, afirma que as entregas ocorreram entre abril e junho nas UPAs de Ceilândia II e Recanto das Emas e que novas unidades já recebem melhorias. “As obras já foram iniciadas nas UPAs de Ceilândia I, Vicente Pires e Riacho Fundo, que serão as próximas a receber os espaços”, informa. Na UPA de Recanto das Emas, a novidade rapidamente passou a fazer parte da rotina dos colaboradores. Para a gerente da unidade, Idê Ingrid Rodrigues, a iniciativa representa um cuidado que vai além da assistência. “Acredito que investir em espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores é também pensar na qualidade da assistência prestada aos pacientes. Quando nossos profissionais se sentem acolhidos, valorizados e têm um ambiente adequado para momentos de descanso e integração, conseguimos fortalecer o atendimento humanizado e oferecer uma assistência ainda melhor à população”, afirma. Mais do que uma obra física, o projeto simboliza uma nova forma de pensar a infraestrutura institucional, transformando estruturas que antes seriam descartadas em locais capazes de promover acolhimento, saúde e qualidade de vida para quem cuida e para quem é cuidado. Para o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel, a iniciativa demonstra como olhar para as pessoas e para o meio ambiente pode contribuir diretamente para a promoção da saúde. “Mais do que construir ambientes, buscamos criar locais que gerem acolhimento, conforto e qualidade de vida. Esse projeto mostra que é possível aliar eficiência, sustentabilidade e humanização em benefício das pessoas”, completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Lago Paranoá recebe ação de limpeza subaquática

Mergulhadores, pescadores, nadadores e o público em geral participaram, neste domingo (31), do fechamento da operação Clean Up — Limpeza Subaquática, realizada na orla do Lago Paranoá, na altura da Concha Acústica. A ação, que começou na semana passada, teve como principal objetivo remover resíduos do lago, bem como conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos hídricos e incentivar práticas sustentáveis. Pelotão Lacustre da Polícia Militar Ambiental teve participação efetiva na ação | Foto: Divulgação/PMDF  A iniciativa contou com apoio da Polícia Militar (PMDF), por meio do Pelotão Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). Participaram, ainda, representantes da Subsecretaria de Pesca, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), bem como da Associação Brasiliense de Pesca Sub e Apneia. Por meio de ações preventivas, educativas e operacionais, o BPMA segue atuando em parcerias institucionais e comunitárias, contribuindo para a preservação do Lago Paranoá e para a conservação da natureza.   *Com informações da PMDF

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Encontro intersetorial discute educação baseada na natureza 

A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu e participou, nesta segunda-feira (25), do Encontro Intersetorial sobre Educação Baseada na Natureza (EBN), realizado na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em Brasília. O evento reuniu representantes de órgãos públicos, instituições educacionais e organizações da sociedade civil para fortalecer o diálogo sobre educação socioambiental, sustentabilidade e enfrentamento das mudanças climáticas no ambiente escolar.  Encontro discute cooperação entre diferentes setores para fortalecer ações socioambientais nas escolas do Distrito Federal | Fotos: Mary Leal / SEEDF  A chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF, Cibele Lima, destacou que o encontro buscou fortalecer a articulação entre diferentes setores para ampliar as ações socioambientais nas escolas do DF. “O encontro visa fortalecer a articulação intersetorial por meio da ampliação da Educação Baseada na Natureza em um espaço participativo de troca de experiências, alinhamento de perspectivas e construção de estratégias integradas, considerando os desafios da crise climática e a necessidade de fortalecimento da educação socioambiental nas instituições educacionais do DF”, afirmou.  “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos”  Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF O conceito de Educação Baseada na Natureza está ligado ao direito das crianças de aprender e brincar em contato com ambientes naturais, dentro e fora da escola, com intencionalidade pedagógica. A proposta também dialoga diretamente com os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela necessidade de adaptação dos espaços educacionais. Segundo Cibele, a expectativa é consolidar uma rede colaborativa entre instituições e definir encaminhamentos conjuntos para os próximos anos. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos”, ressaltou. A programação contou com palestras, painéis intersetoriais e grupos de trabalho voltados à construção de estratégias integradas para ampliar ações de Educação Baseada na Natureza no Distrito Federal. Representando a SEEDF, participaram equipes de diferentes subsecretarias, diretorias e coordenações regionais de ensino (CREs), além de profissionais ligados às áreas de educação ambiental, educação integral e formação continuada. Ampliação do debate O encontro integra as ações do projeto Educação Baseada na Natureza, desenvolvido pelo Unicef Brasil em parceria com o Instituto Alana desde 2024. A iniciativa é realizada em quatro territórios do país: Distrito Federal, Salvador, Recife e Rio Grande do Norte. O projeto promove formações, elaboração de materiais pedagógicos e ações voltadas para o letramento climático e à integração entre natureza e currículo escolar.  [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do projeto Educação Baseada na Natureza no Instituto Alana, Gabriela Arakaki, explicou que a proposta busca ampliar o debate para além do cotidiano escolar, envolvendo também gestores e formuladores de políticas públicas. “As ações foram muito focadas no chão da escola, nos processos formativos com gestores escolares, professores e professoras. Agora, estamos pensando também na incidência desse tema no contexto dos tomadores de decisão no âmbito das políticas públicas”, destacou. O encontro também abordou o Prêmio Entre no Clima, iniciativa ligada ao projeto que reconhece experiências desenvolvidas por escolas nas áreas de mudanças climáticas, gestão de resíduos, eficiência energética e uso consciente da água. As inscrições foram encerradas em maio e 36 projetos finalistas terão suas experiências registradas em um e-book. Desses, 12 escolas serão premiadas em cerimônia marcada para 1º de julho, em Brasília, com reconhecimento nacional e premiação que conta com a instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia solar. *Com informações da SEEDF

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DF entrega licenças ambientais e reforça produção sustentável no campo

Durante a AgroBrasília, nesta sexta-feira (22), cinco licenças ambientais foram entregues pela governadora Celina Leão a produtores do Distrito Federal, com foco nas atividades de irrigação por pivô central e avicultura de corte. As autorizações beneficiam empreendimentos localizados nas regiões administrativas de Planaltina, São Sebastião e Paranoá. “O Estado precisa entender que ele tem que dar a mão, ele não deve atrapalhar. Muitas vezes, o Estado atrapalha: quando deixa de te dar uma licença, quando não abre a estrada da sua fazenda, quando não coloca todas as condições necessárias… Mas graças a esse time [de secretários], eu tenho certeza que o agronegócio aqui vai continuar crescendo”, enfatizou a chefe do Executivo. Celina Leão: "O Estado precisa entender que ele tem que dar a mão, ele não deve atrapalhar" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com a Superintendência de Licenciamento Ambiental (Sulam), o uso de pivôs centrais é essencial para a produção de grãos no Cerrado, especialmente nos períodos de estiagem, comuns entre o outono e o inverno. A tecnologia garante a produtividade mesmo em condições climáticas adversas. A avicultura, por sua vez, figura como um dos principais pilares da pecuária no Distrito Federal, com faturamento bruto estimado em mais de R$ 1 bilhão, o que reforça sua relevância econômica para a região. A licença ambiental atesta que o funcionamento do empreendimento está em conformidade com diretrizes previstas em instrumentos como o Código Florestal, planos de manejo de unidades de conservação e a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Além disso, assegura o monitoramento e a fiscalização das atividades.   Outro impacto importante é o acesso facilitado ao crédito rural e a novos mercados, inclusive internacionais, já que a regularização ambiental amplia a segurança jurídica dos empreendimentos. "É uma equação que, para muitos, é simples, mas é dificílima, que é o desenvolvimento sustentável. Ou seja, a gente cuida das nascentes, mas a gente cuida também do desenvolvimento da cidade" Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou que a sintonia entre a produção agrícola e a preservação ecológica é fundamental para o desenvolvimento do setor. "A gente entende que agro e meio ambiente têm tudo a ver. Sem o cuidado com o meio ambiente, a gente não consegue avançar. É uma equação que, para muitos, é simples, mas é dificílima, que é o desenvolvimento sustentável. Ou seja, a gente cuida das nascentes, mas a gente cuida também do desenvolvimento da cidade", afirmou Gomes, ao reforçar que o grande desafio da gestão é buscar o equilíbrio do desenvolvimento sustentável. "O Governo do Distrito Federal trabalha junto do produtor dentro da legalidade. Trabalhando atividades licenciadas, monitorando e garantindo produção e proteção ambiental", emendou o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Em 2021, apenas cerca de 30% dos pedidos para atividades agropecuárias estavam licenciados. Atualmente, esse índice supera os 82%, resultado da modernização da legislação, do aprimoramento das ferramentas de análise e da qualificação dos serviços de consultoria ambiental. Feira agrícola O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos Com apoio do GDF, a AgroBrasília segue até este sábado (23), no PAD-DF, no Paranoá. O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos e feito pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). A feira funciona como uma grande vitrine de inovações, com destaque para negócios focados em maquinários, insumos, sustentabilidade, genética animal e vegetal, além de debates e palestras sobre o setor produtivo. Durante a visita à AgroBrasília, Celina Leão também anunciou mudanças no Fundo de Desenvolvimento Rural,  lançou edital para regularização fundiária de 182 imóveis rurais e assinou o decreto que regulamenta o Programa Reflorestar e o texto que normatiza a Política de Boas Práticas Agropecuárias. Além disso, a feira também foi palco da assinatura simbólica de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Seagri-DF) e a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), iniciativa que fortalece a defesa agropecuária e amplia a integração sanitária entre o Distrito Federal e Goiás. “Essa é uma feira que movimenta mais de R$ 5 bilhões em negócios; tem uma presença maciça do nosso Estado aqui, com os nossos órgãos, nossas secretarias dando apoio, fomento e investimento para que as pessoas tenham a oportunidade de expor seus produtos, seus projetos”, enfatizou a governadora.  

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Brasília ganhará shopping ao lado do aeroporto, reforçando potencial turístico e econômico

O Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek passará por uma ampla expansão, com investimentos superiores a R$ 1,1 bilhão em novos empreendimentos voltados para comércio, lazer e logística. Entre os principais projetos está a construção do Partage Brasília, novo shopping center que será implantado na via de acesso ao terminal aéreo para transformar a experiência de moradores, turistas e passageiros em conexão com a capital federal. Projeto pronto: shopping Portage terá mais de 60 mil metros quadrados de área construída | Foto: Bento Viana/Setur-DF O empreendimento é desenvolvido pelo grupo Partage, companhia com mais de 28 anos de atuação no mercado e responsável pela implantação, comercialização e administração de 16 empreendimentos em todo o país. O Partage Brasília será o primeiro open mall da rede e nasce inspirado no céu da capital federal, integrando modernidade, sustentabilidade e valorização do Cerrado. “O empreendimento vai gerar emprego, renda e novas oportunidades para toda a cadeia produtiva do turismo” Bernardo Antunes, secretário interino de Turismo  Com mais de 60 mil metros quadrados de área construída, o shopping reunirá cerca de 130 lojas, incluindo sete grandes âncoras, além de academia da rede Cia Athletica, com mais de 3 mil metros quadrados, food hall do Mané Mercado, dez restaurantes e seis salas de cinema, sendo quatro VIP, uma MaxScreen de 210 metros quadrados e uma sala premium, além de um exclusivo cinema a céu aberto. O complexo também terá um clube com piscina de ondas para a prática de surfe, ampliando a proposta de entretenimento e posicionando o empreendimento como um novo polo de lazer e experiências em Brasília. Área ampla O projeto foi pensado para oferecer uma experiência diferenciada de convivência e lazer. Entre os destaques estão um parque central com mais de 12 mil metros quadrados, áreas para shows, espaço kids, pet garden e o primeiro observatório público de pousos e decolagens da cidade, permitindo que visitantes acompanhem a movimentação de aeronaves em uma das pistas mais movimentadas do Brasil. A sustentabilidade também é um dos pilares do empreendimento. O Partage Brasília já conquistou a certificação internacional LEED Gold, tornando-se o primeiro shopping do Distrito Federal a receber o selo. Como parte das ações ambientais, foi criado um viveiro exclusivo para resgate e preservação de espécies nativas do Cerrado, com cerca de 3 mil mudas que serão reintegradas ao paisagismo do complexo. [LEIA_TAMBEM]“Esse investimento representa um marco importante para o desenvolvimento do turismo no Distrito Federal”, ressalta o secretário interino de Turismo do DF, Bernardo Antunes. “Brasília se consolida cada vez mais como um destino moderno, preparado para receber visitantes com infraestrutura, lazer e serviços de qualidade. O empreendimento vai gerar emprego, renda e novas oportunidades para toda a cadeia produtiva do turismo.” Localizado a menos de 500 metros do aeroporto, o shopping foi concebido pela equipe da Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, e atenderá moradores das regiões administrativas, além de passageiros, visitantes e funcionários do terminal aéreo. A proposta é oferecer uma nova opção de lazer, conveniência e entretenimento para quem chega ou passa pela capital federal. O empreendimento prevê a geração de cerca de 2 mil empregos diretos. “Mais do que um centro de compras, o empreendimento nasce como um novo ponto de encontro da cidade, um espaço de experiências, lazer e qualidade de vida para brasilienses e visitantes”, afirma Adriano Capobianco, diretor comercial e de Novos Negócios do Grupo Partage. *Com informações da Secretaria de Turismo

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Reciclotech coloca Brasília entre as cidades mais inovadoras em premiação Ibero-americana

O programa Reciclotech, desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), conquistou reconhecimento internacional ao colocar Brasília entre as cidades mais inovadoras da Ibero-América. A iniciativa ficou em 5º lugar no Prêmio UCCI 2026 à Inovação Ibero-americana, promovido pela União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI). A premiação reúne projetos inovadores desenvolvidos por cidades ibero-americanas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população, o desenvolvimento sustentável e a criação de soluções voltadas para os principais desafios urbanos da atualidade. Nesta edição, 34 iniciativas de 15 cidades integrantes da UCCI participaram da disputa, evidenciando o alto nível de competitividade entre os projetos inscritos.  O Reciclotech une economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF O Reciclotech foi destaque por aliar economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional, transformando resíduos eletrônicos em oportunidades de aprendizado, geração de renda e acesso à tecnologia para a população. O reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo perfil técnico do júri, composto por representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), da IE University, da Madrid Innovation (Câmara Municipal de Madrid) e da UCCI.  [LEIA_TAMBEM]“Esse reconhecimento mostra que Brasília tem se consolidado como referência em inovação com impacto social. O Reciclotech é um exemplo de como tecnologia, sustentabilidade e inclusão podem caminhar juntas para transformar vidas e gerar oportunidades para a população do Distrito Federal. Estar entre os projetos reconhecidos internacionalmente fortalece ainda mais o compromisso da Secti em desenvolver iniciativas que tragam resultados concretos para a sociedade”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Como parte da premiação, o Governo do Distrito Federal foi convidado a apresentar o programa durante o Fórum das Cidades da IFEMA Madrid 2026, um dos principais encontros internacionais voltados à inovação urbana e desenvolvimento sustentável, que será realizado entre os dias 9 e 11 de junho, em Madri, na Espanha. *Com informações da Secti-DF  

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