Resultados da pesquisa

unidades de conservação

Thumbnail

Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais

O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate. Região registra índices baixos de umidade relativa do ar, com temperaturas mais altas durante a tarde; condição aumenta risco de incêndios | Imagem: Divulgação  As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada. Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica. No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais. Ações de prevenção  Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs). A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios. Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem. Operação Verde Vivo  3.786 Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones. Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones. Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano. Impacto ambiental e legislação Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d'água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa. Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital. A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental. Orientações Recomenda-se hidratação constante durante todo esse período de seca | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública. ► Evitar o uso do fogo Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas. ► Descarte seguro Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias. ► Cuidados com faíscas Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes. ► Cuidados de saúde Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h. ► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.  

Ler mais...

Thumbnail

Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF

O Instituto Brasília Ambiental promove, em maio e junho, a queima prescrita em 13 unidades de conservação distritais sob a sua gestão. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções. As primeiras a receberem o atendimento, a partir desta segunda-feira (4), serão o Parque Ecológico do Tororó, com o aceiro mecânico de 10,2 quilômetros, e a Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada na Região Administrativa de Planaltina, com a queima prescrita em uma área demarcada de 102,47 hectares (equivalente a 0,9% da área total da Esecae que possui mais de 10 mil hectares). A iniciativa faz parte do Plano Estratégico de Prevenção aos Incêndios Florestais de 2026 e será comandada pela Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Instituto (Dpcif). A execução técnica será prestada pelos combatentes da autarquia. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Conforme explica o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, o manejo com fogo é um instrumento de proteção prévio ao período de seca, momento no qual há mais umidade na superfície e as equipes conseguem controlar a queima somente de espécies não pertencentes ao bioma Cerrado. “O intuito é diminuir a quantidade de capins exóticos e brachiarias (forrageira de origem africana) para que no período de estiagem, não haja tanto material combustível. Em um incêndio florestal, elas provocam queimas com temperaturas mais altas, labaredas muito maiores, e por um período mais prolongado, comprometendo o bioma”, esclarece o gestor do Brasília Ambiental. As áreas alvo das ações funcionam, ainda, como uma faixa de proteção das áreas sensíveis das unidades de conservação, a exemplo, na Esecae, da vereda e das matas, com espécies nativas da flora do Cerrado. Informações: Brasília Ambiental *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

GDF inicia obras de infraestrutura no Parque do Guará

O Parque Ecológico Ezechias Heringer, localizado no Guará, e administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, em breve ganhará mais infraestrutura. As primeiras medidas para isso já estão em pleno andamento. A área 27 da unidade de conservação recebe as primeiras intervenções para passar a contar com equipamentos públicos. As intervenções iniciais incluem a construção de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), um parquinho infantil e uma ciclovia. "As nossas unidades de conservação (UCs) são locais de grande importância que, além de proteger a fauna e a flora, promovem lazer em contato com a natureza. Por isso, investimos na infraestrutura, garantindo espaços públicos de qualidade para todos. Cuidar do meio ambiente é cuidar da qualidade de vida e do futuro do Distrito Federal”, vice-governadora Celina Leão. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que dar infraestrutura às UCs é fundamental. “A importância está em transformar áreas naturais protegidas em espaços funcionais, seguros e sustentáveis. Criar infraestrutura no segundo módulo do parque do Guará significa atrair mais moradores locais para visitar o parque. Isso é fundamental porque aumenta o sentimento de pertencimento da comunidade, que, afinal de contas, é a quem esses espaços pertencem”, lembrou. O superintendente de unidades de conservação do Brasília Ambiental, Marcos João Cunha, ressalta que a ocupação do espaço, chamado segundo módulo do parque, vai oferecer mais oportunidades de convivência e lazer para a comunidade. “Futuramente ainda temos a previsão da construção na área 27 do memorial Ezechias Heringer, além de quadra poliesportiva, estacionamento e trilhas”, ressalta. O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O parque ecológico Ezechias Heringer, situado na QE 23 do Guará 2, é formado por uma área de 306 hectares. Foi criado em 1998 para proteger o córrego do Guará e o Cerrado nativo. Em seu primeiro módulo, oferece trilhas, orquidário, parquinho e equipamentos de ginástica, sendo um importante espaço de lazer, natureza e preservação da fauna local. O nome da Unidade de Conservação homenageia o agrônomo Ezechias Paulo Heringer, pioneiro no estudo das orquídeas e do Cerrado. O parque está aberto diariamente das 6h às 21h. *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Alterada a normativa sobre espécies exóticas invasoras do DF

Na edição de terça-feira (16) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Instituto Brasília Ambiental publicou a Instrução Normativa (IN) nº 28, que altera a Instrução Normativa nº 409, de 22 de outubro de 2018, de reconhecimento da lista oficial de espécies exóticas invasoras do Distrito Federal.  Aves da espécie dos psitaciformes — cacatuas, araras, papagaios, periquitos — estão na lista das invasoras | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “A presença de espécies exóticas invasoras é atualmente um dos principais desafios para a conservação da biodiversidade no DF”, explica o presidente substituto do Brasília Ambiental, Valterson da Silva. “Nos últimos anos, o instituto acumulou significativa experiência prática no enfrentamento desse problema evidenciando que a forma como o tema havia sido regulamentado já não respondia com a agilidade, clareza e efetividade necessárias às demandas reais das unidades de conservação, especialmente sobre a complexidade territorial e a diversidade de cenários.” Nesse contexto, o Brasília Ambiental iniciou a revisão da Instrução Normativa nº 409/2018, de modo a adequar o normativo distrital às diretrizes propostas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na esfera federal, com procedimentos e metas compatíveis com a realidade enfrentada no dia a dia da gestão das áreas protegidas. Entre os exemplos de espécies exóticas invasivas, estão aves psitaciformes (papagaios, araras, cacatuas, periquitos), alguns répteis e insetos. Controle e manejo Segundo a diretora de Conservação, Recursos Hídricos e Fauna do Brasília Ambiental, Janaína Starling, o novo texto dá respaldo formal às ações de controle e manejo de espécies exóticas invasoras que já vêm sendo desenvolvidas pelas equipes das unidades de conservação (UCs). “Traz mais segurança jurídica e clareza de procedimentos, permitindo que o trabalho técnico, já realizado no dia a dia em campo, seja devidamente planejado, registrado, monitorado e ampliado de forma estruturada, fortalecendo a gestão”, afirma.  [LEIA_TAMBEM]A expectativa, a partir dessa normatização, é tornar a política de enfrentamento às espécies exóticas invasoras mais eficiente e conectada com a prática cotidiana da gestão ambiental. O foco passa a ser a priorização de áreas mais sensíveis e de maior risco. O planejamento deixa de ser um fim em si mesmo e passa a atuar como instrumento de apoio direto à tomada de decisão e à execução das ações de manejo. O gerente de Fauna Silvestre do instituto, Rodrigo Santos, lembra que, com a IN, será possível o planejamento estratégico e operacional, com estratégias preventivas bem-definidas, transformando-o em uma ferramenta prática de proteção da biodiversidade, e não apenas em uma exigência formal. Isso significa maior agilidade na resposta às invasões biológicas. “A recente alteração aprovada pela Instrução Normativa nº 28 é um passo crucial para a conservação da biodiversidade no Distrito Federal”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “Com essa atualização, estamos fortalecendo a proteção da nossa rica biodiversidade e promovendo uma resposta mais ágil às invasões biológicas.” *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Área degradada no Parque Ecológico do Riacho Fundo começa a ser restaurada

Na manhã desta quarta-feira (12), começou uma nova etapa da recuperação de uma área de 34 hectares no Parque Ecológico do Riacho Fundo. Depois de dois anos de trabalho para controlar capins exóticos e preparar o solo, o local está sendo semeado com espécies nativas do Cerrado. Empreendida pelo Instituto Brasília Ambiental, a ação conta com recursos de compensação florestal voltados à restauração de áreas degradadas em unidades de conservação. Envolvendo plantio e tratamento do solo, a iniciativa favorece a recuperação do habitat de animais do Cerrado, bem como da vegetação nativa | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “A compensação funciona justamente para isso: recuperar os impactos para que possamos continuar desenvolvendo, mas com sustentabilidade” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental O trabalho contempla controle e erradicação de espécies exóticas, aragem e gradagem do solo, construção de curva de nível para o controle de processos erosivos e semeadura de capins, arbustos e árvores, todas espécies nativas do Cerrado. Com a recuperação, diversas espécies de animais e plantas devem voltar a habitar o local. A ação também vai ajudar a proteger as nascentes do parque e melhorar a qualidade de vida da população que vive nas proximidades.  “Entendemos que, para algumas coisas evoluírem, precisamos eventualmente gerar impactos no meio ambiente”, afirma o presidente do instituto, Rôney Nemer. “A compensação funciona justamente para isso: recuperar os impactos para que possamos continuar desenvolvendo, mas com sustentabilidade.” Parceria com a comunidade A ação também contou com a participação da comunidade, além de técnicos da Tikré Brasil Soluções Ambientais. “Sabia do tamanho do parque pela internet, mas não tinha vindo ao lado do Riacho Fundo II”, comentou a microempresária Nadja Rodrigues. “Esse parque é extremamente necessário para nossa sustentabilidade e para a preservação ambiental, que impacta diretamente na qualidade de vida, sobretudo diante das mudanças climáticas”. Para os brigadistas florestais, o plantio representa um reforço no combate a incêndios. “Em anos anteriores, tivemos muito combate ao fogo, provocado por ação humana devido à proximidade com o conjunto habitacional do Riacho Fundo II”, relatou o brigadista Célio Henrique, do Brasília Ambiental. “Este ano já registramos menos incidentes graças à vigilância prolongada da equipe, e esperamos reduzir ainda mais com a recomposição da vegetação”. [LEIA_TAMBEM]O chefe da brigada do Brasília Ambiental, Alisson Araújo, reforçou: “Estamos em um perímetro que abriga várias nascentes. Esse plantio vai permitir a volta da fauna e da flora, além de proteger as nascentes. Essa área sempre teve muito mato, o fogo começava aqui e se alastrava pelo parque. Com as novas composições vegetais, acredito que esse impacto será bem menor”. O parque O Parque Ecológico do Riacho Fundo possui cerca de 463,53 hectares entre o Riacho Fundo e o Riacho Fundo  II. Criado para garantir a diversidade biológica da fauna e flora locais, o parque preserva o patrimônio genético e a qualidade dos recursos hídricos. A nascente do córrego Riacho Fundo está dentro da unidade, que abriga veredas, campos de murundus e espécies típicas do Cerrado, como copaíbas, imbiruçus e a Lobelia brasiliensis, espécie de flor que só existe no Distrito Federal. Além disso, o parque desenvolve projetos comunitários, como o Parque Educador (voltado a alunos da rede pública), o viveiro de mudas do Cerrado para recuperação de áreas degradadas e iniciativas agroflorestais e de hortas Panc (plantas alimentícias não convencionais).   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Participação popular em decisões sobre unidades de conservação do DF tem regras atualizadas

O Instituto Brasília Ambiental publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 2 de outubro,  a Instrução Normativa nº 19/2025, que atualiza as regras para a realização de consultas públicas. A nova norma moderniza o processo e amplia a participação da sociedade nas decisões sobre as unidades de conservação (UCs) do Distrito Federal — áreas protegidas que ajudam a preservar o meio ambiente. As consultas públicas, agora, podem ser realizadas de forma virtual, com ponto de acesso presencial, ou presencialmente, com transmissão pela internet. Assim, mais pessoas poderão acompanhar e participar das discussões, mesmo à distância. As consultas públicas, agora, podem ser realizadas de forma virtual, com ponto de acesso presencial, ou presencialmente, com transmissão pela internet | Foto: Divulgação/ Brasília Ambiental Além disso, a instrução normativa explica todas as etapas do processo, desde a convocação e inscrição dos participantes até o registro em ata e a publicação dos resultados. Isso garante mais transparência, segurança e organização nas ações do Instituto. “A modernização das consultas públicas reflete o compromisso de nossa gestão com a transparência e a participação cidadã. É ouvindo a população que construímos um futuro mais justo e sustentável para o Distrito Federal”, afirma a vice-governadora Celina Leão. "É ouvindo a população que construímos um futuro mais justo e sustentável para o Distrito Federal" Celina Leão, vice-governadora Com as novas regras, o Brasília Ambiental quer estimular a participação social, ou seja, permitir que a população ajude a decidir os rumos da política ambiental do DF. Ao facilitar o acesso — tanto presencial quanto on-line —, o instituto democratiza as decisões e garante que moradores, movimentos sociais e entidades ambientais possam contribuir com ideias e opiniões sobre os limites e o uso das áreas de conservação. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reforça a importância de que decisões com impacto sejam amplamente discutidas. “As Unidades de Conservação precisam, de fato, ser conservadas, como o próprio nome diz. E, para que tenhamos êxito nesse processo, precisamos da participação da comunidade, zelando pelos espaços, levando o lixo de volta para casa. Enfim, os parques são de todos nós — para desfrutar e cuidar também”, pontuou o gestor. [LEIA_TAMBEM]A regularização das UCs é um processo importante para definir os limites e a gestão dessas áreas.  Muitas UCs foram criadas há anos, antes das regras atuais do Sistema Distrital de Unidades de Conservação da Natureza e, agora, passam por revisões técnicas e legais. Para o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcos Cunha, “a nova instrução normativa garante que a população seja ouvida nessas etapas, o que fortalece a legitimidade das decisões e ajuda a proteger melhor o patrimônio natural do DF”. Além de ampliar a participação, a medida também torna os processos mais rápidos e claros. Com prazos definidos e formatos padronizados, o Brasília Ambiental reduz a burocracia e melhora a gestão dos documentos. O uso dos meios digitais também facilita o trabalho das equipes técnicas, garantindo mais agilidade sem perder a qualidade nem a transparência. *Com informações do Brasília Ambiental  

Ler mais...

Thumbnail

Encontro discute prioridades para melhorar as unidades de conservação do DF

Agência Brasília · ENCONTRO DISCUTE PRIORIDADES PARA MELHORAR AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO DF A 2ª Plenária de 2025 do Planejamento da Superintendência de Unidades de Conservação (Sucon) reuniu, nesta sexta-feira (12), servidores, brigadistas e contratados administrativos no Parque Ecológico Três Meninas, em Samambaia. O encontro, essencial no processo de gestão coletiva das Unidades de Conservação (UCs) do Distrito Federal, teve como mote “Conservação: Planejar, Conectar, Executar”. Conduzida pela Comissão Permanente de Planejamento das UCs (CPP), a plenária integrou diagnóstico, planejamento e execução em um modelo participativo. A metodologia adotada busca fortalecer a articulação entre as áreas técnicas e operacionais da Sucon, garantindo que as propostas avancem para ações práticas. O modelo participativo de gestão foi seguido na plenária realizada no Parque Três Meninas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [LEIA_TAMBEM]Sete grupos de trabalho discutiram pontos críticos para a melhoria das UCs e apresentaram sugestões. Entre os temas levantados, destacaram-se a ausência de sinalização adequada, a necessidade de roçagem e manutenção de trilhas, a falta de mobiliário básico e de aceiros em áreas estratégicas, além do controle insuficiente da visitação. Também foram apontados como desafios a presença de espécies vegetais invasoras e a interferência de animais domésticos soltos nas áreas de proteção. Para a vice-governadora Celina Leão, o planejamento permite uma gestão consciente e com resultados efetivos: “A oportunidade de pensarmos juntos em atitudes que integram a preservação dos nossos recursos ambientais com a infraestrutura para os visitantes traz sempre ótimos resultados.” O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou a comissão por pensar coletivamente: “Algumas dificuldades precisam ser compartilhadas para que possamos alcançar melhores resultados. As ideias, quando somadas, geram soluções que são, de fato, exequíveis”, pontuou o gestor da autarquia. *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Consulta pública debate parceria com terceiro setor para preservação de unidades de conservação do DF

Agência Brasília · CONSULTA PÚBLICA DEBATE PARCERIA COM TERCEIRO SETOR PARA PRESERVAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO DF O Instituto Brasília Ambiental promoveu, nesta quarta-feira (27), uma reunião aberta para apresentar os detalhes da parceria que pretende firmar com o terceiro setor na realização de atividades de apoio à conservação e à educação ambiental voltadas a crianças e adolescentes em unidades de conservação distritais administradas pela autarquia. O encontro contou com a participação do presidente do Instituto, Rôney Nemer; da superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani; e do coordenador da Comissão de Seleção e Habilitação do Chamamento Público, Fernando de Medeiros; além de servidores e representantes da sociedade civil organizada. Na reunião, o público conheceu a motivação do chamamento, a base legal, o regramento e as etapas previstas para o desenvolvimento da chamada pública | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a iniciativa de envolver a comunidade no debate sobre a proposta que visa selecionar organizações responsáveis por atividades educativas nas áreas sob gestão do Brasília Ambiental. “É uma oportunidade de ouvir a população e, assim, entregar, da melhor maneira possível, atividades ambientais educativas à nossa comunidade, para que possam aprender e contribuir cada vez mais com a preservação ambiental”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]No primeiro momento, foram apresentados ao público a motivação do chamamento, a base legal, o regramento e as etapas previstas para o desenvolvimento da chamada pública. Em seguida, foi aberto espaço para que os participantes pudessem opinar e sugerir critérios de avaliação. “As atividades desempenhadas em nossas unidades de conservação são muito importantes, tanto para nós, enquanto órgão ambiental, como para quem realiza as ações e para a sociedade, que é diretamente beneficiada com os conhecimentos sobre o meio ambiente. A ideia do chamamento é estabelecer regras claras sobre o que pode ser feito, garantindo também a chancela dos órgãos de controle”, explicou Rôney Nemer. O chamamento público contemplará os parques ecológicos Águas Claras, Cortado (Taguatinga), Pioneiros (Candangolândia), Lago Norte e Três Meninas (Samambaia). As organizações da sociedade civil (OSCs) vencedoras poderão utilizar as estruturas físicas das unidades para guarda de materiais e apoio logístico em suas iniciativas. As contribuições e sugestões — tanto para inclusão de novas atividades quanto para exclusão ou alteração de propostas — poderão ser enviadas até 12 de setembro para o e-mail sucon@ibram.df.gov.br. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Agentes de unidades de conservação participam de curso sobre biodinâmica

Agência Brasília · AGENTES DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO PARTICIPAM DE CURSO SOBRE BIODINÂMICA O Instituto Brasília Ambiental tem promovido, por meio do seu projeto Reconexão Cerrado, o curso Introdução à agricultura biodinâmica, voltado a agentes das unidades de conservação (UCs), sob a gestão da autarquia. A formação, que ocorre no espaço de educação ambiental do Parque Ecológico Águas Claras, chegou ao quarto módulo na quinta-feira (14). Os módulos anteriores ocorreram nos dias 5, 7 e 12 deste mês. O encerramento está previsto para o dia 21, totalizando 24 horas de curso, distribuídas em cinco encontros. Webert Ferreira, membro da comissão do Reconexão Cerrado e analista em políticas públicas do instituto, explica que o objetivo principal do curso é compartilhar conhecimentos e apresentar diferentes abordagens agrícolas, visando a experimentação de práticas inovadoras nas unidades de conservação, aplicáveis no contexto do Cerrado. Segundo o analista, as técnicas de regeneração frequentemente empregadas nas UCs, geridas pelo Brasília Ambiental, incluem o plantio direto de mudas. “Embora essa prática seja utilizada por mais de dez equipes, nem sempre alcança o sucesso desejado, pois as mudas demandam cuidados específicos até atingirem a fase adulta. A agricultura biodinâmica oferece uma nova perspectiva, com foco em atenção e cuidado, especialmente na fase inicial, fornecendo o máximo de energia para o desenvolvimento da planta”, detalha. Encontros ocorrem no Parque Ecológico Águas Claras | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental  A iniciativa Reconexão Cerrado visa promover cursos com diversas temáticas. Após a conclusão deste curso sobre agricultura biodinâmica, haverá uma segunda etapa dedicada à compostagem biodinâmica, aplicando os conhecimentos adquiridos na iniciativa atual. As formações estão sendo viabilizadas por meio de compensação ambiental. “Iniciativas como o curso de introdução à agricultura biodinâmica são fundamentais para capacitar nossos agentes de unidades de conservação, garantindo a preservação do Cerrado e a melhoria da qualidade de vida da nossa população. A nossa gestão trabalha no presente para garantir o futuro", ressalta a vice-governadora Celina Leão.   "Iniciativas como o curso de introdução à agricultura biodinâmica são fundamentais para capacitar nossos agentes de unidades de conservação, garantindo a preservação do Cerrado e a melhoria da qualidade de vida da nossa população. A nossa gestão trabalha no presente para garantir o futuro" Celina Leão, vice-governadora Já o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, elogiou o projeto Reconexão, que tem contribuído com iniciativas que agregam conhecimento para os servidores: “As formações, que estão sendo feitas qualificam os agentes e auxiliam na promoção do uso sustentável dos recursos naturais, garantindo a preservação do Cerrado e, em consequência, a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais. A comissão que está à frente do projeto está de parabéns”. Para o agente de unidade de conservação Jeovane Lúcio de Oliveira, participante da formação, o curso está trazendo uma oportunidade de obtenção de um conhecimento maior sobre a técnica da biodinâmica, que pode, futuramente, ser compartilhada. “Acredito que temos condições de utilizar esses conhecimentos na prática no Parque Ecológico do Riacho Fundo, onde trabalhamos com agrofloresta. Esse curso vai nos ajudar bastante a fazermos experiências lá junto com a população local e também repassarmos esse conhecimento para eles”, apontou. Biodinâmica  [LEIA_TAMBEM]A agricultura biodinâmica é um método agrícola holístico que vê o meio natural como um organismo vivo, integrado aos ritmos cósmicos, e que considera a Terra como um sistema interconectado de solos, plantas e animais. Ela se diferencia da agricultura orgânica por adotar práticas que vão além do uso de insumos naturais, incorporando a antroposofia e o uso de preparados biodinâmicos, que são preparados específicos para compostagem e outros processos. O quarto módulo do curso foi ministrado por Ximena Moreno, médica veterinária, mestre em gestão de planejamento ambiental, formada em antroposofia e referência em agricultura biodinâmica. Ela é também gestora da Chácara Bindu, localizada no Lago Oeste, que utiliza o sistema CSA (Comunidade que Sustenta a Agricultura), promovendo a participação dos consumidores no processo de cultivo. Ximena aplica os conhecimentos da agricultura biodinâmica em sua produção de alimentos e, em conjunto com Marco Trajano e Débora Beniacar, ambos também ministradores de aulas no curso e que contribuíram para o fortalecimento do aprendizado, segundo os participantes. *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Brigada Florestal toma posse no Brasília Ambiental

Agência Brasília · BRIGADA FLORESTAL TOMA POSSE NO BRASÍLIA AMBIENTAL A manhã desta sexta-feira (1º) foi marcada pela cerimônia de posse da Brigada Florestal do Instituto Brasília Ambiental. A solenidade reuniu autoridades, a comissão avaliadora e agentes de unidades de conservação em torno das boas-vindas à equipe selecionada, que já iniciou suas atividades. Durante a cerimônia, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer (C), saudou os brigadistas: “Contamos com o trabalho de excelência de vocês e continuaremos a nos esforçar para que sejam sempre valorizados e reconhecidos” | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O processo seletivo para a contratação da brigada foi composto por quatro fases: avaliação curricular, teste de aptidão física, teste de habilidades com ferramentas agrícolas e, por fim, curso de formação. Os candidatos receberam pontuações específicas em cada etapa. A nota do curso de formação, com peso 2, pôde complementar eventuais desempenhos inferiores nas demais fases. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, relembrou os desafios enfrentados até o momento: “Este ano, começamos a nos dedicar à causa, na proposta da lei, depois na aquisição dos melhores equipamentos. Contamos com o trabalho de excelência de vocês e continuaremos a nos esforçar para que sejam sempre valorizados e reconhecidos”. Parceria A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância da chegada dos brigadistas: “A seca no DF é muito severa, além de estarmos rodeados de áreas de proteção ambiental. O trabalho desses profissionais é primordial no cuidado com nosso meio ambiente”. O secretário de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, parabenizou o empenho de todos os envolvidos. “Nossas unidades de conservação são muito importantes para o equilíbrio do meio ambiente”, afirmou. “Estamos muito contentes por essa parceria que dá tão certo entre o Instituto Brasília Ambiental e a Secretaria de Meio Ambiente e nos permite dar as boas-vindas a todos vocês. Prudência, cuidado e sejam bem-vindos”. [LEIA_TAMBEM]O Instituto Federal de Brasília/Campus Samambaia, parceiro na seleção da brigada, foi o local do curso de formação dos brigadistas. A unidade está localizada em frente ao Parque Distrital Boca da Mata. “Nosso campus tem cursos voltados para o meio ambiente e a preservação da nossa biodiversidade, e estamos à disposição de todos vocês”, declarou o diretor-geral da instituição, Paulo Henrique Ribeiro. Homenagens Durante a cerimônia, houve ainda a entrega simbólica de alguns certificados aos brigadistas, que posteriormente serão entregues a todos os formados. Também foram prestadas homenagens aos colegas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que faleceram em combate a incêndios no início da semana. A comissão responsável pelo processo seletivo da brigada foi outra homenageada, em reconhecimento à dedicação para que os profissionais recém-empossados pudessem integrar o corpo técnico da autarquia. Após a cerimônia, os brigadistas seguem para uma etapa de ambientação, com orientações sobre regras, procedimentos e o funcionamento do instituto. Eles ficarão lotados nas unidades de conservação, sob a gestão do Brasília Ambiental. *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador